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June 19, 8:17 AM
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5 foundations for reshaping the future of education and AI

5 foundations for reshaping the future of education and AI | Inovação Educacional | Scoop.it
Pergunte a um gerente de contratação o que ele busca hoje e você ouvirá algo que soaria estranho há dois anos: não uma lista mais extensa de ferramentas, mas um conjunto mais amplo de competências humanas. Uma nova pesquisa da Microsoft, " Preparando os alunos para o futuro do trabalho" , revela que cerca de 70% das habilidades usadas na maioria dos empregos devem mudar até 2030, o conhecimento em IA aparece em anúncios de emprego cerca de seis vezes mais frequentemente do que há um ano, e 66% dos líderes afirmam que não contratariam alguém sem habilidades em IA.

Para os educadores, é uma oportunidade de moldar ainda mais o futuro.

O sucesso na educação sempre dependeu da interação entre conhecimento, aptidões e habilidades. Desenvolver habilidades é a capacidade que transforma novas tecnologias em prática confiável e segura. A questão não é se devemos preparar os alunos para um mundo moldado pela IA, mas sim como fazê-lo de uma forma que mantenha o florescimento humano, e não apenas a empregabilidade, no centro das atenções.

Preparando os alunos para o futuro do trabalho.
O trabalho está mudando. As pessoas, não.

Essa frase, extraída da conclusão do relatório, merece ser considerada. As tecnologias continuarão a mudar. O que permanece é distintamente humano: a curiosidade, o discernimento, a capacidade de aprender e reaprender, e a sabedoria para aplicar bem o conhecimento. A OCDE defende a mesma ideia em seu quadro de referência para 2025, Educação para o Florescimento Humano , que argumenta que a educação deve ajudar cada aluno a viver “uma vida que tenha razões para valorizar”, indo além de uma visão restrita de capital humano na educação.

Em conjunto, os relatórios apontam para um padrão consistente: o mercado de trabalho atual recompensa cada vez mais as pessoas que conseguem aplicar sua inteligência, adaptar-se ao contexto e continuar aprendendo. Assim, o propósito duradouro da educação é desenvolver e aprimorar essas habilidades e disposições.


Curiosidade, discernimento e capacidade de aprendizado são desenvolvidos por meio de colaboração significativa, e não apenas pela tecnologia.
Cinco novos fundamentos que estão reformulando o significado de estar preparado.
O relatório da OCDE identifica cinco mudanças que estão silenciosamente redesenhando a linha divisória entre "nível básico" e "experiente". Para escolas e universidades, o relatório aponta para a necessidade de construir a prontidão para a IA não apenas por meio do acesso à tecnologia, mas também por meio de capacidades humanas, governança e experiência prática que ajudem a IA a funcionar de forma responsável.

Expectativas elevadas para cargos de nível inicial
Trabalhar com IA como parceira para se tornar um "chefe agente"
Engenharia de contexto
Julgamento, voz e o padrão humano
Das credenciais às capacidades
Fundamentando habilidades no florescimento humano
Se esses cinco fundamentos descrevem o que o ambiente de trabalho recompensa atualmente, a estrutura da OCDE descreve a base humana subjacente a eles. Ela se concentra em agir no mundo com a capacidade de moldar a própria vida e contribuir para a vida dos outros. Isso é sustentado por quatro competências:

Resolução adaptativa de problemas
Competência ética
Entendendo o mundo
Apreciando o mundo
A sobreposição é impressionante. A "engenharia de contexto" e a mentalidade do "chefe agente" são soluções adaptativas para problemas em um novo meio. "Julgamento e o padrão humano" é a competência ética tornada prática. Desenvolver habilidades para o futuro do trabalho e educar para uma vida plena não são objetivos conflitantes; quando bem feitos, constituem o mesmo trabalho.


A autonomia, a capacidade de resolução de problemas e o discernimento ético desenvolvem-se quando os alunos têm espaço e apoio para os aplicar.
Como isso se parece nas salas de aula hoje em dia
Isso não é teórico. Escolas e universidades já estão transformando essas ideias em prática diária — e os primeiros resultados são animadores.

Nas escolas do Condado de Fulton , os alunos estão usando a IA como parceira de pensamento para explorar ideias, construir confiança e enfrentar problemas do mundo real — mudando o foco do aprendizado, que passa a ser a criação com a tecnologia, em um distrito que atende a quase 87.000 alunos.
Na Universidade de Sydney , a plataforma “Cogniti” permite que educadores criem ferramentas de IA que orientam os alunos no processo de raciocínio — um exemplo prático de como ensinar os alunos a direcionar a IA, e não apenas a usá-la.
A Universidade da Califórnia em San Diego reformulou um curso introdutório de ciência da computação com base no GitHub Copilot, ajudando os alunos a concluir tarefas de programação mais rapidamente, a construir projetos mais ambiciosos e a desenvolver habilidades práticas em IA para o mercado de trabalho.
Em todos os níveis de ensino, do básico ao superior, o padrão é o mesmo: a IA está incorporada ao aprendizado e ao ensino diários, desenvolvendo a alfabetização e a adaptabilidade que os empregadores descrevem como "habilidades para a vida".

Capacitar educadores para desenvolver essas habilidades é um dos objetivos do programa Microsoft Elevate for Educators . Ele foi desenvolvido para fornecer a educadores e líderes escolares acesso a uma comunidade global, certificações e oportunidades de capacitação para que possam integrar a IA ao ensino e à aprendizagem com confiança.

Junte-se à comunidade de educadores
O caminho para o ISTELive 2026
Saber quais habilidades são importantes é o primeiro passo. Desenvolvê-las em larga escala é o próximo. Fique de olho em nossas próximas publicações no blog , que abordarão especificamente os produtos e programas que ajudam os educadores a colocar esse objetivo de desenvolvimento de habilidades em prática — desde ferramentas de IA prontas para uso em sala de aula até o aprendizado profissional que atende às necessidades dos educadores onde quer que estejam.
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Curadoria por Luciano Sathler. CLIQUE NOS TÍTULOS. Informação que abre caminhos para a inovação educacional.
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September 10, 2024 9:19 AM
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Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler

Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler | Inovação Educacional | Scoop.it

O que acontece quando a maioria faz uso de uma IA para realizar suas atividades laborais? E, no caso dos estudantes, quando os trabalhos passam a ser produzidos com o apoio de uma IA generativa?
Luciano Sathler
É PhD em administração pela USP e membro do Conselho Deliberativo do CNPq e do Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais
As diferentes aplicações de Inteligência Artificial (IA) generativa são capazes de criar novos conteúdos em texto, imagens, áudios, vídeos e códigos para software. Por se tratar de um tipo de tecnologia de uso geral, a IA tende a ser utilizada para remodelar vários setores da economia, com impactos políticos e sociais, assim como aconteceu com a adoção da máquina a vapor, da eletricidade e da informática.
Pesquisas recentes demonstram que a IA generativa aumenta a qualidade e a eficiência da produção de atividades típicas dos trabalhadores de colarinho branco, aqueles que exercem funções administrativas e gerenciais nos escritórios. Também traz maior produtividade nas relações de suporte ao cliente, acelera tarefas de programação e aprimora mensagens de persuasão para o marketing.
O revólver patenteado pelo americano Samuel Colt, em 1835, ficou conhecido como o "grande equalizador". A facilidade do seu manuseio e a possibilidade de atirar várias vezes sem precisar recarregar a cada disparo foram inovações tecnológicas que ampliaram a possibilidade individual de ter um grande potencial destrutivo em mãos, mesmo para os que tinham menor força física e costumavam levar desvantagem nos conflitos anteriores. À época, ficou famosa a frase: Abraham Lincoln tornou todos os homens livres, mas Samuel Colt os tornou iguais.
Não fazemos aqui uma apologia às armas. A alegoria que usamos é apenas para ressaltar a necessidade de investir na formação de pessoas que sejam capazes de usar a IA generativa de forma crítica, criativa e que gerem resultados humanamente enriquecidos. Para não se tornarem vítimas das mudanças que sobrevirão no mundo do trabalho.
A IA generativa é um meio viável para equalizar talentos humanos, pois pessoas com menor repertório cultural, científico ou profissional serão capazes de apresentar resultados melhores se souberem fazer bom uso de uma biblioteca de prompts. Novidade e originalidade tornam-se fenômenos raros e mais bem remunerados.
A disseminação da IA generativa tende a diminuir a diversidade, reduz a heterogeneidade das respostas e, consequentemente, ameaça a criatividade. Maior padronização tem a ver com a automação do processo. Um resultado que seja interessante, engraçado ou que chama atenção pela qualidade acima da média vai passar a ser algo presente somente a partir daqueles que tiverem capacidade de ir além do que as máquinas são capazes de entregar.
No caso dos estudantes, a avaliação da aprendizagem precisa ser rápida e seriamente revista. A utilização da IA generativa extrapola os conceitos usualmente associados ao plágio, pois os produtos são inéditos – ainda que venham de uma bricolagem semântica gerada por algoritmos. Os relatos dos professores é que os resultados melhoram, mas não há convicção de que a aprendizagem realmente aconteceu, com uma tendência à uniformização do que é apresentado pelos discentes.
Toda Instituição Educacional terá as suas próprias IAs generativas. Assim como todos os professores e estudantes. Estarão disponíveis nos telefones celulares, computadores e até mesmo nos aparelhos de TV. É um novo conjunto de ferramentas de produtividade. Portanto, o desafio da diferenciação passa a ser ainda mais fundamental diante desse novo "grande equalizador".
Se há mantenedores ou investidores sonhando com a completa substituição dos professores por alguma IA já encontramos pesquisas que demonstram que o uso intensivo da Inteligência Artificial leva muitos estudantes a reduzirem suas interações sociais formais ao usar essas ferramentas. As evidências apontam que, embora os chatbots de IA projetados para fornecimento de informações possam estar associados ao desempenho do aluno, quando o suporte social, bem-estar psicológico, solidão e senso de pertencimento são considerados, isso tem um efeito negativo, com impactos piores no sucesso, bem-estar e retenção do estudante.
Para não cair na vala comum e correr o risco de ser ameaçado por quem faz uso intensivo da IA será necessário se diferenciar a partir das experiências dentro e fora da sala de aula – online ou presencial; humanizar as relações de ensino-aprendizagem; implementar metodologias que privilegiem o protagonismo dos estudantes e fortaleçam o papel do docente no processo; usar a microcertificação para registrar e ressaltar competências desenvolvidas de forma diferenciada, tanto nas hard quanto soft skills; e, principalmente, estabelecer um vínculo de confiança e suporte ao discente que o acompanhe pela vida afora – ninguém mais pode se dar ao luxo de ter ex-alunos.
Atenção: esse artigo foi exclusivamente escrito por um ser humano.
O editor, Michael França, pede para que cada participante do espaço "Políticas e Justiça" da Folha sugira uma música aos leitores. Nesse texto, a escolhida por Luciano Sathler foi "O Ateneu" de Milton Nascimento.

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Today, 11:21 AM
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MPEs empregam mais mulheres, mostra estudo do Sebrae 

MPEs empregam mais mulheres, mostra estudo do Sebrae  | Inovação Educacional | Scoop.it
As micro e pequenas empresas empregam proporcionalmente mais mulheres e registram uma diferença salarial entre homens e mulheres inferior à observada nas médias e grandes companhias, segundo o Sebrae. Os dados estão no estudo Panorama do Emprego 2026, com base em dados da Rais (Relação Anual de Informações Sociais).

No fim de 2024, elas representavam 43% dos trabalhadores nas MPE, o equivalente a cerca de 8,5 milhões de empregos formais, acima da participação feminina nas empresas de maior porte (38%) e da média do mercado de trabalho brasileiro (41%).
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Today, 11:15 AM
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Enamed ganha função de certificar proficiência de médicos no Brasil

Enamed ganha função de certificar proficiência de médicos no Brasil | Inovação Educacional | Scoop.it

Há ainda uma dimensão essencial de interesse público. A medicina é uma profissão cujas decisões afetam diretamente a vida e a segurança das pessoas, e a sociedade tem o direito de esperar que todo novo médico tenha demonstrado, em um parâmetro nacional comum, o domínio mínimo necessário para iniciar sua trajetória profissional. Não se trata de reduzir a formação a uma única prova, nem de substituir as avaliações práticas e longitudinais realizadas pelas escolas médicas, mas de acrescentar uma referência objetiva, transparente e verificável em todo o país.
A verdadeira inovação da medida provisória não está na criação de uma nova prova. Está em reconhecer que uma avaliação nacional já estabelecida e reconhecida pode e deve cumprir plenamente seu papel. Quando um instrumento é capaz de avaliar a formação médica, faz sentido que também possa certificar a proficiência necessária para os próximos passos da carreira.

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Today, 10:58 AM
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Meta lança modelo de IA para imagens

Meta lança modelo de IA para imagens | Inovação Educacional | Scoop.it
Muse Spark Image será integrado ao chatbot de IA da empresa e ao aplicativo do Instagram
CEO cortou postos de trabalho e intensificou gastos em infraestrutura para alcançar rivais na corrida da IA
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Today, 10:56 AM
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Progresso feminino no mercado de trabalho parece estagnado

Progresso feminino no mercado de trabalho parece estagnado | Inovação Educacional | Scoop.it
Em 2024, um estudo da S&P Global, compiladora de índices, constatou que a participação feminina em cargos executivos em empresas americanas listadas em Bolsa caiu pela primeira vez em 2023, após quase 20 anos de crescimento ininterrupto.

Em 2025, as mulheres conquistaram 38% das novas vagas em conselhos de administração de empresas do índice S&P500, que reúne grandes empresas americanas, abaixo dos 42% do ano anterior e prolongando o recuo em relação ao pico de 2020.

Na última rodada de promoções a sócios, em 2024, o Goldman Sachs nomeou uma proporção menor de sócias mulheres do que na ciclo anterior, a primeira vez em mais de uma década.
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July 6, 4:46 PM
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Over-reliance on chatbots can diminish critical-thinking skills, study finds | US news | The Guardian

Over-reliance on chatbots can diminish critical-thinking skills, study finds | US news | The Guardian | Inovação Educacional | Scoop.it
Participants in the month-long study were asked to respond to questions about fake news and images with and without the help of an AI assistant that runs on GPT-4o and is integrated with Google search. The chatbot could hint at clues to look for; one example showed the AI chatbot advising a user to take a closer look at a police badge that revealed an image was fake.
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July 6, 4:41 PM
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AI Readiness Assessment Methodology | Global AI Ethics and Governance Observatory

A tool for countries to assess their readiness to develop and deploy AI ethically and responsibly
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July 6, 4:38 PM
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Over-reliance on chatbots can diminish critical-thinking skills, study finds | US news | The Guardian

Over-reliance on chatbots can diminish critical-thinking skills, study finds | US news | The Guardian | Inovação Educacional | Scoop.it
Depending on AI can also potentially decrease the ability to discern misinformation, research says
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July 6, 4:37 PM
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Como funciona a nova política para alunos superdotados ou com altas habilidades

Como funciona a nova política para alunos superdotados ou com altas habilidades | Inovação Educacional | Scoop.it
Estados e municípios poderão aderir voluntariamente ao plano federal, que inclui formação de educadores e participação das famílias
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July 6, 4:36 PM
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Desenrola Fies perdoa R$ 4 bi em dívidas e pressiona Lula - 12/06/2026 - Educação - Folha

Desenrola Fies perdoa R$ 4 bi em dívidas e pressiona Lula - 12/06/2026 - Educação - Folha | Inovação Educacional | Scoop.it
Estudantes que pagam em dia reivindicam melhores condições de abatimento; de olho na reeleição, equipe econômica estuda desconto para esse grupo
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July 6, 4:09 PM
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The Love of My Life (and Why I Need to Share It with You) | Ann Patchett | TED

If you want to live in a world where people read, novelist Ann Patchett has news for you: it's your job to help create that reality. Tracing her path from a chance airport encounter through a career writing iconic novels and opening a beloved independent bookstore, she makes the case that reading isn't a private pleasure but a civic act that builds empathy, sustains a "long-format brain" and pulls people out of isolation. Ready to lose yourself in a book? (Recorded at TED2026 on April 16, 2026)

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July 6, 4:00 PM
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Competências Digitais de Professores

Competências Digitais de Professores | Inovação Educacional | Scoop.it
O CIEB, em parceria com a Fundação Telefônica Vivo, atualizou a Nota Técnica sobre a Matriz de Descritores e a Ferramenta de Autoavaliação de Competências Digitais de Professores.

A matriz, criada em 2019, apoia professores e redes de ensino a compreenderem seus perfis digitais e avançarem no uso pedagógico da tecnologia. A nova versão preserva a comparabilidade com a versão anterior e incorpora atualizações importantes, como a inclusão de Inteligência Artificial de forma transversal, a entrada das competências de Prática Inclusiva e Gestão de Dados, além da reorganização de descritores.
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July 6, 3:56 PM
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Avanços da ENEC mostram que Brasil já mede e acelera a transformação digital da educação pública

Avanços da ENEC mostram que Brasil já mede e acelera a transformação digital da educação pública | Inovação Educacional | Scoop.it
O Brasil já reúne evidências concretas de que a transformação digital da educação pública está avançando em escala. Nos últimos dois anos, o percentual de escolas com conectividade adequada para fins pedagógicos passou de 49,2% para 74,1%, enquanto 29 redes do G73 — grupo que reúne as 27 redes estaduais e distrital, as 26 capitais e os 20 municípios brasileiros com mais de 500 mil habitantes — já alcançaram patamares superiores a 80% de cobertura de conectividade em suas escolas. Os dados também mostram que um número crescente de redes começa a avançar em competências digitais docentes e na integração de recursos educacionais digitais, indicando que o país dispõe hoje de bases sólidas para consolidar uma política de tecnologia voltada à aprendizagem e à redução das desigualdades.
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Today, 11:22 AM
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Tecnologia: 33 mil empregos CLT previstos para 2026

Tecnologia: 33 mil empregos CLT previstos para 2026 | Inovação Educacional | Scoop.it

O macrossetor TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) no Brasil projeta a criação de 33 mil novos empregos formais, no formato CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), em 2026. A maioria das vagas do segmento, no entanto, realizam contratações de PJs (pessoas jurídicas) no regime MEI (Microempreendedor Individual).
As infromações são de pesquisa da Brasscom, associação das empresas de TIC. Segundo a pesquisa, a criação de vagas formais se concentrará no segmento de serviços e software, enquanto os outros cinco operam em estagnação ou retração.
A formalização é um dos principais desafios do setor, na visão da organização. Os principais obstáculos para mais contratações CLT, segundo a Brasscom, são o ambiente regulatório e o custo de contratação. A entidade elenca a reoneração gradual da folha de pagamento como um dos fatores detratores da criação de vagas formais na área.
Em 2025, o número de novas vagas CLT na tecnologia foi menor do que a projeção da Brasscom. Foram 23,7 mil vínculos criados, enquanto a projeção classificada pela organização como "conservadora" previa mais de 30 mil postos.
Houve desaceleração de 39% no crescimento do emprego CLT em 2025 na área —terminou 2024 com 51,8 mil novas vagas CLT e 2025 com 31,4 mil
A associação também aponta aumento de dificuldade de entrada de profissionais jovens e recém-formados, enquanto o mercado tem maior apetite por candidatos com experiência.

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Desafios da educação médica no Brasil: ensino x aprendizagem

Desafios da educação médica no Brasil: ensino x aprendizagem | Inovação Educacional | Scoop.it
A divulgação dos resultados do Enamed (Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica) trouxe números que confirmam uma preocupação antiga: o Brasil ampliou o número de escolas médicas e de estudantes sem garantir condições adequadas de formação. O resultado é alarmante. Somente em 2025, cerca de 13 mil formandos apresentaram desempenho insatisfatório e estão prestes a iniciar a prática médica. A pergunta inevitável é simples: quem assumirá o risco dessa formação deficiente? A resposta também é simples: a sociedade.

A maior parte desses novos médicos atuará em clínicas vinculadas a planos de saúde ou no Sistema Único de Saúde (SUS), onde o paciente não escolhe o profissional que o atenderá. Em muitos casos, resta apenas aceitar o médico disponível. As consequências tendem a aparecer rapidamente. Consultas menos resolutivas aumentam a solicitação de exames complementares, elevando os custos do sistema de saúde. Falhas no exame físico e no raciocínio clínico favorecem erros diagnósticos e tratamentos inadequados. O impacto não é apenas econômico, mas também humano.


Estudantes do curso de medicina analisam material de estudo na faculdade Estácio, em Juazeiro (BA) 04.jun.2025 - Rafaela Araújo/Folhapress
Compreender o problema exige reconhecer que a responsabilidade não é exclusiva das faculdades. A medicina tornou-se um curso altamente atrativo não apenas por vocação, mas também pela segurança de inserção profissional imediata. Diferentemente de outras carreiras, o médico recém-formado encontra ampla oferta de trabalho, especialmente em plantões e de imediato atinge a remuneração média da classe, mesmo sem especialização ou avaliação formal de suas competências.

No Brasil, basta possuir o diploma para exercer a medicina. Na prática, quem consegue pagar uma faculdade garante acesso ao mercado de trabalho. Nesse ambiente, reduz-se o incentivo para que instituições aprimorem o ensino e para que alunos se comprometam com o aprendizado.

Ensino e aprendizagem não são conceitos equivalentes: o ensino corresponde à transmissão de conhecimentos; a aprendizagem, por sua vez, é o processo individual de internalização desse conteúdo. O ensino constitui o meio e depende da instituição; a aprendizagem é o objetivo final e depende do aluno.

Por isso, ganha força a defesa de um exame nacional obrigatório de proficiência como requisito para o exercício profissional. A medida estimularia estudantes a assumirem responsabilidade pelo próprio aprendizado e compeliria escolas médicas a garantirem formação efetiva.

Críticos afirmam que tal exame penalizaria somente o aluno que não conseguiu aprender, e não a instituição que não ofereceu ensino adequado. No entanto, avaliações progressivas ao longo do curso permitiriam identificar dificuldades precocemente, oferecendo tempo para correção da trajetória acadêmica. O estudante poderia reforçar sua formação, estudar mais, mudar de instituição ou até reconsiderar sua escolha profissional antes da conclusão do curso.

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Saiba o que é e como funciona o Enamed (Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica)


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Portanto, para solucionar o problema, não é possível excluir a responsabilidade dos estudantes no processo de formação.

Atualmente o Brasil forma médicos, mas não garante que saibam exercer a medicina. O governo regula prédios, vagas, carga horária e currículos, mas ignora o resultado final do processo educacional. Confunde ensino com aprendizagem. Ensinar é oferecer conteúdo; aprender é adquirir competência. O sistema brasileiro fiscaliza o primeiro e presume, sem evidência, o segundo. É necessário garantir algo muito mais essencial: que o aluno tenha aprendido a ser médico de fato e não somente por direito.
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Os dois ataques a Malu Gaspar

Os dois ataques a Malu Gaspar | Inovação Educacional | Scoop.it

Esses fatos clandestinos, ocorridos no início do ano passado e conhecidos só agora, lançam nova luz sobre um evento público do primeiro quadrimestre deste ano: a operação de destruição reputacional de Malu Gaspar promovida por jornalistas militantes e veículos alternativos do meio digital, depois ampliada por um ecossistema de comunicação política composto por influenciadores, juristas, políticos, canais e páginas militantes.
O que hoje se vê com mais clareza é que um aparelho clandestino de coação, vigilância e compra de influência encontrou, um ano depois, nas redes, um ambiente já predisposto, por razões próprias, a atacar os jornalistas que investigavam o banqueiro. Vorcaro, portanto, não precisou encomendar toda a campanha.
Bastou que seus interesses encontrassem uma rede política e midiática disposta a destruir a credibilidade de quem o investigava.
A campanha contra Malu Gaspar percorreu todo o espectro da deslegitimação. Disseram que tudo não passava de jornalismo a serviço da "guerra na Faria Lima", que as reportagens eram movidas por "vazamentos seletivos", que o documento central era um "contrato fantasma", que Malu Gaspar e Lauro Jardim deveriam ser tratados com maior severidade jurídica, que a apuração reeditava os métodos da Lava Jato.

A ecologia midiática de esquerda instrumentalizou o jargão político para interditar o debate factual. Ao rotularem furos de reportagem legítimos como "guerra corporativa da Faria Lima" ou "sabotagem contra o STF", esses canais criaram uma blindagem retórica para o poder econômico.

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A ligação do STF com o Banco Master


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Quando isso já não bastou, passou-se a insinuar crime de imprensa, a especular sobre prisão e, no auge do delírio, a espalhar a mentira de que a própria Malu teria recebido R$ 3 milhões de Vorcaro.

A operação de comunicação política teve divisão de trabalho. Uns ofereciam a racionalização pseudo-técnica: falavam em minutas sem assinatura, em fontes interessadas em manipular os jornalistas, em sigilo violado, em provas inconclusivas. Outros forneciam o enquadramento político: a imprensa estaria servindo à direita, ao bolsonarismo, a uma conspiração contra Alexandre de Moraes. Outros ainda forneciam o escárnio, os memes, os rótulos, a linguagem de linchamento. No fim, tudo convergia para o mesmo ponto: não responder ao que o jornalismo revelava, mas tornar suspeitos os jornalistas que o revelavam.

Essa máquina não ficou confinada a blogs e canais. Transbordou para perfis de militância partidária, para mandatos, para comentaristas de rede e até para o circuito cultural. Até Kleber Mendonça Filho, conferindo prestígio simbólico à mesma operação de desqualificação, falou em "mídia lavajatista e bolsomasterista" e acusou a imprensa de "torcer contra o país". Nessa narrativa, o jornalismo que investigava Vorcaro e mostrava sua relação com o poder era quem atacava a democracia, as instituições e o Brasil.

Quem serviu aos interesses de Vorcaro atacando a credibilidade de Malu Gaspar e colegas o fez por motivações diversas: adesão ideológica, ressentimento contra a imprensa tradicional, convicção de que qualquer constrangimento ao STF favoreceria o bolsonarismo ou, em alguns casos, interesse material. Todos, entretanto, contribuíram para o mesmo efeito: desacreditar a imprensa, atacar a reputação dos jornalistas e elevar o custo pessoal de investigar o poder. A ironia é que muitos fizeram, de graça e por ideologia, o trabalho que Vorcaro estava disposto a pagar milhões para obter.

O episódio deixa, espero, ao menos uma lição útil sobre o que ainda separa jornalismo de propaganda. Não é o rótulo de "independente", "alternativo" ou "corporativo" que importa, mas a disposição de apurar e publicar honestamente o que se apurou. O jornalismo de apuração rigorosa, que resiste ao suborno e à intimidação, mas tampouco sacrifica sua honestidade no altar da militância, continua sendo o único antídoto contra a captura mafiosa ou partidária do debate público.

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Today, 10:58 AM
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Pornô no Instagram: rede flexibilizou regras 

Pornô no Instagram: rede flexibilizou regras  | Inovação Educacional | Scoop.it
Parte dos vídeos é agregada em hashtags sem sentido, com referências a carros e aeronaves e outros assuntos sem ligação com a temática sexual.

Uma hashtag sobre um filme chinês de aviação tinha mais de cem vídeos pornográficos. Alguns deles acumulavam mais de 1 milhão de visualizações e eram visíveis por uma conta de adolescente acessada pela reportagem.

Outro vídeo verificado, que ficou no ar de março a julho, mostrava um homem ejaculando no rosto de uma jovem que dormia. O material só foi retirado do ar depois que a Folha o enviou ao Instagram.

Desde 2025, o conglomerado da Meta (que também inclui Facebook e WhatsApp) fez mudanças sutis em suas regras da comunidade para dificultar a remoção de conteúdo.

A empresa também reforçou o uso de IA na moderação e mudou sua revisão para o estado do Texas, nos Estados Unidos, onde as leis são mais brandas.

Uma edição das regras de 28 de agosto passado flexibilizou o que a Meta considera como "partes do corpo sexualizadas" ao retirar lábios e boca da lista. Também passou a permitir a reprodução de imagens sexualizadas, desde que as pessoas estejam vestidas.
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July 7, 9:59 AM
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Escassez de mão de obra atinge 80% das empresas no Brasil

Escassez de mão de obra atinge 80% das empresas no Brasil | Inovação Educacional | Scoop.it
A escassez cresce conforme aumenta o tamanho da companhia. Entre empresas com menos de dez colaboradores, 72% relatam dificuldade; o índice sobe para 75% nas de 10 a 49 funcionários, 79% nas de 50 a 249, 81% nas de 250 a 999 e atinge o pico de 90% nas empresas com 1.000 a 4.999 colaboradores. Entre as companhias com mais de 5.000 funcionários, o índice é de 83%.

Entre as regiões mapeadas no Brasil, o estado de São Paulo aparece com o maior índice de dificuldade (88%), seguido por Minas Gerais (85%), Rio de Janeiro (80%), cidade de São Paulo (79%), outras regiões do país agregadas (77%) e Paraná (74%).

SETORES MAIS AFETADOS
Seguindo a classificação estruturada pela Manpower Group no levantamento, 85% daqueles que empregam no segmento de serviços profissionais, científicos e técnicos enfrentam desafios de contratação —eles compõem o setor mais afetado, diz a pesquisa.

Em seguida, o segmento de informação (83% dos contratantes sente dificuldades em encontrar mão de obra adequada). Comércio e logística, hospitalidade, manufatura, serviços públicos e recursos naturais aparecem empatados em 79%.

Aparece na pesquisa o setor de construção e imobiliário, que registra queixas de 77% dos empregadores.
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July 6, 4:43 PM
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Atlas Humanoid Robot Delivers Match Ball & Copies Haaland Celebration | FIFA World Cup 2026 | AD1Z

A futuristic moment unfolded at the FIFA World Cup 2026 as Atlas, the advanced humanoid robot developed by Boston Dynamics, delivered the official match ball before the Round of 16 clash between Brazil and Norway at New York New Jersey Stadium.

Before the match, Atlas wowed spectators by recreating Erling Haaland's iconic meditation goal celebration, waving to the crowd, and demonstrating its impressive agility during rehearsals.

Boston Dynamics' Director of Robot Behavior, Alberto Rodriguez, explained the engineering challenges of teaching Atlas to move quickly on grass, interact precisely with the ball, and perform human-like football celebrations.

This unforgettable World Cup moment showcased the growing role of robotics and artificial intelligence in global sporting events.

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Atlas Humanoid Robot Delivers Match Ball & Copies Haaland Celebration | FIFA World Cup 2026 | AD1Z
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July 6, 4:40 PM
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Understanding the Evidence Base on AI in K-12 Education | SCALE Initiative

Understanding the Evidence Base on AI in K-12 Education | SCALE Initiative | Inovação Educacional | Scoop.it
AI tools are arriving in schools faster than research can evaluate them. Teachers are experimenting with new tools and districts are writing policies, all while students are already using AI both inside and outside the classroom.

But for many education leaders, a basic question remains: What does rigorous research actually say about how AI affects teaching and learning?

To help answer that question, we released a new report: The Evidence Base on AI in K-12: A 2026 Review. The report reviews the current research, focusing specifically on studies that convincingly estimate causal impact, meaning studies that can tell us whether an AI tool changed outcomes for students or educators.

The Research Base Is Growing Quickly – But Rigorous Evidence Is Still Thin
Interest in AI and education has expanded rapidly. Our new report analyzed the more than 800 academic papers related to AI and K-12 education in the AI Hub Research Repository as of October 2025. The number of publications is growing dramatically. In only several months the Repository is now over 1,100 papers.
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July 6, 4:37 PM
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Is AI ruining our skills? Early results are in — and they’re not good

Is AI ruining our skills? Early results are in — and they’re not good | Inovação Educacional | Scoop.it
Reliance on artificial-intelligence tools degrades the abilities of physicians and software engineers, studies show.
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July 6, 4:36 PM
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Atraso bolsas CNPq: pesquisadores estão há 2 meses sem receber

Atraso bolsas CNPq: pesquisadores estão há 2 meses sem receber | Inovação Educacional | Scoop.it
CNPq atribui a falha a uma inconsistência envolvendo recursos de parceiros externos e afirma que a regularização dos repasses começará na quinta-feira (18).
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July 6, 4:11 PM
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Para onde vão os egressos da EPT? Empregabilidade e acesso ao ensino superior no Brasil

Para onde vão os egressos da EPT? Empregabilidade e acesso ao ensino superior no Brasil | Inovação Educacional | Scoop.it
Os dados fazem parte do estudo inédito “Para onde vão os egressos do Ensino Médio e EPT? Empregabilidade e acesso ao ensino superior no Brasil”, realizado pelo Itaú Educação e Trabalho (IET). O estudo analisa a trajetória de concluintes do Ensino Médio em diferentes modalidades, considerando a inserção no mundo do trabalho formal e o ingresso no ensino superior. 

A metodologia combina bases nacionais como o Censo Escolar, a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e o Censo da Educação Superior, permitindo acompanhar os egressos em diferentes momentos após a formatura e construir indicadores comparáveis ao longo do tempo. O estudo foi elaborado pelos pesquisadores Alysson Portella e Carolina Veronesi.
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July 6, 4:03 PM
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A quem serve uma educação que não considera o digital?

A quem serve uma educação que não considera o digital? | Inovação Educacional | Scoop.it
Apesar das restrições previstas na lei, o uso pedagógico desses dispositivos pode ocorrer, desde que seja supervisionado por professores — conforme texto escrito ipsis litteris, sem pôr ou tirar qualquer vírgula. Entretanto, desde sua sanção, escolas em todo o território nacional têm criado uma espécie de “terrorismo” atrapalhado e mal interpretado, caminhando no sentido da proibição das tecnologias em sala de aula, mesmo para fins educacionais, além de promover o desmantelamento de equipes de tecnologia educacional sob falsas prerrogativas.
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July 6, 3:59 PM
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CIEBCast | Ep #30 - Tecnologia como aliadaaos avanços na educação: experiências do Paraná e Piauí

Baixe a Nota Técnica "Tecnologia como aliada aos avanços na educação: As experiências de Paraná e Piauí no aprimoramento dos resultados educacionais e no fortalecimento da gestão das redes de ensino"

https://cieb.net.br/wp-content/uploads/2026/07/CIEB_NT-30-0629-1048.pdf

Neste episódio do CIEBCast, a diretora-executiva do CIEB, Julia Sant'Anna, conversa com o diretor do Centro Estadual de Tempo Integral - CETI Augustinho Brandão, Darkson Machado, e com a diretora do Colégio Estadual em Tempo Integral Newton Ferreira da Costa, Tânia Bendlin, sobre como o uso estratégico da tecnologia vem contribuindo para fortalecer a gestão educacional e impulsionar os resultados de aprendizagem.

A conversa parte das transformações aceleradas pela pandemia e aborda os desafios enfrentados pelas redes para ampliar a conectividade, qualificar professores, integrar soluções digitais à gestão escolar e consolidar políticas de educação digital com impacto pedagógico.

Participam do episódio:
• Julia Sant'Anna – Diretora-executiva do CIEB
• Tânia Bendlin representante da rede estadual do Paraná
• Darkson Machado representante da rede estadual do Piauí

O episódio aprofunda os principais achados da Nota Técnica, apresentando experiências concretas das duas redes de ensino, os desafios superados, as estratégias adotadas e os aprendizados que podem inspirar outras redes na implementação de políticas de educação digital.

🎧 A Nota Técnica está disponível no site do CIEB e o episódio completo do CIEBCast pode ser acessado pelo link acima.
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July 6, 3:51 PM
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Frontiers | Artificial intelligence, automation, and the future of development studies: rethinking teaching, learning, and graduate employability

Frontiers | Artificial intelligence, automation, and the future of development studies: rethinking teaching, learning, and graduate employability | Inovação Educacional | Scoop.it
This article argues that artificial intelligence and automation should be treated not as peripheral technological trends, but as forces reshaping the pedagogic and professional foundations of development studies. Bringing together scholarship on digital development, AI governance, higher education, and graduate employability, the paper contends that development studies must respond to AI in three interconnected ways: as an object of critical inquiry, as a condition transforming teaching and assessment, and as a factor reshaping graduate futures. The article develops a pedagogic framework centred on critical AI literacy, curriculum-wide integration, assessment redesign, applied capability formation, and institutional pedagogic governance. It argues that the future relevance of development studies will depend less on adopting technological novelty than on preserving and renewing its distinctive strengths: contextual analysis, ethical reflexivity, socio-technical critique, and the preparation of graduates able to interpret, question, and shape AI-mediated development practice.
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