Inovação Educacional
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Inovação Educacional
Curadoria por Luciano Sathler. CLIQUE NOS TÍTULOS. Informação que abre caminhos para a inovação educacional.
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Brasileiro usa mais TV do que computador para acessar a internet

Brasileiro usa mais TV do que computador para acessar a internet | Inovação Educacional | Scoop.it
Conexão cresceu em áreas rurais e urbanas - desigualdade digital resiste, mas diminuiu
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Brasil tem 38 milhões de trabalhadores informais

Brasil tem 38 milhões de trabalhadores informais | Inovação Educacional | Scoop.it
Pesquisa aponta que maioria ganha o suficiente apenas para sobreviver
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Desafio é duplo para profissional com mais idade

Desafio é duplo para profissional com mais idade | Inovação Educacional | Scoop.it

Admitida na Suzano como consultora aos 51 anos de idade, a engenheira química Selma Barbosa Jaconis conhece bem os freios que impõe às mulheres um ambiente corporativo essencialmente masculino. Ainda mais para uma profissional sênior. Entretanto, sua passagem por grandes empresas públicas e privadas ao longo de mais de três décadas lhe rendeu uma expertise sólida e abriu caminho para oportunidades ainda escassas no mundo corporativo. E eis que, três anos depois da sua admissão, Selma está em plena ascensão profissional. Já ocupa o cargo de gerente de novos negócios e, trabalhando com inovação de produtos de base renovável, aspira um futuro ainda mais promissor.
Idade? “Em nenhum momento, ela interferiu na minha contratação”, diz. “A companhia valoriza o conhecimento e estimula as trocas geracionais. Eu me sinto nutrida pelas gerações Y e Z, tenho liderados bem mais jovens e o objetivo é ajudá-los a adquirir experiência e crescer, assim como há espaço para o meu próprio crescimento aqui dentro.”
Segundo Fabiana Piva, gerente executiva de gente e gestão, a jornada da engenheira química faz parte do momento de ressignificação cultural que a Suzano atravessa: “Nosso foco são as potencialidades de cada um e o alvo, a felicidade corporativa de todos - isto é, o equilíbrio entre os resultados e a qualidade das relações”.
A empresa está adotando iniciativas para fomentar a solidariedade intergeracional e a valorização da força de trabalho feminina. A começar pelo compromisso de preencher, até 2025, 30% do quadro de funcionários, de cerca de 16 mil empregados, com negros e mulheres.
Outra decisão, segundo Piva, consistiu em promover, no ano passado, um censo de inclusão para conhecer melhor a força de trabalho que move a Suzano. “Através de 5.600 respostas obtidas (30% do total), notamos que os dois extremos - os trabalhadores com menos de 25 anos e aqueles com mais de 55 anos - têm visões diferentes sobre oportunidades e o quanto se deve apostar na carreira”, explica.
Graças a esse conceito cross, foi possível fazer uma avaliação qualitativa da cultura corporativa, discutindo governança, o valor da experiência acumulada e o impacto do viés inconsciente do preconceito geracional. “Isso mostra que, além das ferramentas de avaliação de performance e dos feedbacks dos planos de desenvolvimento individual, é preciso apostar numa transição baseada em lateralidade”, diz a gerente.
Confrontando números, a professora do curso de pós-graduação em diversidade e inclusão nas organizações” da HSM University Inês Barreto, dá a entender que o equilíbrio do trabalho de distintas gerações, focado na questão de gênero, tende a se impor com o tempo, por uma questão de longevidade das carreiras. “Nas contas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 57% da população em idade economicamente ativa no Brasil terá mais de 45 anos daqui três décadas”. Segundo o IBGE, 30% da população (ou 60,1 milhões de pessoas) terá mais de 60 anos em 2050.
Lembrando que um estudo da Deloitte junto a 165 companhias instaladas no Brasil mostrou, em 2021, que 1,2% dos cargos de CEO e 115 cadeiras nos conselhos são preenchidos por mulheres, a professora explica que apenas 4,4% delas chegam à presidência desses comitês. “Isso se deve ao fato de o preconceito etário contra elas ganhar corpo a partir dos 37 anos”, diz, explicando que “não existe outro caminho para a ascensão profissional da mulher senão buscar o que falta na educação dela”.
Para ajudar a consolidar essa capacitação, Inês Barreto propõe um modelo-espelho muito usado na Florida International University: “Toda vez que ela conquista um novo cargo, ela passa a ser mentorada por uma líder acima dela”. Outras iniciativas para reter talentos de meia-idade consistem em “aumentar os cargos de média direção”, e, para aquelas que já alcançaram postos de liderança, “propor uma flexibilização de horários ou mesmo atividades voluntárias, que mantêm o core e algum vínculo com a empresa”.
Segundo Mauro Wainstock, sócio fundador do HUB 40+, mentorias, consultorias e cadeiras nos diferentes comitês são atividades propícias para promover a carreira de profissionais que já conquistaram os mais altos postos de uma companhia. “Elas também estarão qualificadas para serem curadoras de startups, identificando aquelas que possam contribuir para solucionar problemas detectados na empresa de origem, quando eram executivas”, acrescenta.
Para Sergio Serapião, CEO da startup Liga Labora, a prestação de serviços é, sem dúvida, uma grande oportunidade para as profissionais seniores, que, mais que ninguém, “se diferenciam pela capacidade de adaptação, resiliência e poder de transformação”. Outro caminho alternativo, diz, é “reiniciar a carreira como trainee maduro, investindo em cursos para se aprimorar e explorar soft skills”.
Atenta a esse desejo de muitas mulheres, a TIM criou este ano um programa de contratação de profissionais maduros para suas lojas em cinco Estados. Paralelamente ao TIM 50+, que, segundo Maria Antonietta Russo, vice-presidente de recursos humanos, acontece na esteira de reflexões do grupo de afinidade Gerações +, formado por cem colaboradores que propõem ações focadas em recrutamento e seleção, comunicação e educação para inclusão das diferentes gerações, a companhia lançou outra iniciativa: colaboradores já podem indicar pessoas 45+ para vagas na TIM.

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5 dicas para melhorar a inteligência emocional no trabalho

5 dicas para melhorar a inteligência emocional no trabalho | Inovação Educacional | Scoop.it
Confira 5 dicas para desenvolver a inteligência emocional:
Desconfie das próprias emoções: evite dar vazão ao primeiro impulso. Tente se distanciar da situação para poder pensar e se acalmar antes de reagir, assim você consegue autorregular suas emoções. "Isso vai na contramão da cultura que nos ensina a ouvir a própria intuição. Mas precisamos aprender a desenvolver uma distância saudável dos nossos sentimentos para poder considerar formas alternativas de ação", afirma Velasco.
Observe-se: é preciso identificar os gatilhos que geram respostas emocionais e físicas, pois conhecendo a si próprio, você pode interromper o processo de reação em cadeia antes que a situação se agrave. O especialista explica: "É difícil parar um trem em alta velocidade. Mas se você consegue frear assim que ele sai da estação, o trem não vai longe demais".
Reconheça e faça as pazes com a própria vulnerabilidade: estar aberto a ouvir críticas e aceitar suas imperfeições é o primeiro passo para sair da defensiva e, assim, estabelecer uma relação mais saudável consigo e com os outros.
Pratique a escuta ativa: ouvir as pessoas com curiosidade e interesse genuíno, sem interrupções e conselhos não solicitados, te ajuda a se conectar verdadeiramente com o seu interlocutor e, como lembra Marcon, é uma habilidade cada vez mais escassa na era multitarefas em que vivemos.
Exercite a empatia: tente compreender e respeitar as emoções e imperfeições das pessoas, se colocando no lugar delas. Ao procurar olhar uma situação a partir do ponto de vista de alguém, as chances de obter um desfecho positivo para um conflito se tornam muito maiores.
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Rede Decisão compra Colégio Renovação, em São Paulo

A Rede Decisão, grupo de educação com atuação em São Paulo e Minas Gerais, fechou a compra do Colégio Renovação do Bosque da Saúde, na zona Sul de São Paulo. O valor da aquisição foi mantido em sigilo. A compra foi feita com recursos próprios.
O Colégio Renovação possui aproximadamente 1 mil alunos e gera um faturamento anual entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões. De acordo com Gabriel Alves, CEO da Rede Decisão, a escola tem o dobro do tamanho das demais escolas do grupo.

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Bertelsmann pode ajudar Afya a operar nos EUA

A alemã Bertelsmann pode vir a ajudar a Afya, empresa brasileira de faculdades de medicina do qual é controladora, a entrar em outros países como os EUA, onde o grupo tem uma escola de psicologia e uma plataforma de treinamento para profissionais de saúde. Mas não há intenção integrar as empresas, porque são negócios com mercados e públicos distintos.
“Uma combinação empresarial com Afya não criaria qualquer valor. No entanto, já começamos a facilitar o compartilhamento de conhecimento entre as empresas, por exemplo, na área das soluções digitais. Podemos também ser capazes de facilitar a entrada de Afya em outros mercados, como os EUA”, disse Kay Krafft, CEO da Bertelsmann Education.
O grupo alemão tem hoje 57% das ações, com direito a voto, e pode vir aumentar sua fatia comprando papéis no mercado. A Afya tem ações negociadas na Nasdaq.
Segundo Krafft, o Brasil é o segundo maior mercado na área de educação para o grupo, atrás dos Estados Unidos. “Dada à dimensão relativamente grande do mercado disponível no Brasil, com as universidades privadas representando uma parte significativa do espaço do ensino superior, consideramos que o país é o nosso segundo mercado mais importante.”
No mundo, o grupo alemão de mídia apurou, em 2021, receita de € 18,7 bilhões, alta de 8,1% sobre 2020. A receita do braço de educação da companhia ficou estável em € 300 milhões - é ainda o menor negócio do grupo alemão, mas com a maior rentabilidade. A margem Ebitda da área de educação foi de 31%, contra 17,3% da companhia, em 2021.
Segundo Krafft, uma área de grande interesse é de saúde digital, um mercado que movimenta R$ 28 bilhões, por ano, e ainda pouco explorado. Durante a pandemia, a Afya entrou nesse mercado e, desde então, já fez cerca de dez aquisições de “healthtechs” com investimentos de R$ 500 milhões. Há dois meses, abriu um braço de prestação de serviços digitais de saúde, cuja meta é ter receita de R$ 1,2 bilhão em 2028.
Ainda segundo o executivo, há também interesse da Bertelsmann no mercado de formação de enfermeiros. “Outra área em que podemos ter um olhar mais atento num futuro próximo é a formação de enfermeiros”, disse.
No mês passado, o grupo alemão elevou sua participação de 45,6% para 57% das ações com direito a voto. Na época, a Bertelsmann desembolsou US$ 161 milhões. Os alemães fizeram o primeiro aporte na Afya há sete anos num fundo da gestora Bozano (atual Crescera) que idealizou a criação de um grupo com foco em faculdades de medicina.

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O novo local de trabalho: o que jovens em início de carreira precisam saber

O novo local de trabalho: o que jovens em início de carreira precisam saber | Inovação Educacional | Scoop.it
Pós dois anos de aulas on-line e estágios remotos, recém-formados se preparam para ingressar no modelo híbrido de trabalho e orçamentos apertados de treinamento
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Mackenzie investe R$ 160 milhões em expansão 

Atualmente, o Mackenzie tem 22 mil alunos matriculados em cursos presenciais e 10 mil na graduação digital. “Nossa meta é ampliar para 30 mil alunos em cursos digitais, entre três e quatro anos. Nos nossos cursos on-line, os professores são os mesmos do presencial, é bem diferente do modelo que tem hoje no mercado”, disse o reitor, informando ainda que a taxa de evasão no ensino a distância (EAD) do Mackenzie é de 21%, e no mercado a média é de 36%.
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Práticas inovadoras serão debatidas em evento

Personalidades de diversas áreas participam no início de julho da primeira edição do Festival LED - Luz na Educação, no Rio de Janeiro. O LED é um movimento que tem como objetivo estimular práticas inovadoras na educação brasileira e reconhecer quem está revolucionando o cenário do setor. As inscrições estão abertas e são gratuitas e podem ser feitas neste endereço: www.redeglobo.globo.com/movimento-led-luz-na-educacao.
O festival acontece nos dias 8 e 9 de julho. Serão dois dias de workshops, palestras, exposições, oficinas e experimentações que vão oferecer uma verdadeira imersão no mundo da educação, ocupando o Museu do Amanhã e o Museu de Arte do Rio (MAR).

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Quase 20 milhões de brasileiros sobrevivem só com bicos, aponta estudo

Quase 20 milhões de brasileiros sobrevivem só com bicos, aponta estudo | Inovação Educacional | Scoop.it
Número corresponde a 60,5% de um universo de 32,5 milhões de trabalhadores inseridos em postos informais ou em vagas que, mesmo com carteira assinada ou CNPJ, têm traços da informalidade
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Alunos irão migrar para ensino a distância e presencial se tornará ‘premium’, diz BofA

Alunos irão migrar para ensino a distância e presencial se tornará ‘premium’, diz BofA | Inovação Educacional | Scoop.it
 

Em novo relatório sobre o cenário da educação, os analistas Fred Mendes, Gustavo Tiseo, Lucca Brendim e Mirela Oliveira esperam que os alunos ingressos no EAD permaneçam estáveis no curto prazo, já que algumas instituições devem continuar focando em uma estratégia baseada em volume.
Para eles, o ambiente inflacionário elevado deve pressionar a renda disponível e, consequentemente, a capacidade das empresas de aumentar preços.
“Esperamos que o EAD continue ganhando espaço, especialmente em escolas com percepção de qualidade limitada. Vemos a Ânima e o Cruzeiro do Sul apostando em maior qualidade, levando alunos com maior renda disponível, que devem manter a preferência pelo [ensino] presencial”, diz a equipe do BofA.
Além da migração, os analistas acreditam ainda na sustentabilidade do ensino de medicina no médio e longo prazo.
“Acreditamos que a forte influência de entidades médicas deve continuar exercendo papel na criação de cursos restritos no longo prazo”, comentam, reiterando visão positiva sobre as instituições de ensino que ofertam cursos de medicina.
Porém, a regulação é um ponto de atenção para o segmento. Desde a medida provisória que limitou a criação de cursos de medicina em 2013, mais de 180 solicitações foram encaminhadas, mas apenas três escolas foram autorizadas a oferecer um novo curso, destaca o banco americano.
“Entidades nacionais como a Associação Nacional das Universidades Privadas [Anup] ainda têm uma forte influência nessas decisões. Assim, não esperamos que a dinâmica mude tão cedo.
Sobre preços, a equipe do BofA diz que vê alguns participantes do mercado de educação, como o Yduqs, adotando um discurso mais agressivo em relação aos preços.
Os analistas acreditam que o mercado terá alguns players, de quatro a cinco, com participação dominante e outros com a participação limitada.
“Uma vez que isso aconteça, os preços se tornarão mais sustentáveis. Ainda vemos os grandes participantes, como a Yduqs, com uma tentativa de ganhar escala e compartilhar com os players menores, mesmo que isso signifique uma abordagem mais agressiva e, eventualmente, impactando suas margem no médio prazo”, ressaltam.
O BofA tem recomendação neutra para Ânima, Cruzeiro do Sul Educacional e Yduqs, com preços-alvo de R$ 6, R$ 4 e R$ 17, respectivamente.
Para Cogna e Ser Educacional, a recomendação é de venda e preços-alvo de R$ 2 e R$ 8, na mesma ordem.

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Ouvir conversa dos outros cria estratégia e corrige erros

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Companhias e agências investem na escuta de redes sociais - o ‘social listening”
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Pandemia estimulou criação de empresas sem empregados

Pandemia estimulou criação de empresas sem empregados | Inovação Educacional | Scoop.it
Movimento foi puxado por demitidos que abriram seu negócio
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Como desenvolver a arte de pensar bem

Como desenvolver a arte de pensar bem | Inovação Educacional | Scoop.it

O que significa “aprender a pensar”? Seria uma questão de aprender certas habilidades intelectuais, como a leitura fluente, a lógica ou a expressar-se claramente? Exigiria familiaridade com alguns textos transcendentais ou fatos históricos? Talvez consista em corrigir certos preconceitos que obscurecem nosso discernimento?
Recentemente li um ensaio instigante do psicólogo Barry Schwartz, mais conhecido pelo livro “O paradoxo da escolha”. Escrevendo há alguns anos no jornal “The Chronicle of Higher Education”, Schwartz argumentou que um dos objetivos do ensino universitário, em especial o ensino de artes liberais, é ensinar os alunos a pensar. O problema é que, disse Schwartz, “ninguém sabe realmente o que isso significa”.
Schwartz propõe suas próprias ideias. Ele mostra mais interesse em virtudes intelectuais do que em habilidades cognitivas. “Todos os traços que discutirei têm uma dimensão moral fundamental”, diz, antes de argumentar a respeito de nove virtudes: amor à verdade; honestidade quanto às próprias deficiências; imparcialidade; humildade e vontade de procurar ajuda; perseverança; coragem; ouvir com atenção; empatia e olhar por meio de outros pontos de vista; e, por fim, sabedoria - a palavra que Schwartz usa para descrever quando não se peca pelo excesso em nenhuma dessas outras virtudes.
Basta passar os olhos na lista para entender o que Schwartz quer dizer. Imagine uma pessoa que é altamente versada e brilhantemente racional, mas que deixa a desejar nessas outras virtudes, por ser indiferente à verdade, negar os próprios erros, preconceituosa, arrogante, facilmente desencorajada, covarde, desdenhosa, narcisista e propensa a todo tipo de excesso. Poderia essa pessoa realmente ser descrita como alguém que sabe pensar? Sem dúvida, não seria o tipo de pessoa que você gostaria de colocar no comando de seja o que for.
“Minha lista foi feita para dar início à conversa, não para terminá-la”, contou-me Schwartz. Então, enviei a lista dele a algumas pessoas que admiro, tanto no mundo acadêmico quanto em suas adjacências, para ver o que achavam dela. A reação foi bem parecida à minha: quase todos gostaram da ideia de virtudes intelectuais e quase todos tinham suas próprias ideias sobre o que estava faltando.
O estatístico de Cambridge David Spiegelhalter levantou a ideia de variedade intelectual, já que trabalhar em projetos variados costuma ser uma fonte de revelações. Hetan Shah, presidente da Academia Britânica, sugeriu que tal variedade e, em particular, a capacidade de ver a conexão entre as diferentes partes de um sistema, é a virtude intelectual mais importante. Também advogou o senso de humor: se não pudermos brincar com ideias, mesmo com ideias perigosas, estamos deixando passar alguma coisa.
Frances Cairncross presidiu várias instituições acadêmicas notáveis. Ela sugeriu que, se alguém aceitasse a premissa de que as virtudes intelectuais também eram virtudes morais, uma maior seria a “humanidade [...] uma simpatia pela condição humana e um reconhecimento da fraqueza humana”.
Ela também sugeriu a virtude de “fazer o que precisa ser feito”, destacando a linha do “Livro de oração comum” [da Igreja Anglicana] “deixamos sem fazer aquelas coisas que deveríamos ter feito”. É bem verdade. Qual seria o valor de ter todas essas virtudes intelectuais se não as exercitássemos e, em vez disso, passássemos nossos dias comendo pipoca e assistindo TV?
Tom Chatfield, autor de “How to Think” (Como pensar, em inglês), mencionou a persuasão. Qual é o sentido de pensar com clareza se você não pode ajudar ninguém a fazer o mesmo? Isso é coerente, embora a persuasão talvez seja a virtude intelectual que mais nos tenta a cair nos vícios da arrogância, do partidarismo e do tratamento imparcial dos fatos.
Quase todos levantaram uma omissão que ficou bem presente em minha mente: a curiosidade. A curiosidade não estava na lista de Schwartz, a não ser, talvez, por implicação. A curiosidade, porém, é uma das virtudes intelectuais centrais.
A curiosidade implica certa humildade, pois é um reconhecimento de que há algo ainda não compreendido. A curiosidade implica uma mente aberta e uma busca pelo autocrescimento. Protege contra o partidarismo. Se formos curiosos, muitos outros problemas intelectuais resolvem-se sozinhos. Como disse Orson Welles sobre o público que frequenta o cinema: “Uma vez que estão interessados, eles entendem qualquer coisa no mundo”.
Um de meus correspondentes, contudo, teve uma resposta bem diferente à ênfase de Schwartz nas virtudes intelectuais explicitamente morais - e, de forma reveladora, foi a correspondente que está envolvida mais ativamente no ensino. Marion Turner, professora de literatura inglesa na Universidade de Oxford, colocou de forma franca: “Não estou treinada para ensinar os alunos a serem boas pessoas, e esse não é o meu trabalho”.
É uma afirmação válida. É muito agradável fazer uma lista de virtudes intelectuais, mas por que devemos acreditar que os acadêmicos podem ensinar aos alunos coragem, humildade ou qualquer outra virtude? No entanto, se não os acadêmicos, então quem? Pais? Professores do primário? Colunistas de jornais? Talvez devêssemos apenas esperar que as pessoas adquiram essas virtudes por si sós? Realmente, não sei ao certo.
Barry Schwartz farejou algo importante, isso está claro. Fatos, lógica, ferramentas quantitativas e clareza analítica são, todos, muito bons, porém, a arte de pensar bem requer que a pessoa tenha habilidades, mas também virtudes. E, se não sabemos quem deve ensinar essas virtudes, ou como se deve ensiná-las, isso explica muito sobre o mundo em que vivemos hoje.

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Programas fazem ponte com mercado de TI

Programas fazem ponte com mercado de TI | Inovação Educacional | Scoop.it

Grandes consultorias multinacionais de gestão e gigantes do setor de tecnologia estão turbinando programas de capacitação para jovens que almejam ingressar no efervescente mercado de trabalho ligado à tecnologia da informação (TI). Levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom) mostra que a demanda por profissionais na área de TI no Brasil chegará a 420 mil pessoas até 2024, frente a uma oferta de 46 mil formadas anualmente dentro do perfil procurado.
Um programa global de inclusão de jovens no mercado de TI é promovido pela Generation, organização sem fins lucrativos criada pela consultoria americana McKinsey & Company. Presente em 16 países e 187 cidades, com mais de 50 mil pessoas beneficiadas por seus cursos de capacitação, a organização chegou ao Brasil em 2019 e já formou cerca de 1.500 desenvolvedores web júnior, entre os quase 25 mil candidatos inscritos. Este ano a ONG começou o trabalho no Chile.
“A Generation se propõe a ajudar pessoas em situação de desemprego ou subemprego, de 18 a 30 anos, que de outra forma não poderiam trilhar uma carreira diferenciada, ficando sempre naquele ciclo do desemprego - subemprego - emprego precário - essa era a grande dor que a gente queria endereçar”, afirma Adriana Carvalho, CEO da Generation Brasil. Carvalho assumiu a ONG há um ano, depois de 20 trabalhando como gestora de grandes companhias e seis anos atuando na ONU Mulheres, em pautas ligadas a gênero e empoderamento feminino.
Em 2021, a Generation formou 900 pessoas, três vezes mais que em 2020, e este ano planeja chegar a 1150. O orçamento da instituição para 2022 é de R$ 8,5 milhões, 15% acima do de 2021. Grandes empresas como Microsoft, Itaú, Magazine Luiza, MercadoLivre, Sumup, MC1, Vittude e Loggi apoiam a organização, além de várias fundações.
O curso que ensina a projetar, construir e aperfeiçoar aplicativos, sites e outros sistemas de software, é oferecido gratuitamente e dura 12 semanas. Segundo Carvalho, 149 empresas já contrataram alunos formados pela Generation.
O Projeto Start Accenture está com inscrições abertas até sexta-feira em uma nova turma, para 50 jovens entre 17 e 25 anos, formados ou no último ano do ensino médio feito em escola pública, e que queiram desenvolver, além das qualificações de tecnologia, as chamadas soft skills - habilidades interpessoais e de cidadania.
O programa da Accenture, desenvolvido em parceria com Instituto Ser+, tem 270 horas de aulas e é voltado preferencialmente a jovens socialmente vulneráveis que moram na região de Barueri, Alphaville e Santana do Parnaíba, em São Paulo. Segundo Wandreza Bayona, diretora executiva do Ser+, as aulas são híbridas e a parte presencial, duas vezes por semana, é dada na Fundação Instituto de Educação de Barueri (Fieb), com transporte subsidiado para os alunos.
“Todos os candidatos passam por uma entrevista para podermos identificar suas reais vulnerabilidades, que nem sempre são apenas sociais”, afirma.
O projeto já formou mais de 800 jovens no Brasil e foi responsável por inserir mais de 400 no mercado de trabalho, em vagas na própria Accenture ou em empresas parceiras. Além do Brasil, o programa beneficiou um total 10 mil jovens na América Latina, em países como Argentina, Chile, México e Colômbia.
A previsão, segundo Bayona, é abrir novas turmas no segundo semestre em Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Pernambuco, dessa vez com apoio da Gerdau. “Temos 300 vagas já certas para o segundo semestre.” Trabalhos como esse servem para reduzir, segundo ela, a lacuna hoje existente entre um mercado que quer contratar e jovens sem a qualificação adequada.
O desalento, nesse caso, é outro desafio para o jovem brasileiro em idade produtiva. Entre os 4,8 milhões de desalentados no Brasil - pessoas que desistiram de procurar emprego por falta de perspectiva - o índice na faixa etária entre 14 e 24 anos é de 4,95% da população em idade ativa, bem maior que a média (2,78%) nacional, as faixas entre 25 e 44 anos (2,51%) e entre 45 e 64 anos (2,43%). O levantamento é da consultoria IDados, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O Learning for Employment, da SAP, tem orçamento de R$ 7 milhões, oferece cursos gratuitos e quer capacitar até 4 mil profissionais em tecnologias estratégicas da SAP até o fim de 2023, impulsionando a contratação de jovens certificados por empresas do ecossistema da SAP. O público-alvo é formado por estudantes de graduação na área de tecnologia, do ensino médio ou superior profissional.
Uma das mais recentes parcerias foi feita em março, com a Faculdade Senac RJ, e prevê a oferta de academias de capacitação em soluções estratégicas, com possibilidade de realização de provas e obtenção de certificações oficiais da SAP, com validade global. “O objetivo da cooperação com a SAP é garantir que a qualificação que oferecemos esteja ainda mais em linha com as exigências do setor e do mercado de trabalho”, afirma Manuel Lemos Alexandre, coordenador de graduação tecnológica em logística do Senac RJ.
Segundo Carolina Bastos, vice-presidente sênior de parcerias da SAP na América Latina, o processo de transformação digital nas empresas requer profissionais qualificados nas mais diversas tecnologias. “Alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis da ONU, a SAP busca ampliar o acesso ao conhecimento de suas soluções, promovendo a inclusão na economia digital, por meio de parcerias com instituições privadas, governamentais e não governamentais e, assim, realmente impactar a vidas destes jovens e suas carreiras profissionais”, afirma.

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Curiosidade ao invés de programação. Conheça 6 habilidades para a era digital (para os líderes)

Curiosidade ao invés de programação. Conheça 6 habilidades para a era digital (para os líderes) | Inovação Educacional | Scoop.it
Os entrevistados também classificaram a criatividade, a curiosidade e o conforto com ambiguidade como características altamente desejáveis. “São as soft skills que eu argumento que não são mais soft”, disse o presidente de um grande varejista africano em uma das 21 mesas redondas globais realizadas com líderes de empresas digitais.
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Queda da renda e aumento da pobreza

Queda da renda e aumento da pobreza | Inovação Educacional | Scoop.it
Existe uma forte rede de proteção informal entre os trabalhadores menos qualificados, uma espécie de seguro informal
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Dell oferece 500 vagas para cursos gratuitos on-line em tecnologia da informação

Dell oferece 500 vagas para cursos gratuitos on-line em tecnologia da informação | Inovação Educacional | Scoop.it
A Dell, em parceria com a Universidade do Ceará (UECE), está com 500 vagas abertas para cursos on-line gratuitos na área de tecnologia da informação. Ao todo, são 23 cursos compatíveis com nível de ensino superior.
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Brasil recua em ranking global de competitividade

Queda do Brasil no ranking deveu-se a problemas com infraestrutura, falta de mão de obra qualificada e insegurança jurídica
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3 características dos "profissionais do futuro"

3 características dos "profissionais do futuro" | Inovação Educacional | Scoop.it

Mas isso não deve durar: "nos EUA, trabalhadores com baixos salários estão encontrando suas vozes e descobrindo propósitos, e empregadores que os ignoram o fazem por sua conta e risco", comentou Paul Osterman, professor de recursos humanos e gerenciamento do MIT. Kochan sugere que empregadores e empregados devam firmar um novo contrato social que ofereça altas taxas de retorno para os investidores, ao mesmo tempo em que apoie carreiras de qualidade. Itens desse contrato incluem:
Seleção criteriosa de funcionários com fortes habilidades técnicas e comportamentais;
Investimento contínuo em treinamento e desenvolvimento de equipes;
Respeito por direitos trabalhistas;
Oportunidades para que os funcionários se adaptem a novas tecnologias e requerimentos de trabalho;
Sistemas de compensação justos e transparentes que assegurem o aumento da remuneração do trabalhador de acordo com o desempenho empresarial e econômico global;
Uma voz para os funcionários nas decisões críticas do negócio que moldarão seu futuro.
Empregadores devem, portanto, fazer mais do que oferecer treinamento ou salários mais altos para trabalhos de baixa remuneração. Segundo Osterman, é importante, também, que as empresas aumentem a qualidade dos trabalhos que oferecem. E se isso não acontecer? "Poucos investimentos em pessoas levam a problemas operacionais e de experiência do cliente, que provocam baixas nas vendas, que por sua vez, causam encolhimentos nos orçamentos'', pontua Zeynep Ton, professora de gestão de operações na MIT Sloan.

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Queda no total de jovens é oportunidade na educação do país, defende estudo

A oportunidade trazida pela transição demográfica no país, com redução do contingente de crianças e jovens, é um dos eixos centrais de um estudo enviado às equipes dos candidatos à Presidência da República e aos governos estaduais de todo o país com propostas para a educação. O trabalho argumenta que a mudança na composição etária da população abre espaço para que, com os mesmos recursos, seja possível fazer mais pela qualidade do ensino básico no país (inclui da pré-escola ao ensino médio).
A ideia é investir mais em gestão e eficiência para garantir um salto no ensino, especialmente com nova política de atração e treinamento de professores, sem necessidade de mais dinheiro. Entre especialistas, no entanto, não há consenso. Há quem defenda que ainda assim é preciso ampliar orçamento para permitir melhores alcance e qualidade da educação.
Com mais de 70 páginas, o documento “Eleições 2022: a educação na encruzilhada” foi encomendado pelo Instituto Alfa e Beto à consultoria IDados, do mesmo grupo, e defende que a nova estrutura etária reduz a pressão por demanda de vagas. O estudo cita dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) de redução do número de matrículas.
Em 2005, as redes estaduais de todo o país tinham 12,15 milhões de matrículas nos anos iniciais e finais da educação básica, número que caiu para 6,83 milhões em 2020. Já nas redes municipais o total recuou de 18,07 milhões para 15,21 milhões, considerando a mesma base de comparação. O recuo se explica, em parte, pela redução da taxa de crescimento da população, segundo o estudo.
“Estamos numa encruzilhada. Ou continuamos na mesma toada dos últimos 20 anos, com mais crescimento, mais dinheiro, mais recursos, mais escolas, mais legislação, mais tudo, e que não tem dado tantos resultados, ou busca outros caminhos. [...] Até morrer pode-se falar que [educação] não funciona porque não tem mais recursos. É maneira muito fácil”, diz o presidente do Alfa e Beto e ex-secretário-executivo do Ministério da Educação, João Batista Oliveira.
Na sua avaliação, é fundamental levar em consideração o impacto da demografia para viabilizar ensino de mais qualidade com os mesmos investimentos. “Já se reduziu o número de matrículas e vai reduzir ainda mais por alguns anos, depois estabiliza por algum tempo. O número de alunos reduziu muito, então o valor per capita por aluno aumentou. Se aproveitar esta janela de oportunidade, pode fazer uma reposição importante das redes de ensino e do quadro de professores”, afirma.
Diretora do Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais (Ceipe/FGV), Claudia Costin concorda sobre a oportunidade trazida pela transição demográfica, pela possibilidade de vagas ociosas em algumas áreas, o que facilitaria o turno integral.
“Com menor demanda por vagas, é possível avanço mais estratégico, como transformar em tempo integral a escola que era em tempo parcial. Com isso, lançar concurso público de professor de 40 horas [por semana], e não 20 horas, o que torna o salário mais atraente. Isso favorece o aprendizado e melhora a situação do professor. Não resolve todos os problemas, mas avança bastante”, defende ela.
A despeito de acreditar em melhora de eficiência dos gastos, Costin reconhece que também é preciso ampliar os investimentos. Ela cita, por exemplo, que o Brasil gasta em educação básica, por aluno, o correspondente à metade do orçamento da média da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE). “O dinheiro é insuficiente e a gente gasta mal”, completa.
Professor da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto, José Marcelino de Rezende Pinto é enfático na defesa por mais recursos, tanto para acesso de todos à escola quanto para qualidade. Para isso, cita o chamado valor aluno ano total (VAAT) para 2022. “Quase metade dos municípios brasileiros gasta até R$ 500 por mês por aluno, já incluindo o complemento da União. É insuficiente para ensino de qualidade”, nota.
Embora veja como “inegável” o impacto da transição demográfica, Pinto afirma que a situação é diferente por faixa etária e que ainda existem milhões fora da escola, especialmente em áreas rurais e periferias. Além disso, destaca a pequena carga horária dos alunos brasileiros e o número menor de anos de estudo ante outros países.

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