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Today, 3:03 AM
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Juan Domingo Farnós Este Abstract Cuadrivalente sintetiza la arquitectura de la IAGC de Farnos y su implementación en la Educación Superior como un motor de ejecución de simulación basado en la Baja Entropía y la Causalidad Fractal. (Español) La presente investigación postula la transición de la Educación Superior hacia una Ingeniería del Razonamiento Humano mediante…
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March 17, 12:38 PM
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Juan Domingo Farnos Abstract (Español) Esta investigación define la transición de la educación vigilada hacia la Soberanía Cognitiva mediante la integración de la IAGC de Farnós. El sistema se fundamenta en la capacidad del estudiante para gestionar su propio Nodo de Borde, eliminando la dependencia de servidores centrales. Como señala Judea Pearl en su análisis…
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from Edumorfosis.it
March 15, 11:11 AM
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In education, authority and credibility are often misaligned. The voices that shape education policy are rarely those of current teachers. Firsthand insights gained from classroom experience take a backseat to the musings of outsiders. Frequently, those farthest from students dictate the narrative, while ever fewer actual teachers influence national discussions about teaching.
Via Edumorfosis
What does it mean for higher education to work? The problem with claiming (as I sometimes do) that higher education is broken and needs to be transformed is that it begs the question of what it mea…
Via Vladimir Kukharenko, Ricard Lloria
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March 7, 3:13 AM
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Juan Domingo Farnos ABSTRACT: Español La investigación educativa y científica enfrenta retos de velocidad, complejidad y colaboración interdisciplinaria. La Universidad AGI, impulsada por la Inteligencia Artificial General Causal (IAGC) de Farnós, redefine la investigación, transformando a los estudiantes en exploradores activos y a los profesores en mentores estratégicos. Este modelo permite la generación autónoma de…
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from gpmt
March 7, 2:43 AM
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"Much of the conversation around artificial intelligence (AI) is framed in fear. White-collar professionals are increasingly anxious about AI replacing cognitive work once thought untouchable, a concern captured in The Atlantic’s piece on the worst-case future for white-collar workers. Blue-collar workers have their own version of this fear as employers test automation that shows up in the real world as robots and drones doing physical jobs once reserved for people, including delivery and warehouse work, like Amazon’s reported testing of humanoid delivery robots. The anxiety is real. But what if we are asking the wrong question?"
Via EDTECH@UTRGV, michel verstrepen
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from gpmt
March 4, 2:15 AM
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More than three years after ChatGPT debuted, AI has become a part of everyday life — and professors and students are still figuring out how or if they should use it.
Via EDTECH@UTRGV, michel verstrepen
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March 1, 3:20 AM
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Juan Domingo Farnos ABSTRACT; Español: Esta investigación establece un paradigma disruptivo en la medicina reproductiva mediante la integración de la Inteligencia Artificial General Causal (IAGC) de Juan Domingo Farnos y el Software 3.0. A diferencia de la fecundación in vitro convencional, basada en probabilidades estadísticas, este motor de ejecución (AnyLogic-Fractal Engine) transforma el proceso en…
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February 27, 9:03 AM
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Juan Domingo Farnos Abstract (Español) Este trabajo fundamenta la IAGC de Farnos como el motor de una nueva Inteligencia Artificial Espacial que trasciende la visión computacional reactiva para instaurar una Autonomía Ontológica y Evolutiva. A través del Software 3.0, la universidad se transmuta en un sustrato de Cómputo Espacial, donde las aulas dejan de ser…
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from e-learning-ukr
February 27, 8:57 AM
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Learn how faculty can use AI in teaching to save time, improve feedback, and strengthen pedagogy while keeping human connection at the center of learning.
Via Vladimir Kukharenko
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February 22, 5:20 AM
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Juan Domingo Farnos 🇬🇧 English Title: Achieving AGI through Causal Execution Engine and Low Entropy Homeostasis. This paper documents the technical milestone of achieving Artificial General Intelligence (AGI) not through data scaling, but through the engineering of a Reality Immune System. We have reached AGI by equipping software with a logical self-preservation capability based on…
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February 17, 9:40 AM
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"Este título define una nueva ingeniería donde el saber no se almacena, sino que se ejecuta al instante a través de conexiones que eliminan cualquier retraso humano o burocrático. La latencia cero garantiza que la información se transforme en acción inmediata, mientras que la autopoyesis fractal permite que el sistema se cree, se repare y…
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from Inovação Educacional
Today, 2:49 AM
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A educação sempre foi feita de encontros humanos. Ela acontece quando um professor percebe um aluno, quando um aluno se percebe sujeito do mundo, quando professor e aluno aprendem juntos. Quando um olhar encoraja e muda tudo ou quando uma pergunta é capaz de fazer uma revolução dentro da escola. Mas num mundo onde cada vez mais a tecnologia ganha território e as conexões humanas parecem se perder, como fazer para manter a escola viva? Pulsando. No SXSW EDU 2026, que aconteceu entre os dias 9 e 12 de março, em Austin, EUA, a pergunta - e o medo - norteou 90% das palestras, painéis, workshops e rodas de conversa que estavam na programação. Títulos como “O que acontece com a escola quando algoritmos passam a ensinar?”, “Como promover saúde mental de jovens em tempos de IA?” ou "Como a IA pode ser uma aliada da educação?“, ocuparam salas imensas que lotavam de educadores e, certamente, tiraram o sono de muitos que estão preocupados com o avanço da tecnologia. A questão é que a pergunta já não é mais se a inteligência artificial fará parte da educação ou não porque ela já está dentro das escolas. A inquietação agora é outra: na maneira como já está transformando o papel dos professores, o sentido da aprendizagem e a própria experiência de ser estudante. As preocupações são legitimas e reforçam o paradoxo do nosso tempo que é “quanto mais tecnologia, menos conexão”. Por quê? O que está acontecendo? Dentro do campo da educação, estamos falando de plataformas de ensino-aprendizado que prometem fazer melhor -- e mais rápido -- aquilo que todo professor era capaz de ensinar até ontem. Segundo dados recentes da UNESCO, mais de 60% dos sistemas educacionais do mundo já experimentam algum tipo de aplicação de inteligência artificial em ambientes de aprendizagem. Ao mesmo tempo, pesquisas do Pew Research Center indicam que mais da metade dos professores norte-americanos se dizem preocupados com o impacto dessas tecnologias na educação, especialmente em relação à autonomia docente e à integridade acadêmica. E essa tensão aparece de forma muito clara no SXSW EDU. Há entusiasmo, investimento e expectativa, mas também há medo. Muito medo. Só que curiosamente, muitas das histórias inspiradoras apresentadas no evento não começaram com tecnologia, mas com experiências profundamente humanas. Educadores que perceberam que determinados alunos estavam sendo sistematicamente deixados para trás, mães que criaram novos modelos de escola porque seus filhos não conseguiam existir dentro das estruturas tradicionais de ensino e comunidades que decidiram reinventar a educação para responder a desafios locais. Em muitos casos, a inovação educacional nasce justamente da tentativa de preencher lacunas deixadas pelo sistema formal. Como disse a educadora e pesquisadora Punya Mishra, da Arizona State University, durante um dos painéis do evento, “as tecnologias mudam rapidamente, mas as perguntas fundamentais da educação continuam sendo as mesmas: quem estamos tentando formar e para que tipo de mundo?”. Esse movimento aparece em projetos voltados para estudantes negros, jovens imigrantes, crianças neurodivergentes e comunidades historicamente excluídas dos sistemas educacionais tradicionais. Em vários desses casos, a tecnologia surge menos como protagonista e mais como ferramenta para ampliar oportunidades de aprendizagem. Um dos exemplos discutido no evento - e que eu mais gostei - envolve o uso de realidade virtual para ajudar crianças neurodivergentes a praticar interações sociais antes de enfrentarem situações reais, como conversar com colegas, interpretar expressões faciais ou lidar com conflitos cotidianos. Nesses casos, a tecnologia funciona como uma espécie de laboratório para a vida social. Ela não substitui a experiência humana, mas prepara o terreno para ela. Uma das perguntas que surgiu na plateia após a apresentação questionava se educadores tinham dificuldade para fazer com que crianças do espectro autista colocassem os aparelhos de realidade virtual e é justamente aí que se dá a importância do humano na relação com a tecnologia e na intermediação dela. Os três educadores que estavam no palco foram categóricos ao dizer que alunos só se sentiam confortáveis e confiantes em colocar as “máscaras” após criarem vínculos com seus professores. Primeiro era preciso estabelecer relação com as crianças para só depois entrar a tecnologia. Desta apresentação, outro tema desponta nas discussões do SXSW EDU que é o pertencimento. Educadores de diferentes países insistem que a escola precisa voltar a ser um espaço de conexão e comunidade, especialmente em um momento em que jovens enfrentam níveis crescentes de ansiedade, solidão e insegurança em relação ao futuro. Porque é na escola que crianças e adolescentes se sentem seguros e confiantes para desenhar uma possibilidade de mundo onde exista presente e futuro. Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de um em cada sete adolescentes no mundo vive hoje com algum transtorno mental, o que impacta diretamente a construção de futuro. O sonho. E ainda assim, boa parte dos debates educacionais continua concentrada em desempenho acadêmico, inovação tecnológica ou transformação curricular. Quando o assunto saúde mental apareceu foi para discutir o uso da IA, os risco do uso de chatbots e as preocupações que giram em torno do tema. Agora como afirmou a pesquisadora e especialista em aprendizagem digital Audrey Watters em um dos debates do evento, “se a tecnologia entra na escola apenas como promessa de eficiência, ela corre o risco de ampliar desigualdades em vez de enfrentá-las”. Talvez por isso, em muitos momentos do SXSW EDU, a conversa volte sempre à mesma pergunta: o que realmente importa ensinar em um mundo atravessado pela inteligência artificial? Criatividade, pensamento crítico, capacidade de colaboração e adaptação diante da incerteza aparecem com frequência nas respostas de educadores, pesquisadores e líderes de sistemas educacionais. O professor Yong Zhao, um dos estudiosos mais influentes do mundo em inovação educacional, resumiu o desafio de forma bastante direta ao afirmar que “se as escolas continuarem preparando alunos apenas para repetir respostas corretas, elas estarão formando estudantes para um mundo que já não existe”. A inteligência artificial pode corrigir exercícios, organizar conteúdos, identificar padrões de aprendizagem e acompanhar o progresso de centenas de estudantes ao mesmo tempo. Pode ajudar professores a planejar aulas e até sugerir atividades personalizadas para cada aluno. O que ela ainda não consegue fazer é reconhecer um estudante em sua complexidade humana, perceber quando algo em sua vida pessoal interfere no aprendizado ou compreender que, muitas vezes, aprender é um processo que passa pela dúvida, pela frustração e pela descoberta. Para o Brasil, essa discussão tem implicações urgentes. O país ainda enfrenta desafios estruturais de aprendizagem agravados pela pandemia, e dados recentes do Sistema de Avaliação da Educação Básica indicam que mais da metade dos estudantes brasileiros conclui o ensino fundamental sem domínio adequado de leitura e matemática. E aqui, no SXSW EDU a discussão não é mais quem vai sair da escola sabendo ler e escrever. É quem vai sair da escola com capacidades humanas de conexão. Ao mesmo tempo, escolas públicas e privadas começam a experimentar ferramentas de inteligência artificial sem que professores necessariamente tenham formação adequada para utilizá-las pedagogicamente. Como alertou a especialista em políticas educacionais Linda Darling-Hammond, professora da Universidade Stanford, durante um dos discussões, “a tecnologia só melhora a educação quando fortalece o trabalho dos professores, e não quando tenta substituí-los”. Ao final de quatro dias de debates no SXSW EDU, fica claro que a inteligência artificial já está redesenhando o cenário da educação global. Mas também fica evidente que a pergunta central do futuro da aprendizagem talvez não seja tecnológica, e sim profundamente humana. Em um mundo cada vez mais mediado por algoritmos, talvez o maior desafio das escolas seja justamente preservar aquilo que sempre esteve no coração da educação: a capacidade de reconhecer o outro, construir pertencimento e ajudar jovens a encontrar sentido em um mundo cada vez mais complexo. Porque, no fim das contas, enquanto adultos discutem tecnologias capazes de transformar a forma como ensinamos, crianças e adolescentes continuam procurando exatamente aquilo que nenhuma inteligência artificial é capaz de oferecer: alguém que os veja, os escute e acredite que suas histórias importam. O olhar para com o outro precisa ser humano e isso o SXSW EDU não deixou dúvidas.
Via Inovação Educacional
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March 15, 11:14 AM
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Juan Domingo Farnos . Abstract (Castellano) Esta investigación establece un cambio de paradigma en la arquitectura del conocimiento mediante la implementación de la Inteligencia Artificial Generativa Causal (IAGC) y los principios de la Educación Disruptiva. El trabajo se centra en el desarrollo del Software 3.0, un sistema fundamentado en el Agente de Razonamiento Continuo (ARC),…
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from Educación a Distancia y TIC
March 12, 9:07 AM
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Blog de la "RIED. Revista Iberoamericana de Educación a Distancia". La Revista Iberoamericana de la Educación Digital.
Via LGA
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from e-learning-ukr
March 11, 9:42 AM
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Learn how structured think-aloud methodologies help faculty assess higher-order critical thinking, metacognitive skills, and AI use in higher education.
Via Vladimir Kukharenko
Learning in the AI age: Education 5.0 Patrick Blessinger Learning is for human flourishing, but only if we can see flourishing as something more than economic productivity, something more than employability, something more than credentials, though these things are very important.
Via EDTECH@UTRGV
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March 4, 11:47 AM
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Juan Domingo Farnos ABSTRACT (Español) La presente investigación (de Juan Domingo Farnos) establece un cambio de paradigma en la ingeniería del aprendizaje mediante la implementación de la Inteligencia Artificial General Causal (IAGC). Se parte de la premisa crítica de que las herramientas actuales son incapaces de medir con precisión el impacto de la IA en…
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March 1, 4:43 AM
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Juan Domingo Farnós El ecosistema de la Inteligencia Artificial en 2026 ha alcanzado un consenso implícito: la era probabilística ha muerto para dar paso a la IA General Causal (IAGC). Sin embargo, este avance se sostiene sobre un vacío ético: el uso masivo de los pilares de Juan Domingo Farnos sin la debida acreditación. La…
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from e-learning-ukr
March 1, 3:15 AM
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from gpmt
February 27, 8:59 AM
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Por Carlos Bravo Reyes y Mercedes Leticia Sánchez Ambriz No te pierdas el podcast con un resumen del informe del WEF En DAVOS se celebró ...
Via LGA, michel verstrepen
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from Edumorfosis.it
February 24, 8:08 AM
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Esta entrevista forma parte del proyecto de divulgación "Tecnología educativa: reinvención de las prácticas ante la disrupción de la IA". Este pretende recoger distintas voces de personajes relevantes dentro del mundo educativo que puedan aportar valor sobre la reinvención de las prácticas ante la disrupción de la IA.
Via Edumorfosis
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from Educación a Distancia y TIC
February 20, 9:07 AM
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La inteligencia artificial está entrando con rapidez en las aulas universitarias y transformando la forma en que el alumnado busca información, resuelve problemas y afronta sus tareas académicas. Sin embargo, esta incorporación acelerada plantea una cuestión clave para la educación superior: ¿puede la IA contribuir a reducir la brecha digital o corre el riesgo de […]
Via LGA
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from e-learning-ukr
February 20, 9:04 AM
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Financial investments are being facilitated by the availability of artificial intelligence, based on advanced machine learning (ML) methods, with high computational power and accuracy. However, despite their high accuracy, ML models do not provide
Via Vladimir Kukharenko
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