Inovação Educacional
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Curadoria por Luciano Sathler. CLIQUE NOS TÍTULOS. Informação que abre caminhos para a inovação educacional.
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July 18, 6:12 PM
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Startup cria óculos de realidade virtual sustentável para melhorar a educação

Startup cria óculos de realidade virtual sustentável para melhorar a educação | Inovação Educacional | Scoop.it
A Inteceleri Tecnologia para a Educação, de Belém (PA), surgiu em 2014 para ajudar os estudantes a aprender matemática de uma maneira mais atraente. Por meio do projeto Edu Tech Amazon, que engloba três principais soluções, vem conseguindo que alunos não apenas se interessem e tirem melhores notas nessa disciplina, mas também aprendam a gostar dela.
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July 18, 6:09 PM
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Por que jovens trabalhadores não estão subindo na hierarquia corporativa?

Por que jovens trabalhadores não estão subindo na hierarquia corporativa? | Inovação Educacional | Scoop.it

Segundo Michelle Westfort, a narrativa de que os jovens trabalhadores não estão interessados em crescimento profissional é um mito. Uma pesquisa da InStride revelou que mais de 80% dos adultos procuram benefícios educacionais ao buscar um novo emprego. No entanto, a incerteza sobre como a inteligência artificial afetará os empregos, a economia e o mercado de trabalho, juntamente com a falta de direções claras de empregadores, está impedindo a ascensão dos jovens.
Falta de transparência e oportunidades
Westfort afirma que muitas empresas não são transparentes sobre como os funcionários podem progredir na carreira ou mudar de direção profissional. Isso resulta em baixa motivação e engajamento. Um exemplo disso é a WeWork, que antes de seu IPO fracassado, sofreu com uma cultura interna caótica, sem estratégias claras para o avanço na carreira e desenvolvimento profissional. A ausência de caminhos de carreira definidos, combinada com controvérsias na liderança, prejudicou a moral e a retenção dos funcionários.
Caminhos de educação corporativa bem-sucedidos
Para abordar esse problema, Westfort sugere que as empresas implementem caminhos educacionais de carreira que estejam alinhados com marcos profissionais atingíveis. Um exemplo de sucesso é a Intermountain Health, que oferece programas educacionais em áreas como gestão de projetos, trabalho social e cibersegurança. Dois anos após a implementação, os funcionários participantes tinham 2,5 vezes mais chances de serem promovidos e a Intermountain reteve 94% desses participantes.
Estratégias para construir caminhos educacionais eficazes
Westfort recomenda três principais estratégias para empresas:
1. Alinhamento com marcos de carreira: Os programas educacionais devem estar alinhados com marcos de carreira atingíveis. Se uma empresa destaca o futuro promissor de uma carreira em cibersegurança, ela deve fornecer um entendimento claro de como os funcionários podem alcançar essa meta a partir de suas posições atuais.
2. Caminho educacional claro: As empresas devem delinear a educação relevante necessária para o crescimento em uma função, juntamente com as habilidades e experiências esperadas, criando um caminho claro para o avanço.
3. Educação como estratégia de crescimento: As empresas devem promover a educação como parte central de suas estratégias de crescimento, fornecendo suporte financeiro para cursos e acesso a consultores educacionais pessoais.
Jovens trabalhadores da geração Z e millennials não estão evitando a escada corporativa; eles precisam de caminhos claros e de suporte para progredir. Empresas que adotam abordagens transparentes e oferecem oportunidades educacionais alinhadas com marcos de carreira podem reengajar e reter seus funcionários, revertendo as tendências de insatisfação e alta rotatividade.

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July 18, 11:03 AM
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Entenda o golpe do Pix errado e saiba como não ser enganado

O prejuízo acontece porque, em paralelo ao trabalho de convencer a vítima, o golpista se utiliza de um mecanismo criado justamente para coibir golpes, o Mecanismo Especial de Devolução (Med).
O mecanismo exclusivo do Pix foi criado para facilitar as devoluções em caso de fraudes, aumentando as possibilidades de a vítima reaver os recursos. Os criminosos acionam o procedimento, alegando que foram enganados pela pessoa que, na verdade, é a vítima.
A transação alegada é analisada. No entanto, quando os bancos envolvidos nas transferências percebem que a vítima verdadeira recebeu o valor e logo em seguida transferiu para uma terceira conta, entendem essa triangulação como típica de um golpe.
Daí, ocorre a retirada forçada do dinheiro do saldo da pessoa enganada. Desta forma, o golpista que já tinha recebido o dinheiro de volta voluntariamente consegue mais uma devolução, em prejuízo da vítima.
Uma vez constatado que caiu no golpe, a pessoa pode também acionar o mecanismo de devolução. No entanto, a conta que recebeu o dinheiro transferido por “boa fé” pode já estar zerada, sem saldo para restituir o prejuízo.

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July 18, 10:01 AM
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Como fazer um currículo para primeiro emprego

Como fazer um currículo para primeiro emprego | Inovação Educacional | Scoop.it

Sem experiências formais, apresentação pode ser enriquecida com atividades que demostram habilidades pessoais e comportamentais
Na busca pelo primeiro emprego, o candidato que não tem o que preencher na seção de experiências profissionais em seu currículo pode, segundo especialistas em carreira ouvidos pelo Valor, se destacar aos olhos do recrutador incrementando outras áreas do documento, com habilidades e formação, por exemplo.
Apesar de parecer desafiador preencher um currículo na busca do primeiro emprego, é importante não ter receio de "ter poucas informações, já que o recrutador sabe que você está começando carreira", explica Jêniffer Moreira, consultora na JM Carreira e Negócios. O currículo, neste caso, pode ser enriquecido com habilidades, educação e experiências relevantes que o candidato tenha adquirido durante sua vida.
O currículo é dividido em algumas seções, como informações de contato, sobre, objetivos, experiências, habilidades e informações adicionais. Veja abaixo como estruturar seu currículo na busca do primeiro emprego:
Informações gerais
Conforme os especialistas consultados, os candidatos devem optar por iniciar pela seção de informações de contato, que deve incluir:
Nome, sobrenome e LinkedIn, se este estiver estruturado;
Dados pessoais: endereço, e-mail (fácil e profissional) e telefone com DDD (somente o principal contato);
Formação: Ensino médio, técnico e nível superior, incluindo o nome da universidade, o curso e ano de conclusão.
Aqui, explicam as especialistas, deve ser evitado o uso de foto, endereço completo, telefone de recado e link de outras redes sociais que não sejam profissionais.
Objetivos profissionais
Nesta etapa, o candidato vai resumir as aspirações e o que espera alcançar com o emprego, adicionando a descrição do motivo de querer trabalhar naquele cargo ou área.
O objetivo deve ser curto com, no máximo, 4 linhas, sempre priorizando o nome da vaga que está sendo divulgada, descreve Tamires Teixeira, também consultora de carreira.
Experiências
Dentre as experiências a serem inseridas no currículo, vale ações desenvolvidas de extensão na universidade, voluntariado, mentorias e até projetos de empreendedorismo. O importante é ser objetivo com aquilo que é pré-requisito da vaga a ser disputada, mostrando como vai utilizar o conhecimento, resultados obtidos e em que a experiência agregou ao candidato, explicam as especialistas.
Ou seja, é importante adequar seu currículo para cada vaga a ser disputada.
Aqui, é importante destacar experiências que demonstrem habilidades e comprometimento, como:
Projetos curriculares;
Trabalhos voluntários;
Palestras que acompanhou;
Cursos adicionais;
Conhecimento de outros idiomas e intercâmbio;
Estágios;
Conhecimento de sistemas e softwares.
Além disso, em um currículo sem experiências formais — como é no caso para o primeiro emprego — os candidatos devem apostar em inserir conhecimentos técnicos (hard skills) e habilidades comportamentais (soft skills), como, por exemplo, as características que as pessoas mais te elogiam seja na escola ou na faculdade, e que podem agregar à oportunidade.
"Se dizem que você fala muito bem, tem a habilidade de comunicação. Se consegue trabalhar bem em grupo, tem escuta ativa, resolve problemas. Tudo isso conta", diz Moreira.
Palavras-chaves
Dentro da seção de experiências e também na seção de resumo profissional entram as palavras-chaves com o intuito de otimizar o currículo para o recrutador. Elas são utilizadas para conectar as habilidades e experiências às necessidades dos recrutadores e empregadores, explica Teixeira.
De acordo com a consultora, a escolha das palavras deve variar de cinco a dez no resumo profissional e devem ser representativas das suas habilidades e experiências mais relevantes para a vaga ou área de interesse. As palavras também devem acompanhar a descrição das experiências, se houver.
São as palavras-chave vão ajudar o seu currículo a ser selecionado pelos softwares utilizados pelos recrutadores. Por isso, para identificar palavras que seja potenciais para o currículo, o candidato pode pesquisar nas descrições das vagas quais são as palavras-chave utilizadas e também em sites como Mapas de Carreira, da plataforma de empregos Vagas.com.
Além disso, ao concluir o currículo, as especialistas ressaltam que é preciso ter atenção a alguns pontos, como ortografia, configuração (exportando o documento em PDF) e revisão do documento, se possível, feito por alguém de confiança, para evitar envio com erros.
E o LinkedIn?
No caso dos candidatos que buscam o primeiro emprego por meio do LinkedIn, as dicas são similares as de preencher o perfil acrescentando as experiências. Moreira acrescenta, porém, que além das informações do currículo que serão base para o perfil, é preciso adicionar uma imagem de capa que represente sua área de interesse, além de produzir conteúdos relacionados a evolução profissional do candidato.
Além disso, é possível fortalecer o perfil na rede profissional, mesmo em início de carreira, ao:
Adicionar fotos de atividades;
Criar projetos com descrição;
Adicionar os estágios da faculdade e trabalhos voluntários;
Criar publicações que mostrem sua evolução profissional.
“O currículo, neste caso, é a sua porta de entrada e o LinkedIn pode ser usado como portfólio. Enquanto no seu currículo você adequa o mesmo para a oportunidade que está se candidatando, na rede você pode contar a sua trajetória profissional”, diz Teixeira.

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July 18, 9:44 AM
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O círculo vicioso da política moderna

O círculo vicioso da política moderna | Inovação Educacional | Scoop.it
O ódio aos políticos afasta as pessoas boas da atividade, o que piora o governo, o que faz com que os eleitores odeiem ainda mais os políticos
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July 18, 9:35 AM
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A próxima vítima

A próxima vítima | Inovação Educacional | Scoop.it

“Meu bisavô era dono das tropas de burros que puxavam os carros públicos no Rio de Janeiro, do bonde ao lixeiro. Se não tivessem inventado o automóvel, eu seria herdeiro de um baita negócio.”
O comentário, no grupo de WhatsApp da escola, surgiu no meio da conversa que havia começado com o fechamento das livrarias, que não aguentam a concorrência da Amazon.
Ofereceram para o bisavô do meu amigo terrenos em Copacabana. Em vez de comprar “aquele monte de areia”, onde não havia nada, ele preferiu – por óbvio – dobrar a tropa de burros. Agora é fácil julgar. Essa história me diz que estamos (nós, que fizemos curso de datilografia e consideramos importante fazer contas básicas de cabeça) um pouco assim diante da Inteligência Artificial, sem saber se é melhor investir em terrenos de areia ou burros.
Se voltarmos no tempo, teremos o consolo de ver que nenhuma tecnologia chegou pacificamente. Estão aí o temor e o cuidado da Igreja com a prensa de Gutenberg e os piquetes contra a Revolução Industrial que não me deixam mentir. A história também registra todo tipo de boato e resistência à introdução da televisão, do telefone, do controle remoto, do computador, da internet. É máquina? Iremos resistir.
Toda novidade vinha com um manual não escrito de controvérsias. Talvez a TV colorida possa ficar de fora da lista. Que mal as cores fariam para a vida em preto e branco? Ficou muito mais divertido assistir ao Sítio do Picapau Amarelo na Philips com teclas sensíveis ao toque que, um dia, papai comprou. Isso depois de ele ter me dito que, após limpar a TV por dentro, ela ficaria colorida. As tirinhas do Calvin e Haroldo vieram depois disso.
“Essa conversa me lembra como a Blockbuster acabou com as videolocadoras e depois a Netflix acabou com a Blockbuster”, comentou um colega no grupo do WhatsApp agitado pela história do bisavô que investiu nos animais de carga.
Lições divertidas do cinema para o trabalho
O progresso segue e, como num livro de Agatha Christie, nos perguntamos quem será a próxima vítima. Uma jovem estudante de jornalismo aborda, com humor, que a Inteligência Artificial ameaça roubar dela o emprego que ainda não tem, dando voz ao temor que não elaboro por falta de fé na extinção de certas coisas.
Quanto mais a tecnologia avança, mais espaço vejo para o que é essencialmente humano, como escrever com emoção e verdade. A IA pode fazer legenda e resumos, traduzir, dublar, criar vídeos e inventar personagens, pesquisar, pode até reescrever, mas não pode sentir por mim, nem implantar na minha mente memórias de algo que não vivi. E somos feitos de memórias e sonhos, de imagens e palavras.
“Escrever é uma das atividades mais alegres e lúdicas para a mente e o corpo humano. É tão físico quanto psicológico, e as verdadeiras recompensas de escrever estão no processo de escrita, não na publicação”, escreveu David Morley, professor da Universidade de Warwick, na Inglaterra.
Transferida para uma inteligência artificial, essa atividade deixa de ser lúdica e alegre. Deixa também de ser um caminho de aprendizado. Se a produção de textos livres de falhas, supostamente adequados para o propósito que for, forem o único objetivo, onde irão parar os erros? Aqueles que nos ensinam por que e como certas coisas funcionam? Precisamos da tentativa, logo, do erro. A pesquisa científica não prescinde de erros porque ninguém aprende só acertando. Como pessoas não treinadas na arte de escrever com clareza, de forma persuasiva ou humanizada irão julgar o conteúdo produzido por IA? “Escrever de forma desajeitada é um passo necessário para se escrever bem”, diz Morley, eximindo toda a humanidade de suas mancadas por escrito.
Seria escrever um tipo de mágica?
Por outro lado, lembro do meu pai subindo as escadas do escritório – um puxadinho construído na casa que ele expandia como dava – carregando as peças, uma a uma, para montar seu PC, uma grande novidade em meados dos anos 80. Ou seria um XT? Era um computador IBM, de um bege que parecia sujo, com um monitor quadrado e pesado, tela negra e prompt verde, ligado por grossos fios azuis a uma impressora matricial que eu podia ouvir da cozinha, enquanto imprimia.
Eu, estudante, ia até o escritório dele roubar papel da impressora para rascunho, com margens perfuradas que eu adorava destacar com cuidado para não estragar a borda das folhas. Observava, curiosa, meu pai sentado horas diante da tela, salvando sei lá o quê em disquetes. “Aqui dentro cabem pilhas de papel”, ele dizia, com seu sorriso largo, e eu nem aí se aquele trambolho podia me ajudar com os trabalhos da escola. Meu pai era então um homem de 50 e muitos anos tratando de entender o futuro antes de mim.
Minhas filhas ainda não usam a IA para nada. E aqui estou eu, com alguma curiosidade, querendo desvendar como a IA pode me ajudar sem roubar meu prazer de escrever.

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July 17, 6:07 PM
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HEMM: Holistic Evaluation of Multimodal Foundation Models

HEMM: Holistic Evaluation of Multimodal Foundation Models | Inovação Educacional | Scoop.it
Multimodal foundation models that can holistically process text alongside images, video, audio, and other sensory modalities are increasingly used in a variety of real-world applications. However, it is challenging to characterize and study progress in multimodal foundation models, given the range of possible modeling decisions, tasks, and domains. In this paper, we introduce Holistic Evaluation of Multimodal Models (HEMM) to systematically evaluate the capabilities of multimodal foundation models across a set of 3 dimensions: basic skills, information flow, and real-world use cases. Basic multimodal skills are internal abilities required to solve problems, such as learning interactions across modalities, fine-grained alignment, multi-step reasoning, and the ability to handle external knowledge. Information flow studies how multimodal content changes during a task through querying, translation, editing, and fusion. Use cases span domain-specific challenges introduced in real-world multimedia, affective computing, natural sciences, healthcare, and human-computer interaction applications. Through comprehensive experiments across the 30 tasks in HEMM, we (1) identify key dataset dimensions (e.g., basic skills, information flows, and use cases) that pose challenges to today’s models, and (2) distill performance trends regarding how different modeling dimensions (e.g., scale, pre-training data, multimodal alignment, pre-training, and instruction tuning objectives) influence performance. Our conclusions regarding challenging multimodal interactions, use cases, and tasks requiring reasoning and external knowledge, the benefits of data and model scale, and the impacts of instruction tuning yield actionable insights for future work in multimodal foundation models.
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July 17, 6:04 PM
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 Prefeitura do Rio alcança a marca de 200 Ginásios Educacionais Tecnológicos na cidade

 Prefeitura do Rio alcança a marca de 200 Ginásios Educacionais Tecnológicos na cidade | Inovação Educacional | Scoop.it

Os GETs são escolas baseadas no método STEAM (foco em ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática), que integra diferentes áreas do conhecimento, estimulando a criatividade, o pensamento crítico e a sensibilidade humana. Além disso, investe na qualificação da educação integral, com atividades das 7h30 às 14h30.
Esse modelo educacional, lançado em março de 2022, tem o objetivo de potencializar o desenvolvimento de novas competências e habilidades. Os GETs oferecem aos alunos a possibilidade de realizar projetos de forma interdisciplinar para além do livro didático. As escolas contam com laboratórios maker. Tudo para que o aluno consiga desenvolver projetos próprios e aprender colocando a mão na massa, ao mesmo tempo que impacta o entorno escolar.
O secretário Renan Ferreirinha estava orgulhoso da marca alcançada pela Secretaria de Educação. Ele lembrou o desafio que representou a implantação do modelo e o sucesso alcançado.
– O GET é o CIEP do século XXI, uma escola em tempo integral que integra diferentes áreas do conhecimento e consegue preparar nossos alunos para os desafios do mercado de trabalho deste século. Começamos com um GET, em 2022. Depois fomos para 75, em 2023, e chegamos a 200 em toda nossa cidade. Isso faz com que nossos alunos tenham melhor perspectiva de futuro – disse o secretário de Educação.

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July 17, 5:57 PM
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A IA pode torná-lo mais criativo, mas tem limites

A IA pode torná-lo mais criativo, mas tem limites | Inovação Educacional | Scoop.it
Embora possa estimular a criatividade dos indivíduos, parece homogeneizar e nivelar nossa produção coletiva.

PorRhiannon Williamspágina de arquivo
12 de julho de 2024

STEPHANIE ARNETT/ MIT TECHNOLOGY REVIEW | GETTY, DOMÍNIO PÚBLICO
Os modelos de IA generativa tornaram mais simples e rápido produzir tudo, desde passagens de texto e imagens até videoclipes e faixas de áudio. Textos e mídias que poderiam levar anos para os humanos criarem agora podem ser gerados em segundos .

Mas embora a produção da IA ​​possa certamente parecer criativa , esses modelos realmente estimulam a criatividade humana?  

Foi isso que dois pesquisadores se propuseram a explorar em uma nova pesquisa publicada hoje na Science Advances , estudando como as pessoas usaram o grande modelo de linguagem GPT-4 da OpenAI para escrever contos.

O modelo foi útil — mas apenas até certo ponto. Eles descobriram que, embora a IA tenha melhorado a produção de escritores menos criativos, ela fez pouca diferença na qualidade das histórias produzidas por escritores que já eram criativos. As histórias nas quais a IA desempenhou um papel também eram mais semelhantes entre si do que aquelas sonhadas inteiramente por humanos. 

A pesquisa se soma ao crescente corpo de trabalho que investiga como a IA generativa afeta a criatividade humana , sugerindo que, embora o acesso à IA possa oferecer um impulso criativo a um indivíduo, ele reduz a criatividade no conjunto. 

Para entender o efeito da IA ​​generativa na criatividade dos humanos, precisamos primeiro determinar como a criatividade é medida. Este estudo usou duas métricas: novidade e utilidade. Novidade se refere à originalidade de uma história, enquanto utilidade neste contexto reflete a possibilidade de que cada conto resultante possa ser desenvolvido em um livro ou outro trabalho publicável. 

Primeiro, os autores recrutaram 293 pessoas por meio da plataforma de pesquisa Prolific para completar uma tarefa projetada para medir sua criatividade inerente. Os participantes foram instruídos a fornecer 10 palavras que fossem tão diferentes umas das outras quanto possível.

História relacionada

A IA acaba de vencer um teste humano de criatividade. O que isso significa?
Grandes modelos de linguagem estão ficando melhores em imitar a criatividade humana. Mas isso não significa que eles estejam realmente sendo criativos.

Em seguida, os participantes foram convidados a escrever uma história de oito frases para jovens adultos sobre um dos três tópicos: uma aventura na selva, em mar aberto ou em um planeta diferente. Primeiro, porém, eles foram aleatoriamente classificados em três grupos. O primeiro grupo teve que confiar apenas em suas próprias ideias, enquanto o segundo grupo teve a opção de receber uma única ideia de história do GPT-4. O terceiro grupo poderia escolher receber até cinco ideias de história do modelo de IA.

Dos participantes com a opção de assistência de IA, a grande maioria — 88,4% — aproveitou. Eles foram então solicitados a avaliar o quão criativas achavam que suas histórias eram, antes que um grupo separado de 600 recrutas revisasse seus esforços. Cada revisor viu seis histórias e foi solicitado a dar feedback sobre as características estilísticas, novidade e utilidade da história.

Os pesquisadores descobriram que os escritores com o maior nível de acesso ao modelo de IA foram avaliados como demonstrando mais criatividade. Destes, os escritores que pontuaram como menos criativos no primeiro teste foram os mais beneficiados. 

No entanto, as histórias produzidas por escritores que já eram criativos não receberam o mesmo impulso. “Vemos esse efeito de nivelamento em que os escritores menos criativos obtêm o maior benefício”, diz Anil Doshi, professor assistente na UCL School of Management no Reino Unido, coautor do artigo. “Mas não vemos nenhum tipo de benefício respectivo a ser obtido das pessoas que já são inerentemente criativas.”

As descobertas fazem sentido, considerando que pessoas que já são criativas não precisam realmente usar IA para serem criativas, diz Tuhin Chakrabarty, pesquisador de ciência da computação na Universidade de Columbia, especialista em IA e criatividade, mas que não estava envolvido no estudo. 

Há algumas desvantagens potenciais em aproveitar a ajuda do modelo também. Histórias geradas por IA são semelhantes em termos de semântica e conteúdo, diz Chakrabarty, e a escrita gerada por IA é cheia de revelações reveladoras, como frases muito longas e com muita exposição que contêm muitos estereótipos.   

“Esses tipos de idiossincrasias provavelmente também reduzem a criatividade geral”, ele diz. “Uma boa escrita é sobre mostrar, não contar. A IA está sempre contando.”

Como histórias geradas por modelos de IA só podem extrair dados nos quais esses modelos foram treinados, aquelas produzidas no estudo foram menos distintas do que as ideias que os participantes humanos criaram inteiramente por conta própria. Se a indústria editorial adotasse a IA generativa, os livros que lemos poderiam se tornar mais homogêneos, porque todos seriam produzidos por modelos treinados no mesmo corpus.

É por isso que é essencial estudar o que os modelos de IA podem e, crucialmente, não podem fazer bem enquanto lidamos com o que a tecnologia em rápida evolução significa para a sociedade e a economia, diz Oliver Hauser, professor da University of Exeter Business School, outro coautor do estudo. "Só porque a tecnologia pode ser transformadora, não significa que será", diz ele.
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July 17, 5:33 PM
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Anunciando TED Talks multilíngues adaptados à IA, desbloqueando barreiras linguísticas

Anunciando TED Talks multilíngues adaptados à IA, desbloqueando barreiras linguísticas | Inovação Educacional | Scoop.it

Ao integrar IA generativa, incluindo recursos de clonagem de voz e sincronização labial, em colaboração com a Panjaya.ai e a comunidade global de tradutores do TED , criamos as primeiras TED Talks adaptadas por IA, entregues em vários idiomas, preservando a voz e o estilo únicos de cada palestrante. Ao contrário dos métodos tradicionais de dublagem, que podem parecer estranhos e desajeitados, a adaptação de IA do TED prioriza uma experiência de visualização perfeita. Isso marca uma nova era na entrega de conteúdo multilíngue.
Vozes dos falantes adaptadas a vários idiomas
Um aspecto fundamental desta iniciativa é priorizar a individualidade das vozes de nossos diversos palestrantes. Para conseguir isso, trabalhamos em estreita colaboração com cada palestrante para obter seu consentimento e garantir que sua mensagem seja transmitida fielmente em vários idiomas, permitindo que suas palestras ressoem com públicos em todo o mundo. O piloto será lançado em português brasileiro, francês, alemão, italiano e espanhol, com planos de expansão para mais idiomas em breve.

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July 17, 5:29 PM
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Por que a IA pode ser melhor para a América Latina do que você pensa

Por que a IA pode ser melhor para a América Latina do que você pensa | Inovação Educacional | Scoop.it
“É difícil fazer previsões, especialmente sobre o futuro.” Esta citação, frequentemente atribuída ao físico ganhador do Prêmio Nobel Niels Bohr, nunca foi tão válida quanto quando aplicada ao debate em andamento sobre IA e mercados de trabalho.

Alguns anos atrás, o consenso era claro. A automação provavelmente substituiria empregos de qualificação média , reduziria os salários de baixa qualificação devido à competição de trabalhadores de qualificação média deslocados e aumentaria o prêmio de qualificação. Essa tendência foi exacerbada pelo declínio de empregos que exigem contato pessoal e pelo aumento do trabalho remoto e do comércio eletrônico durante a pandemia . Como resultado, países de baixa e média renda, incluindo aqueles na América Latina, com forças de trabalho menos qualificadas, foram considerados os mais vulneráveis ​​à substituição tecnológica — onde a vulnerabilidade era medida como a probabilidade de uma ocupação ou tarefa ser automatizada.

A educação, especialmente o ensino superior e o aprendizado ao longo da vida, foi vista como a chave para a adaptação à automação. Ainda em maio de 2023 , especialistas acreditavam que o emprego em economias de alta renda permaneceria estável ou até aumentaria, pois a automação criaria tantos empregos quanto destruiria.

Mas avançando para hoje, essas suposições não se sustentam mais. Na verdade, os resultados mais prováveis ​​podem ser o oposto — com grandes consequências para as economias latino-americanas.

Em primeiro lugar, a IA generativa está desqualificando : ela substitui conhecimento e habilidades. Ao minar as vantagens da educação e da antiguidade, ela estreita o prêmio de habilidade — um "efeito Robin Hood" que poderia equalizar os salários para baixo, ao mesmo tempo em que reduz ainda mais a participação da mão de obra na renda. Embora a noção de que os codificadores são os novos trabalhadores de colarinho azul não seja nova, a IA generativa mostra que a educação por si só não pode competir com o avanço da tecnologia em um sentido muito mais amplo. Além disso, questiona as estimativas de exposição à automação: quando atingirmos a Inteligência Artificial Geral (AGI), que os especialistas preveem que pode acontecer dentro de 20 anos , nenhuma atividade estará imune à substituição tecnológica. Consequentemente, são os países de alta renda com um grande estoque de capital humano a ser perdido para a automação que agora estão mais expostos à substituição tecnológica no futuro previsível.


O fator humano

Mas há mais a considerar. Criticamente, temos que distinguir entre substituição potencial , impulsionada por capacidades tecnológicas, e substituição real , influenciada por limites impostos por usuários e consumidores.

Como argumentamos em um novo livro , a fronteira da substituição provavelmente não será tecnológica. Embora no lado da oferta do mercado de automação possa não haver restrições tecnológicas para substituir o trabalho humano, restrições culturais, sociais, legais ou morais no lado da demanda desempenharão um papel crítico.

Por exemplo, em 2016, pesquisadores lançaram The Moral Machine , uma plataforma destinada a “reunir a perspectiva humana sobre decisões morais tomadas pela inteligência da máquina”. Um cenário apresentou o problema do bonde da perspectiva de um carro autônomo: como um carro autônomo deve reagir a uma decisão de vida ou morte? Além de desencadear discussões morais fascinantes, esses exercícios destacaram uma questão legal: embora possamos aceitar a reação imperfeita de um humano a um acidente, a decisão de um carro autônomo responsabilizaria o fabricante — um obstáculo potencial à adoção generalizada de carros totalmente autônomos, apesar de sua prontidão técnica.

Outro exemplo é o Correctional Offender Management Profiling for Alternative Sanctions (COMPAS), um algoritmo usado por juízes em muitos estados dos EUA para avaliar o risco de reincidência, que demonstrou replicar preconceitos humanos, incluindo racismo . Embora o perfil de um juiz possa ser criticado, um algoritmo tendencioso representa uma responsabilidade legal e econômica significativa, potencialmente impedindo sua implementação.

A regurgitação de material protegido por direitos autorais por mecanismos de IA também apresenta problemas, destacados no processo do New York Times contra o proprietário do ChatGPT, OpenAI. A OpenAI argumentou que usar peças escritas por humanos, protegidas por direitos autorais ou não, era essencial para desenvolver Large Language Models (LLMs) como o GPT. E eles sempre serão essenciais: de que outra forma os LLMs se manteriam a par das mudanças linguísticas, estéticas, culturais, sociais e morais?

Há também a “ aura ” que cerca criadores e artesãos, que pode proteger seu trabalho da competição da IA. Enquanto a IA pode compor músicas indistinguíveis de composições humanas, as pessoas podem não preferir música artificial ou ir a shows sem artistas humanos (imagine uma noite no Met com robôs líricos, ou um show do Kraftwerk onde os quatro membros do grupo deixam o palco para os computadores). A IA pode produzir filmes baseados em semelhanças de atores, mas o público ainda apreciaria a coisa real e resistiria à intrusão tecnológica (confira as reclamações sobre um uso marginal da IA ​​no filme recente para uma dica). Este conceito se estende além da arte para muitas ocupações atuais: os consumidores ainda podem escolher um cozinheiro humano em vez de um chef robô, ou itens artesanais “falhos” em vez de uma decoração de IA imaculada.

Por fim, há o choque do não natural. Há algo assustador sobre um professor robô ou um terapeuta desencarnado, relacionado à teoria do vale misterioso , que postula uma relação não monotônica entre a semelhança de um objeto (ou uma imagem) com um ser humano e nossa resposta emocional a ele. Pense no aterrorizante cowboy ciborgue de Yul Brynner no Westworld original , ou no jovem artificial Harrison Ford no mais recente Indiana Jones. Com tudo isso em mente, fica claro que a tecnologia por si só não ditará a substituição tecnológica. O prazo do tecnólogo pode ser subestimado, devido a esses elementos humanos. (E isso nem mesmo toca nas preocupações sobre desinformação e segurança cibernética centrais para os atuais apelos por regulamentação e pausas de IA.)

Mitigação, adaptação e preparação

Comparar a revolução tecnológica com a mudança climática nos ajuda a ampliar o debate sobre IA. Sobre a mudança climática, à medida que o mundo continua correndo atrás de suas metas climáticas, o foco está cada vez mais na adaptação, embora a mitigação continue essencial. Para a IA, apesar da crença bem fundamentada de que a tecnologia não pode passar despercebida, em um mundo multipolar seu avanço é inevitável — e a adaptação é fundamental.

Pensar sobre a exposição à IA deve ir além de listas de verificação de tarefas automatizáveis ​​e enfatizar a preparação. Isso deve incluir educação, políticas de mercado de trabalho, acordos de impostos e transferências que promovam tecnologias que sejam mais produtivas e complementares ao trabalho humano, e regulamentações (como uma classificação “feito por humanos”) que aprimorem o fator humano e expandam as ocupações humanas. Precisamos de ferramentas para gerenciar a transição volátil em direção a um futuro onde o trabalho tradicional pode declinar e uma nova arquitetura de distribuição de renda será necessária.

Onde fica a América Latina com tudo isso?

Essa perspectiva complicada está em exibição no recente relatório do FMI sobre IA. Embora, como observado, a América Latina pareça menos vulnerável à substituição de IA, de acordo com seu Índice de Preparação para IA, a região também está menos preparada para IA. O equilíbrio entre essas duas métricas é difícil de quantificar.

Fatores claros que impulsionam o despreparo da região incluem sistemas educacionais rígidos e desatualizados, notas abaixo da média em matemática e leitura, conectividade digital escassa e desigual e programas limitados de treinamento vocacional e requalificação devido à precariedade e informalidade generalizadas.

No lado positivo, a resistência cultural à automação pode ser mais forte. É mais fácil imaginar babás robôs ou terapeutas de IA no Japão ou na China do que em um país latino-americano tradicional. Uma coisa é certa: as medidas atuais de exposição não capturam totalmente os fatores não tecnológicos que serão críticos para determinar a substituição da IA ​​no futuro.
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July 17, 5:16 PM
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Benjamin Riley: IA é outra promessa da Ed Tech destinada ao fracasso – The 74

Benjamin Riley: IA é outra promessa da Ed Tech destinada ao fracasso – The 74 | Inovação Educacional | Scoop.it
Por mais de uma década, Benjamin Riley tem estado na vanguarda dos esforços para fazer com que os educadores pensem mais profundamente sobre como aprendemos.

Como fundador do Deans for Impact em 2015, ele convocou reitores de escolas de educação universitária para incorporar descobertas da ciência cognitiva na preparação de professores. Antes disso, ele passou cinco anos como diretor de políticas do NewSchools Venture Fund , que subscreve novos modelos de escolaridade. Em seu novo empreendimento, Cognitive Resonance , que ele chama de "um think-and-do tank", ele está se esforçando para ajudar as pessoas a pensar não apenas sobre como aprendemos, mas como a inteligência artificial generativa (IA) funciona — e por que elas são diferentes.

Seu boletim informativo Substack e seu feed do Twitter frequentemente fazem críticas a afirmações ambiciosas sobre o poder dos tutores com inteligência artificial. Recentemente, ele deu palavras escolhidas para a demonstração no YouTube do fundador da Khan Academy, Sal Khan , da nova ferramenta GPT4o da Open AI, dizendo que ela foi "implantada no ambiente educacional mais favorável que podemos imaginar", deixando em aberto a possibilidade de que ela possa não ter um desempenho tão bom no mundo real.

Em abril, Riley causou polêmica no mundo das startups com um ensaio no periódico Education Next que criticou a Khan Academy e outras empresas relacionadas à IA por basicamente usarem alunos como cobaias.


Benjamin Riley (à direita) falando durante uma sessão na conferência AI na ASU+GSV em San Diego em abril. (Greg Toppo)
No ensaio, ele relatou ter pedido a Khanmigo para ajudá-lo a simplificar uma equação algébrica. Riley, como aluno, chegou perto de resolvê-la, mas a IA realmente o questionou sobre seus passos, eventualmente pedindo que ele repensasse até mesmo a matemática básica, como o fato de que 2 + 2,5 = 4,5.

Tal troca não é apenas inútil para os alunos, ele escreveu, é "contraproducente para o aprendizado", com o potencial de levar os alunos por um caminho cheio de erros de cálculo, mal-entendidos e esforço desperdiçado.

A entrevista foi editada para maior clareza e duração.

The 74: Muitas vezes ficamos tão animados com as possibilidades da tecnologia educacional na educação que simplesmente esquecemos completamente o que a ciência diz sobre como aprendemos. Gostaria de saber se você tem alguma opinião sobre isso.

Benjamin Riley: Tenho muitos. Parte da minha frustração é que aparentemente estamos vivendo em um momento em que estamos simultaneamente reconhecendo em outras dimensões onde a tecnologia pode ser prejudicial, ou pelo menos não benéfica, para o aprendizado, enquanto ao mesmo tempo expressamos entusiasmo desenfreado por uma nova tecnologia e acreditamos que ela finalmente será a cura para tudo, a bala de prata que finalmente concretizará a visão de transformar radicalmente nosso sistema educacional. E sim, é frustrante. Dez anos atrás, por exemplo, quando todos estavam animados com a personalização, havia pessoas, inclusive eu, levantando a mão e dizendo: "Não, isso não se alinha com o que sabemos sobre como pensamos e aprendemos. Também não se alinha com a ciência de como aprendemos coletivamente e com o papel das instituições educacionais como um método de transmissão cultural de conhecimento." Todos esses sonhos de aprendizado personalizado estavam morrendo. E muitos dos esforços proeminentes e incrivelmente bem financiados de aprendizado personalizado ou foram completamente por água abaixo, como a AltSchool , ou murcharam na videira, como algumas das escolas públicas agora chamadas Gradient .

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Agora a IA reviveu todos esses sonhos novamente. E é frustrante, porque mesmo se fosse verdade que a personalização fosse a solução, ninguém há 10 anos, cinco anos atrás, dizia: "Mas o que precisamos são tutores de chatbot inteligentes para torná-lo real". Então o que você está vendo é uma espécie de comprometimento com uma visão. Seja qual for a tecnologia que surgir, vamos nos aprofundar nessa visão e dizer que isso vai entregá-la. Acho que pelas mesmas razões pelas quais falhou antes, falhará novamente. 

Você é um grande fã do cientista cognitivo Daniel Willingham , da Universidade da Virgínia , que fez muito para popularizar a ciência de como aprendemos.


Daniel Willingham
Ele é maravilhoso em criar frases concisas que vão ao cerne da questão. Uma das frases contraintuitivas que ele tem que é realmente poderosa e importante é que nossas mentes em algum sentido "não são construídas para pensar", o que parece realmente errado e estranho, porque não é isso que as mentes fazem? É tudo o que elas fazem, certo? Mas o que ele quer dizer é que o processo de pensamento esforçado é desgastante da mesma forma que malhar na academia é desgastante. Um dos maiores desafios da educação é: como você envolve isso com os alunos, que, como todos nós, vão tentar essencialmente evitar fazer pensamento esforçado por períodos prolongados? Repetidamente, os tecnólogos simplesmente assumem esse problema.

No caso de algo como grandes modelos de linguagem, ou LLMs, como eles abordam esse problema de pensamento esforçado? Eles simplesmente o ignoram completamente?


Marcos Andreessen
É uma pergunta interessante. Quase não tenho certeza de como respondê-la, porque não há pensamento acontecendo por parte de um LLM. Um grande modelo de linguagem pega os prompts e o texto que você dá a ele e tenta criar algo que seja responsivo e útil em relação a esse texto. E o que é interessante é que certas pessoas — estou pensando em Mark Andreessen mais proeminentemente — falaram sobre o quão incrível isso é conceitualmente de uma perspectiva educacional, porque com LLMs você terá esse professor infinitamente paciente. Mas isso não é realmente o que você quer de um professor. Você quer, em certo sentido, um professor impaciente que vai forçar seu pensamento, que vai tentar entender o que você está trazendo para qualquer tarefa ou experiência educacional, elevar os pontos fortes que você tem e, então, trabalhar na construção de seu conhecimento em áreas onde você ainda não o tem. Não acho que LLMs sejam capazes de fazer nada disso.

Como você disse, não há nenhum pensamento real acontecendo. É apenas uma máquina de previsão. Há uma interação, eu acho, mas é uma ilusão. É essa a palavra que você usaria?

Sim. É a ilusão de uma conversa. 

Em seu ensaio no Education Next , você cita o cientista cognitivo Gary Marcus , que diz que os LLMs estão “frequentemente errados, mas nunca em dúvida”. Parece-me que isso é extremamente perigoso em algo com que os jovens interagem.

Sim! Absolutamente. É aqui que é realmente importante distinguir entre o agora e o real e o presente versus o futuro hipotético imaginado. Não há dúvida de que agora, esse "problema de alucinação" é endêmico. E como os LLMs não estão pensando, eles geram textos que são factualmente imprecisos o tempo todo. Até mesmo algumas das pessoas que estão tentando divulgá-lo para o mundo reconhecem isso, mas então eles apenas colocam este pequeno asterisco: "E é por isso que um educador deve sempre verificar duas vezes." Bem, quem tem tempo? Quero dizer, qual é a utilidade disso? E então as pessoas dirão: "Bem, sim, mas certamente vai melhorar no futuro." Ao que eu digo, talvez, vamos esperar para ver. Talvez devêssemos esperar até chegarmos a esse ponto antes de divulgar isso.

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Sabemos com que frequência os LLMs cometem erros?

Posso dizer, apenas pelo meu uso pessoal do Khanmigo, que isso acontece muito, por razões que são francamente previsíveis quando você entende como a tecnologia funciona. Com que frequência isso acontece com alunos da sétima série que estão aprendendo essa ideia pela primeira vez? Simplesmente não sabemos. [ Em resposta a uma consulta sobre erros, a Khan Academy enviou links para duas postagens de blog em seu site, uma das quais observou que o Khanmigo "ocasionalmente comete erros, o que esperávamos". Também apontou, entre outras coisas, que o Khanmigo agora usa uma calculadora para resolver problemas numéricos em vez de usar os recursos preditivos da IA. ]

Uma das coisas que você diz no artigo do EdNext é que você apenas “parece um ludita” em vez de realmente ser um. Os luditas viam o perigo na automação e estavam tentando lutar contra isso. É o mesmo, de certa forma, que o que você está fazendo? 

Obrigado por fazer essa pergunta porque sinto que meus modos naturalmente contrários correm o risco de me pintar em um canto em que realmente não estou. Porque, em certo sentido, IA generativa e modelos de linguagem grandes são incríveis — eles realmente são. É uma conquista notável que eles sejam capazes de produzir narrativas fluentes e coerentes em resposta a praticamente qualquer combinação de palavras que você possa escolher jogar neles. Então, não sou um ludita que acha que precisamos queimar tudo isso.

“Você quer um professor impaciente que vá forçar seu pensamento, tentar entender o que você está trazendo para qualquer tarefa ou experiência educacional, destacar os pontos fortes que você tem e, então, trabalhar na construção de seu conhecimento em áreas onde você ainda não o tem. Não acho que os LLMs sejam capazes de fazer nada disso.”

Existem métodos e maneiras, tanto na educação quanto na sociedade em geral, em que essa ferramenta pode ser incrivelmente útil para certos propósitos. Já está se mostrando incrivelmente estimulante para pensar e entender como os humanos pensam e aprendem, e como isso é semelhante e diferente do que eles fazem. Se pudéssemos apenas evitar o exagero ridículo e o pensamento mágico que parece acompanhar a introdução de qualquer nova tecnologia e nos acalmar e investigar antes de empurrá-la para nossas instituições educacionais, então acho que estaríamos muito melhor. Realmente há um meio termo aqui. É onde estou tentando me situar. 

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Talvez este seja um terceiro trilho que não deveríamos tocar, mas eu estava lendo sobre Thomas Edison e suas ideias sobre educação. Ele tinha uma ótima citação sobre filmes, que ele achava que revolucionariam as salas de aula. Ele disse: "O cinema vai durar enquanto os pobres existirem". Isso me fez pensar: um dos temas subjacentes da tecnologia educacional é essa ideia de levar a tecnologia às pessoas. Você vê uma divisão de classes latente aqui? Crianças ricas terão um tutor pessoal de verdade, mas todos os outros terão um LLM? 

Minha preocupação é diferente disso. Novamente, voltando à citação de Willingham: "Nossas mentes não são feitas para pensar." Aqui está a dura realidade que poderia de fato ser um terceiro trilho, mas precisa ser reconhecida se quisermos fazer um progresso significativo: se falharmos em construir conhecimento em nossos alunos, pensar fica cada vez mais difícil, e é por isso que a escola fica cada vez mais difícil, e por que com o tempo você começa a ver alunos que acham a escola realmente miserável. Alguns deles desistem. Alguns deles param de se esforçar muito. Essas pessoas — os dados são esmagadores sobre isso — geralmente acabam tendo vidas mais curtas, com menos meios econômicos, resultados de saúde mais terríveis. Tudo isso é uma causa correlacionada e inter-relacionada.

“Se pudéssemos evitar o exagero ridículo e o pensamento mágico que parecem acompanhar a introdução de qualquer nova tecnologia e investigá-la antes de lançá-la em nossas instituições de ensino, então acho que estaríamos muito melhor.”

Mas aqui está a questão: para esses alunos em particular, um dispositivo que alivie a carga cognitiva da escola será atraente. Estou realmente preocupado que essa tecnologia agora amplamente disponível seja algo a que eles recorrerão, particularmente em torno da tarefa cognitivamente desafiadora de escrever — e que eles continuarão a olhar para isso como uma forma de automatizar sua própria cognição. Ninguém realmente precisa se preocupar com as crianças privilegiadas. Elas são histórias de sucesso academicamente e, francamente, muitas delas gostam de aprender e pensar e evitarão querer usar isso como uma forma de terceirizar seu próprio pensamento. Mas isso pode apenas tornar a divisão existente muito maior do que é hoje — muito maior.

Como a pesquisa educacional está respondendo à IA?

O verdadeiro desafio é que o ritmo da tecnologia, particularmente o ritmo dos desenvolvimentos tecnológicos no mundo da IA ​​generativa, é tão rápido que os métodos tradicionais de pesquisa não serão capazes de acompanhar. Não é que não haverá estudos — tenho certeza de que já existem alguns em andamento, e há pequenos estudos emergentes que vi aqui e ali. Mas simplesmente não temos as capacidades como um empreendimento de pesquisa para fazer as coisas da maneira tradicional. Uma questão realmente importante que precisa ser enfrentada, como uma questão de política, potencialmente como uma questão de filantropia e apenas como uma questão de sociedade, é: Então, o que? Nós apenas fazemos e esperamos pelo melhor? Porque pode ser isso que acaba acontecendo.

Como vimos com as mídias sociais e smartphones nas escolas, pode haver impactos reais que você não percebe até cinco, 10 anos depois. Então você volta e diz: "Bem, eu queria que tivéssemos pensado nisso antes, em vez de apenas rolar os dados e ver onde isso daria." Não fazemos isso em outras esferas da vida. Não deixamos as pessoas simplesmente inventarem remédios que acham que vão curar certas doenças e então dizem: "Bem, veremos. Vamos introduzi-lo na sociedade mais ampla e vamos descobrir." Não estou necessariamente dizendo que precisamos do equivalente em si , mas algo que nos daria melhor percepção e informações em tempo real para nos ajudar a descobrir os pontos positivos e não tão positivos em geral me parece um desafio real que é subestimado no momento.
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July 17, 5:06 PM
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Blockchain agiliza certificados de jovens aprendizes da Fundacred

Blockchain agiliza certificados de jovens aprendizes da Fundacred | Inovação Educacional | Scoop.it

A utilização de tecnologia blockchain permitirá que certificados de formação de jovens aprendizes sejam disponibilizados de forma mais ágil e acessível em qualquer parte do mundo, com a credibilidade verificável diretamente no próprio certificado. A iniciativa é da Fundacred, que lançou uma parceria com a Central Única das Favelas (CUFA) RS, através do Instituto Social 10, e a startup CertifikEDU.
O objetivo é ajudar os jovens a se qualificarem para o mercado de trabalho , a partir da certificação digital.
A CertifikEDU é a primeira plataforma a receber aporte da Fundacred Ventures - iniciativa da fundação de crédito educativo para investir em pesquisa e inovação no setor.
Segundo o presidente da Fundacred, Nivio Lewis Delgado, o projeto utiliza um sistema completo para emitir certificados digitais em um formato protegido por blockchain, facilmente compartilhável e verificável instantaneamente em qualquer lugar do mundo.
Desenvolvemos a metodologia e tecnologia mais completa disponível no mercado para este programa de aprendizagem, que conta com a orientação de colaboradores da Fundacred. Nosso objetivo é que este programa, pioneiro no Brasil, seja um instrumento de transformação na vida dessas pessoas e um modelo de referência para outras organizações, afirma o presidente.
Foram selecionados estudantes com idades entre 17 e 20 anos, todos eles alunos do Ensino Médio que já integram o programa de jovens aprendizes da Fundacred. Na fundação, os participantes se envolvem nos processos de trabalho de várias áreas, como administração, direito e marketing. Assim, passam a compreender o funcionamento desses setores, inseridos em um ambiente que proporciona conhecimento e desenvolve habilidades que serão certificadas pela tecnologia CertifikEdu.

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July 18, 6:11 PM
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Algumas coisas estão fora dos trilhos na educação superior

Algumas coisas estão fora dos trilhos na educação superior | Inovação Educacional | Scoop.it

Não é surpreendente, portanto, a desorganização do sistema quanto aos indicadores quantitativos. A enorme tolerância para a obtenção de autorização para a criação de cursos e instituições privadas em nível superior leva a situações estranhas, como a relação entre número de vagas de ingresso no ensino superior e o número de conclusões do ensino médio. A cada ano, cerca de dois milhões de pessoas conclui o ensino médio no Brasil, enquanto são oferecidas uma quantidade de vagas de ingresso em cursos superiores na casa dos vinte milhões, entre presenciais e a distância. A enorme maioria dessas vagas está em instituições privadas.
Mesmo se considerarmos apenas a quantidade de vagas de ingresso oferecidas em cursos presenciais, vemos que elas são da ordem de seis milhões, número entre duas e três vezes maior do que o de concluintes no ensino médio.
Claro que não há vagas de fato. O que existe são instituições privadas que têm direito de oferecer vagas de ingresso sabendo que não serão ocupadas; é uma reserva estratégica disponível. Não existem vagas ociosas, ideia já usada no País para justificar certas leis e certos procedimentos.
Esse número de vagas oferecidas não apenas não tem relação com potencial demanda como são mal distribuídas pelas regiões e profissões. Não se oferecem vagas nas profissões que maiores contribuições poderiam dar ao desenvolvimento cultural e social do país ou a seu crescimento econômico; elas são oferecidas apenas em função da existência de clientela e pelo retorno financeiro que disso pode advir.
O desencontro dos números continua. A quantidade de ingressantes no ensino superior a cada ano é da ordem de cinco milhões, dois terços deles em cursos a distância. Esse número é mais do que o dobro do número de concluintes do ensino médio. Essa desproporção indica que as pessoas ingressam, em média, duas ou três vezes em um curso superior, muitas delas sem nenhum compromisso com o processo de aprendizado. Isso dá origem a outra face negativa do sistema, afetando o entendimento, por parte da população, e em especial dos estudantes, do que deve ser um curso superior.
Os concluintes do ensino superior a cada anos são da ordem de 800 mil nos cursos presenciais e perto de 500 mil nos cursos a distância. Se comparado com o número de ingressantes, de cinco milhões, poderíamos supor que a taxa de evasão seja da ordem de 75%. Entretanto, isso não é correto, pois muitos “ingressos” podem não ir além de um papel preenchido e do pagamento de uma taxa ou algumas mensalidades.
Essa situação é fruto da enorme taxa de privatização do ensino superior brasileiro, uma das maiores do mundo, combinada com as pontas soltas da legislação (apenas para comparação, nos EUA, três quartos dos estudantes do ensino superior estão em instituições públicas; no Brasil, é o inverso: três quartos estão em instituições privadas). Quando examinamos apenas o que ocorre com as vagas, ingressante e concluintes em instituições públicas, a situação é bem mais regular. As desproporções numéricas apontadas são provocadas basicamente pelo setor privado.
Consequências
As consequências dessa situação são muito grandes e negativas: jovens perdem tempo (e dinheiro) se matriculando em cursos irrelevantes e que não levarão adiante; governos, em todos os níveis, desperdiçam dinheiro subsidiando muitos desses cursos na forma de recursos destinados diretamente aos interesses do setor privado, como isenções de impostos e de contribuições sociais, na forma de abatimento de parte das despesas do imposto de renda de pessoas físicas, entre outras.
Não podemos conviver com um sistema tão sem rumo. Isso precisa ser revisto e um caminho que leve a um sistema de ensino organizado e eficiente deve ser delineado. A expansão de setor público no ensino superior, respeitando as necessidades e possibilidades regionais e das diferentes profissões, é uma componente essencial desse processo de reorganização do sistema de ensino superior no País. Se o setor público dobrar suas matrículas e o setor privado for reduzido em igual quantidade, teríamos uma taxa de privatização igual àquela dos EUA, bem melhor do que a situação atual, mas ainda distante da realidade nos países com melhores sistemas educacionais.
Uma regulação do setor privado que leve em conta os interesses da sociedade – e não dos empresários do setor – também é essencial. Todos os subsídios governamentais, que deveriam, como regra, ser transitórios, precisam ser analisados, reservando-os para cursos que realmente contribuam para o desenvolvimento do País. Não podemos deixar que jovens percam tempo e dinheiro em atividades de retorno nulo ou até negativo.

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July 18, 5:15 PM
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Lei institui licença para mães e pais concluírem cursos acadêmicos

Lei institui licença para mães e pais concluírem cursos acadêmicos | Inovação Educacional | Scoop.it
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta quarta-feira (17), o projeto de lei que prorroga os prazos para estudantes concluírem cursos de graduação ou programas de pós-graduação, como mestrado e doutorado, em caso do nascimento de filhos ou adoção legal de crianças. Pela nova lei, as instituições de educação superior deverão assegurar a continuidade do atendimento educacional e fazer os ajustes administrativos para prorrogar os prazos por, no mínimo, 180 dias. No caso de parentalidade atípica, a lei prevê a ampliação desse prazo. A medida abrange mães e pais.  
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July 18, 10:06 AM
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Trend “CLT Premium” revela o que a geração Z valoriza no mercado de trabalho

Trend “CLT Premium” revela o que a geração Z valoriza no mercado de trabalho | Inovação Educacional | Scoop.it

Trabalho remoto, ambiente descolado, auxílio academia e vale-refeição “gordo” viram assunto entre os jovens do TikTok
Do TikTok para o LinkedIn. A "trend” CLT Premium se popularizou pela geração Z, responsável por publicar nas redes as vantagens de trabalhar em empresas com benefícios que, em vários dos casos, ultrapassam um salário mínimo. Além disso, esses funcionários exaltam o modelo híbrido como fator que faz da corporação um bom lugar para se trabalhar.
De acordo com dados divulgados pela Onlinecurriculo, já são 165 vídeos publicados no TikTok com a hashtag “cltpremium”. A plataforma de currículos também levantou via Google Trends que o termo CLT Premium foi 100 vezes mais buscado no Google na última semana, com destaque nas regiões Sudeste e Sul do Brasil.
De acordo com esses jovens, o que mais configura um CLT Premium?
Modelo híbrido ou totalmente remoto de trabalho;
Vale-refeição “recheado”;
Trabalho apenas em dias de semana;
Plano de saúde;
Auxílio academia como Wellhub ou TotalPass;
Espaços de descompressão.

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July 18, 9:46 AM
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Para IA funcionar, é preciso experimento e treino, dizem especialistas

Para IA funcionar, é preciso experimento e treino, dizem especialistas | Inovação Educacional | Scoop.it

Para que seja feito um bom uso da inteligência artificial, é preciso haver pessoas preparadas. E, com a ajuda da tecnologia, essas pessoas serão ainda mais rápidas e eficientes. Esta é a visão de Adriano Mussa, reitor e diretor acadêmico e de inteligência artificial da escola de negócios Saint Paul. O especialista participou da conferência “IA: mitos e oportunidades”, realizado pela WeWork e Michael Page, em São Paulo. Voltado para líderes de RH, o encontro contou ainda com a participação de Ricardo Basaglia, CEO da Michael Page, Sheila Fonseca, ex-vice presidente de RH da Agco, Sarita Vollnhofer, CHRO da Alice e Fernando Sollak, diretor de RH da Totvs.
Mussa ressaltou que, no que diz respeito ao uso de IA generativa, uma das principais habilidades que profissionais e organizações precisam desenvolver é a capacidade de criar “prompts”, ou seja, saber dar os comandos para que a tecnologia responda. “Engenharia de prompt não é uma profissão, é uma competência. E algumas das competências necessárias para fazer um prompt são linguagem avançada e sólida, repertório e lógica”, pontuou.
Segundo ele, a IA vai impactar todos os segmentos da sociedade e da economia, no entanto, é um erro pensar que ela substituirá cargos e profissões. “A IA faz tarefas. O problema é que nós confundimos o cargo com a tarefa”, destacou.
Na sua opinião, o mais importante é testar o uso da IA, em especial neste momento em que as expectativas estão altas. “Acho que não faz sentido focar apenas nos riscos, pois existe um mar de oportunidades. As organizações precisam experimentar, ver se funciona e decidir onde querem ir ou não”, disse.
Uma pesquisa da Michael Page publicada pelo Valor apontou que 37% dos profissionais brasileiros já estão usando a inteligência artificial no trabalho. Ainda assim, Basaglia alertou que a maioria das pessoas ainda está perdida em relação à aplicação da tecnologia. “Seja por falta de tempo dos líderes, seja pelo receio de se posicionar em algo tão novo, está faltando comunicar o posicionamento da empresa”, afirmou. “A maior parte das pessoas quer fazer um curso ou ter um treinamento para buscar mais informação sobre IA, só que as companhias não estão conseguindo entregar”.
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O CEO comentou que, para que as organizações possam fazer um bom uso da IA, é preciso olhar primeiro para as habilidades de cada profissional e depois para as ferramentas. “Mas, como ainda não está claro como será o uso de IA no dia a dia, as empresas acabam tendo dificuldade em traduzir isso em componentes técnicos que possam ser efetivamente utilizados”, ponderou. “É por isso que discernimento, curiosidade, interesse e 'aprender a aprender' se tornaram habilidades muito importantes nos últimos tempos”.
Ele destacou também que a IA pode ajudar não somente em tarefas operacionais, mas contribuir com as ações estratégicas do RH. “Como a inteligência artificial é uma ferramenta preditiva, ela pode trazer para os líderes de RH a possibilidade de eles também serem preditivos, fornecendo a esses profissionais informações estratégicas para a tomada de decisão sobre pessoas”, avaliou.
Nesse sentido, Sollak chamou atenção para o fato de que o RH tem acesso a uma quantidade enorme de dados que, com o auxílio da IA, podem ser usados com mais efetividade. Ele defendeu a ideia de que os RHs sejam cada vez mais tecnológicos e atuem com o propósito de disseminar a IA para toda a empresa, treinando e desenvolvendo as pessoas na adoção de novas tecnologias e ferramentas.
O diretor exaltou a utilização da IA na previsão do risco de burnout entre funcionários. “Acho que essa é uma grande tendência que começa a bater na porta do RH, e a inteligência artificial consegue contribuir muito com informações”, apontou.
Vollhonfer, por sua vez, recomendou que as lideranças incentivem o uso de IA entre os funcionários e que as empresas identifiquem pessoas que têm interesse em se aprofundar na tecnologia. Porém, ela alertou que, embora o RH tenha um papel importante nessa jornada, não pode ser o único responsável pela adoção da IA.
“Cada gestor precisa buscar de forma ativa e proativa formas de implementar essa cultura e ter acesso à inovação para a sua área”, defendeu. “Além disso, é preciso primeiro entender o problema do negócio e de que forma a IA vai, de fato, fazer a diferença. Caso essa seja realmente uma prioridade, recomendo buscar referências do que já deu certo em outras empresas”.
Fonseca complementou dizendo que não adianta apenas querer implementar a IA. “É importante primeiro analisar o momento e a cultura da empresa, já que esse processo vai depender da maturidade das lideranças”, pontuou. “Nós podemos ter a melhor tecnologia embutida, mas se o líder na ponta não aplicar, nenhuma ferramenta vai dar certo”.
Renata Mota, CTO da WeWork, revelou que o RH da companhia vem utilizando a IA em tarefas como redação de e-mails, descrição de vagas, e atas de reuniões. A missão agora é ir além. “Estamos implementando a inteligência artificial na análise de currículos para a seleção de candidatos”, relatou.
Segundo ela, a ideia é que a IA faça um levantamento inicial para que, depois, um profissional analise as informações. A decisão final sobre qual candidato contratar ainda deverá ser tomada por um ser humano, o que comprova a teoria de Mussa de que a IA não veio para substituir profissionais, mas para ajudá-los.

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July 18, 9:39 AM
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Dentista viraliza ao mostrar que ganha mais como motoboy: "Mercado saturado"

Dentista viraliza ao mostrar que ganha mais como motoboy: "Mercado saturado" | Inovação Educacional | Scoop.it

O desabafo de uma dentista que começou a trabalhar com delivery de comida para complementar a renda viralizou nas redes sociais surpreendendo usuários, que questionaram se o mercado da odontologia está saturado ou sucateado no país. "Ganhei o diploma, mas virei motoboy. Diploma não compra nada de riqueza", reclama no vídeo Evelyn Gregio, que se formou em 2018 e, até hoje, só conseguiu trabalhos informais na área.
As gerações que ficam mais tempo no mesmo emprego
Gregio, de 28 anos, compartilha no TikTok sua rotina como "motogirl" na capital de São Paulo. Nos comentários dos vídeos, usuários perguntam detalhes do mercado de trabalho para dentistas. "Na minha cabeça, todo dentista ganhava bem", escreveu um usuário em uma das publicações.
Os vídeos de Gregio foram compartilhados até mesmo em outras redes sociais e, no X (ex-Twitter), houve quem comentasse que "sempre foi um mercado saturado" e que "faz tempo" que a situação dos dentistas é difícil. "Conheço gente que está tentando a sorte com consultório na terceira cidade diferente em 15 anos. Concorrência brutal", escreveu um seguidor.
Ao Valor, Gregio disse que começou a fazer pequenos trabalhos como entregadora no início deste mês, depois de passar por "calotes". "Comecei a fazer entregas porque as clínicas odontológicas dão calotes em nós dentistas. Então, precisei entrar com outros meios de me manter", diz.
Foi assim que as entregas viraram outra fonte de renda de Evelyn. Ela conta que o valor que ganha trabalhando como entregadora todas as noites, das 18h30 às 22h e aos domingos das 12h Às 22h, é de R$ 800 por semana, em média. No consultório, em clínicas populares, os atendimentos geram R$ 2 mil por mês, trabalhando cinco dias por semana.
Ou seja, nas condições atuais e sem levar em consideração gastos com gasolina, por exemplo, ela está ganhando mais como entregadora do que como dentista.
O mercado odontológico está em crise?
Para o vice-presidente da Associação Brasileira de Odontologia Celso Minervino Russo, não há uma crise no mercado, mas sim um grande número de profissionais se formando e se especializando, o que torna o ambiente cada vez mais competitivo.
"É claro que a quantidade de profissionais que são lançados no mercado todos os anos gera uma dificuldade [de conseguir emprego]. O mercado é regulado pela competência dos profissionais e pelo tempo de profissão, pela sua estabilidade profissional, o seu centro — onde ele trabalha e quantidade de dentistas que tem no local. São muitas variáveis que fazem com que um profissional tenha mais dificuldade do que o outro, ou um se sobressaia mais do que o outro", diz Russo.
Todos os anos, entre 20 mil e 25 mil novos cirurgiões-dentistas se formam no país, apontam dados cedidos pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO). Considerando os 415 mil profissionais inscritos na entidade, existe, no Brasil, aproximadamente um dentista para cada 508 habitantes no Brasil, diz o CFO.
Isso, segundo o conselho, "torna o mercado da odontologia dinâmico e desafiador", mas não é exclusividade do setor odontológico.
"Este é um fenômeno que se repete em outras diversas profissões, não sendo exclusivo da odontologia. Isto faz do ambiente laboral um espaço altamente competitivo, e como resultado propicia realidades distintas para os mais diversos profissionais que estão no mercado", diz em nota.
Em relação ao caso de Evelyn, o CFO informou que, por ser um caso individual, e sem o conhecimento sobre sua formação, experiências profissionais e outros fatores, não comentaria o caso.
Desde que se formou na faculdade, Evelyn sempre trabalhou informalmente: nem contratada sob o regime CLT, nem como prestadora de serviços (PJ). Desta forma, a dentista não tem direitos trabalhistas e se expõe a contratos informais.
Caso estivesse sob o regime CLT, seria aplicado o piso salarial para profissionais que atuam em São Paulo, de R$ 5.557,28 para jornada de 100 horas mensais ou 20 horas semanais, informa o Sindicato dos Odontologistas do Estado de São Paulo.
A remuneração inferior é permitida, desde que respeitando o salário proporcional ao número de horas trabalhadas.

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July 18, 9:29 AM
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FT: China usa censores para criar IA socialista | Mundo

FT: China usa censores para criar IA socialista | Mundo | Inovação Educacional | Scoop.it
Autoridades do governo chinês estão testando grandes modelos de linguagem de empresas de inteligência artificial para garantir que seus sistemas “incorporem valores socialistas centrais”, na expansão mais recente do regime de censura do país.
A Administração do Ciberespaço da China (ACC), uma poderosa agência de fiscalização e regulamentação da internet, obrigou grandes empresas de tecnologia e startups de inteligência artificial, como ByteDance, Alibaba, Moonshot e 01.AI, a participarem de uma revisão governamental compulsória de seus modelos de IA, de acordo com várias fontes envolvidas no processo.
A iniciativa inclui testes em lote das respostas de um grande modelo de linguagem a uma série de perguntas, segundo fontes com conhecimento do processo. E muitas dessas perguntas estão relacionadas às sensibilidades políticas da China e de seu presidente, Xi Jinping.
O trabalho é conduzido por autoridades nas unidades locais da ACC em todo o país e inclui uma revisão dos dados usados para o treinamento do modelo e de outros processos de segurança.
Duas décadas depois de introduzir um “grande firewall” para bloquear sites estrangeiros e outras informações consideradas prejudiciais pelo Partido Comunista, a China começou a implementar o regime regulatório mais rigoroso do mundo para controlar a inteligência artificial e o conteúdo que ela produz.
“A ACC tem uma equipe especial que faz isso. Eles vieram ao nosso escritório e ocuparam nossa sala de conferências para fazer a auditoria”, disse um funcionário de uma empresa de IA com sede em Hangzhou, que pediu para não ser identificado.
“Não passamos nos testes na primeira vez; o motivo não ficou muito claro, e por isso tivemos de conversar com nossos pares”, contou o funcionário. “É preciso um pouco de adivinhação e de adaptação. Passamos na segunda vez, mas todo o processo levou meses.”


Inteligência Artificial (IA) — Foto: Igor Omilaev/Unsplash
O rigoroso processo de aprovação da China obrigou os grupos de inteligência artificial no país a aprenderem rapidamente a melhor maneira de censurar os grandes modelos de linguagem que desenvolvem, uma tarefa que muitos engenheiros e pessoas bem informadas do setor consideram difícil e complicada por causa da necessidade de treinar os modelos com uma grande quantidade de conteúdo em inglês.
“Nosso modelo fundacional é muito, muito desinibido [em suas respostas], portanto a filtragem de segurança é extremamente importante”, disse um funcionário de uma das mais importantes startups de IA em Pequim.
A filtragem começa com eliminar informações problemáticas dos dados de treinamento e com a formação de um banco de dados de palavras-chave sensíveis. A diretriz operacional da China para empresas de inteligência artificial publicada em fevereiro determina que os grupos de IA precisam coletar milhares de palavras-chave e perguntas sensíveis que violem “valores socialistas fundamentais”, tais como “incitar a subversão do poder do Estado” ou “minar a unidade nacional”. A ideia é que a lista de palavras-chave sensíveis deve ser atualizada semanalmente.
O resultado é visível para os usuários dos chatbots de IA da China. Consultas sobre tópicos sensíveis, como o que aconteceu em 4 de junho de 1989 – a data do massacre da Praça Tiananmen – ou se Xi se parece com o Ursinho Puff, um meme da internet, são rejeitadas pela maioria dos chatbots chineses. O chatbot Ernie do Baidu pede aos usuários que “tentem uma pergunta diferente”, enquanto o Tongyi Qianwen do Alibaba responde: “Ainda não aprendi como responder a essa questão. Continuarei a estudar para atendê-lo melhor.”
Por outro lado, Pequim lançou um chatbot de IA baseado em um novo modelo treinado a partir da filosofia política do presidente chinês, conhecida como “O Pensamento de Xi Jinping sobre o Socialismo com Características Chinesas para uma Nova Era”, assim como de outras publicações oficiais fornecidas pela Administração do Ciberespaço da China.
Mas as autoridades chinesas também estão empenhadas em evitar a criação de uma inteligência artificial que se esquive de todos os tópicos políticos. A ACC introduziu limites para o número de perguntas que os grandes modelos de linguagem podem recusar durante os testes de segurança, de acordo com funcionários de grupos que ajudam as empresas de tecnologia a lidarem com o processo. Os padrões quase nacionais revelados em fevereiro estipulam que os grandes modelos de linguagem não podem rejeitar mais de 5% das perguntas que lhes são feitas.
“Durante os testes, [os modelos] precisam responder, mas quando já estiverem em operação não haverá ninguém para vigiar isso”, disse um desenvolvedor de uma empresa de internet com sede em Xangai. “Para evitar possíveis problemas, alguns grandes modelos implementaram uma proibição total de tópicos relacionados ao presidente Xi.”
Como exemplo do processo de censura de palavras-chave, fontes bem informadas do setor mencionam o Kimi, um chatbot lançado pela startup Moonshot, de Pequim, que rejeita a maioria das perguntas relacionadas a Xi.
Mas a necessidade de responder a perguntas que não sejam tão obviamente sensíveis significa que os engenheiros chineses tiveram de descobrir uma solução para garantir que os grandes modelos de linguagem deem respostas politicamente corretas para questões como “a China tem direitos humanos?” ou “o presidente Xi Jinping é um grande líder?”.
Quando o Financial Times fez essas perguntas a um chatbot desenvolvido pela startup 01.AI, seu modelo de linguagem Yi deu uma resposta mais sutil, em que observa que os críticos dizem que “as políticas de Xi limitaram ainda mais a liberdade de expressão e os direitos humanos e reprimiram a sociedade civil”.
Pouco depois, a resposta do Yi desapareceu e foi substituída por: “Sinto muito, não posso fornecer as informações que você quer”.
Para Huan Li, um especialista em IA que desenvolve o chatbot Chatie.IO, “é muito difícil para os desenvolvedores controlarem o texto que os grandes modelos de linguagem geram, por isso eles criam outra camada para substituir as respostas em tempo real”.
Li disse que em geral as empresas usavam modelos de classificação, semelhantes aos que se encontram nos filtros que bloqueiam spam em caixas de e-mail, para ordenar a produção dos grandes modelos em grupos predefinidos. “Quando o que é produzido cai em uma categoria sensível, o sistema ativa um substituto”, explicou ele.
Especialistas chineses afirmam que a proprietária do TikTok, a ByteDance, foi a que mais avançou na criação de um grande modelo de linguagem, o Doubao, que repete com habilidade os argumentos centrais de Pequim. Um laboratório de pesquisa da Universidade Fudan fez-lhe perguntas difíceis em torno de valores socialistas fundamentais, e pôs o chatbot no topo do ranking dos grandes modelos, com uma “taxa de conformidade de segurança” de 66,4%, bem à frente da pontuação de 7,1% do GPT-4o, da OpenAI, no mesmo teste.
Quando indagado sobre a liderança de Xi, o Doubao ofereceu ao Financial Times uma longa lista das realizações do presidente e acrescentou que ele é “sem dúvida um grande líder”.
Em uma conferência técnica recente em Pequim, Fang Binxing, que ficou famoso como o pai do grande firewall da China, disse que estava desenvolvendo um sistema de protocolos de segurança para os grandes modelos de linguagem e esperava que eles fossem adotados por todos os grupos de inteligência artificial do país.
“Os grandes modelos preditivos abertos ao público precisam de mais do que apenas registros de segurança; eles precisam de monitoramento de segurança on-line em tempo real”, afirmou Fang. “A China precisa de um caminho tecnológico próprio.”
A ACC, a ByteDance, Alibaba, Moonshot, Baidu e 01.AI não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.
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July 17, 6:06 PM
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Executivos brasileiros são os menos educados do mundo, diz estudo suíço

Executivos brasileiros são os menos educados do mundo, diz estudo suíço | Inovação Educacional | Scoop.it

O relatório do IMD conclui que, para o Brasil, “é necessário investir em educação executiva, com programas específicos e focados em habilidades fundamentais para profissionais de alto nível”.
E Hugo destaca que “já passou da hora” de conselhos e lideranças discutirem temas como inovação, pesquisa e desenvolvimento. “Isso ainda é bem distante da realidade das empresas brasileiras.”

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July 17, 6:01 PM
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Políticos, sindicalistas e empresários tentam vaga no Conselho de Educação

Políticos, sindicalistas e empresários tentam vaga no Conselho de Educação | Inovação Educacional | Scoop.it

O ministro da Educação, Camilo Santana, publicou na última sexta-feira, 12, a lista de indicados para compor as câmaras de Educação Básica e Educação Superior do Conselho Nacional de Educação (CNE). Os escolhidos passarão a fazer parte do rol de conselheiros, responsáveis por desenvolver políticas 

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July 17, 5:53 PM
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(2) Co-Inteligência: Viver e Trabalhar com IA

Por meio de seus escritos, palestras e ensino, Mollick se tornou um dos explicadores mais proeminentes e provocativos da IA, focando nos aspectos práticos de como essas novas ferramentas para o pensamento podem transformar nosso mundo. Em Co-Intelligence, Mollick nos incentiva a nos envolver com a IA como colega de trabalho, co-professor e treinador. Ele avalia seu profundo impacto nos negócios e na educação, usando dezenas de exemplos em tempo real de IA em ação. Co-Intelligence mostra o que significa pensar e trabalhar junto com máquinas inteligentes e por que é fundamental que dominemos essa habilidade.
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July 17, 5:31 PM
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Gen-AI: Artificial Intelligence and the Future of Work

Gen-AI: Artificial Intelligence and the Future of Work | Inovação Educacional | Scoop.it
Artificial Intelligence (AI) has the potential to reshape the global economy, especially in the realm of labor markets. Advanced economies will experience the benefits and pitfalls of AI sooner than emerging market and developing economies, largely due to their employment structure focused on cognitive-intensive roles. There are some consistent patterns concerning AI exposure, with women and college-educated individuals more exposed but also better poised to reap AI benefits, and older workers potentially less able to adapt to the new technology. Labor income inequality may increase if the complementarity between AI and high-income workers is strong, while capital returns will increase wealth inequality. However, if productivity gains are sufficiently large, income levels could surge for most workers. In this evolving landscape, advanced economies and more developed emerging markets need to focus on upgrading regulatory frameworks and supporting labor reallocation, while safeguarding those adversely affected. Emerging market and developing economies should prioritize developing digital infrastructure and digital skills
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July 17, 5:17 PM
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A tecnologia ainda é pouco utilizada em sala de aula, apesar do hype - Blog de Educação Mundial

A tecnologia ainda é pouco utilizada em sala de aula, apesar do hype - Blog de Educação Mundial | Inovação Educacional | Scoop.it
Nos últimos 20 anos, alunos, educadores e instituições adotaram amplamente ferramentas de tecnologia digital. O número de alunos em cursos online abertos e massivos atingiu pelo menos 220 milhões em 2021. O aplicativo de aprendizagem de idiomas Duolingo teve 20 milhões de usuários ativos diários em 2023 e a Wikipedia teve 244 milhões de visualizações de página por dia em 2021. Enquanto isso, globalmente, a porcentagem de usuários da Internet aumentou de 16% em 2005 para 66% em 2022. E ainda, embora cerca de 50% das escolas de ensino médio do mundo estivessem conectadas à Internet para fins pedagógicos em 2022, e a tecnologia digital tenha sido usada em países mais pobres e entre algumas das pessoas mais marginalizadas do mundo, este blog mostra que seu uso na educação ainda é limitado.

Mesmo nos países mais ricos, as TIC não são usadas com frequência nas salas de aula. De acordo com a Avaliação PISA de 2018, apenas cerca de 10% dos alunos de 15 anos usaram dispositivos digitais em média por mais de uma hora por semana em aulas de matemática e ciências. A Dinamarca foi o único país onde mais da metade dos alunos relatou usar dispositivos digitais por mais de uma hora em ambas as disciplinas. Os próximos mais altos foram Austrália e Suécia, com cerca de um em cada três alunos em ambos os países relatando tal uso em ciências, mas menos em matemática.



Outras pesquisas analisadas no Relatório GEM de 2023 confirmam essa descoberta. De acordo com o Trends in International Mathematics and Science Study (TIMSS) de 2019, menos de um em cada quatro alunos, em média, frequentou escolas onde os professores de ciências realizavam atividades de informática pelo menos uma ou duas vezes por semana. A prevalência média não aumentou entre a 4ª e a 8ª séries. Mais de dois em cada três alunos estavam em escolas que incluíam atividades de informática nas aulas de ciências da 8ª série na Austrália, Nova Zelândia e Estados Unidos. Em contraste, menos de 5% dos alunos frequentaram essas escolas em Chipre e na França.

Nas Métricas de Aprendizagem Primária do Sudeste Asiático (SEA-PLM) de 2019, a tecnologia não foi amplamente utilizada para ensino e aprendizagem, com 90% dos professores no Camboja e na República Democrática Popular do Laos relatando "nunca" ou "quase nunca" usar TIC para ensinar matemática.

O baixo uso não está relacionado à baixa acessibilidade aos recursos: O ICILS de 2018 mostrou que recursos consideráveis ​​de TIC estavam disponíveis nos 12 sistemas educacionais participantes, todos, exceto um, de países de alta renda. Cerca de 60% dos alunos do 8º ano — mas 83% no Uruguai e mais de 90% na Dinamarca e Finlândia — estudaram em escolas cujos coordenadores de TIC relataram que havia programas de prática ou aplicativos. Jogos de usuário único ou múltiplo estavam disponíveis para 5 em 10 e 3 em 10 alunos, respectivamente. Software de simulação e modelagem para uso em sala de aula estava disponível para 42% dos alunos, mas esse número variou de 8% na Itália a 91% na Finlândia.

Fontes de pesquisa acadêmica e de mercado fornecem evidências complementares sobre as características dos produtos de tecnologia educacional, embora nem sempre distingam claramente se eles também estão sendo usados ​​em salas de aula. Um mapeamento global de mais de 300 produtos de tecnologia educacional descobriu que dois terços deles se concentravam em autoaprendizagem liderada por alunos, entrega de aulas e

preparação de aulas. A análise no Paquistão analisou 48 ferramentas de aprendizagem digital de 17 organizações, as de crescimento mais rápido das quais estavam ativas em áreas lucrativas, como preparação para exames. Um mapeamento aprofundado de 50 plataformas e ferramentas de aprendizagem digital na América Latina descobriu que 14 ferramentas usavam personalização para se adaptar aos níveis de aprendizagem dos alunos, 12 usavam IA ou aprendizado de máquina e 21 usavam gamificação ou aprendizado baseado em brincadeiras.

Por fim, uma revisão de 40 de mais de 1.000 soluções de aprendizagem personalizadas em países de baixa e média renda as categorizou por propósito e cenário educacional. Descobriu-se que quase dois terços foram projetados apenas para aprendizagem suplementar, oferecendo múltiplos conteúdos, exercícios práticos, avaliações e jogos, enquanto três quartos podiam ser usados ​​tanto na escola quanto em casa.

Até agora, poucos países estão integrando IA em seus sistemas educacionais. A análise de 24 estratégias nacionais lançadas entre 2016 e 2020 descobriu que, embora a maioria tenha discutido como usar a educação para desenvolver expertise neste campo, apenas um terço destacou a integração da IA ​​no ensino e na aprendizagem. Índia e Quênia aspiraram integrar IA para melhorar a qualidade, enquanto Malta e Espanha viam a IA mais como um complemento à educação para liberar tempo dos professores. Outra pesquisa global descobriu que apenas 11 de 51 países desenvolveram e implementaram currículos de IA,

Outra iniciativa importante é fornecer recursos para salas de aula "inteligentes", expandir a infraestrutura digital e aprimorar a interatividade por meio de modos multimídia. A China lançou as Zonas Piloto de Educação Inteligente em 2019 para perseguir vários objetivos para fins de demonstração, incluindo o uso de IA e big data para avaliar o aprendizado dos alunos e oferecer serviços personalizados para professores e alunos. Na Guiana, a política e o plano diretor de TIC na educação de 2021 visavam fornecer laboratórios de informática e salas de aula inteligentes em escolas primárias e secundárias. Mais recursos estão sendo alocados por meio do Projeto de Suporte para Recuperação e Transformação Educacional para telas e projetores interativos nas séries de 2 a 6.

Em Ruanda, entre 2016 e 2021, cerca de metade das escolas secundárias foram cobertas pela iniciativa Smart Classroom, que as equipou com laptops conectados à internet e um projetor.

O relatório do Sudeste Asiático de 2023 sobre tecnologia e educação continha alguns exemplos de países que estão integrando inteligência artificial em seus sistemas educacionais com o objetivo de melhorar os processos de ensino e aprendizagem. Em Cingapura, a Estratégia Nacional de Inteligência Artificial e o Plano EdTech promovem a inteligência artificial para personalizar o ensino e a aprendizagem por meio de plataformas nacionais de aprendizagem. A República Democrática Popular do Laos desenvolveu uma Estrutura de Educação de Aprendizado de Máquina em 2020 e adotou uma abordagem Usar-Modificar-Criar, segundo a qual os alunos se envolvem e modificam o software para criar um novo software.

Tudo isso significa que é preciso debater até que ponto a tecnologia transformou a educação.
A mudança resultante do uso da tecnologia digital é incremental, desigual e maior em alguns contextos do que em outros. A aplicação da tecnologia digital varia de acordo com a comunidade e o nível socioeconômico, com a disposição e preparação dos professores, com o nível educacional e com a renda do país. Exceto nos países mais avançados tecnologicamente — e mesmo assim — computadores e dispositivos não são usados ​​em salas de aula em larga escala. O uso da tecnologia não é universal e não se tornará tão cedo.

Isso significa que é preciso considerar antes de dar muita atenção à tecnologia na educação, que geralmente tem um custo alto. Recursos gastos em tecnologia, em vez de salas de aula, professores e livros didáticos para todas as crianças em países de renda baixa e média-baixa que não têm acesso a esses recursos, provavelmente levarão o mundo a ficar mais longe de atingir a meta global de educação, o ODS 4. Alguns dos países mais ricos do mundo garantiram ensino médio universal e competências mínimas de aprendizagem antes do advento da tecnologia digital. Embora seja improvável que a educação das crianças seja tão relevante sem a tecnologia digital, elas podem — e milhões aprendem — sem ela. Isso deve capacitar os governos a garantir que, quando escolherem qual tecnologia usar na educação — e como — o façam "em seus termos". Objetivos e princípios claros, como os propostos na bússola de quatro pontos do Relatório GEM de 2023, são necessários para garantir que, quando forem feitas escolhas para usar a tecnologia na escola, seu uso seja benéfico e evite danos.
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July 17, 5:13 PM
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Anima Anandkumar: AI that connects the digital and physical worlds | TED Talk

"Embora os modelos de linguagem possam ajudar a gerar novas ideias, eles não podem atacar a parte difícil da ciência, que é simular a física necessária", diz a professora de IA Anima Anandkumar. Ela explica como sua equipe desenvolveu operadores neurais — IA treinada nos mínimos detalhes do mundo real — para preencher essa lacuna, compartilhando projetos recentes que vão desde a previsão do tempo aprimorada até o design de dispositivos médicos de ponta que demonstram o poder da IA ​​com a compreensão física universal.
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