Inovação Educacional
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Inovação Educacional
Curadoria por Luciano Sathler. CLIQUE NOS TÍTULOS. Informação que abre caminhos para a inovação educacional.
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December 6, 2012 11:15 AM
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Ouro negro para a educação

A divisão dos royalties dos contratos de exploração de petróleo, especialmente dos blocos do pré-sal, tem atraído a atenção de políticos, governadores, prefeitos e a opinião pública. É compreensível tamanho interesse, pois se trata de uma receita que somou R$ 25 bilhões em 2011, R$ 9 bilhões dos quais amealhados pelos Estados produtores. O veto parcial da presidenta Dilma ao projeto de lei aprovado no Congresso Nacional, desejado por alguns e antecipado por muitos, mantém o tema em pauta. Mas é a Medida Provisória 592/2012, assinada no último dia 3 e que destina a totalidade dos royalties distribuídos para a União, Estados e municípios provenientes de futuros contratos de exploração para a educação, que merece especial reflexão. Os reitores das instituições federais de Ensino Superior já haviam publicado carta defendendo a vinculação desses recursos para a formação das novas gerações; foi uma vitória política da educação e define compromisso com o futuro do país. O petróleo é uma das importantes riquezas naturais do Brasil e uma das fontes de energia não renovável que contribuiu para configurar o mundo como hoje conhecemos. Logo, é preciso que os lucros auferidos pela sua exploração sejam investidos em educação, uma área estratégica para o desenvolvimento social e sustentável da nação. A propósito, a descoberta das reservas no intervalo do pré-sal é resultado do investimento nacional da Petrobras em ciência e inovação e dos avanços realizados pelos geólogos, engenheiros e demais pesquisadores formados em nossas universidades.

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December 6, 2012 10:54 AM
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Kroton diz ter RS 700 milhões para novas aquisições

Kroton diz ter RS 700 milhões para novas aquisições | Inovação Educacional | Scoop.it

O presidente da Kroton, Rodrigo Galindo, disse nesta quarta-feira que a companhia conta com cerca de R$ 700 milhões em espaço de endividamento para financiar aquisições até o final do próximo ano.

Segundo ele, isso seria possível por meio do aumento da relação entre a dívida líquida e o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) para até 2,5 vezes, ante o patamar atual de 1,7 vez. "Considerando a geração de caixa até o final de 2013 e o espaço para o aumento da dívida, o limite de 2,5 vezes é razoável", disse o executivo após participar da cerimônia de migração das ações da empresa para o Novo Mercado.Galindo acrescentou que "não estão nos planos" da empresa neste momento novas emissões de ações. Isso porque a companhia descarta aquisições que ultrapassem as metas de limite de endividamento.

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December 5, 2012 6:15 PM
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Os fantásticos livros voadores do Senhor Lessmore (vídeo 15'07)

Uma animação profundamente sensível da vida que os livros ganham e carregam. Vida e leitura transitam juntos atravessando a existência daqueles que lidam com eles e os deixam pousar em si mesmos e que se encantam em lhes dar vida, seja pela leitura ou pela escrita.

Vencedor do Oscar 2012 e curtas em animação.

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December 6, 2012 6:51 AM
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Boas práticas docentes no ensino da Matemática | Estudos e pesquisas | Fundação Victor Civita

Boas práticas docentes no ensino da Matemática | Estudos e pesquisas | Fundação Victor Civita | Inovação Educacional | Scoop.it

Qual é a fórmula para ser um bom professor de Matemática? É óbvio que não existe uma pronta e aprovada por unanimidade. Mas há pistas claras do que ela deve conter. Pesquisa da Fundação Victor Civita (FVC), realizada pela Fundação Cesgranrio com o apoio do Banco Itaú BBA e do Instituto Unibanco, levantou as características, atitudes e práticas frequentes entre 63 docentes da disciplina responsáveis por turmas do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e do Médio em escolas públicas paulistas. Os docentes observados no estudo Boas Práticas Docentes no Ensino da Matemática foram escolhidos entre os que se saíram melhor no Processo de Promoção por Merecimento da rede estadual paulista e que obtiveram médias altas em pelo menos duas edições do Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp) entre 2008 e 2010.
Dez mestrandos ou doutorandos de Matemática observaram (e filmaram) o grupo selecionado em ação e responderam a questões sobre as condições da sala, a estrutura da aula e o clima em classe. Cinco especialistas com vasta experiência em Matemática e Educação assistiram às gravações de forma que o trabalho de cada docente fosse avaliado por mais de um deles. Todos usaram critérios idênticos para eleger as aulas mais interessantes do ponto de vista didático-pedagógico e identificar os melhores momentos.
A pesquisa, coordenada por Nilma Santos Fontanive e Ruben Klein, da Cesgranrio, detectou, por exemplo, que 40,5% das aulas observadas são iniciadas com a explicitação das expectativas, metas ou conteúdos a serem abordados e em 86,5% delas os professores ouvem, de fato, o que os alunos estão dizendo e respondem apropriadamente. Além disso, 39,8% foram baseadas em contextos do cotidiano para desenvolver um conceito ou descobrir a relação matemática envolvida em determinada situação.

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December 6, 2012 6:52 AM
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Boas práticas docentes no ensino de matemática - Relatório final da pesquisa

Fundação Victor Civita

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December 6, 2012 6:46 AM
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Google e Amazon começam a vender livros no Brasil

Google e Amazon começam a vender livros no Brasil | Inovação Educacional | Scoop.it

A Amazon abriu sua loja de livros no Brasil na madrugada desta quinta-feira, pouco tempo depois de o Google iniciar a venda de ebooks por meio de sua loja de conteúdo digital, acirrando a disputa pelo mercado no Brasil. Segundo a Amazon, as ofertas incluem são 13 mil em português e o e-reader Kindle por R$ 299. No total, são 1,4 milhão de títulos na Loja Kindle. O e-reader da Amazon, no entanto, ainda não está disponível, segundo o site, que o promete para as próximas semanas. O Kobo, anunciado recentemente pela Livraria Cultura, é vendido por R$ 399.

O modelo de Kindle disponível é o de seis polegadas, que custa US$ 69 nos Estados Unidos. Ele tem 2GB de memória interna, pesa 170 gramas e suporta Wi-Fi b/g/n e protocolos de segurança WEP, WPA, e WPA2. Trata-se da quarta geração do aparelho, lançado em setembro de 2011.

Segundo Alexandre Szapiro, vice presidente do Kindle da Amazon.com.br, também será possível acessar os conteúdos da loja em outras telas, como Android, iPhone ou iPad, PC ou Mac.

"Estamos entusiasmados em lançar esta nova Loja Kindle para consumidores brasileiros que oferece os best sellers mais populares de muitos dos grandes escritores brasileiros, todos com preço em reais", disse Alexandre Szapiro, vice presidente do Kindle da Amazon.com.br.

A Amazon.com.br também anunciou que autores e editores independentes agora estão aptos a disponibilizar seus livros na nova Loja Kindle Brasil usando o Kindle Direct Publishing (KDP).

A estreia da empresa ocorre após meses de rumores sobre a chegada ao Brasil da maior varejista da Internet, inclusive com especulações de uma possível associação com um grupo local para entrar no país com mais força.

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December 6, 2012 6:45 AM
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Com a palavra, os estudantes

Reportagem mostra o que os alunos jovens pensam sobre as mudanças que passam e sobre o ensino fundamental.

"A passagem do 5º para o 6º ano é difícil, porque você cria muitas responsabilidades, seus pais põem muitas expectativas em você. É sufocante!" Aluno
Novas responsabilidades "A dinâmica dos anos finais do Ensino Fundamental é muito diferente da dos ciclos anteriores. Faz-se necessário que o estudante se organize com diferentes cadernos e conteúdos e considere a maneira particular de cada professor dar aula. Isso precisa ser ensinado pela escola e reforçado pela família. Cabe a ela fomentar a autonomia dos filhos na organização dos estudos em casa." Lucas Monteiro de Oliveira, professor da Escola Santi, em São Paulo
"Na adolescência, mudamos bastante, opção sexual, estilo que vamos querer. Algum menino descobre que gosta de meninos, outro começa a usar drogas." Aluna Transformações na vida "Não é simples crescer na nossa cultura. A adolescência é um fenômeno cujo desenvolvimento depende do ambiente econômico, social e cultural no qual o adolescente se constitui. A escola pode contribuir com a formação desses alunos ao trabalhar interdisciplinarmente os temas transversais da Educação (ética, meio ambiente, orientação sexual, saúde e pluralidade cultural) e ao tentar conhecer melhor as características dessa fase". Catarina Iavelberg, especialista em Psicologia da Educação

Tudo sobre Fundamental 2SÉRIE ESPECIAL Desenvolvimento juvenil

"O que eu mais gosto em alguns professores é o modo de ensino deles: prático e fácil de aprender. Os outros são meio complicados." Aluna Relação com o conhecimento "Há uma valorização, por parte da aluna, de professores que sabem ensinar. O que a garota elogia, com razão, é o compromisso do docente em fazer com que todos compreendam o conteúdo ensinado. Depois que o adolescente entende, tudo parece simples e fácil." Regina Scarpa, coordenadora pedagógica da Fundação Victor Civita (FVC)
"Realmente, os professores pararam de tratar a gente como criança. Eu gostava do 5º ano: era tudo bem mais fácil!" Aluno
Particularidades da idade "A reclamação revela uma necessidade de que os professores entendam a etapa de vida em que ele está. Em geral, eles não conhecem os estudantes para os quais lecionam. Um planejamento conjunto de atividades e estudos coletivos sobre questões pertinentes aos anos finais do Ensino Fundamental auxilia a compreender como a criança raciocina e quais são seus interesses." Orly Zucatto de Assis, professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
"O que ajuda a passagem do 5º o 6º ano é um grande número de amigos na mesma sala. É bom fazer novos amigos, mas é mais fácil quando você já tem alguns." Aluno
Importância da turma "Esta é a mais marcante das constatações que a Psicologia Moral tem feito: a necessidade da relação entre pares. Infelizmente, muitos docentes veem a amizade entre os alunos como algo prejudicial ao aprendizado. É preciso entender que o conhecimento só se constrói na interação entre as pessoas." Luciene Tognetta, doutora em Psicologia Escolar pela Universidade de São Paulo (USP)
* Os nomes dos entrevistados para a pesquisa foram mantidos em sigilo para preservar sua identidade.

 

 

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December 6, 2012 6:44 AM
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Com a palavra, os professores

Reportagem mostra o que os prefessores pensam sobre os alunos e sobre as aulas nos anos finais do ensino fundamental.

"Eu acredito que o desafio é reaprender a dar aula para essa adolescência, porque não está fácil." Professora de Geografia
Reorganização da prática "Há inúmeras experiências que mostram ser possível, sim, criar um ambiente de aprendizagem mais significativo, cooperativo e respeitoso. Mas, para isso, é necessário o engajamento da escola toda, desde o gestor até os funcionários que não atuam diretamente em sala de aula e, claro, os docentes." Adriana Ramos, coordenadora do curso de pós-graduação sobre relações interpessoais da Universidade de Franca (Unifran)
"Há uma apatia grande. Muitos dos alunos que antes participavam das aulas passam a dar mais tarbalho para fazer as atividades." Professora de Ciências
Formas de motivação "Meninos e meninas que passam para os anos finais do Fundamental precisam ser vistos como agentes do próprio conhecimento. É assim que se sentem com relação a sua vida escolar neste momento: já podem tudo porque são grandes. Então, por que não aproveitamos para organizar projetos de pesquisa em grupos, sobre temas e com ações que sejam pensadas por eles e não por nós?" Luciene Tognetta, doutora em Psicologia Escolar pela Universidade de São Paulo (USP)

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December 6, 2012 6:43 AM
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O que mais sabemos sobre nossos alunos?

O que mais sabemos sobre nossos alunos? | Inovação Educacional | Scoop.it

Artigo de Maria do Carmo Brant, Doutora em Serviço Social, fala sobre as mudanças na adolescência e o papel da escola.

Trago aqui uma pequena reflexão sobre a pesquisa da FVC. O relatório mostra que os alunos desta fase são pré-adolescentes de 11 e 12 anos e adolescentes de 13 e 14, que vivem em um particular ciclo da vida: já não são crianças e nem tampouco jovens. Mas o que mais sabemos sobre eles?
Além de estarem passando pelas mudanças da puberdade, esses alunos navegam na complexidade da sociedade contemporânea. São nativos da era digital e informacional; apresentam outra racionalidade cognitiva na qual o aprender se faz descentrado e difuso. São capazes de acessar um conjunto simultâneo de informações e conhecimentos espraiados em vários espaços que não mais apenas a escola. Transitam por meios e circuitos virtuais e navegam por links e hiperlinks nada sequenciais e lineares.
Contraditoriamente, no entanto, não agarram as informações e saberes que acessam. Carecem da mediação que a escola nem sempre realiza. Sentem-se abandonados e inseguros para lidar com o excesso cultural e com informações instantâneas mundiais e locais que lhes chegam isoladas, vulneráveis e fora de ordem. Vivem mergulhados no presente. Querem aprendizagens ágeis e vivenciadas, e não se adaptam à escola.

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December 5, 2012 6:48 PM
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Metas para a educação precisam sair do papel

Melhorar a qualidade da educação no Brasil é meta crucial para o desenvolvimento econômico sustentável.

As ações precisam sair do papel e os seus resultados devem ser acompanhados para que o sistema educacional brasileiro preencha importantes lacunas na formação de mão de obra qualificada e, principalmente, atue no avanço dos índices sociais. "Somente conseguiremos um país melhor - do ponto de vista de crescimento sustentável e do capital social - se houver educação de qualidade para a geração atual e as futuras", defende Jorge Gerdau Johannpeter, presidente do Conselho de Administração da Gerdau.

O executivo, que acompanha ativamente programas para melhorar gestão nas cadeias produtivas e ações de capacitação de mão de obra, representa as angústias do empresariado brasileiro. A alternativa das empresas para suprir deficiências de qualidade dos ensinos básico, médio e superior está em aportar recursos em capacitação para conquistar maior competitividade e eficiência em seus quadros.

Os investimentos em educação profissional são legítimos e existem nos países desenvolvidos. O contrassenso, no caso brasileiro, está na necessidade de as empresas pagarem professores para ensinar matemática e português, matérias que deviam ser dominadas por qualquer profissional que possua, no mínimo, o ensino básico. "O sistema de ensino precisa garantir que o trabalhador consiga entender o que lê e ter raciocínio matemático. É o mínimo para termos mão de obra produtiva", comenta Jairo Martins, superintendente geral da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).

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December 5, 2012 6:39 PM
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Vale a pena divulgar o Enem por escola?

Todo estudante tem o direito de saber se a escola onde estuda oferece uma educação de qualidade. O mesmo direito se estende aos pais e familiares. Na prática, todo brasileiro quer saber se as escolas do país são boas. Basicamente, é devido a essa (justa!) demanda que a divulgação do "Enem por escola" atrai tanta atenção da sociedade brasileira e gera tanto interesse por parte da imprensa. Em outras palavras, o clamor social pela avaliação é grande.
Contudo, é equivocado tomar o "Enem por escola" como referência sobre a qualidade do ensino médio. Dois bons artigos, publicados nas edições dos diários O Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo do dia 23/11, demonstram que a "nota do colégio não reflete a qualidade da educação entregue" e que o Enem por escola "gera competição descabida". Assinados, respectivamente, pelas as professoras da Faculdade de Educação da USP Paula Louzano e Silvia Gasparin Colello, os textos criticaram a forma como vem sendo tratado o Exame Nacional do Ensino Médio pelos gestores públicos e, especialmente, privados da educação.
Sempre vale lembrar que o problema não é de hoje. Há poucos anos a pergunta seria: quais unidades escolares mais aprovavam seus alunos no vestibular das melhores universidades públicas do país? Como o Enem é hoje a principal porta de entrada dos estudantes para as boas instituições de ensino superior, naturalmente a divulgação dos dados do exame por escola dominou todo esse interesse público. E gerou novos rankings, atrapalhando toda a análise sobre a qualidade do ensino médio brasileiro, público e privado.

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December 5, 2012 6:36 PM
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Abril Educação quer comprar mais escolas

Abril Educação quer comprar mais escolas | Inovação Educacional | Scoop.it

A Abril Educação quer investir na compra de mais instituições de ensino para diversificar suas fontes de ganho. Ao participar de evento da Apimec (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) ontem, o presidente da empresa, Manoel Amorim, afirmou à imprensa que três escolas estão sendo avaliadas pelo companhia.

Mais conhecida como dona das editoras Ática e Scipione, a Abril Educação controla também os colégios pH, no Rio de Janeiro, e a rede ETB, no interior de São Paulo. Segundo Amorim disse ao Valor Econômico, a ideia é partir para aquisições fora do eixo Rio-São Paulo.As transações poderão envolver o pagamento em ações, em vez de apenas dinheiro, como forma de prover liquidez aos papéis da companhia. Atualmente, as ações são negociadas a um volume médio de 1,5 milhão de reais por dia, o que não chega a 1,5% dos papéis que circulam no mercado.

A Abril Educação também planeja erguer um colégio com a bandeira Anglo. Hoje, a marca faz parte do portfólio de sistemas de ensino da empresa, junto com Ser, Maxi, Geo e pH. O projeto, no entanto, tem um prazo de no mínimo três anos, conforme Amorim ressaltou ao Valor.

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December 5, 2012 6:35 PM
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Educação só deve ter recursos do petróleo em 2020, reclamam deputados

Deputados criticaram nesta terça-feira (4) a MP (Medida Provisória) 592/12, que destina 100% dos royalties das futuras concessões de petróleo para investimentos na área de educação. Os parlamentares destacaram que os recursos advindos dos contratos celebrados a partir deste mês só estarão efetivamente disponíveis daqui a cerca de oito No anúncio da medida, o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse que os recursos do petróleo são necessários para cumprir o PNE (Plano Nacional de Educação), que prevê mais R$ 215 bilhões de investimento em Educação até 2020. O plano já foi aprovado pela Câmara e está em análise no Senado.

Porém, segundo o deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), os royalties oriundos da exploração de novos campos de petróleo só deverão começar a ser recebidos em 2020. Conforme o parlamentar, as licitações para os novos postos de petróleo deverão ocorrer apenas no segundo semestre de 2013. Para explorar o petróleo no meio do mar, as empresas deverão construir plataformas, o que demandará mais tempo.

“Para essa plataforma ser construída e ser colocada lá no meio do mar, lá se vão cinco, seis, sete ou oito anos. Então, até 2020, ninguém vai ver uma gota de centavo de dinheiro do petróleo no Brasil indo para a educação.”

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December 6, 2012 10:56 AM
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Estudantes debatem o ensino médio em encontro do Mercosul

Jovens de todo o Brasil, da Venezuela, Colômbia, Argentina e Uruguai estão reunidos desde a última segunda-feira, 3, em Brasília, para debater o tema da segunda edição do Parlamento Juvenil do Mercosul: O ensino médio que queremos. Os 95 estudantes participam de reuniões, plenárias e oficinas, como parte dos eventos paralelos da 14ª Cúpula Social do Mercosul.
Ao final desta semana, na solenidade de encerramento, os jovens parlamentares, depois de discutir questões relativas a educação, integração latino-americana, participação cidadã, democracia, diversidade, direitos humanos, entre outros temas, deverão entregar um documento com suas propostas aos representantes do Parlamento do Mercosul.
Segundo o representante do Ceará no Parlamento Juvenil, Ibeny Moreira, 16 anos, o documento ajudará a pautar as discussões do setor educacional do Mercosul. “O que nós queremos é que o documento sirva como base para os países do Mercosul. Sentamos e debatemos as problemáticas. Muitas vezes, os países têm o mesmo problema. Para os países se tornarem ricos, precisam investir em educação”, salientou o estudante do segundo ano do ensino médio.
Nadia Tomé, de 17 anos, uma das representantes do Uruguai, destacou a importância da troca de experiências entre os jovens de diferentes nacionalidades. Segundo ela, antigamente não existiam instâncias que davam voz aos estudantes. “Agora podemos ser escutados. Os jovens são protagonistas da educação e nossa opinião é muito importante, já que vivemos a educação”, afirmou.

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December 6, 2012 6:38 AM
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Estudo não encontra correlação entre tempo gasto com lição de casa e melhora de notas

Estudo não encontra correlação entre tempo gasto com lição de casa e melhora de notas | Inovação Educacional | Scoop.it

O tempo gasto com lição de casa pode não estar relacionado com a melhora de notas dos alunos, segundo estudo feito na Universidade de Virgínia, nos EUA, com 18 mil estudantes do décimo ano escolar. A pesquisa mostra que a lição de casa não ajuda necessariamente a melhorar as notas dos estudantes, mas pode levá-los a se saírem melhor em testes padronizados. As informações são do jornal Daily Mail.“Não está claro se quanto mais tempo os estudantes gastam em lição de casa, melhores são suas notas ou melhores são seus resultados em testes”, afirmou ao jornal britânico Robert Tai, co-autor da pesquisa e professor de ciência da educação.

“O que nos preocupa é que a lição de casa pode estar sendo simplesmente passada e não sendo usada para integrar os conhecimentos passados em sala de aula”, disse.

No entanto, o estudo não afirma que toda lição de casa é ruim. Em matemática, a tarefa de casa parece ter efeitos significativos. “Alunos que gastaram cerca de meia hora na lição de casa de matemática tiveram melhora de notas e de resultados em testes”, indicou Tai.

O estudo mostrou que fatores como participação em classe e frequência estão mais relacionados com o desempenho escolar.

Para Tai, a pesquisa deve ser um sinal de atenção para os professores. “Professores devem ter claro o motivo de passarem lição de casa e para que cada tarefa serve.”

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December 6, 2012 6:48 AM
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Pronatec será ampliado em 2013

O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) será ampliado em 2013. Até agora, 2,5 milhões de pessoas foram atendidas em cursos técnicos pelo programa. O levantamento do Ministério da Educação (MEC) divulgado nesta quarta-feira pela presidenta Dilma Rousseff na abertura do 7º Encontro Nacional da Indústria (Enai) mostra que os cursos técnicos tiveram 788.979 matrículas, superando as vagas previstas. A rede federal previa a oferta de 151.560 vagas e matriculou 252.716 estudantes.

Os cursos de formação inicial e continuada registraram 1.732.439 matrículas – 548.626 por meio do programa Bolsa-Formação Trabalhador e 1.183.813 resultantes de acordos de gratuidade com o Sistema S. O Pronatec oferece cursos de educação profissional e tecnológica a jovens e trabalhadores, oferecidos pelos institutos federais de educação, ciência e tecnologia e escolas técnicas vinculadas a universidades federais que formam a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Também participam as redes estaduais de educação profissional e tecnológica e o Sistema S.

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December 6, 2012 6:55 AM
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Boas práticas docentes no ensino de matemática - Apresentação do relatório

Fundação Victor civita

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December 6, 2012 6:49 AM
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Instituto Cervantes criará rede ibero-americana para formação de professores

O Instituto Cervantes aproveitará a 4ª edição do Congresso Internacional da Língua Espanhola, que será realizado no Panamá em novembro de 2013, para concluir a criação de uma rede ibero-americana de centros de formação de professores de espanhol como língua estrangeira.

"A criação dessa rede é algo urgente", declarou nesta terça-feira o diretor do Instituto Cervantes, Víctor García de la Concha, durante a apresentação de "El Libro del Español Correcto", editado pela Espasa.

Desde que assumiu a direção do Cervantes, em janeiro de 2012, García de la Concha vem insistindo na necessidade de reforçar a vocação ibero-americana deste organismo, além de contar com as instituições e universidades latino-americanas para promover a língua espanhola pelo mundo.

O diretor do Cervantes, que acaba de voltar de uma viagem ao México, também falou "com diferentes autoridades" sobre a criação dessa rede ibero-americana de centros de formação de professores de espanhol.

"Esperamos que essa rede possa estar configurada em novembro de 2013, algo que é tido como urgente pela grande necessidade de professores preparados".

A formação desses professores deverá levar em conta as especificidades de cada região do mundo. "Não é a mesma coisa ensinar espanhol a um chinês e a um alemão ou a um maia que chega aos Estados Unidos", completou.

García de la Concha também se reuniu hoje com o diretor da cidade madrilena de Alcalá de Henares, Javier Belo, a quem assinalou que essa cidade será a sede da Rede Ibero-Americana de Centros de Professores de Espanhol.

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December 6, 2012 6:46 AM
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Desafios de uma fase de ensino pouco explorada

Desafios de uma fase de ensino pouco explorada | Inovação Educacional | Scoop.it

Reportagem sobre os desafios do ensino fundamental 2 e anos finais.

Quando se buscam informações sobre as características da Educação Básica, é fácil encontrar um grande número de estudos sobre os primeiros anos do Ensino Fundamental, com ênfase no período de alfabetização. Educadores se debruçam sobre os pequenos que estão começando a vida escolar e buscam maneiras de garantir a eles uma aprendizagem significativa. Na outra ponta, são comuns também pesquisadores interessados em entender quem são e o que pensam os jovens que cursam o Ensino Médio, como eles se relacionam com o conhecimento e quais as expectativas que têm a respeito do futuro.
Pouco se fala, no entanto, sobre o segmento que liga esses dois extremos: os anos finais do Fundamental. Deixada de lado por grande parte dos estudiosos da área, essa fase enfrenta atualmente uma série de desafios na tentativa de encontrar uma identidade própria, capaz de dar conta de estudantes que estão deixando de ser crianças, mas ainda se encontram bem distantes da idade adulta.

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December 6, 2012 6:44 AM
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Profissionais distantes do público

Profissionais distantes do público | Inovação Educacional | Scoop.it

Reportagem aborda o perfil dos professores do fundamental 2 e as diferenças entre lecionar para o ensino médio e os anos finais do fundamental.

Para dar aulas do 6º ao 9º ano, o professor precisa ter licenciatura plena em uma das disciplinas do currículo, como Língua Portuguesa, Matemática, História e Geografia. Com essa mesma formação específica, ele também pode lecionar para turmas do Ensino Médio. O problema é que os estudantes dessas duas fases escolares são bastante diferentes e, muitas vezes, o educador não se dá conta disso.
Declarações dos professores entrevistados para a pesquisa denotam que muitos se decepcionam com os jovens de 11 a 14 anos (leia depoimentos analisados por especialistas). Para eles, os alunos não conseguem se comportar com o mínimo de maturidade, não demonstram interesse pela aquisição de conhecimento e, muito menos, valorizam a figura do professor.

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December 6, 2012 6:43 AM
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Percepções diversas sobre a escola

Reportagem analisa a percepção dos jovens sobre o ensino nos anos finais do fundamental.

Ao se observar as declarações de docentes e alunos apresentadas neste especial, constata-se que esses agentes têm discursos ora próximos ora distantes sobre temas ligados ao universo escolar e às especificidades do período focado pela pesquisa da FVC.
Foi comum ver, de um lado, educadores se queixando de que os estudantes não têm interesse pelo que é ensinado e, muito menos, se importam com o saber. "Eles valorizam mais o conhecimento da TV do que o da escola. Esta vem como algo para matar o tempo", diz uma professora de Língua Portuguesa de São Paulo. Enquanto isso, alunos reclamam da forma apressada de ensinar, em que o conteúdo de lousas e mais lousas deve ser copiado, e - contrariando seus mestres - afirmam que sem a escola não seriam ninguém. "Se você não tem estudo, você não faz parte da sociedade! É como se você não fosse ninguém", afirma um dos alunos entrevistados.
Se, às vezes, os pontos de vista se distanciam, há momentos em que se aproximam na identificação de problemas comuns. Muitos docentes admitiram perceber dificuldades na adaptação dos alunos à rotina do 6º ano. Em coro com seus estudantes, verbalizaram que é mesmo um choque ter de lidar, de uma hora para outra, com vários professores, cadernos diferentes, diversas formas de ensinar e vários níveis de exigência.

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December 6, 2012 6:42 AM
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Rumo à qualidade: seis possíveis soluções

Rumo à qualidade: seis possíveis soluções | Inovação Educacional | Scoop.it

Com base nas questões levantadas pela pesquisa e nas contribuições de especialistas, a FVC aponta caminhos para aprimorar essa fase de ensino.

A pesquisa realizada pela FCC trouxe questionamentos importantes sobre os desafios dos anos finais do Ensino Fundamental. Com base nas constatações apresentadas e nas contribuições dos especialistas que estiveram no painel sobre o estudo (leia a lista dos participantes no rodapé), a FVC propõe alguns meios para garantir a qualidade do ensino.
Para começar, é preciso articular de forma mais efetiva as fases da Educação e os docentes que nelas atuam. Igualmente importante é garantir uma base curricular nacional, além de desmitificar a imagem negativa do aluno, conhecendo a fundo as particularidades dele para melhor ensiná-lo. Para tanto, a formação docente é um ponto básico.
O cumprimento dessas medidas pressupõe a união de esforços por um maior investimento - que deve ser empregado para equipar escolas, oferecer uma formação inicial e continuada sólida aos professores e salários dignos, entre outros itens. Por fim, há que se repensar o pacto federativo.

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December 5, 2012 6:42 PM
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“Enem é oportunidade de voltar para a sociedade como uma pessoa digna”, diz interno da Fundação Casa que faz 2º dia de prova hoje

“Enem é oportunidade de voltar para a sociedade como uma pessoa digna”, diz interno da Fundação Casa que faz 2º dia de prova hoje | Inovação Educacional | Scoop.it

Como muitos jovens de 17 anos, Fabiano começa a traçar o que espera do seu futuro: com a nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), o jovem pretende terminar o ensino médio e ingressar em uma faculdade de direito. Ele tem, porém, um diferencial: há cinco meses, ele é um dos internos da Fundação Casa São Paulo, no Complexo da Vila Maria, na zona norte de São Paulo.
Fabiano é um dos 488 jovens da Fundação Casa que começaram a fazer o exame nesta terça-feira (4) e farão o segundo dia de prova nesta quarta-feira (5). No País, o exame será aplicado para 23.665 candidatos em unidades prisionais ou socioeducativas.
O adolescente falou que foi detido porque era um “jovem impossível de controlar e que agiu em um momento de emoção”. Para Fabiano então, que estava cursando o 3º ano do ensino médio quando foi detido, o Enem é uma chance “de começar uma vida nova lá fora”.
— É uma oportunidade de voltar para a sociedade como uma pessoa digna. Com livre arbítrio, sem discriminação.
Ele diz que estuda diariamente na fundação e que tem apoio dos educadores. Sobre seus pais, que moram no interior de São Paulo, Fabiano diz que recebe apoio deles.
— Para eles é até gratificante de ver que, eles se sentem orgulhosos porque, apesar do que eu fiz, de estar aqui, daqui pra frente eu vou fazer melhor.

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December 5, 2012 6:37 PM
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Qualidade ISO nas instituições de ensino

Nas últimas décadas, tornou-se comum o discurso acerca da qualidade em todos os segmentos econômicos. Na educação, não é diferente. Deve-se compreender que a mudança é um processo que emerge internamente nas instituições, a partir de novos conceitos e padrões. Parte-se do princípio de que educar é ensinar a pensar e apontar caminhos aos estudantes, e não apenas passar-lhes conteúdos clássicos. Ainda, deve-se considerar que as escolas refletem os desejos e as necessidades da sociedade consumista. Portanto, as ofertas de cursos, em todos os níveis, exceto àqueles da educação continuada, são norteadas pela demanda de profissionais que o mercado de trabalho exige. A escola é o agente transformador da sociedade.
O termo qualidade total tornou-se axioma no mundo moderno e se expandiu também para a fala de educadores e de seus educandos. Os programas da qualidade são adaptados à realidade da conjuntura de cada negócio, o escopo é a apuração dos resultados que convergem com a satisfação do usuário em relação ao serviço recebido. Esses programas visam assegurar o dinamismo do sistema, capaz de torná-lo profícuo e eficaz à diretriz específica. A partir das novas necessidades do mercado, houve desdobramentos da certificação da qualidade que abrange, além de processos operacionais, impacto ambiental, segurança no trabalho e outras especificações. A certificação da gestão da qualidade nas instituições de ensino é feita pela norma brasileira NBR 15.419, com diretrizes para a NBR ISO 9001 voltadas para instituições educacionais. Essa norma atende às instituições de ensino de quaisquer naturezas. Sobre o Sistema de Gestão da Qualidade – SGQ –, há muitos órgãos credenciados pelo Inmetro para cer tificar a qualidade, inclusive para a gestão escolar. Portanto, as ferramentas para impulsionar a melhoria da qualidade na educação existem. As exigências do mercado, em especial, para vagas com Ensino Superior preconizam, cada vez mais, a valorização de normas, padrões e competências.

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December 6, 2012 11:20 AM
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Estudantes de Taubaté criam tecnologia de combate à dengue

Estudantes de Taubaté criam  tecnologia de combate à dengue | Inovação Educacional | Scoop.it

Objetivo é agilizar mapeamento da doença e direcionar o combate.
Ferramenta será criada em 2013 por meio de parceria com a prefeitura.

Estudantes de engenharia da Universidade de Taubaté (Unitau) vão desenvolver um sistema que deverá ajudar o poder público a direcionar estratégias e reduzir os registros de dengue - doença que atingiu cerca de 3.500 pessoas somente este ano na região.
O projeto será desenvolvido pelos alunos de engenharia da computação ao longo de 2013 por meio de uma parceria entre a Unitau e a Vigilância Epidemiológica, que irá oferecer uma capacitação ao grupo de alunos nesta quinta-feira (6). O treinamento prevê apresentar o trabalho de combate à dengue desenvolvido pela prefeitura. No período da tarde, os alunos irão participar das abordagens feitas pelos agentes nas ruas.

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