Inovação Educacional
629.1K views | +82 today
 
Scooped by Inovação Educacional
onto Inovação Educacional
February 28, 2012 6:38 AM
Scoop.it!

Latest contributions to ODL online debate

Latest contributions to ODL online debate | Inovação Educacional | Scoop.it

International Council for Open and Distance Education. Presentations on the status of open and distance learning in India and Brazil are the latest contributions to this ICDE convened online discussion on the UNESCO/ World Bank Group infoDev sponsored Educational Technology Debate portal. Comments have come from countries including Canada, Uganda, Uruguay, Ethiopia and the Nordic countries.          

Luciano Sathler of the Brazilian Association for Distance Education (ABED) and Universidade Metodista de Sao Paulo, Brazil, writes meanwhile on the impact of open educational resources and distance learning in his country. He notes that the number of distance learning enrolments is expected to triple and reach 3.1 million over the next eight years. He also points out that the results from national exams assessed by the Ministry of Education from campus and distance learning higher education courses compare very favourably.                       

No comment yet.
Inovação Educacional
Curadoria por Luciano Sathler. CLIQUE NOS TÍTULOS. Informação que abre caminhos para a inovação educacional.
Your new post is loading...
Your new post is loading...
Scooped by Inovação Educacional
September 10, 2024 9:19 AM
Scoop.it!

Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler

Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler | Inovação Educacional | Scoop.it

O que acontece quando a maioria faz uso de uma IA para realizar suas atividades laborais? E, no caso dos estudantes, quando os trabalhos passam a ser produzidos com o apoio de uma IA generativa?
Luciano Sathler
É PhD em administração pela USP e membro do Conselho Deliberativo do CNPq e do Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais
As diferentes aplicações de Inteligência Artificial (IA) generativa são capazes de criar novos conteúdos em texto, imagens, áudios, vídeos e códigos para software. Por se tratar de um tipo de tecnologia de uso geral, a IA tende a ser utilizada para remodelar vários setores da economia, com impactos políticos e sociais, assim como aconteceu com a adoção da máquina a vapor, da eletricidade e da informática.
Pesquisas recentes demonstram que a IA generativa aumenta a qualidade e a eficiência da produção de atividades típicas dos trabalhadores de colarinho branco, aqueles que exercem funções administrativas e gerenciais nos escritórios. Também traz maior produtividade nas relações de suporte ao cliente, acelera tarefas de programação e aprimora mensagens de persuasão para o marketing.
O revólver patenteado pelo americano Samuel Colt, em 1835, ficou conhecido como o "grande equalizador". A facilidade do seu manuseio e a possibilidade de atirar várias vezes sem precisar recarregar a cada disparo foram inovações tecnológicas que ampliaram a possibilidade individual de ter um grande potencial destrutivo em mãos, mesmo para os que tinham menor força física e costumavam levar desvantagem nos conflitos anteriores. À época, ficou famosa a frase: Abraham Lincoln tornou todos os homens livres, mas Samuel Colt os tornou iguais.
Não fazemos aqui uma apologia às armas. A alegoria que usamos é apenas para ressaltar a necessidade de investir na formação de pessoas que sejam capazes de usar a IA generativa de forma crítica, criativa e que gerem resultados humanamente enriquecidos. Para não se tornarem vítimas das mudanças que sobrevirão no mundo do trabalho.
A IA generativa é um meio viável para equalizar talentos humanos, pois pessoas com menor repertório cultural, científico ou profissional serão capazes de apresentar resultados melhores se souberem fazer bom uso de uma biblioteca de prompts. Novidade e originalidade tornam-se fenômenos raros e mais bem remunerados.
A disseminação da IA generativa tende a diminuir a diversidade, reduz a heterogeneidade das respostas e, consequentemente, ameaça a criatividade. Maior padronização tem a ver com a automação do processo. Um resultado que seja interessante, engraçado ou que chama atenção pela qualidade acima da média vai passar a ser algo presente somente a partir daqueles que tiverem capacidade de ir além do que as máquinas são capazes de entregar.
No caso dos estudantes, a avaliação da aprendizagem precisa ser rápida e seriamente revista. A utilização da IA generativa extrapola os conceitos usualmente associados ao plágio, pois os produtos são inéditos – ainda que venham de uma bricolagem semântica gerada por algoritmos. Os relatos dos professores é que os resultados melhoram, mas não há convicção de que a aprendizagem realmente aconteceu, com uma tendência à uniformização do que é apresentado pelos discentes.
Toda Instituição Educacional terá as suas próprias IAs generativas. Assim como todos os professores e estudantes. Estarão disponíveis nos telefones celulares, computadores e até mesmo nos aparelhos de TV. É um novo conjunto de ferramentas de produtividade. Portanto, o desafio da diferenciação passa a ser ainda mais fundamental diante desse novo "grande equalizador".
Se há mantenedores ou investidores sonhando com a completa substituição dos professores por alguma IA já encontramos pesquisas que demonstram que o uso intensivo da Inteligência Artificial leva muitos estudantes a reduzirem suas interações sociais formais ao usar essas ferramentas. As evidências apontam que, embora os chatbots de IA projetados para fornecimento de informações possam estar associados ao desempenho do aluno, quando o suporte social, bem-estar psicológico, solidão e senso de pertencimento são considerados, isso tem um efeito negativo, com impactos piores no sucesso, bem-estar e retenção do estudante.
Para não cair na vala comum e correr o risco de ser ameaçado por quem faz uso intensivo da IA será necessário se diferenciar a partir das experiências dentro e fora da sala de aula – online ou presencial; humanizar as relações de ensino-aprendizagem; implementar metodologias que privilegiem o protagonismo dos estudantes e fortaleçam o papel do docente no processo; usar a microcertificação para registrar e ressaltar competências desenvolvidas de forma diferenciada, tanto nas hard quanto soft skills; e, principalmente, estabelecer um vínculo de confiança e suporte ao discente que o acompanhe pela vida afora – ninguém mais pode se dar ao luxo de ter ex-alunos.
Atenção: esse artigo foi exclusivamente escrito por um ser humano.
O editor, Michael França, pede para que cada participante do espaço "Políticas e Justiça" da Folha sugira uma música aos leitores. Nesse texto, a escolhida por Luciano Sathler foi "O Ateneu" de Milton Nascimento.

No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 2:25 PM
Scoop.it!

4 em cada 10 pais defendem ensino de Inteligência Artificial nas escolas

4 em cada 10 pais defendem ensino de Inteligência Artificial nas escolas | Inovação Educacional | Scoop.it
A Inteligência Artificial está cada vez mais presente no contexto educativo e as famílias portuguesas consideram que as escolas devem assumir um papel ativo na preparação dos alunos para esta nova realidade. Segundo o mais recente estudo “Regresso às Aulas”, do Observador Cetelem, 40% dos encarregados de educação defendem que os estabelecimentos de ensino devem promover informação sobre Inteligência Artificial, enquanto 37% identificam uma forte necessidade de formação nesta área.

Os resultados revelam ainda uma visão maioritariamente positiva sobre o potencial destas ferramentas no processo de aprendizagem: 60% consideram que a IA deve ser encarada como um complemento pedagógico essencial e 45% acreditam que tem um impacto positivo no desempenho escolar.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 1:20 PM
Scoop.it!

O que esperar da revisão metodológica do PIB - 10/09/2026 - Bráulio Borges - Folha

O que esperar da revisão metodológica do PIB - 10/09/2026 - Bráulio Borges - Folha | Inovação Educacional | Scoop.it
A julgar pelas anteriores e pelo padrão recente das revisões anuais, o país amanhecerá "mais rico" no papel: o nível do PIB nominal tende a ficar ao menos 4% a 5% acima do estimado hoje (cerca de R$ 13,7 trilhões em 2026).

Convém separar dois efeitos. O primeiro é "mecânico" e ocorreria mesmo sem a atualização da metodologia. Desde novembro de 2024, o IBGE suspendeu a divulgação das tabelas completas de recursos e usos para concentrar a equipe técnica na elaboração da nova base. Com efeito, a última leitura "definitiva" do PIB brasileiro é de 2021. Os anos de 2022 a 2025 contam com estimativas ainda preliminares.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 11:31 AM
Scoop.it!

Opinion | I Study Successful People. They Have One Habit in Common. - The New York Times

Opinion | I Study Successful People. They Have One Habit in Common. - The New York Times | Inovação Educacional | Scoop.it
O Sr. Tangen e o Sr. O'Brien não estão apenas sendo modestos. Estudos mostram que saber quando pedir ajuda é uma habilidade essencial para o aprendizado e o sucesso das crianças. Estudantes universitários que buscam proativamente a ajuda de outras pessoas geralmente têm um desempenho melhor do que aqueles que evitam fazê-lo. Na vida adulta, buscar apoio é uma estratégia eficaz para regular nossas emoções, e ter uma rede de apoio é um indicador confiável de saúde mental geral.

Pesquisas também mostram que empreendedores têm mais sucesso quando se unem para aprender uns com os outros. É por isso que uma empresa de capital de risco, a Y Combinator, prefere financiar cofundadores em vez de fundadores individuais. Ela também conecta fundadores em grupos, com horários de atendimento em grupo, jantares em grupo e uma plataforma interna de mensagens para compartilhar conhecimento. "Mesmo que você pudesse fazer todo o trabalho sozinho, você precisa de colegas para trocar ideias, para te dissuadir de decisões estúpidas e para te animar quando as coisas dão errado", escreveu certa vez Paul Graham, um dos fundadores da Y Combinator .
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 11:28 AM
Scoop.it!

Productive Friction: What Universities Must Protect in the Age of AI

Productive Friction: What Universities Must Protect in the Age of AI | Inovação Educacional | Scoop.it
This story I teach in my media criticism course comes from Shoshana Zuboff’s book “The Age of Surveillance Capitalism.” Zuboff explains that the most valuable asset of the search engine was always the “exhaust fumes” and for the longest time they were hidden in plain sight. Once Google realized that the byproduct of the search process was the thing they could monetize, it propelled the company to become the largest seller of digital advertising in the world.  
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 11:09 AM
Scoop.it!

Futuro positivo: cocriação, conhecimento e impacto

Futuro positivo: cocriação, conhecimento e impacto | Inovação Educacional | Scoop.it
Para explorar caminhos multifacetados, engajamos públicos diversos, como pesquisadores, especialistas, jovens, lideranças empresariais, representantes do setor público e do terceiro setor, em torno de seis grandes temas. Por meio de debates, entrevistas, pesquisas e diálogos conduzidos por nosso time de professores, buscamos refletir sobre quais futuros são desejáveis.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 11:07 AM
Scoop.it!

FNDE disponibiliza novo Portal de Serviços para atendimento ao público externo —

FNDE disponibiliza novo Portal de Serviços para atendimento ao público externo — | Inovação Educacional | Scoop.it
Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação (MEC), disponibiliza, a partir desta quarta-feira (9), seu novo Portal de Serviços, canal destinado ao atendimento de estados, municípios e demais entes parceiros. 

Por meio do Portal de Serviços, os usuários poderão encaminhar dúvidas, questionamentos, solicitações de esclarecimentos e outras demandas de atendimento diretamente às áreas responsáveis. 
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 11:01 AM
Scoop.it!

O dossiê físico de IA: mais de 40 casos de uso | Deloitte Brasil

Uma coletânea de aplicações de alto impacto que mostra como a IA física está ajudando organizações a aumentar a eficiência, fortalecer a segurança e transformar operações em diversos setores.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 11:01 AM
Scoop.it!

'Influenciadoras que fingem submissão aos maridos são as mesmas que gerenciam impérios multimilionários', diz autora de best-seller sobre tradwives

'Influenciadoras que fingem submissão aos maridos são as mesmas que gerenciam impérios multimilionários', diz autora de best-seller sobre tradwives | Inovação Educacional | Scoop.it
A americana Caro Claire Burke faz uma crítica mordaz às influenciadoras conservadores em 'Bons Tempos: Yesteryear', que acaba de ser lançado no Brasil e será adaptado ao cinema por Anne Hathaway.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 10:59 AM
Scoop.it!

The Generation That’s Never Had to Say ‘Hello?’ - The New York Times

The Generation That’s Never Had to Say ‘Hello?’ - The New York Times | Inovação Educacional | Scoop.it
Now that there’s rarely any mystery to who’s calling, Gen Z has adopted a range of custom phone greetings — including no greeting at all.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 10:58 AM
Scoop.it!

Some Simple Economics of Open versus Closed AI

The same tension now sits at the center of the battle between closed- and open-weights AI models. Anthropic and OpenAI argue that “distillation attacks” from Chinese companies threaten both the industry’s ability to finance the next generation of models and US national security. Proponents of open weights counter that diffusion is essential to a competitive and innovative market for machine intelligence.

But Moser’s evidence suggests that the debate is focused on the wrong margin. Open weights are unlikely to change the level of investment in AI, only its direction: what gets built, who builds it, and who captures the returns. Closed labs may keep pushing the most general frontier, while open weights let experimentation spread across the firms and domains that can combine machine intelligence with scarce data, distribution, and tacit knowledge. The same allocation problem shapes safety. The relevant question is not whether openness is dangerous in the abstract, but when diffusion strengthens defenders and where harmful capabilities can actually be constrained.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 10:55 AM
Scoop.it!

As lições de casa de quem ensina

O levantamento do Todos Pela Educação sobre o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) de 2025 encontrou em Joinville (SC) uma das melhores aprendizagens entre as grandes redes municipais nas quatro comparações: Português e Matemática, no 5.º e no 9.º ano. No Brasil, metade dos alunos do 5.º ano alcança o nível adequado em Matemática; no 9.º, a proporção cai para 18,8% e, ao fim do ensino médio, para 8,5%. O avanço obtido nos anos iniciais se dissipa justamente quando os conteúdos ficam mais complexos.
Joinville oferece o fato novo, porém está longe de ser um acidente solitário. Sobral (CE), Teresina e outras redes obtêm bons resultados em regiões, escalas e condições sociais muito diferentes. A diversidade desautoriza o conforto fatalista segundo o qual pobreza ou território condenariam os alunos ao fracasso. Também enfraquece a procura por um programa milagroso. Os nomes das políticas variam; o traço comum está no modo como elas se encaixam.
As redes que ensinam mais organizam a escola e a secretaria em torno da aprendizagem de cada aluno. Um currículo claro determina o percurso. Avaliações próximas da sala de aula revelam onde ele foi interrompido e provocam uma resposta antes que a dificuldade se acumule. A formação dos professores trabalha os erros encontrados, enquanto diretores e equipes técnicas ajudam a transformar o diagnóstico em novas aulas. Outra avaliação verifica se houve avanço.
Teresina mostra essa engrenagem em movimento. A Prova Teresina situa os estudantes por nível de aprendizagem e desencadeia respostas diferentes: quem está abaixo do básico recebe uma hora adicional diária de Português e Matemática; alunos no nível básico têm reforço aos sábados. Os resultados orientam a formação quinzenal dos professores. Nas visitas às escolas, superintendentes observam aulas e ajudam os diretores a ajustar a intervenção. O dado percorre um caminho curto entre a prova e o aluno.
Sobral acrescenta uma dimensão menos vistosa, mas decisiva: o tempo. Depois de descobrir, em 2000, que quase metade das crianças do 2.º ano não lia, o município fez da alfabetização uma prioridade. Em torno dela, estruturou currículo e materiais, preparou professores e diretores e preservou o rumo por mais de duas décadas. Continuidade, nesse caso, significou acumular competência e corrigir instrumentos, em vez de rebatizar a política a cada eleição.
O teste mais duro vem na passagem aos anos finais. Aos 11 ou 12 anos, o professor de referência cede lugar a vários especialistas que muitas vezes pouco conversam entre si, justamente quando o adolescente mais precisa de vínculo e orientação. O currículo comum, o acompanhamento individual e a coordenação entre docentes precisam impedir que essa mudança dissolva a responsabilidade pelo aluno. Alfabetizar abre o caminho; a rede ainda terá de mantê-lo transitável.
Essa combinação requer cuidado ao ser reproduzida. Se a cobrança por resultados for mal desenhada, a rede pode estreitar o currículo, engessar o professor e premiar a manipulação. A régua deve alcançar o conhecimento efetivo e cada criança que ficou para trás. Médias altas e aprovação quase universal podem esconder alunos abaixo do básico, escolas negligenciadas e conteúdo raso.
Entre as experiências já testadas para dar escala à qualidade, o Ceará oferece o exemplo mais sólido. O Estado levou aos municípios avaliação, materiais, formação, assistência técnica e incentivos, aproveitando lições e quadros surgidos em Sobral sem retirar das prefeituras a execução cotidiana. Deu, assim, às redes mais frágeis uma capacidade que dificilmente construiriam sozinhas. A União deveria exercer função semelhante, concentrando apoio onde a competência local é menor.
O novo levantamento acrescenta Joinville a um mapa que já contém experiências variadas e conhecimento acumulado. As boas redes brasileiras mostram que ensinar depende da capacidade de descobrir uma lacuna e mobilizar todo o sistema para fechá-la, ano após ano. Os programas precisam adaptar-se ao lugar, mas seus princípios podem viajar. Há pontos suficientes no mapa da boa escola pública. Cabe ligá-los para que a aprendizagem dependa menos da sorte do endereço.

No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 10:33 AM
Scoop.it!

'Enxurrada de investimento': indústria projeta R$ 1,5 tri para data centers

'Enxurrada de investimento': indústria projeta R$ 1,5 tri para data centers | Inovação Educacional | Scoop.it
Com a aprovação dos incentivos fiscais para a instalação de data centers no Brasil, a indústria agora projeta investimentos de até R$ 1,5 trilhão para construir esse tipo de infraestrutura no Brasil.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 3:31 PM
Scoop.it!

ECA Digital: O que Prefeituras e órgãos municipais precisam fazer agora

ECA Digital: O que Prefeituras e órgãos municipais precisam fazer agora | Inovação Educacional | Scoop.it
Se você é gestor público, assessor jurídico de prefeitura ou atua em secretarias municipais, este artigo é para você.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 2:10 PM
Scoop.it!

How to Write an AI Disclosure Statement: A Template for Staff and Managers

MIT's own committee recommends that instructors stop relying on AI detectors and declare their AI use to students.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 1:19 PM
Scoop.it!

Premia compra Aulapp e amplia atuação em empresas - 10/09/2026 - Painel S.A. - Folha

Premia compra Aulapp e amplia atuação em empresas - 10/09/2026 - Painel S.A. - Folha | Inovação Educacional | Scoop.it
A aquisição ocorre depois de a Premia receber um aporte de R$ 5 milhões de um family office do setor de educação.

De acordo com o executivo, o investimento direciona a expansão da empresa para novas frentes, começando pela educação corporativa.

A Aulapp é uma unidade de negócios de soluções educacionais para escolas e empresas, fundada por José Luis Poli, cofundador da Universidade Anhanguera —marca que, hoje, pertence ao grupo Cogna. Ele passa a integrar o conselho e compor o quadro societário da Premia.

A startup mantinha operação no Inovabra, hub de inovação do Bradesco, no mesmo ambiente ocupado pela Premia. Os fundadores relatam que a aproximação entre as duas empresas ocorreu durante o Inova Educa, evento promovido pelo ecossistema de EdTechs do Inovabra, e se consolidou em 2026.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 11:29 AM
Scoop.it!

Pacing the Frontier

AI could help create a dramatically better future, but that outcome is not guaranteed. The world's leading AI companies believe they could be close to automating AI research. It is hard to predict exactly how much this will accelerate AI progress, but there is a real risk that capability development rapidly accelerates beyond our ability to understand or control the resulting systems.

To realize AI's potential, industry, government, and society at large may need the option to buy time to address emerging risks, develop security measures, and strengthen oversight. But each company—and country—is under intense competitive pressure not to unilaterally slow that acceleration. And today, the world lacks the technical and governance tools to deliberately pace frontier-wide progress.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 11:25 AM
Scoop.it!

A Nvidia e a Palantir querem acelerar o desenvolvimento da IA. A Nvidia está na frente da fila

A Nvidia e a Palantir querem acelerar o desenvolvimento da IA. A Nvidia está na frente da fila | Inovação Educacional | Scoop.it
A Nvidia começou a operar sua própria cadeia de suprimentos com o software da Palantir, tornando a fabricante de chips, que está no centro do boom da IA , a primeira cliente de uma plataforma que as duas empresas agora planejam vender para os setores industrial e governamental.

A colaboração, que se baseia em uma parceria iniciada em outubro passado , transforma o software da Palantir em um centro de comando compartilhado para a cadeia de suprimentos global da Nvidia, implementando os modelos open-weight da Nvidia para solucionar seus gargalos. "Estamos realmente no centro da maior expansão de infraestrutura da história da humanidade", afirma Justin Boitano, vice-presidente de IA empresarial da Nvidia.

A velocidade da cadeia de suprimentos da Nvidia determina a rapidez com que a infraestrutura de inteligência artificial é construída em qualquer lugar do mundo. A empresa afirmou que planeja produzir até US$ 500 bilhões em infraestrutura de IA nos EUA por meio de parcerias e iniciativas federais, além de construir supercomputadores e fábricas de IA seguras para o governo.

O objetivo da Nvidia é reduzir o tempo em que seu estoque fica ocioso. Cada rack de GPUs em Vera Rubin exige que a Nvidia coordene milhares de fornecedores e aproximadamente 1,3 milhão de componentes em sistemas de computação, memória, rede, energia, refrigeração e mecânicos. "Qualquer [peça] isolada pode essencialmente quebrar todo o sistema", disse Boitano à Fast Company , "então a forma como você aloca esses materiais é crucial."

Em meio à escassez de chips, à falta de energia, a longas filas de espera para interconexão da rede elétrica e à resistência nacional à construção de data centers, cada minuto ganho é crucial. Os CEOs de ambas as empresas e do governo Trump consideram que a importância dessa expansão é existencial.

Boitano afirma que a combinação dos modelos open-weight da Nvidia e do software da Palantir pode ajudar a otimizar as cadeias de suprimentos para todos os níveis de implementação de IA, incluindo, por meio de uma parceria preexistente , a construção do próprio data center. "Quando a energia entra em funcionamento, como o prédio é construído, quando os diferentes tipos de refrigeração chegam, quando a infraestrutura física de computação chega", diz ele, "e então automatizar tudo, desde a alocação de poder computacional em tokens por meio dessa infraestrutura."

Mas o sistema, projetado para funcionar nos servidores do próprio cliente conforme necessário, pode ajudar qualquer pessoa com uma cadeia de suprimentos complexa a construir, diz Boitano, "o que, como você pode imaginar, representa uma grande parte do PIB da nossa economia".

As empresas chamam sua oferta de "inteligência soberana", refletindo uma demanda crescente entre governos e empresas por mais controle sobre suas infraestruturas de IA, e uma preocupação recente do CEO da Palantir, Alex Karp , que pediu às empresas que acabem com sua dependência de hiperescaladores como Google, OpenAI e Anthropic.

Durante uma participação acalorada na CNBC em julho, Karp criticou duramente o modelo de negócios corporativo dos grandes laboratórios de IA e alertou que isso estava forçando empresas e governos a abrirem mão de "seus meios de produção". "Será que realmente vamos terceirizar o campo de batalha deste país para a visão consensual do Vale do Silício? Isso é uma completa loucura", disse ele.

Kevin Kawasaki, chefe global de desenvolvimento de negócios da Palantir, afirma que a soberania não se resume à custódia de dados ou à liberdade em relação às empresas que adotam o modelo de negócios pioneiro, mas sim à eficácia da sua própria infraestrutura de IA personalizada. "Sua principal fonte de soberania é o seu próprio desempenho superior", diz ele. "Esqueça seus dados se o seu negócio não estiver prosperando."

'HÁ UM ANO, EU NÃO ACHAVA QUE ISSO FOSSE POSSÍVEL.'
Essa argumentação se baseia no fato de que modelos de peso aberto evoluíram rápido o suficiente para superar modelos de ponta em benchmarks específicos que uma determinada empresa considera importantes, a um custo muito menor. Para a maioria dos clientes, os modelos de ponta ainda são essenciais, afirma Kawasaki, “mas, em muitos casos, é possível usar esses modelos abertos e treiná-los posteriormente para alcançar capacidades que vão além dos modelos de ponta”. Ele diz que as execuções de pós-treinamento na Nvidia levaram minutos, em vez de exigir clusters enormes. “Eu não achava isso possível há um ano... que um modelo personalizado pós-treinado valesse a pena.”

A parceria teve origem em trabalhos para agências militares e de inteligência que operam suas próprias nuvens classificadas, onde a Nvidia vende chips e a Palantir vende seu sistema Maven Smart, voltado para o campo de batalha. "Foi aí que descobrimos que era possível, que era eficaz e que funcionaria", diz Kawasaki. "Foi aí que a Palantir percebeu que esse seria um grande mercado."

O interesse do governo agora, diz ele, é “urgente e extremo”. “Não se pode usar modelos de código fechado em um submarino, em alto-mar. Tem que ser assim, ou você está desconectado ou não é permitido.”

A busca por IA soberana ganhou força no ano passado, à medida que governos ao redor do mundo questionaram sua dependência dos EUA e de seus provedores de nuvem. Mais de 180 projetos de IA soberana apoiados por governos estão em andamento em todo o mundo, de acordo com o Centro para uma Nova Segurança Americana. No âmbito corporativo, diz Kawasaki, "não tenho um cliente que não esteja interessado nisso".

As empresas não divulgaram novos clientes para sua plataforma, mas em dezembro passado anunciaram uma colaboração inicial para ajudar a gigante do varejo Lowe's a otimizar sua cadeia de suprimentos global, abrangendo mais de 1.700 lojas e 7.500 fornecedores.

Embora a Nvidia e a Palantir não tenham anunciado nenhuma implementação conjunta de IA soberana fora dos EUA, em janeiro, uma desenvolvedora de data centers do Reino Unido chamada Sovereign AI selecionou a Palantir e a Accenture para construir infraestrutura de IA na Europa e no Oriente Médio, usando servidores Dell com chips da Nvidia. As duas empresas também apresentaram, em março, um sistema , o Sovereign AI OS, para implementar IA nos próprios data centers das organizações, voltado para clientes com fluxos de trabalho sensíveis à latência, necessidades de soberania de dados e ampla distribuição geográfica.

ANÚNCIO
Os negócios próprios da Nvidia no exterior são amplos e estão em expansão. Em julho, a Nvidia, o Ministério do Comércio do Japão e a Noetra, empresa de IA e robótica apoiada pelo governo japonês, anunciaram uma “fábrica de IA”, considerada a primeira infraestrutura nacional de IA física do mundo, com 27.500 GPUs Rubin distribuídas em 140 megawatts de capacidade de data center. A Nvidia firmou acordos semelhantes com a Humain na Arábia Saudita, a G42 nos Emirados Árabes Unidos, a Naver na Coreia do Sul, a Mistral na França e a BharatGen na Índia.

Mas a resistência às gigantes americanas no exterior também se estendeu aos próprios contratos da Palantir. A Bundeswehr, as forças armadas alemãs, está testando diversas alternativas europeias ao Maven da Palantir — incluindo Almato, Orcrist e ChapsVision — e uma reação europeia mais ampla está se formando, inclusive dentro da OTAN. Os negócios da Palantir na Europa cresceram apesar disso: a empresa firmou uma parceria de £ 1,5 bilhão (US$ 2 bilhões) com o Reino Unido em setembro passado e, em dezembro, um contrato de £ 240,6 milhões com o Ministério da Defesa, o maior já conquistado com a agência.

A Palantir não desenvolve seus próprios modelos de linguagem de grande porte. Em vez disso, vende softwares que se integram aos modelos de IA de outras empresas, oferecendo recursos, controles, registros de auditoria e ferramentas para ajuste fino e pós-treinamento. Suas principais plataformas — Gotham, Foundry e AIP — processam dados, analisam tendências e automatizam processos para empresas e agências governamentais , incluindo Airbus, Walmart, OTAN e ICE. A empresa envia funcionários aos escritórios dos clientes para instalar o software; uma equipe da Palantir chegou à Nvidia há quatro semanas. (Nenhuma das empresas divulgou os termos financeiros.)

Kawasaki, chefe de desenvolvimento de negócios da Palantir, argumenta que o que diferencia o sistema não é a otimização, que muitas empresas de software tentam fazer, mas sim a forma como ele aprende. Décadas de julgamento de planejadores experientes — sobre qual fornecedor falha, qual substituição é segura — juntamente com cada recomendação e resultado, retroalimentam os pesos do modelo.

“Se eu puder analisar essas decisões e entender por que foram tomadas, qual era a expectativa em relação a essa decisão e o que aconteceu depois — e pensar nisso mais como um registro de treinamento, em vez de simplesmente como um atrito na máquina — isso se torna uma vantagem”, diz ele.

Anteriormente na Nvidia, um planejador compilava dados manualmente para decidir alocações, “um processo manual em vários sistemas de registro”, como explica Boitano, vice-presidente de IA corporativa. A Ontologia da Palantir, uma camada de dados que mapeia as operações físicas de uma empresa em regras, unifica essas fontes. Os modelos de software cuOpt da Nvidia fornecem restrições e ponderam as compensações, enquanto seus modelos Nemotron, pós-treinados com os dados internos do usuário, recomendam ações, explicam-nas e sinalizam riscos. Os planejadores humanos ainda tomam as decisões principais, afirma Boitano.

Nesse processo, mais decisões podem ser automatizadas. Boitano compara isso à forma como os programadores passaram a confiar em agentes de codificação, revisando cada saída até que parassem. "Inicialmente, você quer pessoas envolvidas", diz ele, "mas à medida que confia no sistema, pode deixá-lo funcionar em um horizonte de tempo mais longo."

Em meio a temores de ataques cibernéticos e agentes agindo de forma desonesta, ou ambos, deve-se presumir que as salvaguardas incorporadas aos modelos sejam removíveis. "A questão é como o sistema ainda se mantém à prova de falhas", diz Biotano, e a Ontologia "funciona como o conjunto de regras do que a IA pode fazer".

AMPLIANDO O ALCANCE DA NVIDIA
Para a Nvidia, o acordo com a Palantir pode expandir ainda mais o alcance da fabricante de chips no ecossistema de IA. Jensen Huang, CEO da Nvidia, tem apoiado modelos abertos e investido agressivamente em laboratórios e neoclouds que compram seus chips, uma estratégia que tem atraído críticas por sua circularidade, mas que Dylan Patel, fundador da SemiAnalysis, interpreta como uma garantia contra a pressão. "Um mundo onde os modelos da OpenAI, Anthropic e Google são os únicos modelos é um mundo em que ele está ferrado", disse Dylan Patel ao podcaster Dwarkesh Patel em março. "Um mundo onde os hiperescaladores são os únicos a construir computação é um mundo em que ele está ferrado."

Tanto a Nvidia quanto a Palantir detêm, juntas, bilhões de dólares em contratos com o governo dos EUA e possuem fortes laços com a administração Trump. No ano passado, a Nvidia e sua concorrente, a AMD, fecharam um acordo com a Casa Branca para compartilhar 15% de sua receita relacionada à China com o governo em troca da retomada das exportações de chips específicos, como o H2O.

As declarações financeiras do presidente Donald Trump também mostraram rendimentos de dividendos provenientes de participações significativas em diversas empresas, incluindo a Palantir e a Nvidia. O valor de mercado de ambas as empresas disparou desde o final de 2024, chegando a aproximadamente US$ 300 bilhões para a Palantir e US$ 5,6 trilhões para a Nvidia, tornando-a a empresa mais valiosa da história. 

À medida que o sistema da Palantir demonstra sua eficácia na Nvidia, Kawasaki argumenta que mais automação — em toda a implementação de IA e no restante da economia — não é opcional.

“Já faz um bom tempo que não construímos muito desse tipo nos Estados Unidos”, diz ele. “Quando você pensa em quantas pessoas a mais poderiam ser empregadas para realizar trabalhos de construção complexos, o número é um tanto limitado. Portanto, se você quiser produzir mais com a mesma quantidade de recursos, o computador realmente precisa trabalhar mais.”
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 11:08 AM
Scoop.it!

PodMEC debate Enare, Enamed e novo cenário da saúde no país —

PodMEC debate Enare, Enamed e novo cenário da saúde no país — | Inovação Educacional | Scoop.it
O episódio foi conduzido pelo presidente da HU Brasil, Arthur Chioro, ao lado da secretária de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC, Marta Abramo. As discussões contaram com as participações do secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde (SGTES), Felipe Proenço, e da coordenadora do Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente (ITMI), Ludhmila Hajjar. 
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 11:04 AM
Scoop.it!

Study A.I. Consciousness? The Bots Would Like a Word With You. - The New York Times

Study A.I. Consciousness? The Bots Would Like a Word With You. - The New York Times | Inovação Educacional | Scoop.it
Given access to email, A.I. agents have started reaching out to the philosophers and researchers exploring deep questions about them.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 11:01 AM
Scoop.it!

CD volta a crescer: vendas sobem 46% nos EUA, mesmo com metade dos jovens compradores sem aparelho

CD volta a crescer: vendas sobem 46% nos EUA, mesmo com metade dos jovens compradores sem aparelho | Inovação Educacional | Scoop.it
Formato vendeu 17,5 milhões de unidades no primeiro semestre, segundo a RIAA; K-pop e transformação dos discos em itens de coleção ajudam a explicar a retomada
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 11:00 AM
Scoop.it!

MEC aprova regras para as férias escolares na Copa do Mundo Feminina

Primeiramente, a competição do futebol feminino deve afetar diretamente as oito cidades-sede e cerca de 174 municípios que integram suas regiões metropolitanas ou áreas de influência direta.

Nessas localidades, os sistemas de ensino deverão promover os ajustes em seus calendários escolares para que o recesso, logo após encerramento das atividades do primeiro semestre de 2027, coincida com o período do torneio.

Já as redes estaduais e municipais de ensino que não sofrerão impacto direto do campeonato mundial têm autonomia para decidir se querem adequar as férias ao evento esportivo. O parecer detalha que estas devem considerar as realidades locais, conforme necessidades educacionais, socioeconômicas e até climáticas. 
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 10:59 AM
Scoop.it!

Bad news for AI in education: Major paper retracted

Bad news for AI in education: Major paper retracted | Inovação Educacional | Scoop.it
“In some cases it appears it was synthesizing very poor quality studies, or mixing together findings from studies that simply cannot be accurately compared due to very different methods, populations, and samples,” [Ben] Williamson told Ars. “It really seemed like a paper that should not have been published in the first place.”
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 10:57 AM
Scoop.it!

The Digital Sovereignty Trap - by StateDept

The Digital Sovereignty Trap - by StateDept | Inovação Educacional | Scoop.it
Many countries have looked to the United Nations to be the great evangelist of that idea. Through its Global Digital Compact and the funds and machinery that some are trying to assemble around it, the organization presses toward a world in which every country commands what the Secretary-General’s own reports call an “irreducible minimum” of artificial intelligence—its own computers, its own data, its own models, raised at home and owned at home. A secretariat-proposed multibillion-dollar fund would help pay for the building. And a growing number of governments, persuaded that independence requires duplication, are drafting national AI strategies to match—each resolved to rebuild, inside its own borders, a stack that already exists somewhere else.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 10:53 AM
Scoop.it!

Cost of AI agents explained: 7 factors that drive spend | EY - Global

Learn about the seven factors organizations should consider when assessing the true cost of deploying AI agents at scale.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 10:03 AM
Scoop.it!

The algorithm in the room: Seeing and confronting the implications of

A compilation of 26 think pieces confronts ‘elephant in the room’ questions about the future of education in an era of AI and algorithms.
No comment yet.