Debate realizado após o seminário ABMES "Competências profissionais exigidas nos projetos de curso e no Enade: como avaliar a aprendizagem dos alunos?", de 06 de Novembro de 2012
O ministro da Educação, Aloisio Mercadante, afirmou nesta quinta-feira que a pasta deve terminar em no máximo uma semana uma sindicância com uma "punição exemplar" dos servidores citados pela Operação Porto Seguro, da Polícia Federal (PF). Eles são suspeitos de favorecer uma faculdade de propriedade da família de Paulo Vieira, diretor da Agência Nacional de Águas (ANA), preso desde a última sexta-feira.
Jovens fazem manifestação em 11 estados brasileiros na tarde de hoje (28) para protestar contra os problemas na educação do país. A ação faz parte do Projeto Popular para a Educação idealizado pelo movimento social Levante Popular da Juventude. O ato tem como principal objetivo, segundo os organizadores, mobilizar o governo para assuntos relativos à educação. Segundo a coordenadora nacional do projeto, Jessy Dayane Santos, não há investimentos suficientes na educação do país. "Desde os tempos da colonização que sofremos com o ensino no Brasil. Aqui, ele nunca foi prioridade. A partir disso, criamos o projeto em defesa de assuntos sociais que mobilizam toda a população", explicou
Dados do Projeto Popular para a Educação apontam que 3,8 milhões de crianças estão fora da escola, somente 63% das que moram na zona rural têm acesso ao colégio, 31% dos adultos não entendem o que leem, 10% da população brasileira são analfabetos e, destes, 70% são negros.
As ações, que vão ocorrer nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Espírito Santo, Pará, Ceará, Rio Grande do Norte, de Minas Gerais, Pernambuco, Sergipe, da Bahia e Paraíba, pretendem reunir cerca de 4,5 mil pessoas. Em algumas capitais como Porto Alegre, Aracaju e João Pessoa, será realizada marcha com foco na defesa das cotas nas universidades públicas e de mais investimentos na área da educação.
O manifesto inclui aulas públicas sobre temas como cotas no ensino superior, assistência estudantil, educação no campo, cursinhos pré-vestibulares nos bairros, transporte, acesso à cultura, creches para mulheres jovens e estudantes, regulamentação das mensalidades e alfabetização.
O Projeto Popular para a Educação integra a Campanha Nacional por um Projeto Popular para a Educação. A iniciativa tem o objetivo de colocar o ensino como prioridade da agenda política brasileira. O Levante Popular da Juventude é um movimento social organizado por jovens que se diz desvinculado de partidos políticos, com atuação em 17 estados do país.
A empresa General Eletric e a Universidade de Stony Brook, nos Estados Unidos, apresentaram duas ultra TVs de cair o queixo de qualquer apaixonado por tecnologia. A da GE possui tela interativa em 180 graus, com extensão de nada mais nada menos que 12,2 metros de largura e 3 de altura. O painel gigante, instalado no Centro de Experiências do Consumidor de Toronto.
O representante da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (Anped), Professor Dante Henrique Moura, defendeu ontem, em audiência da comissão especial sobre reformulação do Ensino médio, que esse nível de Ensino não precisa de mais uma reforma e, sim, de condições reais de funcionamento. “Nenhuma Escola do País tem infraestrutura física adequada, como laboratórios, quadras, ateliês de artes, ou profissionais com condições necessárias de formação e de trabalho”, ressaltou. Para Moura, “não é apenas a organização curricular do nível médio, mas a política do Estado brasileiro para a Educação” que precisa ser redefinida. Tanto o Professor quanto a representante do Centro de Estudos Educação e Sociedade (Cedes), Professora Carmem Sylvia Vidigal Moraes, defenderam a formação integral do Aluno, e não apenas sua qualificação para atender às exigências do mercado. Na avaliação dos especialistas, antes de entender as tecnologias necessárias ao trabalho, o Aluno precisa entender o mundo em que está inserido. Os Professores apontaram os Institutos Federais Tecnológicos de Educação, Ciência e Tecnologia (Ifets) como as Escolas que melhor correspondem ao ideal de Ensino médio. “Ali eles vão ter uma formação que congrega conhecimentos das ciências, das letras e das artes com a formação profissional, que vai lhe permitir escolher entre a universidade e o mercado”, explicou Moura.
Com o desejo de resgatar a autoestima do adolescente da periferia, o jornalista Eduardo Lyra, de 24 anos, morador de Poá, na Grande São Paulo, criou o projeto Gerando Falcões. Ele pediu dinheiro emprestado a amigos, colocou uma mochila nas costas e viajou por sete Estados do País à procura de jovens que deixaram a pobreza e alcançaram lugar de destaque na sociedade. Com 11 histórias em mãos, Lyra compilou todos os relatos no livro Jovens Falcões e iniciou o trabalho
"Comecei a levar os exemplos do livro aos estudantes das escolas públicas com o objetivo de encorajá-los e apresentá-los uma nova referência de vida." O projeto entrou nas escolas neste ano e já atingiu, segundo o idealizador, mais de 20 mil estudantes da rede pública. Uma parceria com a Secretaria de Estado da Educação de São Paulo autoriza que o Gerando Falcões tenha acesso livre a 58 colégios.
"Quando começo a falar, os alunos me lançam olhares de descrédito, mas depois que conto pelo menos três histórias do livro, a situação muda. Eles entendem aos poucos que existe chance, mesmo estando na periferia", conta Lyra, após receber a ligação de uma professora que o convidara para mais uma palestra.
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, pediu hoje (29) aos senadores que agilizem a votação do projeto de lei do Plano Nacional de Educação (PNE). A matéria está na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado que fez audiência pública em conjunto com a Comissão de Educação para ouvir a posição dele quanto ao texto aprovado pela Câmara.
O empenho pedido pelo ministro tem como razão o cumprimento das metas do plano que tomam por base o ano de 2010. Mercadante disse que é necessário não fazer do PNE um Protocolo de Quioto (tratado internacional com compromissos rígidos para redução de gases de efeito estufa) em que vários países assumiram as metas mas não cumpriram.
Mercadante reiterou que a implementação do Plano Nacional de Educação depende integralmente dos repasses de recursos dos royalties de petróleo. O ministro frisou que não tem como retirar os recursos necessários para isso do Produto Interno Bruto (PIB) do país.
O setor de educação é o que tem mais representantes entre as empresas que mais se valorizaram na BM&FBovespa em 2012, mostra um levantamento feito pela consultoria Economática e divulgado hoje. Enquanto as ações da Kroton subiram 127,3% até ontem, os papéis da Estácio Participações avançaram 109,2% no mesmo período.
Na segunda-feira, o HSBC já havia divulgado um relatório no qual elogiava o desempenho das companhias do setor. No terceiro trimestre, por exemplo, quase todas acompanhadas pelos analistas Luciano Campos e Caio Moscardini superaram as estimativas, principalmente de adição líquida de alunos.
Ainda segundo o banco, o mercado parece acreditar que o crescimento forte dos grupos, apresentado desde 2011, ainda pode durar por muitos anos. Entretanto, há algum tempo a instituição alerta que o pico do ensino superior no Brasil pode ser atingido em 2015 — o que reduziria o ritmo de expansão.
Além disso, Moscardini e Campos mostram que, apesar da valorização de 109,2% neste ano, as ações da Estácio continuam “baratas”. Quando comparados às outras companhias de educação, os papéis da empresa estão sendo negociados a um desconto de aproximadamente 24%. Ontem, ela fechou o pregão valendo R$ 37,26.
Teses de doutorado e dissertações de mestrado que apresentem ideias, soluções e processos inovadores para questões como redução de consumo de água e energia, redução de gases do efeito estufa, aproveitamento, reaproveitamento e reciclagem de sólidos e rejeitos e tecnologia socioambiental com ênfase no combate à pobreza poderão ser premiadas. O Prêmio Vale-Capes de Ciência e Sustentabilidade recebe inscrições até 6 de dezembro. Os vencedores receberão quantias até R$ 15 mil, além de bolsas e outras premiações. Podem se inscrever autores de teses e dissertações defendidas no Brasil em 2011. Esta será a primeira edição do prêmio, fruto da parceria entre a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a empresa mineradora Vale, firmada durante a conferência Rio+20. Serão considerados na avaliação a originalidade do trabalho e a relevância para o desenvolvimento científico, tecnológico, cultural, social e de inovação. O vencedor na categoria tese de doutorado receberá R$ 15 mil e uma bolsa para realização de estágio pós-doutorado, de até três anos, em instituição de notória excelência na área, no Brasil ou exterior. Neste caso, o estágio terá duração menor, de um ano.
Dez anos não foram suficientes para anular o abismo que separa brancos de pretos e pardos no ensino superior.
O índice de pessoas de 18 a 24 anos pretas e pardas (classificação usada pelo IBGE) com acesso à universidade subiu de 10,2% para 35,8% em 2011.
Esse percentual, porém, é inferior ao de brancos matriculados em cursos superiores em 2001 (39,6%). A proporção de jovens brancos na faculdade aumentou para 65,7% em 2011.
"O número de pretos e pardos mais que triplicou. Foi um salto bastante significativo, embora a desigualdade de cor persista", diz Ana Lúcia Sabóia, gerente do IBGE.
No total, a proporção de jovens de 18 a 24 anos na faculdade foi de 27% para 51,3%.
O IBGE também constatou queda na defasagem escolar entre jovens de 15 a 17 anos (ensino médio): 51,8% estão na série certa para a sua idade, ante 37,3% em 2001.
Cresceu o acesso à creche e à pré-escola, chegando a 20,8% das crianças de 0 a 3 anos e 77,4% das de 4 a 5 anos em 2011, respectivamente -eram 10,6% e 55% em 2001.
Boliviano, Juan Fernando Reyes defende que os princípios de respeito à natureza e aos seres humanos se desenvolvem na infância. Por isso, promove uma metodologia inovadora de educação integral: El Bosque de los Niños. Em uma área protegida, são os pequenos que tomam as decisões sobre a floresta. Nesse processo, acredita, eles aprendem valores para a vida toda. Não à toa, o projeto já chegou a alguns países da América do Sul.
Há 30 anos, um projeto inovador na educação nascia em Portugal. A frente dele estava José Francisco de Almeida Pacheco. O "Fazer a Ponte" hoje tem projeção internacional porque traz em sua constituição elementos bastante inovadores em termos de organização pedagógica, comunitária e administrativa. A ideia central da iniciativa era formar pessoas e cidadãos cada vez mais cultos, autônomos, solidários e democraticamente comprometidos com a construção de um novo projeto de sociedade. Pelo desenvolvimento dessa proposta, Pacheco recebeu, em 1977, o prêmio "Experiências Inovadoras no Ensino".
Se você já assistiu algum dos filmes onde a humanidade é dizimada por robôs, já deve ter pensado na possibilidade disso acontecer na vida real. Para tranquilizar esses indivíduos a Universidade de Cambridge, na Inglaterra, planeja um centro de pesquisas que terá como um dos objetivos pesquisar as ameaças da inteligência artificial. Ele vai servir, basicamente, para impedir que os robôs se rebelem contra a humanidade.
Pesquisa realizada pela Fundação Telefônica Vivo, em parceria com o Fórum Gerações Interativas, Ibope e Escola do Futuro (USP), apresenta uma análise do comportamento de crianças e jovens quanto ao uso das telas: televisão, celular, internet e videogame.
Peso da presença de professor doutor na instituição cai e a aumenta o valor para mestrado e dedicação integral Para educadores, houve afrouxamento nas exigências de qualidade; pasta quer melhorar outros pontos.
O Ministério da Educação decidiu alterar o cálculo da nota dos cursos de ensino superior. O quesito professor com doutorado perdeu peso, enquanto aumentou o valor para o docente com mestrado e com dedicação integral.
Chamada de CPC (Conceito Preliminar de Cursos), a nota é usada para fiscalizar os cursos superiores. Os que ficam com nota 1 ou 2 (numa escala até 5) são inspecionados e podem até fechar. A diminuição do peso para doutores era um pedido das instituições privadas, que afirmam ser difícil contratar professores tão qualificados em algumas áreas do conhecimento ou regiões do país. Profissionais com doutorado tendem também a ganhar mais e serem mais qualificados por fazerem pesquisas.
Para educadores, houve afrouxamento nas exigências de qualidade. O MEC diz que o momento é o de induzir melhorias em outros aspectos. Com a nova fórmula, a proporção de professores com doutorado cairá de 20% para 15% da nota. Os cinco pontos serão distribuídos entre os quesitos docentes mestres e com dedicação integral. Também haverá aumento no peso para a existência de projeto pedagógico e a qualidade da infraestrutura.
Essa elevação virá do quesito nota dos ingressantes no Enade (exame de universitários), que deixará de ser contabilizada, pois os calouros não fazem mais a prova.
"Já estamos em um bom patamar em alguns pontos e precisamos induzir a melhoria de outros", disse o presidente do Inep (responsável pela avaliação), Luiz Cláudio Costa, sobre a redução do peso para doutores no CPC. "A redução não foi tão alta." Nos últimos cinco anos, a proporção de doutores nas instituições subiu de 22% para 29%. Já a dedicação integral subiu de 36% para 47%.
"Uma alteração dessa faz com que as instituições segurem a contratação de doutores, o que traz prejuízos à qualidade", afirmou o pesquisador da área de educação José Rothen, da Ufscar.
Diretor do Semesp (sindicato das universidades privadas), Rodrigo Capelato diz que a alteração corrige "em parte" distorções. "O peso para doutor era grande. Melhorou, mas segue alto."
Os índices de analfabetismo vêm caindo no Brasil nos últimos dez anos, mas ainda são altos na camada da população com mais de 60 anos, que registra 24,8% de analfabetos, praticamente um quarto do total nessa faixa etária. O dado faz parte da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais 2012, divulgada hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), comparando-se o intervalo de dez anos, entre 2001 e 2011.
De acordo com os dados da pesquisa, a proporção de pessoas com 15 anos ou mais que não sabia ler nem escrever caiu de 12,1%, em 2001, para 8,6% em 2011. No ano passado, 8,8% dos homens nessa faixa etária eram analfabetos. Entre as pessoas de cor preta ou parda, 11,8% não sabiam ler nem escrever, enquanto entre as de cor branca, esse percentual cai para menos da metade: 5,3%. Na Região Nordeste, do total da população acima de 15 anos, 16,9% eram analfabetos. Na Região Norte, o índice chegou a 10,2%, e nas áreas rurais do país, a 21,2%.
Para o educador Mozart Neves Ramos, que foi reitor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e já ocupou a secretaria de Educação do estado, a queda nas taxas de analfabetismo precisa ser mais expressiva. “De fato, o analfabetismo pleno vem caindo, mas não na velocidade que o país precisa para alcançar a meta de chegar a 6,7% na faixa de 15 anos ou mais em 2015. Na proporção que vem caindo, na base de 0,3% a 0,4%, nos últimos anos, a gente observa que o esforço tem sido grande, mas ainda é insuficiente.”
Membro do conselho de governança da organização civil Todos pela Educação, Mozart diz que é necessário haver um investimento maior em professores especializados em alfabetização, principalmente para ensinar o público adulto, que não tem a mesma facilidade de aprendizado de um estudante jovem.
Dados da Prova Brasil 2011 divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) neste mês mostram que, nas escolas rurais, a porcentagem de alunos do 5º e do 9º ano do ensino fundamental que apresentaram ter aprendido o adequado em matemática e português é cerca de metade da média brasileira. Em matemática no 9º ano, por exemplo, 12% dos alunos brasileiros participantes da Prova Brasil atingiram o aprendizado esperado. Porém, considerando apenas as escolas em áreas rurais, essa porcentagem cai para 6%.
Veja abaixo tabela comparando a quantidade de estudantes matriculados nas escolas rurais que conseguiram um desempenho adequado ou acima da expectativa, e o número total de alunos das escolas públicas brasileiras que realizaram a prova do Ministério da Educação em novembro de 2011.
Uma geração de jovens brasileiros está ficando para trás na educação - e colocando em risco a própria capacidade produtiva do país no futuro. A Síntese de Indicadores Sociais 2012, divulgada ontem pelo IBGE, mostra que um terço dos jovens de 18 a 24 anos no país não completou o ensino médio nem estava frequentando a escola em 2011. A taxa é quase três vezes maior do que a média de 29 países da Europa. O estudo aponta ainda desigualdades na qualidade das redes pública e privada, e mostra que metade dos adolescentes de 15 a 17 anos não frequenta a escola na idade certa. Segundo o IBGE, a taxa de evasão escolar precoce de jovens de 18 a 24 anos - ou seja, o percentual da população nessa faixa que, além de não ter completado o nível médio, não frequentava a escola - foi de 43,8% em 2001 para 32,2% em 2011. Entre as mulheres, o percentual é de 26,6%, mas chega a quase 40% no caso dos homens: 37,9%. Numa comparação com 30 países europeus, os percentuais masculino e feminino do Brasil são melhores apenas do que o de Malta. Suíça, por exemplo, tem 5,7% e 6,8% para mulheres e homens, respectivamente.
No início, a ideia era criar uma plataforma que reunisse mestres e doutores para criarem cursos e compartilhá-los em encontros presenciais. Ao conversar com alguns amigos, que sugeriram que o conhecimento poderia partir não apenas de acadêmicos, Patrícia Guedes, 27, mudou de ideia. Ela ouviu esses conselhos e criou, no começo de 2012, o Sabixão, uma plataforma de crowdlearning que permite que qualquer pessoa organize turmas para cursos presenciais, gratuitos ou não, sobre algum tema que dominem. Preocupada com limitação de espaço e tempo que acabam limitando a adesão aos encontros, desde o início do mês, Patrícia passou também a incorporar o uso de videoconferências.
“Há muitas pessoas interessadas em estudar com alguém disposto a dar um curso de seu interesse, mas quando é preciso se deslocar de casa para outra cidade ou estado, isso pode ser uma barreira”, afirma Patrícia. Contra essa limitação, o Sabixão começou a usar o hangout – ferramenta gratuita do Google para transmissão de videoconferências envolvendo até dez pessoas. Até agora, já foram realizados cinco dessas aulas, todas gratuitas, que podem ser acessadas no site.
A rede de ensino Kroton informou hoje que dissolveu seu bloco de controle para atender aos requisitos do Novo Mercado, segmento da BM&FBovespa no qual pretende entrar. O acordo de acionistas firmado entre quatro investidores pessoas físicas — Evando José Neiva, Walfrido dos Mares Guia, Júlio Fernando Cabizuca e Henriqueta Martins dos Mares — e fundos geridos pela Brasil Gestão foi rescindido, extinguindo as obrigações de voto conjunto e indicação de membros para o conselho de administração.
Vale ressaltar que a reorganização será meramente formal e, apesar da dissolução do acordo de acionistas, não haverá saída de nenhum dos atuais sócios da companhia.
Hoje, a Kroton é controlada pela Pitágoras Administração e Participações (PAP), holding que reúne a participação dos quatros acionistas pessoas físicas, mais o FIP Gestão. Pela nova configuração, o FIP Gestão segregará sua participação de 23% no capital da Kroton e deixará a PAP.
“Considerando os efeitos da migração da Companhia para o Novo Mercado, a companhia passará a ter o seu capital social efetivamente pulverizado, com nenhum acionista (ou grupo de acionistas) com mais que 24% do capital social total e votante ou com mais que três membros indicados (de um total de 11) para o conselho de administração”, explica a Kroton. A expectativa da companhia é que a migração para o segmento de governança corporativa da BM&FBovespa aconteça até 5 de dezembro.
Queda na proporção de mães ocorre em todas as faixas de idade reprodutiva, de acordo com os dados do IBGE Novo perfil feminino contribuiu para o envelhecimento da população brasileira de 2001 a 2011.
Em uma década, as mulheres ampliaram sua presença no mercado formal de trabalho, mas também aumentaram sua jornada. Estudaram mais e passaram a chefiar um número maior de famílias.
Também passaram a ter menos filhos e postergaram a maternidade -o que contribuiu para o envelhecimento da população do país no período.
A tendência de mudança no perfil feminino, já sinalizada em pesquisas anteriores, é confirmada pelos dados da Síntese de Indicadores Sociais, divulgada ontem pelo IBGE.
Simultaneamente ao crescimento de 43,2% para 54,8% no número de mulheres ocupadas formalmente entre 2001 e 2011, elas adiaram a maternidade, o que ocorreu em todas as faixas etárias da fase reprodutiva.
Na de 25 a 29 anos, 31% não tinham filhos em 2001. Dez anos mais tarde, o percentual subiu para 40,8%. Quanto maior o nível de estudo, mais tardia é a maternidade, segundo o IBGE.
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