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Inovação Educacional
March 13, 2013 8:23 AM
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Reportagem sobre cuidados com a coluna traz oito dicas sobre como melhorar a postura corporal dos professores Na sala de aula você circula pela sala, fica em pé, procura chamar a atenção da turma para o que está falando e permanece sentado por poucos minutos, certo? Os intervalos entre as aulas e os momentos para descanso também costumam ser raros. Esta rotina pede que o professor tenha alguns cuidados com sua postura, o que evita problemas de saúde e até o afastamento do trabalho. Queixas como torcicolos, dores na coluna e tensões no músculo trapézio superior (aquele logo abaixo do pescoço, que fica enrijecido quando estamos tensos) costumam atrapalhar o dia a dia dos professores. Um estudo feito com profissionais da rede municipal de Salvador mostrou que as reclamações são bastante frequentes: 41,1% dos professores têm dores frequentes nas costas e 23,7% nos braços. Muitas vezes estes problemas derivam da repetição de movimentos errados que, com a frequência e o tempo, podem se transformar em dores e inflamações. Veja oito dicas para evitar problemas de saúde relacionados à coluna e à musculatura corporal. A consultoria é de Gabriel Lahóz Moya, fisioterapeuta da Sanitas Corpus e mestre pela Faculdade de Medicina da USP.
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Inovação Educacional
March 12, 2013 10:48 PM
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Tião Rocha, referência em cultura popular, espera que escolas sejam abolidas e transformadas em espaços mais desafiadores A escola do futuro não existirá. Ela será substituída por espaços de aprendizagem com todas as ferramentas possíveis e necessárias para os estudantes aprenderem. Esta é a expectativa de Tião Rocha, educador, antropólogo e uma das principais referências em ensino de folclore e cultura popular. Para ele, educação se faz com bons educadores e o modelo escolar arcaico “aprisiona” e há décadas dá sinais de falência. “Não precisamos de sala, precisamos de gente. Não precisamos de prédio, precisamos de espaços de aprendizado. Não precisamos de livros, precisamos ter todos os instrumentos possíveis que levem o menino a aprender”, defende. E é isso que o educador tem feito nos últimos 30 anos, desde que teve “um clarão” e deixou o emprego de professor na Ufop (Universidade Federal de Ouro Preto) para fundar o Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento, organização não-governamental sem fins lucrativos, criada em 1984, em Belo Horizonte (MG). Na cidade de Curvelo, no sertão mineiro e capital da literatura de Guimarães Rosa (auto-proclamada pelo escritor), Tião iniciou um projeto pedagógico baseado no uso da cultura local como matéria-prima do ensino e na proposta de que a educação acontece em qualquer lugar. E foi debaixo de um pé de manga que a pedagogia da roda começou. Em círculo, as crianças discutem, avaliam e decidem a atividade do dia. Sua proposta de uma educação mais livre já atingiu mais de 500 educadores e 20.000 crianças. O projeto é reconhecido internacionalmente e foi levado a Moçambique e Guiné Bissau. “Nós comprovamos que é possível sim fazer educação de boa qualidade sem escola, em qualquer lugar. E aprendemos também que só podemos fazer boa educação, se tivermos bons educadores. Bons educadores são aqueles que geram processos permanentes de aprendizado e não repassadores de conteúdo”, afirma. Autor premiado de propostas pedagógicas e livros didáticos sobre o uso do folclore e da cultura popular no ensino básico. Em 2007, Tião recebeu o prêmio Empreendedor Social, do jornal Folha de S.Paulo e da Fundação Schwab. Confira a entrevista concedida ao Porvir por telefone: As escolas e os professores estão valorizando mais cultura popular? A percepção das observações que eu tenho é no caminho oposto. Não vejo como prática ampla. Alguns professores, algumas escolas, por iniciativa muito pessoal, dão importância para a cultura popular, mas isso não acontece como parte integrante de um sistema educacional. Sinto que ela está sendo cada vez mais substituída e, de certa forma, denegrida em função de outro conceito que é a internet, as novas mídias, a tecnologia. Há uma supervalorização dessa modernidade em detrimento das tradições. Quando os meninos vão para a escola, de onde eles vêm, o que eles aprenderam, a herança que eles trazem têm importância zero. A escola está interessada em formar tecnicistas.
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March 12, 2013 10:46 PM
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Na Inka Samana, no Equador, currículo valoriza idiomas e culturas locais; alunos montam suas aulas e decidem horário de estudo Uma gangorra, algumas crianças e uma “facilitadora”: essa é uma cena comum em um dia de aula na Inka Samana, escola situada sobre uma pequena elevação da Cordilheira dos Andes (a quase 3.000 metros sobre o nível do mar), no Equador. Na comunidade indígena Ilincho Totoras, no sul do país, a instituição desenvolve um modelo de educação multicultural, que reforça o aprendizado dos idiomas e cultura indígena locais, de modo personalizado, ao mesmo tempo em que dá ao estudante autonomia para que ele monte seu currículo e estude nos horários que preferir. Na escola, que trabalha com alunos da educação infantil ao ensino médio, enquanto meninas e meninos brincam em um balanço do lado de fora da instituição, a “facilitadora” as ensina a ler os dias da semana em um dos idiomas locais – o Kichwa. As expressões “professor” ou “mestre” não têm vez na escola: eles são chamados de facilitadores – responsáveis por exatamente por facilitar a aprendizagem dos alunos e atendê-los, de forma individual, sem formalidades de horários nem uniformes, muito menos com a concepção de aula que todo mundo conhece.
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March 12, 2013 10:38 PM
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Vem perto o dia em que soará para os escritores a hora do irreparável desastre e da derradeira desgraça. Nós, os rabiscadores de artigos e notícias, já sentimos que nos falta o solo debaixo dos pés… Um exército rival vem solapando os alicerces em que até agora assentava a nossa supremacia: é o exército dos desenhistas, dos caricaturistas e dos ilustradores. O lápis destronará a pena: ceci tuera cela. O público tem pressa. A vida de hoje, vertiginosa e febril, não admite leituras demoradas, nem reflexões profundas. A onda humana galopa, numa espumarada bravia, sem descanso. Quem não se apressar com ela será arrebatado, esmagado, exterminado. O século não tem tempo a perder. A eletricidade já suprimiu as distâncias: daqui a pouco quando um europeu espirrar, ouvirá incontinenti o “Deus te ajude” de um americano. E ainda a ciência humana há de achar o meio de simplificar e apressar a vida por forma tal que os homens já nascerão com dezoito anos, aptos e armados para todas as batalhas da existência. Já ninguém mais lê artigos. Todos os jornais abrem espaço às ilustrações copiosas, que [***] pelos olhos da gente com uma insistência assombrosa. As legendas são curtas e incisivas: toda a explicação vem da gravura, que conta conflitos e mortes, casos alegres e casos tristes. É provável que o jornal-modelo do século 20 seja um imenso animatógrafo, por cuja tela vasta passem reproduzidos, instantaneamente, todos os incidentes da vida cotidiana. Direis que as ilustrações, sem palavras que as expliquem, não poderão doutrinar as massas nem fazer uma propaganda eficaz desta ou daquela idéia política. Puro engano. Haverá ilustradores para a sátira, ilustradores para a piedade.
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March 12, 2013 10:07 PM
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Um copo biodegradável comestível, um tijolo sustentável, um protótipo que auxilia o movimento de pacientes que sofrem de Mal de Parkinson e até mesmo um tênis capaz de gerar energia a partir do movimento. Esses são alguns dos projetos expostos na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (Febrace), da qual participam alunos do ensino fundamental e médio. A feira, que está em sua 11.ª edição, é realizada anualmente nas dependências da Escola Politécnica (Poli) da USP, na Cidade Universitária, e visa a estimular nos jovens o gosto pela ciência, criatividade e inovação. Os 330 projetos expostos são de alunos de todo o País. Eles competem em sete áreas de interesse (Exatas e da Terra, Biológicas, Agrárias, Saúde, Sociais, Humanas e Engenharia) e concorrem a vários prêmios, entre eles a participação na Feira Internacional de Ciências e Engenharia da Intel (Intel Isef), prevista para maio, no Arizona (EUA). Para avaliar os projetos são levados em consideração 12 critérios (atitude científica, habilidades, criatividade e inovação, profundidade, aplicação do método científico, relatório, diário de bordo, pôster, apresentação oral, empreendedorismo, relevância social e trabalho em grupo). Segundo Irene Ficheman, responsável pelo núcleo dos avaliadores, o aluno aprende mais quando se interessa pelo tema. “Nós acreditamos que, quando o aluno escolhe um tema e pesquisa sobre esse tema, ele se apropria disso. Ele aprende mais, ele aprende a fazer relatórios, a procurar bibliografia, a investigar. E isso o torna mais preparado para o ensino superior”, afirma. Para Roseli de Deus Lopes, coordenadora da feira e professora da Poli, a Febrace representa a consolidação de um trabalho, mas ainda deve se expandir para atingir mais professores e alunos. “Um dos pontos altos da feira é mostrar que há grandes talentos advindos de todo Brasil.”
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March 12, 2013 10:00 PM
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Rede de escolas que inspirou filme opera no sistema de franquias A School of Rock não tem nada de tradicional. O foco da escola de música não está em uma base teórica, mas em ensinar o aluno a tocar com uma banda dentro dos seus programas de performance. Tanta diferenciação serviu de inspiração para o filme de mesmo nome, estrelado por Jack Black, lançado em 2003. E a rede desembarca no Brasil com sua primeira franquia em São Caetano do Sul, na região do ABC. A ideia de trazer o modelo de negócio para o País foi de quatro sócios, todos unidos pela música. Ricardo Fernandes é professor de música e diretor musical da unidade. Os outros sócios, o dentista Ricardo Muniz e os engenheiros Andre Munari e Marcelo Federici, também são músicos, mas seguem com suas profissões no dia a dia. "As escolas de música são sempre tradicionais. A School of Rock é diferente", destaca Fernandes. Não que a escola não tenha aulas individuais para aperfeiçoamento, mas o foco é tocar com banda. A School of Rock no ABC começou a operar em novembro e já tem 50 alunos. A inauguração oficial será no dia 23 de março com apresentações de músicas variadas, de The Beatles a AC/DC. Mas as demais apresentações, que ocorrem a cada três meses, serão temáticas. Os chamados shows de temporada são organizados pela escola, com aluguel de um espaço adequado, material de divulgação e estrutura do som. "A ideia é que os alunos se sintam o mais próximo de um show de verdade", explica Fernandes. O grupo de sócios quer abrir mais cinco unidades nos próximos quatro anos. A primeira unidade foi instalada em São Caetano porque o grupo encontrou o local ideal, cercado por quatro colégios, escolas de idiomas e próximo do shopping da cidade. Com a abertura de novas unidades no País, a ideia é que os eventos reúnam escolas próximas. Um outro grupo de sócios prepara a inauguração de uma unidade em Moema.
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March 12, 2013 9:57 PM
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A ideia de uma "ciência das cidades" parece contraditória. Ciência é teoria e medição precisa, enquanto as cidades são aglomerações confusas de pessoas e de imperfeições humanas A ideia de uma "ciência das cidades" parece contraditória. Ciência é teoria e medição precisa, enquanto as cidades são aglomerações confusas de pessoas e de imperfeições humanas. Mas a ciência é exatamente a ambição do Centro para Ciência e Progresso Urbano da NYU (Universidade de Nova York). A iniciativa do centro faz parte de um impulso mais amplo para aplicar sensores modernos, computação e tecnologias de filtragem de dados aos ambientes urbanos, o que é conhecido como tecnologia de "cidades inteligentes". Os objetivos são ganhos em eficiência e qualidade de vida --por exemplo, organizar o tráfego e conter o consumo de eletricidade. Segundo algumas estimativas, o uso de água e eletricidade pode ser reduzido em até 50% ao longo de uma década. Cidades de Estocolmo a Cingapura estão mergulhadas em projetos de "cidades inteligentes". Governos municipais e outras instituições coletaram dados durante anos para tentar ser mais eficientes. O que é diferente hoje, diz o diretor do centro da NYU, Steven E. Koonin, é que as tecnologias estão avançando tão rapidamente que é possível ver e medir atividades como nunca antes. "Podemos construir um observatório para ver a pulsação da cidade em detalhe e como um todo", diz o doutor Koonin. O "observatório" digital da vida urbana levanta questões sobre privacidade. Koonin está intensamente consciente dessa questão e promete que o centro está interessado em ciência, não em vigilância.
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March 12, 2013 9:52 PM
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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, abriu hoje (11) em Brasília as atividades deste ano do Programa Saúde na Escola, com a realização de uma semana de atendimento médico no Centro de Ensino Fundamental nº 1, na Vila Planalto, no Plano Piloto. A iniciativa conta com parceria do Ministério da Educação e atendeu no ano passado 7 milhões de estudantes, de 1.433 municípios, em 16,7 mil escolas, quando foram mobilizadas 7.441 equipes de Atenção Básica à Saúde. O ministro afirmou que este ano a Semana de Mobilização Saúde na Escola vai chegar a 30 mil centros de ensino, com apoio de 13 mil equipes do programa Saúde da Família, que vão trabalhar em 2.300 municípios, beneficiando 14 milhões de estudantes. A partir deste ano, com a participação do Programa Brasil Carinhoso, estudantes de creches e pré-escolas também vão passar pela triagem da saúde. Após as avaliações feitas durante as semanas, os profissionais de saúde fazem acompanhamento das crianças durante todo o ano letivo. No ano passado foram gastos nessa assistência R$ 4,1 milhões, e este ano o investimento do Ministério da Saúde deve subir para R$ 10 milhões. Os estudantes recebem instruções sobre como escovar os dentes de forma correta, fazem exame de acuidade visual - aquele que precisar usar óculos, vai receber do governo, e checam outros problemas como obesidade ou pressão alta. O ministro Alexandre Padilha afirmou durante a cerimônia , que "a saúde não deve acontecer só dentro do hospital, mas tem que ser levada para onde as pessoas estão - no caso das crianças, para dentro da escola". Para o ministro, uma criança bem educada na questão da saúde, "pode alertar ao pai que não deve fazer uso do tabaco, sobre o que é alimentação saudável e saberá da importância de praticar educação física. Os problemas de saúde afetam o desempenho escolar do estudante, por isso ele tem que ser assistido", destacou Padilha.
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March 12, 2013 9:49 PM
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O Nave (Núcleo Avançado em Educação) é um programa voltado para a pesquisa e o desenvolvimento de soluções educacionais que usa as tecnologias da informação e da comunicação no ensino médio, capacitando os estudantes para profissões na área digital. Desenvolvido em parceria com as Secretarias de Estado de Educação do Rio de Janeiro e de Pernambuco, o programa é estruturado sobre três pilares: a oferta de ensino profissionalizante integrado ao ensino médio regular nas escolas estaduais objetos da parceria; o desenvolvimento de atividades de Pesquisa e Inovação (Centro de Pesquisa); a disseminação de metodologias e práticas desenvolvidas pelo Programa (Núcleo de Disseminação). Atualmente, as escolas do Rio de Janeiro e de Recife contam com cerca de 960 estudantes e 100 educadores. A formação do estudante prevê um ciclo básico, no primeiro ano do programa, quando são apresentados os cursos técnicos profissionalizantes oferecidos. A partir do segundo ano, os estudantes optam por uma formação específica entre as áreas de Elaboração de Roteiros, Multimídia e Programação para Jogos. O desenvolvimento do programa conta com a participação de parceiros reconhecidos em suas áreas de atuação, como o CESAR (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), o Vision Lab da PUC-RJ e a Planeta.com.
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March 12, 2013 9:21 PM
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March 12, 2013 9:01 PM
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Proposta de Rafael Parente, subsecretário de educação de novas tecnologias, é criar o primeiro Ginásio Experimental de Novas Tecnologias Educacionais A Favela da Rocinha, na zona sul carioca, vai receber no próximo ano letivo, em 2013, o primeiro Ginásio Experimental de Novas Tecnologias Educacionais (Gente) da Secretaria Municipal de Educação (SME) do Rio de Janeiro. A unidade piloto funcionará na Escola Municipal André Urani e terá capacidade para atender 210 alunos do 7º ao 9º anos. O subsecretário de Novas Tecnologias Educacionais da SME, Rafael Parente, disse que o projeto é “a menina dos olhos” da secretaria. Ele foi apresentado na Conferência Internacional do Programa Líderes da Educação Global (Gelp), que ocorre na capital fluminense. O evento reúne 80 representantes dos dez países que integram atualmente o Gelp (Estados Unidos, Finlândia, Brasil, Austrália, Canadá, China, Inglaterra, Índia, Nova Zelândia e Coreia do Sul). Segundo, o Gente é um dos mais inovadores projetos do estado e, também, do Brasil na área da educação. Ele foi concebido a partir de estudos feitos sobre modelos de escolas inovadoras internacionais, voltados para o futuro. As experiências observadas permitiram à secretaria detalhar a infraestrutura do projeto, sua ambientação interna, processos de avaliação, entre outros elementos. A rede de ensino municipal conta atualmente com 19 ginásios experimentais com vocações distintas. Caso do Ginásio Experimental Olímpico, destinado ao treinamento de atletas. Está nos planos da secretaria, segundo o subsecretário, ter um Ginásio Experimental das Artes e outro voltado para o samba. “O Gente é o Ginásio Experimental de Novas Tecnologias Educacionais. É o que leva os aspectos da inovação ao extremo”, disse.
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March 12, 2013 8:58 PM
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Um levantamento do Comitê Gestor da Internet no Brasil mostra que a maioria dos pais acredita que os filhos usam a internet com segurança. Mas quase a metade das denúncias que chegaram à Central Nacional de Denúncias contra Crimes Cibernéticos este ano era sobre pornografia infantil. Também são cada vez mais comuns casos de ameaça e humilhação pela rede. No Congresso Nacional tramita um projeto de lei que estabelece direitos e deveres na internet. O Contraponto discute como crianças e adolescentes podem usar a rede de forma segura.
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March 12, 2013 8:55 PM
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Empresa de telecomunicações do Chile lança publicação voltada para os pais Empresa ligada às telecomunicações no Chile, a VTR é líder em televisão digital e banda larga, bem como a segunda companhia de telefonia. Com o objetivo de construir junto aos pais, crianças e jovens modelos seguros do uso do celular, a instituição lançou, no ano passado, em espanhol, o Manual para madres y padres de uso seguro del celular. O material foi bem avaliado pela Unicef, seção Chile, que vem fazendo sua divulgação. O texto fala sobre os perigos da exposição de fotos e dados no celular, que se tornou muito mais do que um mero aparelho de se comunicar, via voz, com as pessoas. A publicação traz dicas de como usá-lo eticamente e de forma segura, evitando roubos e excessos na conta do telefone no final do mês. Vale uma conferida. Acesse aqui o pdf do manual
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March 12, 2013 10:49 PM
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Lista mostra como professores podem usar outras ferramentas, como games, badges, portfólios ou até mesmo concurso de dança “A prova vai ser dissertativa ou de múltipla escola?”. Quem é o aluno, às vésperas de uma prova, que nunca se inquietou sobre como seria avaliado? Em carteiras enfileiradas, sem poder mexer o pescoço para o lado: ameaça de “pesca” ou “cola” (a depender de onde o aluno venha)! Mas serão apenas essas as únicas formas de avaliar o aprendizado dos estudantes? Não! É o que apontam especialistas, que vêm trazendo outras alternativas para que professores se atentem a outras ferramentas de medição – especialmente às da vida real. Por exemplo, uma maratona ou um concurso de dança poderiam valer créditos à disciplina de educação física ou então um trabalho voluntário no bairro valer como nota para a disciplina de estudos sociais ou língua portuguesa. Confira então oito dicas que podem ajudar esses educadores sobre como avaliar os estudantes sem ser por meio de testes padronizados. 1. Games Mais e mais jogos estão sendo criados não apenas como uma forma de entretenimento. Os games educativos, por exemplo, permitem aos alunos que aprendam o tempo inteiro enquanto jogam, na medida em que vão passando de fase –ao contrário de uma prova tradicional. Cada estudante tem seu próprio ritmo de aprendizagem, o que traduz o grau de cada um. Um bom exemplo é o Manga Hi e os games que estão sendo desenvolvidos pela Tamboro, empresa brasileira que se dedica exclusivamente à criação de jogos educativos. 2. Desafio Por que marcar X numa prova, se na vida real somos avaliados de acordo com aquilo que fazemos e as atitudes que tomamos? Não é raro escutar por aí que, em vez dos clássicos testes de múltipla escolha, os professores deveriam avaliar seus alunos a a partir de desafios da vida real. Essa modalidade de avaliação funciona assim: o professor dá uma missão para o aluno e ele, com as habilidades que vem desenvolvendo na escola, precisa resolvê-la. Essa missão pode ter inúmeras características. Nos EUA, a startup Rad Matter serve como uma vitrine para que os alunos mostrem seus talentos a empresas que estão buscando jovens profissionais. A cada contato entre empresa e aluno, uma missão é dada e o aluno é desafiado a conclui-la. Na escola, o desempenho dos alunos nessas missões podem ser considerados para compor sua nota na disciplina mais cabível. No Brasil, um iniciativa está levando alunos da periferia de São Paulo a praticar esportes radicais, como escalada ou Le Parkour. A intenção é fazê-los sair de suas zonas de conforto e desenvolver regras de convivência, trabalho em equipe e autoconhecimento 3. Badges e pontos Os badges (em um paralelo simples, como se fossem medalhas dos escoteiros) vêm se popularizando como um mecanismo de recompensa em jogos casuais e redes sociais como foursquare.com – na qual o usuário faz um check-in e, por isso, ganha pontos a cada lugar em que marca onde está. Transportados à educação, os badges podem ser usados para demonstrar a conclusão (bem sucedida) de uma atividade. Um exemplo disso é o Codecademy, site que ensina aos estudantes a programar. E a cada nível de codificação que avançam, eles vão recebendo badges e ganhando pontos. 4. Trabalhos reais Outra forma de avaliação é o incentivo aos estudantes para que saiam para fora da sala de aula e realizem trabalhos de verdade. Na Catherine Ferguson, nos Estados, escola dedicada a adolescentes grávidas ou que já se tornaram mães, parte do currículo das alunas é composto por trabalhos bem mão na massa, como como ajudar a construir casas, nos bairros vizinhos, para colegas que não têm onde morar. 5. Lideranças virtuais Estudantes mundo afora estão realizando trabalhos incríveis… Mas não na escola. Eles estão fazendo vídeos virais, escrevendo textos ou publicando seus próprios blogs etc. Considerado um paradigma atual, o problema é muitas escolas ainda não entenderam que podem contar com a internet e as tecnologias móveis para potencializar o talento de seus alunos. O que acaba acontecendo é que o mundo da escola e o virtual ficam totalmente separados e muitos talentos deixam de ser valorizados. Um exemplo que ilustra isso é o caso da menina Isadora Faber, que criou um blog para denunciar os problemas de sua escola e inspirou inúmeros Diários de Classe no Brasil. Já em uma matéria apresentada pelo Porvir, é possível saber como professores devem lidar com jovens talentosos. O que os alunos fazem no universo virtual podem e devem ser considerados nas disciplinas de comunicação e expressão. 6. Talentos Ao contrário dos pontos oferecidos apenas para as atividades realizadas na escola, por que não oferecê-los para atividades realizadas também para além da sala de aula? Por exemplo, uma maratona, um concurso de dança ou um torneio de vôlei poderiam valer pontos na disciplina de educação física; um diário de bordo, a partir de uma viagem, poderia valer para créditos em estudos sociais; um recital, para ganhar nota na disciplina de música. Essas seriam situações em que a avaliação não vem da escola, mas do cotidiano desses jovens, do mundo real deles. 7. Personalização A avaliação precisa ser personalizada ao aluno, não padronizado para o sistema. Plataformas vêm surgindo para trabalhar de maneira individual o ensino. A Knewton, por exemplo, é uma das mais importantes do mundo. O ambiente virtual entrega o conteúdo aos alunos de diferentes formas e lhes propõe atividades ou exercícios, de acordo com o desenvolvimento de cada um. 8. Portfólios virtuais Os portfólios virtuais podem ser uma boa opção para que os estudantes reúnam suas produções – sejam músicas, desenhos, textos, vídeos etc. Esses materiais podem ser hospedados em um blog, na intranet da faculdade e da escola ou até mesmo em programas gratuitos adotados pelo professor para compartilhamento de arquivos. Uma plataforma nova que pode ajudar os alunos a construírem seus portfólios é a Knowit App. O Porvir escreveu uma matéria sobre como os blogs, que podem ser usados como portfólios online, são boas ferramentas para melhorar a escrita dos alunos e também ajudam professores a trabalhar temas como uso de mídias sociais, cidadania digital e direitos autorais.
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March 12, 2013 10:47 PM
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Três especialistas em desenvolvimento, design e aplicação de conteúdos educativos deram 6 conselhos durante o SXSWed Fazer um game não parece ser uma tarefa muito fácil para ninguém. Inserir dados educativos que, de fato, consigam ensinar os jogadores parece ser ainda mais complexo. Durante o SXSWedu, três especialistas deram algumas dicas que mostram que, apesar de difícil, desenvolver um jogo para ser usado na sala de aula não é impossível. Para tanto, é preciso ter em mente que, apesar de o jogo reunir diversos conteúdos, o professor precisará complementar aquela experiência do aluno com algumas informações. Mas a ferramenta não pode ser um trabalho a mais para o educador, mas uma ajuda para sua aula. Acima de tudo, os games precisam ser divertidos. Confira abaixo esses e outros conselhos de Katherine McMillan Culp, cientista de pesquisa sênior do Center for Children; Greg Chung, diretor adjunto de pesquisa e inovação do National Center for Research on Evaluation, Standards, and Student Testing (Cresst); Scot Osterweil, diretor de pesquisa de mídia comparativa no MIT. 4. A motivação de fora da escola dentro dela “Estamos vivendo em um tempo em que os jovens estão jogando muito. Não quer dizer que eles estejam aprendendo muito, mas também não devemos pensar que todo esse tempo é desperdiçado. Eles levam para o game algumas das habilidade do século 21, como a resolução de problemas, trabalho em equipe, e nós gostaríamos que eles tivessem esse mesmo pensamento na sala de aula. Eles deixam isso lá fora, acham que a escola não tem nada a ver com essas questões. Temos que trazer isso para dentro das escolas.” Scot Osterweil
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March 12, 2013 9:20 PM
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O pesquisador da Universidade de São Paulo (USP) e diretor da Games For Change, rede internacional que defende o potencial socialmente transformador dos jogos digitais, Gilson Schwartz, acredita que a chamada “gamification” – ou seja, o uso da tecnologia dos videogames fora da área de entretenimento - ganha cada vez mais destaque na educação de ponta. Diante dessa realidade, ele descreve duas visões possíveis na tentativa de incorporar os games como ferramentas de aprendizagem. A primeira compreende os jogos como uma forma de incentivar a competição e o “ganhar”, o que muitas vezes é considerado positivo pelos que defendem um desempenho escolar pautado pelas regras do mercado de trabalho, com notas altas e rendimento elevado. Já a segunda, enxerga sua dimensão lúdica e propõe que, quanto mais divertido e saboroso, mais sentido um determinado assunto terá para o aluno. “Existe sempre essa tensão entre o amor ao conhecimento e a necessidade de estudar para entrar na faculdade. Dependendo da situação, é possível combinar essas abordagens, mas é importante evitar a hipercompetitividade e o culto à performance que torna a escola excludente e pouco democrática”, ressalta. Para o autor do livro “Doses Lúdicas”, Vince Vader, os games aproximaram elementos que antes pareciam opostos: aprender e se divertir ao mesmo tempo. “Educação não está apenas na escola, mas em nosso cotidiano. Um jogo que trabalha com senso de geografia, estratégia, dedução e lógica, aproveita o entretenimento para educar os jogadores”, afirma.
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March 12, 2013 10:30 PM
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O FIPC, órgão da Unesco que atua com a promoção da cultura ao redor do mundo, lança chamada para projetos que envolvam arte e criatividade. Você é artista? Uma ONG ou organização sem fins lucrativos, ou, ainda, uma instituição pública cujas atividades contribuam para a promoção da cultura e a criação artística? Se o seu projeto atende aos critérios presentes nos Termos de Referência do Fundo Internacional para a Promoção da Cultura (FIPC), então você pode participar da seleção do FIPC que vai destinar recursos para apoiar projetos como esse. Será dada prioridade a artistas jovens e criativos, na faixa de 18 a 30 anos, que beneficiem a juventude, da mesma forma que terão preferência projetos realizados por ou que visem ao benefício dos chamados países em desenvolvimento. É importante lembrar que o financiamento não valerá no caso de projetos que já recebam recursos de outros fundos ou programas da Unesco. Para concorrer aos recursos destinados pelo edital, forneça todos os dados requisitados na ficha online, em inglês ou francês, e envie-a para ifpc@unesco.org. O prazo para envio da ficha de inscrição se encerrará à meia-noite (0h) do dia 2/5/2013. A decisão sobre os projetos aprovados serão anunciadas em outubro de 2013, sendo as/os respectivas/os candidatas/os avisados em seguida.
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March 12, 2013 10:01 PM
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Os gestores estão preparados para o uso da educação 3.0? Se não, o Geduc 2013, evento que ocorre entre os dias 20 e 22 de março, em São Paulo, pretende ajudar esses profissionais a descobrir as tendências da área. Com o tema norteador Educação 3.0: Quais os novos desafios para a gestão?, o encontro se dará em torno de debates sobre seis grandes temas, entre eles os desafios para a gestão escolar, as práticas didáticas bem sucedidas e as tendências educacionais no ensino superior e na educação básica. Os interessados em participar podem se inscrever no site do evento – que é pago, com desconto até a sexta-feira, 15. Durante os três dias, participarão do encontro diferentes especialistas nacionais e também figuras de renome internacional, como Jim Lengel, especialista em educação 3.0 e professor na Hunter College, na Universidade de Nova York. Lengel realizará uma palestra magna sobre o tema. Enquanto isso, Barbara Bruns, economista-chefe do Banco Mundial, responsável pela educação na América Latina e Caribe, vai destacar como alcançar uma educação de nível mundial. A diretora do Inspirare, Anna Penido, participa do evento do painel destinado à inovação. Confira a lista completa de palestrantes no site: http://www.humus.com.br/geduc/palestrantes.htm#mail O evento será realizado no Hotel Maksoud Plaza. Em meio a fóruns, workshops e palestras, que ocorrerão durante todo o dia, a ideia é preparar presidentes, reitores e diretores de instituições de ensino do País tanto nas áreas administrativa quanto pedagógica para lidar com a educação 3.0.
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March 12, 2013 9:58 PM
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Algoritmo analisou informações da ferramenta e advinhou dados pessoais. Iniciativa foi liderada por Universidade de Cambridge e Microsoft A opção 'curtir' no Facebookpode revelar muito mais do que se pretende. Uma pesquisa publicada esta segunda-feira (11) mostra que analisar os padrões destas preferências pode dar estimativas supreendentemente precisas sobre informações pessoais que o usuário não expõe como raça, idade, QI, sexualidade etc. Cientistas da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, e da Microsoft Research, divisão de pesquisas da gigante americana de softwate, desenvolveram um algoritmo que usa as opções 'curtir' para criar perfis de personalidade, revelando potencialmente detalhes íntimos sobre sua vida. Esses dados estão publicamente disponíveis a menos que o usuário faça configurações de privacidade mais rígidas. Estes modelos matemáticos demonstraram uma precisão de 88% ao diferenciar homens de mulheres e de 95% em distinguir afro-americanos de brancos. Estes algoritmos também conseguiram obter informações como orientação sexual, se o usuário usa drogas ou se seus pais se separaram. Estes dados podem ser usados em estratégias de propaganda e marketing. Mas, segundo os cientistas, também poderiam deixar os usuários se retraírem devido à quantidade de dados pessoais revelados. "É muito fácil clicar no botão 'curtir', é sedutor", afirmou David Stillwell, estudioso de psicometria e co-autor da pesquisa. "Mas você não percebe que, anos depois, todos aqueles 'curtir' são armazenados contra você", acrescentou.
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March 12, 2013 9:54 PM
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Em parceria com a Vivo, a Abril Educação lança hoje comercialmente as atividades da Edumobi, empresa voltada ao ensino por meio dos aparelhos celulares. A rede de ensino móvel vai oferecer cursos sobre diferentes temas --de preparatórios para concursos a harmonização de vinho-- a clientes da Vivo, por meio de pagamento semanal (R$ 2,99). Até dezembro, mais uma operadora deverá começar a disponibilizar o serviço. Em 2014, a previsão é que todas as teles distribuam os cursos. A Vivo terá exclusividade para a oferta somente até julho. O negócio visa atingir também usuários que não têm acesso à internet no celular, por meio de um smartphone. Para isso, os cursos desenvolvidos permitem interação por mensagem de texto (SMS) e de voz. Além disso, no caso da Vivo, o tráfego de dados e de voz para o acesso ao programa será gratuito. O investimento no projeto foi de R$ 6 milhões. Segundo Alex Pinheiro, idealizador e presidente da Edumobi, até o final de 2013, cerca de 40 cursos estarão disponíveis. "A ideia é usar a capilaridade do celular para chegar a pessoas que não teriam acesso a esse tipo de conhecimento."
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Inovação Educacional
March 12, 2013 9:51 PM
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Pelo menos 1 mil professores contratados da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) tiveram seus salários congelados por causa da decisão do governador Sérgio Cabral de interromper todos os pagamentos à universidade depois que o Congresso Nacional derrubou o veto da presidente Dilma Rousseff sobre a distribuição dos royalties do petróleo. A estimativa é da Associação de Docentes da Uerj (Asduerj), que questiona a decisão do governo estadual. Segundo a associação, foram atingidos pelo bloqueio dos empenhos cerca de 900 professores substitutos e 116 docentes visitantes. Apenas os concursados estão com o salário do mês garantido. Também estão incluídos no corte os professores que possuem uma modalidade de bolsa científica, para pesquisas, que complementa o rendimento.
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Inovação Educacional
March 12, 2013 9:42 PM
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Inovação Educacional
March 12, 2013 9:15 PM
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Canal Futura recebe propostas de estudantes do Ensino Superior para produção de vídeos jornalísticos O Canal Futura, em parceria com a Associação Brasileira de Televisão Universitária (ABTU) e o projeto Globo/Universidade, vai eleger 20 projetos audiovisuais de estudantes do Ensino Superior para coprodução e exibição. Para participar, os interessados no 3º Chamado Público do Núcleo de Jornalismo do Canal Futura devem enviar uma proposta de reportagem, com duração de 13 minutos, até o dia 30 de abril. O material, do projeto selecionado, será transmitido na faixa do Sala de Notícias, um espaço dedicado aos documentários que exploram a diversidade de olhares, linguagens e narrativas, no ar de segunda a sexta-feira, às 14h30 e 21h. Na seleção, a temática será livre, entretanto, serão valorizados assuntos de interesse público, como educação, saúde, cultura, memória, meio ambiente, direitos humanos e empreendedorismo, além de perfis e histórias pessoais. As obras devem ser realizadas também em versões de dois minutos para apresentação no programa e no site do Globo Universidade. Os vencedores serão divulgados no dia 3 de junho. Esta é a primeira vez que o Futura realiza uma edição especial do Chamado para estudantes. A iniciativa, exclusiva para alunos universitários de cursos de graduação em fase de preparação dos seus trabalhos finais nas áreas de Comunicação Social, Cinema ou outra que envolva a formação para a produção audiovisual, reforça o caráter colaborativo do canal. Atualmente, a emissora já conta com a participação de 31 universidades de diversas regiões do Brasil em sua programação.
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Inovação Educacional
March 12, 2013 8:59 PM
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Material, produção do MEC, reúne informações de 31 autores brasileiros e 30 pensadores estrangeiros Paulo Freire, Anísio Teixeira, Jean Piaget e Antônio Gramsci, dentre outros, fazem parte da Coleção Educadores, ao alcance de todos os interessados no portal Domínio Público do Ministério da Educação. Ao todo, a coleção reúne 31 autores brasileiros, 30 pensadores estrangeiros e um livro com os manifestos Pioneiros da Educação Nova, escrito em 1932, e dos Educadores, de 1959. Professores e estudantes de pedagogia e de cursos de licenciatura encontram um ensaio sobre cada autor, a trajetória da produção intelectual na área, uma seleção de textos. Cada publicação tem, em média, 150 páginas. Preparada pelo MEC desde 2006, a coleção integra as iniciativas do governo federal de qualificar a formação inicial e continuada de professores da educação básica pública.
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Inovação Educacional
March 12, 2013 8:55 PM
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Afinal, o que isto significa? Confira o que revela a pesquisa coordenada pela professora Claudia Maria Lima, da Universidade Estadual Paulista (Unesp) Inovação na educação. O que isto significa na teoria e na prática? Professora assistente do Departamento de Educação da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Claudia Maria Lima coordenou recentemente a pesquisa Representações sociais sobre o conceito de inovação em projetos de inserção da informática educativa de municípios paulistas. A ideia era compreender o que as escolas da região entendiam por inovação e quais as relações que estabeleciam com as Tecnologias de Informação e Comunicação. “Quando se fala em inovação educacional, as redes estudadas logo pensam em uso de tecnologias nos processos escolares. E mais, posso dizer que isso não se restringe ao universo pesquisado, mas a grande parte da população. Podemos dizer, com base na pesquisa, que para os municípios estudados, e de maneira geral em vários outros, ‘ter laboratórios’ de informática já basta para se constitui uma ação inovadora, independente deles mudarem práticas de ensino arcaicas e acríticas”, destaca a professora. Segundo Claudia, associar as TIC à inovação educacional traz o risco de desconsiderar o papel do professor e de supervalorizar a tecnologia em detrimento do humano. “Em última instância, inovação educacional significa ensino e aprendizagem de conceitos de maneira a termos uma sociedade menos desigual e mais capaz”, avisa. Acompanhe a entrevista: revistapontocom – A senhora poderia explicar qual foi a origem da pesquisa. Qual era o objetivo e como ela foi desenvolvida? Claudia Maria Lima – A pesquisa é decorrente de um estudo mais amplo, desenvolvido por três instituições de ensino de São Paulo: a Universidade Cidade de São Paulo (Unicid), a Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho” (Unesp) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), sob coordenação-geral da professora Sandra Zakia, da Unicid. O estudo chama-se ”Experiências inovadoras em educação: avaliação de programas educacionais incentivados pelo Governo Federal” e foi desenvolvida com financiamento do Programa Observatório da Educação/CAPES. Nele, buscamos analisar o potencial de programas governamentais – caracterizados como inovadores – na promoção da qualidade do ensino e na melhoria de desempenho dos alunos, com vistas a identificar seus possíveis desdobramentos nas redes municipais de ensino do estado de São Paulo, bem como suas contribuições para o aprimoramento na gestão da educação básica. Foram examinados os projetos implementados em dez municípios paulistas: Santos, Ilhabela, Itanhaém, Guarulhos, Mogi das Cruzes, Cordeirópolis, Hortolândia, Amparo, São José do Rio Preto e Pompéia – apresentados em quatro eixos temáticos: gestão pedagógica; gestão de pessoas; planejamento e gestão e avaliação; e resultados educacionais. Depois desta fase coletiva de estudo, foram desenvolvidas pesquisas específicas em cada universidade. Como docente da Unesp/Campus de São José do Rio Preto, coordenei a pesquisa ”Representações sociais sobre o conceito de inovação em projetos de inserção da informática educativa de municípios paulistas: uma análise de experiências do laboratório de experiências inovadoras do Inep”. Nesta etapa, buscamos identificar/analisar as representações sociais sobre o conceito de inovação em projetos de inserção de informática educativa nas redes de ensino de São José do Rio Preto e Mogi das Cruzes. Queríamos compreender melhor o que essas duas redes entendiam por inovação em educação e quais as relações que estabeleciam com as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). Chegamos a esses municípios porque eram os dois únicos de São Paulo, no período estudado, que tinham apresentado proposta ao Laboratório de Experiências Inovadoras em Gestão Educacional do Inep com a inclusão de TIC. Havia dois outros municípios no país que também tinham como foco, do conceito de inovação, o uso de tecnologias educacionais. Porém, eles eram distantes de São Paulo e a coleta dos dados seria complicada. Os dados foram coletados por meio de documentos e entrevistas com gestores atuais ou anteriores das redes públicas. O interesse por este tema de inovação decorre da necessidade de compreender práticas pedagógicas que possam trazer modificações na aprendizagem de conceitos escolares e na própria formação de professores. Hoje, o conceito de inovação é visto como “sinônimo” de mudanças estruturais, organizacionais, dentre outras. Porém, pouco se sabe o que verdadeiramente muda nas relações de gestão e de ensino e aprendizagem quando se pensa em inovação educacional. O conceito de inovação em Educação está bem estabelecido. Mas em função de usos em outros segmentos da sociedade, ele tem sido confundido com implementações tecnológicas em sala de aula. Por exemplo, muitas escolas fazem propaganda que possuem um bom ensino apenas dizendo que inovam ao instalar laboratórios de informática, quando sabemos que isso não é condição automática para melhoria dos indicadores de aprendizagem.
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