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Inovação Educacional
September 10, 2024 9:19 AM
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O que acontece quando a maioria faz uso de uma IA para realizar suas atividades laborais? E, no caso dos estudantes, quando os trabalhos passam a ser produzidos com o apoio de uma IA generativa? Luciano Sathler É PhD em administração pela USP e membro do Conselho Deliberativo do CNPq e do Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais As diferentes aplicações de Inteligência Artificial (IA) generativa são capazes de criar novos conteúdos em texto, imagens, áudios, vídeos e códigos para software. Por se tratar de um tipo de tecnologia de uso geral, a IA tende a ser utilizada para remodelar vários setores da economia, com impactos políticos e sociais, assim como aconteceu com a adoção da máquina a vapor, da eletricidade e da informática. Pesquisas recentes demonstram que a IA generativa aumenta a qualidade e a eficiência da produção de atividades típicas dos trabalhadores de colarinho branco, aqueles que exercem funções administrativas e gerenciais nos escritórios. Também traz maior produtividade nas relações de suporte ao cliente, acelera tarefas de programação e aprimora mensagens de persuasão para o marketing. O revólver patenteado pelo americano Samuel Colt, em 1835, ficou conhecido como o "grande equalizador". A facilidade do seu manuseio e a possibilidade de atirar várias vezes sem precisar recarregar a cada disparo foram inovações tecnológicas que ampliaram a possibilidade individual de ter um grande potencial destrutivo em mãos, mesmo para os que tinham menor força física e costumavam levar desvantagem nos conflitos anteriores. À época, ficou famosa a frase: Abraham Lincoln tornou todos os homens livres, mas Samuel Colt os tornou iguais. Não fazemos aqui uma apologia às armas. A alegoria que usamos é apenas para ressaltar a necessidade de investir na formação de pessoas que sejam capazes de usar a IA generativa de forma crítica, criativa e que gerem resultados humanamente enriquecidos. Para não se tornarem vítimas das mudanças que sobrevirão no mundo do trabalho. A IA generativa é um meio viável para equalizar talentos humanos, pois pessoas com menor repertório cultural, científico ou profissional serão capazes de apresentar resultados melhores se souberem fazer bom uso de uma biblioteca de prompts. Novidade e originalidade tornam-se fenômenos raros e mais bem remunerados. A disseminação da IA generativa tende a diminuir a diversidade, reduz a heterogeneidade das respostas e, consequentemente, ameaça a criatividade. Maior padronização tem a ver com a automação do processo. Um resultado que seja interessante, engraçado ou que chama atenção pela qualidade acima da média vai passar a ser algo presente somente a partir daqueles que tiverem capacidade de ir além do que as máquinas são capazes de entregar. No caso dos estudantes, a avaliação da aprendizagem precisa ser rápida e seriamente revista. A utilização da IA generativa extrapola os conceitos usualmente associados ao plágio, pois os produtos são inéditos – ainda que venham de uma bricolagem semântica gerada por algoritmos. Os relatos dos professores é que os resultados melhoram, mas não há convicção de que a aprendizagem realmente aconteceu, com uma tendência à uniformização do que é apresentado pelos discentes. Toda Instituição Educacional terá as suas próprias IAs generativas. Assim como todos os professores e estudantes. Estarão disponíveis nos telefones celulares, computadores e até mesmo nos aparelhos de TV. É um novo conjunto de ferramentas de produtividade. Portanto, o desafio da diferenciação passa a ser ainda mais fundamental diante desse novo "grande equalizador". Se há mantenedores ou investidores sonhando com a completa substituição dos professores por alguma IA já encontramos pesquisas que demonstram que o uso intensivo da Inteligência Artificial leva muitos estudantes a reduzirem suas interações sociais formais ao usar essas ferramentas. As evidências apontam que, embora os chatbots de IA projetados para fornecimento de informações possam estar associados ao desempenho do aluno, quando o suporte social, bem-estar psicológico, solidão e senso de pertencimento são considerados, isso tem um efeito negativo, com impactos piores no sucesso, bem-estar e retenção do estudante. Para não cair na vala comum e correr o risco de ser ameaçado por quem faz uso intensivo da IA será necessário se diferenciar a partir das experiências dentro e fora da sala de aula – online ou presencial; humanizar as relações de ensino-aprendizagem; implementar metodologias que privilegiem o protagonismo dos estudantes e fortaleçam o papel do docente no processo; usar a microcertificação para registrar e ressaltar competências desenvolvidas de forma diferenciada, tanto nas hard quanto soft skills; e, principalmente, estabelecer um vínculo de confiança e suporte ao discente que o acompanhe pela vida afora – ninguém mais pode se dar ao luxo de ter ex-alunos. Atenção: esse artigo foi exclusivamente escrito por um ser humano. O editor, Michael França, pede para que cada participante do espaço "Políticas e Justiça" da Folha sugira uma música aos leitores. Nesse texto, a escolhida por Luciano Sathler foi "O Ateneu" de Milton Nascimento.
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Today, 9:46 AM
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Ferramentas são destinadas ao auxílio da escolarização de estudantes com deficiência.
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Today, 9:43 AM
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Para aprofundar o debate sobre os obstáculos de acesso, permanência e qualidade no ensino, o Nexo traz uma série sobre “Desigualdades raciais na educação”, produzida com o apoio da Imaginable Futures e do Instituto Îandé. Ambas as organizações estão promovendo um projeto coletivo de investigação sobre o tema, que conta com sete centros de pesquisa
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Inovação Educacional
Today, 9:41 AM
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Foco não deveria ser na investigação sobre o uso da inteligência artificial, mas saber se por trás de cada trabalho há um estudante realmente pensando
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Inovação Educacional
Today, 9:32 AM
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A conclusão do ensino superior está associada a um salto expressivo de renda entre os profissionais ouvidos pela 5ª Pesquisa de Empregabilidade do Instituto Semesp. O rendimento médio mensal bruto passou de R$ 2,7 mil antes da graduação para R$ 5,8 mil depois do diploma, uma alta de 110%. Ao mesmo tempo, a transição da faculdade para o mercado continua cercada de obstáculos — e a falta de experiência é apontada por 42,8% dos egressos como a principal dificuldade para conseguir uma atividade remunerada.
O levantamento mostra que 82% dos formados exercem alguma atividade. Considerando apenas quem tem atividade remunerada, 77,1% trabalham na própria área de formação e 22,9% atuam em outro campo. A situação, porém, varia bastante conforme o curso e a modalidade de ensino.
Os dados também revelam diferenças importantes na inserção profissional: Medicina lidera entre os cursos com maior proporção de formados trabalhando na própria área, e egressos de graduações presenciais conseguem atuar na profissão com mais frequência do que os de cursos à distância.
Trabalhar no campo de formação e avançar para a pós-graduação aparecem associados a rendimentos mais altos, enquanto as mulheres têm média salarial 42,3% menor que a dos homens na amostra. Diante das dificuldades de entrada no mercado, os participantes defendem mais estágios, atividades práticas e aproximação das instituições de ensino com as empresas.
Agora no g1
A pesquisa ouviu 4.106 egressos de 200 instituições e 134 cursos de todo o Brasil, entre 8 de julho e 23 de agosto de 2026.
Medicina lidera empregabilidade na própria área Medicina aparece no topo entre as graduações com maior percentual de profissionais empregados na própria área: 95,7%.
Até 39 candidatos por vaga: por que ficou tão difícil conseguir uma residência médica no Brasil? Na sequência, aparecem aparece Odontologia (84,5%), Engenharia Elétrica (80%), Sistemas de Informação (79,2%), Farmácia (77,4%), Fisioterapia (77,1%), Educação Física (75%), Pedagogia (74,8%), Medicina Veterinária (70,4%) e Psicologia (69,4%).
No outro extremo, alguns cursos têm parcelas maiores de profissionais trabalhando fora da área de formação. O maior percentual aparece em Gestão de Pessoas/RH, com 42,2%, seguido por Marketing (32,1%), Engenharia Civil (31%), Análise e Desenvolvimento de Sistemas (30%), Engenharia de Produção (26,1%), Logística (24,6%) e Biomedicina (24,3%).
Já entre os cursos com maior proporção de egressos sem exercer atividade remunerada no momento da pesquisa, Biomedicina e Marketing aparecem empatados, ambos com 34%. Depois vêm Ciência da Computação (32,5%), Gestão de Pessoas/RH (32,2%), Análise e Desenvolvimento de Sistemas (28%), Logística e Gastronomia (26,3% cada), Nutrição (25,2%), Biologia (24,5%) e Estética e Cosmética (23,3%). Também nesse recorte foram considerados apenas cursos com mais de 20 respostas.
Presencial tem maior proporção de formados trabalhando na área A modalidade da graduação também aparece associada a diferenças na inserção profissional.
Entre os egressos com atividade remunerada que fizeram um curso presencial, 81,3% trabalham na área em que se formaram. Entre os que cursaram uma graduação semipresencial, são 75%. No EAD, o índice cai para 58,4%.
Consequentemente, 41,6% dos formados em cursos à distância que têm atividade remunerada trabalham em uma área diferente daquela da graduação, ante 18,7% entre os que fizeram cursos presenciais.
A amostra da pesquisa, no entanto, é fortemente concentrada no ensino privado: 98,5% dos entrevistados fizeram a graduação em instituições particulares, sendo 53,3% com bolsa ou financiamento e 45,2% sem esses recursos.
Além disso, 66% haviam terminado a graduação havia menos de três anos, o que dá ao levantamento uma presença importante de profissionais em fases iniciais da trajetória após o diploma.
Falta experiência para conseguir emprego, mas vagas exigem experiência Apesar dos indicadores de inserção, os relatos dos entrevistados revelam um problema na passagem entre a universidade e o mercado.
Questionados sobre as dificuldades para exercer uma atividade remunerada após o ensino superior, 42,8% apontaram a falta de experiência na área. Em seguida aparecem salários baixos, citados por 29,6%, e falta de vagas na área de formação, mencionada por 26,2%.
Também foram citadas a adaptação à nova rotina profissional (16%), dificuldades de networking (15,7%) e falta de vagas em qualquer área (9,3%). Como era possível selecionar mais de uma alternativa, os percentuais não somam 100%.
A dificuldade ocorre mesmo em uma amostra na qual boa parte dos entrevistados já tinha contato com o mercado antes de receber o diploma. Seis em cada dez (60,6%) já exerciam atividade remunerada durante a graduação, enquanto 18,1% fizeram estágio remunerado ou não remunerado e 21,3% não trabalhavam.
Nas respostas abertas de quem se sentiu pouco ou nada preparado para o mercado, aparecem repetidamente a falta de experiência prática, a insuficiência de estágios e a distância entre a teoria ensinada na graduação e as demandas encontradas no trabalho. Os entrevistados também mencionaram cursos pouco atualizados, falta de oportunidades e necessidade de buscar qualificação complementar depois da faculdade.
Diploma praticamente dobra rendimento médio Se entrar no mercado ainda representa um desafio, os números da pesquisa indicam uma mudança importante de renda depois da formação.
O rendimento médio bruto dos entrevistados passou de R$ 2,7 mil antes da conclusão do ensino superior para R$ 5,8 mil depois, crescimento de 110%. Na edição anterior da pesquisa, realizada em 2024, os valores eram de R$ 2,4 mil antes e R$ 4,6 mil depois, uma diferença de 90%.
O estudo faz uma ressalva: o aumento não pode ser atribuído exclusivamente ao diploma, porque também pode refletir experiência profissional, progressão na carreira e mudanças de ocupação.
Entre os profissionais que exercem alguma atividade, a maior concentração está na faixa de R$ 3 mil a R$ 5 mil mensais, com 29,1%. Outros 22,5% recebem entre R$ 5 mil e R$ 10 mil. Somadas, as faixas de R$ 2 mil a R$ 10 mil reúnem 68,2% dos respondentes.
Trabalhar na área está associado a salários mais altos Os resultados também apontam diferenças entre quem conseguiu seguir a profissão escolhida e quem trabalha em outro setor.
Entre os egressos que atuam na área de formação, 55,9% recebem até R$ 5 mil, 34,3% estão entre R$ 5 mil e R$ 15 mil e 9,8% ganham mais de R$ 15 mil.
Para quem trabalha fora da área em que se formou, 74% recebem até R$ 5 mil, 22,2% estão entre R$ 5 mil e R$ 15 mil e apenas 3,7% superam os R$ 15 mil.
O estudo ressalta que esses números, isoladamente, não permitem concluir que trabalhar fora da área cause uma renda menor. Eles mostram uma associação entre atuar na profissão de formação e uma presença maior nas faixas salariais mais elevadas.
Pós-graduação aparece associada a renda maior O nível de escolaridade também está relacionado a diferenças expressivas de remuneração.
Segundo o levantamento, a renda média mensal é de R$ 4.630 entre quem tem graduação como maior nível de escolaridade. O valor sobe para R$ 6.684 entre os profissionais com pós-graduação lato sensu, como especialização e MBA, e alcança R$ 9.262 entre aqueles com pós-graduação stricto sensu, grupo que inclui mestrado, doutorado e pós-doutorado.
A diferença também aparece na distribuição das faixas salariais. Entre os graduados, 73,2% recebem até R$ 5 mil. O percentual cai para 49,8% entre quem tem especialização ou MBA e para 26,9% entre aqueles com formação stricto sensu.
A continuidade dos estudos é frequente na amostra. Depois da graduação, 50,6% fizeram cursos on-line, 49,6% cursos livres, 42,1% certificações profissionais e 36,6% especialização. Apenas 15,4% disseram não ter realizado nenhuma formação adicional. Como a pergunta permitia mais de uma resposta, um mesmo participante podia aparecer em diferentes categorias.
Mulheres têm rendimento médio 42,3% menor que o dos homens na amostra A pesquisa também encontrou uma diferença relevante de remuneração por gênero entre os participantes com atividade remunerada.
A média salarial das mulheres é de R$ 4.913, contra R$ 6.992 entre os homens. De acordo com o estudo, isso significa que a média masculina é 42,3% superior à feminina — ou cerca de 1,4 vez o rendimento das mulheres.
As diferenças aparecem também nas faixas de renda: 70% das mulheres recebem até R$ 5 mil, contra 46,9% dos homens. Na faixa superior a R$ 15 mil, estão 4,8% delas e 12,4% deles. A análise não incluiu respondentes de outros gêneros devido ao tamanho insuficiente da amostra.
O levantamento também registra diferença na satisfação com a trajetória profissional: 65,8% das mulheres se declararam satisfeitas ou muito satisfeitas, ante 74,3% dos homens.
Inteligência artificial já muda o trabalho, mas graduação deixa lacuna Outro ponto destacado pela pesquisa é a distância entre a velocidade das mudanças tecnológicas no mercado e a preparação recebida durante o ensino superior.
Quase metade dos entrevistados — 49,4% — afirma que a inteligência artificial aumentou sua produtividade ou transformou significativamente suas atividades. Separadamente, 29,9% dizem que a tecnologia aumentou a produtividade e 19,5% afirmam que ela mudou de maneira significativa o que fazem. Outros 20,6% dizem que a IA exigiu novas competências.
Apesar disso, somente 27,8% avaliam que a graduação os preparou plena ou parcialmente para usar ferramentas digitais e inteligência artificial. Apenas 7,1% se consideram plenamente preparados e 20,7%, parcialmente preparados. Outros 26,5% dizem ter recebido pouca preparação e 45,7%, nenhuma.
Nas considerações finais, o levantamento aponta justamente as competências relacionadas à IA entre as principais lacunas identificadas, ao lado de visão de negócios, empreendedorismo, liderança, comunicação e inteligência emocional.
Egressos pedem mais estágio e aproximação com empresas Ao serem questionados sobre como as instituições poderiam ajudá-los mais na busca por emprego, os participantes concentraram as respostas em uma maior conexão entre universidade e mercado.
Entre as sugestões estão ampliar parcerias com empresas, criar programas de primeiro emprego, aumentar a oferta de estágios — especialmente remunerados —, divulgar vagas, oferecer orientação de carreira e preparar estudantes para currículos e entrevistas.
Os egressos também defendem mais atividades práticas, projetos reais e vivências profissionais durante a graduação, além de atualização dos currículos diante das mudanças do mercado. O uso prático de novas tecnologias e inteligência artificial aparece entre as demandas, assim como acompanhamento dos alunos mesmo depois da formatura e preparação para empreendedorismo e trabalho autônomo.
No balanço final, a própria pesquisa resume o cenário em duas frentes: o diploma permanece associado à mobilidade profissional e econômica, mas, sozinho, não encerra a formação nem elimina as barreiras de entrada no mercado. Experiência, competências digitais e atualização contínua ganham peso na trajetória dos profissionais.
O levantamento ressalta que não tem pretensões acadêmicas ou científicas. Entre os objetivos estão acompanhar inserção profissional, renda, satisfação com a carreira, desenvolvimento de competências e os impactos da formação superior.
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Inovação Educacional
Today, 9:30 AM
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"Work on your handwriting, because at the freshman level, we have decided – most of my colleagues have decided – that assigning papers is a challenge," Kurk Dorsey said. "It's almost impossible to use AI to write a blue book exam. And so, this is the way we want to test our students, have them write in class."
"The mechanical effort of writing for that long is hard," Molly Dorsey said.
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Today, 9:28 AM
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A prova de redação exigirá de você a produção de um texto dissertativo-argumentativo, em modalidade escrita formal da língua portuguesa, sobre um tema de ordem social, científica, cultural ou política. Os aspectos a serem avaliados relacionam-se às competências que devem ter sido desenvolvidas ao longo de sua formação, ou seja, ao final do ensino médio. Nessa redação, você deverá defender um ponto de vista — uma opinião a respeito do tema proposto —, apoiada em argumentos consistentes, estruturados com coerência e coesão, formando uma unidade textual.
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Today, 9:26 AM
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No Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro, iniciativa do MEC e da Capes recebe propostas de universidades públicas para integrar rede nacional voltada à Educação Especial Inclusiva
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Today, 9:25 AM
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Escritor, pesquisador e ativista do movimento negro fala da busca por equidade racial e de como a escravidão ainda reverbera diariamente na nossa sociedade
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Today, 9:24 AM
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No planejamento urbano, urbanistas como Erminia Maricato e Raquel Rolnik mostram que a falta de planejamento é, na verdade, uma escolha intencional. Deixar a periferia sem infraestrutura e serviços atende a um projeto articulado entre o mercado imobiliário e o Estado. Lidar com essa realidade é desafiador, pois temos que crer nas instituições, enquanto a desigualdade opera como política.
A essa dimensão junta-se outro fator fundamental: o racismo. No Brasil, o racismo estrutura a sociedade e define a divisão de classes, e não o contrário. Digo isso por experiência própria: da graduação ao doutorado na Universidade de São Paulo, não tive professores negros nem docentes que pautassem a questão racial nos debates de Geografia ou Arquitetura. A política de cotas redimensiona brutalmente essa discussão, pois os estudantes negros passaram a tensionar a academia, forçando a revisão de teorias e alterando a própria epistemologia da ciência e dos projetos políticos.
Embora a desigualdade seja um dado perene, ela não é um destino inevitável. Por ser um projeto construído, pode ser combatido em âmbitos individual, coletivo e institucional. Nas Humanidades, temos um exercício crítico muito bem afinado, mas ainda enfrentamos dificuldades para formular a operacionalidade das soluções, fruto do caráter elitista da nossa universidade. A ampliação de políticas de inclusão, como as cotas em concursos públicos recém-aprovadas na Unicamp, traz novos segmentos populacionais para o debate. É assim que construiremos inteligência coletiva para enfrentar os efeitos deletérios da desigualdade e colocar em jogo um novo projeto de país.”
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Today, 9:22 AM
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Some are going to absurd lengths to use AI to complete their assessments while avoiding being caught cheating. Meanwhile, exam scores are dropping off a cliff as students struggle to get by without using the tech as a crutch.
The effects extend far beyond bad grades. Some college students are losing the ability to participate in class discussions, a terrifying consequence of offloading their cognitive facilities to AI.
In a report on the state of education last month, MIT researchers warned that the alarming trend is leading to “cognitive surrender,” effectively overriding their own intellectual agency with the output of AI.
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Today, 9:21 AM
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Inep discute reforma ampla do exame, adaptando-o à Base Nacional Comum Curricular e ao novo ensino médio; proposta deve ser finalizada até o fim do ano e implementada gradualmente até 2032
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Today, 9:19 AM
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Mais de 625 mil estudantes concluintes e profissionais já formados em cursos de licenciatura participam, neste domingo, 20 de setembro, da primeira edição da Prova Nacional Docente (PND). O exame será realizado em todo o país e poderá ter a nota utilizada em processos de seleção de professores por estados e municípios que decidirem aderir à iniciativa. Para os estudantes que ainda estão concluindo a graduação, a PND corresponde à avaliação teórica obrigatória do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas. A participação no exame é requisito para a conclusão do curso e obtenção do diploma.
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Today, 9:56 AM
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O curso Metodologias, Tecnologias Digitais e IA é oferecido em parceria com o Ministério da Educação, no âmbito da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (ENEC), e foi aprovado no Edital de Chamamento Público Nº 2 de 2024. Ele explora metodologias ativas e o uso de tecnologias digitais na educação, abordando práticas inovadoras para o ensino híbrido. Os participantes desenvolverão estratégias pedagógicas alinhadas à BNCC, incorporando recursos digitais interativos para aprimorar o processo de ensino-aprendizagem.
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Today, 9:46 AM
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Um professor de Filosofia do ensino médio recebeu, em média, R$ 4.082 por mês em 2025. Para um professor de Matemática, a média foi de R$ 5.726. Em disciplinas pedagógicas, chegou a R$ 7.294.
Os números ajudam a dimensionar um dos problemas apontados pela "2ª Pesquisa Apagão dos Professores", do Instituto Semesp: a baixa atratividade financeira da carreira em um momento em que o Brasil precisa incorporar uma nova geração de docentes para substituir profissionais próximos da aposentadoria.
Considerando o ensino médio como um todo, a remuneração média foi de R$ 6.574. O valor corresponde a aproximadamente 80% da renda média dos trabalhadores brasileiros com ensino superior completo, de R$ 8,1 mil.
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Today, 9:41 AM
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Apostas online começam pelo menos aos 11 anos e alcançam mais de 20% de estudantes dos anos finais do ensino fundamental e do médio, diz estudo
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Today, 9:40 AM
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Pesquisa feita pelo Instituto Semesp com base em dados do Censo Escolar e do Censo da Educação Superior revela dificuldade de reposição do quadro docente
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Today, 9:30 AM
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Google's AI Educator Series now offers college credits for teacher training programs
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Today, 9:29 AM
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Universities are responding along four distinct tracks—faster competency-based credentials, AI-embedded instruction, lower-stakes assessment, and intensive human-formation programs—each trading away different parts of the traditional bundle.
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Today, 9:27 AM
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O s participantes que se preparam para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 já podem consultar a nova edição da cartilha “A Redação do Enem 2026 – Cartilha do Participante”. Também estão disponíveis versões da cartilha com orientações específicas para participantes com dislexia, com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e para participantes surdos ou com deficiência auditiva.
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Today, 9:25 AM
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Se a insegurança alimentar insiste em ferir as experiências de vida de mulheres negras e de suas famílias, existe um projeto de sociedade que naturaliza a violação desse direito humano fundamental
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Today, 9:24 AM
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Especialistas afirmam que a falta de horas livres no dia é resultado de uma visão machista sobre o trabalho doméstico e ajuda a perpetuar desigualdades
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Today, 9:23 AM
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There are early signs the use of artificial intelligence is impacting learning, with a study finding use of the technology lifted homework results, while exam scores fell by 20 per cent.
Some young people are boycotting the technology, while neuroscientists are worried deep thinking being increasingly offloaded to AI could impact the development of neural connections in the brain.
What's next? As humans adapt to using the new tool, the rise of AI might prompt a rethink in how education is delivered and assessed.
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Today, 9:22 AM
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“Mesmo no presencial, é difícil acertar essa equação. Não é raro vermos situações em que o aluno usa a IA para fazer trabalhos e o professor utiliza o recurso para corrigir. O caminho, a meu ver, é pensar em currículos mais baseados em projetos. Por exemplo: pedir ao aluno que desenvolva um plano de negócio para uma startup. Assim, ele precisará utilizar conhecimentos financeiros, de sustentabilidade, entre outros”, diz.
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Today, 9:19 AM
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Prova será aplicada em 806 cidades, a partir das 13h30; exame tem 80 questões e uma questão discursiva e pode ser usado em processos seletivos e concursos para professores da educação básica.
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Today, 9:18 AM
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O curso explora a integração do ensino híbrido e de metodologias ativas com o cotidiano da sala de aula. O foco está no desenvolvimento da fluência técnico-conceitual dos educadores, fornecendo subsídios para o planejamento, a construção e a avaliação de estratégias pedagógicas alinhadas às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
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