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Inovação Educacional
September 10, 2024 9:19 AM
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O que acontece quando a maioria faz uso de uma IA para realizar suas atividades laborais? E, no caso dos estudantes, quando os trabalhos passam a ser produzidos com o apoio de uma IA generativa? Luciano Sathler É PhD em administração pela USP e membro do Conselho Deliberativo do CNPq e do Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais As diferentes aplicações de Inteligência Artificial (IA) generativa são capazes de criar novos conteúdos em texto, imagens, áudios, vídeos e códigos para software. Por se tratar de um tipo de tecnologia de uso geral, a IA tende a ser utilizada para remodelar vários setores da economia, com impactos políticos e sociais, assim como aconteceu com a adoção da máquina a vapor, da eletricidade e da informática. Pesquisas recentes demonstram que a IA generativa aumenta a qualidade e a eficiência da produção de atividades típicas dos trabalhadores de colarinho branco, aqueles que exercem funções administrativas e gerenciais nos escritórios. Também traz maior produtividade nas relações de suporte ao cliente, acelera tarefas de programação e aprimora mensagens de persuasão para o marketing. O revólver patenteado pelo americano Samuel Colt, em 1835, ficou conhecido como o "grande equalizador". A facilidade do seu manuseio e a possibilidade de atirar várias vezes sem precisar recarregar a cada disparo foram inovações tecnológicas que ampliaram a possibilidade individual de ter um grande potencial destrutivo em mãos, mesmo para os que tinham menor força física e costumavam levar desvantagem nos conflitos anteriores. À época, ficou famosa a frase: Abraham Lincoln tornou todos os homens livres, mas Samuel Colt os tornou iguais. Não fazemos aqui uma apologia às armas. A alegoria que usamos é apenas para ressaltar a necessidade de investir na formação de pessoas que sejam capazes de usar a IA generativa de forma crítica, criativa e que gerem resultados humanamente enriquecidos. Para não se tornarem vítimas das mudanças que sobrevirão no mundo do trabalho. A IA generativa é um meio viável para equalizar talentos humanos, pois pessoas com menor repertório cultural, científico ou profissional serão capazes de apresentar resultados melhores se souberem fazer bom uso de uma biblioteca de prompts. Novidade e originalidade tornam-se fenômenos raros e mais bem remunerados. A disseminação da IA generativa tende a diminuir a diversidade, reduz a heterogeneidade das respostas e, consequentemente, ameaça a criatividade. Maior padronização tem a ver com a automação do processo. Um resultado que seja interessante, engraçado ou que chama atenção pela qualidade acima da média vai passar a ser algo presente somente a partir daqueles que tiverem capacidade de ir além do que as máquinas são capazes de entregar. No caso dos estudantes, a avaliação da aprendizagem precisa ser rápida e seriamente revista. A utilização da IA generativa extrapola os conceitos usualmente associados ao plágio, pois os produtos são inéditos – ainda que venham de uma bricolagem semântica gerada por algoritmos. Os relatos dos professores é que os resultados melhoram, mas não há convicção de que a aprendizagem realmente aconteceu, com uma tendência à uniformização do que é apresentado pelos discentes. Toda Instituição Educacional terá as suas próprias IAs generativas. Assim como todos os professores e estudantes. Estarão disponíveis nos telefones celulares, computadores e até mesmo nos aparelhos de TV. É um novo conjunto de ferramentas de produtividade. Portanto, o desafio da diferenciação passa a ser ainda mais fundamental diante desse novo "grande equalizador". Se há mantenedores ou investidores sonhando com a completa substituição dos professores por alguma IA já encontramos pesquisas que demonstram que o uso intensivo da Inteligência Artificial leva muitos estudantes a reduzirem suas interações sociais formais ao usar essas ferramentas. As evidências apontam que, embora os chatbots de IA projetados para fornecimento de informações possam estar associados ao desempenho do aluno, quando o suporte social, bem-estar psicológico, solidão e senso de pertencimento são considerados, isso tem um efeito negativo, com impactos piores no sucesso, bem-estar e retenção do estudante. Para não cair na vala comum e correr o risco de ser ameaçado por quem faz uso intensivo da IA será necessário se diferenciar a partir das experiências dentro e fora da sala de aula – online ou presencial; humanizar as relações de ensino-aprendizagem; implementar metodologias que privilegiem o protagonismo dos estudantes e fortaleçam o papel do docente no processo; usar a microcertificação para registrar e ressaltar competências desenvolvidas de forma diferenciada, tanto nas hard quanto soft skills; e, principalmente, estabelecer um vínculo de confiança e suporte ao discente que o acompanhe pela vida afora – ninguém mais pode se dar ao luxo de ter ex-alunos. Atenção: esse artigo foi exclusivamente escrito por um ser humano. O editor, Michael França, pede para que cada participante do espaço "Políticas e Justiça" da Folha sugira uma música aos leitores. Nesse texto, a escolhida por Luciano Sathler foi "O Ateneu" de Milton Nascimento.
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Today, 10:27 AM
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Como alguém que não sabe quase nada sobre IA (inteligência artificial) deveria pensar sobre suas implicações para a humanidade? Embora seja ousado, não é absurdo usar a formulação do sábio judeu Maimônides ao abordar a relação entre revelação e filosofia. Afinal, nem mesmo o maior dos sábios consegue compreender plenamente a divindade.
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Today, 10:19 AM
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Brinquedos com IA são revolucionários, mas potencial de ampliar o aprendizado se dissolve na lógica do engajamento Desafio da sociedade é permitir que tecnologia não desconecte nossas crianças da essência do brincar
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June 3, 5:23 PM
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O manifesto publicado recentemente da Palantir, empresa de análise de dados do Vale do Silício, resume em 22 pontos a visão de mundo da instituição. No quarto, são mencionadas “as limitações do poder brando” e se defende que a “capacidade das sociedades livres e democráticas de se afirmarem exige mais do que um apelo moral. Exige poder coercitivo, e o poder coercitivo neste século será baseado em software”. Essa e as demais propostas apresentadas, segundo Letícia Cesarino, evidenciam a “visão de mundo neorreacionária” dos fundadores da gigante norte-americana de software e Inteligência Artificial (IA) fundada em 2004 por Peter Thiel e Alex Karp.
De acordo com a pesquisadora, os magnatas da tecnologia veem na crise da democracia a possibilidade de substituí-la. A proposta, contudo, “não tem a intenção de ocupar o Estado Democrático de Direito para reformá-lo dentro de uma visão de direita ou conservadora. Eles não acreditam em reformar o atual sistema político-institucional. Eles veem o colapso como oportunidade para mudar o próprio princípio da soberania, sobre o qual os atuais Estados-nação foram construídos nos últimos quatro séculos, para uma soberania de base privada”, afirma.
Na entrevista a seguir, concedida ao Instituto Humanitas Unisinos – IHU por WhatsApp, Letícia Cesarino comenta sobre os possíveis interesses de Peter Thiel na Argentina, menciona as obras que fundamentam a criação de novos estados governados por uma “elite cognitiva” e diz que os criadores de realidades paralelas querem transpô-las para o mundo real. “Estes não seriam, obviamente, democracias, mas estados menores geridos como empresas. Os cidadãos não teriam voto nem voz, mas seriam clientes que, se insatisfeitos, poderiam se mudar para outro lugar. Esse modelo combina elementos gerenciais com autocráticos, que é a forma como muitos desses CEOs gerenciam suas empresas. Seria uma revolução na forma de conceber a soberania, do mesmo nível ou até mais profundo do que foi a Paz de Westfália no século XVII, que instituiu o modelo de Estado-nação territorial que temos hoje”, adverte.
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June 3, 5:07 PM
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For several years, NACE research has documented that employers have decreased their use of the GPA as a screening tool for new college graduate hires. In 2019, close to three-quarters of employers reported that they used GPA to filter job candidates. However, that proportion of employers steadily decreased to an all-time low of 37% in 2023. Our most recent data from Job Outlook 2025 bumps that percentage up a bit to 46%, but it is still well under 2019 numbers.
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June 3, 5:05 PM
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Americans already distrust institutions, including academia. More and more people may decide that its stamp of approval isn’t worth the cost.
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June 3, 4:52 PM
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FT Strategies and WAN-IFRA’s global benchmark of how newsrooms are changing, what they are prioritising and where they are going next. All based on a survey of about 480 newsroom executives from more than 80 countries.
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June 3, 4:16 PM
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Empresa não respondeu sobre processo, mas disse que não teve culpa no ataque de 2025 Procurador diz que OpenAI colocou ChatGPT à venda ciente de seus problemas de segurança
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June 3, 3:51 PM
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Decide-se agora, longe dos holofotes, uma das questões mais consequentes da educação brasileira: como será formado o professor que estará diante das crianças e jovens brasileiros. Tramita no CNE (Conselho Nacional de Educação) a regra que define quanto de uma licenciatura precisa ser presencial, e a disputa é dura: o próprio MEC (Ministério da Educação) chegou a propor rebaixar a exigência. Não é disputa de carga horária, e sim de autorizar, sob novo rótulo, um modelo que expandiu diplomas mais rápido do que garantiu qualidade. A estreia do novo Enade (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) voltado à formação de professores desnudou o que os secretários de Educação vêm sentindo há anos: a precarização das licenciaturas. Entre os concluintes de cursos presenciais, 73,9% alcançaram proficiência; entre os de cursos a distância, menos da metade. Quase 9 em cada 10 vagas de licenciatura são a distância, segundo o Censo de 2024. Em uma década, o presencial virou exceção, e é o modelo dominante que vai pior na prova. O mesmo exame ganhou uma segunda função: virou a Prova Nacional Docente, que estados e municípios podem usar para selecionar professores. Na primeira edição, o MEC declarou cerca de 500 mil pessoas aptas a lecionar e tratou o número como conquista. Convém olhar a régua antes de comemorar. O piso para ser "apto" é o que o próprio Inep chama de competências básicas, e "básicas" não é força de expressão: boa parte do que a prova cobra é conhecimento geral, não o saber especializado que a boa formação constrói. Uma prova que o MEC diz não ser certificação vira, na prática, o crivo das prefeituras para contratar. Mede pouco e decide muito. A favor da EaD há um argumento legítimo: levou graduação a quem não teria acesso de outro modo. Mas o problema não é quem estudou a distância, muitas vezes a única opção que teve. É o curso que lhe vendeu menos do que prometeu. Um diploma que não forma não é inclusão, é vender gato por lebre com carimbo público, e a conta é paga pelo aluno da escola pública, que recebe um professor mal preparado. Convém entender como a presencialidade quase caiu. Em maio de 2024, o CNE exigiu que metade da carga horária da licenciatura fosse presencial. Em 2025, um decreto federal vedou a licenciatura totalmente a distância, mas criou um formato "semipresencial" com piso de apenas 30%. As duas regras colidiram, e ao reescrevê-las o próprio MEC, que vinha apertando o cerco contra a EaD, propôs baixar a exigência de 50% para 40%. Sob pressão de secretários estaduais e municipais, a versão que voltou à mesa preserva os 50%. Mas a decisão ainda tramita, e a pressão para afrouxá-la não desapareceu. É fundamental que CNE e MEC resistam e adotem ao menos quatro medidas. Primeiro: vincular reconhecimento e renovação de curso ao desempenho no Enade, com fechamento dos cursos nas faixas mais baixas que não melhorarem em duas edições. Avaliação sem consequência regulatória é diagnóstico que ninguém trata. Segundo: elevar a régua. O exame que reprova a EaD e habilita meio milhão de docentes precisa exigir mais do que o básico, medindo o domínio do conteúdo a ensinar e o saber pedagógico, não conhecimento genérico. Terceiro: blindar a presencialidade onde ela mais forma, no estágio supervisionado e no contato com os saberes da docência, com tempo mínimo dentro de escolas e convênios formais entre faculdade e rede. Quarto: financiar a transição, não só proibir. Bolsas, financiamento estudantil e renúncias fiscais já existentes devem ser condicionados à qualidade da formação, não ao volume de matrículas. O Brasil decidiu, com razão, medir a formação de quem ensina. O passo seguinte é mais difícil: agir sobre cursos, mantenedoras e diplomas, não sobre planilhas. Aceitar a precarização da formação de professores custa caro ao país. A conta chega depois, na aprendizagem que não veio, e não há decreto que a estorne.
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June 3, 3:35 PM
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O objetivo do artigo é identificar tendências do ensino superior no mundo e buscar exemplos de iniciativas para lidar com os desafios do contexto atual. Para encontrar as tendências, foi conduzida uma revisão temática de literatura e foram aplicados questionários a representantes de instituições de ensino superior no Brasil. Para a identificação de exemplos, foram analisados rankings mundiais de universidades, foram conduzidos um workshop com professores e uma investigação em sites institucionais de diferentes instituições. Nove tendências foram levantadas, explicadas e exemplificadas. Os resultados contribuem para o aprofundamento do diálogo sobre o papel das instituições de ensino superior, seu posicionamento tanto no âmbito local e global e a relação e a atuação da comunidade acadêmica, incentivando a reflexão sobre o contexto atual.
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June 3, 3:24 PM
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Apresentamos a nova edição da Revista Brasileira de Pós-Gradução (RBPG), um especial sobre o Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu para Qualificação de Professores da Rede Pública de Educação Básica (PROEB). São dez artigos assinados pelos coordenadores e protagonistas dos cursos oferecidos em rede nacional a professores em exercício.
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June 3, 3:04 PM
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Artificial intelligence is reshaping economies and societies at a remarkable pace, transforming how people learn, work and live. Its ability to unlock access to knowledge, boost productivity and open new markets holds immense potential to accelerate development, creating jobs, new industries and boosting economic transformation.
This Digital Progress and Trends Report 2025: Strengthening AI Foundations offers a comprehensive data-driven snapshot of the global AI landscape. It underscores that while AI opens up opportunities, low- and middle-income countries face steep challenges to adapt or deploy AI effectively and at scale. Yet a promising trend is emerging as many countries are actively adopting “Small AI” solutions. These approaches are more affordable, easier-to-use applications designed to run on everyday devices like mobile phones, and they are already helping extend AI’s reach to help solve today’s most pressing development challenges in areas like agriculture, health, and education.
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June 3, 3:02 PM
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No retorno ao Brasil, os Oito Batutas abandonaram os trajes típicos e passaram a se apresentar com ternos bem cortados. Também incorporaram novos instrumentos como saxofone e bateria, a exemplo do que tinham visto na Europa. O grupo deixou de se definir como “orquestra típica” para adotar a designação de “jazz band”, ampliando o repertório com ritmos estrangeiros como o próprio jazz, o foxtrote e o ragtime. Nesse contexto, Pixinguinha chegou a trocar a flauta pelo saxofone. A volta dos batutas “europeizados” serve como ponto de partida para o historiador Renan Branco Ruiz discutir a trajetória do jazz no Brasil e suas conexões com a música brasileira até meados da década de 1980. O tema inspirou a tese de doutorado defendida em 2023 pelo pesquisador na Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Franca, e deu origem ao livro De Pixinguinha à Vanguarda Paulista Instrumental: Uma história do jazz no Brasil (1920‑1980), recém‑lançado pela Editora Cancioneiro.
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Today, 12:34 PM
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Mardochée Ogécime foi o primeiro conferencista do Ciclo de Estudos A corrida pela Inteligência Artificial. Distopias capitalistas e resistências decoloniais, promovido pelo Instituto Humanitas Unisinos – IHU neste semestre com o objetivo de refletir sobre os avanços da IA e as transformações no sistema capitalista. Na videoconferência intitulada “Tecnofeudalismo e colonialismo digital. Um olhar a partir do Sul Global”, o engenheiro informático classifica as transformações geradas pela IA como “um dos fenômenos mais urgentes e desafiadores do nosso tempo”. A seguir, reproduzimos a conferência no formato de entrevista.
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Today, 10:22 AM
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Há um cheiro estranho no ar: de um lado, corporações transnacionais dotadas de infraestruturas algorítmicas e poder econômico, capazes de moldar eleições, monetizar a violência e desafiar democracias exibem seu mal-estar com o estado de direito; de outro, comentaristas equipados por réguas milimétricas da separação de poderes afirmam que o Poder Executivo está proibido de, por meio de decreto, detalhar o significado dos conceitos abertos previstos em lei.
Leis definem objetivos, proibições e sanções; normas executivas adensam e atualizam a aplicação da lei por órgãos estatais. O poder regulamentar tem autonomia, não faz um "copia e cola" da lei. Mas não está isento de controle pelas vias judicial e legislativa.
O presidente Lula no Palácio do Planalto - Adriano Machado - 28.mai.26/Reuters Essa arquitetura elementar do direito público está vigente há muitas décadas no país. Ela organiza a produção normativa compartilhada entre Legislativo e Executivo.
Semanas atrás, dois decretos presidenciais lançaram nova regulação do Marco Civil da Internet. Os artigos 19 e 21 da Lei de 2014 tiveram sua interpretação redefinida pelo STF (Supremo Tribunal Federal) em 2025. O tribunal entendeu que os parâmetros de responsabilização de plataformas não mais atendem a mandamentos constitucionais. Reorientou os contornos da regulação.
Os decretos viabilizam a aplicação do Marco Civil às mudanças determinadas pelo STF. Regulamentam a lei, não a decisão do STF. Apenas a adaptam. Tentam vincular plataformas a leis brasileiras para atender exigências como o combate à violência contra a mulher, ao racismo, à exploração sexual de crianças, à instigação do suicídio e a golpes digitais que tiram dinheiro da economia e de populações vulneráveis.
Críticas aos decretos têm sido fraseadas com alta sonoridade. Seu traço mais curioso é o exagero retórico, o tom hiperbólico da linguagem advocatícia sem nuance, só ruído. Os decretos teriam "reescrito" o Marco Civil da Internet, reescrito até "o próprio direito constitucional brasileiro". Um símbolo de "usurpação". Uma "inversão total", não inversão qualquer.
O texto dos decretos, contudo, é bastante cuidadoso e prudente. Determina que a ANPD só pode fiscalizar as plataformas nos termos da Lei 12.965, de 2014, e da Lei 15.211, de 2025. Não interrompem nem encerram o debate jurídico, apenas respondem a um estado de necessidade regulatória.
A engenharia da separação de poderes tem dispositivos para desbloquear a inércia do legislador. A frágil regulação das big techs dá bom exemplo de que nem sempre o silêncio do legislador é expressão autêntica da soberania popular. Nesse caso, há evidência documentada de captura do Congresso pelo mais insidioso poder corporativo já visto na história do capitalismo. Parlamentos democráticos do mundo estão sitiados pela força desse lobby.
1 10 Como votam os ministros do STF no julgamento do Marco Civil da Internet
VOLTARFacebookWhatsappXMessengerLinkedinE-mailCopiar link Carregando... O Congresso brasileiro segue livre para aperfeiçoar a legislação. Se continuar a jogar parado, facilita a violação de direitos. Como o parlamento não tem monopólio da criação jurídica, Executivo e Judiciário podem ocupar espaço, incidentalmente. Não é gambiarra, mas trilha de emergência constitucional. Essa plasticidade institucional foge aos esquemas dos manuais, mas é mais fiel ao projeto constitucional.
A paralisia atende somente ao interesse privado.
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June 3, 5:36 PM
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Em sua sátira de 1958, The Rise of the Meritocracy, Michael Young imaginou um futuro distópico em que a velha aristocracia do nascimento e dos títulos de nobreza seria substituída por uma aristocracia do talento. Embora a estratificação social seja uma marca constante de quase todas as civilizações desde o Neolítico, a transição para sistemas baseados no mérito introduziu uma dinâmica biológica inédita. Ao priorizar a competência individual sobre o sobrenome, a sociedade moderna passou a filtrar traços como inteligência e persistência que são, em alguma medida, herdáveis. Se o mérito substitui o berço como motor do status, torna-se inevitável perguntar o que compõe esse “talento” e até que ponto ele pode ser lido em nosso código genético.
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June 3, 5:08 PM
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Technological Knowledge (TK) – This describes teachers’ knowledge of, and ability to use, various technologies, technological tools, and associated resources. TK concerns understanding edtech, considering its possibilities for a specific subject area or classroom, learning to recognize when it will assist or impede learning, and continually learning and adapting to new technology offerings. Pedagogical Content Knowledge (PCK) – This describes teachers’ knowledge regarding foundational areas of teaching and learning, including curricula development, student assessment, and reporting results. PCK focuses on promoting learning and on tracing the links among pedagogy and its supportive practices (curriculum, assessment, etc.), and much like CK, will also differ according to grade level and subject matter. In all cases, though, PCK seeks to improve teaching practices by creating stronger connections between the content and the pedagogy used to communicate it.
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June 3, 5:07 PM
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Traditional degree programs often struggle to keep pace with the speed of AI-driven workforce change, even as institutions may not realize they are falling behind.
A recent report found that more than three-quarters of higher education leaders believe their programs are aligned with employer expectations, but only 28% of employers agree.
That may be driving the growth in NDCs: there are now more than 1.5 million unique offerings in the US. However, many employers are skeptical of credentials lacking validated evidence of mastery (even as nearly two-thirds report using skills-based hiring practices for entry-level employees), often perceiving them as “badges of attendance” rather than proof of expertise.
The unevenly applied education standards, a wide range of uncoordinated models and platforms, and a fragmented technology environment can lead learners and workers to invest in credentials that lack coherent pathways, don’t transfer easily across core systems, or are otherwise of limited use in preparing them for a fast-moving job market.
Add to this a lack of coordination with employers to identify and align with in-demand skills and competencies, and a fragmented technology ecosystem that doesn’t support the interoperability to verify, stack, and share credentials.
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June 3, 4:54 PM
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The 2026/2027 edition of the Innovation in Media Report was released and presented today at the World News Media Congress in Marseille. As always, this in-depth report, presented by Juan Senor, serves as a practical guide for media leaders navigating structural change.
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June 3, 4:19 PM
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A new report from the US surgeon general finds that social activities of all kinds have declined, and it compared the health impact of this increasing loneliness to smoking 12 cigarettes a day. My own research found that Americans are in the throes of a "friendship recession" with people reporting smaller social circles and fewer close friends. This rising tide of isolation is particularly acute among young people: The time that Americans between the ages of 15 and 24 spend with friends has declined considerably over the past two decades, according to the surgeon general's report, from an average of 2.5 hours a day to just 40 minutes.
It seems as if everything in modern life is conspiring to perpetuate the loneliness problem — from the design of our technology to where we build our homes. We already know how addictive social media can be: Nearly one in three Americans reports being online "almost constantly," according to the Pew Research Center, while a 2018 study by researchers at the University of Pennsylvania showed that social media helps fuel feelings of loneliness.
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June 3, 4:00 PM
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In the third edition of this study, the authors found that people are adopting generative AI for an ever-widening range of uses. Trends from one year to the next should be understood as shifts in emphasis, rather than stark ruptures. As the breadth and depth of usage grows, so has the anxiety that people are surrendering their cognitive responsibilities to AI—a trend the authors call “thinkslop.” There’s also a parallel concern that they are relying too much on the technology for emotional support. In the business world, there is a lot of activity that produces marginal rather than game-changing benefits, so far.
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June 3, 3:36 PM
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Graças a um aplicativo que dispara mensagens cristãs no celular, a publicitária Luana Brandão, 31, diz que se reconectou com Deus. Natural de Maceió, ela é evangélica desde criança, mas com o tempo deixou de frequentar igrejas. Há um ano passou a receber orações e comentários bíblicos todas as manhãs. "Tinha dificuldade para reservar um momento diário para orar e ler a Bíblia e agora resolvi o problema."
Aplicativos como Hallow, Glorify e Magisterium AI enviam mensagens religiosas personalizadas para os usuários. O conteúdo inclui citações a teóricos cristãos, trechos da Bíblia e orações.
O Brasil é o segundo mercado mais lucrativo para essas plataformas, depois dos EUA. Segundo o Censo de 2022, o país tem 47 milhões de evangélicos, que representam 27% da população. Os católicos equivalem a 57%. Além disso, os brasileiros estão mais conectados. De acordo com o IBGE, 95% acessavam a internet diariamente em 2024.
Luana Brandão com seu smartphone na praça da Bíblia, em Vitória da Conquista (BA) - Mário Bittencourt/Folhapress Tanto evangélicos quanto católicos usam os aplicativos. As duas religiões são cristãs, mas têm diferenças. Católicos seguem a autoridade da Igreja e do papa. Evangélicos dão mais peso à Bíblia, à relação direta com Deus e à autonomia das igrejas.
O Hallow superou 4,8 milhões de downloads no país desde o lançamento, em 2022. De janeiro a abril de 2026, a receita do app no Brasil chegou a US$ 400 mil (R$ 2 milhões), de acordo com a AppMagic, empresa de inteligência de mercado. O valor inclui compras feitas dentro do aplicativo, como assinaturas e desbloqueios de recursos adicionais.
1 12 Cristãos usam IA para orar
VOLTARFacebookWhatsappXMessengerLinkedinE-mailCopiar link Carregando... O Glorify tem bons índices de retenção dos usuários na comparação com outros aplicativos de estilo de vida. Desde o lançamento em 2021, dos quase dez milhões de celulares que baixaram o aplicativo, 4% ainda o mantinham instalado após três meses, indica o AppMagic. O Strava, plataforma de monitoramento de exercícios físicos, reteve 6% dos usuários no mesmo período.
O Magisterium AI somou 30 mil downloads desde o lançamento, em setembro de 2025. Ele pertence à Longbeard, empresa responsável pela digitalização de arquivos para a Igreja Católica e a Santa Sé.
Além dos aplicativos, os modelos de inteligência artificial mais conhecidos dispõem de recursos para responder a perguntas dos usuários sobre Deus, fé e espiritualidade.
No ChatGPT, da OpenAI, há um modelo (faithGPT) orientado especificamente para conversas espirituais. O Gemini, do Google, tem a habilidade de transformar fotos pessoais em ensaios com temática religiosa e permite criar montagens que mostram fiéis lado a lado com Jesus, por exemplo.
Católica, a engenheira Heloisa Moraes, 44, instalou o Magisterium AI recentemente. "Se eu tenho dúvida sobre uma passagem bíblica, ou se quero saber como a Igreja trata de um assunto polêmico, como o casamento gay, pergunto para o aplicativo e ele responde com base nos documentos do Vaticano", diz ela, frequentadora da Paróquia São Francisco de Assis, na Vila Mariana, região sul de São Paulo.
1 11 Veja imagens da série 'Usando a Inteligência', sobre o avanço da IA
VOLTARFacebookWhatsappXMessengerLinkedinE-mailCopiar link Carregando... Heloisa diz que a ferramenta contribuiu para quebrar a barreira de confiança que a afastava dos novos sistemas de inteligência artificial. "Como o aplicativo foi treinado só com documentos da Igreja Católica, acredito que não esteja contaminado por conteúdo laico", afirma.
No entanto, a oferta de orações geradas por IA causa desconforto entre cristãos ouvidos pela reportagem. Luana e Heloisa dizem que é impensável buscar ajuda da tecnologia para falar com Deus. "Soaria absurdo pedir para a IA montar uma oração", diz Luana.
Heloísa Moraes na Paróquia São Francisco de Assis, no bairro Vila Clementino, em São Paulo - Fraga Alves/Folhapress "Eu me sentiria como quem pede para o ChatGPT escrever um cartão de Dia das Mães para a própria mãe", afirma Heloisa. "A relação deixa de ser pessoal e passa a ter interferência da IA".
A Igreja Adventista do Sétimo Dia, com sede nos EUA, investiu em dois projetos para dialogar com os fiéis. O chatbot Esperança, que funciona dentro do WhatsApp, promete ensinar a Bíblia em dois idiomas, português e espanhol. O 7chat.ai, com uma janela de texto similar à do ChatGPT, responde com base na doutrina, na filosofia e na interpretação bíblica da instituição.
Usuários podem usar essas ferramentas também para criar orações sob medida. Basta escolher um tema, como prosperidade, saúde ou casamento, e o modelo formula o texto para o fiel ler.
Cristãos recorrem a ferramentas de IA para receber conteúdo religioso personalizado O pastor Jorge Rampogna, diretor de comunicação da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul, diz que a tecnologia reproduz palavras, mas não tem como substituir a experiência espiritual do fiel. "A máquina pode escrever uma oração, mas não pode orar".
No último mês, o 7chat.ai registrou 94,5 mil interações com os fiéis adventistas. Em um ano, o tempo médio de uso foi de 19min48s por usuário ativo, por mês. Tanto o Esperança quanto o 7chat.ai são gratuitos. Em contrapartida, os usuários fornecem à igreja dados pessoais como o país de origem, o gênero e a idade.
Também há quem ganhe dinheiro com conteúdo religioso gerado por IA. Criadores faturam com vídeos que mostram Jesus e outros personagens da Bíblia no Instagram, no Facebook e no TikTok. Nem sempre os conteúdos são identificados como gerados por inteligência artificial.
LEIA AS REPORTAGENS DO ESPECIAL 'USANDO A INTELIGÊNCIA' Projeto final da 70ª turma do Programa de Treinamento em Jornalismo Diário da Folha discute os riscos e as oportunidades com o avanço da IA
Golpistas enganam até especialistas com vídeos, vozes e imagens falsas Perfis criam médicos falsos e lucram com desinformação nas redes SUS aposta em IA para cobrar reembolso de planos de saúde Algoritmos monitoram ciclo menstrual de usuárias para anunciar produtos Plano do governo para IA enfrenta orçamento limitado e travas regulatórias Treinador de IA ganha em dólar, mas trabalho é desgastante e intermitente Inteligência artificial cria atalhos, mas não define destino IA facilita acesso a crédito e amplia endividamento de jovens Mercado de afiliados do varejo desponta como alternativa de renda nas redes IA impulsiona livros independentes e controvérsias no mercado editorial Em experimento, IA cria estratégias de sobrevivência sem instrução humana Ferramentas foram usadas em várias etapas da produção de reportagens É o caso do Tubefy, site que usa a IA para criar vídeos curtos a partir de comandos dos assinantes. O fundador da plataforma, um desenvolvedor brasileiro que pediu para não ser identificado, diz que o nicho religioso representa cerca de 70% da produção diária dos assinantes. "São vídeos de oração, de histórias e curiosidades bíblicas", afirma.
O site produz por dia cerca de 1.500 vídeos curtos e 350 vídeos longos, de até 20 minutos. Segundo o fundador, usuários usuários iniciantes faturam cerca de R$ 800 por mês.
"Uma cliente fez um canal de orações em polonês e faturou R$ 12 mil em um mês", afirma. Cerca de 71% da população polonesa é católica. Nascido no país europeu, o papa João Paulo 2º (1920-2005) foi o terceiro pontífice mais longevo da história da Igreja.
1 15 Brasil vive uma transição religiosa, mostra Censo 2022
VOLTARFacebookWhatsappXMessengerLinkedinE-mailCopiar link Carregando... O pastor André Lopes, 47, da Igreja Batista Ministério Ágape, no Rio de Janeiro, criador do perfil Teologiatabu no Instagram, diz que sua intenção é falar sobre temas que, segundo ele, são abordados superficialmente em algumas instituições. O projeto não gera renda, afirma o pastor.
O uso de IA na página é abundante e notório. Lopes gera imagens de personagens bíblicos, depois as anima e monta os vídeos. "O público vem atraído pelo visual de Jesus e dos anjos que aparecem na tela", diz. "Tento ensinar teologia no texto da legenda da publicação."
Muitos fiéis reclamam quando acreditam que o foco dos vídeos é só ganhar dinheiro. "Isso é brincar muito com a fé das pessoas", diz a chefe de cozinha Nina Frazão, 45.
Evangélica e frequentadora da Igreja Pentecostal Chegada Cristo e Curas Divinas, na região norte de São Paulo, ela afirma que alguns vídeos até trazem mensagens úteis, mas deixam de transmitir a sensação espiritual de verdade. "Eu percebo o robô falando", diz. "Quando é um pastor no vídeo, eu sinto o Espírito Santo. Quando é IA, não."
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June 3, 3:29 PM
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Indiscutivelmente, o Programa Nacional do Livro Didático é um dos maiores e mais importantes recursos voltados ao ensino na Educação Básica de escolas públicas no Brasil. Contudo, é necessário quantificar e analisar os benefícios desse recurso. Nesse sentido, este trabalho tem o objetivo de produzir uma análise econômico-financeira do livro didático ao longo dos últimos anos e confrontar com os resultados dos alunos da Educação Básica obtidos a partir do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, no mesmo período. Para isso, foi realizada uma pesquisa documental no portal da transparência do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação do Ministério da Educação. Como resultado, esta proposta expõe o quão significativo tem sido o investimento nesse programa durante o período analisado (2005-2021). Por outro lado, os resultados não apontam evidências de relação entre o desempenho dos alunos e o investimento em livro didático, evidenciando a importância de reanalisar o formato e a magnitude deste produto, o livro didático.
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June 3, 3:23 PM
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Os trabalhos mostram como a formação stricto sensu tem contribuído para transformar práticas pedagógicas nas escolas públicas brasileiras. Um dos artigos dedicados ao Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (ProfMat), o primeiro a compor a rede ProEB há 15 anos, exemplifica a relação entre a formação científico-acadêmica e a educação básica, evidenciando o ensino da disciplina com o uso de recursos inovadores, como jogos digitais e histórias em quadrinhos, para tornar o aprendizado mais acessível e dinâmico em sala de aula.
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June 3, 3:03 PM
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Número de cursos de mestrado e doutorado com notas 6 e 7 aumentou 21% no ciclo de 2021-2024
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June 3, 3:00 PM
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Ferramentas são empregadas para definição de decisões táticas, prevenção de lesões de atletas e negociação de jogadores
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