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michel verstrepen
from Veille CDI
June 12, 2024 1:20 AM
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D'autres experts sont plus sceptiques.
Via cdi
A Inteligência Artificial generativa conquistou a imaginação do mundo porque parece provável que automatize tarefas que anteriormente exigiam avançadas competências cognitivas. Com isso, existe uma perspectiva real de que muitos trabalhadores altamente qualificados e experientes possam ser substituídos por algoritmos. O que acontece quando as máquinas chegam para os empregos não de tecelões manuais e operários da indústria automotiva, mas de roteiristas, advogados, gerentes de nível médio e até mesmo executivos de alto nível? Uma resposta seria pensar que as competências já não importam, ou mesmo que deveríamos tirar a ênfase da educação. Pelo contrário, embora o potencial para o aumento da produtividade (e rendimentos mais elevados para todos) por meio da interação homem-máquina nunca tenha sido tão grande, nós, humanos, precisaremos melhorar nossa atuação. Precisamos melhorar tudo o que os computadores enfrentam, incluindo compreensão de contexto, pensamento inovador e gerenciamento de relacionamentos com outros seres humanos. De acordo com um recente relatório do McKinsey Global Institute, até 30% das atuais horas de trabalho nos países industrializados poderão ser automatizadas até 2030, em um cenário de moderada automatização. Embora a automação tenha pressionado os trabalhadores durante décadas, a IA generativa anuncia uma significativa aceleração e uma angustiante mudança para muitas pessoas que achavam que suas carreiras fossem estáveis. Nos Estados Unidos e na União Europeia, o número de pessoas empregadas como funcionários de escritório, na indústria de transformação e como representantes de atendimento ao cliente irá quase certamente diminuir à medida que a IA generativa se consolidar. O relatório considera nove países da UE - República Checa, Dinamarca, França, Alemanha, Itália, Países Baixos, Polônia, Espanha e Suécia - representando 75% da população ativa europeia, assim como o Reino Unido. Mas as notícias não são de todo ruins. O relatório estima que a procura por pessoas para trabalhar nos cuidados de saúde, nas energias limpas e outras profissões altamente qualificadas (como pesquisa e o desenvolvimento científico) irá provavelmente aumentar nesses mesmos países. É claro que existem outros fatores em jogo, incluindo os esforços para alcançar emissões líquidas zero (importantes para a criação de novos empregos em todos os países industrializados), o envelhecimento da mão de obra (particularmente na Europa), a contínua expansão do comércio eletrônico do setor privado e o fortalecimento da infraestrutura financiada pelo governo. Em vez do desemprego em massa, o resultado mais provável é que muitas pessoas enfrentarão em breve pressão para mudar de emprego. Partindo de razoáveis pressupostos, a Europa poderá passar por até 12 milhões de transições profissionais nos próximos seis anos. Embora a taxa anual de transição profissional projetada (0,8% das pessoas empregadas) seja inferior à taxa relativamente elevada observada na Europa durante a pandemia de covid-19 (1,2%), ela é duas vezes superior à norma pré-pandemia (0,4%). Nos EUA, as transições de emprego durante o mesmo período também poderão atingir quase 12 milhões, embora isso pareça mais administrável, uma vez que os EUA já tinham uma taxa de transição pré-pandemia elevada (1,2%) em comparação com a Europa. Existe um risco real de um mercado de trabalho ainda mais polarizado, no qual há mais vagas de com salários elevados do que profissionais qualificados e muitos mais profissionais competem por posições cada vez limitadas com salários mais baixos. Mas ele é evitável Os executivos dos dois lados do Atlântico já estão preocupados com a escassez e a inadequação das existentes competências num mercado de trabalho restrito. É uma boa notícia para os seres humanos adequadamente qualificados se a procura de competências sociais e emocionais aumentar com as novas tecnologias. Os mais de 1.100 executivos que a equipe da McKinsey entrevistou na Europa e nos EUA não só sublinharam a necessidade de competências avançadas em tecnologia da informação e análise de dados, mas também de mais funcionários competentes em pensamento crítico, criatividade e “ensino e treinamento”. As implicações salariais serão provavelmente significativas. A procura de mão de obra irá deslocar-se para profissões que já têm salários mais elevados tanto na Europa como nos EUA. E existe um risco real de alguma redução no emprego das profissões de colarinho branco com salários mais baixos. Esses indivíduos necessitarão adquirir novas competências para obterem empregos com melhor remuneração. Se conseguirem adquirir essas competências - por si próprios, por meio de seus empregadores ou com a ajuda do governo - terão a oportunidade de subir na escala salarial. Mas existe um risco real de um mercado de trabalho ainda mais polarizado, no qual há mais vagas de emprego com salários elevados do que profissionais qualificados (aumentando ainda mais os salários mais altos), e muitos mais profissionais competem por posições cada vez mais limitadas com salários mais baixos (aumentando ainda mais a extremidade inferior da distribuição salarial). Esse resultado seria uma decepcionante reversão da redução da desigualdade salarial no mercado de trabalho pós-pandemia. Felizmente, ela é evitável. Para os decisores políticos, a principal conclusão é que o capital humano é mais importante do que nunca para a competitividade nacional e a prosperidade compartilhada. Alguns trabalhos manuais permanecerão com os humanos (os robôs enfrentam relativa dificuldade com muitas tarefas básicas de mobilidade e limpeza). Mas os executivos estão atualmente convencidos de que precisam requalificar muitos funcionários para satisfazerem todas as suas necessidades de competências. As políticas públicas precisam encorajar empregadores, tanto quanto possível, a manter essa disposição e a requalificar seus funcionários, em vez de substituí-los. O crescimento da produtividade significativamente mais rápido, especialmente na Europa, e a prosperidade compartilhada podem advir das novas tecnologias, mas apenas se sua adoção for acompanhada por melhores competências humanas e por uma redistribuição mais proativa dos trabalhadores. Para se obter isso na era da IA generativa, os executivos precisam ser tão francos quanto possível sobre as lacunas emergentes de competências, assim como os governos precisam concentrar-se em tornar o mais fácil possível para todos os trabalhadores a atualização das suas competências de forma oportuna e adequada.
Via Inovação Educacional, juandoming
The proposed model seeks to assist instructors and learners with a framing lens for how GenAI might be useful in educational settings.
Via EDTECH@UTRGV
OpenAI announced a new version of ChatGPT built specifically for universities to deploy artificial intelligence to students, faculty, researchers and campus operations.
Via EDTECH@UTRGV
Students using generative AI to write their essays is a problem, but it isn’t a crisis, writes Christopher Hallenbrook. We have the tools to tackle the issue of artificial intelligence
Via Vladimir Kukharenko, LGA
"Discover five must-read books on AI and ChatGPT in education, recommended by educators. These books offer practical insights and strategies to enhance teaching with AI ..."
Via Leona Ungerer, juandoming
If used thoughtfully, generative AI can engage students at the higher levels of Bloom’s taxonomy.
Via EDTECH@UTRGV
Protecting and educating our children and upholding students' well-being is not just a school problem--it’s a societal problem.
Via EDTECH@UTRGV
With AI we are in the most interesting decade in the history of our species. I can think of no better field in which to be thinking, writing...
Via LGA
Blog de la "RIED. Revista Iberoamericana de Educación a Distancia". La Revista Iberoamericana de la Educación Digital.
Via LGA
"Home Events anniversaries Which institution is the world leader in digital and distance education? ..."
Via Leona Ungerer, juandoming
"Explore how generative AI is revolutionizing online education by enhancing personalization and interactivity in learning platforms like Khan Academy and Udacity ..."
Via Leona Ungerer, juandoming, LGA
AI has the potential to diminish the human experience in several ways. One particularly concerning threat is to the ability to make thoughtful decisions.
Via EDTECH@UTRGV
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Juan Domingo Farnós Queremos determinar los procesos encaminados en el andamiaje y la posterior arquitectura de diseño de procesos de simulación, inmersiva o no, que nos conducirán posteriormente a propuestas de implementación educativas y de trabajo y por ello necesitamos de la Educación disruptiva & IA y sus planteamientos estratégicos y modulares. En este contexto, va mos a…
Via juandoming
Academic and technologies teams at Barnard College developed an AI literacy framework to provide a conceptual foundation for AI education and programm
Via EDTECH@UTRGV
Divisions created between academic and research ethics are largely artificial and should be dismantled. Academia needs to work collectively an
Via LGA
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michel verstrepen
June 12, 2024 1:19 AM
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Le PaaS dynamisme un marché du cloud public en hausse de 20 % en 2023 - Fabricants/Editeurs - Mieux valant tard que jamais, IDC vient tout just
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michel verstrepen
from Les outils du Web 2.0
June 10, 2024 5:01 PM
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ChatGPT a évolué considérablement depuis son lancement en 2022, et avec l'intégration d’une toute nouvelle fonction vision dans le dernier modèle GPT-4o,
Via Fidel NAVAMUEL
When universities harness AI, they make education a right for all instead of a privilege for few and shape the future of higher education.
Via EDTECH@UTRGV
Blog de la "RIED. Revista Iberoamericana de Educación a Distancia". La Revista Iberoamericana de la Educación Digital.
Via LGA
We combined information from OpenAI, passionate ChatGPT users, teachers, and our expertise into an easy-to-follow guide for teachers — with teaching-relevant prompt examples and anecdotes. We couldn’t find a more solid ChatGPT prompt guide made specifically for teachers, so made one ourselves. This guide applies to any ChatGPT alternative like Gemini, Claude, or Copilot.
Via Edumorfosis, LGA
A IA generativa representa um salto significativo na evolução da inteligência artificial. Ao contrário de modelos anteriores, esses sistemas não se limitam a replicar informações; eles criam, inovam e geram conteúdo original. O ChatGPT, um exemplo notável dessa categoria, é capaz de produzir textos coerentes e contextualmente relevantes, elevando a experiência educacional a novos patamares.
Via Inovação Educacional, juandoming
Estamos frente a una revolución tecnológica que abre las puertas a nuevas posibilidades, pero también a desafíos que aún no podemos prever completamente. Sin embargo, debemos estar preparados para comprender estos desafíos y tomar acciones que aseguren una implementación positiva de la IA en beneficio de nuestro mundo.
La pregunta que surge naturalmente ante este escenario es: ¿qué podemos esperar en la educación con el potencial que ofrece la Inteligencia Artificial? Principalmente, la posibilidad de contar con tutores personalizados disponibles las 24 horas del día, los 7 días de la semana. Esta capacidad presenta una dicotomía que merece ser analizada detenidamente.
Via Edumorfosis, LGA
In a groundbreaking move, Google recently announced its new product, LearnLM, a cutting-edge Tutor learning model set to revolutionize the educational landscape. As an AI expert focused on AI essay graders, I believe that Google’s LearnLM will significantly influence the future of education positively. This article will delve into what a LearnLM tutor is, and its potential impact on teaching and learning, and how it might reshape classrooms worldwide.
Via Edumorfosis, LGA
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