Inovação Educacional
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Curadoria por Luciano Sathler. CLIQUE NOS TÍTULOS. Informação que abre caminhos para a inovação educacional.
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CNI pede avanços no ensino técnico

Em documento com propostas para a eleição deste ano, entidade defende a valorização da formação profissional e pede melhorias na educação
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Ela lançou uma edtech para impulsionar a carreira de brasileiros

Ela lançou uma edtech para impulsionar a carreira de brasileiros | Inovação Educacional | Scoop.it

Direto do Vale do Silício, a edtech Education Journey reúne conteúdos de educação para profissionais que cobrem diversas áreas da jornada profissional como liderança, soft e hard skills e cursos de idiomas. “Tudo é educação. Porque se a gente quiser dar mais oportunidades para as pessoas, elas têm que estar preparadas”, diz.
A mudança para os Estados Unidos aconteceu em 2013, depois que o marido, Marcelo DoRio, fundador da cervejaria Devassa, vendeu seu negócio e pôde acompanhá-la. Iona havia sido contemplada com uma bolsa da Fundação Lemann, que premia brasileiros atuantes em áreas diversas, e uniu dois temas de interesse em um mestrado em educação e tecnologia em Stanford. “Entendi que as mudanças na tecnologia iriam tornar mais acessível e trazer inovação para a educação.”
Durante o curso, Iona participou da construção da plataforma de educação online da Universidade de Stanford, uma das melhores do mundo, e atuou durante oito anos no mercado de software B2B em edtechs no Vale do Silício. Foi o pontapé para que ela reunisse conhecimento e informações sobre o mercado para poder lançar a sua própria edtech. “Como psicóloga, atuei com educação infantil e percebi logo cedo que a mudança na vida das pessoas passava, necessariamente, pelo ensino.”

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MEC lança projeto-piloto Nordeste Conectado

A ação vai beneficiar estudantes e professores das cidades de Juazeiro, na Bahia, e Petrolina, em Pernambuco com a oferta de internet de qualidade na região
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O mercado de trabalho para as juventudes no Brasil

O mercado de trabalho para as juventudes no Brasil | Inovação Educacional | Scoop.it
nos jovens brasileiros, sobretudo nos mais vulneráveis. A análise sobre o mercado levanta questões como: bônus demográfico e desemprego; informalidade; crescimento de trabalhadores de apps; e empreendedorismo por necessidade. Mostra as seguintes tendências: mais divisão entre incluídos e excluídos digitais; alta oferta para profissionais de tecnologia; e empreendedorismo como alternativa para falta de emprego. Já a investigação sobre a área da educação para o pós-pandemia trata de situações como: longo fechamento das escolas; estratégias variadas para aulas remotas; desafios para os professores; e prejuízos desiguais entre os diferentes jovens. Traz as seguintes tendências
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Conheça as empresas que vão mudar o jeito de estudar

Conheça as empresas que vão mudar o jeito de estudar | Inovação Educacional | Scoop.it
Dos programas que ensinam a criar mundos virtuais às plataformas que conectam estranhos para aprender idiomas, saiba o que reserva a educação do futuro
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Na Amazônia, ar irrespirável

Na Amazônia, ar irrespirável | Inovação Educacional | Scoop.it
Na contramão de outros países, o Brasil aumentou as emissões de gases de efeito estufa durante a pandemia. Isso é resultado do crescente desmatamento nas florestas brasileiras. Em 2020, houve um aumento de 24% na emissão de CO2e por mudanças de uso da terra na comparação com o ano anterior. O CO2e, dióxido de carbono equivalente, é usado para medir o conjunto de gases do efeito estufa. Em um ano, as emissões da Amazônia Legal aumentaram em 187 milhões de toneladas – o equivalente às emissões do Peru. O desmatamento foi responsável por três quartos do CO2e liberado nos nove estados em 2020. Altamira (PA), líder no ranking por municípios, emitiu 35,2 milhões de toneladas de gases do efeito estufa em 2019. O =igualdades desta semana faz um raio X nas emissões de CO2e no Brasil.
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O financiamento da educação

É preciso interromper agora o desmonte dos pilares do sistema de financiamento da política educacional no Brasil
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As escolas públicas devem ensinar educação financeira?

As escolas públicas devem ensinar educação financeira? | Inovação Educacional | Scoop.it
A aprovação do PL 231/2015 no início do mês acendeu o debate sobre a inclusão da educação financeira nas propostas pedagógicas das escolas do Rio Grande do Sul
Para OCDE, as pessoas devem ser educadas sobre questões financeiras o mais cedo possível em suas vidas
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Estados integrados ao GOV.BR lideram oferta de serviços públicos digitais no país, indica estudo 

“É um grande desafio liderar ações para a transformação digital e muito importante reconhecer o talento das pessoas que empreenderam nos estados”, ressalta o secretário de Governo Digital do Ministério da Economia, Fernando Coelho Mitkiewicz, que participou da cerimônia de premiação. “Essa iniciativa e a parceria com todos esses entes são bastante relevantes para realinhar esforços, verificar quais pontos precisam ser melhorados e seguir avançando ainda mais”, completou.
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Desemprego assombra mais jovens e geração acima de 50 anos, diz estudo

Desemprego assombra mais jovens e geração acima de 50 anos, diz estudo | Inovação Educacional | Scoop.it

Nos últimos dez anos, o Brasil ganhou mais de 2,2 milhões de desempregados só nas duas pontas mais sensíveis do mercado de trabalho: de jovens e de profissionais acima de 50 anos.
Na geração mais nova, entre 18 e 24 anos, um em cada quatro jovens está desocupado no país. No outro extremo, cerca 880 mil pessoas acima de 50 anos perderam o emprego no período.
No total, são 7,6 milhões de desempregados nas faixas de 14 a 29 anos e no chamado 50+, segundo pesquisa da consultoria Idados. Hoje, essas duas gerações são as que mais têm dificuldade para conseguir emprego. O que sobra para um falta para o outro.
A mais nova, apesar de ser antenada e tecnológica, não tem a experiência que as empresas pedem.
Os sêniores, por outro lado, têm a experiência e a vivência de trabalho, mas sofrem com o preconceito em relação ao potencial para acompanhar as inovações do mercado e por, supostamente, serem menos flexíveis.
No primeiro trimestre deste ano, a taxa de desemprego dos brasileiros entre 14 e 17 anos era de 36,4% — ou seja, mais de um terço dessa população estava sem emprego, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Para aqueles entre 18 e 24 anos, as taxas caem um pouco, para 22,8%. Entre os mais velhos, esse porcentual é bem menor, em torno de 7%, mas dobrou nos últimos dez anos.
Em 2012, segundo o IDados, o número de desempregados acima de 50 anos era de 508,9 mil pessoas. Hoje, eles são 1,4 milhão de pessoas em busca de uma recolocação.
A expectativa é de que esse grupo continue subindo nos próximos anos por causa das mudanças nas regras da Previdência Social, diz o pesquisador da consultoria Bruno Ottoni.
Com o aumento da faixa etária para se aposentar (62 anos para mulheres e 65 anos para homens), as pessoas vão precisar ficar mais tempo no mercado.
Apesar da taxa de desemprego desse grupo ser menor comparada à média nacional de 11%, os números escondem uma situação complicada.
Sem oportunidades, muitos desses trabalhadores desistem de buscar trabalho, vivem na informalidade ou tentam o empreendedorismo. Há também os chamados “nem nem nem”, aqueles que não trabalham, não buscam emprego e não são aposentados.
Etarismo
Segundo a gerente Sênior da Catho, Bianca Machado, esses profissionais sofrem com o etarismo. Existe a crença de que os profissionais mais velhos não conseguem acompanhar a tecnologia.
Por isso, diz ela, os recrutadores têm receio de contratar essas pessoas, mesmo elas tendo experiência.
Bianca conta que há um movimento, ainda tímido, para criar programas e iniciativas que estimulem a contratação desse grupo de pessoas.
O objetivo é dar suporte, desenvolver carreiras e aprimorar a cultura de diversidade. O grupo Elfa, empresa de soluções e serviços logísticos de saúde, criou no ano passado o programa Talento Sênior para atrair e engajar profissionais com 50 anos ou mais. Hoje, a média de idade na companhia é de 27 anos.
O primeiro ano do programa teve mais de 1 mil inscrições para oito vagas. “É um processo que exige uma certa experiência”, diz o diretor de Gente e Gestão da empresa, Fred Lopes.
Os profissionais foram contratados para áreas de recursos humanos, TI, comercial e digital. Todos estão em posição de gerência e coordenação. Para este ano, uma nova seleção deverá ser feita no segundo semestre.
“A população está envelhecendo, mas com uma expectativa de vida cada vez maior. Então, tenho de estar preparado para essa mudança”, diz Lopes.
Segundo o IBGE, em 2060 as pessoas com 65 anos ou mais vão representar 25% da população brasileira e somarão 60 milhões de pessoas.
Na avaliação do diretor da FGV Social, Marcelo Neri, a perspectiva para os mais jovens é um pouco melhor no longo prazo.
“A última década foi muito difícil para os jovens (de 2014 para cá, eles perderam 14% da renda), mas acho que o jogo está virando para eles. Com a digitalização e a transição geográfica, eles serão mais valorizados.”
Essa geração, diz Neri, fez uma transição educacional forte e tem um nível educacional bem superior ao de seus pais.
O problema é que isso não significou melhora na produtividade, ou seja, não houve avanço em termos de inserção trabalhista, diz Neri.
Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), trata-se de uma geração mais pobre que a de seus pais. Isso porque o número de empregos bem remunerados de nível médio diminuiu.
Um exemplo é Gustavo Henrique Felix Salviano. Ele tem 20 anos e não consegue emprego por falta de experiência. Já fez várias entrevistas, mas sempre é barrado por esse motivo.
Atualmente, está fazendo um curso de programação para melhorar o currículo e facilitar sua entrada no mercado.
Profissionais mais velhos relatam preconceito de empresas
Marilisa Salvi trabalhou durante 27 anos com carteira assinada em vários setores, de moda à indústria metalúrgica. Mas hoje, aos 57 anos, não vê benefício em tanta experiência.
Formada em administração de empresas e engenharia de produção, ela está desempregada há dois anos e meio, apesar de procurar incansavelmente por uma oportunidade.
Atualmente, tem sobrevivido com a venda de roupas pela internet.
“Só vejo portas fechadas. Para algumas empresas, a experiência e a bagagem são vistas como vícios adquiridos e que podem atrapalhar na adaptação e dar maus exemplos a funcionários mais jovens”, diz ela. Além disso, o preconceito contra o trabalhador mais velho é escancarado.
Marilisa diz que já cansou de ouvir de recrutadores que a vaga é para pessoas mais jovens. Mesmo que não falassem abertamente, os requisitos já mostram isso: “Exigem experiência com novas ferramentas de trabalho que não conheço”, diz ela.
Habilidade digital
Alberto Moraes, de 63 anos, entende bem esse ponto. Há três anos desempregado, ele reconhece que não tem habilidades digitais. “O máximo que sei mexer é word”, diz ele, que começou a trabalhar aos oito anos de idade como engraxate na frente do antigo Cine Clipper, na Freguesia do Ó, em São Paulo.
Moraes não é aposentado, apesar de ter pago o INSS por anos. “Fui vítima de um contador estelionatário que dizia pagar as guias, mas não pagava.”
Durante 20 anos, foi dono de uma oficina mecânica na Lapa, mas por questões de saúde não pode mais fazer esse tipo de trabalho. “Sinto-me extremamente limitado para atividades que exigem força e muito movimento”, diz ele, que busca alguma colocação na área administrativa.
Moraes conta que tem participado de concursos públicos e tido boas colocações. “Mas ainda não consegui uma vaga. Continuarei tentando”, diz ele, que hoje conta com a ajuda de parentes e amigos para se sustentar.

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Maya Capital levanta novo fundo e mais que dobra tamanho 

Maya Capital levanta novo fundo e mais que dobra tamanho  | Inovação Educacional | Scoop.it
“A nossa tese é ser o primeiro cheque para a startup e ainda mais hands-on como investidoras, por isso um fundo maior que nos permita liderar rodadas”, disse Saggioro ao Pipeline. “Somos agnósticas em setores. Buscamos os melhores empreendedores, obcecados, e ajudamos em três frentes principais: talentos, go to market, dando tração comercial e atraindo clientes, e fundraising, construindo cap table estratégico.”
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Global Skills Report 2022 | Coursera

Global Skills Report 2022 | Coursera | Inovação Educacional | Scoop.it
The Global Skills Report analyzes reskilling trends for 100+ countries around the world.
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Here's how to navigate ‘The Great Relearning’ revolution

Here's how to navigate ‘The Great Relearning’ revolution | Inovação Educacional | Scoop.it
When COVID-19 forced the brakes on the global economy, millions of people decided to step off the treadmill to refuel their aspirations. As many as 40-75% of the workforce is reported to be considering quitting their current job. This movement has precipitated a talent crisis, fuelling debate on whether this is the Great Resignation or the Great Reshuffle. While each analysis is insightful, I believe we are looking at something completely different; we are at the tipping point of the Great Relearning Revolution.
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Disputa bilionária por vagas de Medicina chega ao Supremo e provoca racha entre instituições de ensino privado

Disputa bilionária por vagas de Medicina chega ao Supremo e provoca racha entre instituições de ensino privado | Inovação Educacional | Scoop.it

A disputa pelo lucrativo mercado de cursos de Medicina chegou ao Supremo, provocando um racha entre instituições privadas de ensino superior. Em jogo, a abertura de um mercado bilionário que tem as mensalidades mais caras do ensino privado, na casa dos R$ 7 mil a R$ 12 mil, e que está num limbo regulatório desde 2018, quando o Ministério da Educação proibiu, por cinco anos, a abertura de novas vagas por meio de editais do Mais Médicos. 
No início de junho, a Anup (Associação Nacional de Universidades Privadas) — que tem entre seus principais associados a Afya, Cogna/Kroton e YDUQS —  entrou com uma ação no Supremo para tentar barrar a tramitação de uma centena de pedidos de liminar espalhados por tribunais de todo o país demandando que o MEC retome o processo de avaliação de pedidos de abertura de novas vagas. 
As três empresas estão entre as entidades de ensino superior que mais possuem vagas de Medicina, sendo que a Afya é especializada na área.
A Anup defende a retomada dos editais do Mais Médicos, restringindo as vagas para municípios específicos, enquanto a grande maioria das entidades de ensino privada, representada em outras associações como Anaceu e Abrafi, defende a reabertura dos protocolos do MEC — sem restrições que não seja de qualidade dentro dos processos avaliativos existentes no ministério, como estabelecido na Constituição.
— Da forma como é colocado, parece que as instituições estão obtendo autorizações judiciais para abrir vagas. Não é isso. Estamos solicitando que o MEC tramite processos autorizativos. Uma vez que se obtenha a liminar, o processo entra na tramitação ordinária, com todos os instrumentos de avaliação e pressupostos de qualidade. E que podem ou não resultar na autorização — diz Arthur Sperandeo de Macedo, presidente da  Anaceu (Associação Nacional de Centros Universitários). 
— Somos a favor da livre iniciativa. Não faz sentido bloquear o acesso a um determinado curso, ainda mais na área de Medicina, com a pandemia demonstrando a falta de profissionais — completa Macedo, lembrando que em nenhuma outra especialidade de ensino superior há restrição de abertura de vagas. No Direito, a restrição se dá pelo exame da Ordem (OAB).
A ação da Anup — entidade presidida por Elizabeth Guedes, irmã do ministro da Economia — conta com apoio das entidades de classe médicas e da bancada da Medicina no Congresso e surpreendeu até mesmo associados da própria Anup pela celeridade. A entidade convocou os associados no dia 3 de junho para uma assembleia no dia 6 para deliberar sobre entrar ou não com a ação no Supremo. No dia 8, o pedido de liminar, com 59 páginas assinado pelo escritório de advocacia de Sergio Bermudes, já estava protocolado no STF. A demanda foi distribuída para o ministro Gilmar Mendes, que ainda não se manifestou.
Desde o início do ano, três entidades de ensino superior conseguiram liminares para obrigar o MEC a avaliar pedidos de abertura de 403 vagas. Entre elas, a UniFTC, da Bahia, recém adquirida pelo fundo Mubadala, dos Emirados Árabes Unidos, e que obteve o direito de solicitar 199 vagas adicionais para seu campus em Feira de Santana, onde uma mensalidade custa R$ 11,2 mil. O Centro Universitário Dom Bosco, de São Luiz, conseguiu o direito a solicitar a abertura de 84 vagas. E a Sociedade Rondoniense de Ensino Superior Dr. Aparício Carvalho de Moraes, de 120 vagas.
Até 2013, quando a Lei dos Mais Médicos estabeleceu critérios para a abertura de vagas em municípios específicos, não havia restrições para pedidos além de critérios de qualidade estabelecidos pelo MEC. Na prática, contudo, o ministério não permitia a abertura do protocolo de pedidos de vagas para Medicina pelo site. Faltava o campo “Medicina” entre as opções no sistema — o que era entendido no setor como uma limitação velada e influenciada pelo corporativismo das entidades médicas.
Em 2013, diante da falta de médicos em diversas regiões do país e enfrentando muita oposição da classe médica, o governo Dilma contornou a resistência para a abertura de novas vagas introduzindo processos licitatórios, exclusivamente para alguns municípios onde o déficit de médicos em relação à população era mais crítico. Em abril de 2018, o MEC do ministro Mendonça Filho suspendeu quaisquer novos editais do Mais Médicos por cinco anos, baseado em um estudo do próprio MEC questionando a qualidade dos novos cursos.
— Se autorizaram a criação de cursos de baixa qualidade, você resolve fechando esses cursos ou determinando que sejam feitas melhorias. Isso não justifica uma moratória proibindo a abertura de novos cursos no país inteiro— diz um executivo do setor que defende a liberdade do setor de abrir novas vagas, como em qualquer outra área de especialização.
O Brasil possui 500 mil médicos, uma relação de 2,38 por mil habitantes — número que está acima do mínimo recomendado pela OMS, de 1:1000, mas abaixo de Argentina, com 3,86, e de países europeus como Alemanha (3,89) ou Portugal (4,1). Além disso, o número médio do país esconde uma enorme desigualdade, com o Estado de São Paulo sozinho concentrando quase 28,6% dos médicos em atividade no país.

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MEC lança programa para fomentar a expansão de educação a distância nas universidades federais

MEC lança programa para fomentar a expansão de educação a distância nas universidades federais | Inovação Educacional | Scoop.it
O Reuni Digital disponibilizará 5 mil vagas, distribuídas entre 14 cursos já no próximo processo seletivo
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Certificação no Piauí reconhece habilidades

Certificação no Piauí reconhece habilidades | Inovação Educacional | Scoop.it
O objetivo do Programa de Certificação Profissional do Piauí (Certific-PI) é reconhecer e autenticar formalmente profissionais a partir de 18 anos, inseridos ou não no mercado, que buscam reconhecimento das habilidades adquiridas na área em que atuam, já são qualificados pela prática, pois têm saberes adquiridos em suas vivências profissionais, mas que ainda não tiveram a oportunidade de concluir sua escolaridade e adquirir formalmente o certificado.
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Itinerário da Formação Técnica e Profissional (FTP)

Itinerário da Formação Técnica e Profissional (FTP) | Inovação Educacional | Scoop.it
coleção “A Formação Técnica e Profissional e o Novo Ensino Médio: Guias de Apoio às Redes Estaduais”, que apoia as redes estaduais na Formação Técnica e Profissional (FTP) no atual ensino médio, traz informações sobre as mudanças nessa etapa da Educação Básica, unidades curriculares, eixos estruturantes, itinerários formativos de FTP e possiblidades e formas de oferta da FTP, incluindo o ensino superior. O documento é composto por 21 perguntas e respostas, bons exemplos inspiradores do Sesi/Senai, glossário, referências bibliográficas e legislação. O pdf é navegável: clicando-se nos itens do sumário e nas perguntas no início, pode-se acessar cada conteúdo diretamente.
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Ensino a distância mostra os gargalos

Ensino a distância mostra os gargalos | Inovação Educacional | Scoop.it

Pesquisa divulgada pelo Pew Research Center mostra que pelo menos 16% dos 1.316 adolescentes americanos entrevistados acreditam ter ficado com atraso em sua educação por causa da Covid-19.
Entre os pais, o nível de desconfiança é bem maior: 28% dizem o mesmo, que os filhos ficaram com menos aprendizado na bagagem.
Dois a cada três estudantes disseram ainda preferir que a escola volte ao sistema presencial após o fim da pandemia e apenas 9% optaram pela continuação do ambiente on-line. Um a cada cinco informaram não ter acesso a um computador em casa — isso nos EUA.

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Instituições de ensino devem indenizar alunos por oferta de cursos EAD sem autorização do MEC

Cada estudante deverá receber R$ 12 mil em danos morais, além de ressarcimento das taxas e das mensalidades 
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HSM transforma HSM EXPO em HSM+

HSM transforma HSM EXPO em HSM+ | Inovação Educacional | Scoop.it
Nova marca busca refletir o atual contexto da companhia, que vai além da exposição. Empresa também firma parceria com a MCI
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As Student Engagement Falls, Colleges Wonder: ‘Are We Part of the Problem?’

As Student Engagement Falls, Colleges Wonder: ‘Are We Part of the Problem?’ | Inovação Educacional | Scoop.it
Learning from higher ed institutions that deliver support to students as the default, not the exception.
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Faculdade XP terá 400 vagas para cursos de tecnologia com bolsa 100%

Faculdade XP terá 400 vagas para cursos de tecnologia com bolsa 100% | Inovação Educacional | Scoop.it

Com investimento de cerca de R$ 100 milhões, a Faculdade XP, negócio de educação do grupo financeiro, vai arcar com 100% da mensalidade dos alunos das graduações de tecnologia, cujas primeiras turmas começam em agosto. Serão 400 vagas, entre bacharelados e tecnólogos, a cada semestre. A estratégia é atrair estudantes de alto rendimento acadêmico para suas graduações de TI, ou seja, um perfil de aluno que tende a ter uma carreira bem sucedida e, com isso, a faculdade vai criando uma marca de reputação que, por sua vez, vai refletir nos outros cursos pagos da casa.
Para atrair esses alunos, as novas graduações terão forte vínculo com a XP Investimentos, que entrou no mercado de ensino superior há sete meses ao comprar a faculdade de ensino a distância IGTI. O modelo acadêmico será baseado em estudos de casos reais (projetos), sendo a maior parte deles ligada à corretora. Vários executivos do grupo financeiro vão ministrar aulas, que serão remotas.
“Queremos formar líderes em tecnologia. Nosso modelo é ‘anywhere’, como adotamos na companhia, com o objetivo de atrair alunos de todas as regiões”, disse o CEO da XP Educação, Paulo de Tarso.
Há uma tendência mundial de aprendizado por projeto ou seguindo-se o modelo conhecido como Dual, em que cerca de 50% do conteúdo didático é ministrado por meio de aulas práticas dentro de empresas. Muitas delas pagam a mensalidade do aluno, que faz estágios nessas companhias e, normalmente, é contratado após a conclusão do curso.
Alunos também podem seguir outras empresas
A Faculdade XP arca com o custo dos alunos, mas eles podem seguir carreira em outras empresas. A estratégia de pagar a mensalidade é permanente, não se limitará à fase de lançamento da graduação. Segundo Tarso, os cursos pagos é que vão subsidiar a graduação. Uma pós graduação custa a partir de R$ 8 mil e os de curta duração (conhecidos como ‘boot camp’) são ofertados por meio de assinaturas mensais de R$ 65.
A estratégia adotada pela XP vai na mesma linha da Faculdade Inteli, instituição de ensino focada em formar líderes com conhecimento em tecnologia fundada pela família do banqueiro André Esteves, do BTG, que investiu R$ 200 milhões nessa operação. Além desses recursos, o Inteli criou um fundo de R$ 40 milhões destinado a alunos carentes - metade das turmas tem algum tipo de ajuda financeira para arcar com a mensalidade, moradia, alimentação, notebook etc.
Processo de seleção
Em ambas, o processo seletivo dos alunos contempla entrevistas, análise de perfil sócio-emocional e não só à prova de conhecimentos gerais. “É um processo com várias etapas que envolve um ‘boot camp’ [curso] de duas semanas, análise de aprendizado, interesse por empreendedorismo. Aqueles que passam por essa etapa, fazem a prova de conhecimentos gerais, que pode ser com a nota do Enem ou por meio do nosso vestibular”, disse o CEO da XP Educação.
A Faculdade XP terá aulas on-line síncronas (ao vivo). No Inteli, o curso é presencial - foi montado um campus dentro da cidade universitária da USP, em São Paulo.
Outro empresário que entrou nessa seara é Elie Horn, fundador da Cyrela, que investiu R$ 30 milhões no ITuring, que oferece cursos livres de TI. Mas há intenção de abrir graduação.

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Insights do Citi: dos conselhos às startups ao futuro do dinheiro | Mercado

Insights do Citi: dos conselhos às startups ao futuro do dinheiro | Mercado | Inovação Educacional | Scoop.it
Há capital, não para todas. As companhias mais fortes continuarão a se financiar e podem aproveitar para comprar concorrentes e ganham alguma vantagem para atrair talentos" , disse Luis Valdich, diretor do Citi Ventures, ao Pipeline, que se diz otimista com o ajuste da exuberância anterior. "As startups mais fracas podem não conseguir captar novamente ou vão operar como zumbis, sem grandes perspectivas."
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A changing mindset: The new normal for blockchain use cases

A changing mindset: The new normal for blockchain use cases | Inovação Educacional | Scoop.it
As arguably the authoritative voice on DLT in our industry, Yuval Rooz, chief executive officer and co-founder, Digital Asset, shares implementation best practices for a sector which grasps the concept and benefits of blockchain, but still needs to understand how to best put it to use.
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Angel Ventures levanta su tercer fondo de Venture Capital y abrirá oficina en Brasil

Angel Ventures levanta su tercer fondo de Venture Capital y abrirá oficina en Brasil | Inovação Educacional | Scoop.it
El fondo mexicano de capital de riesgo Angel Ventures comenzó el levantamiento de su tercer fondo AV Latam Fund III y abrirá una oficina en Brasil, como parte de un rediseño de su tesis de inversión, que ahora incluye al gigante sudamericano a la región de América Latina y abre las opciones de financiamiento a startups que formen parte del mercado latino en Estados Unidos.
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