Inovação Educacional
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Inovação Educacional
Curadoria por Luciano Sathler. CLIQUE NOS TÍTULOS. Informação que abre caminhos para a inovação educacional.
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Competências para o Futuro do Trabalho e Ensino Superior, um alinhamento necessário

Com formato interativo de perguntas e respostas, a Câmara Britânica debate o necessário alinhamento das competências exigidas pelo mercado de trabalho e aquelas consideradas pelo ensino superior brasileiro. O webinar reúne a líder de Human Capital da KPMG, Luciene Magalhães, e o membro do Conselho Científico da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), Luciano Sathler, representantes do setor privado e da academia.
A abertura é feita pelo presidente do Comitê de Capital Humano & Educação da Britcham, Marcos Noll Barboza, e o vice-presidente do Comitê, Juliano Costa.
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Salários iniciais melhoram no magistério, mas carreiras ficam 'achatadas'

Salários iniciais melhoram no magistério, mas carreiras ficam 'achatadas' | Inovação Educacional | Scoop.it

Desde a criação do piso nacional do magistério, em 2008, o salário inicial dos professores das redes estaduais vem melhorando de forma contínua, num movimento que se repete também quando se analisa a média geral salarial dos docentes comparada a dos demais profissionais com nível superior. Porém, ainda que positivos, esses avanços continuam insuficientes. Uma das razões é que a melhoria nos vencimentos iniciais nem sempre é acompanhada, na mesma proporção, pelos rendimentos verificados ao longo da carreira, fazendo com que a distância entre o salário pago aos iniciantes e aos que estão no topo da carreira seja muito pequena ou, em algumas redes, até inexistente. Essas são algumas conclusões de um minucioso estudo elaborado pelo Movimento Profissão Docente, sobre planos de carreira e salários do magistério público estadual em 2022.
Com o objetivo de subsidiar propostas de melhorias no desenho das carreiras de magistério no país, o levantamento utilizou a mesma metodologia de um estudo realizado em 2019 pelo pesquisador Maurício Prado, do Inep. Esta atualização feita pelo Movimento Profissão Docente mostra que o salário inicial médio de um professor da rede pública estadual de ensino no Brasil (ajustada a carga horária para 40 horas semanais e considerando gratificações) é de R$ 4.884,78, o equivalente a 4,03 salários-mínimos. Em 2009, esta relação era de 2,04 salários-mínimos.
Há, no entanto, grande variação entre redes. O pior salário inicial estadual, considerando a metodologia do estudo, é do Rio de Janeiro (R$ 3.333,09), o que ajuda a explicar a péssima situação que o Estado apresenta nas avaliações de qualidade do ensino. O maior valor foi encontrado no Mato Grosso do Sul (R$ 8.381,36), seguido de Maranhão (R$ 6.867,68), Mato Grosso (6.329,46), Roraima (R$ 6.103,14), Distrito Federal (R$ 5.497,13), Ceará (R$ 5.413,18), Rio Grande do Norte (R$ 5.385,01), Bahia (R$ 5.050,43), São Paulo e Santa Catarina (ambos com R$ 5.000,00).
Considerando o salário final pago aos professores em cada rede, Mato Grosso do Sul volta a apresentar o melhor quadro (R$ 17.132,05), seguido de Ceará (R$ 15.348,17) e São Paulo (R$ 13.000,00). O Rio de Janeiro (R$ 6.578,92) fica em posição intermediária (12º maior entre as 27 UFs). Comparando esses salários finais com os iniciais, o estudo calculou a amplitude salarial em cada rede. Na média, essa variação é de 48%, sendo que houve dois casos (Sergipe e Santa Catarina) onde sequer foi verificada diferença. O relatório da pesquisa cita este como um problema, pois indica que as possibilidades de crescimento na carreira ainda são reduzidas, o que desestimula o desenvolvimento profissional.
Para Haroldo Rocha, coordenador geral do Profissão Docente, dois fatores ajudam a explicar a melhoria nos salários iniciais do magistério nos últimos 15 anos. O primeiro é a própria lei do Piso, que, quando cumprida, ajuda a resolver o problema na entrada, mas não é suficiente para garantir o equilíbrio ao longo da carreira. Outro fator relevante seria a maior disponibilidade de recursos, fruto da queda das matrículas, racionalização das despesas e aumento da arrecadação.
Salário não é o único fator a explicar o desempenho dos alunos, mas é uma variável extremamente relevante, especialmente na atratividade da profissão. Para Rocha, os esforços de melhoria nos vencimentos e no desenho da carreira precisam continuar, quadro que o novo Fundeb pode contribuir num futuro próximo, mas que vai depender muito também do crescimento econômico e do compromisso dos governantes com a educação.

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How Colleges Are Using Artificial Intelligence To Improve Enrollment And Retention

How Colleges Are Using Artificial Intelligence To Improve Enrollment And Retention | Inovação Educacional | Scoop.it

Artificial intelligence (AI) has gradually become accepted by colleges and universities as an effective tool for automating a number of tasks effectively and efficiently. Chatbots can answer students’ questions about class scheduling or check in with them about their mental health. AI-generated emails can remind students about important deadlines, prompt them to register for classes, turn in assignments and pay their fees on time. And, in a particularly controversial use, AI-based software is increasingly able to detect plagiarized assignments.
One professor at Georgia Tech, even used AI to build a virtual teaching assistant, called Jill Watson. Turns out that “Jill” receives very positive student evaluations.
Higher education is advancing from its initial forays into digital transformation that involved automating daily tasks, digitizing workflows, developing more complex datasets, and creating dashboards to improve their analytics. Now, institutions are not simply using technology to do the same things better. They’re deploying AI to do better things.

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6 em cada 10 jovens avaliam de forma negativa seu estado emocional, mostra estudoa

6 em cada 10 jovens avaliam de forma negativa seu estado emocional, mostra estudoa | Inovação Educacional | Scoop.it
Pesquisa "Juventudes e a pandemia: e agora?" contou com a participação de mais de 16 mil brasileiros de 15 a 29 anos
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Atlas Nacional Digital do Brasil 2022 ressalta diversidade cultural do país

O IBGE lançou hoje (29) o Atlas Nacional Digital do Brasil 2022, comemorativo ao Bicentenário da Independência. Atualizando as informações geográficas sobre o território brasileiro, o Atlas articula mapas, gráficos, tabelas, fotos e textos, ampliando a capacidade de observar a realidade territorial em constante transformação no país. Com seu Caderno Temático, a obra busca avançar no processo de visibilização geográfica e estatística da diversidade cultural, abordando temas relativos à cor ou raça e aos Povos e Comunidades Tradicionais do Brasil.
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OCDE: 35,9% dos jovens no Brasil não trabalham nem estudam

OCDE: 35,9% dos jovens no Brasil não trabalham nem estudam | Inovação Educacional | Scoop.it

O Brasil é o segundo país com a maior proporção de jovens, com idade entre 18 e 24 anos, que não conseguem nem emprego nem continuar os estudos. Os dados são do relatório Education at a Glance 2022, da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), divulgado nesta segunda-feira (3).
Segundo o documento, 35,9% dos jovens estão nessa situação no país. A proporção brasileira é o dobro da média dos países-membros da OCDE, que é de 16,6% de pessoas dessa faixa etária sem trabalhar e estudar.
A África do Sul é o único país com maior proporção que o Brasil, com 46,2%. Já a Holanda é o que tem menos jovens nessa situação, apenas 4,6%.
O relatório avaliou a situação do ensino superior e emprego dos 38 países membros da OCDE. Também foram analisados os dados do Brasil, Argentina, China, Índia, Indonésia, Arábia Saudita e África do Sul.
Dos 45 avaliados, o Brasil também é o segundo país com a maior proporção de jovens por mais tempo nessa condição. Dos que estão sem emprego e sem trabalhar no país, 5,1% se encontram nessa situação há mais de um ano, o que indica uma falta crônica de oportunidades para essa população.
Essa etapa da vida é considerada a de transição da educação para o mundo do trabalho, ou seja, quando os jovens deveriam cursar uma graduação ou curso técnico para conseguir um emprego.
Segundo o relatório, o elevado percentual de pessoas excluídas desse processo de transição indica o alto risco de se distanciarem cada vez mais do mercado de trabalho.
"Esse grupo, dos que não trabalham e não estudam, deveria ser uma grande preocupação para os governos, já que alertam para uma situação negativa de desemprego e desigualdades sociais", analisa o relatório.
"É essencial que os países tenham políticas para prevenir que os jovens se tornem parte desse grupo ou que busquem ajudá-los a encontrar um emprego ou voltem a estudar", continua o documento.
Em agosto, um estudo da OIT (Organização Internacional do Trabalho) mostrou que o Brasil tinha 23% da população de 15 a 24 anos sem trabalhar e estudar. A média mundial do desemprego juvenil é de 16,9%.
Michael França, doutor em teoria econômica pela USP e pesquisador do Insper, diz que o crescimento desse grupo é um indicativo ruim da economia do país. Para ele, que também é colunista da Folha, não é uma surpresa que o Brasil apareça como um dos que têm maior percentual de jovens nessa situação.
"Não surpreende porque o país tem virado as costas para os problemas sociais e econômicos e eles estão se agravando. Esses jovens são o retrato da falta de oportunidade, são um resultado de uma série de direitos que foram negados a eles", diz o especialista.
O relatório destaca ainda que, no Brasil, só 33% daqueles que acessam o ensino superior conseguem terminar a graduação dentro do tempo previsto. Quase metade (49%) só conclui o curso depois de três anos do prazo programado. O restante desiste da graduação ou termina em um tempo ainda maior.
Diversos estudos nacionais já mostraram que as dificuldades financeiras é o principal motivo para a evasão no ensino superior, tanto nas faculdades privadas como nas públicas. Em 2020, por exemplo, as universidades públicas brasileiras tiveram queda de 18,8% no número de concluintes e redução de 5,8% de ingressantes.
Segundo o relatório da OCDE, uma forma de apoiar os jovens é ter políticas públicas de assistência estudantil para evitar a evasão. O Brasil, no entanto, tem reduzido essa política.
Nos últimos dois anos, o governo Bolsonaro reduziu em 18,3% sem contar as perdas inflacionárias —o orçamento do programa de assistência estudantil nas universidades federais
Outra ação defendida pela OCDE é a ampliação do acesso ao ensino superior. O Brasil também segue na contramão dessa recomendação. Nos últimos anos, além de não ter havido a ampliação de vagas em universidades federais, o país teve o menor volume de beneficiários em programas como Fies (Financiamento Estudantil) e ProUni (Programa Universidade para Todos).
"O país tem feito tudo na contramão do que se recomenda para ter uma economia saudável. E esse problema deve ser ainda mais grave futuramente, já que a população está envelhecendo. Teremos uma população mais velha e mais pobre, pressionando ainda mais os gastos do governo", diz França.
Segundo o relatório da OCDE, em todos os países analisados, a conclusão do ensino superior está associada a mais oportunidades de emprego e melhores salários. Os dados analisados também indicam que, aqueles que têm diploma universitário, foram os menos afetados por demissões durante a pandemia de Covid-19 ou recuperaram o emprego mais rapidamente.
"Os benefícios da conclusão do ensino superior no mercado de trabalho são especialmente fortes durante as crises econômicas", diz França. Os dados mostram que no primeiro ano da pandemia, em 2020, o desemprego aumentou 2,3 pontos percentuais entre a população geral de 25 a 34 anos e 3,5 pontos percentuais entre aqueles que só tinham concluído a educação básica.

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'Sou mestre em Biologia e faço faxinas para conseguir pagar as contas'

'Sou mestre em Biologia e faço faxinas para conseguir pagar as contas' | Inovação Educacional | Scoop.it

A bióloga Ana Paula Borges, 32, diz que não pode ficar "refém da profissão" que escolheu para trabalhar. Dona de um mestrado e sem oportunidades na sua área, ela já trabalhou em diversos lugares diferentes desde que se formou, de padaria a escritório de contabilidade. Mas é a faxina na casa de amigos e conhecidos que garante o seu sustento.
Ex-aluna da UFU (Universidade Federal de Uberlândia), Ana Paula obteve o título de mestre ao defender sua dissertação em morfologia animal em 2017. Ela foi responsável pela coordenadoria do núcleo técnico de flora do zoológico municipal de Uberlândia por três anos, até pedir para sair em 2019.
Sem conseguir emprego, foi forçada a trocar o cuidado com a natureza pelo asseio com o lar alheio. A bióloga conta que a escolha pelas faxinas foi natural, pois ela já limpava casas desde a faculdade, quando teve que se virar após sua bolsa de iniciação científica de R$ 400 ser suspensa por causa de uma greve na universidade.
Para organizar seu trabalho, diz que conversa com os donos da casa sobre o que e como precisam limpar, pede um vídeo para mostrar a situação dos cômodos e acerta o valor.
Para limpar um apartamento, ela cobra de R$ 150 a R$ 250 a diária. Seus ganhos mensais, em um período de muitos atendimentos, chegam a R$ 1.400.
Ana Paula escolhe bem os clientes —aceita atender apenas amigos e indicações de amigos— e os dias da semana. O trabalho é cansativo e exige muito esforço físico, o que a impossibilita de cumprir um turno de segunda a sexta, diz. No tempo livre, faz bicos em escritórios de contabilidade e recepção em eventos.
"As faxinas não me envergonham, não me fazem sentir menor. Quando eu escuto um comentário positivo, sinto que de alguma forma mudei o ambiente da casa de alguém."
Cai o número de mestres e doutores empregados
Uma pesquisa do CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos), organização social supervisionada pelo MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações), aponta queda no número de pessoas com mestrado e doutorado inseridas no mercado de trabalho formal.
De acordo com o documento lançado em 2020, a taxa de emprego formal para mestres caiu de 66,7% em 2009 para 62,2% em 2017. A taxa de emprego formal para doutores passou de 74,8% para 72,3% no mesmo período. Não há dados mais recentes.
Entre 2009 e 2017, a a taxa de emprego formal dos doutores foi maior em 2010 (76,7%), mas apresentou queda nos anos seguintes até alcançar 72,3% em 2017. A taxa de emprego dos mestres foi maior em 2011 (67,2%) e também caiu ao longo do período, atingindo 62,2% em 2017.
O CGEE destaca, porém, que o crescimento de empregos formais para mestres (92%) e (125%) foi maior do que a população em geral (12%).
Apenas uma oportunidade
Ana Paula já trabalhou em zoológicos e gostaria de voltar a cuidar de bichos
Imagem: Arquivo Pessoal
No início deste ano, Ana Paula até ensaiou uma despedida das faxinas quando conseguiu uma vaga em um zoológico no Espírito Santo e teve de mudar de estado, mas ficou apenas três meses no cargo.
"A proposta que me fizeram não era real, não condizia com o que me foi prometido", resume, decepcionada, a bióloga. Diz que se demitiu.
Segundo ela, a mão de obra na biologia está precarizada, e a consequência disso são vagas sem direitos trabalhistas que pagam mal e exigem mais de oito horas de trabalho por dia, inclusive aos fins de semana.
Na hora de procurar emprego, o diploma de mestrado faz pouca diferença. A experiência malfadada de estudos fez com que Ana Paula desistisse de tentar o doutorado porque, de acordo com ela, estaria muito vinculada à academia e não teria a chance de realizar outros trabalhos.
Porém, desistir da biologia não passa pela sua cabeça. "Eu nunca vi futuro no doutorado, do ponto de vista profissional. Se for para entrar em programa de doutorado e o governo me consumir, eu prefiro fazer o meu próprio caminho fora [de uma universidade]", diz ela, que critica a falta de reajuste das bolsas federais, que pagam de R$ 1.500 (mestrado) a R$ 2.200 (doutorado) desde 2013.
Ana Paula conseguiu um emprego como analista comercial em uma empresa que faz levantamento e monitoramento em ambientes aquáticos para companhias que precisam de autorizações ambientais. Ela se mudou para o Guarujá, litoral de São Paulo, em setembro. Ainda não é na sua área de formação, mas ela espera em algum momento subir esse degrau.

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Adoção de carro elétrico no Brasil deve ser mais gradual

Matriz energética mais renovável e etanol são razões que devem levar a uma inserção mais gradual do modelo no país
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‘Gender gap’: creches e licença parental

O efeito da maternidade é um fator evidente: a sobrecarga desproporcional com as tarefas de cuidado atribuídas às mulheres gera impacto direto no mercado de trabalho. Com base em dados da PnadC do quarto trimestre de 2021, a defasagem da participação de homens e mulheres em casais heterossexuais com filhos de zero a 18 anos não dá margem a dúvidas. No momento em que o filho nasce, a diferença na taxa de participação cresce expressivamente e sai de 22 pp para 50 pp - enquanto a taxa de participação masculina se mantém no patamar de 70%, a feminina despenca de 48% para 20%. Normas sociais e culturais desempenham papel determinante nesse quadro e fazem com que, logo após o parto, a maior parte das mulheres se concentre nas tarefas de cuidado. Só quando a criança cresce e as demandas no âmbito doméstico diminuem, as mulheres começam a retornar paulatinamente ao mercado de trabalho.
Como lembra Feijó, as dificuldades no mercado de trabalho associadas à maternidade não são oriundas apenas do lado da trabalhadora - o próprio empregador tende a dificultar tanto a contratação como melhor remuneração de mulheres em idade reprodutiva.
Como resolver, ou pelo menos mitigar, o “gender gap” no Brasil?
O cardápio inclui essencialmente iniciativas como a provisão de creches de qualidade e a licença parental.
Em relação à implantação de creches, a literatura econômica sugere impactos diretos na elevação da oferta de trabalho e da participação das mulheres, bem como na renda das trabalhadoras.
Particularmente nos países desenvolvidos, onde a provisão de creches é amplamente difundida, a literatura especializada aponta efeitos positivos nas mais diversas dimensões, em especial nas famílias mais vulneráveis.
No Brasil, um dos objetivos do Plano Nacional de Educação (PNE) é ampliar a oferta de educação em creches de forma a atender com qualidade um mínimo de 50% das crianças de zero a três anos de idade até 2024. Em 2019, uma parcela de 37% das crianças dessa faixa etária frequentava creches. Como se vê, apesar de progressos e de apontar na direção correta, a política pública de creches no Brasil ainda está longe de atingir a meta em relação à totalidade das mães em idade de trabalhar.

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🎓 Higher Ed and the Skills Translation Problem

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We face what I call a translation problem in higher ed.
Students are very good about listing what they did on their résumé or LinkedIn profile, but ask them the about skills they learned in college and they’re often stumped.
“Right now, higher education and industry speak fundamentally different languages,” Matt Sigelman told me at a dinner I hosted with college leaders in Houston last week. Sigelman is president of the Burning Glass Institute, and anyone who has read my last two books where I quote his research, knows that Sigelman has spent a career studying labor market data in real time.
“Higher education speaks a language of learning outcomes; industry speaks a language of skills” he went on to say. “There’s some correspondence between the two, but they are definitely not the same. And so there are all sorts of skills that we are teaching in higher education, but which we don't claim credit for.”
Case in point: Sigelman related a story about work he did for a public university where he was mapping the curriculum and courses to skills. One major was Gender Studies—one of those programs that frequently is the target of criticism by politicians for lacking currency in the job market.

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Four Advantages of Certifications as Alternative Credentials

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While individuals with traditional bachelor’s degrees have always enjoyed a substantial wage premium, significant resources are required to pursue a four-year degree (both in terms of time and money), making degrees impractical for individuals who seek rapid reskilling and/or re-employment. This is one of many factors that is increasingly driving individuals to seek out non-degree or alternative credentials.  
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More on the Noncredit Data Collection & Analysis Conundrum

Inconsistent and Very Possibly Specious Figures
Number one, Gardner pointed to an unchanged figure posted since 1995 until 2022 by the American Association of Community Colleges (AACC). The more than two-decades-long figure published annually in AACC’s “Fast Facts” report showed a total noncredit headcount of five million. In 2022, AACC changed the Fast Facts figure to 4.1 million based on a total of 10.3 million headcounts in America’s postsecondary education system, listed under the category of “Headcount Enrollments (Fall 2020).” The source for the new 4.1 million figure was cited (and I might add atrociously misspelled) as the “AACC membership database, 2022 [AACC analysis] & Jacoby,
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Expert: Decline in math, reading scores tip of iceberg –

Expert: Decline in math, reading scores tip of iceberg – | Inovação Educacional | Scoop.it
Dramatic decline ‘just the tip of the iceberg,’ says expert worried about broken connections with classmates, teachers and deepening inequality
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Impacto da pandemia na educação será desafio para os novos eleitos

Impacto da pandemia na educação será desafio para os novos eleitos | Inovação Educacional | Scoop.it
Recuperar o déficit de aprendizagem provocado pela pandemia, melhorar a qualidade do ensino, combater a evasão escolar. Na educação, o que deve ser priorizado pelos eleitos? A TV Senado e a TV Câmara debatem os desafios do setor com a pós-doutora em educação pela Universidade de Campinas e atualmente professora Associada da Universidade de Brasília, Catarina de Almeida Santos.
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Educação: as dores da avaliação remota

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Perante esse contexto, que parece ser um caminho sem volta, soluções começam a ser implementadas para tornar as etapas avaliativas a distância mais seguras e impassíveis de fraude, dentro das possibilidades. Desde quando comecei nesse setor, consideramos várias possibilidades e uma que me chamou a atenção foi a tecnologia ProctorWe. Há um ambiente seguro e antifraude com monitoramento 360º de áudio e vídeo — mesmo em conexão off-line — e em conformidade com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). E quando digo segurança, refiro-me às instituições de ensino, mas também aos candidatos, que abrem seus computadores ao "mundo externo" e, sem as devidas medidas de proteção e mitigação de fraudes, se veem expostos e desamparados.
Costumo dizer que devemos dançar conforme a música. Trabalhando para o mercado lusófono, sabemos por exemplo que em Portugal há a exigência governamental de uma certificação por parte dos centros de formações que desejam receber verba pública; já no Brasil, são outros os gargalos, como as dimensões continentais e a inequidade de acesso à internet. No entanto, na condição de gestores, desenvolvedores ou educadores, precisamos entender as dores de cada mercado e provê-los com as melhores soluções que, sabiamente, darão acesso a esse direito básico e universal: a educação.

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Empreendedor cearense inova com edtech que gerencia pagamento para escola

Empreendedor cearense inova com edtech que gerencia pagamento para escola | Inovação Educacional | Scoop.it
Mas esse caminho começou a ser trilhado bem cedo. Ainda jovem, na faculdade, foi vencedor do prêmio Santander Universidades de 2015. E, apenas quatro anos depois, em 2019, foi reconhecido como uma das 100 pessoas mais influentes do mundo em Edtech, pela Edtech Digest, publicação da Discovery Education, que está entre os maiores e mais competitivos programas de reconhecimento na área de tecnologia educacional.
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Building systems that enable self-learning of skills

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What role do you see for computer science and artificial intelligence in human learning?
Two areas where Computer Science and AI can play a significant role in improving the human learning experience are (i) in expanding access to learning and (ii) in personalizing the learning environments.
Our educational workforce is frequently overworked and understaffed and the shortage of teachers and human resources in education continues to be a challenge. While we can never replace educators and teachers, we can certainly build systems that can complement and support our educators so that high quality and personalized education can be made accessible to learners from around the world. With the advancement in enabling technologies such as sensing, computer vision, and AI and ML algorithms, our systems are capable of a more sophisticated understanding of the learner’s skill levels, progress, preferences, and even capabilities. This capability of computational systems allows us to design a personalized learning plan for every learner based on their skill levels so they can learn at their own pace, a feat that can be labor-intensive otherwise. When required, teachers can intervene and provide additional scaffolding and in-person teaching.

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What Is Web3 & How Does It Work?

What Is Web3 & How Does It Work? | Inovação Educacional | Scoop.it
Web3 is a new iteration of the world wide web that hosts decentralized apps that run on blockchain technology.
Web3 advocates emphasize user privacy and ownership of data. 
Critics of web3 point to its potential to exacerbate class inequality.
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China: big techs aumentam benefícios a seus funcionários

China: big techs aumentam benefícios a seus funcionários | Inovação Educacional | Scoop.it

Um estudo publicado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), organismo das Nações Unidas, atestou em 2018, que os trabalhadores chineses já ganhavam mais que seus congêneres na América Latina (com exceção do Chile) e tinham renda "similar" a operários de países menos desenvolvidos da Europa, como Grécia ou Portugal.
De fato, se você observar as etiquetas de produtos têxteis ou eletrônicos simples à venda aqui no Brasil mesmo, notará que muitas delas registram "Made in Bangladesh" ou "Made in Indonesia". Com a elevação do custo de mão de obra na China, estas indústrias que agregam menos valor à matéria-prima, deslocaram-se para hubs mais baratos, como os países do sudeste da Ásia.
O que o estudo da OIT não diz é que, se a renda do chinês é equivalente a de um trabalhador português, sua jornada de trabalho, por outro lado, é muito mais extensa. E esta característica se verifica até mesmo (ou sobretudo) em cadeias produtivas de elevado valor agregado, como a indústria de tecnologia, das pequenas startups às big techs.
Neste segmento, tornou-se célebre a expressão "996", que define as jornadas das 9 da manhã, às 9 horas da noite, seis dias por semana.
Trabalhar em excesso é visto na cultura local —como em muitas outras, aliás— como algo positivo, um símbolo do comprometimento com o progresso individual, da empresa e do país.
As consequências sociais deste hábito, porém, não são as melhores. Uma delas é a queda na taxa de natalidade do país, que envelhece rapidamente. Afinal, a que horas vamos cuidar das crianças?
Outro desdobramento óbvio é o adoecimento precoce dos trabalhadores chineses que —surpresa— não são máquinas!
Recentemente, menos por generosidade e mais por um misto de pressão governamental e dificuldade de fazer os jovens talentos aceitarem ritmos de trabalho tão acelerados, muitas corporações chinesas estão tentando reduzir o tempo de seus colaboradores dentro da empresa.
A ByteDance, por exemplo, empresa que controla o TikTok, anunciou que além das férias anuais de duas semanas e dos feriados nacionais, já previstos em lei, cada trabalhador poderá tirar 10 dias adicionais de descanso... para "cuidar da própria saúde ou da saúde de familiares".

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O "foguete" de Fred Santoro, ex-AWS, para ajudar as startups a captarem

O "foguete" de Fred Santoro, ex-AWS, para ajudar as startups a captarem | Inovação Educacional | Scoop.it
Fred Santoro, que passou os últimos anos como head divisão de startups da AWS, está agora no comando da Raketo, uma venture market que vai auxiliar as startups na busca por investimentos
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Transformação digital tem resultado difícil de mensurar

Transformação digital tem resultado difícil de mensurar | Inovação Educacional | Scoop.it
Durante painel na Rio Oil & Gas, sobre inteligência artificial, Geraldo Rochocz, fundador e diretor de tecnologia da Radix, citou estudo da McKinsey apontando que apenas 30% dos projetos relacionados à transformação digital têm um resultado satisfatório. Para ele, os diagnósticos têm razões genéricas, como perda de talentos e mau alinhamento das necessidades, mas há, basicamente, duas falhas que justificam a chamada frustração digital: não olhar para trás e não olhar para baixo. “Cerca de 10% acima do iceberg são as aplicações de tecnologias como IA e drones. O que está embaixo é crítico para que essas tecnologias funcionem: governança de dados, plataforma de informações e arquitetura corporativa. Isso tem sido relegado”, analisa o diretor da Radix.
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Nestlé investirá US$ 1 bilhão para tornar seu café mais sustentável

Nestlé investirá US$ 1 bilhão para tornar seu café mais sustentável | Inovação Educacional | Scoop.it
Empresa quer que todo o produto que recebe e comercializa seja de origem responsável até 2025
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Administrative Support System

Administrative Support System | Inovação Educacional | Scoop.it
Administrative support provided to teachers, learners, and staff is critical for ensuring the quality of the teaching and learning experience in open, distance, and digital education (ODDE). Having been seen for a long time as a peripheral function, administrative support is now recognized as playing a decisive role in suppressing student dropout, improving teaching effectiveness, and promoting learning success. This chapter examines in detail how administrative support systems are organized and should be redesigned to efficiently assist stakeholders. This analysis is conducted in the framework of the ongoing digital transformation process of higher education institutions (HEIs). Reference models for implementing digital learning innovation are described and analyzed. The chapter proposes that administrative student support in ODDE should not be organized as a separate autonomous structure. It is argued that in such complex and unstable innovation-driven institutional environments, the learner, faculty, and staff administrative support system should be designed as a hub of resources and services operating within an open and flexible learning ecosystem. It is suggested that multidisciplinary teams are set across the HEIs to collaboratively design, deliver, and support ODDE provision. Administrative staff professional development is also suggested to be reorganized in this innovative framework.
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Lumina “All Learning Counts” grants award $3.5 million to 9 organizations

Lumina “All Learning Counts” grants award $3.5 million to 9 organizations | Inovação Educacional | Scoop.it
Lumina Foundation Awards $3.5 million in Grants For “All Learning Counts” Initiative
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Innovation explained – Definition, Types and Meaning of Innovation

The simple definition of innovation in the business context. We also explain which different fields of innovation there are, what types of innovation are happening and the overall meaning.
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Edtech Gama Academy demite cerca de 40% da sua força de trabalho

Edtech Gama Academy demite cerca de 40% da sua força de trabalho | Inovação Educacional | Scoop.it
edtech Gama Academy, que faz parte do ecossistema Ânima Educação, demitiu mais de 40 pessoas esta semana. Ex-funcionários ouvidos pelo Startups afirmam que a empresa tinha pelo menos 100 colaboradores, o que representaria um corte de aproximadamente 40%.
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