O que acontece quando a maioria faz uso de uma IA para realizar suas atividades laborais? E, no caso dos estudantes, quando os trabalhos passam a ser produzidos com o apoio de uma IA generativa? Luciano Sathler É PhD em administração pela USP e membro do Conselho Deliberativo do CNPq e do Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais As diferentes aplicações de Inteligência Artificial (IA) generativa são capazes de criar novos conteúdos em texto, imagens, áudios, vídeos e códigos para software. Por se tratar de um tipo de tecnologia de uso geral, a IA tende a ser utilizada para remodelar vários setores da economia, com impactos políticos e sociais, assim como aconteceu com a adoção da máquina a vapor, da eletricidade e da informática. Pesquisas recentes demonstram que a IA generativa aumenta a qualidade e a eficiência da produção de atividades típicas dos trabalhadores de colarinho branco, aqueles que exercem funções administrativas e gerenciais nos escritórios. Também traz maior produtividade nas relações de suporte ao cliente, acelera tarefas de programação e aprimora mensagens de persuasão para o marketing. O revólver patenteado pelo americano Samuel Colt, em 1835, ficou conhecido como o "grande equalizador". A facilidade do seu manuseio e a possibilidade de atirar várias vezes sem precisar recarregar a cada disparo foram inovações tecnológicas que ampliaram a possibilidade individual de ter um grande potencial destrutivo em mãos, mesmo para os que tinham menor força física e costumavam levar desvantagem nos conflitos anteriores. À época, ficou famosa a frase: Abraham Lincoln tornou todos os homens livres, mas Samuel Colt os tornou iguais. Não fazemos aqui uma apologia às armas. A alegoria que usamos é apenas para ressaltar a necessidade de investir na formação de pessoas que sejam capazes de usar a IA generativa de forma crítica, criativa e que gerem resultados humanamente enriquecidos. Para não se tornarem vítimas das mudanças que sobrevirão no mundo do trabalho. A IA generativa é um meio viável para equalizar talentos humanos, pois pessoas com menor repertório cultural, científico ou profissional serão capazes de apresentar resultados melhores se souberem fazer bom uso de uma biblioteca de prompts. Novidade e originalidade tornam-se fenômenos raros e mais bem remunerados. A disseminação da IA generativa tende a diminuir a diversidade, reduz a heterogeneidade das respostas e, consequentemente, ameaça a criatividade. Maior padronização tem a ver com a automação do processo. Um resultado que seja interessante, engraçado ou que chama atenção pela qualidade acima da média vai passar a ser algo presente somente a partir daqueles que tiverem capacidade de ir além do que as máquinas são capazes de entregar. No caso dos estudantes, a avaliação da aprendizagem precisa ser rápida e seriamente revista. A utilização da IA generativa extrapola os conceitos usualmente associados ao plágio, pois os produtos são inéditos – ainda que venham de uma bricolagem semântica gerada por algoritmos. Os relatos dos professores é que os resultados melhoram, mas não há convicção de que a aprendizagem realmente aconteceu, com uma tendência à uniformização do que é apresentado pelos discentes. Toda Instituição Educacional terá as suas próprias IAs generativas. Assim como todos os professores e estudantes. Estarão disponíveis nos telefones celulares, computadores e até mesmo nos aparelhos de TV. É um novo conjunto de ferramentas de produtividade. Portanto, o desafio da diferenciação passa a ser ainda mais fundamental diante desse novo "grande equalizador". Se há mantenedores ou investidores sonhando com a completa substituição dos professores por alguma IA já encontramos pesquisas que demonstram que o uso intensivo da Inteligência Artificial leva muitos estudantes a reduzirem suas interações sociais formais ao usar essas ferramentas. As evidências apontam que, embora os chatbots de IA projetados para fornecimento de informações possam estar associados ao desempenho do aluno, quando o suporte social, bem-estar psicológico, solidão e senso de pertencimento são considerados, isso tem um efeito negativo, com impactos piores no sucesso, bem-estar e retenção do estudante. Para não cair na vala comum e correr o risco de ser ameaçado por quem faz uso intensivo da IA será necessário se diferenciar a partir das experiências dentro e fora da sala de aula – online ou presencial; humanizar as relações de ensino-aprendizagem; implementar metodologias que privilegiem o protagonismo dos estudantes e fortaleçam o papel do docente no processo; usar a microcertificação para registrar e ressaltar competências desenvolvidas de forma diferenciada, tanto nas hard quanto soft skills; e, principalmente, estabelecer um vínculo de confiança e suporte ao discente que o acompanhe pela vida afora – ninguém mais pode se dar ao luxo de ter ex-alunos. Atenção: esse artigo foi exclusivamente escrito por um ser humano. O editor, Michael França, pede para que cada participante do espaço "Políticas e Justiça" da Folha sugira uma música aos leitores. Nesse texto, a escolhida por Luciano Sathler foi "O Ateneu" de Milton Nascimento.
Nearly 100 high school students from all 50 states met in Washington, D.C., last month to draft what they think a national policy for AI in K-12 education should look like.
Human skills are becoming harder to find Around the world, governments are investing heavily in AI tutors, personalized learning, automated feedback and new forms of assessment. These innovations can expand access to knowledge and free teachers to spend more time on what matters most. But education risks optimizing for what AI does well instead of what humans most need to become.
Learning science has long pointed toward the answer. Children learn language through responsive conversations, not passive exposure. Motivation grows when learners feel known. Curiosity flourishes through shared exploration. Creativity emerges through collaboration.
Across psychology, neuroscience and education, one finding recurs: relationships are among the strongest predictors of learning, resilience, well-being and lifelong flourishing. Learning has always been profoundly social.
Yet AI is arriving at a time that might be called a relational recession. Loneliness has become a public health challenge across much of the world. Young people spend less time with friends in real life. Teachers describe growing struggles with belonging and collaboration. Employers increasingly report that communication, teamwork and leadership are among the hardest skills to find.
AI did not create these trends. However, unless we design it intentionally, AI could deepen them.
A recente aprovação do Conselho Nacional de Educação (CNE) de um parecer prévio acrescentou um novo “ingrediente” para uma pauta urgente: a inteligência artificial (IA) na educação. Com inúmeras aplicações à disposição para facilitar e enriquecer o aprendizado, o desafio dos gestores agora é construir e colocar em prática políticas capazes de normatizar a utilização ética e eficaz da inovação nas salas de aula.
Fazendo eco a essa mensagem, a FEI e o IIPE UNESCO publicaram um compêndio de projetos de alfabetização em dados para a Conferência. Ao analisar 23 iniciativas em toda a Europa, o compêndio argumenta que o próximo passo após a abertura dos dados educacionais é garantir que formuladores de políticas, educadores e cidadãos contem com as habilidades necessárias para interpretá-los e utilizá-los de forma responsável.
I honestly don’t know how I should be educating my kids. A.I. has raised a lot of questions for schools. Teachers have had to adapt to the most ingenious cheating technology ever devised. But for me, the deeper question is: What should schools be teaching at all? A.I. is going to make the future look very different. How do you prepare kids for a world you can’t predict?
And if we can offload more and more tasks to generative A.I., what’s left for the human mind to do?
Rebecca Winthrop is the director of the Center for Universal Education at the Brookings Institution. She is also an author, with Jenny Anderson, of “The Disengaged Teen: Helping Kids Learn Better, Feel Better, and Live Better.” We discuss how A.I. is transforming what it means to work and be educated, and how our use of A.I. could revive — or undermine — American schools.
0:00 Intro 3:03 The future of education? 11:20 Modes of engagement 17:27 Personalizing education 26:25 The case for A.I. in schools 35:09 Who gets left behind? 46:07 How A.I. can increase equity 49:35 Becoming more human 55:54 Willpower, literacy, and regulation 01:01:10 Advice for parents 01:05:20 Book recommendations
"Our chance for an evolutionary leap is to consciously train as many people as possible to be constantly in the flow of higher cognitive processes." Kristina Kallas tells what AI still can't do, and shares how Ministry of Education and Research of the Republic of Estonia is preparing students to use AI wisely while sharpening the skills and thinking only humans can grow. Kristina Kallas, PhD, is an Estonian politician, political scientist and educator. As of April 2023, Kristina Kallas is a prominent member of the Estonian government, serving as the Minister of Education and Research. She is the founder and the current head of the political party Eesti200. Prior to her career in politics, Kristina Kallas was a researcher at the University of Tartu. Simultaneously, in 2015-2019 she was the Director of the Narva College of the University of Tartu. As an expert consultant for several organisations and projects such as OSCE High Commissioner on National Minorities, Kristina Kallas has advised many governments in integration policy, including Kyrgyzstan, Ukraine, Moldova, and Georgia. This talk was given at a TEDx event using the TED conference format but independently organized by a local community. Learn more at https://www.ted.com/tedx
Uma investigação da BBC Eye revelou que o Instagram está veiculando anúncios que promovem material de exploração infantil na Índia — e lucrando com eles. Os anúncios levam os usuários ao aplicativo de mensagens Telegram, onde é possível comprar vídeos de abuso. Neste vídeo, a repórter Divya Arya conta como esses anúncios começaram a aparecer no seu próprio feed e vai atrás de quem pode responder por eles. A Meta disse à BBC que combate a exploração infantil em suas plataformas, remove anúncios que violam suas políticas e denuncia esse tipo de conteúdo às autoridades.
Seja membro deste canal e apoie nosso trabalho: https://www.youtube.com/channel/UCdmGjywrxeOPfC7vDllmSgQ/join Em 2016, disseram que em 2030 não seríamos donos de nada e seríamos felizes. Erraram feio, mesmo acertando parte das previsões! Entenda o fenômeno da "enshittification" (bostificação), a explosão dos preços no mercado de eletrônicos provocada pela corrida da inteligência artificial e por que o fim da posse e da privacidade virou um pesadelo corporativo.
A quiet crisis is transforming human civilization: the rapid death of reading and the rise of a "post-literate" society. With the average attention span shrinking to mere seconds, we talk to writer Rose Horowitch ("The End of Reading Is Here") and psychiatrist Anders Hansen to dissect how technology uses evolutionary vulnerabilities to steal our attention
In a time when development progress has dipped to its weakest pace in 75 years, artificial intelligence (AI) offers developing economies a rare path to greater prosperity. World Development Report 2026 provides the first comprehensive assessment of what AI means for these economies—how firms and governments are already using it, what is holding them back, where the largest gains may lie, and how the risks can be managed.
Inovação responsável Entre os assuntos discutidos durante o encontro esteve o uso da inteligência artificial nos processos pedagógicos e administrativos. Para o palestrante Luciano Sathler, membro do Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais, a tecnologia pode contribuir para aperfeiçoar a experiência dos estudantes e das famílias, mas há cuidados que precisam ser observados. “Existem questões administrativas e pedagógicas que podem ser melhoradas com a inteligência artificial. Mas esse uso exige cuidado com riscos como o viés das informações, a falta de privacidade e a manipulação de dados. Não pode ser uma adoção ingênua”, ressalta. Sathler também destacou a importância de momentos de formação conjunta para fortalecer a identidade da rede. “As escolas precisam estar juntas e ter esse tempo de diálogo e formação, para que a gestão aconteça da maneira mais equânime possível. Esse tipo de encontro é fundamental para uma rede tão importante quanto a Educação Adventista”, avalia.
Antes mesmo de completar dez anos, uma criança brasileira já tem mais chance de conviver com algum grau de incapacidade causada por ansiedade do que por qualquer doença física, aponta um dos achados da mais abrangente análise já feita sobre saúde mental infantojuvenil no Brasil. A pesquisa, publicado na The Lancet Regional Health - Americas, usa dados do estudo GBD 2023 (Global Burden of Disease, ou Estudo da Carga Global de Doenças) e mostra que mais de 15 milhões de crianças, adolescentes e jovens adultos brasileiros de 5 a 29 anos convivem com pelo menos um transtorno mental —20,91% de toda a população nessa faixa etária no país. Outros 2,5 milhões, 3,36% do total, preenchem critérios para um transtorno por uso de substâncias. É a primeira vez que a situação é detalhada por faixa etária, em janelas de cinco em cinco anos. A pesquisa é liderada pelo psiquiatra Christian Kieling, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.
Estudo mostra que, entre cinco e nove anos, mais de 10% das crianças brasileiras preenchem critérios para pelo menos um transtorno mental - myboys.me/Adobe Stock Para ele, esse recorte da infância ao início da vida adulta é decisivo para pensar política pública. "Se eu olho para infância e adolescência como um conjunto único, daqui a pouco estou oferecendo serviços que atendam questões de depressão para menores de dez anos."
Não é que não exista depressão nessa faixa etária, mas é um problema muito menos frequente. Depois dos 14, 15 anos essa prevalência aumenta, mais em meninas do que em meninos. Com o álcool, o padrão se inverte, crescendo mais entre os meninos.
Para Kieling, essa granularidade expõe também um erro estrutural: o corte abrupto aos 18 anos, que separa serviços de crianças e adolescentes dos de adultos justamente no pico de demanda por saúde mental. "É justo na idade em que o adolescente está tendo as maiores transições da vida que a gente diz para ele: agora não é mais aqui. Essa quebra não parece ajudar, parece até atrapalhar."
De acordo com o estudo, já entre cinco e nove anos mais de 10% das crianças brasileiras preenchem critérios para pelo menos um transtorno mental, proporção que sobe ao longo da infância e da juventude, chegando a quase 25% entre 25 e 29 anos.
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Crianças de 5 a 9 anos lideram alta de internações por saúde mental em SP Transtornos mentais são 1ª causa de perda de anos de vida saudável entre crianças e jovens, diz estudo Transtornos, traumas e histórico familiar são fatores associados a tentativa de suicídio entre jovens Estudo revela fatores por trás de tentativas de suicídio na adolescência Registros de ansiedade entre crianças e jovens superam os de adultos pela 1ª vez no Brasil No estado de São Paulo, as internações por transtornos mentais e comportamentais entre crianças e adolescentes foram as que mais cresceram entre 2020 e 2025. A faixa etária de 5 a 9 anos registrou o maior aumento percentual de internações entre todas as idades, com alta de 98,3%.
Comparando com as mais de 300 condições de saúde monitoradas pelo GBD no Brasil, os transtornos de ansiedade aparecem em primeiro lugar como causa de incapacidade em todas as faixas etárias. A partir dos 15 anos, ansiedade e depressão ocupam o primeiro e o segundo lugares do ranking geral, à frente de qualquer doença física, com impacto maior entre meninas e mulheres. Já álcool e outras drogas são mais prevalentes entre homens a partir dos 20 anos.
Kieling ressalta que "ansiedade" é um guarda-chuva que muda de forma ao longo da vida. Predominam quadros de ansiedade de separação na infância, transtorno de ansiedade social na adolescência e, mais adiante, ansiedade generalizada ou transtorno de pânico.
O dado fica ainda mais expressivo entre 20 e 29 anos, entre mulheres, padrão que já havia aparecido num levantamento global anterior do mesmo grupo. "Na comparação com os dados mundiais, o Brasil chama muito atenção pelos dados de ansiedade mais altos, principalmente puxado pela ansiedade em mulheres."
O estudo também traça um retrato da mortalidade por suicídio entre jovens brasileiros: 5.402 mortes anuais entre 10 e 29 anos, das quais 77% entre rapazes. A taxa por 100 mil habitantes sobe de 1,24 entre 10 e 14 anos para 13,43 entre 25 e 29. A partir dos 15 anos, o suicídio se torna a terceira causa de morte prematura entre todas as causas monitoradas pelo GBD no país.
"Os números mostram uma diferença grande entre os sexos, que precisa orientar políticas específicas de prevenção voltadas a jovens do sexo masculino, um grupo historicamente pouco alcançado pelos serviços de saúde mental", afirma Claudia Buchweitz, pesquisadora e primeira autora do estudo. Entre povos indígenas, as taxas chegam a mais que o dobro da média nacional, reflexo de uma lacuna grave de informação e política pública.
Para Kieling, mesmo números absolutos baixos em crianças pequenas já deveriam ser inaceitáveis: "Qualquer número para uma criança em termos de suicídio está acima do que deveria ser aceitável pela sociedade."
O crescimento acentuado na adolescência, diz ele, acompanha o aumento dos transtornos mentais. "Aqui a gente vê uma oportunidade para prevenção, para atuar precocemente antes que o problema se cronifique."
1 8 Como identificar pessoas com pensamento suicida
VOLTARFacebookWhatsappXMessengerLinkedinE-mailCopiar link Carregando... As prioridades, resume, deveriam ser identificação precoce e acesso a cuidado efetivo, o que a maioria da população brasileira não tem. "O padrão de busca por ajuda no país tende a ser tardio. O quadro precisa ficar muito grave para chegar numa emergência, muitas vezes numa tentativa de suicídio, para conseguir um encaminhamento adequado."
Apesar da dimensão do problema, o estudo revela uma lacuna na produção de conhecimento. Para estimar a situação de toda a população de 5 a 29 anos, o GBD contou com apenas 66 fontes de dados nacionais, concentradas quase inteiramente em São Paulo e Rio Grande do Sul, com praticamente nada vindo do Norte, Nordeste e Centro-Oeste.
"Esse volume limitado reflete e contribui para a falta de atenção à saúde mental dos jovens no Brasil", diz Buchweitz. "Mesmo com fontes limitadas, as análises são rigorosas. Precisamos de ação, imediatamente."
O GBD recorre a modelagens estatísticas para estimar prevalência mesmo em "vazios epidemiológicos", extrapolando a partir de renda e estrutura demográfica regional. Kieling defende a metodologia, mas reforça a necessidade de mais dados regionais.
The "Safe Technology Use, Data Privacy, and Ethical Norms for Teaching—Fostering Integrity and Responsible Systems in Teaching (STUDENT FIRST) Act of 2026" is hereby introduced for the inaugural 2026 Student Senate convening on artificial intelligence policy, to establish rights, protections, and responsibilities for students, parents, teachers, and administrators with respect to the use of artificial intelligence in education, and for other purposes.
À medida que a IA reforça seu domínio corporativo, a educação corre o risco de aprofundar as divisões. A abertura — e não as métricas das caixas opacas — oferece um caminho para a equidade, a transparência e o progresso compartilhado.
Conheça um retrato do impacto da Comunidade LED Globo ao longo desses cinco anos. Neste material comemorativo, você encontra um portfólio com projetos que fazem parte dessa trajetória e um mapa interativo para explorar iniciativas vencedoras espalhadas por todo o Brasil. Uma forma de descobrir quem está transformando a educação e como essas histórias seguem inspirando novas mudanças.
Editado por Martín Benavides e Muriel Poisson, O futuro do planejamento educacional (disponível em inglês) explora o poder transformador de uma nova era de planejamento, que se desenvolve diante de nós para ajudar os sistemas educacionais a navegar pela incerteza e impulsionar mudanças significativas.
Every few months, it seems that another tech CEO predicts that AI will do many of our jobs in the future.
But if companies eventually replace too many workers with AI, will there be enough people left with a paycheck to continue buying goods and keep the economy going?
In this episode, Katty Kay talks with Professor Gerry Tsoukalas, who recently co-wrote a paper with Professor Brett Falk titled "The AI Layoff Trap."
They built a mathematical model to game out just how bad an AI layoff wave could get — and whether anything can actually stop it.
According to their model, many companies may see this firing-your-customers trap coming and walk into it anyway.
00:00 The AI Layoff Trap 01:08 Explaining The Trap 02:09 How It Happens 03:14 Driving Towards The Cliff 04:34 What Can We Do? 05:39 CEO Self Restraint 07:00 A Tax On Firing 08:00 The Worst Case Scenario 09:03 Optimistic or Pessimistic?
You’re watching New Normal with Katty Kay—each week we bring you conversations with expert guests about how our world is changing and what that means for our lives.
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Leading global authority on education, Brookings scholar and an adjunct professor at Georgetown University Rebecca Winthrop discusses the intersection of AI and technology in learning through a balanced and deeply considered lens.
As an expert on the fundamental purpose of education, she speaks with conviction about the need to move learners into "explorer mode." Rebecca, who leads cutting-edge research to transform global education systems, offers an inspiring roadmap for ensuring technology serves as a bridge to success, empowering every child to thrive in work, life, and as an engaged citizen in an increasingly digital world.
Rebecca Winthrop is the director of the Center for Universal Education. She is dedicated to ensuring that every child has the opportunity to thrive in life, work, and as an engaged citizen. She leads cutting-edge research and initiatives aimed at transforming education systems around the world to better support children's learning and development.
Rebecca is a trusted advisor to both school communities and national and international organizations. Her expertise is sought by many including parent networks, schools, district education leaders, the White House, the United Nations, and Fortune 500 companies. Rebecca's work is centered on developing and advocating for evidence-based strategies that bring people together—families, educators, policymakers, and companies—to help children maximize their potential.
She holds a PhD from Columbia University’s Teachers College, an MA from its School of International and Public Affairs, and a BA from Swarthmore College.
If you're curious about whether I'm AI or not, my Instagram has pictures of me from before deep fakes were a thing: https://www.instagram.com/drew.spartz
AI can write, code, plan and problem-solve in seconds. But as we hand more tasks over to machines, what happens to our own skills? In this episode AI Decoded investigates whither AI is enhancing human intelligence or quietly eroding it. From doctors and software engineers to students growing up with AI tutors, we explore new research suggesting that reliance on AI could affect critical thinking, expertise and decision-making. Presenter Marc Cieslak is joined by world leading Paediatric Neurosurgeon Owase Jeelani, Digital Transformation Researcher Dr Tapani Rinta-Kahila, and AI Decoded co-host Dr Stephanie Hare. As AI becomes our everyday assistant, are we gaining a powerful new tool — or outsourcing the very abilities that make us human? Subscribe to our channel here: https://bbc.in/bbcnews For the latest news download the BBC News app or visit BBC.com/news #BBCNews
Descubra como a neurociência e a IA estão decodificando sonhos e pensamentos humanos, e entenda o impacto de tecnologias que geram universos jogáveis em tempo real. Neste episódio do programa O Impensável, apresentado por Gil Giardelli, exploramos também o hiper-realismo cultural de GTA VI e o poder das experiências imersivas na preservação e na arte.
The world is built for human movements; it requires us to reach, bend, and balance in tight, cluttered spaces. While our previous models controlled the humanoid’s upper-body to achieve table-top tasks, Gemini Robotics 2 expands physical AI into whole-body motions.
A Inteligência Artificial (IA) pode ajudar países em desenvolvimento a fazer em uma década o que, sem ela, levaria um século para ser feito, diz um estudo do Banco Mundial sobre o tema divulgado nesta terça-feira (4). Para isso, avalia o banco, os governos precisam atuar com determinação para evitar falhas que podem deixá-los para trás em questões como energia, conectividade, capacitação e qualificação institucional. O relatório “A Promessa da Inteligência Artificial” observa que os empregos em países de renda elevada estão mais de três vezes sob o risco da automação derivada da IA generativa do que os de renda média ou baixa, onde apenas 4,5% dos empregos hoje existentes seriam afetados, em comparação a 14,2% nos países de renda elevada. Ao mesmo tempo, 16,2% dos empregos nas economias em desenvolvimento teriam ganhos significativos de produtividade decorrentes da IA, perto dos 18,7% projetados para os países de renda alta, aponta o relatório do Banco Mundial. A maior promessa da IA para os países em desenvolvimento, avalia a instituição, não está na substituição de trabalhadores, mas na amplificação do que eles podem fazer. “A IA é como uma tábua de salvação para as economias em desenvolvimento, que elas devem agarrar”, diz Indermit Gill, economista-chefe do Banco Mundial. “Não são necessários modelos de larga proporção ou grandes data centers para colher os benefícios”, ressalta. Segundo ele, ao adaptar pequenas ferramentas de IA e de baixo custo às condições locais, é possível melhorar atendimento médico, serviços jurídicos e de educação, bem como as condições para a agricultura, ao alcance de milhões. “Mas é preciso correr: a IA está crescendo muito rapidamente e é mais sensível a especificidades de contexto do que grandes transformações gerais ocorridas no passado, como a eletricidade e a internet”, acrescenta o economista-chefe. O relatório do Banco Mundial é a primeira avaliação abrangente da instituição sobre as implicações da IA para países em desenvolvimento, mostrando também como empresas e governos nesses países começam a usar a inteligência artificial. O Banco Mundial observa ainda que as economias em desenvolvimento estão hoje diante de seu menor ritmo de crescimento médio em três décadas. Por outro lado, ao se considerar que o desenvolvimento da IA está concentrado em um pequeno número de países com infraestrutura e conhecimento avançado, as debilidades intrínsecas aos países de menor renda podem aumentar a distância que os separam das nações desenvolvidas, observa também a instituição, em movimento que ampliaria a desigualdade. Dessa forma, sem uma atuação deliberada para evitar que tal risco se materialize, a IA pode ampliar a distância que separa os países por nível de renda, aumentando a desigualdade, concentrando poder de mercado em um número menor de agentes e enfraquecendo a confiança nas instituições públicas, observa o relatório, com efeitos para os direitos, a segurança e a coesão social, ressalta o Banco Mundial. O relatório aponta que, entre os países de menor renda, o básico ainda precisa ser feito. Entre os países da África Subsaariana, por exemplo, quase um terço das escolas em zonas rurais não têm acesso confiável à energia elétrica e mais de dois terços não têm acesso estável à internet.
Outro fator preponderante foi a disseminação da inteligência artificial entre os estudantes –no ano passado, a TIC Educação já havia mostrado que 7 em cada 10 alunos do ensino médio admitiam que usavam a IA para fazer trabalhos escolares. De acordo com a nova edição da pesquisa, a liberação do uso de IA pelos alunos é maior entre as escolas estaduais; são 47%, enquanto nas municipais ocorre em 35%, e nas privadas, em 31%. A permissão se amplia nas séries mais avançadas: de 26% até o 5º ano, sobe para 42% até o 9º e 52% até o ensino médio. Somente 22% dos gestores disseram que a escola já possui um guia de orientações sobre o uso de IA. Por outro lado, a Inteligência Artificial tem sido largamente utilizada pelos gestores para tarefas administrativas, como na produção de slides (83%), convites e avisos (80%) e relatórios (64%). Em menor escala, é utilizada para analisar dados sobre o desempenho dos alunos e práticas pedagógicas (51%).
Segundo as investigações, integrantes da organização mantinham presença permanente em diferentes plataformas digitais, onde recrutavam crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade emocional e formavam grupos fechados para exercer manipulação psicológica sobre as vítimas. No caso de Mato Grosso do Sul, depois de conquistar a confiança dos adolescentes, os investigados os submetiam a um processo contínuo de coação, isolamento e violência psicológica, que incluía desafios de violência crescente, automutilação, humilhações e exposições degradantes —práticas usadas, segundo a polícia, para aprofundar o domínio sobre as vítimas.
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