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Inovação Educacional
December 3, 2012 9:16 AM
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Os alunos do professor Claiton Martins-Ferreira, 44, na UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) aprendem redação acadêmica com uma professora da Universidade Stanford. Após assistir às aulas da disciplina Escrevendo em Ciências no Coursera, ele passou a indicá-la a seus estudantes "Escrever mal é um problema recorrente, principalmente entre alunos de graduação, por isso indico o curso", diz Martins-Ferreira. Pós-doutorando em biologia, ele fez várias disciplinas relacionadas à área. "É uma oportunidade para se atualizar."
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Inovação Educacional
December 3, 2012 10:33 AM
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Na reunião nacional de diretores do Senac, ocorrida na última sexta-feira (30) no Deville Salvador, o principal ponto discutido foi a implantação de uma Rede Nacional de Educação a Distância, a conhecida EAD, que unifique as iniciativas regionais já desenvolvidas, criando uma matriz de cursos a distância única e integrada em todas as unidades do Brasil. “A formação de uma rede de EAD representará um grande salto na oferta de cursos que vão desde a formação inicial e continuada, passando pelos cursos técnicos, até os de nível superior, entre graduação e pós-graduação”, explicou Sidney Cunha, diretor nacional do Senac. O Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego), realizado pelo Senac em parceria com o governo federal e que vem capacitando mão de obra, sobretudo para o turismo, foi outro ponto em discussão. “Em 2012 foram mais de 300 mil vagas abertas para cursos de capacitação profissional no País pelo Pronatec”, disse o diretor nacional. No Estado da Bahia, foram abertas 18 mil vagas pelo programa. Impulsionado pela Copa do Mundo, o Pronatec continuará em 2013.
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Inovação Educacional
December 3, 2012 10:32 AM
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O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou na manhã desta segunda-feira (3) que o melhor investimento dos royalties do petróleo é na educação. Uma medida provisória deve ser publicada entre esta segunda e terça para obrigar a aplicação de 100% dos royalties em concessões futuras.“Nós vamos buscar mobilizar os estudantes, professores, as famílias, o povo brasileiro para defender esse avanço, esse legado histórico dos royalties para preparar o Brasil para o pós petróleo, porque essa riqueza não é renovável. O que vai ficar no lugar se a gente desperdiçar essa riqueza com calçadas de luxo, obras suntuosas e máquina pública inchada? Não vai ficar nada. Se nós priorizarmos a educação nós vamos dar um salto extraordinário, mesmo quando o petróleo acabar", disse “A melhor forma de usar essa riqueza [royalties] é na educação”, completou Mercadante antes de participar da Conferência Nacional de Educação no Ministério. Royalties são tributos pagos ao governo federal pelas empresas que exploram petróleo, como forma de compensação por possíveis danos ambientais causados pela extração. Participação especial é a reparação pela exploração de grandes campos de extração, como da camada pré-sal descoberta na costa brasileira recentemente.
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Inovação Educacional
December 3, 2012 10:30 AM
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O veto da presidente Dilma Rousseff às mudanças que a Câmara dos Deputados pretendia fazer na divisão dos royalties do petróleo e gás obedece a um imperativo racional. Com o veto, ela manteve o regime em vigor para contratos já assinados. Isso permite que os Estados produtores conservem 22,5% das receitas, enquanto os municípios na mesma situação ficam com 30%, deixando 47,5% para a União e 1,75% para os Estados não produtores. O veto vale apenas para o passado.Para a divisão dos royalties dos contratos futuros, apesar do veto, prevaleceu a decisão do Congresso: 30% para os Estados, 30% para os municípios e 40% para a União. Todos esses recursos, pela decisão de Dilma, deverão ser destinados à Educação. Num mundo ideal, sempre se poderá debater sobre a melhor forma de um país com 200 milhões de habitantes, divididos entre 27 Estados e 5.600 municípios, distribuir uma riqueza fabulosa a mais de 2.000 metros de profundidade do mar. De toda essa discussão, destinar os recursos para a Educação parece ser a melhor alternativa possível. Ao menos parte dos interesses de Rio de Janeiro e Espírito Santo, Estados que abrigam 10% da população e arcam com os custos - e benefícios - do petróleo, foi protegida - aqueles relativos aos contratos vigentes. Não poderia ser diferente. Nos últimos anos, a exploração do petróleo tornou-se uma das principais referências tanto da economia fluminense como da capixada. Grande parte da população organizou-se em função das oportunidades abertas pelo petróleo, tanto no setor público quanto no privado. A manifestação ocorrida na segunda-feira, no centro do Rio de Janeiro, só teve grande adesão local - e impacto sobre o país inteiro - porque expressava a vontade de assegurar progresso para todos. Ao contrário de outras miragens alimentadas pela propaganda oficial, até agora o pré-sal tem-se mostrado à altura do otimismo que despertou no momento de sua descoberta. Apenas o potencial dos campos de Lula e Sapinhoá eqüivale a 15,4 bilhões de barris, ou tudo o que a Petrobras produziu desde sua fundação, em 1953. O petróleo do pré-sal já responde por 10% da produção diária de petróleo. Pode chegar a 31% em 2016 e 50% em 2020. Para o ano que vem, Dilma já anunciou dois novos leilões. As estimativas dão realismo à previsão de que, em dez anos, as reservas brasileiras ocupem o oitavo lugar no mundo (hoje estamos em 14Q). Os investimentos do petróleo dependem do preço do barril. Ele precisa ser alto o suficiente para justificar técnicas de exploração mais caras, como o pré-sal, muito mais dispendioso que cavar um poço no deserto. No futuro, o país pode se beneficiar, e muito, da exploração adequada do petróleo e da riqueza que ele pode gerar. Isso implica transformar essa riqueza promissora em investimentos para as futuras gerações, contribuindo para emancipar o país de um passado de desigualdade, despreparo e pobreza. Por isso, a melhor notícia na decisão da presidente é a equação petróleo = Educação. http://www.todospelaeducacao.org.br/comunicacao-e-midia/educacao-na-midia/25093/petroleo--educacao/
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December 3, 2012 10:23 AM
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Faz dez anos que o arquiteto Mohammed Rezwan criou a primeira escola flutuante em Bangladesh. De lá para cá, o barco-escola acabou se tornando fundamental numa região em que as monções interditam estradas e não permitem nem mesmo que os alunos caminhem até as salas de aula. Para se ter uma ideia do problema, em 2007, 332 escolas foram destruídas, e 4.893, danificadas. Na Índia, a Bharti Foundation ajuda “jovens e crianças a atingirem seu potencial”. E, desde 2004, na Dinamarca, o RoboBraille traduz para o braile textos em vários idiomas. Iniciativas como essas, que deram certo na área de Educação e que têm potencial para serem replicadas, foram apresentadas na quarta edição do World Innovation Summit for Education (Wise), em Doha, no Qatar. — Nosso trabalho reduziu a evasão escolar e tem permitido que as crianças tirem o máximo de proveito de uma educação de qualidade. Nas aldeias ribeirinhas onde atuamos, graças ao acesso à educação, as taxas de casamentos precoces foram reduzidas, e ainda conseguimos fazer com que as comunidades propensas a inundações começassem a se preparar para as mudanças climáticas — conta Rewzan, fundador da ONG Shidhulai Swanirvar Sangstha, que atua em Bangladesh. — Além disso, o projeto tem ajudado a desenvolver a agricultura solar para salvaguardar o abastecimento de alimentos e garantir uma renda durante todo o ano para as famílias em áreas sujeitas a inundações. Com isso, a alimentação e a saúde das crianças melhoraram.
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December 3, 2012 9:14 AM
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O atual momento econômico do País e a euforia pela futura realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas, em 2014 e 2016, respectivamente, colocam em evidência a extrema importância de capacitar e educar pessoas. Hoje, todas as empresas preocupadas com real desenvolvimento sabem que isto não será possível sem a formação permanente de pessoas. No Brasil, as empresas também precisam lidar com as falhas do sistema educacional (fundamental e médio), que, embora tenha melhorado, ainda é um dos piores desempenhos no Pisa (Program for International Student Assessment). Somos a sexta maior economia do mundo, mas, como se tem dito, somos um trem-bala operado por uma "maria-fumaça". Por isso, os desafios relativos à capacitação e formação assustam. Não por acaso, a preocupação com mão de obra (disponibilidade, custo e qualificação) chegou ao topo da lista de temores de executivos que lideram grandes empresas brasileiras. O guia "As Melhores Empresas para Trabalhar 2012", publicado pela revista Você S/A, reforça o coro de que o Brasil é um país que ainda se mostra carente de mão de obra qualificada. Um dado interessante da edição foi a ênfase em promover talentos dentro da empresa, uma realidade para as 150 melhores. Quanto mais se promove internamente, maior a necessidade de se investir em formação. Também a pesquisa "Dez Empresas Mais Admiradas no Brasil", da revista Carta Capital (2012), traz resultados estimulantes, uma vez que, dentre as dez mais admiradas, oito têm sistemas de educação corporativa (SECs).
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December 3, 2012 6:27 AM
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Editoras brasileiras fecharam acordo com a Amazon para a venda de seus livros digitais no país. A varejista americana, que estrutura sua operação no Brasil, assinou contrato com Companhia das Letras, Globo Livros, Ediouro e DLD – responsável pelos livros digitais da Objetiva, Record, Rocco, Planeta, Sextante, LPM e Novo Conceito. O fim das negociações acelera a chegada da Amazon ao mercado brasileiro. DLD e Globo Livros também fecharam acordo com o Google. Ambas estimam que Amazon e a loja de livros do Google estreiem no Brasil em dezembro. A Companhia das Letras apenas afirmou que está em negociações bem avançadas com o Google, mas não prevê a data de lançamento dos serviços no Brasil.
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December 3, 2012 6:35 AM
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O resultado da pesquisa divulgado na última terça-feira (27) pela Pearson Internacional colocou o Brasil em 39º lugar entre 40 países pesquisados. De acordo com Mekler Nunes, diretor superintendente de Educação Básica da Pearson no País, o 39º lugar não é de todo ruim. "Estar nessa relação de países já é, por si só, um destaque", afirma. "É sinal de que já fizemos o dever de casa mais básico". Fazer o básico. É exatamente isso que o governo vem fazendo nos últimos anos. Educação básica, com acesso para quase 96% da população brasileira no ensino fundamental de nove anos. Um avanço considerando as últimas décadas do sistema educacional do país. Só que o básico não adianta mais. O crescimento econômico do Brasil proporcionou aumento nos níveis de emprego e a necessidade de qualificação de mão de obra. Isso não temos. As empresas buscam, mas muitas vagas ainda não são preenchidas por falta de qualificação.
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December 3, 2012 6:31 AM
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Com o anúncio feito na sexta-feira pelo governo federal de vincular integralmente os recursos dos royalties do petróleo de futuros contratos à educação, a sociedade civil já começa a se mobilizar para garantir a destinação desses recursos para educação pública "Vamos analisar o texto da medida provisória, esse é o primeiro passo. Não adianta colocar no contexto dos royalties a destinação para educação. Tem que especificar que essa destinação é para educação pública. A gente não pode financiar a ineficiência do setor privado na educação", argumentou Daniel Cara, coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. Com o veto da presidenta Dilma Rousseff ao artigo do projeto de lei que propunha mudança na distribuição dos royalties do petróleo de campos já em exploração, os Estados e municípios produtores continuarão recebendo os mesmos percentuais dos contratos no regime de concessão já firmados. Em medida provisória (MP), o governo vai regulamentar os contratos já estabelecidos e futuros, além de garantir a distribuição das riquezas do petróleo e o fortalecimento da educação brasileira. A educação também vai receber 50% dos rendimentos do Fundo Social. A reserva é uma poupança pública com base em receitas da União. O Fundo Social, criado em 2010, prevê investimentos em programas e projetos de educação, cultura, esporte, saúde e de combate à pobreza, entre outros. De acordo com Daniel Cara, o dinheiro oriundo dos royalties ainda vai demorar para chegar nas escolas públicas brasileiras, mas garantirá a implementação do Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê o investimento de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a área.
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December 1, 2012 1:36 PM
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As famílias que têm crianças entre zero e 15 anos de idade e se encontram na linha da extrema pobreza passarão a receber, a partir de agora, um benefício que terá valor médio de R$ 235 por mês. A ampliação do Programa Brasil Carinhoso do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome foi anunciada ontem em Brasília pela presidente da República, Dilma Rousseff (PT), em cerimônia que contou com a presença de vários ministros e governadores, dentre eles Cid Gomes (PSB) do Ceará. O Brasil Carinhoso prevê que todas as famílias extremamente pobres com pelo menos uma criança tenham renda mínima per capita de R$ 70. Ou seja, famílias que já recebem o Bolsa Família, mas que não atingem renda per capita de R$ 70 terão um complemento no benefício para deixar a situação de pobreza absoluta. O governo considera como extremamente pobres, miseráveis ou na pobreza absoluta famílias cuja renda mensal por pessoa é inferior a esse valor. Até a ampliação anunciada ontem o programa atingia famílias com pelo menos uma criança até seis anos.
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December 1, 2012 1:30 PM
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Ensino virtual ganha mais espaço
Valor Econômico - 30/11/2012 Com mais de 20 anos de presença em grandes empresas brasileiras, as universidades corporativas são um universo em expansão, e evoluem para o modelo digital. Atualmente, existem mais de 600 os ambientes educacionais criados por grandes corporações do país, com cursos presenciais, workshops e seminários, visando aumentar a competência profissional dos funcionários. Várias companhias correm para implementar e operar tecnologias de transmissão virtual de conteúdo educacional, redes sociais, sistemas de e-learning e grupos de discussões e estudos compartilhados na web. "Nossa estratégia tem a ver com a evolução da própria clientela, hoje, cada vez mais dependentes do ambiente web e também com a preocupação em reduzir custos", diz Jacques Métadier, diretor de desenvolvimento de recursos humanos da Accor Académie América Latina. "A intenção é que nos próximos anos, pelo menos 60% dos treinamentos educacionais da universidade da corporação sejam via internet, por meio de comunidades virtuais ou sistemas de educação a distância." Segundo ele, "é mais barato treinar pessoas, em grande volume, á distância, do que deslocar as pessoas ou os consultores de treinamento." A Accor não vai abandonar o treinamento presencial. O grupo francês investe por ano em torno de € 45 milhões na capacitação de seus 460 mil funcionários espalhados pelo mundo. São mais de 435 mil dias de treinamento por ano. A empresa também investe no treinamento dos colaboradores no Brasil, que representa mais de 80% da receita prevista para a América Latina, que neste ano deve chegar a cerca de R$ 1 bilhão. Só para desenvolvimento de conteúdo para a plataforma de ensino à distancia, o Click Accor, implantada desde abril, a empresa gastou R$ 150 mil. "O novo sistema vai permitir que nossos nove mil colaboradores em vários países da América Latina realizem, em 2012, entre 12 mil a 14 mil treinamentos virtuais. Esse será o nosso diferencial no desenvolvimento de pessoas e aprendizado contínuo." A Universidade Ambev, a principal fonte de treinamento e profissionalização dos funcionários da empresa, realiza a maior parte do seu treinamento de forma presencial. Em 2011, os programas de treinamento e qualificação profissional proporcionaram 79 programas, 1.143 cursos e mais de 36 mil horas de treinamento. Foram atendidas mais de 42 mil pessoas, a maioria por meio de módulos presenciais. "Nosso maior desafio para os próximos anos é enfatizar os programas de treinamento on-line", diz Fabíola Higashi Overrath, especialista de treinamentos na Ambev. A previsão é investir ao longo dos próximos meses mais de R$ 30 milhões, com objetivo de aprimorar e aumentar a capacitação a todos os setores da empresa. O Santander Universidade, divisão global do grupo espanhol, ainda não priorizou o treinamento on-line no seus programas de ensino, mas pretende reforçar duas linhas de ação que têm forte impacto no desenvolvimento dos colaboradores do banco, diz Claudinéia Aparecida da Silva, superintendente de recursos humanos do Santander. "O banco pretende investir cada vez mais na contratação de pessoas e acelerar internamente o desenvolvimento de profissionais para cargos superiores, com melhoria dos planos de carreira", diz. Em ambos os casos, os programas de treinamento são intensos e procuram incentivar os líderes a ajudar efetivamente outros colaboradores. Em 2011, para o desenvolvimento de carreira dos funcionários do banco, foram organizados 28 workshops de carreira com as áreas administrativas e 98 com a rede de agências, totalizando 2.625 funcionários participantes (5% do total de funcionários). O workshop tem o objetivo de gerar reflexão sobre temas como protagonismo, escolhas e autodesenvolvimento. "Realizamos vários workshops de liderança de equipes, de gestores, programas desenvolvidos em parceria com o recursos humanos em Madri e universidades europeias, com a preocupação de desenvolver líderes de forma mais globalizada, como é o próprio banco Santander", diz Renata Beretta, supervisora de recursos humanos. Embora não tenha dados precisos, a professora Marisa Éboli, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), considera que a expansão das universidades corporativas é irreversível, mas poucas conseguem mensurar efetivamente seus resultados. "Não existe um banco de dados, do governo ou de entidades privadas, que agreguem essas informações." Marisa coordenou uma pesquisa nacional, entrevistando cerca de 60 empresas, a maioria de grande porte. O estudo comprova, segundo ela, que os investimentos na formação dos colaboradores é considerável, entre 1% a 5% da folha de pagamentos, mas muitas empresas tem procurado fazer o desembolso de forma parcial. "As empresas estruturam os projetos da forma ideal e vão implementando de acordo com seu orçamento anual. Ninguém investe tudo de uma vez, mas o dinheiro não tem sido um limitador do crescimento desses projetos." https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/11/30/ensino-virtual-ganha-mais-espaco
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December 1, 2012 1:39 PM
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Feira tecnológica de escola mineira aposta em projetos para ajudar portadores de necessidades especiais. Além de inclusão social, a iniciativa promove o pensamento empreendedor em sala de aula
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December 1, 2012 1:35 PM
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Você pode pensar que é possível encontrar qualquer coisa na internet Porém, mesmo enquanto imagens e vídeos rapidamente dominam a web, os mecanismos de busca geralmente só encontram certa imagem se o texto inserido corresponder ao texto com qual ela foi rotulada. E os rótulos podem ser pouco confiáveis, inúteis ("peludo" em vez de "coelho") ou simplesmente inexistentes. Para eliminar esses limites, cientistas precisam criar uma nova geração de tecnologias de busca visual --caso contrário, como disse recentemente a cientista da computação Fei-Fei Li, a internet estará correndo o risco de "ficar no escuro". Agora, junto a cientistas de Princeton, Li, de 36 anos, construiu o maior banco de dados visual do mundo --num esforço para imitar o sistema de visão humano. Com mais de 14 milhões de objetos rotulados, de vidros vulcânicos a orangotangos e jaguatiricas, o banco de dados oferece um recurso vital para pesquisadores de visão computacional.
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December 3, 2012 9:17 AM
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Duas iniciativas de universidades paulistas foram as primeiras a oferecer cursos nos mesmos moldes que as de universidades estrangeiras. A única diferença diz respeito à emissão de diplomas O primeiro desses projetos foi o Unesp Aberta, lançado em junho. Nele, é possível assistir a cerca de 300 vídeos on-line, além de acessar materiais escritos e imagens de diversas disciplinas completas oferecidas pela universidade.
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December 3, 2012 6:29 AM
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Anais do Simpósio Brasileiro de Informática na Educação.
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December 3, 2012 10:32 AM
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A oferta de cursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) é um desafio e uma oportunidade para o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) levar mais conhecimento ao campo e profissionalizar de forma mais ampla os trabalhadores rurais com capacitações a partir de 160 horas. Em 2013, vai oferecer um número maior de vagas para atender novas entidades (demandantes) interessadas nos cursos de Formação Inicial e Continuada do Pronatec do Senar. E para fechar o planejamento para 2013, o Senar vai participar nos dias 4 e 5 de dezembro de 2012 do Encontro Redes de Educação Profissional e Tecnológica e Demandantes da Bolsa-Formação Pronatec, organizado pelo Ministério da Educação (MEC). A ideia do MEC é aproximar ofertantes e demandantes para cruzar ofertas e demandas do Pronatec. Para a chefe do Departamento de Educação Profissional e Promoção Social do Senar, Andréa Barbosa, essa vai ser uma oportunidade para o Senar divulgar sua oferta de cursos, mostrar sua capacidade operacional e grande capilaridade em todo País. "Uma boa calibragem entre ofertantes e demandantes vai possibilitar e potencializar o atendimento das necessidades de capacitação do setor rural. O Senar acredita que construir conjuntamente o cenário da qualificação profissional rural é o melhor caminho".
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December 3, 2012 10:29 AM
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O Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, prevê que o Plano Nacional da Educação (PNE) seja aprovado no Congresso Nacional ainda no primeiro semestre de 2013. O ministro se mostrou preocupado com a demora na aprovação do plano, que tramita há quase dois anos. "O PNE não pode virar um tratado de Kyoto", disse Mercadante, referindo-se ao acordo climático global que envolveu diversos debates entre países. O ministro disse ter conversado com senadores nesta semana e ter recebido um retorno positivo quanto à celeridade do processo. Ele citou em especial José Pimentel (PT-CE), relator do plano, e Roberto Requião (PMDB-PR), que, segundo Mercadante, mostraram-se empenhados em aprovar o PNE com "a maior brevidade possível".
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December 3, 2012 9:23 AM
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A popularização da sigla MBA tornou a pós-graduação um requisito básico na lista de qualificações de qualquer profissional que deseja seguir carreira executiva. Mas há casos em que a pressa para adicionar mais essa linha no currículo - junto à falta de informação em relação a esse tipo de curso - pode atrapalhar mais do que ajudar. Segundo coordenadores de escolas de negócio, há muitos casos de alunos que fazem um segundo MBA, pois só perceberam depois ou durante o primeiro curso que ele não era o que tinham em mente quando apostaram na sigla. "Essa é uma situação comum, levando em conta que o MBA virou praticamente obrigatório", diz Karin Parodi, fundadora da consultoria Career Center. É o caso do engenheiro mecânico Roberto Chaves, hoje gerente sênior de suprimentos da Embraer. Ele cursou o primeiro MBA em 2001, três anos após a graduação. Escolheu um curso de uma instituição de Santo André, no ABC Paulista, conveniada à Fundação Getulio Vargas, na esperança de que a "marca" da renomada escola oferecesse o diferencial para a carreira. No entanto, percebeu no meio do programa que não seria a mesma coisa. "O curso deixou a desejar. Além disso, o mercado não reconhece do mesmo jeito que um MBA da FGV", diz.
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December 3, 2012 9:11 AM
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Como a rede de ensino Kroton, controlada pelo fundo Advent, tornou-se, em tão pouco tempo, uma das empresas mais valiosas do setor. Por nove dias, no início de novembro, a brasileira Kroton foi a maior empresa de educação do mundo. Passou, em valor de mercado, a chinesa New Oriental, que atende hoje 2,4 milhões de alunos - quase quatro vezes mais que a rede de ensino brasileira. Agora, ela já está de volta ao segundo lugar, com uma diferença de meio bilhão de dólares da primeira colocada global - o que também não deixa de ser uma posição de destaque para a Kroton. Até dois anos atrás, ela era uma empresa sem graça para os investidores. Tinha 85 mil alunos, lucro de R$ 11 milhões e valia na bolsa um quarto de sua maior concorrente e grande aposta do setor, a Anhanguera Educacional, de Valinhos (SP). "Ninguém imaginava que a empresa se destacaria dessa maneira", diz o analista do banco Santander, Bruno Giardino. Neste ano, ela virou a "queridinha" do mercado. Até novembro, a rede de ensino controlada desde 2009 pelo fundo americano Advent, foi a que mais se valorizou na bolsa brasileira - ao lado da carioca Estácio de Sá. No próximo dia 5, a empresa vai migrar para o Novo Mercado, nível mais avançado de governança corporativa da BM&FBovespa. A atenção dos investidores se voltou para a Kroton pela primeira vez em dezembro do ano passado, quando ela anunciou a maior aquisição já feita no setor de educação no mundo. Com a compra da paranaense Unopar, especializada em ensino a distância, a Kroton ganhou mais de 160 mil alunos e mudou de patamar. Seis meses depois, arrematou a catarinense Uniasselvi e se consolidou na liderança do ensino a distância.
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December 3, 2012 6:32 AM
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A implementação da Lei de Cotas pode mudar "radicalmente" a composição social da escola pública brasileira, principalmente no ensino médio, e influenciar também na melhoria da qualidade do ensino na rede pública. Na avaliação do coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, "as cotas colocam a escola pública no centro do debate" "Acredito que em dois ou três anos já veremos um aumento no número de matrículas das elites ricas nas escolas públicas", disse. Pela Lei de Cotas, regulamentada em outubro pelo Decreto nº 7.824, 50% das vagas em universidades e institutos federais serão destinadas a alunos que tenham cursado todo o ensino médio em escolas públicas. As seleções de ingresso já garantem para o próximo ano 12,5% das vagas aos estudantes da rede pública. A Lei, que tem implementação gradual, terá validade até 2022 e também considera critérios como renda familiar e raça. A professora de políticas públicas em educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Dalila Oliveira, acredita que ainda é cedo para apontar os impactos que as cotas terão na configuração da escola pública. Segundo ela, são necessários pelo menos três anos para se verificar a confirmação da tendência. Caso isso ocorra, ela avalia que a qualidade do ensino nas unidades públicas pode dar um salto de qualidade. "Por enquanto, é apenas especulação, mas caso a tendência se confirme, será um movimento favorável", avalia. "Afinal, pais mais escolarizados, com mais tempo, disposição e condições materiais para acompanhar o desenvolvimento dos filhos e participar da gestão escolar podem influenciar positivamente na escola", completou
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December 3, 2012 6:33 AM
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A implementação da Lei de Cotas pode mudar “radicalmente” a composição social da escola pública brasileira, principalmente no ensino médio, e influenciar também na melhoria da qualidade do ensino na rede pública. Na avaliação do coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, “as cotas colocam a escola pública no centro do debate”.“Acredito que em dois ou três anos já veremos um aumento no número de matrículas das elites ricas nas escolas públicas”, diz.Pela Lei de Cotas, regulamentada em outubro pelo Decreto nº 7.824, 50% das vagas em universidades e institutos federais serão destinadas a alunos que tenham cursado todo o ensino médio em escolas públicas. As seleções de ingresso já garantem para o próximo ano 12,5% das vagas aos estudantes da rede pública. A Lei, que tem implementação gradual, terá validade até 2022 e também considera critérios como renda familiar e raça.
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December 3, 2012 6:26 AM
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Ampliar a comunicação com públicos além do meio científico, especialmente professores e estudantes do ensino médio e fundamental, é uma das prioridades do Programa de Pesquisas em Caracterização, Conservação, Restauração e Uso Sustentável da Biodiversidade do Estado de São Paulo (Biota-Fapesp) em sua segunda década de existência. As ações que serão colocadas em prática a partir de 2013 para alcançar essa meta foram anunciadas em um encontro que reuniu os integrantes do programa realizado no dia 28 de novembro na sede da Fapesp. Entre as iniciativas destaca-se um ciclo de conferências gratuitas voltadas a professores e estudantes do ensino médio que será realizado ao longo de todo o ano com o objetivo de contribuir para o aperfeiçoamento do ensino de ciência. "Desde que foi renovado o apoio da Fapesp ao programa, em 2009, a questão da educação se tornou prioridade em nosso plano estratégico", afirmou Carlos Alfredo Joly, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenador do Biota. A programação prevê nove conferências que, além de apresentar conceitos e valores relativos à área de biodiversidade, abordarão de forma aprofundada cada um dos biomas brasileiros. "Vamos apresentar o estado da arte sobre biodiversidade em linguagem acessível a um público heterogêneo", disse Vanderlan da Silva Bolzani, professora do Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Araraquara e membro da coordenação do programa. As palestras serão gravadas e o conteúdo ficará disponível no portal do Biota e no portal da Fapesp, assim como outros textos e recursos didáticos que possam ser usados em aulas, pesquisas e trabalhos de grupo
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December 1, 2012 1:31 PM
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As crianças e jovens brasileiros estão cada vez mais conectadas às telas e tecnologias digitais: 75% dos adolescentes entre 10 e 18 anos afirmam navegar na internet, enquanto entre as crianças de 6 a 9 anos esse índice é de 47%. Os dados fazem parte da pesquisa Gerações Interativas Brasil – Crianças e Jovens Diante das Telas, que foi apresentada nesta quarta-feira, 28, pela Fundação Telefônica Vivo no Auditório do Masp, na região central de São Paulo. Em parceria com o Fórum Gerações Interativas, o Ibope e a Escola do Futuro da USP, a fundação pesquisou o comportamento da geração de nativos digitais brasileiros diante de quatro telas: TV, celular, internet e videogames. A coleta de dados ocorreu entre 2010 e 2011 junto a 18 mil crianças e jovens, com idades entre 6 e 18 anos. O Ibope ajustou a amostragem, baseado no Censo Escolar de 2007, e o conjunto válido de respondentes foi de 1.948 crianças e 2.271 jovens, pertencentes a um universo que abrange alunos de escolas do ensino público e privado, nas zonas urbana e rural de todas as regiões do País.
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November 30, 2012 4:22 PM
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A modalidade a distância chega a custar 75% menos
Valor Econômico - 30/11/2012 Os cursos a distância deixaram há muito de ser sinônimo de superficialidade e de baixa qualidade para se tornar hoje tão importantes - e conceituados - quanto os melhores cursos presenciais. Vários fatores contribuíram para esse fenômeno. Num país em que até as cidades de médio porte apresentam problemas de mobilidade urbana, a possibilidade de ganhar conhecimento sem precisar sair de casa tornou-se um atrativo dos mais valiosos. O perfil do aluno brasileiro também mudou nos últimos anos. Até pouco tempo, os cursos de EAD (Ensino a Distância) eram procurados por profissionais na faixa dos 30 anos que precisavam progredir na carreira e optavam por um segundo curso para aprimorar o conhecimento. Hoje, é possível fazer cursos a distância em quase todos os níveis de ensino (médio, técnico, graduação e pós-graduação), sem que ocorra uma queda da procura pelos cursos livres, que também estão crescendo, assim como os cursos corporativos (o mercado de trabalho exige hoje uma atualização constante). A questão financeira é outro fator importante: por exigirem menos infraestrutura, os cursos a distância quase sempre têm preços mais baixos do que os cursos presenciais - numa mesma instituição o valor para a modalidade a distância chega a ser 75% mais baixo. E a qualidade? Para Luciano Sathler, diretor da Abed (Associação Brasileira de Educação a Distância) e consultor de EAD da Universidade Presbiteriana Mackenzie, os cursos a distância não só superaram o preconceito, competindo de igual para igual com os cursos presenciais, como seus alunos passaram a ser disputados pelo mercado de trabalho por apresentarem características que nem sempre são encontradas nos alunos formados nos cursos convencionais. "À medida que mais gente se forma nos cursos de EAD e vai bem no mercado de trabalho, assumindo cargos importantes em empresas privadas ou conseguindo ótimas colocações com concursos, o preconceito cai", afirma Sathler. De acordo com o diretor da Abed, o aluno de EAD chega ao mercado de trabalho trazendo duas características que o diferenciam dos alunos presenciais: o bom conhecimento em informática, pois o próprio curso exige que o aluno adquira habilidade com as ferramentas tecnológicas à disposição, e a disciplina. "O aluno de EAD não tem o professor para pegar no pé e como os cursos a distância hoje são tão rigorosos quanto os presenciais, ele acaba criando este senso de autodisciplina, de autogestão", observa Sathler. Dados do Censo da Educação Superior de 2011, último grande estudo sobre o tema, realizado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), mostram que o curso de pedagogia continua sendo o que mais atrai estudantes em graduações a distância no Brasil - atualmente, a cada cem alunos matriculados neste modelo, 30 são de pedagogia. O curso de administração aparece em segundo lugar. O mesmo Censo aponta que o número de matriculados em cursos de graduação pela internet já corresponde a 14,6% do total de matrículas no ensino superior, número que só tende a crescer nos próximos anos. "A tendência é que não exista nem mesmo divisão entre os dois tipos de curso, mas, sim, que eles sejam complementares", ressalta Ivete Palange, membro da Abed e uma das coordenadoras do Censo da EAD. "Até pouco tempo, existia uma Secretaria de Educação a Distância, agora incorporada pelo Ministério da Educação. O importante será aprender, não importa o modelo escolhido", opina Ivete. O mais ambicioso projeto envolvendo o ensino a distância é a Universidade Virtual do Estado de S. Paulo (Univesp), criada pelo governo de São Paulo, que oferecerá cursos superiores semipresenciais de graça. A Univesp deve iniciar suas operações no ano que vem - a expectativa é chegar a 24 mil alunos em quatro anos. A ideia dos idealizadores é que parte dos cursos seja proposto e ministrado em parcerias com as universidades estaduais de São Paulo e com as Faculdades de Tecnologia de São Paulo (Fatec-SP). Nos primeiros anos, serão ofertados os cursos de licenciatura em língua portuguesa e em matemática, bacharelado em sistemas para comércio eletrônico e em segurança da informação, tecnologia em processos gerenciais, licenciatura em ciências, engenharia da computação, engenharia de produção, especialização em formação de educadores para linguagem brasileira de sinais (Libras) e especialização em formação de professores de engenharia, entre outros. "E não podemos deixar de apontar outro fenômeno: cresce cada vez mais o número de brasileiros que fazem cursos a distância no exterior. Os da Universidade de Harvard estão entre os mais procurados", destaca Sathler. "Se alguém tinha algum tipo de dúvida sobre o nível de excelência dos cursos online, depois que Harvard acertou aquela parceria com o MIT ninguém terá mais", diz o diretor da Abed. A frase, em tom de brincadeira, refere-se à parceria acertada recentemente entre a Universidade de Harvard e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), duas das maiores instituições acadêmicas (e rivais), para a criação de cursos online gratuitos. Assim como na caso da Univesp, a parceria entre Harvard e MIT também terá a participação de outras instituições de ensino superior. https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/11/30/a-modalidade-a-distancia-chega-a-custar-75-menos
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Inovação Educacional
December 1, 2012 1:38 PM
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Filósofos têm usado uma expressão bastante popular para definir a decisão do Ministério da Educação de instituir, em 2008, a obrigatoriedade do ensino de filosofia para alunos de nível médio. A medida, que, por um lado, é vista como positiva, por outro, teria sido ‘enfiada goela abaixo’, uma vez que não foi precedida de iniciativas que permitissem sua aplicação de modo eficiente. Tanto é que quatro anos depois da sanção da lei 11.684/2008, que inclui a disciplina de filosofia – além da de sociologia – no currículo do ensino médio, grande parte dos professores está despreparada para lidar com a matéria, constatam os pesquisadores da área. Diante do problema, filósofos de todo o país defendem a criação de linhas de pesquisa e até programas de pós-graduação específicos para o desenvolvimento do ensino nas escolas.
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