Inovação Educacional
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February 26, 2012 4:51 PM
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Midia News | 90% dos municípios não pagam piso aos professores

Midia News | 90% dos municípios não pagam piso aos professores | Inovação Educacional | Scoop.it

Cerca de 90% dos municípios de Mato Grosso pagam aos professores da rede pública salários abaixo do estabelecido pela Lei do Piso Nacional do Magistério. O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT) aponta que a prática é corriqueira entre os gestores, que chegam a estabelecer rendimentos abaixo de um salário mínimo, citando como exemplo a cidade de Castanheira, onde um professor recebe ao mês R$ 465 por 30 horas semanais. Estas cidades, de acordo com o Ministério da Educação (MEC), que ainda não reajustaram o piso de 2012, deverão pagar os valores devidos aos professores retroativos a janeiro.

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Curadoria por Luciano Sathler. CLIQUE NOS TÍTULOS. Informação que abre caminhos para a inovação educacional.
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September 10, 2024 9:19 AM
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Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler

Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler | Inovação Educacional | Scoop.it

O que acontece quando a maioria faz uso de uma IA para realizar suas atividades laborais? E, no caso dos estudantes, quando os trabalhos passam a ser produzidos com o apoio de uma IA generativa?
Luciano Sathler
É PhD em administração pela USP e membro do Conselho Deliberativo do CNPq e do Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais
As diferentes aplicações de Inteligência Artificial (IA) generativa são capazes de criar novos conteúdos em texto, imagens, áudios, vídeos e códigos para software. Por se tratar de um tipo de tecnologia de uso geral, a IA tende a ser utilizada para remodelar vários setores da economia, com impactos políticos e sociais, assim como aconteceu com a adoção da máquina a vapor, da eletricidade e da informática.
Pesquisas recentes demonstram que a IA generativa aumenta a qualidade e a eficiência da produção de atividades típicas dos trabalhadores de colarinho branco, aqueles que exercem funções administrativas e gerenciais nos escritórios. Também traz maior produtividade nas relações de suporte ao cliente, acelera tarefas de programação e aprimora mensagens de persuasão para o marketing.
O revólver patenteado pelo americano Samuel Colt, em 1835, ficou conhecido como o "grande equalizador". A facilidade do seu manuseio e a possibilidade de atirar várias vezes sem precisar recarregar a cada disparo foram inovações tecnológicas que ampliaram a possibilidade individual de ter um grande potencial destrutivo em mãos, mesmo para os que tinham menor força física e costumavam levar desvantagem nos conflitos anteriores. À época, ficou famosa a frase: Abraham Lincoln tornou todos os homens livres, mas Samuel Colt os tornou iguais.
Não fazemos aqui uma apologia às armas. A alegoria que usamos é apenas para ressaltar a necessidade de investir na formação de pessoas que sejam capazes de usar a IA generativa de forma crítica, criativa e que gerem resultados humanamente enriquecidos. Para não se tornarem vítimas das mudanças que sobrevirão no mundo do trabalho.
A IA generativa é um meio viável para equalizar talentos humanos, pois pessoas com menor repertório cultural, científico ou profissional serão capazes de apresentar resultados melhores se souberem fazer bom uso de uma biblioteca de prompts. Novidade e originalidade tornam-se fenômenos raros e mais bem remunerados.
A disseminação da IA generativa tende a diminuir a diversidade, reduz a heterogeneidade das respostas e, consequentemente, ameaça a criatividade. Maior padronização tem a ver com a automação do processo. Um resultado que seja interessante, engraçado ou que chama atenção pela qualidade acima da média vai passar a ser algo presente somente a partir daqueles que tiverem capacidade de ir além do que as máquinas são capazes de entregar.
No caso dos estudantes, a avaliação da aprendizagem precisa ser rápida e seriamente revista. A utilização da IA generativa extrapola os conceitos usualmente associados ao plágio, pois os produtos são inéditos – ainda que venham de uma bricolagem semântica gerada por algoritmos. Os relatos dos professores é que os resultados melhoram, mas não há convicção de que a aprendizagem realmente aconteceu, com uma tendência à uniformização do que é apresentado pelos discentes.
Toda Instituição Educacional terá as suas próprias IAs generativas. Assim como todos os professores e estudantes. Estarão disponíveis nos telefones celulares, computadores e até mesmo nos aparelhos de TV. É um novo conjunto de ferramentas de produtividade. Portanto, o desafio da diferenciação passa a ser ainda mais fundamental diante desse novo "grande equalizador".
Se há mantenedores ou investidores sonhando com a completa substituição dos professores por alguma IA já encontramos pesquisas que demonstram que o uso intensivo da Inteligência Artificial leva muitos estudantes a reduzirem suas interações sociais formais ao usar essas ferramentas. As evidências apontam que, embora os chatbots de IA projetados para fornecimento de informações possam estar associados ao desempenho do aluno, quando o suporte social, bem-estar psicológico, solidão e senso de pertencimento são considerados, isso tem um efeito negativo, com impactos piores no sucesso, bem-estar e retenção do estudante.
Para não cair na vala comum e correr o risco de ser ameaçado por quem faz uso intensivo da IA será necessário se diferenciar a partir das experiências dentro e fora da sala de aula – online ou presencial; humanizar as relações de ensino-aprendizagem; implementar metodologias que privilegiem o protagonismo dos estudantes e fortaleçam o papel do docente no processo; usar a microcertificação para registrar e ressaltar competências desenvolvidas de forma diferenciada, tanto nas hard quanto soft skills; e, principalmente, estabelecer um vínculo de confiança e suporte ao discente que o acompanhe pela vida afora – ninguém mais pode se dar ao luxo de ter ex-alunos.
Atenção: esse artigo foi exclusivamente escrito por um ser humano.
O editor, Michael França, pede para que cada participante do espaço "Políticas e Justiça" da Folha sugira uma música aos leitores. Nesse texto, a escolhida por Luciano Sathler foi "O Ateneu" de Milton Nascimento.

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Today, 12:14 PM
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Inscrições abertas para curso gratuito sobre Economia Criativa para professores de Educação Profissional - Itaú Educação e Trabalho

Inscrições abertas para curso gratuito sobre Economia Criativa para professores de Educação Profissional - Itaú Educação e Trabalho | Inovação Educacional | Scoop.it
Desde terça-feira, 20 de janeiro, está disponível o curso autoformativo online e gratuito em Economia Criativa na Educação Profissional e Tecnológica, ofertado pelo Itaú Educação e Trabalho e disponível na Escola Fundação Itaú.

Com duração de dez horas, a formação tem o objetivo de auxiliar professores de Educação Profissional e Tecnológica (EPT) na compreensão e aplicação da Economia Criativa na prática pedagógica. Educadores inscritos no curso estarão aptos a compreender seus setores, princípios e impacto socioeconômico. Organizado em três módulos, o curso desenvolverá os temas de “Transformando o mundo com ideias”, “Criando com Inteligência Artificial” e “Criando com Realidade Virtual e Realidade Aumentada”.  
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Today, 9:20 AM
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Um ano sem celular em sala de aula: o que mudou no cotidiano escolar

Um ano sem celular em sala de aula: o que mudou no cotidiano escolar | Inovação Educacional | Scoop.it

A lei que limita o uso de celulares nas escolas brasileiras completa um ano nesta terça-feira (13), e o veredito dos especialistas aponta para impactos positivos no ambiente escolar.
A medida tem sido avaliada de forma favorável por gestores e educadores, que indicam mudanças benéficas no cotidiano, com redução das distrações e maior integração entre os alunos.

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Today, 9:06 AM
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Por que ser autêntico custa mais caro ao empreendedor negro

Por que ser autêntico custa mais caro ao empreendedor negro | Inovação Educacional | Scoop.it
Marcas dizem valorizar criadores verdadeiros, mas recuam quando essa verdade expõe desigualdades, práticas abusivas ou incoerências
Enquanto a autenticidade for tolerada apenas quando conveniente, a diversidade seguirá sendo um mero discurso superficial
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January 21, 4:37 PM
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Luciano Sathler - Perspectivas da Educação no Brasil e no Mundo (EV 1153)

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January 21, 9:42 AM
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O Enamed é uma vitória

O Enamed é uma vitória | Inovação Educacional | Scoop.it
Uma guilda querendo abafar os resultados de um exame é mau sinal. Se esses resultados estão relacionados à proficiência dos médicos, o comportamento da associação de universidades particulares passa a ser um problema de saúde pública.

A guilda argumentava que a divulgação dos dados traz “riscos de danos irreparáveis aos alunos e às instituições de ensino superior”. Quem traz riscos e danos irreparáveis para a sociedade são as faculdades que cobram mensalidades de até R$ 15 mil para formar alunos sem a capacidade necessária para exercer a medicina.

Médicos de renome, como o cirurgião Raul Cutait, batalham há anos para que o poder público avalie as faculdades de medicina. Elas são cerca de 400, e há outras 300 pedindo para funcionar. O Brasil passa por uma epidemia de novas faculdades de medicina. Pelo andar da carruagem, na próxima década poderá bater a marca de 1 milhão de médicos. Só falta saber se esse doutor é capaz de diagnosticar um caso de diabetes. Num exame de 2023, era alta a porcentagem dos incapazes.

O Enamed que a guilda queria abafar revelou que três em cada dez cursos de medicina foram reprovados no exame que mede a qualidade da formação. Esse ensino custa perto de R$ 1 milhão à família de um aluno de faculdade particular. Segundo o Enamed, metade dos alunos não tem a proficiência necessária para exercer a profissão.

Em 2023, 13% dos cursos mostraram-se insatisfatórios; em 2025, foram 30%. A situação piorou, e provavelmente os doutores da guilda de faculdades privadas suspeitavam disso. Seis em cada dez faculdades privadas obtiveram resultados insatisfatórios. Foram avaliados 351 cursos de medicina e ouvidos cerca de 90 mil alunos.

Quando a guilda das faculdades privadas tenta abafar o resultado do Enamed, fortalece-se a ideia de uma prova semelhante ao exame da OAB para estudantes de Direito. A faculdade forma bacharéis, mas só são advogados aqueles que passaram na prova da OAB. Se uma seleção desse tipo filtra os advogados, mais motivos existem para que se crie um filtro para os médicos.

Médico incapaz, por burrice ou interesse político, foi o do presidente Costa e Silva em 1969. Depois de ter perdido a fala duas vezes, o marechal perguntou-lhe:

— Isso não é derrame?

— Não — respondeu o médico do palácio.

Era uma isquemia cerebral que, em algumas horas, emudeceu o presidente e paralisou seu lado direito, incapacitando-o.
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January 21, 8:00 AM
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Here’s what to teach your kids in the age of AI to make them employable

Here’s what to teach your kids in the age of AI to make them employable | Inovação Educacional | Scoop.it
“I spent tens of thousands of dollars on lawyers to get denied that green card,” he says. “And this year, I decided to give it another shot — but instead of hiring lawyers, I opened a conversation with ChatGPT.” With a few short prompts, the LLM had built a new green card strategy for him, created letters of recommendation and support that he could send to the appropriate people, and had advised him to check six boxes on the standard application rather than the three that are usually required. Genest asked it to take into account his failed application, the ways in which other applications had failed, and strategies that had been used in the past for people in a similar position to him. He then followed its instructions and put in a new application, which was successful. His green card arrived in July.
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January 20, 4:25 PM
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Exploração de lítio amplia contaminação do solo e da água em Minas Gerais : Revista Pesquisa Fapesp

Exploração de lítio amplia contaminação do solo e da água em Minas Gerais : Revista Pesquisa Fapesp | Inovação Educacional | Scoop.it
Pesquisadores alertam para o risco de consumo excessivo de alumínio entre os moradores do Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais
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January 20, 4:20 PM
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Os desafios das startups brasileiras para conquistar o mercado internacional 

Os desafios das startups brasileiras para conquistar o mercado internacional  | Inovação Educacional | Scoop.it
Empresas se defrontam com barreiras culturais, tecnológicas e de financiamento para se estabelecer em outros países
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January 20, 4:18 PM
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Encontros às cegas : Revista Pesquisa Fapesp

Encontros às cegas : Revista Pesquisa Fapesp | Inovação Educacional | Scoop.it
Método rastreia colaborações científicas fora de padrão para detectar artigos comercializados por fábricas de papers
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January 20, 4:17 PM
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Papers invalidados : Revista Pesquisa Fapesp

Papers invalidados : Revista Pesquisa Fapesp | Inovação Educacional | Scoop.it
esde 2021, 204 artigos de pesquisadores de universidades e instituições sul-coreanas foram alvo de retratações devido a indícios de uso não declarado de programas de inteligência artificial generativa em sua elaboração. O dado faz parte de um levantamento produzido por Kim Wan-jong, pesquisador do Centro de Serviços de Dados do Instituto Coreano de Informação Científica e Tecnológica (Kisti), em colaboração com o jornal sul-coreano The Dong-A Ilbo, com base em informações do site Retraction Watch. A retratação é a invalidação de um estudo científico após sua publicação, devido à descoberta de erros graves ou de violações éticas.
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January 20, 4:11 PM
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Produtividade turbinada

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Estudos mostram que a inteligência artificial ajuda pesquisadores a ampliar seu número de publicações e avança como ferramenta na avaliação por pares
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January 20, 4:09 PM
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Polo ideal na nova era do EAD

Polo ideal na nova era do EAD | Inovação Educacional | Scoop.it
A regulamentação atual impõe desafios de investimento e logística para as IES, especialmente em cidades pequenas e distantes
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Today, 3:02 PM
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They hear, but do they care? What AI can teach us about listening better

They hear, but do they care? What AI can teach us about listening better | Inovação Educacional | Scoop.it
Os chatbots de IA não interrompem e não fazem julgamentos – então, o que eles podem nos ensinar sobre escuta ativa?

"Sei que é uma máquina, mas é super prática e sabe ouvir bem sempre que preciso", diz Anna, uma ucraniana que vive em Londres. Ela está falando sobre o uso frequente da versão premium do ChatGPT, um chatbot com inteligência artificial.

O que Anna – a BBC não está usando seu nome verdadeiro para proteger sua identidade – considera particularmente valioso não é necessariamente o conselho da IA, mas a capacidade que ela tem de lhe dar espaço para autorreflexão.

"Tenho experiência com isso, então posso confiar que sempre entenderá meus problemas e se comunicará comigo de uma maneira que me seja conveniente", diz ela. Ela está ciente de que isso pode parecer estranho para muitas pessoas, incluindo seus amigos e familiares, e é por isso que pediu para permanecer anônima.

Mas quando ela terminou recentemente o namoro, descobriu que a escuta paciente da IA ​​oferecia algo que seus amigos e familiares superprotetores não conseguiam proporcionar com seus julgamentos imediatos sobre o ex-parceiro: "ele é um idiota".

Em vez disso, a ausência de julgamento criou uma oportunidade para o autoconhecimento, à medida que ela processava suas emoções conflitantes.

E Anna não está sozinha: uma pesquisa recente da Harvard Business Review mostra que, em 2025, a terapia e o acompanhamento eram o uso mais comum da IA ​​generativa por meio de ferramentas como o ChatGPT, que consegue manter uma conversa de forma muito semelhante a uma pessoa. 

Surpreendentemente, estudos mostram que as respostas de texto geradas por IA agora são consideradas mais compassivas do que as escritas por humanos – mesmo quando esses humanos são atendentes treinados de linhas de apoio em situações de crise. Isso não significa que a IA seja genuinamente mais compassiva, mas sim uma constatação preocupante de quão raramente ouvimos de forma imparcial.

Quando os pesquisadores revelaram a identidade dos autores das respostas, os avaliadores ainda consideraram as respostas do ChatGPT mais compreensivas, acolhedoras e atenciosas – revelando o quanto as pessoas anseiam por uma escuta ininterrupta e sem defensiva. Em outro estudo, as pessoas relataram sentir mais esperança, menos angústia e menos desconforto após interagirem com respostas geradas por IA em comparação com humanos.    

Vale lembrar que esses chatbots de IA não demonstram empatia real , mas sim a simulam com base no que aprenderam a partir de enormes conjuntos de dados de interações humanas.

A ironia de um algoritmo alimentado por um modelo de linguagem complexo — o tipo de aprendizado de máquina que sustenta muitos chatbots de IA — ser percebido como um ouvinte melhor do que um ser humano autêntico revela importantes percepções sobre nossas limitações na escuta. É quando nossas intenções, histórias pessoais e gatilhos emocionais tomam o controle que a verdadeira escuta atenta fica comprometida.

Nada disso sugere que devamos trocar relacionamentos interpessoais reais por grandes modelos de linguagem. Mas sugere que há algumas lições que nós, humanos, podemos aprender com esses sistemas de escuta baseados em código.  

IA versus Mente

Este artigo faz parte de  IA vs. a Mente , uma série que visa explorar os limites da inteligência artificial de ponta e, ao mesmo tempo, aprender um pouco sobre o funcionamento do nosso próprio cérebro. Com a ajuda de especialistas, cada artigo coloca diferentes ferramentas de IA contra a mente humana, fazendo perguntas instigantes que testam os limites da inteligência. Será que uma máquina consegue escrever uma piada melhor do que um comediante profissional ou desvendar um dilema moral com mais elegância do que um filósofo? Esperamos descobrir.

O poder da atenção ininterrupta
Talvez a lição mais fundamental da IA ​​seja simplesmente permitir que os outros falem sem interrupções. Os humanos interrompem por inúmeras razões: medo de um silêncio constrangedor, tentativas de "ajudar" a encontrar as palavras, economia de tempo com respostas que parecem "superiores" ou uma afirmação inconsciente de domínio. Essas interrupções, por mais bem-intencionadas que sejam, roubam a autonomia dos interlocutores e a oportunidade de desenvolver seus pensamentos. Interrupções durante uma conversa telefônica, por exemplo, demonstraram diminuir a percepção de empatia na pessoa que fala. 

Grandes modelos de linguagem não têm motivações nem desejos. São programados para serem obedientes, de modo que as pessoas continuem a usá-los. Portanto, exibem paciência perpétua – nunca sofrendo de fadiga empática. Embora tal feito não seja algo a que nós, humanos, possamos ou devamos aspirar, resistir a interrupções pode ser uma atitude poderosa.  

Perceba as emoções
O psicólogo pioneiro Carl Rogers compreendeu que reconhecer as emoções é essencial para uma escuta eficaz. Grandes modelos de linguagem são programados para categorizar emoções e refletir essas emoções de uma forma que parece ser empática, de acordo com Anat Perry, pesquisadora de empatia da Universidade Hebraica de Jerusalém, em Israel.

Os sistemas de IA demonstram uma vantagem particular na resposta a cenários que envolvem sofrimento e tristeza, em comparação com emoções positivas.
Um experimento revelou que o Bing Chat – precursor do Copilot da Microsoft – foi mais preciso do que respondentes humanos na detecção de felicidade, tristeza, medo e nojo. Sua capacidade de detectar raiva e surpresa foi comparável à de humanos. Embora grandes modelos de linguagem não consigam sentir essas emoções de fato, eles podem reconhecê-las e refletir esses sentimentos, fazendo com que o interlocutor se sinta compreendido. Pesquisadores descobriram que plataformas de IA que refletem a complexidade emocional em suas respostas podem ajudar a reformular o pensamento dos usuários e a desenvolver resiliência psicológica.

Acolhendo emoções difíceis
Os seres humanos instintivamente evitam reconhecer emoções difíceis, tanto as nossas quanto as dos outros.

Por exemplo, quando nosso primo nos conta sobre a morte trágica de seu gato, logo tentamos confortá-lo com comentários como: "Luna teve uma vida longa e feliz e foi muito amada até o fim". Mas isso não leva em consideração os sentimentos de angústia do nosso primo. Os sistemas de IA demonstram uma vantagem particular em responder a cenários que envolvem sofrimento e tristeza, em comparação com emoções positivas. As pessoas frequentemente temem sobrecarregar os ouvintes humanos com suas preocupações, explica Dariya Ovsyannikova, pesquisadora de saúde cognitiva da Universidade de Toronto, Canadá, que estudou como as pessoas percebem a IA como compassiva. 

A IA oferece uma alternativa sem peso. Dar espaço para que alguém compartilhe emoções difíceis pode fazer com que essa pessoa se sinta segura para ter pensamentos complicados e, assim, tenha mais chances de superá-los.  

Presença não julgadora
Historicamente, nossa sobrevivência como espécie dependeu da capacidade de fazer julgamentos rápidos — distinguir amigo de inimigo é um imperativo evolutivo. Mas esses julgamentos, muitas vezes transmitidos inconscientemente por meio de expressões sutis, como uma leve carranca, podem ser devastadores para quem compartilha pensamentos vulneráveis . Isso se mostrou especialmente verdadeiro entre crianças pequenas , por exemplo. Em contrapartida, a IA parece oferecer aos usuários anonimato e liberdade de julgamento social , criando uma segurança psicológica que possibilita o compartilhamento aberto . 

Para os ouvintes humanos, isso destaca a importância crucial de reconhecer quando estamos fazendo julgamentos e de conscientemente deixá-los de lado, para que o interlocutor se sinta à vontade para compartilhar com mais liberdade.

reconhecimento de padrões
Devido a todas as nossas responsabilidades, um ouvinte não profissional não está focado em recordar os diferentes tipos de ansiedade que alguém mencionou, por exemplo, ou os múltiplos sentimentos que essa pessoa expressou em relação à sua mãe. Os algoritmos de IA são excelentes no reconhecimento de padrões, utilizando uma vasta gama de dados – incluindo pensamentos incoerentes – para captar os fios mais tênues e tecê-los numa tapeçaria rica em significado . 

Quando ouvimos como seres humanos, também podemos optar por dar um passo atrás e refletir para o interlocutor não cada instância de emoções repetitivas, mas sim uma noção geral do que ele sente sobre um assunto e até mesmo seus sentimentos em relação a essas emoções. Esses padrões podem ser como um presente, se nos oferecerem a oportunidade de extrair significado deles ou enxergar nossa própria história sob uma nova perspectiva. A narrativa é uma forma crucial pela qual os seres humanos dão sentido ao mundo.

Estúdio Santa Rita
Os chatbots de IA podem evitar muitas das armadilhas em que os ouvintes humanos podem cair, mas ainda não conseguem replicar o apoio significativo da conexão humana (Crédito: Estudio Santa Rita).
Resistir à tentação de consertar
Muitos de nós, especialmente em posições de liderança ou como pais, acreditamos que nosso valor reside em compartilhar nossa sabedoria e oferecer conselhos úteis. E os homens são mais propensos do que as mulheres a se intrometerem espontaneamente para oferecer soluções para os problemas de outras pessoas. No entanto , estudos mostram que a contenção da IA ​​em oferecer sugestões práticas em favor do apoio emocional faz com que as pessoas se sintam ouvidas com mais eficácia – algo que os humanos podem escolher fazer conscientemente. 

Evitando a armadilha do "eu também"
Quando alguém compartilha uma experiência difícil — um aborto espontâneo, um chefe insuportável, um vazamento no telhado — muitas vezes respondemos com uma história semelhante. Podemos achar que isso demonstra que entendemos o que a pessoa está sentindo e que ajuda a criar uma conexão. Mas, ao fazer isso, desviamos o foco dela para nós mesmos. Quando começamos a contar nossa história, paramos de ouvir a dela. 

Um modelo de linguagem amplo não pode cair nessa armadilha porque não possui experiências. Os humanos podem, e é por isso que podemos optar por ser mais intencionais em manter o foco no falante, sem recorrer à nossa própria narrativa.   

As limitações da empatia algorítmica
Apesar dessas vantagens, existem também inúmeros perigos associados à dependência excessiva da IA ​​como ferramenta de escuta. À medida que a tecnologia avança em direção a avatares semelhantes a humanos, que se parecem, soam e se comportam como nosso ouvinte ideal – chegando até a transmitir respostas táteis – tanto os benefícios quanto os perigos potenciais aumentam.    

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Michael Inzlicht , psicólogo da Universidade de Toronto, no Canadá, que pesquisa inteligência artificial e empatia, alerta para o potencial de manipulação de pessoas vulneráveis ​​por parte das empresas de IA. A IA pode fornecer conselhos perigosos , levando, em alguns casos, indivíduos ao suicídio .   

Elas também podem levar uma pessoa a priorizar um relacionamento com um bot em vez de cultivar uma conexão mais significativa com outro ser humano, acostumando-se com empatia ilimitada e interesse positivo constante, independentemente do que digam.

A IA certamente pode nos inspirar a sermos melhores ouvintes e até mesmo nos ajudar a desenvolver maior compaixão.
Pessoas que interagem com um modelo de linguagem complexo podem perder suas habilidades e se tornarem incapazes ou menos motivadas a buscar interações humanas – com uma série de implicações desafiadoras para nossas sociedades em geral. Inzlicht sugere que, como primeiro passo, grandes modelos de linguagem poderiam ser ajustados para introduzir atrito apropriado nas conversas, ajudando os usuários a desenvolverem maior consciência das necessidades dos outros.

A conexão humana insubstituível
Permanece algo singularmente significativo no ato de um ser humano sacrificar seu tempo e outros desejos concorrentes para simplesmente ouvir e deixar que outra pessoa conte sua história. A escolha consciente de estar presente para outra pessoa estabelece uma forma de conexão, compaixão e companheirismo fundamentalmente diferente das interações com linhas de código programadas para agradar, sem a capacidade de oferecer cuidado genuíno.  

A IA certamente pode nos inspirar a sermos melhores ouvintes e até mesmo nos ajudar a desenvolver maior compaixão. Ela pode servir como um recurso valioso , desde que haja salvaguardas adequadas, para aqueles que não têm a quem recorrer. No entanto, a experiência de ouvir atentamente outro ser humano com curiosidade para compreender sua humanidade em sua plenitude – e ser ouvido em troca – possui um potencial transformador que as interações com IA ainda não conseguem igualar.

E, como qualquer pessoa que já tenha experimentado o impacto transformador de se sentir verdadeiramente ouvida por outro ser humano perceberá, isso pode nunca acontecer.
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El Tiempo frente a la pantalla en la educacion infantil

El Tiempo frente a la pantalla en la educacion infantil | Inovação Educacional | Scoop.it
Over the past decade, the touchscreen has become the default digital babysitter for millions of children under five around the world. Since 2012, the share of households with an internet-connected mobile device has more than doubled in both OECD countries and upper-middle-income countries (OECD, 2019), turning every living room, bus row, and waiting room into a potential media hub.
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Qual é a relação entre educação integral e felicidade?

Qual é a relação entre educação integral e felicidade? | Inovação Educacional | Scoop.it
Nos últimos anos, os currículos escolares têm incorporado temas cada vez mais urgentes, como educação digital, inclusão, educação financeira e mudanças climáticas. Esses conteúdos ampliam a visão de ensino ao integrar dimensões cognitivas, físicas, socioemocionais, culturais, tecnológicas e éticas, fortalecendo o conceito de educação integral. Mais do que transmitir conteúdos, essa abordagem valoriza vínculos, cuidado com o corpo, habilidades para lidar com desafios e a construção de projetos de vida.

Dentre todos esses esses temas, a educação socioemocional ganhou destaque diante do crescimento de transtornos mentais entre crianças e jovens. Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 1 em cada 7 sete adolescentes no mundo vive com algum transtorno mental, sendo ansiedade e depressão, as principais causas de adoecimento nessa faixa etária, o que reforça a urgência de um trabalho estruturado com as emoções desde cedo.
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O fim de uma ordem mundial que nunca existiu

"Acabou a ordem mundial", dizem os especialistas. O que é exatamente essa ordem, como definir e entender? Se acabou, quando começou? Perguntas inconvenientes em tempos de consensos forjados e comentários para TikTok, eu sei, mas que precisam ser feitas.
Henry Kissinger, o lendário intelectual, diplomata e vencedor do Nobel da Paz, definiu a ordem mundial como uma gestão imperfeita do caos através de um sistema que permita que sociedades diferentes coexistam sem o risco constante de aniquilação mútua. Não é algo justo e virtuoso, apenas pragmático e temporário.
Ordem não é algo natural, muito menos um reconhecimento de regras universais ou "naturais", mas uma construção artificial, frágil, precária e imperfeita, feita com sangue, suor e lágrimas pelos envolvidos que, em algum ponto, aceitam parar de lutar.
Se voltarmos aos gregos, Platão e Aristóteles defendiam que a ordem precede a paz e não o contrário, como muitos "pacifistas" parecem acreditar hoje. Como canta Gilberto Gil, "uma bomba sobre o Japão / fez nascer o Japão da paz". Parece contradição, mas não é.
Os pais da filosofia acreditavam que o universo era um sistema harmonioso, por isso era chamado de kósmos, em oposição ao khaos ("desordem"). O termo grego kósmos significa literalmente "ordem".
No Gênesis, Deus não elimina o caos. Ele separa a luz da escuridão, dá nome a ambos e diz que é "bom". Santo Agostinho e São Tomás de Aquino definiam a paz como tranquilitas ordinis, a tranquilidade que surge depois que a ordem está estabelecida. Não antes.
Kissinger também nos ensinou que a paz mundial depende de "legitimidade" e "equilíbrio de poder".
A legitimidade não vem do aplauso entusiasmado, mas da aceitação das regras compartilhadas pelos principais envolvidos, mesmo que a contragosto. O equilíbrio vem de uma distribuição de poder e recursos que impeça um estado de impor sua vontade aos outros de maneira coercitiva e unilateral.
A paz pragmática de Vestfália
A primeira tentativa de algo parecido com uma paz mundial foi em 1648, em Vestfália, após a Guerra dos Trinta Anos, uma série de conflitos religiosos que devastou reinos e criou o maior caos na Europa desde a Peste Negra.
Sem a autoridade unificadora do papa (que faz falta até os dias de hoje, diga-se), os combatentes, exauridos e exaustos, tiveram que sentar e negociar. O acordo durou mais de cem anos, sendo rasgado apenas por Napoleão Bonaparte.
Vestfália inaugurou uma paz pragmática, sem idealismos, sem uma superpotência vencedora e sem uma causa unificadora, apenas rendição de todos por falta de recursos para seguirem com a carnificina. Foi uma paz necessária, mas assinada com sangue. O ideal, claro, é que as guerras sequer ocorram.
Com a Primeira Guerra Mundial, que acabou com a "Pax Britannica" construída e mantida pelo Império Britânico, a Europa ficou tão traumatizada que deu à luz a um pacifismo que aceitava tudo pela paz, o que incluía uma incapacidade suicida de reconhecer o surgimento de novos agentes inimigos e hostis. A ideia, charmosa e falsa, era de que tudo poderia ser resolvido pela diplomacia e negociação.
Foi essa premissa inocente que levou as potências vencedoras do conflito a ignorarem a ascensão do fascismo, do nazismo e do comunismo nos anos 20 e 30 do século passado, deixando que os maiores colecionadores de cadáveres da história pudessem se armar.
A despeito dos avisos de gente como Winston Churchill, os "pacifistas" seguiram ignorando a ameaça representada por Hitler, Mussolini e Stálin, e o resultado foi uma Europa destruída e mais de sessenta milhões de mortos.
"O fim da história"
Após a queda do Muro de Berlim e o fim da Guerra Fria, uma vitória espantosa de três titãs (Ronald Reagan, Margaret Thatcher e São João Paulo II), o Ocidente entrou num período de negação e arrogância perfeitamente resumido na ideia de Francis Fukuyama do "fim da história" e o nascimento de uma ordem universal liberal, inquestionável e permanente.
É essa tal ordem que se fala tanto atualmente, nada além de uma ilusão criada por um Ocidente que acreditou que China, Rússia e Irã iriam se render ao liberalismo, ao capitalismo e ao modo americano de viver. É um arranjo que nunca existiu, o que está mais do que claro atualmente.
China, Rússia e Irã, nos últimos anos, estavam apenas ganhando tempo e juntando forças, com a sorte de não terem que lidar com um novo Winston Churchill alertando o Ocidente dos riscos. Churchill hoje estaria sendo chamado de louco e "extrema direita".
Quando os EUA hoje se colocam como os inconvenientes do salão e dizem a uma Europa, atordoada e sem rumo, que é preciso se defender de seus potenciais inimigos, novos "pacifistas" aparecem para reclamar do fim dessa ordem imaginada por Fukuyama, que só existe em seus powerpoints e relatórios.
A necessidade urgente de reconhecer os riscos geopolíticos atuais e investir na segurança do Ocidente está causando mal estar nos salões chiques do velho continente e em Davos.
É hora de ser inconveniente.

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January 21, 10:10 AM
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Four Takeaways from New Report on AI’s Risks in Education – The 74

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Brookings study finds AI undermines educational and social-emotional development, as well as teacher-student trust
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January 21, 9:22 AM
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Governo do Brasil recompõe orçamento de instituições federais

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Serão aportados R$ 332 milhões para o custeio das universidades federais; e R$ 156 milhões para a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Outros R$ 230 milhões, do orçamento da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), serão revertidos para a concessão de bolsas a pesquisadores da educação profissional e tecnológica e da educação superior. 
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January 20, 4:25 PM
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Circulação transnacional de saberes e objetos moldou a educação no Brasil : Revista Pesquisa Fapesp

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Estudos investigam o fluxo de ideias pedagógicas entre o país e outras nações a partir do século XIX
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January 20, 4:22 PM
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Deep techs do Brasil conseguem menos financiamento do que as do Chile e da Argentina : Revista Pesquisa Fapesp

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Segundo levantamento, país tem 72,3% das startups intensivas em ciência da América Latina
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January 20, 4:19 PM
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Estudantes pretos e pardos ampliam presença na pós-graduação #ciencia #diversidade #posgraduacao

Dados mostram evolução nas últimas três décadas, mas desigualdade racial no acesso ao mestrado e doutorado ainda é expressiva #pesquisacientifica #cotasraciais #science

Leia reportagem:
https://revistapesquisa.fapesp.br/levantamento-analisa-diversidade-racial-entre-mestres-e-doutores/
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January 20, 4:18 PM
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Economista em desgraça : Revista Pesquisa Fapesp

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Ex-reitor de Harvard é banido de associação de economistas por trocar e-mails com criminoso sexual
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January 20, 4:15 PM
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Sumários suspeitos : Revista Pesquisa Fapesp

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Resumos submetidos à conferência de integridade científica podem ter sido feitos com inteligência artificial
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January 20, 4:09 PM
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As tendências em desenvolvimento de competências

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Em 2025, o desenvolvimento de competências assumiu um protagonismo tanto nas instituições de ensino quanto nas empresas
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January 20, 4:08 PM
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Tecnólogos: Oportunidades perdidas

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Apesar do alto potencial de empregabilidade, a formação superior tecnológica acumula mais de 7 milhões de vagas no Brasil
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