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Inovação Educacional
December 18, 2012 11:45 AM
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O programa Ciência sem Fronteiras do Ministério da Educação possibilitará a 101 mil brasileiros estudar com bolsas no exterior até 2014. Para auxiliar a integração dos estudantes, será lançado nesta terça-feira, 18, em Brasília, o programa Inglês sem Fronteiras. Entre as iniciativas está a aplicação de 500 mil testes de nivelamento de proficiência em língua inglesa até 2014 e o fortalecimento do ensino de línguas nas universidades. A primeira etapa do Inglês sem Fronteiras está prevista para fevereiro de 2013, com o atendimento a cerca de 40 mil estudantes, que passarão pelos testes, aplicados por instituições de educação superior certificadas. Os aplicadores passaram por capacitação específica. Além disso, 23 instituições já receberam a certificação. A partir dessa primeira avaliação, as universidades poderão planejar o ensino de outro idioma, de acordo com as necessidades dos estudantes. Ao longo do programa, serão desenvolvidas ações relativas ao credenciamento das instituições de educação superior para aplicação dos testes de proficiência exigidos para o intercâmbio, como o Test of English as a Foreign Language (Toefl) e o International English Language Testing System (Ielts), que permitem maior fluxo de inscrições no programa Ciência sem Fronteiras. Representantes de dez universidades federais integram comissão criada para planejar, organizar e gerenciar as ações do Inglês sem Fronteiras a serem desenvolvidas no Brasil. As instituições foram selecionadas a partir de aspectos como regionalidade, experiência em oferta de cursos presenciais e a distância em língua inglesa, existência de programas já consolidados de graduação e pós-graduação e reconhecida competência na produção de material didático na modalidade de educação a distância.
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Inovação Educacional
December 18, 2012 11:43 AM
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A Secretaria Municipal da Educação de São Paulo afirmou que apenas "recentemente" teve o respaldo do Conselho Municipal de Educação para poder incluir o curso da USP Leste em seus processos seletivos.
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Inovação Educacional
December 18, 2012 11:42 AM
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Professores formados em licenciatura na USP Leste foram impedidos de trabalhar neste ano na rede municipal paulistana --e mesmo os que atuaram respaldados com liminares da Justiça deverão ser obrigados a deixar as escolas no ano que vem. O problema ocorreu porque o curso oferecido pela USP, chamado de licenciatura em ciências da natureza, não constava no edital do concurso aplicado em 2011, para contratar docentes de ciências para o ensino fundamental e médio para 2012. Eram citadas licenciatura em ciências, ciências biológicas ou em história natural. O veto ao curso da USP foi informado aos professores após eles terem sido aprovados na seleção, que teve 5.429 inscritos para 62 cargos.
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Inovação Educacional
December 17, 2012 4:28 PM
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Em uma escola em Washington, nos Estados Unidos, 11 mil alunos conquistaram a melhor pontuação em exames sobre educação sexual e drogas, em comparação a matérias como matemática e leitura de proeficiência. O exame, composto com 50 questões, foi elaborado pelo gabinete do Superintendente Estadual de Educação e foi o primeiro teste aplicado em colégios públicos do País. As informações são Huffington Post. O teste mediu o conhecimento dos estudantes em temas relacionados com a saúde, incluindo nutrição, bem-estar, habilidades de segurança, prevenção de doenças, educação física. O resultado dos alunos entre a quinta e oitava série do ensino fundamental demonstra que o desempenho dos adolescentes em questões de saúde emocional é superior em relação às disciplinas básicas por estarem mais familiarizados.
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Inovação Educacional
December 17, 2012 4:25 PM
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Inovação Educacional
December 17, 2012 4:21 PM
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Ao completar 10 anos, a Olimpíada de Língua Portuguesa mostra que a escola exerce seu papel quando acolhe a diversidade – não só de experiências, mas também da linguagem na qual a vida se expressa. A Olimpíada de Língua Portuguesa, para quem não conhece, é um concurso de textos entre escolas públicas de todo o país. Mas é muito mais do que isso, porque a ideia é iniciar uma transformação, pela palavra escrita, tanto no modo de ver o mundo, como a si mesmo – um modo de ver por escrito que ultrapasse os limites da escola e contamine a família e a comunidade, transformando-as também. Porque uma palavra só é com relação a um outro – e uma escola só é com relação à sua comunidade. Fora disso ela implode, perde a si mesma, arrastando família, comunidade, professores e alunos nessa perdição, que é o que temos testemunhado nas últimas décadas no país.
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December 17, 2012 11:39 AM
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A taxa de desemprego no Brasil vem apresentando quedas significativas nos últimos meses. Muitos setores considerados estagnados se recuperaram com o aumento do poder de compra da população e o desenvolvimento do mercado interno nacional e passaram a oferecer mais oportunidades. Outras áreas estão com vagas sobrando, como é o caso da indústria de tecnologia da informação. A escassez de mão de obra especializada no Brasil não é um fato recente. Já há alguns anos, o setor de TI sofre com a desconexão entre a disponibilidade de trabalhadores qualificados e os milhares de empregos esperando para serem preenchidos. Segundo estudo do Observatório Softex, produzido com o apoio do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), o déficit de profissionais estimado para o ano de 2013 será de 140 mil. As empresas de TI vêm apostando em ações para driblar esse cenário e conseguir preencher as oportunidades em aberto. A IBM, por exemplo, investe em iniciativas internas e externas. Dentro de casa, o programa Academic Initiative, idealizado para dar suporte a pesquisadores, corpo docente e alunos da área de TI, já beneficiou mais de 52 mil estudantes. Outro projeto é o portal TI Smart ( www.ti-smart.com.br), que oferece gratuitamente, entre outros conteúdos, curso de inglês à distância voltado a negócios. Iniciativas como estas são importantes para fomentar o desenvolvimento de mão de obra especializada não apenas em benefício próprio, mas para todo o mercado de TI. Para dar suporte a um crescimento econômico efetivo, com resultados duradouros, o processo educacional do País precisa unir investimento e inovação. Com um sistema escolar reequipado e renovado, empresas, educadores e comunidades poderão colaborar da melhor forma para maximizar o desempenho educacional, capacitar e oferecer mais oportunidades aos jovens e fortalecer a economia. A tecnologia pode ser uma grande aliada para a evolução do processo de ensino e aprendizado, ajudando a adaptar o setor de educação às novas necessidades do aluno, do professor e das instituições. Estas precisam estar preparadas para absorver todo o potencial que as novas tecnologias têm a oferecer aos alunos: ambiente propício para seu desenvolvimento e aprendizado, capaz também de diferenciá-lo no mercado e contribuindo, ainda, para a fidelização do aluno. As gerações mais novas já nascem conectadas, com a tecnologia em seu DNA. É um público que usa diversas formas de interação, comunicação e entretenimento ao mesmo tempo. O aprendizado extrapola o ambiente da escola e o conhecimento do professor. Os jovens usam as redes sociais para se manter informados, trocar experiências, se comunicar, participar ativamente de comunidades. E as empresas, escolas e governos podem tirar proveito disso. As primeiras ganham eficiência, as instituições de ensino ganham jovens interessados e informados e os governos ganham cidadãos engajados e mais conscientes.
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December 17, 2012 11:38 AM
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Para ser possível a aplicação do Enem via computador, com provas diferentes e adaptadas a cada estudante, é fundamental haver um grande universo de enunciados que podem ser usados no exame. Entretanto, o Banco Nacional de Itens (BNI), que fornece questões para testes como o Enem, Enade e Provinha Brasil, foi, por vezes, criticado pela falta de transparência. Em junho deste ano, O GLOBO recorreu à Lei de Acesso à Informação para saber o número de itens no banco. Mas o Instituto Nacional de Ensino e Pesquisas Educacionais Anisio Teixeira (Inep) respondeu que não divulgaria a quantidade por se tratar de informação classificada no grau de sigilo “reservado”. Segundo a resposta, “a divulgação de informações relativas aos bancos de itens do Inep, assim como de seus elementos intrínsecos (itens, parâmetros pedagógicos, estatísticas dos mesmos, estruturas e processo de funcionamento), pode comprometer a segurança e o desenvolvimento das ações de avaliação conduzidas pelo Instituto”. Em entrevista ao GLOBO, o presidente do Inep, Luiz Claudio Costa, negou falta de transparência. — Não é mistério. Mas o que o ministro fala sobre o banco é verdade: é o nosso cofre. Professores de 36 instituições federais estão trabalhando fortemente na produção de itens de qualidade com todo o critério. E essas questões serão utilizadas.
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December 17, 2012 11:32 AM
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A revista britânica Times Higher Education (THE), especializada em ensino superior e pesquisa e também conhecida pela edição de rankings de universidades no mundo, divulgou no dia 13 de dezembro reportagem sobre o interesse político e acadêmico internacional nas instituições de pesquisa brasileiras e na sua crescente produção científica, no financiamento generoso oferecido a projetos e a intenção do Brasil de ocupar papel destacado no cenário acadêmico global. De acordo com a revista, esse interesse pode ser justificado pelos recentes cortes de orçamento para o ensino superior na Europa e dos Estados Unidos e pela crescente capacidade de investimento do Brasil em pesquisa e desenvolvimento (P&D), que hoje supera a do Canadá e da Itália, segundo o relatório El Estado de la Ciencia 2011, da Rede Ibero-Americana e Interamericana de Indicadores de Ciência e Tecnologia (Ricyt), que inclui Espanha e Portugal, além de países das Américas. Para a THE, esse aumento de despesas com P&D no Brasil é proporcional à duplicação do número de artigos de autores brasileiros no Science Citation Index (SCI), da Thomson Reuters, entre 1997 e 2007, que colocou o país na 13ª posição entre os maiores produtores de ciência no mundo.
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December 17, 2012 11:23 AM
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A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) terá um orçamento para crédito 66% maior em 2013 do que teve neste ano, informou o ministro de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antônio Raupp. No ano que vem, a Finep terá R$ 5 bilhões para emprestar diretamente às empresas com projetos voltados à inovação. Nos dois primeiros anos do governo Dilma Rousseff, a Finep teve a sua disposição R$ 3 bilhões em cada ano. Praticamente todo esse funding virá do Fundo Nacional de Desenvolvimento de Ciência e Tecnologia (FNDCT), que conta com R$ 4,4 bilhões e não será contingenciado em 2013. O restante será obtido com o retorno dos empréstimos concedidos pela financiadora no passado. "O eixo fundamental da política industrial é estimular a inovação das empresas, foi isso o que norteou o novo regime automotivo, e é isso que deve ser a tônica do Brasil daqui para frente", disse ao Estado o ministro. De acordo com Raupp, o salto no orçamento da Finep vai permitir às empresas que "deslanchem" seus projetos de inovação no ano que vem. "A Finep é nosso braço de intervenção direta na economia, e já está com uma demanda por crédito quase duas vezes maior do que seu orçamento", disse. "Vamos dar conta de praticamente toda a necessidade de financiamento de recursos para a inovação em 2013", afirmou o ministro.
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December 17, 2012 11:21 AM
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Dilma Rousseff e sua equipe embarcaram neste sábado de volta ao Brasil, da primeira viagem oficial da presidente à Rússia, com uma missão: lutar por um acordo que evite uma guerra judicial e mantenha os vetos do governo ao projeto que altera a redistribuição dos royalties da exploração do petróleo. Foi o que disse neste sábado o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Se os vetos forem derrubados, como se espera, estados produtores, como o Rio de Janeiro, saem perdendo. Dilma parecia resignada com uma provável derrota do governo no Congresso quando disse, em Moscou, que já tinha feito tudo o que podia para vetar os artigos polêmicos do projeto. Mas, na hora de embarcar para o Brasil, o ministro Mercadante garantiu que o governo não “jogou a toalha” e que vai lutar para manter os contratos atuais de distribuição de royalties do petróleo. Ao ministro, coube uma batalha paralela e potencialmente mais árdua: convencer políticos de todos os estados de que, nos contratos futuros para a exploração do pré-sal, todo o rendimento dos royalties sejam utilizados para gastos com educação. A última coisa que o governo quer, disse Mercadente, é uma batalha na Justiça. — A orientação é clara no sentido de manter as medidas provisórias. Porque respeita os contratos e evita uma judicialização, que pode prejudicar o desdobramento da economia do petróleo — disse o ministro, lembrando que dois editais de licitação estão previstos para o ano que vem, de concessão e partilha do petróleo.
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December 17, 2012 11:18 AM
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Todas as Etecs (escolas técnicas estaduais) do Estado de São Paulo que oferecem algum tipo de curso extracurricular cancelaram as matrículas. Todas as Etecs (escolas técnicas estaduais) do Estado de São Paulo que oferecem algum tipo de curso extracurricular cancelaram as matrículas. A decisão foi tomada pelo Centro Paula Souza, órgão do governo do Estado responsável pela administração dessas unidades de ensino. As aulas são de responsabilidade das associações de pais e mestres de cada escola. Entre os cursos oferecidos estão os de línguas e de informática. A mensalidade nos cursos de idioma, por exemplo, não ultrapassa R$ 80. As aulas são dadas em salas ociosas, no chamado contraturno (período diferente do turno regular) ou durante os finais de semana. A bióloga Bárbara Romera, 24, que estuda alemão e espanhol na Etec Camargo Aranha, na Mooca (zona leste), organizou um abaixo-assinado na internet pela continuidade dos cursos. Segundo ela, o Centro Paula Souza não explica o que está acontecendo. "Quem procura a Ouvidoria recebe sempre a resposta de que os cursos foram suspensos por tempo indeterminado", afirma. De acordo com o Centro Paula Souza, os cursos extracurriculares são oferecidos por instituições privadas --como são classificadas as associações de pais e mestres-- e, "em razão das alterações recentes no Código Civil, tornou-se necessária a revisão do estatuto das associações". De acordo com Daniela Campos Libório Di Sarno, professora de direito público da PUC-SP, os cursos precisam estar descritos de forma "clara" e "objetiva" no estatuto das associações. "É preciso analisar a relação entre a associação e a instituição pública", diz a docente.
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December 17, 2012 11:14 AM
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TEMA EM DISCUSSÃO: Os royalties do petróleo O conceito de royalty é universal e tem sido aplicado antes mesmo de os estados modernos se tornarem predominantes no planeta. Reis e rainhas, que se confundiam com o a representação do estado, recebiam compensações financeiras pela exploração de recursos naturais. Daí ter permanecido a antiga denominação, associada à realeza, para identificar tal tipo de compensação. A compensação financeira nos dias atuais tem várias motivações. A principal é que, se tratando de recursos naturais finitos, tal riqueza um dia deixará de existir, e a região que mais sofre impacto da exploração deve ter apoio para promover investimentos que no futuro possam ajudá-la a sobreviver sem a atividade econômica que se esgotará. Jazidas minerais podem estar no subsolo ou sobre a superfície, e, embora pertençam União, os direitos de lavra podem ser cedidos a terceiros, prevendo-se compensação financeira local ou regional. Ou seja, para municípios diretamente envolvidos e seus respectivos estados. O conceito de royalties tem sido aplicado igualmente a hidrelétricas, em especial as que formaram reservatórios com inundação de áreas que poderiam ser objeto de outra atividade econômica. No caso do petróleo, a compensação financeira já era usual em terra, mas é relativamente recente (fim dos anos 70) quanto à produção no mar. Mesmo assim, o Brasil adotou as regras universais. Regiões (estados) e localidades (municípios) com projeção territorial sobre mar recebem uma parcela dos royalties, ficando a União proporcionalmente com a maior parte. É assim que ocorre, por exemplo, no Mar do Norte, na Europa. A compensação financeira não é diretamente proporcional ao impacto negativo que a atividade petrolífera causa às localidades, pela dificuldade de mensurá-la com exatidão. Usa-se o critério de projeção territorial sobre o mar de acordo com as coordenadas já anteriormente adotadas pelo IBGE. Em face desse conceito, Campos dos Goytacazes recebe mais royalties do que Macaé, a localidade mais afetada. Paraty, no extremo sul-fluminense, é contemplada com royalties da Bacia de Campos. A receita de royalties não pode ser dirigida a gastos de custeio. Pode servir para construção de um hospital, mas não para mantê-lo, da mesma forma que uma escola.
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December 18, 2012 11:44 AM
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Chips implantados no cérebro permitiram que a paciente utilizasse a prótese biônica com a precisão de um membro natural, pegando objetos e mudando-os de lugar Parece até uma cena de filme de ficção científica, mas não é. Usando apenas o pensamento, uma mulher tetraplégica conseguiu controlar uma mão e um braço-robôs. A americana Jan Scheuermann, 52 anos, que está paralisada do pescoço para baixo há 13 anos devido a uma doença degenerativa no cérebro, recebeu a prótese e já consegue pegar objetos e movê-los de lugar como se fosse com uma mão biológica. Segundo os pesquisadores da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, a prótese permite um “grau de controle e liberdade de movimentos” que nunca havia sido atingido com esse tipo de dispositivo. De acordo com eles, o aparelho tem amplitude e variedade de movimentos similares aos de uma mão natural.
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December 18, 2012 11:43 AM
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Marcos Santos Barbosa, 30, foi um dos que ficaram frustrados por não poder lecionar nas escolas municipais com seu diploma de ciências da natureza pela USP. "Seria muito mais fácil ir para uma escola privada, mas estou fazendo de tudo para lecionar no sistema público, após fazer curso em uma universidade pública", disse Barbosa. Ele nem conseguiu lecionar, porque a Justiça negou-lhe o pedido de liminar. O professor ainda aguarda o julgamento do recurso.
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December 18, 2012 11:38 AM
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O MEC (Ministério da Educação) anunciou a suspensão do vestibular para 207 cursos que tiveram desempenho considerado insatisfatório na avaliação do órgão pelo CPC (Conceito Preliminar de Curso) em 2008 e 2011. A medida passará a valer a partir desta quarta-feira (19), quando a lista de cursos será divulgada no Diário Oficial. Dos 207 cursos que tiveram o ingresso de estudantes suspenso pelo MEC, 117 ainda poderão reverter a situação. "Esses cursos estão na lista das universidades que tiveram baixo desempenho nas duas avaliações, mas melhoraram em 2011", diz o Ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Essas instituições terão 60 dias para corrigir problemas no corpo docente e 180 dias para corrigir problemas estruturais. Os 90 cursos que tiveram baixo desempenho em 2008 e 2011 e não conseguiram melhorar a nota (de 1 para 2) não vão poder realizar vestibular para ingresso em 2013. "É a punição mais severa que podíamos ter. Fora isso, só fechar o curso", explicou Mercadante. Mesmo que os cursos punidos já tenham realizado vestibular, os novos estudantes ficarão impedidos de se matricular nas instituições. "A medida passa a valer a partir da publicação no Diário Oficial. Apenas quem está matriculado conseguirá estudar no ano que vem", afirmou. Segundo Edson Cosac Bortolai, presidente da comissão de Exame de Ordem da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil), o MEC só tem que garantir a vaga dos estudantes matriculados. "Os alunos aprovados que ainda não fizeram matrícula tinham apenas a expectativa do direito, não o direito. Esses vão perder as vagas", afirmou. Além de não poder ter novos ingressos, os cursos punidos receberão visitas in loco de avaliadores do MEC, bloqueio no aumento do número de vagas e não poderão contar com benefícios para os estudantes como o Prouni (Programa Universidade para Todos) e o Fies (Financiamento Estudantil).
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December 17, 2012 4:23 PM
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O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou nesta segunda-feira um estudo que traz o mapeamento da força de trabalho no Brasil, apresentando análises de temas como a escassez de trabalhadores qualificados, o setor dos "empregos verdes" e níveis e estruturas de emprego no Brasil. Esta mais recente edição do boletim Radar: Tecnologia, Produção e Comércio Exterior indica que não há um "apagão de mão de obra" no País, mas argumenta que é preciso oferecer educação de boa qualidade, identificar áreas que mais precisam de força de trabalho especializada e qualificar trabalhadores. O boletim do Ipea recomenda que é preciso ampliar o contingente de pessoas com cursos médios e superiores. Cita também que oferecer educação de boa qualidade "se coloca como mais crucial que a extensão de escolaridade para se buscarem ganhos de produtividade". O Ipea destaca que dispor de força de trabalho mais qualificada permite que as empresas reduzam custos de produção, incorporem e desenvolvam tecnologias mais modernas, adotem práticas ambientalmente responsáveis e implementem padrões para reduzir as desigualdades e a pobreza. O material é dividido em seis capítulos. No capítulo sobre a escassez de mão de obra, o Ipea informa que a força de trabalho brasileira permanece sendo, em geral, de baixa escolaridade. "O Brasil ainda precisa ampliar seu contingente de pessoas com cursos médios e superiores", cita o trabalho. Apesar disso, o estudo afirma que a disponibilidade de trabalho qualificado não se configurou um fator limitante do crescimento econômico do Brasil na década de 2000, refutando a hipótese de um "apagão" generalizado de mão de obra. O documento menciona que eventuais carências de trabalhadores qualificados ficaram circunscritas a determinadas ocupações e regiões. O Ipea relembra informações da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Esses dados indicam que somente 41 em cada 100 brasileiros entre 25 e 64 anos têm ensino médio completo, e apenas 11 contam com um título de nível superior. Destaca que o desempenho está longe da média dos países ricos, onde 74 a cada 100 concluíram o ensino médio e 31 a cada 100 passaram por algum tipo de educação de nível superior.
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December 17, 2012 4:22 PM
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Ao condenar sete especialistas por não terem previsto o abalo sísmico que destruiu L’Aquila, um tribunal italiano mostrou que o conhecimento científico é interpretado como dogma religioso pelo senso comum. Na semana passada, um tribunal italiano condenou sete especialistas – quatro cientistas, dois engenheiros e um funcionário público – a seis anos de prisão por homicídio culposo (sem intenção de matar). Seu crime: não ter previsto o terremoto que destruiu a cidade de L’Aquila. A condenação gerou protestos no mundo inteiro. Uma carta de apoio aos réus, assinada por 5 mil cientistas, foi entregue ao presidente da Itália, Giorgio Napolitano. O ponto principal contra a decisão da Justiça, presente em todas as manifestações, é: “A Ciência, hoje, não tem meios para prever um terremoto. Logo, os cientistas não podem ser responsabilizados por algo que está além da sua capacidade”. A questão que me parece interessante pensarmos é justamente o avesso: por que o tribunal e a população de L’Aquila acreditaram que a Ciência poderia prever o terremoto, a ponto de centenas perderem a vida e milhares perderem suas casas em nome dessa crença?
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December 17, 2012 12:30 PM
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Nada de meias palavras. No Núcleo de Arte-Educação do Projeto Portinari, a palavra de ordem é dita em alto e bom som: acesso. E a política adotada para que o discurso seja posto em prática é a democratização cultural com forte apoio da ciência e da tecnologia. É assim desde que o núcleo surgiu, em 1997, com a exposição “O Brasil de Portinari”, que levou ao público do Rio de Janeiro 45 réplicas digitais de obras do pintor brasileiro e formou professores para articularem suas atividades curriculares ao conteúdo da exposição. Hoje, 15 anos depois, o núcleo - parte integrante do projeto Portinari fundado em 1979 com a proposta de catalogar toda a obra do artista - segue na mesma trilha. Mas com as tecnologias digitais como aliadas, a palavra “acesso” teve o seu sentido ampliado. Até janeiro de 2013 toda a obra de Cândido Portinari catalogada estará disponível na web em novo site para consulta gratuita. Em números, isso significa 5 mil obras e cerca de 30 mil documentos de acervo organizados num mesmo endereço web.
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December 17, 2012 11:16 AM
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Novo sistema de ensino investe no tablet O Uno Internacional é estruturado para o uso de projetores em vez de lousa, além dos tablets, com aplicativos, vídeos, jogos e textos. Todo o material didático é desenhado em cima das matrizes de habilidades e competências. Os coordenadores do Uno insistem que não é só colocar o tablet nas carteiras. A escola decide quantos aparelhos compra e se os utiliza em todas as aulas. Nas salas de aula, a presença do equipamento e sua aplicabilidade parece conquistar os alunos. “Com o iPad é muito mais fácil. Acho que aprendo mais, é mais divertido”, explica o estudante mexicano Isaac Garrido Morales, de 10 anos. Isaac é um dos 400 alunos da escola Green Valley, em Puebla, a 130 quilômetros da Cidade do México. Na escola Green Hills, no bairro San Jerónimo, na Cidade do México, o professor de espanhol Hector Avila propôs que os alunos escrevessem um poema baseado em uma música. Depois deviam no iPad, buscar imagens na internet que melhor representassem cada verso, musicar a composição e transformar tudo em um vídeo. O material seria encaminhado depois por e-mail para todos os colegas. “Todas as aulas mudaram, mas espanhol foi a que ficou melhor”, diz Tamara Junqueira, de 14, já acostumada a usar seu tablet em casa. Avila afirma que o caminho da tecnologia na sala de aula é inevitável. “É um instrumento dessa geração. Nós, professores, temos de nos adaptar a ele.”
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December 17, 2012 11:33 AM
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Pagou, passou. Ao longo de muitos anos, esta era a ideia propagada sobre as instituições de ensino superior pagas. Estigmatizadas como uma opção para os filhos abastados da sociedade que não conseguiam passar em uma universidade pública, as faculdades particulares se consolidaram socialmente, mas ainda sofrem críticas constantes quanto à qualidade do seu ensino. Um fator que pode vir a reforçar, ou apenas retratar esta realidade, foi a recente divulgação do Índice Geral de Cursos (IGC) feita pelo Ministério da Educação (MEC). O levantamento reprovou 12 faculdades particulares piauienses que obtiveram nota 2, abaixo do aceitável pelo MEC, que é 3, numa escala que vai de 1 a 5. Esta nota é dada a partir dos resultados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), somadas a avaliação que estudantes e docentes fazem da instituição. Para Nara Soares, estudante de Medicina em uma faculdade particular de Teresina, a avaliação do Ministério da Educação traduz a realidade universitária. "Até porque essa avaliação é feita em várias etapas como as provas do Enade, conversa com alunos, visitas do MEC, para que, justamente, essa nota possa corresponder à verdadeira qualidade da instituição", afirma.
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December 17, 2012 11:31 AM
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Acusados vão responder pelos crimes de formação de quadrilha, peculato e por dispensa indevida de licitação O reitor da a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Carlos Antonio Levi da Conceição, o presidente da Fundação Universitária José Bonifácio (FUJB), Raymundo de Oliveira, e mais três pessoas foram denunciados pelo Ministério Público Federal (MPF) pelo desvio de mais de R$ 50 milhões dos cofres públicos. Eles vão responder pelos crimes de formação de quadrilha, peculato e por dispensa indevida de licitação. A denúncia foi encaminhada à 7ª Vara Federal do Rio pelos procuradores Neide Cardoso de Oliveira e Eduardo André Lopes Pinto. Os acusados já haviam sido indiciados por improbidade administrativa, conforme reportagem divulgada pelo Fantástico no dia 18 de novembro.
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December 17, 2012 11:22 AM
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Antes mesmo de serem divulgadas as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), para saber quais escolas têm um bom desempenho no teste basta verificar o nível socioeconômico (NSE) dos alunos que estudam na instituição. A constatação foi feita pelo professor Francisco Soares, do Grupo de Avaliação e Medidas Educacionais (Game) da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ao analisar as médias obtidas por estudantes das escolas de Belo Horizonte na edição de 2011 e compará-las com o indicador social do NSE - estabelecido conforme dados de renda, escolaridade e ocupação informados no questionário do Enem -, o professor percebeu uma associação quase perfeita entre os dois fatores, o que resultou em uma reta praticamente constante: quanto maior o NSE, maior a nota no exame. O estudo, mesmo focado em uma única capital, reflete um quadro nacional, opina Soares.
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December 17, 2012 11:19 AM
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Cerca de 30% das instituições de ensino que tiveram suas médias divulgadas não atingiram a pontuação mínima para a obtenção do diploma do ensino médio. O Enem seleciona candidatos para universidades públicas e para programas de bolsas e financiamento em instituições privadas. Confere também certificação de conclusão do ensino médio a pessoas com 18 anos de idade ou mais que não concluíram essa etapa do ensino – mesmo que elas nunca tenham pisado na escola. Para conseguir o diploma, é preciso obter 450 pontos em cada uma das provas objetivas do exame (ciências humanas, ciências da natureza, linguagens e matemática), além de 500 pontos na redação. Essas são as notas mínimas, portanto, segundo avaliação do Ministério da Educação, que o candidato deve atingir para garantir a certificação. Ficar abaixo disso demonstra falta de domínio do conhecimento esperado. Assim, é preocupante constatar que boa parte dos concluintes do ensino médio, alunos regularmente matriculados no último ano do ciclo, não atinge as notas mínimas. De acordo com um levantamento realizado pelo site de VEJA a partir do desempenho das instituições de ensino no Enem 2011, divulgado recentemente pelo MEC, as médias de 3.299 instituições brasileiras não atingiram a pontuação mínima necessária em ao menos uma das provas. Na prática, isso significa que esses estudantes não demonstraram na avaliação conhecimento suficiente para deixar a sala de aula com o canudo debaixo do braço. As 3.299 escolas representam quase um terço do total das 10.076 unidades cujos resultados foram revelados pelo MEC. Outras 13.581 instituições ficaram de fora do ranking: o desempenho delas, portanto, é desconhecido.
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December 17, 2012 11:17 AM
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MEC quer acrescentar mais uma finalidade ao exame. Nascido em 1998 como ferramenta de avaliação do desempenho dos alunos do ensino médio, o Enem foi transformado em vestibular das universidades federais em 2009, papel mantido até hoje. Está em estudo no Ministério da Educação uma proposta que pretende atribuir à prova as duas missões. A ideia é substituir a Avaliação Nacional da Educação Básica (Aneb), que apura o desempenho do ciclo médio, pelo resultado obtido pelos estudantes no Enem para efeito do cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) – indicador da qualidade do ensino nacional. A função de selecionar candidatos para universidades seguiria intacta. Educadores ouvidos pelo site de VEJA, contudo, fazem um alerta: é praticamente impossível que a mesma prova atenda a dois objetivos tão distintos. "O Enem não pode ser tudo. Não há qualquer experiência internacional nesse sentido", diz Maria Helena Guimarães, presidente da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e que, entre 1995 e 2002, presidiu o Inep, autarquia do MEC responsável pelo Enem.
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