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January 9, 2013 12:38 PM
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Família de taxistas aprende outra língua dentro do carro
Valor Econômico - 04/01/2013 A taxista Débora Nogueira Gonçalves Bortolozi, 33 anos, fez aulas dentro do carro e treina até hoje entre uma corrida e outra o repertório de frases e de termos em inglês que precisará para receber os estrangeiros que pretende transportar em Diadema, na Grande São Paulo, quando a região receber o esperado fluxo de turistas para a Copa de 2014. Junto com o marido, a irmã e o cunhado - toda a família é de taxistas e sócios em uma cooperativa especializada em atender empresas - ela participou do programa Taxista Nota 10, que oferece nas 12 cidades-sede da Copa cursos de inglês e espanhol gratuitos em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Serviço Social do Transporte (Sest), Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) e com a Confederação Nacional do Transporte (CNT). No curso, formulado para o aluno autodidata, o taxista recebe um kit composto por um caderno de estudo, um de exercícios e um CD de áudio com todos os diálogos das aulas. Os cursos têm duração mínima de três meses e máxima de um ano, dependendo da disciplina e do ritmo de cada estudante. Débora e o cunhado, Renato, estudaram inglês; a irmã e o marido de Débora, Daniele e Sandro, preferiram espanhol. "Geralmente eu pegava um trabalho mais longe, ia para Guarulhos em uma hora e voltava ouvindo o áudio. Parada, esperando alguém, também dava para ler a apostila e resolver os exercícios", diz Débora, que concluiu o curso entre janeiro e abril e já pegou o material para aprender o espanhol. "Minhas filhas não gostavam que eu ficasse repetindo toda hora o áudio do CD." A taxista Daniele, irmã de Débora, diz que a família percebeu a necessidade de se tornar bilíngue antes mesmo de conhecer o programa. "Procuramos um curso quando uma empresa pediu que acompanhássemos um grupo de estrangeiros por duas semanas." O programa foi lançado em outubro de 2011 e tem como objetivo atender 80 mil motoristas até 2014 em cursos de gestão de negócios, inglês e espanhol. Até agosto, segundo dados mais recentes do Sest Senat, haviam 17.460 inscritos, 6.763 em inglês e 1.884 em espanhol. Outros 8.813 se inscreveram para o curso de gestão de negócios, que consiste em receber, durante 15 meses, um jornalzinho com informações sobre temas como empreendedorismo, turismo e hospitalidade, gestão financeira, administração do tempo e marketing pessoal. A última folha de cada edição traz um selo que, colecionado pelo taxista, dá direito a um adesivo "Taxista Nota 10" para ser colado no para-brisa. Lucimar Coutinho, diretora da Escola do Transporte, diz que o modelo de aula não presencial em sala de aula é o ideal para o setor. "É muito difícil esse público parar para entrar em uma sala de aula. Para ele parar três meses ele simplesmente não vai (às aulas) porque ele precisa das corridas para sustentar a família", diz Lucimar. Além disso, o conteúdo do material é todo voltado para situações do dia a dia desses profissionais, focado nas dificuldades mais básicas de comunicação. "No Brasil é muito difícil você encontrar um taxista que saiba se comunicar na língua do passageiro estrangeiro." No comércio, as iniciativas também se espalham. No Shopping Itaquera, a poucos metros da Arena Corinthians, o Itaquerão, na zona leste da capital paulista, uma sala foi montada especialmente para as aulas de inglês dos funcionários, que estudam em horário de almoço ou próximos do início ou fim de cada expediente. O shopping subsidia o material escolar, e cada funcionário paga R$ 80 de mensalidade por duas horas semanais de curso. O conteúdo das aulas é treinado diretamente com os clientes. "Pelo menos o "one floor up, one floor down" (um andar acima, um andar abaixo) eu conseguia orientar, mas tinha coisa que eu falava errado", diz o vigilante Alexandre Souza Gomes, que estava há 20 anos fora dos bancos da escola e agora estuda inglês uma vez por semana, assim como outros 70 funcionários do shopping. A iniciativa se repete em Brasília, outra cidade-sede do mundial: no shopping Conjunto Nacional, cem dos 300 funcionários já participam dos cursos ministrados pelo Fisk. A analista de recursos humanos do Shopping Itaquera, Beatriz Amaral de Souza, faz o curso intermediário e já sentiu os benefícios das aulas. "Já ligaram procurando um superintendente e me chamaram para atender." (LG) https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/1/4/familia-de-taxistas-aprende-outra-lingua-dentro-do-carro
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January 9, 2013 12:20 PM
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Números do Ideb mostram que não há diferença entre os alunos das redes normal e integral Apontadas como salvação para o ensino público, as escolas de tempo integral não garantem melhor resultado no aprendizado. Pelo menos é assim nas 309 unidades com o modelo ligadas à Secretaria Estadual de Educação de São Paulo. Dados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgados em agosto pelo Ministério da Educação (MEC), revelam que não há diferença de aprendizagem entre alunos da rede normal e os de tempo integral
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January 9, 2013 12:09 PM
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January 9, 2013 12:06 PM
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A fabricante americana de aeronaves Boeing e a Universidade de São Paulo (USP) assinaram nesta sexta-feira um acordo de cooperação científica nas áreas de modelamento do comportamento de multidões e análises visuais. As duas instituições informaram em comunicado conjunto que o Memorando de Entendimento em Pesquisa e Tecnologia complementará o planejamento de grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016. Os resultados das pesquisas conjuntas permitirão aperfeiçoar os projetos de fabricação de veículos de transporte, como aviões e embarcações, e melhorar a infraestrutura das construções civis. "Os avanços no modelamento do comportamento de multidões podem não apenas nos ajudar a projetar aviões melhores como também beneficiar o planejamento dos exercícios de treinamento e da infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 no Brasil", afirmou Al Bryant, vice-presidente da Boeing Pesquisa e Tecnologia no Brasil. A Boeing acaba de inaugurar em São Paulo um Centro de Pesquisa e Tecnologia que realizará alguns projetos em cooperação com a Escola Politécnica de Engenharia da USP
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January 9, 2013 11:58 AM
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O e-book Compêndio Recursos Educacionais Abertos: Casos da América Latina e da Europa na Educação Superior foi lançado há pouco. A iniciativa foi do Projeto OportUnidad e o trabalho foi organizada por Andreia Inamorato dos Santos, Cristóbal Cobo e Celso Costa. A versão trilíngue, acima, está disponível nos idiomas inglês, espanhol e português. O livro apresenta estudos de caso de iniciativas de REA em duas regiões: América Latina e Europa. A versão apenas em português pode ser baixada a partir desse link.
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January 9, 2013 10:54 AM
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A divulgação do mais recente Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) traz sempre informações relevantes para os gestores da rede pública. Mas não só para a rede pública: há também uma amostra da rede particular a cujos dados os gestores costumam dar pouca importância, contentando-se em constatar que o desempenho médio das escolas privadas é superior ao das públicas. Contudo, um gestor prudente pensa no médio e longo prazo, precisando analisar com cuidado todas as informações sobre o ambiente em que atua – ou ficará sob o risco de surpresas com a mudança paulatina de cenário. No relatório do Ideb há muitas informações interessantes, mas podemos nos restringir, no espaço deste artigo, a um olhar mais global sobre o desempenho da rede privada. O Ideb diz que as escolas particulares não alcançaram a meta para 2011 no ensino fundamental I (nota 6,5, contra meta de 6,6), no ensino fundamental II (nota 6,0, contra meta de 6,2) e no ensino médio (nota 5,7, contra meta de 5,8).
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January 9, 2013 10:41 AM
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Entrevista Com a Profa. Danielle de Souza Silva, Pedagoga, com habilitação em Administração Escolar, Pós-graduanda em Inovações em Práticas Pedagógicas. Educadora que vem se dedicando nos últimos anos ao estudo da educação tecnológica e à aplicabilidade das mídias na educação para o acesso das crianças, jovens e adultos. Uma das suas maiores preocupações é a preparação dos seus alunos para uma vida íntegra e feliz, com garantia da sua fatia no mercado de trabalho. 1.Como iniciou seu contato com as tecnologias na Educação? R. Iniciei minha paixão pela tecnologia em 2004, quando tive o privilégio de fazer parte de uma equipe em uma instituição de ensino e de lá para cá venho dedicando-me as pesquisas, cursos, projetos relevantes quanto ao uso das novas tecnologias, a utilização destas em sala de aula como ferramenta pedagógica. Essa paixão aumentou à medida que fui percebendo as TICs como um excelente mecanismo para entender a linguagem dos meus alunos, através do qual me aproximo cada vez mais deles, interagindo e buscando novas possibilidades de ensino e aprendizagem.
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January 9, 2013 10:30 AM
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Ministério começa nova etapa do programa de inclusão digital em escolas, mas ainda há falta de investimentos em formação Anunciado em 2011 pelo Ministério da Educação, o programa do governo federal que prevê a distribuição de tablets aos professores do Ensino Médio inicia o ano sem definição de data para sair do papel. De concreto mesmo é que, em novembro do ano passado, o MEC começou a distribuição de 5 mil tablets que serão utilizados em programa de formação de professores nos 18 estados que já aderiram ao Proinfo Integrado (Programa Nacional de Tecnologia Educacional). Para justificar os investimentos no programa, o MEC argumenta que a iniciativa amplia as possibilidades pedagógicas do professor em sala de aula. Mas a crítica de muitos especialistas é se, de fato, esta deve ser a prioridade no âmbito do ensino público, sobretudo porque o programa peca em distribuir as máquinas sem se preocupar com a capacitação dos educadores. Estudo recente do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) chamou a atenção para essa aparente ambiguidade. Em busca de uma resposta concreta para essa questão, uma equipe de pesquisadores foi até o interior da Etiópia e distribuiu 40 tablets para crianças de duas tribos. Simplesmente entregaram a caixa, lacrada, deixando como única orientação a necessidade de recarregar o equipamento na energia (as aldeias eram abastecidas com baterias solares). Após sete meses, retornaram aos dois locais e descobriram que aquelas crianças, mesmo sem nenhuma instrução, aprenderam a acessar e a utilizar quase todos os aplicativos, além de entender palavras e comandos em inglês (idioma de configuração dos tablets).
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January 9, 2013 10:25 AM
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O tempo dos robôs burros das linhas de montagem está ficando para trás. Uma nova geração de máquinas - versáteis, com sensores, que aprendem com a própria experiência - começa a chegar ao mercado e a assumir trabalhos que até então pareciam exclusivos de seres humanos. Na edição mais recente da revista Wired, o jornalista Kevin Kelly escreve sobre como as máquinas vão tomar o lugar das pessoas no trabalho, e sobre como isso é uma coisa boa. Você pode considerar Kevin Kelly - autor do livro Para Onde Nos Leva a Tecnologia (Editora Bookman) - um otimista. Ele lembra que, nos últimos dois séculos, as máquinas substituíram 99% dos trabalhadores que viviam no campo nos Estados Unidos, e que esse movimento acabou criando novas profissões. Em seu livro, que em inglês se chama What Technology Wants (O que a tecnologia quer), Kelly argumenta que o avanço tecnológico leva à criação de ferramentas cada vez mais diversificadas, para aumentar a possibilidade de escolha das pessoas. O velho Marshall McLuhan já havia dito, no século passado, que a tecnologia é uma extensão do homem: a televisão é uma extensão dos nossos olhos, o carro, das nossas pernas, o fogão, dos nossos estômagos. Com pouca tecnologia, a atividade humana fica restrita a satisfazer necessidades básicas, como alimentação e abrigo. O avanço tecnológico cria uma ampla gama de atividades que podemos escolher. Na revista, Kevin Kelly escreve que, no limite, por mais que as máquinas evoluam, sempre sobrará um trabalho para as pessoas: encontrar novas aplicações para os robôs.
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January 9, 2013 10:20 AM
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Descobrir quais eram suas principais competências foi o ponto de partida para uma mudança de rumo na carreira de Jorge Lerena, hoje gestor de programas Para isso, a proposta dos especialistas é estar sempre se avaliando, ficar de olho em si mesmo. O primeiro passo, diz Minarelli, é perguntar a si mesmo quais são suas principais habilidades e elenca-las em um papel. "Colocá-las em um documento é importante, pois ajuda a explicitar quais competências são as mais desenvolvidas", afirma. Nesta etapa, ele recomenda que a autoanálise vá além das atividades desempenhadas no trabalho. "Há muitas atividades que realizamos de forma amadora e que podem ser transferidas para dentro de uma empresa. Então, elas devem ser incluídas nas competências", diz Minarelli. "Ponha no papel tudo aquilo que você faz e que lhe faz sentir bem, atividades que você realiza por horas sem perceber o tempo passar", adiciona o sócio-fundador da Alliance Coaching, Pablo Aversa. Feito esse inventário o próximo passo é pedir para que pelo menos três pessoas que o conheçam bem do ponto de vista profissional façam o mesmo, indicando que competências enxergam em você. Surpresas, porém, costumam ocorrer após essa segunda fase, pois a visão dos outros comumente é diferente da análise feita de si mesmo, ressalta Aversa. "A visão dos outros a respeito de você pode dar indícios de que há barreias que podem representar limitações na carreira", diz.
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January 9, 2013 10:14 AM
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January 9, 2013 10:10 AM
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Aprovado nas melhores universidades do mundo, ele criou o Eduqueme para ajudar outras pessoas a financiar seus estudos Antes de desembarcar nos Estados Unidos, Gustavo foi aprovado nos três anos do ensino médio no ITA (Instituto Tecnológico da Aeronáutica), nas Universidades de Harvard, Stanford, Princeton e Yale, e cursou seis meses de medicina na Universidade de São Paulo. Ufa. Respire porque ainda não acabou. Como ele faria para custear seus estudos fora do país? Por conta dessa experiência, ele resolveu criar, com os amigos Anderson Ferminiano, 18, e Henrique Dubugras, 17, o Eduqueme, plataforma que busca patrocinadores para estudantes que desejam estudar fora do país.“Os custos são bem elevados, podem chegar a R$ 500 mil se somarmos os quatro anos. Isso é um problema gritante, porque o Brasil tem muitos estudantes com grande potencial, que conseguem passar, mas não vão porque não podem pagar”, diz. Com um pouco de sorte e a ajuda de Eliane Lizeo, representante do MIT no Brasil, Gustavo conseguiu uma bolsa do CNPQ e da Fundação Estudar uma semana antes de fazer o pagamento de US$ 30 mil referentes à matrícula na universidade.
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January 9, 2013 10:08 AM
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Liderado pelo MIT, projeto tenta estimular desenvolvimento de tecnologias sociais em áreas de vulnerabilidade Seis instituições universitárias de todo o mundo, dentre elas a USP, vão participar de um consórcio para criar uma rede de Centros de Inovação Social, que busca desenvolver tecnologias sociais capazes de resolver problemas cotidianos de comunidades de baixa renda. O grupo é liderado pelo MIT e, além da representante brasileira, conta também com a colaboração da Universidade do Estado do Colorado, a Faculdade de Engenharia Franklin Olin, a Universidade da Califórnia em Davis, todas nos EUA, e a Universidade Kwame Nkrumah de Ciência e Tecnologia, em Gana, na África. Na USP, a sede do projeto será o Laboratório de Sustentabilidade (Lassu) da Escola Politécnica (Poli). O programa terá cinco anos de duração e tem como meta criar 12 polos internacionais de design, treinar mais de 600 inovadores através de uma rede global e desenvolver oito centros de inovação que devem apoiar e conectar tecnologias promissoras. Depois de implementados, os centros vão fazer avaliações rigorosas para determinar o impacto social, econômico e político dos produtos e processos desenvolvidos. “Uma coisa interessante é que o consórcio nos ajuda a ter capacidade de construir uma rede de inovadores para resolver desafios”, diz Amy Smith ao MIT News, professora e pesquisadora do MIT e coordenadora do consórcio.
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January 9, 2013 12:36 PM
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Gestores poderão ser multados ou demitidos; norma vai assegurar acesso também a saúde e moradia, entre outros Gestores de escolas que se recusarem a matricular alunos com autismo serão punidos com multa e, em caso de reincidência, poderão perder o cargo. A regra integra a Política de Proteção dos Direitos de Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, sancionada na semana passada pela presidente Dilma Rousseff. "A lei representa um passo importante, mas, agora, tem de ser colocada em prática", afirmou a presidente da Associação Brasileira de Autismo, Marisa Furia Silva. O texto prevê a participação da sociedade em todas as etapas da política: desde a implementação até o controle da execução das ações. Para Marisa, um dos maiores avanços do texto é deixar claro que o autista deve ser considerado como deficiente. "Até hoje, pessoas com transtorno estavam à margem do sistema de atenção", avalia. Ela conta que em muitos casos havia dúvida se o tratamento deveria ser feito na área de saúde mental, se o autista deveria ter asseguradas todas as garantias previstas na política de pessoas deficientes. "Isso agora está resolvido", diz.
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January 9, 2013 12:13 PM
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Terreno promissor para os jovens
Correio Braziliense - 09/01/2013 Brasil investe cada vez mais em tecnologia, desenvolvimento científico e novos talentos. Além do considerável aumento no número de bolsas de estudo, aportes financeiros cresceram nada menos que 298% em uma década Belo Horizonte — Em poucas épocas, a ciência brasileira foi tão produtiva como agora. No últimos anos, o Brasil viu crescerem os investimentos, o número de trabalhos publicados e o reconhecimento de sua produção no cenário internacional. Para se ter uma ideia, o número de bolsas de estudo (no país e no exterior) saiu de 28.696 em 1990; elevou-se a 43.564 em 2000; e bateu o patamar de 90.089 em 2011, segundo indicadores do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Com esse cenário, a carreira de pesquisador se torna mais atraente a jovens talentos, que começam a se destacar em suas áreas, como os quatro cientistas retratados nesta reportagem, alguns dos nomes que podem fazer a diferença neste ano que se inicia. Os recursos destinados ao setor tiveram crescimento significativo: em 2000, do total de aportes públicos e privados em pesquisa, desenvolvimento, atividades científicas e técnicas correlatas, o Brasil apostou R$ 15,28 bilhões. Em 2005, o montante subiu para R$ 27,27 bilhões e, em 2010, segundo dados preliminares disponíveis no portal do MCTI, foram R$ 60,89 bilhões. Em uma década, o aumento foi de 298%. Os números refletem uma realidade, corroborada na prática por quem vive nesse universo. Professora na Universidade Federal da Bahia (UFBA), a química Gisele Olímpio da Rocha observa que tem aumentado o interesse do Brasil em ser reconhecido mundialmente pela pesquisa, o que reflete no montante direcionado ao setor. “Ainda ocorre de brasileiros irem para o exterior, e isso é muito salutar, mas estamos presenciando o caminho contrário. Pesquisadores estão vindo ao Brasil para trabalhar com pesquisa”, destaca ela. Exemplo disso é o Ciência sem Fronteiras, programa do MCTI e do Ministério da Educação (MEC) que prevê mais de 100 mil bolsas de estudo em quatro anos para promover intercâmbio, de forma que alunos de graduação e pós-graduação façam estágio no exterior, e para atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil. O químico Antonio Otavio de Toledo Patrocinio teve a oportunidade de trabalhar na indústria, mas optou por seguir a carreira acadêmica na Universidade Federal de Uberlândia (UFU). “Aqui no Brasil, só há uma opção para quem atua com pesquisa, que é estar vinculado ao ensino superior”, diz o vencedor do Prêmio Green Talents, oferecido pelo governo alemão a autores de pesquisas ligadas à sustentabilidade. A arquiteta gaúcha Ana Carolina Santos Pellegrini fez diferente: concluiu o doutorado enquanto trabalhava como professora em universidades particulares. Com a última tese, intitulada Quando o projeto é patrimônio: a modernidade póstuma em questão, ela venceu o Prêmio Capes 2011 na área de arquitetura e urbanismo, agora representando a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). “A pesquisa é desenvolvida dentro de universidades públicas. Hoje, eu ganho quase 30% menos, mas estou na melhor universidade do Brasil”, pondera a recém-concursada. “Tenho plena consciência de que o Estado investiu em mim e é fundamental que eu dê retorno à população. De nada adianta estudar os genes se isso não for aplicado no dia a dia para tratar as pessoas”, afirma o médico Roberto José de Carvalho Filho, que estuda a influência genética em doenças hepáticas. O plano do professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) é seguir com a pesquisa enquanto ministra aulas e atende em consultório, mas ele sugere uma mudança na forma de avaliar o desempenho dos pesquisadores. Atualmente, leva-se em consideração exclusivamente o volume das publicações por ano, o que para ele não reflete a contribuição do cientista para a sociedade. Agora, com o novo ano pela frente, os quatro desejam desenvolver estudos de alto nível e contribuir para o desenvolvimento do país. Procurado pela reportagem, o MCTI não informou quanto planeja disponibilizar para o setor neste ano. https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2013/1/9/terreno-promissor-para-os-jovens
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January 9, 2013 12:07 PM
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Pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) que publicam artigos em revistas científicas devem passar a negociar com as editoras contratos que permitam que o material fique disponível gratuitamente em uma página da instituição. Hoje, muitas vezes instituições públicas financiam pesquisas e, quando os resultados são publicados, as próprias universidades têm de pagar para acessá-los. A determinação do reitor João Grandino Rodas foi oficializada com a resolução n.º 6.444, publicada em 22 de outubro. As pesquisas serão publicadas na BDPI (Biblioteca Digital da Produção Intelectual da USP), recém-inaugurada. A iniciativa faz parte de um movimento global pelo acesso aberto à ciência. Unesp e Unicamp planejam estratégia semelhante e outras, como a UnB (Universidade de Brasília) e a UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina e UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), já têm seus repositórios, como são chamadas essas bibliotecas online. Segundo a diretora do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP (Sibi), Sueli Mara Soares Pinto Ferreira, a decisão já vinha sendo discutida havia alguns anos. — Dessa forma, a USP dá um retorno maior, trazendo para a sociedade o que ela investiu e, ao mesmo tempo, aumentando a visibilidade do que é produzido.
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January 9, 2013 12:00 PM
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Entenda como será feita a distribuição de vagas em universidades e institutos federais e saiba quem são os beneficiados pelas novas regras, que já em vigor
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January 9, 2013 10:54 AM
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A Justiça Federal do Ceará decidiu, na última quarta-feira (19), suspender a retificação do edital mais recente do programa Ciência sem Fronteiras, programa do governo federal que oferece bolsas para universitários estudarem no exterior. Com a decisão, estudantes brasileiros de mais de 20 cursos – grande parte deles na área de humanas –, que haviam sido excluídos nessa retificação, poderão fazer parte da seleção. A candidatura às bolsas nas universidades pode ser feita a partir desta quinta-feira (20) pelos interessados.
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January 9, 2013 10:52 AM
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"Absolutamente tudo o que diz respeito à implantação do acordo ortográfico, firmado pelos países lusófonos em 1999, representa um grande transtorno", afirma Rosângela Bittar O decreto 7875 adiou para 1º de janeiro de 2016 a obrigatoriedade do uso da nova ortografia. A transição, iniciada em 2009, recebeu agora essa esticada ampla, geral e irrestrita. Os transtornos de alterações em editais e concursos são pequenos diante da confusão que vem se estabelecendo no processo de aprendizagem da língua. Foi um mau acordo para a imensa maioria dos falantes desse idioma. Portugal o rejeitou e expôs suas razões, e todos compreenderam a angústia de Professores e especialistas em geral, além de políticos e instituições que deveriam referendá-lo. Afinal, a língua como praticada em Portugal teria sido a mais afetada, com maior número de alterações para aproximar-se dos outros países. Mas no Brasil as mudanças, embora poucas, foram profundas e, por carecerem de racionalidade, ficou logo patente o alto grau de dificuldade para seu aprendizado. Até hoje são muitos os que não absorveram a supressão do trema ou a falta de regras para o hífen, sinal regido agora por tantas exceções que só a decoreba o vence. O acordo foi firmado em 1990 por Brasil, Portugal, São Tomé e Príncipe, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau e Moçambique. Desde o início os países ficaram livres para estabelecer seu tempo de maturação. Alguns, Portugal à frente, demoraram a referendá-lo, outros foram adiando sucessivamente sua execução. Se fosse apenas a perda dos acentos em hiatos e ditongos, como os simplistas querem fazer crer, está claro que o aprendizado teria ocorrido sem necessidade de maiores protelações. Mas são mudanças sem regras e o acordo vai sendo descumprido pela população e maltratado pelo governo. Porém, o acordo foi assinado, pressionou-se os demais países a seguir adiante com a tramitação das mudanças nas instituições legais e educacionais. É uma incoerência o Brasil mostrar-se tão titubeante, e tão tardiamente. Se é um acordo que veio só para confundir, promover unificações periféricas e movimentar o mercado editorial, não deveria ter sido assinado, e poderiam as autoridades ter pensado mais antes de consumar o fato. Uma vez em vigor, a oscilação só piora a situação.
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January 9, 2013 10:32 AM
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O desempenho em matemática dos alunos que se formam nas escolas municipais de São Paulo sofreu ano passado a terceira piora seguida na avaliação da própria rede
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January 9, 2013 10:23 AM
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Susan Greenfield, especialista no impacto da tecnologia no cérebro, diz que estamos cada dia mais dependentes de redes sociais e videogames e prevê um futuro sombrio para os "nativos digitais", geração que passará a vida inteirta online. Para a neurocientista britânica Susan Greenfield, o admirável mundo novo da internet e das redes sociais não é tão admirável assim. Videogames e redes sociais estão, na visão dela, criando uma nova geração – a de "nativos digitais" – que vai passar a maior parte de sua vida online. E isso não é bom, segundo ela. "As crianças que estão crescendo agora nesse ambiente do ciberespaço, não vão aprender como olhar alguém nos olhos, não vão aprender a interpretar tons de voz ou a linguagem corporal", disse em entrevista ao site de VEJA, concedida em sua passagem pelo Brasil para falar na Conferência Fronteiras do Pensamento, em São Paulo e Porto Alegre. Susan, de 52 anos, autora de livros como The Private Life of the Brain (A Vida Privada do Cérebro, sem edição no Brasil), afirma que há um grande risco de as pessoas passarem a viver suas vidas exclusivamente em ambientes virtuais. "Um estudo americano, de 2010, mostrou que mais da metade dos adolescentes entre 13 e 17 anos gastava mais de 30 horas por semana na internet. São quatro ou cinco horas por dia não andando na praia, não dando um abraço em alguém, não sentindo o sol no rosto, não subindo em uma árvore, não fazendo todas as coisas que as crianças costumavam fazer." Outra comparação feita pela neurocientista, que também é professora de Farmacologia na Universidade de Oxford, é entre as redes sociais e a indústria do cigarro. De acordo com ela, assim como as produtoras de tabaco negavam o poder viciante do cigarro, o mesmo ocorre hoje com as companhias que lucram com o uso das redes sociais e videogames. "É preciso admitir que existe um problema", diz ela, citando estudos que relacionam a utilização intensiva de redes sociais com a liberação de substâncias estimulantes no cérebro. Apesar de enxergar com pessimismo um mundo em que estejamos conectados a maior parte do tempo, Susan diz que não adianta proibir crianças e adolescentes de usar videogames e redes sociais. "É preciso oferecer um mundo tridimensional mais interessante para eles." A internet afeta o cérebro? Todos estão interessados em saber como as tecnologias digitais, especialmente a internet, afetam o cérebro. A primeira coisa a saber é que viver afeta o cérebro. O cérebro muda a todo instante de nossas vidas. Tudo que é feito durante o dia vai afetar o cérebro. A razão disso é que o cérebro humano se desenvolveu para se adaptar ao ambiente, não importando qual fosse esse ambiente. É interessante notar que agora o ambiente é muito diferente, de maneira sem precedentes. Continua ....
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January 9, 2013 10:24 AM
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Enganam-se aqueles que acreditam que o mercado só aceita profissionais que concluíram, ou cursam, o Ensino Superior. A busca por técnicos cresce a cada dia. Só no Grande ABC, há deficit de 960 deles todos os anos, e esse número tende a crescer. A formação técnica de nível médio nas mais diversas áreas da engenharia e indústria continua a mais adequada para qualquer estudante se encontrar profissionalmente e garantir sua ascensão na área escolhida, afirma o técnico em eletrotécnica e diretor do Sintec-SP (Sindicato dos Técnicos Industriais do Estado de São Paulo), Wilson Vieira Junior. Segundo ele, multinacionais dos segmentos de petróleo e gás, controle e processos industriais, infraestrutura, recursos naturais, produção industrial e outros eixos tecnológicos buscam de várias maneiras uma fórmula para despertar entre os jovens o interesse por seus segmentos. "A Petrobras é um exemplo prático destas ações, com o programa Profissões de Futuro. A companhia leva até o jovem palestras informativas a respeito do seu segmento, as demandas em curto prazo de profissionais técnicos, bem como suas competências e atribuições." De acordo com o diretor do Sintec-SP, até 2015, devem surgir mais de 50 mil vagas ao ano para técnicos na indústria de petróleo, gás e energia e também no segmento naval (indústria naval e estaleiros).
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January 9, 2013 10:11 AM
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Especialistas americanos desenvolvem o Universal Design for Learning, princípios para uma educação que respeita as diferenças No fundo da sala de aula, um menino, aqui genericamente chamado pelo nome de João, pode não estar ouvindo direito o que a professora diz porque tem algum problema auditivo. Ou porque sofre de um distúrbio de atenção que ainda nem foi identificado. Ou apenas porque não está achando o assunto interessante. São vários os motivos que fazem com muitos que joões aqui e em todo o mundo não recebam adequadamente a mensagem de uma aula e não se engajem em seu próprio aprendizado. Contra essa situação, um grupo de especialistas norte-americanos vem desenvolvendo o UDL (Universal Design for Learning), uma série de princípios a serem considerados no momento do desenvolvimento do currículo e que permitem que todos os alunos, com necessidades especiais ou não, sejam capazes de participar ativamente de seu processo de ensino-aprendizagem. A iniciativa, que chega neste ano ao Brasil pelas mãos do iABCD, organização especializada na educação de crianças com transtorno de aprendizagem, defende que os currículos sejam pensados a partir de três parâmetros: várias formas de apresentação do conteúdo, múltiplas possibilidades de envolvimento e formas variadas de ação e expressão. Para cada um desses três princípios, os especialistas norte-americanos do Cast (Center for Applied Special Technology) elaboraram um passo a passo, disponível em português, para ajudar professores de todas as séries e disciplinas a implementarem as orientações.
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January 9, 2013 10:10 AM
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Site vai mostrar 75 histórias de jovens transformadores até 2014 e realizar oficinas presenciais nas cidades-sede do evento Aproveitando o bordão “imagina na copa”, que, de modo pessimista, sai da boca da população demonstrando as possíveis mazelas que o Brasil já enfrenta e que podem piorar durante a Copa do Mundo, em 2014, um grupo de quatro jovens de 26 a 29 decidiu ir à contramão da teoria para mostrar que é possível inverter o sentido da frase. Para isso, criaram a plataforma de mesmo nome, lançada no último dia 3, que pretende mobilizar e engajar outros jovens brasileiros a criar uma onda de ações transformadoras. No site, semanalmente, será mostrada uma nova história de jovens que estejam transformando o país para melhor. Ao todo, serão 75 perfis até a Copa. Além disso, os fundadores do projeto realizarão oficinas presenciais nas cidades-sede dos jogos como forma de ajudar outros jovens a criarem e organizarem seus próprios projetos. “A ideia é transformar a Copa num chamado para a atuação dos jovens, para empoderá-los e engajá-los para que assim possam dar luz a novas iniciativas transformadoras em suas cidades e comunidades. Engajando mais gente e contribuindo para que outras pessoas a se organizem, para que as coisas deem certo no Brasil, independentemente do campeonato”, afirma Mariana Ribeiro, coidealizadora do projeto.
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Inovação Educacional
January 9, 2013 10:09 AM
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Narrado por Meryl Streep, Girl Rising retrata a vida de 9 jovens de diferentes países que lutam pelo direito de estudar Entre as histórias estarão: a personagem peruana que vive com seus pais em uma cidade desolada de mineração e, apesar da dificuldade de frequentar a escola, descobriu o poder transformador da poesia; do outro lado do oceano temos Amina, a garota afegã que teve o sonho trocado por um carro, quando foi obrigada a se casar por cerca de US$ 5.000 deixando para trás a busca pela universidade. O filme é dirigido por Oscar Richard Robbins , já indicado ao Oscar, e narrado por nomes como Meryl Streep, Anne Hattaway e Selena Gomez. “Nós combinamos arte e animação, ficção e documentário, o que criou um filme emocionante e dinâmico, que é, visualmente, muito bom de assistir”, diz Reeves. Ficou ansioso? Então é bom esperar um pouco mais. Partes do filme serão exibidas pela primeira vez no Festival de Cinema de Sundance, em 21 de janeiro. Em maio, ele será exibido por duas noites na CNN e, só no meio do ano, terá sua estreia internacional em cidades de todo o mundo. “Estamos certamente procurando levar esse filme para o Brasil”, promete Reeves.
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