 Your new post is loading...
 Your new post is loading...
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 8, 2014 10:34 AM
|
Imagine-se aprendendo cálculos e equações pelo computador ou estudando bioquímica e fisiologia por meio de uma plataforma virtual. A ideia pode parecer utópica, mas já é realidade em muitas escolas do Brasil. Com o aval do Ministério da Educação (MEC), faculdades apostam em cursos altamente especializados, como engenharia civil ou educação física, na modalidade de ensino a distância (EAD). Em Minas, a Uniube, de Uberaba, no Triângulo, já oferece graduações em engenharia civil e elétrica sem que os alunos tenham que comparecer à escola de segunda a sexta-feira. Em BH, a novidade chegou este ano à faculdade Anhanguera, nas áreas de engenharia de produção, controle e automação, elétrica, mecânica e civil. O currículo é igual ao do curso presencial. E, apesar da modalidade de ensino ainda ser vista com suspeita, a qualidade é a mesma, garante Ernani Elias de Souza, diretor da unidade da escola na avenida Antônio Carlos. “Há uma parte teórica e conceitual que pode ser muito bem trabalhada com um texto ou vídeo-aula”, afirma. Além disso, os alunos fazem exercícios on-line que apontam se há necessidade de reforço do conteúdo. “Se for preciso, novos artigos e vídeos serão repassados a eles”. QUASE MEIO A MEIO Mas se a tecnologia supre a ausência física de um professor, o mesmo não pode ser dito sobre as aulas práticas. Por isso, 40% do curso ainda é presencial, segundo Ernani. “Os alunos precisam ir à faculdade pelo menos duas vezes na semana e utilizam os laboratórios para compreender a parte prática do curso”. Em pouco tempo, porém, a realidade pode mudar. Com programas avançados e promissores, há quem acredite que até as aulas práticas serão substituídas por novas tecnologias. Como Marco Túlio de Freitas, da universidade Fumec. “As pessoas precisam conhecer as ferramentas de hoje. Nós já oferecemos, por exemplo, educação física nessa modalidade. Temos plataformas que conseguem demonstrar com perfeição todo o movimento que o atleta faz”, cita. “Essa é a tendência mundial. Sabemos disso avaliando a situação de outros países. Tenho certeza de que, no futuro, os alunos poderão estudar até mesmo medicina a distância”, afirma. Confea vai avaliar qualidade da formação Mesmo que os cursos sejam aprovados pelo MEC, ainda não há reconhecimento do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) para o engenheiro formado “a distância”. “Só agora chegaram os primeiros pedidos de alunos que concluíram o curso na EAD. Mas, até o momento, não houve procedimento para liberação dos registros para esses profissionais. O Confea ainda debate o assunto”, diz Enid Drumond, engenheira civil e coordenadora do Colégio Estadual de Instituições de Ensino do Crea-MG. A cautela é necessária devido à responsabilidade que um profissional de engenharia carrega, justifica. “Embora a transmissão do conhecimento pela tecnologia já seja comprovada, ainda não se sabe como isso se dá nas engenharias. E se a qualidade da formação não estiver garantida, não podemos permitir que a pessoa exerça a profissão, trazendo grandes riscos e consequências à sociedade”, afirma.
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 8, 2014 10:27 AM
|
A pergunta é para você, mas eu vou dar minha resposta: acredito. Creio, inclusive, que ela poderá ajudar a educação presencial a mudar metodologias, concepção curricular, tempo, espaço e algumas mazelas clássicas. Muitos docentes que ministram disciplina a distância e que trabalham na modalidade clássica presencial têm dito que estão voltando às salas de aula com outra atitude. Se a educação a distância – EAD – tem gerado mudança de atitudes mesmo em docentes veteranos, há grandes condições potenciais de ela ajudar a construir uma geração de jovens e adultos com outra postura diante dos cursos virtuais.
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 8, 2014 10:24 AM
|
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 8, 2014 10:20 AM
|
Texto curto, microblog, minimanifestos; tudo isso é entretenimento instantâneo. Mas muito saboroso. E isso aterroriza muitos professores e pais, preocupados com a saúde intelectual de seus alunos e filhos.
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 7, 2014 8:07 AM
|
Curso pretende abordar os conceitos que definem educação inovadora e seus principais indicadores de qualidade Se você já teve interesse em fazer algum mooc e desanimou porque as aulas, além de profundas, eram em inglês, aqui está uma boa notícia. As universidades Politécnica de Madrid, de Salamanca e Saragoza vão oferecer pela plataforma Miriada X o curso educação inovadora aplicada em espanhol. As aulas começam hoje, duram 5 semanas e vão abordar os conceitos que definem inovação em educação e os indicadores que permitem determinar a qualidade de um projeto inovador. Dividido em cinco módulos, o objetivo dos idealizadores é analisar o impacto da educação inovadora de um ponto de vista prático, com discussões a respeito de como implementar esse tipo de ensino de maneira simples e rápida. Assim, no primeiro módulo, os usuários vão ter contato com as peças que compõem uma educação inovadora, seus limites e objetivos. Em seguida, no módulo de indicadores de educação inovadora, a ideia é conhecer os prinípios que guiam os professores com experiência no modelo, desde suas motivações até os resultados alcançados. No terceiro módulo, os professores vão analisar as principais áreas da educação inovadora como sala de aula invertida, learning analytics, ensino adaptativo, competência de trabalho em equipe, entre outras. No quarto módulo, chamado de aplicação da inovação, o objetivo será apresentar um projeto educacional inovador que possa ser replicável em outras disciplinas ou temas. No quinto e último módulo, serão apresentadas as melhores maneiras de se divulgar um projeto inovador para que ele possa ser apresentado em congressos ou até mesmo uma revista. Para se inscrever no curso, que oferece certificado de participação, basta preencher a ficha de inscrição no site. A Míriada X, onde o curso está hospedado, é uma plataforma on-line que oferece moocs de 28 universidades iberoamericanas, como a Universidade de Salamanca, a Universidade Politécnica de Valência e a Universidade Pompeu Fabra, de Barcelona. Gratuito, o site possui moocs que vão desde astronomia, biologia e química até ética, história e pedagogia.
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 7, 2014 2:56 PM
|
Inscrições abertas para bolsa em empreendedorismo A Fundação Carolina, instituição conhecida por oferecer bolsas para alunos latino-americanos estudarem na Espanha, está com inscrições abertas. Além das tradicionais modalidades que são oferecidas anualmente para mestrado, doutorado e pós-doutorado, a grande novidade desta edição são as formações voltadas para o empreendedorismo, criatividade e inovação. As inscrições para o mestrado se encerram na semana que vem. Entre as áreas de especialização em empreendedorismo, os estudantes podem concorrer a bolsas para o curso de mestrado em programação e design de games. Os primeiros nove meses de aulas serão realizados de forma presencial no Centro Universitário de Tecnologia e Arte Digital, em Madri. Após esse período, os alunos terão a oportunidade de desenvolver o projeto de um jogo real na Factoría Cultural, uma incubadora de indústrias criativas que promove o treinamento e consultoria para novos empreendedores no segmento das artes, conteúdo digital e comunicação.
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 7, 2014 2:52 PM
|
A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) em parceria com a Comissão Fulbright, lançaram o edital do Programa Brasil-Estados UnidosFulbright-NEXUS de Redes Regionais de Pesquisa Aplicada 2014-2016. Interessados têm até 9 de abril para se inscrever. O objetivo do programa é aprofundar a cooperação acadêmica e cientifica entre grupo de pesquisas do Brasil, dos EUA, e dos demais países das Américas e do Caribe por meio do incentivo à formação de redes de pesquisadores. O programa selecionará ao todo cinco cientistas. Para participar, os pesquisadores devem ter nacionalidade brasileira; ter concluído o doutorado antes de 31 de dezembro de 2004; possuir atuação acadêmica qualificada; e residir no Brasil no momento da candidatura e durante todo o processo de seleção. Cada pesquisador participante receberá, em parcela única, apoio financeiro no valor de US$ 35 mil. Este recurso custeará uma visita de dois a três meses em uma universidade americana, despesas com transporte para participação nas três reuniões plenárias, gastos com pesquisa, e outras despesas necessárias para o bom andamento do programa. Os gastos com estadia nas três reuniões plenárias serão pagos pelos organizadores do Programa NEXUS. Para mais informações acesse a íntegra do edital neste link.
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 7, 2014 2:50 PM
|
A Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) destinará R$ 1 milhão para apoiar a criação e a implementação de núcleos de inovação tecnológica na unidade federativa. A ideia é que estas instituições coordenem a política de inovação nas instituições científicas e tecnológicas (ICTs) com vistas à disseminação da inovação como ferramenta de competitividade e crescimento sustentável do estado. Inscrições abertas até 3 de abril. São elegíveis propostas apresentadas por pesquisadores vinculados a ICTs com sede no Rio de Janeiro. O coordenador do projeto precisará comprovar experiência marcante na área objeto do edital, especialmente nos últimos cinco anos, por meio de um texto descritivo de suas ações mais importantes. Cada projeto aprovado receberá valor máximo de R$ 100 mil. As bolsas concedidas no âmbito deste edital não são renováveis e terão duração máxima de 12 meses. Para mais informações acesse a íntegra do edital neste link.
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 7, 2014 10:34 AM
|
Será lançado no dia 10 de março, na Livraria Cultura em São Paulo, o livro Educando para Inovação e Aprendizagem Independente, de Ronaldo Mota e David Scott, pela Editora Campus-Elsevier. A publicação reúne experiências transformadoras para a educação no Brasil e na Inglaterra. Um dos destaques entre os casos abordados é da empresa brasileira de tecnologia em educação Veduca (www.veduca.com.br), responsável pelos primeiros cursos on-line massivos abertos (MOOCs) com certificação da América Latina e o primeiro MBA aberto on-line do mundo. O capítulo destaca a participação da empresa como referência na disponibilização de cursos das melhores universidades do mundo em uma base curada e organizada em português. Os autores também chamam a atenção para as ferramentas para aprendizagem on-line e algoritmos desenvolvidos pela plataforma, como recurso de busca na fala dos professores e o ContentSense® – software capaz relacionar notícias e videoaulas de temas semelhantes.
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 7, 2014 10:31 AM
|
Um dos paradigmas da Educação nesse século é a questão do ensino a distância. Muito ainda é preciso pesquisar sobre como essa modalidade pode afetar os processos de ensino-aprendizagem. Apesar de ser alardeada como uma das soluções para os problemas educacionais que enfrentamos, temos que analisar seus usos. José Pacheco, um dos criadores da Escola da Ponte já “pregava”, antes do uso intensivo de tecnologia na educação, que cada educando tem seu tempo próprio para a aprendizagem e por isso ajudou a revolucionar a educação ao quebrar as paredes da escola que dirigia e propôs uma nova forma de trabalhar, respeitando o tempo de cada estudante e contando com um foco no trabalho colaborativo em grupos, com esses se ajudando mutuamente. O que temos observado com as novas tecnologias é que o principio do tempo de cada educando é respeitado, mas e as outras condições para um bom processo de ensino-aprendizagem? Múltiplas são as formas com que o ser humano aprende e compartilha sua cultura, e para um século onde os tempos de cada um se somam em uma grande cadeia global é preciso que cada vez mais essas multiplicidades estejam abertas a mais pessoas. Assim, o ensino à distancia pode ser um aliado de educadores para sermos capazes de educar os seres humanos para novos tempos. Mas sua exacerbação pode nos levar ao risco da bancarização da educação, onde os educandos só recebem conteúdos online. É preciso que o tempo de cada um seja respeitado, é preciso que o acesso aos novos meio de educação possam ser oferecidos a cada vez mais pessoas, mas é preciso principalmente saber como se dosar isso para que o processo continue sendo eminentemente humano e humanizador.
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 7, 2014 10:27 AM
|
Você conhece projetos que ajudam a melhorar educação no Brasil? Foi em busca dessas ações que o jornalista Caio Dib resolveu pegar a estrada. Dando preferência para cidades do interior, ele visita iniciativas inovadoras em lugares "escondidos" pelo Brasil e as reúne em um site (ainda em sua versão beta) que mostra a localização de cada uma no mapa. Assim nasceu o Caindo no Brasil. Criado em 2013, atualmente reúne 144 iniciativas mapeadas. As 30 iniciativas que Caio visitou foram indicadas por educadores e colegas de profissão. "Comecei a viagem de maneira despretensiosa. A ideia era andar pelas cidades e conhecer as realidades locais, os detalhes e as práticas desenvolvidas ali. Eu queria escolas e projetos que investissem em soluções criativas para os problemas da realidade em que estavam inseridas. Achei iniciativas muito legais conversando com a população", conta o idealizador do projeto.
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 7, 2014 10:25 AM
|
Avaliação de ONG revelou ligação entre notas de redação e matemática. Para estudante de São Carlos, ansiedade atrapalha no aprendizado Um dos maiores problemas no ensino da matemática está na deficiência em leitura dos estudantes e não nos números, explica a pesquisadora Esther Almeida Prado, do Instituto de Ciências Matemáticas e Computação da Universidade de São Paulo (ICMC-USP) de São Carlos(SP). Para ela, o estudante precisa desenvolver uma linguagem além da formal, para assim melhorar a interpretação. Uma avaliação realizada pela ONG 'Todos pela Educação' em escolas públicas e particulares de todo país revelou que quanto maior a nota da redação melhor o desempenho do aluno nas questões de matemática.
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 7, 2014 8:11 AM
|
Os tutoriais em vídeo disponíveis nesta página contêm orientações gerais de acesso e uso de aplicativos, softwares e sugestões de atividades pedagógicas.
|
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 8, 2014 10:28 AM
|
A presença feminina vem crescendo cada vez mais na sociedade brasileira. No ensino superior, elas já são maioria há pelo menos duas décadas. Um levantamento feito pelo R7 com dados do MEC (Ministério da Educação) apontou que em 1991 as mulheres representavam 59,9% das pessoas que se formavam no País. Em 2012, esta participação subiu para 61,2%. Em números absolutos, 643 mil estudantes do sexo feminino se formaram em 2012 diante de 407 mil do sexo masculino. Para Fulvia Rosemberg, pesquisadora da Fundação Carlos Chagas e professora da PUC - SP (Pontifícia Universidade Católica), estes dados não surpreendem, mas mostram uma mudança de paradigma porque já está gerando questionamentos
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 8, 2014 10:26 AM
|
Biólogo instala o primeiro laboratório de neuroproteômica da América Latina O biólogo Daniel Martins-de-Souza retornou ao Brasil este mês depois de seis anos no exterior com uma dívida paga e uma missão científica ambiciosa. A dívida refere-se ao apoio que recebeu por oito anos em bolsas e auxílios da FAPESP. “Estudei em universidade pública, recebi financiamento de agência do Estado e creio ser justo trazer para o país o que aprendi nos anos que fiquei fora”, diz ele. A missão é instalar na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) o primeiro laboratório de neuroproteômica da América Latina com a meta de desenvolver um método preditivo para a esquizofrenia. O projeto foi aprovado no âmbito do programa Jovens Pesquisadores, da Fundação. Martins-de-Souza percebeu sua predileção pela carreira científica cedo. O Departamento de Bioquímica da Unicamp tinha em seu programa de pós-graduação a política de admitir para doutorado direto os alunos que houvessem publicado artigos resultantes da iniciação científica. “Era exatamente o meu caso”, conta. Seu tema de estudo era a proteômica com a pretensão de descobrir aplicações para a saúde humana. Achou o orientador ideal quando conheceu Emmanuel Dias Neto, do Hospital A.C. Camargo, na época no Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 8, 2014 10:21 AM
|
Pesquisa inédita encomendada ao Ibope Inteligência pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República revela que no hábito de consumo de mídia da população brasileira, o consumo de Internet apresenta uma crescente. A televisão ainda se mantém na ponta, porém a hegemonia é menor entre jovens de 16 a 25 anos. A “Pesquisa Brasileira de Mídia 2014” é um documento elaborado a pedido da Presidência para subsidiar a elaboração da política de comunicação e divulgação social do Executivo federal. Foram analisados os diferentes meios de comunicação e, ao final, o índice de confiança da população na mídia.
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 8, 2014 10:20 AM
|
Um total de 549 estudantes terão, a partir desta segunda-feira (10/3), a oportunidade de qualificar-se profissionalmente e ampliar as chances de empregabilidade, através da participação em cursos gratuitos voltados ao mercado. É que o novo ciclo da Universidade do Trabalho Digital (UTD) dará inicio a 22 turmas dos cursos de Iniciação Digital, Aperfeiçoamento Digital, Suporte e Manutenção, Java, PHP, Linux, Web Design e Criação e Manipulação de Imagens. As aulas são realizadas na sede da UTD, que fica no prédio do antigo Cine São Luiz, no Centro de Fortaleza. A UTD foi pensada para atender a todos os públicos. Deste modo, as turmas funcionam nos turnos manhã, tarde e noite, o que proporciona mais oportunidades às pessoas que trabalham em horário comercial. A Universidade do Trabalho Digital é uma iniciativa do Governo do Estado, através da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Educação Superior (Secitece). As atividades estão sendo executadas através de parceria com o Centro de Treinamento e Desenvolvimento (Cetrede), instituição vinculada à Universidade Federal do Ceará (UFC).
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 7, 2014 2:57 PM
|
Startup londrina criou jogo em que pequenos utilizam conceitos lógicos de programação para guiar um robô É possível aprender a programar antes de aprender a escrever? Um novo brinquedo lançado no final de 2013 pela startup londrina Solid Labs se propõe a provar que crianças de 3 a 7 anos podem brincar com conceitos de computação como algoritmos e sequências de instrução de uma maneira muito divertida. Diferente da maioria dos brinquedos populares atualmente, que envolvem tecnologias eletrônicas e telas, Primo é um joguinho de madeira. O kit, idealizado por Matteo Loglio, diretor criativo do projeto, durante o mestrado na Universidade de Ciências Aplicadas e Artes da Suíça (Supsi, na sigla original), inclui três itens: um tabuleiro, blocos que são encaixados nele e um robô, o Cubetto. A brincadeira consiste em guiar o Cubetto. Mas como? Através de instruções dadas pelos blocos de madeira, cada um em uma cor e formato, que representam comandos (frente, esquerda, direita e função). Aí é que entra a programação: ao encaixar os blocos em uma sequência, as crianças criam um código que determina o caminho que o robô deve seguir. O objetivo é que elas aprendam conceitos lógicos que mais tarde serão necessários para realizarem programação mais avançada.
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 7, 2014 2:52 PM
|
Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) alocará R$ 5 milhões para apoiar o desenvolvimento de modelos, produtos e processos de inovação tecnológica de aplicação social que propiciem a melhoria da qualidade de vida da população fluminense. Interessados têm até 15 de abril para enviar popostas. Para participar, o proponente deve ser empresa brasileira que tenha obtido receita líquida anual de até R$ 90 milhões ou empresa pública situada no Rio de Janeiro. O proponente e integrantes associados a cada equipe de desenvolvimento do projeto devem comprovar experiência no tema proposto e/ou em áreas correlatas, especialmente nos últimos cinco anos. Os recursos solicitados, por projeto, não poderão exceder R$ 150 mil e o projeto deverá durar no máximo dois anos. Para mais informações acesse o edital completo neste link.
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 7, 2014 2:51 PM
|
MEC mudou regras para exigir que instituições contribuam com fundo garantidor de crédito O Ministério da Educação (MEC) esclareceu, nesta quinta-feira, que ainda será mantida a exigência de fiador para alguns alunos favorecidos pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Segundo o ministério, a dispensa de fiador para ingressar no Fies continua válida para os estudantes que têm renda familiar de até 1,5 salário mínimo, bolsa parcial do ProUni e estão matriculados em curso de licenciatura. Outros alunos seguem obrigados a apresentar fiador. No mês passado, o MEC modificou algumas regras do Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc) para tornar obrigatória a adesão das entidades mantenedoras das instituições de ensino a esse fundo, que paga parte do valor caso o aluno beneficiado pelo Fies deixe de arcar com as mensalidades. A medida implica em aumento no recolhimento de contribuições ao Fundo, que vão para o Tesouro Nacional. Apesar das mudanças, o MEC afirmou que ao estudante com renda superior a 1,5 salário mínimo, que não é beneficiado pelo ProUni e não está em curso de licenciatura, continua sendo exigida a apresentação de fiador, além de adesão à garantia do Fgeduc. Mesmo com a mudança da regra, o MEC esclarece também que fica mantido o percentual de participação das mantenedoras das instituições de ensino ao Fgeduc, em 5,63%, para cobertura de 90% do saldo devedor do financiamento.
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 7, 2014 10:38 AM
|
A tecnologia muda a maneira em que vivemos no nosso dia a dia, como aprendemos, e a maneira em que usamos a nossa capacidade de atenção – e um volume crescente de pesquisas sugere que ela possivelmente afete profundamente a nossa memória (principalmente a memória de curto prazo ou memória de trabalho), alterando-a e em alguns casos, até prejudicando suas funções. É difícil exagerar as implicações de uma memória de trabalho fraca no funcionamento do nosso cérebro e no nosso nível geral de inteligência. "A profundidade da nossa inteligência depende na nossa habilidade em transferir informações da nossa memória de trabalho, um tipo de bloco de notas do nosso consciente, para a memória de longo-prazo, que é o sistema de arquivamento do mente” escreveu Nicholas Carr, autor do livro The Shallows: What The Internet Is Doing To Our Brains, na revista Wired em 2010. "Quando fatos e experiências entram na nossa memória de longo-prazo, somos capazes de tecê-los numa trama de ideias complexas que enriquecem o nosso pensamento”. Enquanto a nossa memória de longo prazo tem uma capacidade praticamente ilimitada, a memória de curto-prazo tem espaço de armazenamento limitado e essa capacidade é muito frágil. “Uma quebra na nossa atenção pode apagar o seu conteúdo da nossa mente, explica Carr. Novas pesquisas também revelaram que tirar fotos – uma prática cada vez comum na nossa cultura obcecada pelo smartphone – acaba prejudicando a nossa habilidade de lembrar aquilo que estamos capturando com a câmera. Você está preocupado com a perda de memória prematura? Provavelmente deveria estar. A seguir relacionamos cinco coisas que você deve saber sobre como a tecnologia está afetando a sua memória. 1. A sobrecarga de informação dificulta a retenção de informação. 2. A Internet está se tornando um "HD externo" do cérebro. 3. A distração dificulta a formação de memórias. 4 A sobrecarga de informações nos impede de ver o todo (e depois os detalhes). 5. A memória dos millennials está rapidamente se degenerando.
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 7, 2014 10:32 AM
|
Na crise, recém-formados disputam empregos de baixos salários Jeanina e O’Malley representam as pontas opostas de uma dinâmica do mercado de trabalho nos Estados Unidos, que vem empurrando aqueles com diploma universitário para concorrer com graduados do ensino médio por empregos de baixo salário, que não exigem diploma de terceiro grau. À medida que esta competição se acirrou durante e após a recessão, isso significou maior desemprego, queda na participação no mercado de trabalho e salários mais baixos para aqueles com menor formação escolar. A taxa de desemprego dos americanos com idades entre 25 e 34 anos que só concluíram o ensino médio cresceu 4,3 pontos percentuais, para 10,6% entre 2007 e 2013, de acordo com o Escritório de Estatísticas do Trabalho. Já o desemprego entre aqueles da mesma faixa etária, mas com diploma universitário, cresceu 1,5 ponto percentual, para 3,7% no mesmo período. — O subemprego dos graduados afeta a parcela com menos escolaridade da força de trabalho — diz o economista Richard Vedder, diretor do Centro para Disponibilidade e Produtividade Universitária, organização sem fins lucrativos em Washington. — Aqueles com diploma do ensino médio que normalmente não teriam problema em obter um emprego como bartenders ou motoristas de táxi, algumas vezes acabam não conseguindo as vagas por causa do pessoal com diploma universitário.
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 7, 2014 10:28 AM
|
Michael Cohen, presidente da organização que criou os padrões curriculares americanos, afirma que maioria dos Estados adotou padrões após incentivos financeiros. Há três anos os Estados Unidos colocaram em prática uma revolução no ensino básico. Após receberem incentivos financeiros do governo do presidente Barack Obama, quase todos os Estados do país implementaram uma reforma das suas bases curriculares, o que padronizou o ensino no país. Hoje crianças, pais e professores sabem exatamente o que se espera deles em 46 unidades federativas do país - a exceção fica por conta de cinco Estados que não aderiram à padronização: Alaska, Minnesota, Virginia, Texas e Nebraska. Capitaneada pela Achieve, uma organização sem fins lucrativos, após a constatação de que os jovens americanos chegavam despreparados à universidade, o Common Core State Standards foi elaborado sem a participação do governo federal e com base em cinco pilares: direitos civis, transparência para pais, alunos e professores, concisão do conteúdo, competitividade para os estudantes no mercado global e colaboração entre os profissionais de educação. “A Constituição garante educação igual para todas as crianças, e criar padrões nacionais é a única maneira de atingir essa igualdade”, explicou Michael Cohen, presidente da Achieve desde 2003, em entrevista ao Estado. Como a tecnologia entra no Common Core? Cohen - Nós realmente pretendemos que os estudantes sejam capazes de usar a tecnologia para aprender e se expressar, mas as particularidades da tecnologia parecem mudar a cada dois ou três meses. Então não podemos dizer que queremos que os estudantes estejam aptos a usar iPads ou tablets, porque em dois anos não sabemos se eles ainda vão existir. O que pretendemos é que eles estejam aptos a usar a mídia digital, o que estiver sendo usado no momento, e que eles sejam capazes de produzir outros tipos de apresentações, de usar a tecnologia para se comunicar e expressar as suas ideias.
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 7, 2014 10:26 AM
|
Dos 13,4 milhões de analfabetos registrados em 2012 - dos quais 16,7% têm entre 20 e 40 anos - 7,2 milhões são da regiã As políticas educacionais mais recentes conseguiram diminuir a quantidade de analfabetos no Brasil, mas não evitaram que mais jovens saíssem da escola sem saber ler ou escrever. Os números do analfabetismo no País mostram que 16,7% dos 13,4 milhões de analfabetos brasileiros têm entre 20 e 40 anos. Eles representam 2,2 milhões de pessoas que, junto com outro meio milhão de crianças e adolescentes de 10 a 19 anos, não estão alfabetizadas.
|
Scooped by
Inovação Educacional
March 7, 2014 10:01 AM
|
A população mais rica já estuda 10,7 anos, enquanto a mais pobre frequenta a escola por apenas cinco anos e meio Apesar dos avanços visíveis na escolarização da população brasileira, ainda existem no país 14 milhões de analfabetos e faltam cerca de cinco anos para os brasileiros atingirem em média a escolaridade mínima prevista na Constituição Federal - oito anos de estudo. Entretanto, a população mais rica já estuda 10,7 anos, enquanto a mais pobre frequenta a escola por apenas cinco anos e meio. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2009 e foram analisados no comunicado do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nº 66: Pnad 2009 - Primeiras Análises: Situação da educação brasileira - avanços e problemas lançado no final de novembro. Os indicadores mostram que existe uma grande desigualdade entre as regiões, sobretudo sudeste e nordeste, com relação à média de anos de estudo e outras estatísticas. O sudeste é a única região que ultrapassa a escolarização mínima garantida na Constituição, com uma média de 8,2 anos de estudo, enquanto no nordeste essa média é de 6,3 anos de estudo. "Esses dados não causam espanto diante das desigualdades abissais deste país. Isso só espelha o capitalismo desigual e combinado que temos. A modernização conservadora do capitalismo brasileiro produz regiões menos desenvolvidas em todos os sentidos e com menos direitos", analisa a diretora da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz) e doutora em Educação, Isabel Brasil. O comunicado do Ipea ressalta que se levou 17 anos - de 1992 a 2009 - para ampliar em 2,3 anos a média de anos de estudo da população brasileira. Outro indicador utilizado na análise dos dados é o chamado hiato educacional, que mede o quanto ainda falta para que a população atinja o mínimo de oito anos previsto na Constituição. O hiato educacional para a população de 15 ou mais anos era de 4,3 anos em 2009 - apesar de ter havido avanços em todas as faixas etárias analisadas de 1992 a 2009, sendo mais expressivo na faixa etária de 15 a 17 anos, em que esse hiato caiu de quatro para 2,8 anos. "Os dados revelam uma melhoria, mas uma melhoria insuficiente ainda. As políticas públicas precisam, portanto, ser mais acirradas. E para isso é necessário mais investimento. É um absurdo manter um superávit primário alto faltando investimento na educação", opina Isabel.
|