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May 12, 2018 10:04 AM
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Maker Robotics apresenta soluções para uso da robótica em escolas

Maker Robotics apresenta soluções para uso da robótica em escolas | Inovação Educacional | Scoop.it

A Maker Robotics, empresa que usa robótica para gerar soluções educacionais para escolas, é um exemplo de como esse segmento ganha espaço cada vez maior. Só em 2017, a empresa teve um crescimento de 900% no faturamento em comparação com 2016.
“A robótica está ganhando muito espaço no mercado. Com a Educação 4.0, nossos jovens querem projetos e aulas diferentes. E, dessa forma, tudo o que se vivencia, em termos de aprendizado, ganha mais força”, destaca Rafael Oliveira, CEO da Maker Robotics.

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Curadoria por Luciano Sathler. CLIQUE NOS TÍTULOS. Informação que abre caminhos para a inovação educacional.
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September 10, 2024 9:19 AM
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Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler

Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler | Inovação Educacional | Scoop.it

O que acontece quando a maioria faz uso de uma IA para realizar suas atividades laborais? E, no caso dos estudantes, quando os trabalhos passam a ser produzidos com o apoio de uma IA generativa?
Luciano Sathler
É PhD em administração pela USP e membro do Conselho Deliberativo do CNPq e do Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais
As diferentes aplicações de Inteligência Artificial (IA) generativa são capazes de criar novos conteúdos em texto, imagens, áudios, vídeos e códigos para software. Por se tratar de um tipo de tecnologia de uso geral, a IA tende a ser utilizada para remodelar vários setores da economia, com impactos políticos e sociais, assim como aconteceu com a adoção da máquina a vapor, da eletricidade e da informática.
Pesquisas recentes demonstram que a IA generativa aumenta a qualidade e a eficiência da produção de atividades típicas dos trabalhadores de colarinho branco, aqueles que exercem funções administrativas e gerenciais nos escritórios. Também traz maior produtividade nas relações de suporte ao cliente, acelera tarefas de programação e aprimora mensagens de persuasão para o marketing.
O revólver patenteado pelo americano Samuel Colt, em 1835, ficou conhecido como o "grande equalizador". A facilidade do seu manuseio e a possibilidade de atirar várias vezes sem precisar recarregar a cada disparo foram inovações tecnológicas que ampliaram a possibilidade individual de ter um grande potencial destrutivo em mãos, mesmo para os que tinham menor força física e costumavam levar desvantagem nos conflitos anteriores. À época, ficou famosa a frase: Abraham Lincoln tornou todos os homens livres, mas Samuel Colt os tornou iguais.
Não fazemos aqui uma apologia às armas. A alegoria que usamos é apenas para ressaltar a necessidade de investir na formação de pessoas que sejam capazes de usar a IA generativa de forma crítica, criativa e que gerem resultados humanamente enriquecidos. Para não se tornarem vítimas das mudanças que sobrevirão no mundo do trabalho.
A IA generativa é um meio viável para equalizar talentos humanos, pois pessoas com menor repertório cultural, científico ou profissional serão capazes de apresentar resultados melhores se souberem fazer bom uso de uma biblioteca de prompts. Novidade e originalidade tornam-se fenômenos raros e mais bem remunerados.
A disseminação da IA generativa tende a diminuir a diversidade, reduz a heterogeneidade das respostas e, consequentemente, ameaça a criatividade. Maior padronização tem a ver com a automação do processo. Um resultado que seja interessante, engraçado ou que chama atenção pela qualidade acima da média vai passar a ser algo presente somente a partir daqueles que tiverem capacidade de ir além do que as máquinas são capazes de entregar.
No caso dos estudantes, a avaliação da aprendizagem precisa ser rápida e seriamente revista. A utilização da IA generativa extrapola os conceitos usualmente associados ao plágio, pois os produtos são inéditos – ainda que venham de uma bricolagem semântica gerada por algoritmos. Os relatos dos professores é que os resultados melhoram, mas não há convicção de que a aprendizagem realmente aconteceu, com uma tendência à uniformização do que é apresentado pelos discentes.
Toda Instituição Educacional terá as suas próprias IAs generativas. Assim como todos os professores e estudantes. Estarão disponíveis nos telefones celulares, computadores e até mesmo nos aparelhos de TV. É um novo conjunto de ferramentas de produtividade. Portanto, o desafio da diferenciação passa a ser ainda mais fundamental diante desse novo "grande equalizador".
Se há mantenedores ou investidores sonhando com a completa substituição dos professores por alguma IA já encontramos pesquisas que demonstram que o uso intensivo da Inteligência Artificial leva muitos estudantes a reduzirem suas interações sociais formais ao usar essas ferramentas. As evidências apontam que, embora os chatbots de IA projetados para fornecimento de informações possam estar associados ao desempenho do aluno, quando o suporte social, bem-estar psicológico, solidão e senso de pertencimento são considerados, isso tem um efeito negativo, com impactos piores no sucesso, bem-estar e retenção do estudante.
Para não cair na vala comum e correr o risco de ser ameaçado por quem faz uso intensivo da IA será necessário se diferenciar a partir das experiências dentro e fora da sala de aula – online ou presencial; humanizar as relações de ensino-aprendizagem; implementar metodologias que privilegiem o protagonismo dos estudantes e fortaleçam o papel do docente no processo; usar a microcertificação para registrar e ressaltar competências desenvolvidas de forma diferenciada, tanto nas hard quanto soft skills; e, principalmente, estabelecer um vínculo de confiança e suporte ao discente que o acompanhe pela vida afora – ninguém mais pode se dar ao luxo de ter ex-alunos.
Atenção: esse artigo foi exclusivamente escrito por um ser humano.
O editor, Michael França, pede para que cada participante do espaço "Políticas e Justiça" da Folha sugira uma música aos leitores. Nesse texto, a escolhida por Luciano Sathler foi "O Ateneu" de Milton Nascimento.

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Today, 8:51 AM
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Resenha de "O Que Meus Filhos Devem Fazer?" de Daniel Susskind – a importância da tecnologia na sala de aula | Livros sobre tecnologia | The Guardian

Resenha de "O Que Meus Filhos Devem Fazer?" de Daniel Susskind – a importância da tecnologia na sala de aula | Livros sobre tecnologia | The Guardian | Inovação Educacional | Scoop.it
Em 1979, o governo pediu a Wilfred Cockcroft, um professor de matemática da Universidade de Hull, hoje praticamente esquecido, que escrevesse um relatório sobre uma crise no ensino da sua disciplina às crianças. O relatório era abrangente e meticuloso, e incluía um capítulo sobre uma inovação tecnológica que subitamente se tornava acessível ao consumidor médio: a calculadora.

Muitos pais e professores temiam que o aparelho comprometesse uma habilidade básica e um pilar da educação – um dos três princípios fundamentais da matemática – produzindo gerações de indivíduos desprovidos de inteligência, capazes de recorrer a um dispositivo no bolso para evitar o árduo trabalho da aritmética.

Mas Cockcroft não via as coisas dessa forma. Em vez disso, ele propôs que se adotasse a calculadora em vez de se temê-la. Os alunos deveriam aprender com e sem calculadora – e serem avaliados de acordo com o resultado.

“Cockcroft não está disposto a fingir que a onda iminente de progresso tecnológico pode ser evitada”, escreve o economista Daniel Susskind em seu novo e urgente livro.

Ex-funcionário do governo britânico e agora pesquisador do Instituto de Ética em IA da Universidade de Oxford, Susskind se autodenomina o Cockroft da década de 2020. Em uma era de confusão e preocupação (para não dizer pânico) sobre as implicações da IA, ele defende, do ponto de vista dos tecnólogos, a importância de respirar, aprender e aproveitar as oportunidades que ela oferece.

Ele alerta contra a insensatez de se "preparar para o futuro" quando o horizonte está tão incerto.
É claro que a comparação matemática tem seus limites; mesmo levando em conta a arrogância da indústria de IA, suas conquistas já provocaram mudanças que fazem a calculadora parecer tão importante quanto um saca-rolhas. Mas, embora a escala da disrupção seja inédita, o contexto histórico é, em certa medida, reconfortante.

O título do livro capta com precisão a angústia tecnológica dos pais modernos em relação a um futuro de extrema incerteza. Se tradicionalmente transmitíamos sabedoria com uma mente aberta, mas com uma noção bastante clara de como ela poderia se aplicar a uma nova geração, “hoje, parece que essa sensação de continuidade se rompeu. Na verdade, não podemos ter certeza de que os conselhos que demos aos nossos filhos no ano passado ainda funcionarão para os próximos.”

Susskind, pai de crianças pequenas, tenta antecipar um futuro de inteligência artificial geral (IAG) – quando a IA nos superará em todas as tarefas economicamente úteis. (Atualmente, temos acesso, por meio do ChatGPT, Claude e similares, ao que é conhecido como inteligência artificial restrita: sistemas que são bons em executar tarefas específicas.)

Num mundo de Inteligência Artificial Geral (IAG) – que é fácil imaginar estar ao virar da esquina depois de ler o livro de Susskind – carreiras inteiras, mas também o próprio significado do trabalho, irão mudar. Susskind insta políticos, pais e professores a começarem a remar nessa onda agora.

Ele alerta para a insensatez de "preparar-se para o futuro" quando o horizonte é tão incerto. Ele relembra a pressa do governo David Cameron em ensinar crianças a programar, apenas alguns anos antes de essa atividade se tornar uma das principais especialidades da IA. Em vez disso, as escolas deveriam ensinar as crianças a aprender com e sem IA, ao mesmo tempo que reforçam as habilidades básicas que jamais devemos perder de vista.

Ele vislumbra um futuro de aprendizagem personalizada, no qual professores treinados em IA utilizarão a tecnologia como tutores assistentes, em vez de tentar atender a 30 crianças como um grupo homogêneo. Graduados que ingressam em setores de escritório que serão os mais impactados devem aproveitar a IA para se libertarem da monotonia de, por exemplo, revisar documentos jurídicos em um porão, e, em vez disso, aprimorarem suas habilidades mais cedo em simulações com IA. Profissionais de meia-idade não devem "se refugiar em práticas herdadas" ou se iludir pensando que ocupam profissões "seguras"; devemos nos lembrar do problema fundamental que nossas profissões buscam resolver e reimaginar como fazê-lo na era da IA.

Susskind entrelaça com maestria o conceitual e o prático. E embora aparentemente não tenha havido tempo nesta obra concisa para considerar as implicações éticas mais imediatas da IA ​​(sua dependência de obras criativas roubadas, seu impacto ambiental e as qualidades pessoais questionáveis ​​de tantos chefes de IA), como um chamado à ação diante de uma maré imparável, seu livro é, ao mesmo tempo, instigante, envolvente e refrescantemente otimista.
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Today, 6:57 AM
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Por que é difícil calcular o risco de a IA nos destruir - 24/09/2026 - IA

Por que é difícil calcular o risco de a IA nos destruir - 24/09/2026 - IA | Inovação Educacional | Scoop.it
Estimativas sobre o risco de extinção pela IA expõem os limites de prever eventos sem precedentes
Especialistas usam probabilidades para estimar riscos da IA, mas não há consenso sobre o cálculo
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Today, 6:34 AM
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Nossos filhos ainda podem prosperar na era da IA?

Nossos filhos ainda podem prosperar na era da IA? | Inovação Educacional | Scoop.it

O título do instigante livro de Daniel Susskind, "What Should My Children Do?" ("O que Meus Filhos Devem Fazer?", não editado no Brasil) faz a pergunta que todos os pais estão se fazendo. Sua resposta é inquietante: "Não podemos ter certeza de que o conselho que demos aos nossos filhos no ano passado continuará válido no próximo".
Felizmente, ele prossegue oferecendo a esperança de que nossos filhos possam prosperar se aproveitarem as oportunidades "extraordinárias" trazidas pela IA, fortalecerem sua capacidade de pensamento crítico e evitarem as distrações das redes sociais.
Em meio aos temores sobre o potencial devastador da IA —que levam até mesmo integrantes do setor a pedir que o desenvolvimento da tecnologia seja desacelerado—, este livro combina otimismo e realismo ao abordar quais trabalhos e formas de pensar ainda poderão caber aos seres humanos. Não há respostas fáceis, mas talvez existam caminhos plausíveis a seguir.
"What Should My Children Do?: How to Flourish in the Age of AI" ("O que meus filhos devem fazer?: Como prosperar na era da IA") é um alerta para que não resistamos às forças da mudança nem subestimemos o potencial da IA.
Nem mesmo a criatividade está a salvo: a IA generativa pode projetar belos edifícios, elaborar argumentos jurídicos engenhosos e criar histórias capazes de nos fazer rir, não por copiar os seres humanos, mas por "operar de maneiras muito diferentes", escreve Susskind, especialista em trabalho e tecnologia com cargos em Oxford e Stanford.
Segundo ele, muitos pais têm encarado como certa a expansão dos empregos de colarinho branco. Mas a IA é especialmente boa em tarefas desse tipo.
De forma incisiva, ele afirma que "o nível de educação formal de que uma pessoa precisa para realizar uma tarefa é um indicador cada vez menos útil para determinar se essa tarefa pode ser automatizada".
Essa frase me fez engolir em seco. À medida que tarefas de nível inicial são automatizadas, ele sugere que, para garantir a formação contínua de futuros profissionais, o mundo do trabalho de colarinho branco deveria adotar algumas técnicas clássicas de capacitação dos trabalhadores de colarinho azul —sobretudo o tipo de aprendizagem prática de acompanhar um mentor experiente e absorver, desde o início, a complexidade e as nuances da profissão.
Ele defende o uso da IA generativa para treinar profissionais em início de carreira por meio do tipo de simulação empregado em setores como a engenharia e a Fórmula 1.
"Se a aprendizagem simulada é boa o bastante para treinar a próxima geração de gestores de usinas nucleares", escreve, "então deveria ser capaz de fazer o mesmo pela próxima geração de, digamos, contadores". 
Tratando de crianças menores, Susskind, pai de três filhos, descreve como ele e as crianças usaram o ChatGPT para criar uma história razoável ao estilo do Dr. Seuss, que depois se divertiram incrementando.
Esse exemplo específico me pareceu entusiasmado demais: pessoalmente, eu preferiria inventar uma história para dormir com meu filho sem recorrer a uma tela.
Ainda assim, o livro como um todo apresenta uma combinação equilibrada de realismo e otimismo. Apesar de todas as capacidades da IA, Susskind acredita que preferiremos assistir a atletas e músicos humanos, e não a robôs; confiar decisões morais a juízes e políticos humanos; apreciar objetos feitos à mão; e valorizar a empatia humana na saúde, na assistência social, na psicoterapia, na orientação espiritual e no ensino. Afinal, os seres humanos continuam disputando torneios de xadrez, 30 anos depois de o Deep Blue derrotar Kasparov.
Susskind defende com paixão uma reformulação da educação, argumentando que saber usar a IA de modo eficaz é uma nova competência fundamental. Ele propõe um currículo de IA que explique a história da área e quem foram seus pioneiros, ensine ética e descreva as limitações muito concretas dos diferentes modelos, para que não confiemos cegamente em seus resultados.
Precisamos aprender a ser "críticos ativos", porque a IA é muito propensa a erros e suas capacidades são desiguais, afirma.
O autor concorda com o economista americano Tyler Cowen que um terço de cada curso universitário deveria ser dedicado à IA.
Quando ensinava economia a estudantes de graduação em Oxford, conta Susskind, ele reservava cerca de um terço do tempo para lhes ensinar apenas matemática —a fim de proporcionar competências críticas que pudessem aplicar a qualquer outra área que escolhessem estudar.
O maior desafio, em sua opinião, será ensinar as pessoas a prosperar usando a IA sem levá-las a esquecer habilidades básicas cruciais, como leitura, escrita, matemática e análise científica.
Ele acredita que a IA reinventará e melhorará radicalmente a aprendizagem personalizada, ao longo de toda a vida. Espero que esteja certo, considerando o quanto a "tecnologia educacional" tem decepcionado.
Um argumento que encontrou forte ressonância em mim —e em relação ao qual os pais já podem agir— é a necessidade de fortalecer a capacidade de concentração de nossos filhos. Um terço dos americanos de 13 a 17 anos está nas redes sociais "quase constantemente", escreve Susskind.
Gerações anteriores tiveram preocupações semelhantes: quando a Inglaterra implementou o sistema postal universal, em 1840, as pessoas temiam interrupções constantes causadas por 12 entregas de cartas por dia (é difícil até imaginar!).
Mas as tecnologias atuais representam um desafio inteiramente novo, porque a distração não é um efeito colateral: é o modelo de negócios.
Reflexões tão sóbrias não devem nos levar ao derrotismo de empurrar os jovens para quaisquer funções que a IA ainda não seja capaz de assumir. Fazer isso, argumenta Susskind, não só é impraticável, dada a velocidade com que a tecnologia evolui, como também diminui o significado de ser humano.
Ele incentiva cada um de nós a se concentrar em "quem você é, não no que você faz". Devemos pensar na educação não apenas como uma forma de produzir em série trabalhadores mais produtivos, mas também cidadãos melhores. Isso parece desafiador, mas também libertador.

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September 25, 3:33 PM
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Chaim passa o bastão, dividindo o SEB em duas teses

Chaim passa o bastão, dividindo o SEB em duas teses | Inovação Educacional | Scoop.it
O Grupo SEB deixou de existir – pelo menos da forma como existiu durante décadas, sob o comando do self-made man que o criou, Chaim Zaher.

A família Zaher está dividindo o velho SEB em dois negócios com estratégias bastante diferentes – e usando a reorganização para concluir uma sucessão iniciada há mais de uma década.

De um lado está o SEB Education, que reúne as escolas premium e bilíngues da família e passa a ser comandado pelas irmãs Thamila, de 38 anos, e Thalita Zaher, de 44. 

Do outro está o Grupo A a Z, que reúne os negócios de educação de alta performance, ensino superior, sistemas de ensino e comunicação – e que Chaim continua comandando.

“A passagem formal aconteceu nos últimos dois anos, mas a sucessão começou há mais de dez,” Thamila disse ao Brazil Journal.

Na prática, Chaim não desaparece do primeiro negócio. O empresário, hoje com 73 anos, será o chairman do SEB Education e continuará participando do conselho – mas sem interferir na gestão cotidiana.



“Eu falei para elas: imaginem que eu sou o sal. Se o filé estiver bem temperado, está tudo certo. Se faltar sal, me chamem,” disse. 

Thamila e Thalita, que trabalham com o pai há mais de duas décadas, terão autonomia para executar uma tese bastante específica: transformar o SEB Education em um dos maiores ecossistemas globais de educação básica premium.

A empresa já reúne mais de 500 escolas, 78 mil alunos e operações em 42 países, combinando marcas como Maple Bear, Concept, Pueri Domus, Sphere, Carolina Patrício e a PlayPen – adquirida pelo grupo no mês passado numa transação que ainda precisa da aprovação no CADE.

Até 2030, o plano é chegar a 800 escolas, mais de 50 países e 160 mil alunos.

O crescimento da SEB Education terá dois motores.

O principal será a Maple Bear, cujo modelo de franquias permite uma expansão mais rápida e com menor necessidade de capital próprio. Segundo Thamila, cerca de 90% do aumento previsto no número de unidades deve vir das franquias.

Os outros 10% virão da expansão das marcas próprias e de aquisições. A estratégia, segundo Thamila, não é transformar todas as unidades em uma única bandeira.

“Cada marca vai manter sua identidade. A gente não acredita que educação tenha receita de bolo,” disse a co-CEO.

A PlayPen, por exemplo, incorpora elementos do método Montessori, que dá mais autonomia ao aluno e respeita seu ritmo de aprendizagem. 

Já a Sphere e a Pueri Domus trabalham com o International Baccalaureate, currículo internacional reconhecido por universidades de vários países. 

A Maple Bear, por sua vez, segue uma metodologia de origem canadense, com foco em bilinguismo. 

No caso da Concept, a escola mais premium do grupo, a aposta é no aprendizado por projetos, com os estudantes desenvolvendo soluções para problemas concretos.

Essa diversidade, diz Thamila, é justamente o que permite ao grupo vender a ideia de um “ecossistema” – e não apenas de uma rede de escolas.

A estratégia também explica por que o SEB Education decidiu ficar concentrado no topo da pirâmide.

As mensalidades das escolas do grupo no Brasil ficam, dependendo da bandeira, em uma faixa que parte de cerca de R$ 4,5 mil e pode chegar a R$ 15 mil por mês.

Thamila estima que o mercado de educação premium e bilíngue vem crescendo perto de dois dígitos, acima do restante da educação privada.

“As famílias estão tendo menos filhos, mas estão investindo mais na educação deles,” disse.

A expansão virá também por M&A. Escolas independentes têm procurado o grupo, e Thamila acredita que a educação básica deve passar por uma maior concentração nos próximos anos.

O SEB Education pretende participar desse processo tanto no Brasil quanto no exterior – por enquanto, sem sócios ou nova injeção de capital. 

Além da Maple Bear, que continuará avançando globalmente, a Concept será a próxima marca a sair do Brasil. Depois de uma nova unidade planejada para o Rio de Janeiro, o grupo já mapeou cinco mercados internacionais para expansão.



“O IPO no futuro pode ser um meio para um grande projeto, mas não é uma necessidade,” disse Thamila. “Para o curto e médio prazo, não está no roadmap.”

É justamente aí que os caminhos das duas partes do antigo SEB começam a se separar.

Enquanto as filhas tocam um negócio desenhado para crescer com capital próprio e foco internacional, Chaim ficou com os ativos em que enxerga mais possibilidades de consolidação financeira.

O novo Grupo A a Z reunirá as escolas de alta performance – voltadas principalmente à aprovação em vestibulares –, o sistema de ensino Conexia, e as participações da família em empresas como a Yduqs. 

(Os ativos de comunicação da família, que incluem a NovaBrasil e as operações de TV, também ficam sob o comando de Chaim.)

É nesse braço de alta performance que está também a Kinea; a gestora de private equity investiu R$ 415 milhões na tese em 2024. 

Chaim vê espaço para juntar ativos, trazer novos investidores, e eventualmente abrir o capital.

“O A a Z está sendo preparado para algum negócio: fazer uma fusão, crescer, abrir capital… Posso fazer qualquer tipo de negociação,” disse.

As escolas de alta performance têm hoje mais de 50 unidades no Brasil e cerca de 50 mil alunos próprios, segundo Chaim. 

Como trabalham com um tíquete menor e podem chegar a muito mais cidades, ele acredita que esse braço tem potencial para crescer mais rapidamente em número de estudantes.

Thamila e Thalita terão assentos nos conselhos dos negócios comandados pelo pai. Mas a gestão executiva está, de fato, separada.

“Eu quero que elas realmente toquem a SEB Education,” disse. “Estão comigo há mais de 20 anos. Já conhecem tudo. Às vezes fazem até melhor.”
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September 25, 11:47 AM
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Desafio para educação é melhorar matemática e avaliações

Desafio para educação é melhorar matemática e avaliações | Inovação Educacional | Scoop.it
Conforme destaca Felipe Proto, vice-presidente de educação da Fundação Lemann, o MEC conseguiu retomar seu papel de coordenação nacional e restabelecer o diálogo com os entes subnacionais. Entre os resultado positivos, ele menciona o Indicador Criança Alfabetizada, que em 2023 apontava 56% das crianças brasileiras no patamar esperado de leitura e escrita ao final do segundo ano do ensino fundamental. No fim de 2025, o índice já havia subido para 66%.

“É um grande avanço, que evidencia que políticas com prioridade clara, metas, avaliação, acompanhamento e colaboração entre União, Estados e municípios podem produzir resultados”, afirma Proto.

No entanto, o especialista da Fundação Lemann pondera que a dimensão do desafio à frente ainda é grande. “Ao mesmo tempo, ainda temos 780 mil crianças que não foram alfabetizadas na idade certa. A mensagem da população combina reconhecimento e cobrança, pois 49% consideram que a qualidade das escolas estaduais melhorou, mas 85% afirmam que melhorar a educação pública é indispensável para o país avançar”, diz Proto, com base em dados do estudo “O que a população pensa sobre a educação - 2026”, realizado pelo Instituto Ideia.

Paralelamente, segundo os especialistas ouvidos, o ambiente legislativo produziu avanços estruturantes. Foram aprovadas as bases do Sistema Nacional de Educação, atualizadas as regras de reajuste do Piso Nacional do Magistério, implementada a Prova Nacional Docente e sancionado o Novo Plano Nacional de Educação (PNE), que fixa diretrizes e metas para a próxima década.

Outro pilar de destaque no balanço do quadriênio foi a expansão da Educação Profissional e Tecnológica (EPT). O lançamento da Política Nacional de EPT, em 2025, consolidou a modalidade no centro da agenda da educação básica. Além disso, a medida foi acompanhada do surgimento do Sistema Nacional de Avaliação da EPT (Sinaept) e do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag), mecanismo que converte juros das dívidas estaduais em investimentos diretos no ensino técnico, com previsão de gerar mais de 600 mil novas matrículas até o fim de 2026.

“A EPT era a única modalidade da educação básica que não tinha previsto um sistema de avaliação, mecanismo essencial para garantir a qualidade do ensino ofertado”, explica Silvana Oliveira, superintendente do Itaú Educação e Trabalho. “Os dados mostram que as matrículas estão em franca expansão, sinal de que o Poder Público está levando para as juventudes a possibilidade de acessar uma formação conectada ao mundo do trabalho. No entanto, a expansão precisa ser acompanhada por currículos modernos, infraestrutura adequada e foco na inclusão produtiva digna”, acrescenta.

Prioridade para próximos anos é garantir uma base sólida de aprendizagem desde o início”
— Felipe Proto
No plano estadual, contudo, o progresso ocorreu de forma heterogênea. Redes de ensino em Estados como Piauí e Paraná despontaram como referências de inovação e agilidade na gestão, enquanto unidades federativas de elevado nível socioeconômico e maior capacidade orçamentária, a exemplo do Rio de Janeiro e do Distrito Federal, mantiveram-se estagnadas nas posições inferiores dos índices nacionais.

Se a alfabetização mostrou capacidade de reação, a aprendizagem das ciências exatas permanece no terreno da crise crônica. A estagnação em matemática, por exemplo, coloca em xeque toda a trajetória escolar dos estudantes e limita a formação de quadros técnicos para o desenvolvimento socioeconômico do país.

Os diagnósticos apontados pelos especialistas ao Valor desenham um quadro preocupante. No Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb 2025) embora tenha sido registrada uma leve recuperação nos anos finais do ensino fundamental em língua portuguesa, o desempenho em matemática no nono ano continua inferior aos patamares de 2019, antes da pandemia.

Além disso, no Pisa 2025, entre os estudantes brasileiros de 15 anos, a proficiência em matemática, leitura e ciências segue estagnada há uma década. Apenas 28% dos jovens alcançam o nível mínimo de proficiência esperado em matemática.

Essa paralisia afeta diretamente os anos finais do ensino fundamental, período que vai do sexto ao nono ano, etapa historicamente marcada por altos índices de distorção idade-série, evasão e falta de engajamento dos estudantes.

“A primeira prioridade para os próximos anos é garantir uma base sólida de aprendizagem desde o início, o que inclui desenvolver conhecimentos fundamentais de matemática logo nos primeiros anos”, afirma Felipe Proto. “As dificuldades que não são identificadas e enfrentadas na infância tendem a se acumular ao longo de toda a vida escolar”, adiciona.

Para Danilo Dalmon, diretor de desenvolvimento e inovação em educação do Instituto Reúna, o país precisa de um choque de gestão direcionado especificamente a esse segmento. “As prioridades devem ser a recomposição das aprendizagens, a melhoria da educação matemática e o aprimoramento dos anos finais do ensino fundamental”, defende.

“Na recomposição, os professores trabalham com atividades adequadas às necessidades específicas dos alunos, sanando lacunas acumuladas por anos. E nos anos finais, a escola precisa promover o protagonismo estudantil, alinhando-se a iniciativas como a proposta do programa Escola das Adolescências, para oferecer aulas mais engajadoras.”

Segundo Dalmon, embora o governo federal tenha estruturado o Compromisso Nacional Toda Matemática e fixado metas específicas no Novo PNE, especialistas destacam que o Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens sofreu com escassez de recursos orçamentários e baixa adesão prática por parte das redes estaduais e municipais.

Outro consenso observado entre os especialistas está na obsolescência dos mecanismos de medição de qualidade. Tanto o Saeb quanto o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) operam sob metodologias e formatos concebidos há cerca de duas décadas e podem estar sendo incapazes de aferir competências contemporâneas ou de fornecer dados pedagógicos mais precisos para a tomada pelos gestores nas escolas.

Olavo Nogueira Filho, diretor-executivo da Todos Pela Educação, aponta essa estagnação como uma das principais críticas em relação ao MEC. “O país praticamente não avançou na modernização do Saeb e do Ideb, que continuam operando sob uma lógica de duas décadas atrás. Se queremos que a educação dê um salto de qualidade, a atualização das avaliações nacionais precisa ganhar centralidade total nos próximos quatro anos.”

Para o especialista da Todos pela Educação, a modernização das ferramentas de avaliação é vista como pré-requisito indispensável para orientar outra agenda emergente: a reforma da formação inicial de professores. Atualmente, os cursos de licenciatura no ensino superior continuam excessivamente teóricos e desconectados dos desafios reais das salas de aula da educação básica pública. Sem indicadores precisos e sem profissionais adequadamente preparados desde a faculdade, a indução de melhorias perde eficácia, segundo Nogueira Filho.

Com o processo eleitoral em curso, a Todos Pela Educação realizou um levantamento dos programas de governo dos seis candidatos à Presidência da República mais bem posicionados nas pesquisas de intenção de voto e identificou convergências “animadoras”, mas também omissões graves.

Nogueira Filho aponta que todos os seis candidatos reconhecem que a prioridade nacional deixou de ser apenas a garantia da vaga para focar na qualidade do aprendizado e que a alfabetização é um tema consensual. Já a educação profissional e a escola em tempo integral estão presentes em cinco dos seis programas analisados e a recomposição de aprendizagens ocupa espaço relevante na maior parte das plataformas políticas.

No entanto, a análise da Todos pela Educação notou omissões em relação a soluções para melhorar a formação inicial dos docentes, com apenas dois - Romeu Zema e Ronaldo Caiado - dos seis programas avaliados detalhando o tema de forma considerada consistente.

Em relação à modernização do Saeb, a questão está presente de maneira satisfatória, novamente, apenas nos programas de Zema e Caiado. Já sobre o novo Programa Nacional da Educação (PNE), apenas a candidatura do presidente Lula toma o recém-aprovado plano como baliza estratégica para a gestão de 2027 a 2030.

Contudo, o ponto mais crítico observado pelos especialistas em relação ao que os candidatos têm apresentado para a educação é de ordem prática. Proto, da Fundação Lemann, destaca que a principal fragilidade das propostas é a ausência de concretude sobre o modelo de gestão. “Não basta definir prioridades bonitas no papel. É preciso estabelecer metas claras, indicar responsabilidades, prever os recursos orçamentários necessários e definir exatamente como a União vai apoiar Estados e municípios na ponta.”

Nogueira Filho reforça a crítica. “Os candidatos parecem entender mais quais são os problemas da educação do que como resolvê-los. Há convergências importantes nas pautas, mas ainda falta transformar esses compromissos em uma agenda executável de política pública.”

Na avaliação dos especialistas ouvidos pelo Valor, a educação pública brasileira não suportará mais o ciclo destrutivo de “zerar o jogo” a cada alternância de poder político. O consenso é que o avanço da aprendizagem é uma construção de longo prazo que exige estabilidade pedagógica, financiamento sustentável e aperfeiçoamento contínuo sobre o que já se provou eficaz.

“Sem exagero, o Brasil nunca esteve tão próximo de dar o tão necessário salto de qualidade na educação. Se o país conseguir combinar continuidade do que funciona com coragem para mudar o que precisa ser mudado, muito em breve o ponteiro da qualidade vai começar a se mexer de maneira expressiva”, conclui Nogueira Filho.
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September 25, 10:57 AM
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New reports examine how AI and digital technologies are shaping education in Europe

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Supporting Europe’s digital education transformation
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September 25, 9:49 AM
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Como atrair talentos para a docência

Como atrair talentos para a docência | Inovação Educacional | Scoop.it

O anuário aponta, ainda, que a formação acadêmica parece não ser suficiente para superar a defasagem de parte dos alunos que entram na universidade: só 20,2% dos concluintes das licenciaturas em 2025 atingiram o nível adequado de conhecimento na prova teórica do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), sendo que 42,2% ficaram abaixo do básico.
O levantamento também mostra, a partir do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), que 7,7% dos formandos do ensino médio tinham conhecimento satisfatório em língua portuguesa e matemática, taxa menor do que a já vexatória de 10,3% em 2019, antes da pandemia.
É preciso, portanto, não só atrair jovens com nível mais alto de conhecimento para a docência como melhorar a formação. Relatórios da OCDE apontam que elevar salários é importante, mas não bala de prata, e que se deve considerar o impacto fiscal.
Preconizam-se aumento de salário inicial, adicionais para disciplinas e localidades com falta de docentes e uma progressão de carreira baseada em desempenho, não só em tempo de serviço. Em diagnóstico sobre o Brasil, a entidade indica que avaliação e carreira estão pouco conectadas.
Melhorar as condições de trabalho (carga burocrática, infraestrutura, apoio pedagógico e liderança escolar) é fundamental —44% dos professores brasileiros disseram estar satisfeitos com as condições de emprego, excluído o salário, ante 68% na OCDE.
Uma ação relevante, quando aliada a outras, é a oferta de bolsas para alto desempenho. O Pé-de-Meia Licenciaturas, que fornece ajuda financeira a estudantes com nota acima de 650 pontos no Enem, lançado em 2025, é uma medida nesse sentido que deve ser monitorada.
Sem articulação de políticas que tornem a carreira atraente, a educação brasileira continuará num ciclo de formação docente e aprendizagem precárias.

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September 25, 9:19 AM
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Um ano depois, os avanços e desafios do ECA Digital - 24/09/2026 - Opinião - Folha

Um ano depois, os avanços e desafios do ECA Digital - 24/09/2026 - Opinião - Folha | Inovação Educacional | Scoop.it
A lei 15.211/2025, denominada ECA Digital, foi aprovada em setembro do ano passado com o objetivo de proteger crianças e adolescentes em ambientes digitais. Sua aprovação mudou um paradigma muito importante, até então vigente, de que era responsabilidade das famílias controlarem o que seus filhos faziam na internet.

Não estamos aqui eximindo a responsabilidade dos familiares, mas, se uma plataforma sabe que crianças e adolescentes utilizam seu produto, pode desenhá-lo deliberadamente para maximizar tempo de permanência, engajamento e retorno sem responder pelos riscos que esse próprio desenho produz?


Estudante de escola estadual de Perus, na zona oeste de São Paulo, usa o celular após sair da aula - Zanone Fraissat - 3.fev.25/Folhapress
O ECA Digital vem nos responder que não: cabe às plataformas a responsabilidade pelo desenho de seus produtos (capazes de estimular o uso compulsivo por crianças e adolescentes), bem como a proteção desses grupos nas redes (respondendo por violências que venham a sofrer por falta de mediação e controle).


Só no que tange a violência sexual online, vale a pena citar os dados da ONG SaferNet: entre janeiro e julho de 2025, a organização recebeu 49.336 denúncias de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, o equivalente a 64% de todas as denúncias recebidas no período.

A lei brasileira é muito avançada e veio na esteira de uma tomada de consciência global sobre a questão. Um bom exemplo é o que temos visto acontecer nos EUA. Apesar de não terem uma lei como a nossa, em 2026 tribunais norte-americanos passaram a discutir a responsabilidade das plataformas pela saúde mental de crianças e adolescentes.

Em março, um júri de Los Angeles considerou Meta e YouTube negligentes no desenho de seus produtos e reconheceu que essa negligência contribuiu de maneira substancial para os danos sofridos por uma jovem que começou a utilizar as redes ainda criança. No Novo México, outra ação resultou em condenações e medidas que ultrapassam US$ 900 milhões. E, em agosto, a Meta firmou acordo de US$ 18 bilhões com quase todos os estados norte-americanos, assumindo, entre outras obrigações, limitar o uso de Facebook e Instagram por adolescentes a duas horas diárias e impedir o uso entre a meia-noite e as 6h, salvo autorização dos pais, reduzir notificações durante o horário escolar e reforçar mecanismos para impedir que crianças tenham acesso a conteúdos inadequados à idade.

Olhando para o Brasil, ainda é cedo para medir o impacto do ECA Digital na redução das violências, mas já é possível afirmar que a lei começou a mudar a forma como enfrentamos o problema. Em julho, uma adolescente de 13 anos, de Naviraí (MS), morreu depois de ter sido induzida à automutilação e ao suicídio em uma comunidade da plataforma digital Discord.

Rapidamente, a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou a suspensão das lives na plataforma e abriu um processo administrativo de fiscalização pelo indício de descumprimento de quatro grupos de obrigações previstos na lei: prevenir e mitigar riscos graves; aferir adequadamente a idade dos usuários; remover conteúdos violadores; e comunicar determinadas violações às autoridades competentes.

Se confirmada a responsabilidade do Discord pelo evento, a ANPD poderá aplicar sanções e multa de até R$ 50 milhões por infração. Paralelamente ao processo administrativo, a Advocacia-Geral da União (AGU) ajuizou uma ação civil pública pedindo medidas estruturais de proteção —verificação de idade que não dependa apenas da autodeclaração, vinculação das contas de menores de 16 anos às de responsáveis, configurações mais protetivas por padrão e mecanismos capazes de detectar e interromper transmissões de automutilação, suicídio e violência extrema— e R$ 500 milhões por dano moral coletivo.

O primeiro ano do ECA Digital mostrou que o Brasil criou instrumentos para começar a enfrentar esse problema, mas a estrada é longa e a briga é grande. O desafio dos próximos anos será muito maior: fazer com que esses instrumentos funcionem e, para isso, é fundamental uma estrutura robusta para a ANPD, inclusive orçamentária. Vida longa ao ECA Digital!
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September 25, 9:06 AM
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Amazon chega a 100 mil vendedores no país e quer expandir

Amazon chega a 100 mil vendedores no país e quer expandir | Inovação Educacional | Scoop.it

Após anunciar em meados deste ano parcerias com grandes varejistas, como Magazine Luiza e Carrefour, a Amazon alcança 100 mil vendedores parceiros cadastrados no marketplace, 300 centros de distribuição e um total de 150 milhões de produtos colocados à venda na plataforma em 50 categorias diferentes, diz Juliana Sztrajtman, CEO da operação no Brasil.
Os parceiros, segundo a executiva, são "o coração da operação", sem os quais seria inviável atingir o mix atual de produtos.
Em conversa com o C-Level Entrevista, a executiva diz que a expectativa é manter nos próximos anos o ritmo de investimentos feitos no Brasil, cujo volume foi de R$ 19 bilhões em 2025.
Segundo ela, o Brasil é hoje o país que, provavelmente, mais pode trazer novos clientes à Amazon pelo tamanho e pelo alto engajamento do consumidor em compras online. Esse foco no país, diz ela, se traduz em um total de R$ 75 bilhões investidos na operação brasileira nos últimos 15 anos.

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September 24, 5:39 PM
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Primeira Infância em Dados

Primeira Infância em Dados | Inovação Educacional | Scoop.it

Primeira Infância em Dados reúne informações oficiais sobre as condições de vida de bebês e crianças de 0 a 6 anos em todo o país. A plataforma apresenta indicadores que permitem compreender a realidade nacional e local, além de diferenças entre territórios, com objetivo de apoiar decisões e debates baseados em evidências

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September 24, 5:38 PM
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O que o ECA Digital muda para crianças de até 6 anos

O que o ECA Digital muda para crianças de até 6 anos | Inovação Educacional | Scoop.it
Lei de 2025 é tida como essencial para proteger primeira infância, que já registra alta exposição a telas. Aferição de idade para acesso a plataformas é um dos mecanismos priorizados pelo governo federal
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September 24, 5:36 PM
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liderança sistêmica

liderança sistêmica | Inovação Educacional | Scoop.it
Talvez o exemplo mais transcendente de Mandela como líder sistêmico tenha sido a Comissão da Verdade e Reconciliação, uma inovação radical no processo de cura emocional do país que uniu sul-africanos brancos e negros para que enfrentassem o passado e juntos moldassem o futuro. A simples ideia de que ele poderia colocar frente a frente tanto quem sofreu profundas perdas quanto aqueles cujas ações haviam causado essas perdas para expor sua verdade, perdoar e seguir em frente, não foi apenas um gesto profundamente civilizatório, mas um solo fértil para criar uma liderança. De fato, o processo teria sido impossível sem o protagonismo de pessoas como o bispo Desmond Tutu e o ex-presidente F. W. de Klerk.
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Today, 9:45 AM
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IA no marketing cobra estratégia antes da automação - 25/09/2026 - Renata Gomide - Folha

IA no marketing cobra estratégia antes da automação - 25/09/2026 - Renata Gomide - Folha | Inovação Educacional | Scoop.it
Percebo muita gente obcecada em saber como aparecer nos resultados da IA, mas esquece que o problema, na maioria das vezes, não é a ferramenta. Para a máquina entender, indexar e recomendar uma marca, conteúdo morno não basta. O algoritmo busca provas técnicas, experiência das pessoas e consistência.

Pense no lançamento de uma marca de skincare. Não adianta ter apenas um produto bem acabado ou um vídeo com o influenciador que está no hype. Para uma IA indicar aquele produto, ela precisa encontrar a ciência por trás dos ativos, a chancela de uma dermatologista e a experiência de quem usou.

Minha sensação é que falta coragem para as marcas irem além. A IA facilitou a produção e a distribuição dos conteúdos, mas não é razão para espalharmos conteúdos superficiais. Um conteúdo humano "bom o suficiente" sempre vai superar uma perfeição artificial.
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Today, 7:51 AM
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IA: novatos do colarinho branco serão substituídos?

IA: novatos do colarinho branco serão substituídos? | Inovação Educacional | Scoop.it

Um dos meus primeiros empregos como repórter em treinamento foi escrever um relatório diário do mercado de ações. Era o tipo de tarefa que não incomodaria um jornalista experiente, mas, para uma novata como eu, era assustador e difícil.
Eu tive sorte, no entanto: depois de enviar meu rascunho, meu editor me fazia ficar atrás de seu ombro e assistir à sua tela enquanto ele o editava. Ele explicava em voz alta o que estava mudando e por quê, o que me ajudava a aprender a fazer um pouco melhor no dia seguinte.
Pensei nele quando li "The Skill Code" ("O Código das Habilidades"), um livro publicado no ano passado pelo acadêmico Matt Beane, que argumenta que o "vínculo de trabalho" entre especialistas e aprendizes tem sido "a base da transferência de habilidades e engenhosidade da humanidade por milênios". Mas será que pode sobreviver à era da IA (inteligência artificial)?
Uma visão otimista de futuro incluiria o uso de IA de forma criteriosa para acelerar a progressão de profissionais juniores sem comprometer sua aquisição de conhecimento e oportunidade de conexão humana - Gabriel Cabral/Folhapress
Até agora, as tarefas para as quais a IA generativa parece mais adequada são também aquelas que muitos estagiários de colarinho branco tendem a fazer. Quando pesquisadores do Brookings Institution, um think-tank dos Estados Unidos, analisaram dados da OpenAI, descobriram que a porcentagem de tarefas em alto risco de automação era cinco vezes maior para um analista de pesquisa de mercado do que para um gerente de marketing, por exemplo. Era três vezes maior para um representante de vendas do que para um gerente de vendas, e mais de duas vezes maior para um designer gráfico do que para um diretor de arte.
Bancos de investimento já estão supostamente considerando se ainda precisam recrutar tantos analistas juniores no futuro. Mesmo que você queira continuar contratando estagiários, a economia desse modelo de negócios pode se tornar mais difícil em um mundo no qual você luta para monetizar seu trabalho.
Um advogado sênior me disse que já estava ficando mais difícil convencer os clientes a pagar pelo tempo dos advogados juniores, porque achavam que a IA poderia fazer o trabalho em vez deles. Os juniores, por sua vez, estavam relutantes em usar as novas ferramentas porque temiam que isso reduziria suas horas faturáveis e perderiam a prática necessária para progredir.
Em "The Skill Code", Beane argumenta que adquirir maestria em qualquer profissão requer desafio, complexidade e conexão. Mas ele alerta que "os novatos estão se tornando participantes cada vez mais opcionais e distantes nas tarefas diárias de um especialista". Ele cita uma série de novas tecnologias, não apenas a IA. Quando ele pesquisou cirurgia robótica em hospitais, por exemplo, descobriu que o uso de robôs reduziu a oportunidade para cirurgiões juniores se envolverem.
Posso imaginar várias maneiras de como tudo isso pode se desenrolar. No lado otimista, as empresas podem descobrir novas maneiras de treinar a próxima geração de profissionais seniores, usando a IA de maneira criteriosa para acelerar sua progressão sem comprometer sua aquisição de conhecimento e oportunidade de conexão humana.
Isso pode exigir mudanças em alguns modelos de negócio. Escritórios de advocacia podem precisar se despedir da hora faturável, por exemplo. Mas não há necessidade de romantizar a antiga maneira de fazer as coisas, especialmente em empresas nas quais se esperava que os novatos trabalhassem horas extremamente longas fazendo um trabalho bastante monótono que era, em seu pior, uma espécie de trote profissional.
No cenário mais sombrio, no entanto, as empresas podem parar de contratar juniores em uma corrida por ganhos de produtividade. "Aqui está o cenário que me mantém acordada à noite. Um mundo de agentes de IA extremamente capazes aprende a lidar com a maioria das tarefas diárias de colarinho branco e é gerenciado por um pequeno grupo de gerentes seniores experientes", escreveu Molly Kinder, uma das pesquisadoras do Brookings.
Nesse cenário, como alguém adquiriria a experiência para alcançar os degraus superiores menos automatizáveis da carreira? O advogado sênior com quem falei se perguntou se um dia poderíamos ver o retorno do antigo sistema de aprendizado que existia em grande parte da Europa antes da Revolução Industrial, no qual famílias que podiam pagar colocavam seus filhos como aprendizes de um mestre. As implicações disso para a mobilidade social —já não muito boas em muitas profissões— são evidentes.
Quando se trata da integração da IA generativa no trabalho de colarinho branco, ainda é muito cedo. Ninguém realmente sabe como será, e qualquer um que diga que sabe provavelmente tem algo a vender.
Mas o que a tecnologia será ou não capaz de fazer é apenas uma parte dessa questão. A outra parte é o que as empresas escolhem fazer com ela. E, na minha opinião, as decisões corporativas com o poder mais transformador para o trabalho de colarinho branco vão girar em torno de como (e se) as pessoas sobem na carreira. Se você está no topo e quer olhar para a frente, a melhor coisa que pode fazer é olhar para baixo.

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Today, 6:54 AM
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Chuva: Universidades do RS sofrem danos de R$ 4,8 milhões - 25/09/2026 - Educação - Folha

Chuva: Universidades do RS sofrem danos de R$ 4,8 milhões - 25/09/2026 - Educação - Folha | Inovação Educacional | Scoop.it
Instituições destacam dificuldade de lidar com aumento da frequência de eventos climáticos severos
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Today, 6:31 AM
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Crédito para sair da pobreza, não para entrar em dívida - 25/09/2026 - Laura Machado - Folha

Crédito para sair da pobreza, não para entrar em dívida - 25/09/2026 - Laura Machado - Folha | Inovação Educacional | Scoop.it
A experiência brasileira e a literatura sobre microcrédito permitem destacar quatro estratégias que podem contribuir para melhores resultados.

A primeira é a proximidade. Grandes bancos costumam avaliar os tomadores por meio de informações cadastrais, históricos financeiros e critérios formais de scoring, que podem ser insuficientes para compreender a realidade dos trabalhadores informais. No microcrédito produtivo orientado, o agente de crédito aproxima-se da comunidade, conhece as condições do tomador e avalia de forma mais direta a viabilidade do negócio.

A segunda estratégia é combinar crédito com orientação, capacitação e estímulo à poupança. Entregar dinheiro de forma isolada pode não ser suficiente para gerar resultados produtivos sustentáveis. O acompanhamento do tomador, associado a iniciativas de capacitação técnica e educação financeira, pode melhorar o uso do crédito e ajudar a família a enfrentar futuros choques de liquidez.

A terceira estratégia é o uso de garantias sociais, como o aval coletivo e a responsabilidade solidária. Em determinados contextos, o aval comunitário pode substituir as garantias reais de que muitas famílias não dispõem. Quando a comunidade participa da dinâmica do financiamento, o controle social e a confiança mútua podem reduzir a assimetria de informação entre a instituição financeira e o tomador e contribuir para a redução da inadimplência.

A quarta estratégia é a progressão dos valores financiados. A concessão começa com quantias modestas e aumenta gradualmente, à medida que se consolida o histórico de pagamento e o empreendimento apresenta sinais mais claros de retorno. Essa progressão permite que a instituição financeira conheça melhor o tomador e limita as perdas caso o negócio não alcance o resultado esperado.
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September 25, 3:06 PM
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5ª Pesquisa de Empregabilidade – Instituto

5ª Pesquisa de Empregabilidade – Instituto | Inovação Educacional | Scoop.it
A pesquisa acompanha indicadores relacionados à inserção profissional, renda, satisfação com a carreira, desenvolvimento de competências, educação continuada e impacto da formação superior na vida das pessoas, gerando subsídios para a formulação de políticas públicas e para o aprimoramento das práticas acadêmicas das instituições de ensino superior. O estudo, sem pretensões acadêmicas ou científicas, foi realizado entre 08 de julho e 23 de agosto de 2026, por meio de aplicação de questionários, com a participação de 4.106 egressos de 200 instituições e 134 cursos diferentes em todo o Brasil.
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September 25, 11:46 AM
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Pobreza recua, mas desigualdade divide o Brasil | Brasil

Pobreza recua, mas desigualdade divide o Brasil | Brasil | Inovação Educacional | Scoop.it
O economista Flávio Ataliba, um dos autores do estudo, explica que o aumento da renda ajudou a reduzir a pobreza, mas seu efeito depende de como os ganhos são distribuídos. Por isso, políticas que elevem a renda da população mais pobre e reduzam a desigualdade, como a melhora na qualificação profissional, podem ter efeito maior sobre a pobreza, afirma.

“A renda no Brasil é muito concentrada, então quando aumenta a renda, as camadas mais elevadas da distribuição da renda captam mais esse aumento. Quando a renda cresce, pouco dessa renda cresce lá na base da distribuição. Então, o que a gente vê é que essa associação entre crescimento da renda e redução da pobreza, ela não é tão forte”, explica.
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September 25, 9:52 AM
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LEI Nº 15.521, DE 24 DE SETEMBRO DE 2026 - LEI Nº 15.521, DE 24 DE SETEMBRO DE 2026 - DOU - Imprensa Nacional

Transforma os Centros Federais de Educação Tecnológica de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, respectivamente, na Universidade Federal de Ciência e Inovação de Minas Gerais (UFCI/MG) e na Universidade Federal de Ciência e Inovação do Rio de Janeiro (UFCI/RJ); e altera a Lei nº 11.892, de 29 de dezembro de 2008.
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September 25, 9:40 AM
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Decodificando o Antissemitismo

Decodificando o Antissemitismo | Inovação Educacional | Scoop.it
Ao longo dos séculos, suas narrativas foram adaptadas a diferentes contextos religiosos, políticos, sociais e culturais e, hoje, circulam em memes, vídeos, discursos, teorias conspiratórias e conteúdos que parecem novos, mas repetem padrões que atravessam gerações.
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September 25, 9:08 AM
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Yduqs confia em aprovação de fusão com a Afya no Cade 

Yduqs confia em aprovação de fusão com a Afya no Cade  | Inovação Educacional | Scoop.it

Na operação, a Yduqs vai incorporar a Afya, empresa sediada nas Ilhas Cayman e com ações negociadas em Nova York, na Nasdaq. As regras da relação de troca das ações preveem que os acionistas da Afya terão o controle de 69% da companhia combinada e a Yduqs outros 31%.
A relação de troca foi fixada com base nos balanços de 30 de junho e não será revista por variações de dívida, resultado ou cotação das ações até o fechamento do negócio, conforme as empresas.
O contrato prevê a distribuição de caixa das companhias para seus acionistas na forma de dividendos entre a assinatura e o fechamento do negócio. No caso da Yduqs, isso significa um valor mínimo de R$ 750 milhões.

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September 25, 8:56 AM
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IA vira 'GPS do coração' de cirurgia, e paciente sai no mesmo dia

IA vira 'GPS do coração' de cirurgia, e paciente sai no mesmo dia | Inovação Educacional | Scoop.it
Imagine entrar em uma sala de cirurgia cardíaca sem enxergar o coração do paciente. Nada de bisturi abrindo o peito nem visão direta do músculo pulsando. Só uma tela, um cateter e a promessa de a inteligência artificial mostrar ao médico o caminho certo.

É essa a aposta que a Philips, uma das maiores fabricantes de equipamentos hospitalares do mundo, está levando a hospitais mundo afora: uma tecnologia com IA para guiar médicos dentro do peito do paciente como se fosse um "Google Maps do coração". O UOL acompanhou uma das cirurgias pioneiras com o aparelho em Amsterdã, na Holanda.

A IA não entra em cena para criar uma solução, mas para tornar a resolução tradicional -abrir o peito do paciente em uma esternotomia- menos dura para quem já está fragilizado. O vazamento na válvula mitral ou na tricúspide atinge uma a cada 10 pessoas acima de 75 anos, e a maioria não trata, devido ao grau da intervenção. Com a IA, basta um furinho na virilha. O tempo de recuperação cai, de semanas ou meses de internação para alta no dia seguinte.
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September 24, 5:38 PM
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O papel de municípios nas políticas para a primeira infância

O papel de municípios nas políticas para a primeira infância | Inovação Educacional | Scoop.it
Comprometimento de gestões locais ainda é ponto sensível para garantir direitos às crianças de até 6 anos e reduzir desigualdades. Governo federal monitora a cooperação de prefeituras com a pauta
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September 24, 5:38 PM
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O que este estudo diz do desenvolvimento infantil no Brasil

O que este estudo diz do desenvolvimento infantil no Brasil | Inovação Educacional | Scoop.it
Levantamento internacional aplicado pela primeira vez no país mostra os impactos das desigualdades sobre a aprendizagem desde a pré-escola
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September 24, 5:34 PM
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Should I Be Using AI for This? - Tech Matters' Nonprofit AI Treasure Map

Should I Be Using AI for This? - Tech Matters' Nonprofit AI Treasure Map | Inovação Educacional | Scoop.it
See our Nonprofit AI Treasure Map. It’s a roadmap for non-technical nonprofit leaders making decisions about adopting and using AI technology.
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