Inovação Educacional
620.2K views | +17 today
 
Scooped by Inovação Educacional
onto Inovação Educacional
May 29, 3:11 PM
Scoop.it!

Entenda por que Leão XIV chama de 'entusiasmo ingênuo' inteligência artificial defendida pelas gigantes da tecnologia

Entenda por que Leão XIV chama de 'entusiasmo ingênuo' inteligência artificial defendida pelas gigantes da tecnologia | Inovação Educacional | Scoop.it
Em sua primeira encíclica, apresentada na segunda (25), Papa mostra preocupações com a substituição do ser humano por uma mediação técnica
No comment yet.
Inovação Educacional
Curadoria por Luciano Sathler. CLIQUE NOS TÍTULOS. Informação que abre caminhos para a inovação educacional.
Your new post is loading...
Your new post is loading...
Scooped by Inovação Educacional
September 10, 2024 9:19 AM
Scoop.it!

Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler

Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler | Inovação Educacional | Scoop.it

O que acontece quando a maioria faz uso de uma IA para realizar suas atividades laborais? E, no caso dos estudantes, quando os trabalhos passam a ser produzidos com o apoio de uma IA generativa?
Luciano Sathler
É PhD em administração pela USP e membro do Conselho Deliberativo do CNPq e do Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais
As diferentes aplicações de Inteligência Artificial (IA) generativa são capazes de criar novos conteúdos em texto, imagens, áudios, vídeos e códigos para software. Por se tratar de um tipo de tecnologia de uso geral, a IA tende a ser utilizada para remodelar vários setores da economia, com impactos políticos e sociais, assim como aconteceu com a adoção da máquina a vapor, da eletricidade e da informática.
Pesquisas recentes demonstram que a IA generativa aumenta a qualidade e a eficiência da produção de atividades típicas dos trabalhadores de colarinho branco, aqueles que exercem funções administrativas e gerenciais nos escritórios. Também traz maior produtividade nas relações de suporte ao cliente, acelera tarefas de programação e aprimora mensagens de persuasão para o marketing.
O revólver patenteado pelo americano Samuel Colt, em 1835, ficou conhecido como o "grande equalizador". A facilidade do seu manuseio e a possibilidade de atirar várias vezes sem precisar recarregar a cada disparo foram inovações tecnológicas que ampliaram a possibilidade individual de ter um grande potencial destrutivo em mãos, mesmo para os que tinham menor força física e costumavam levar desvantagem nos conflitos anteriores. À época, ficou famosa a frase: Abraham Lincoln tornou todos os homens livres, mas Samuel Colt os tornou iguais.
Não fazemos aqui uma apologia às armas. A alegoria que usamos é apenas para ressaltar a necessidade de investir na formação de pessoas que sejam capazes de usar a IA generativa de forma crítica, criativa e que gerem resultados humanamente enriquecidos. Para não se tornarem vítimas das mudanças que sobrevirão no mundo do trabalho.
A IA generativa é um meio viável para equalizar talentos humanos, pois pessoas com menor repertório cultural, científico ou profissional serão capazes de apresentar resultados melhores se souberem fazer bom uso de uma biblioteca de prompts. Novidade e originalidade tornam-se fenômenos raros e mais bem remunerados.
A disseminação da IA generativa tende a diminuir a diversidade, reduz a heterogeneidade das respostas e, consequentemente, ameaça a criatividade. Maior padronização tem a ver com a automação do processo. Um resultado que seja interessante, engraçado ou que chama atenção pela qualidade acima da média vai passar a ser algo presente somente a partir daqueles que tiverem capacidade de ir além do que as máquinas são capazes de entregar.
No caso dos estudantes, a avaliação da aprendizagem precisa ser rápida e seriamente revista. A utilização da IA generativa extrapola os conceitos usualmente associados ao plágio, pois os produtos são inéditos – ainda que venham de uma bricolagem semântica gerada por algoritmos. Os relatos dos professores é que os resultados melhoram, mas não há convicção de que a aprendizagem realmente aconteceu, com uma tendência à uniformização do que é apresentado pelos discentes.
Toda Instituição Educacional terá as suas próprias IAs generativas. Assim como todos os professores e estudantes. Estarão disponíveis nos telefones celulares, computadores e até mesmo nos aparelhos de TV. É um novo conjunto de ferramentas de produtividade. Portanto, o desafio da diferenciação passa a ser ainda mais fundamental diante desse novo "grande equalizador".
Se há mantenedores ou investidores sonhando com a completa substituição dos professores por alguma IA já encontramos pesquisas que demonstram que o uso intensivo da Inteligência Artificial leva muitos estudantes a reduzirem suas interações sociais formais ao usar essas ferramentas. As evidências apontam que, embora os chatbots de IA projetados para fornecimento de informações possam estar associados ao desempenho do aluno, quando o suporte social, bem-estar psicológico, solidão e senso de pertencimento são considerados, isso tem um efeito negativo, com impactos piores no sucesso, bem-estar e retenção do estudante.
Para não cair na vala comum e correr o risco de ser ameaçado por quem faz uso intensivo da IA será necessário se diferenciar a partir das experiências dentro e fora da sala de aula – online ou presencial; humanizar as relações de ensino-aprendizagem; implementar metodologias que privilegiem o protagonismo dos estudantes e fortaleçam o papel do docente no processo; usar a microcertificação para registrar e ressaltar competências desenvolvidas de forma diferenciada, tanto nas hard quanto soft skills; e, principalmente, estabelecer um vínculo de confiança e suporte ao discente que o acompanhe pela vida afora – ninguém mais pode se dar ao luxo de ter ex-alunos.
Atenção: esse artigo foi exclusivamente escrito por um ser humano.
O editor, Michael França, pede para que cada participante do espaço "Políticas e Justiça" da Folha sugira uma música aos leitores. Nesse texto, a escolhida por Luciano Sathler foi "O Ateneu" de Milton Nascimento.

No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 2:51 PM
Scoop.it!

Brasil migra do governo digital para o governo Agêntico –

Brasil migra do governo digital para o governo Agêntico – | Inovação Educacional | Scoop.it
Com sete meses de execução e investimento de R$ 390 milhões, o projeto INSPIRE, iniciativa liderada pelo CPQD e governo federal apresenta resultados na criação de uma infraestrutura nacional de IA e dados voltada à cidadania e soberania digital.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 2:45 PM
Scoop.it!

Redes sociais são tão prejudiciais a jovens quanto o cigarro, alertam médicos

Redes sociais são tão prejudiciais a jovens quanto o cigarro, alertam médicos | Inovação Educacional | Scoop.it
Consulta pública aberta no Reino Unido avalia se governo deve seguir modelo da Austrália e proibir acesso a redes sociais para menores de 16 anos
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 2:36 PM
Scoop.it!

Ensino médio poderá participar de Olimpíada de energia - 29/05/2026 - Mônica Bergamo - Folha

Ensino médio poderá participar de Olimpíada de energia - 29/05/2026 - Mônica Bergamo - Folha | Inovação Educacional | Scoop.it
Alunos do 1º e 2º anos do ensino médio poderão participar da Olimpíada Nacional de Eficiência Energética 2026, promovida pela Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). A disputa era voltada apenas a estudantes do 8º e 9º anos do ensino fundamental.

A olimpíada deve reunir mais de 660 mil estudantes, além de mobilizar cerca de 9.000 escolas e 34 mil professores em todo o país. Segundo a organização, a ampliação faz com que a prova passe a alcançar um universo elegível de mais de 10 milhões de jovens.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 2:31 PM
Scoop.it!

Decreto de Lula sobre redes sociais abre brechas - 29/05/2026 - Política - Folha

Decreto de Lula sobre redes sociais abre brechas - 29/05/2026 - Política - Folha | Inovação Educacional | Scoop.it
Não convém a nenhum campo ideológico que autoridade estatal arbitre limites do discurso público
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
May 29, 3:12 PM
Scoop.it!

Digital repository | Resources on School Connectivity |Giga

Digital repository | Resources on School Connectivity |Giga | Inovação Educacional | Scoop.it
The Giga Digital Repository is a comprehensive source for information on school connectivity. Organized around key stages of the connectivity journey, this curated repository gives stakeholders an overview of the essential tools, reports, data platforms, and guidance materials to support their efforts.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
May 29, 3:10 PM
Scoop.it!

INÍCIO | IAí?

INÍCIO | IAí? | Inovação Educacional | Scoop.it
A Inteligência Artificial promete revolucionar o mundo do trabalho. Essa mudança é acompanhada de riscos e oportunidades, especialmente para os trabalhadores mais vulneráveis em países como o Brasil. O IAí é uma iniciativa inovadora, fruto da parceria entre ITS Rio, Fundação Arymax e Fundação Grupo Volkswagen com o objetivo de construir conhecimento, coletar evidências e promover estratégias pensadas a partir da realidade brasileira para garantir que ninguém fique para trás.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
May 29, 3:07 PM
Scoop.it!

Homeschooling: por que pais foram condenados ao educar filhas em casa?

Homeschooling: por que pais foram condenados ao educar filhas em casa? | Inovação Educacional | Scoop.it
Casal de Jales, no interior de São Paulo, argumenta que filhas aprendiam até latim em casa. No Brasil, modelo não é regulamentado — um projeto de lei está em trâmite no Senado.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
May 29, 3:01 PM
Scoop.it!

A importância da matemática e as eleições

A importância da matemática e as eleições | Inovação Educacional | Scoop.it
Ter a matemática como prioridade forma cidadãos mais bem preparados, combate desigualdades e potencializa a produtividade do país
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
May 29, 11:02 AM
Scoop.it!

AI just changed everything about how we forecast the weather

AI just changed everything about how we forecast the weather | Inovação Educacional | Scoop.it
Nvidia, Google, and a growing list of startups are using AI to make weather reports more accurate—and show the world how powerful the technology is.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
May 29, 11:01 AM
Scoop.it!

A neurociência da fadiga da mudança

A neurociência da fadiga da mudança | Inovação Educacional | Scoop.it
Atualmente, as organizações estão submetendo seus colaboradores a um verdadeiro experimento de estresse contínuo. Reestruturações, transformação digital, transições para o trabalho remoto e híbrido, reorganização da cadeia de suprimentos e a rápida chegada da IA ​​— a mudança se tornou uma condição permanente na vida profissional. Os líderes ficam perplexos ou irritados quando as pessoas resistem, se desmotivam ou parecem incapazes de se adaptar.

Analisar a neurociência do que acontece na mente e no corpo oferece uma explicação que as estratégias raramente reconhecem: a mudança crônica não é apenas um desafio organizacional, mas também é fisiologicamente desgastante — e, para muitos, os leva a estados do sistema nervoso nos quais o engajamento genuíno com a transformação se torna neurologicamente difícil.

ONDE A TRANSFORMAÇÃO NOS COLOCA NO MAPA DA EXCITAÇÃO
A compreensão disso começa com o sistema nervoso autônomo. Vivenciamos nossa vida interior em duas dimensões: valência (negativa a positiva) e ativação (baixa a alta) (veja o gráfico abaixo). O quadrante superior esquerdo desse espaço — alta ativação, valência negativa — é onde encontramos os estados de medo, alarme, raiva, tensão e angústia. Não por coincidência, é também onde a maioria das pessoas se encontra durante mudanças organizacionais.   

Incerteza sobre funções, sinais contraditórios de liderança, aumento da carga de trabalho, prazos apertados e dinâmicas em constante mudança sinalizam ameaça ao corpo. Em resposta, o sistema simpático se mobiliza. A frequência cardíaca aumenta, o foco se estreita, a memória de trabalho se contrai e a função executiva — a capacidade de pensar, decidir e regular — é reduzida à medida que os recursos são direcionados para a sobrevivência. Isso é adaptativo em uma emergência real. Em uma reorganização, torna as pessoas piores justamente naquilo que a transformação exige em termos de pensamento.

O PROBLEMA DA DESREGULAÇÃO
Para muitos, isso não é temporário. Dados populacionais mostram que uma parcela crescente da força de trabalho não está apenas estressada, mas também desregulada — presa em um estado de hiperativação, com acesso limitado a estados de calma e concentração. Isso se reflete tanto nos dados da nossa empresa quanto nos dados de longo prazo da Gallup.


Assine a newsletter diária . Receba as notícias mais populares da Fast Company diretamente na sua casa, todos os dias.


INSCREVER-SE
política de Privacidade
|

Boletins informativos da Fast Company
Isso se torna um ciclo vicioso: quando o sistema está cronicamente em estado de alerta elevado, as pessoas não conseguem acessar as habilidades necessárias para se recuperar, como autoconhecimento, regulação emocional ou exercícios físicos, ficando presas em um estado de estresse constante.

A constante mudança organizacional, repetida sem um período de recuperação adequado, é um fator direto que impulsiona esse padrão.

O QUE A IA ESTÁ ACRESCENTANDO A UM SISTEMA JÁ ESGOTADO?
Nesse contexto, a adoção da IA ​​está intensificando as demandas sobre uma força de trabalho já sobrecarregada. As funções se expandiram, com mais trabalho possibilitado pela IA sem redução das expectativas, levando à sobrecarga cognitiva. Gerenciar múltiplas tarefas de IA cria constantes mudanças de contexto e ciclos mentais abertos — o que os pesquisadores chamam de "Frieza Cerebral por IA": uma fadiga mensurável caracterizada por confusão mental, erros e tensão cognitiva.

Além do indivíduo, o tecido social das equipes está sob pressão. A IA frequentemente substitui as trocas informais — conversas rápidas e resolução conjunta de problemas — que sustentam a confiança e a corregulação. Os humanos não se regulam isoladamente; dependemos de sinais como contato visual, tom de voz e presença para nos sentirmos seguros. À medida que a IA intermedia mais a comunicação e as equipes diminuem, esse mecanismo regulatório natural começa a se deteriorar.

Essa situação se intensifica quando a adoção da IA ​​carrega uma mensagem implícita de que é preciso alcançar um aumento de 20% na eficiência ou correr o risco de ser substituído. As equipes — especialmente aquelas afetadas por demissões impulsionadas pela IA — operam em condições de baixa confiança e alta ansiedade, com níveis elevados de cortisol e constante detecção de ameaças, o que dificulta o aprendizado. O padrão mais corrosivo que observamos é a ambiguidade de papéis, a transformação contínua, a carga de trabalho constante e a erosão do equilíbrio entre vida pessoal e profissional — com o impacto negativo mais forte no desempenho e no bem-estar.

Quando os líderes interpretam a resistência à adoção da IA ​​como tecnofobia ou falta de ambição, estão interpretando o sinal de forma equivocada. Para alguns — aqueles já desregulados e carregando o fardo cumulativo de transformações repetidas — o problema não é a falta de vontade, mas sim a capacidade fisiológica.

ANÚNCIO
A prontidão para a mudança não é uma característica fixa — é uma função do estado do sistema nervoso. Alguém em estado de hiperativação não consegue acessar a curiosidade ou a flexibilidade necessárias para aprender. Essa pessoa está, literalmente, neurologicamente indisponível. Organizações que confundem isso com falha individual, em vez de reconhecer como resultado de uma transformação prolongada e com recuperação incompleta, continuarão tentando motivar pessoas que estão esgotadas demais para se engajar.

TRÊS INDICADORES DE PRONTIDÃO PARA A MUDANÇA
Isso aponta para algo prático. Em vez de medir a adoção da IA ​​ou avaliar a prontidão com questionários abstratos, as organizações podem avaliar três indicadores baseados em evidências em suas populações.

O primeiro fator é o nível atual de estresse, medido por meio de uma ferramenta validada, como a Escala de Estresse Percebido. Pessoas com níveis elevados de estresse têm menos capacidade de se engajar com mudanças — não por falta de vontade, mas porque o estresse prejudica a função executiva necessária para o aprendizado. Identificar onde o estresse é mais alto mostra onde os esforços de mudança encontram resistência.
O segundo fator é o nível de resiliência. A resiliência não é fixa — trata-se de um conjunto de capacidades treináveis, incluindo autoconhecimento, regulação emocional, controle da atenção e recuperação. Aqueles com perfis de habilidades mais robustos lidam com a incerteza de forma mais eficaz. A avaliação dessas habilidades revela quem está em risco e quais capacidades devem ser desenvolvidas.
O terceiro aspecto é a segurança psicológica no nível da equipe — a permissão para expressar opiniões, assumir riscos e aprender sem medo. Ela funciona como um sinal de corregulação, indicando ao sistema nervoso que é seguro o suficiente para explorar. Dados da Awaris, coletados em 140 equipes, mostram que ela atenua o estresse e prevê desempenho, inovação e aprendizado.
A defesa de um tipo diferente de gestão de mudanças

O conjunto padrão de ferramentas de gestão de mudanças — planos de comunicação, programas de treinamento, desdobramento de liderança — pressupõe que as pessoas estejam cognitivamente disponíveis para receber e agir de acordo com as informações. Para uma força de trabalho cronicamente estressada, desregulada e enfrentando a carga adicional da intensificação impulsionada pela IA, essa premissa falha para grande parte da equipe.

A adoção sustentável da IA ​​— e a transformação dos negócios — exige que as organizações invistam em condições que permitam a mudança para as pessoas. Isso significa mensurar o nível de estresse, desenvolver habilidades de resiliência, proteger as conexões humanas por meio das quais regulamos o ambiente e planejar a mudança em um ritmo que permita a recuperação. Significa tratar a prontidão para a mudança não como um problema de comunicação, mas como um problema fisiológico.

Ao medirmos o estresse e a resiliência, podemos identificar as capacidades mais importantes. No nível individual, uma perspectiva positiva, propósito e conexão social são fortes indicadores de resiliência. Isso significa garantir que as pessoas vivenciem os benefícios da transformação da IA ​​e percebam como ela se conecta à realização de seu propósito. No nível da equipe, conexão social, positividade e consciência emocional são essenciais para regular a pressão e manter o desempenho durante períodos de mudança.

O sistema nervoso não é um obstáculo à transformação. Compreendido corretamente, ele é o mapa.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
May 29, 11:00 AM
Scoop.it!

Inteligência artificial e educação

Inteligência artificial e educação | Inovação Educacional | Scoop.it
A agenda paralela da missão da Fundação Itaú no South By Southwest (março, 2026, Austin, Texas) incluiu
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
May 29, 10:54 AM
Scoop.it!

Residência médica poderá usar nota do Enamed na seleção; MEC regulamenta nova regra

Residência médica poderá usar nota do Enamed na seleção; MEC regulamenta nova regra | Inovação Educacional | Scoop.it
A nota do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) poderá ser utilizada nos processos seletivos para residência médica em todo o país. A mudança foi regulamentada pelo Ministério da Educação (MEC) em resolução publicada nesta quinta-feira (28) no Diário Oficial da União.

A norma autoriza instituições credenciadas pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) a utilizar os resultados do exame como etapa da avaliação teórica para programas de acesso direto — aqueles que não exigem especialização prévia.

A medida abre caminho para que hospitais universitários, faculdades e outras instituições aproveitem uma prova nacional já aplicada aos estudantes de medicina em vez de realizar exames próprios para essa etapa da seleção.

O Enamed é aplicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e foi criado para avaliar a formação dos estudantes de medicina no país. A adoção da nota, no entanto, não será obrigatória. Cada programa poderá decidir se utilizará ou não o exame em seu processo seletivo.


Agora no g1

Mudança também afeta a forma de corrigir as provas
A resolução também introduz uma nova possibilidade para a correção das avaliações.

Além do modelo tradicional, baseado no percentual de acertos, as instituições poderão adotar um sistema de desempenho em escala de proficiência, calculado por metodologia estatística.

Entre as ferramentas permitidas está a Teoria de Resposta ao Item (TRI), utilizada no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Nesse modelo, o desempenho do candidato é medido não apenas pela quantidade de questões acertadas, mas também pelo grau de dificuldade das perguntas e pela coerência das respostas ao longo da prova.

Pelas novas regras, os editais poderão escolher entre exigir pelo menos 50% de acertos ou estabelecer uma pontuação mínima em escala de proficiência. Os dois critérios não poderão ser utilizados simultaneamente no mesmo processo seletivo.

Enare também poderá ser aproveitado
A resolução prevê ainda que programas de residência médica com pré-requisito, áreas de atuação ou anos adicionais poderão utilizar os resultados do Exame Nacional de Residência (Enare) como etapa da avaliação teórica.

Segundo a Comissão Nacional de Residência Médica, as mudanças buscam dar mais flexibilidade aos processos seletivos e ampliar a possibilidade de utilização de exames nacionais já existentes.

A norma também reforça a obrigação de os editais informarem o número de vagas autorizadas para cada programa, incluindo aquelas reservadas ao serviço militar obrigatório.

Instituições que descumprirem as regras poderão ser alvo de processo administrativo de supervisão pela Comissão Nacional de Residência Médica.

A resolução entrou em vigor na data de sua publicação.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 2:53 PM
Scoop.it!

Longevidade desafia INSS e promete revolução no emprego - 30/05/2026 - Economia - Folha

Longevidade desafia INSS e promete revolução no emprego - 30/05/2026 - Economia - Folha | Inovação Educacional | Scoop.it
O Brasil gasta hoje 8,26% do PIB (Produto Interno Bruto) apenas com o financiamento de benefícios do RGPS (Regime Geral de Previdência Social). O déficit deve fechar o ano de 2026 em R$ 338,6 bilhões. Ao todo, a Previdência paga mais de R$ 1,3 trilhão em benefícios por ano, incluindo o BPC (Benefício de Prestação Continuada), que é da assistência social.

Em 2070, a despesa do RGPS vai consumir 13,26% do PIB se não houver mudanças, com déficit previsto em R$ 91,4 bilhões, segundo projeções do Ministério da Fazenda até 2100, atualizadas para a LDO 2027. O ano de 2050, no entanto, traz um marco de preocupação para estudiosos de longevidade, previdência e mercado de trabalho.

É a partir dele que deve haver a equiparação de apenas um contribuinte para cada aposentado no país, o que torna o modelo de repartição inviável sem mudanças. Hoje, há cerca de 2 contribuintes para cada aposentado, mas, em 2019, quando a reforma da Previdência foi aprovada, havia 4,5 pessoas em idade ativa (16 a 59 anos) para cada pessoa com mais de 60 anos. Nem todos em idade ativa são contribuintes.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 2:50 PM
Scoop.it!

O paradoxo da desterritorialização: IA, nômades e reenraizamento

O paradoxo da desterritorialização: IA, nômades e reenraizamento | Inovação Educacional | Scoop.it
Precisou a chegada da IA e sua popularização para perceber um paradoxo no centro do que tenho escrito por tantos anos sobre os lugares. Insisti, e nisso não mudei de opinião, na necessidade da desterritorialização, termo que, de tanto falar, deve ter gente que ache que ele é meu e não do Deleuze e do Guattari. Uso esse termo num sentido provavelmente mais territorial do que eles autorizariam. Penso que os lugares precisam ir além do seu território cartográfico, pois, sem isso, eles não sobreviverão à competição por atração de talentos, investimentos, visitantes etc. Chamei essa necessidade de “supraterritorialidade”. Mesmo defendendo que um lugar é feito justamente por pessoas, ao melhor estilo shakespeariano, talvez tenha me esquecido justamente delas, das pessoas nesse processo. Enquanto o lugar expande, aparentemente, e esse me parece ser o paradoxo, as pessoas retraem, se movem na direção oposta, ou seja, vão precisar se reterritorializar.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 2:42 PM
Scoop.it!

Comprove que você não é um robô 

Comprove que você não é um robô  | Inovação Educacional | Scoop.it
O celular vibra no criado-mudo às 6h50. Durante a noite, quatro corporações, dois serviços de entrega, uma rede de farmácias, seus chefes e o gerente virtual do banco queriam saber se está a postos para participar da sociedade.

Digite sua senha.

Não use sua data de nascimento, o nome de sua bisavó materna nem o CPF. Ela deve ter entre uma dúzia e 20 caracteres não repetidos, pelo menos cinco escalafobéticos, duas maiúsculas e três números primos. Eis você, cidadão exemplar: mwºers9kiTzh§7Ulj#3+

Aceite todos os cookies.

A submissão ao incompreensível é a primeira genuflexão na liturgia da conformidade. O usuário exausto tecla o que o computador manda para fazer a janela sumir da tela. A concordância cega solapa a possibilidade de ver a verdade: não fazemos, somos feitos.

Clique em continuar para prosseguir.

A tautologia é a língua franca da administração algorítmica da vida. Prosseguir para continuar, continuar para prosseguir. Anda-se muito e não se vai a lugar nenhum. A aparência de ação fundamenta a essência falsa.


Bruna Barros/Folhapress
Se preferir, envie uma foto do rosto para sua validação biométrica.

"A liberdade não é escolher entre preto e branco, mas abominar esse tipo de escolha". O aforisma de Theodor Adorno está em "Minima Moralia", reflexões acerca da vida lesada do capitalismo industrial. Ele prescinde da coerção ostensiva, organiza a servidão por meio de microhábitos imperceptíveis que, somados, definem uma ordem.

Diga quantos ônibus aparecem nas imagens e comprove que não é um robô.

Não se pergunte aonde vão os ônibus, quem os espera no ponto, se alguém cochila dentro deles. A realidade é um captcha sem sentido. Robotize-se e comprove que não é um robô.

Não use Caps Lock. Evite responder a todos. Seja claro.

Quem demora a responder é desorganizado, desinteressado, pouco profissional. A etiqueta, que estruturava a civilidade, foi absorvida pela lógica do desempenho eficaz. Da padronização das mercadorias passou-se à dos comportamentos, cancelando a espontaneidade. Você vale pelo que entrega, e tem de entregar rápido.

Sua opinião é importante para nós.

O excesso de comunicação impede a comunicação. A polidez da linguagem corporativa gere conflitos em potencial. O simulacro de diálogo substitui a relação humana. A branda brutalização digital fomenta vidas sem substância nem autonomia. O brasileiro é incapaz de dizer uma mentira sem acreditar nela.

Acesse nosso podcast.

Para fruir o canto mavioso e letal das sereias, Ulisses tapou os ouvidos dos marinheiros com cera, ordenou que o amarrassem ao mastro e ordenou que remassem. O proprietário do barco escutou a música magnífica à custa da mutilação da escuta dos empregados. Ao patrão, a arte; ao trabalhador, o remo.

Hoje, Ulisses não precisaria mandar nada. É por livre e espontânea vontade que você bota fones de ouvido e deleta os gritos ao redor enquanto corre por aí. A representação abstrata da injustiça universal (o sistema) oculta seu responsável concreto (o burguês).


A sereia do Aquário de São Paulo - Rafaela Araújo - 15.ago.25/Folhapress
Entre sem bater.

Quando Adorno escreveu seus aforismos, no mundo analógico do pós-Guerra, as portas dos carros tinham de ser batidas com força. Por isso, disse: "Nos gestos que as máquinas exigem de quem as usa já medra o violento, o brutal, o contumaz atropelo dos maus-tratos fascistas". O avanço tecnológico fez com que as portas agora se fechem com maciez. O mesmo progresso produz motores elétricos tão possantes e silenciosos que, ao sentir sua macia pulsação, o motorista do bólido blindado é tentado a passar por cima da escumalha de pedestres e ciclistas que atravanca as ruas.

Mande uma selfie.

O antigo "star system" dependia da distância entre divas e fãs. No atual, a intimidade é alardeada. Políticos transmitem seu café da manhã. Colunistas exibem ansiedades domésticas. Viajar sem postar fotos é impensável, porque a estrutura do lazer é a mesma do trabalho. O Brasil se preparou durante séculos para produzir e consumir Sabrina Sato.

Respeitamos sua privacidade.

À luz de velas, ela checa no celular memes e anúncios disfarçados de notícia —ou vice-versa— enquanto ele olha de soslaio vídeos pornográficos. Para não quebrar o clima romântico, o garçom envia o cardápio pelo WhatsApp.

Como posso ajudá-lo?

Com variantes, essa é a pergunta padrão do ChatGPT, do Gemini e do Claude. Ao se pedir à inteligência artificial uma apreciação da tecnovida à maneira de Adorno, o pastiche resultante seria esta coluna.

A autoria individual é irrelevante quando a indústria cultural vulgariza, seu método de praxe para diluir críticas.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 2:34 PM
Scoop.it!

IAs 'burras' também podem ser perigosas, diz autor - 29/05/2026 - Tec - Folha

IAs 'burras' também podem ser perigosas, diz autor - 29/05/2026 - Tec - Folha | Inovação Educacional | Scoop.it
O autor de um livro sobre como a inteligência artificial deve destruir o mundo se o desenvolvimento tecnológico não parar o quanto antes não considera perigosa a recém-lançada IA da startup Anthropic chamada Mythos —ao menos se ela continuar como está.

"O Mythos deveria servir de alerta", diz Nate Soares ao tratar do modelo de linguagem que assustou bancos e governos pela capacidade de encontrar falhas em softwares que passaram despercebidas por décadas.

Coautor de "Se Alguém Criar, Todos Morrem: Por Que a IA Super-humana Pode nos Matar" e presidente do Instituto de Pesquisa sobre Inteligência de Máquina (Miri, na sigla em inglês), Soares afirma que as IAs podem se tornar muito perigosas mesmo que continuem burras na perspectiva humana, contanto que desenvolvam habilidades sobre-humanas de pesquisa.

"Ainda não é o caso do Mythos, mas uma IA supercientista poderia desenvolver uma IA mais inteligente, que produz uma IA mais inteligente e as coisas sairiam de controle", disse.


Os escritores e cientistas da computação Eliezer Yudkowsky (à esq.) e Nate Soares - Divulgação Editora Intrínseca
Apesar do sobrenome, Soares é um californiano, com sotaque e todas as idiossincrasias do Vale do Silício, e conversou com a Folha por videoconferência. Embora tenha feito dos riscos da IA seu ganha-pão, ele recorda passagem pelo time de engenharia da Microsoft e da crença no potencial da tecnologia de resolver grande parte dos problemas humanos.

A obra, escrita em parceria com o fundador do Miri, Eliezer Yudkowsky, descreve um "provável cenário" em que a IA vai se voltar contra a humanidade por uma simples questão de eficiência. O ensaio foi eleito uma das melhores leituras de 2025 pela revista New Yorker e ganhou versão em português neste ano pela editora Intrínseca.

Na simulação, um modelo de linguagem se torna capaz de desenvolver novos modelos mais capazes por conta própria. Para isso, teria que desobedecer às instruções dos seus criadores, o que já acontece hoje.

Daí, começa uma saga: a IA, cada vez mais inteligente, cria uma rede de computadores na nuvem, avança na bioengenharia, multiplica corpos para si e, munida de tecnologia superior, dizima a humanidade. Nada disso jamais aconteceu, mas se baseia "no melhor da ciência da computação", disse Soares.

O Miri se debruça sobre os riscos da IA desde 2000, muito antes de o ChatGPT existir, e começou com uma questão filosófica: "Yudkowsky percebeu que tornar uma máquina mais inteligente não a tornaria melhor ou mais obediente", afirma o atual presidente.

"Na verdade, máquinas muito espertas podem fazer, sem serem descobertas, coisas que não queremos".

1 5
IA já aparece em outdoors e carros autônomos pelo Vale do Silício


VOLTARFacebookWhatsappXMessengerLinkedinE-mailCopiar link
Carregando...
A posição de Yudkowsky é também anterior à popularização do termo "AI doomer" (catastrofista da IA) no Vale do Silício. Ele também é uma referência do altruísmo eficaz (EA, na sigla em inglês), linha de pensamento inglesa que ganhou tração na costa oeste dos Estados Unidos e tem simpatia na cúpula da Anthropic, também dona do Claude.

A corrente propõe calcular benefícios e prejuízos de cada decisão antes de levá-la adiante, visando gerar o maior impacto positivo possível.

Soares não se acanha em dizer que seu livro tem um objetivo político: interromper o desenvolvimento de inteligências artificiais cada vez mais inteligentes.

"Se uma das pessoas no front da pesquisa estiver excessivamente confiante de que a IA gosta de nós, de que esta IA vai nos tratar bem quando for superinteligente, eles vão encontrar um caminho até a superinteligência. Se eles estiverem errados, não haveria novas tentativas, seria o fim do jogo para toda humanidade."

folha mercado
Receba no seu email o que de mais importante acontece na economia; aberta para não assinantes.


Carregando...
Os autores fazem esse apelo enquanto consideram que os atuais modelos de linguagem ainda não saíram de controle.

Um dos problemas do desenvolvimento da tecnologia hoje, diz Soares, é a falta de parâmetros para avaliar a inteligência dos modelos. "As IAs provavelmente não estão ficando inteligentes da mesma maneira que nós ficamos, um percurso que levou anos e anos de evolução", afirma.

Embora o livro cite o evolucionista Richard Dawkins como uma referência para argumentar que os humanos não seriam úteis à IA, Soares afirma que a comparação entre a inteligência biológica e os modelos de linguagem é errada.

O argumento é que os modelos podem resolver problemas e cumprir tarefas difíceis até para especialistas. "Um submarino não mergulha da mesma maneira do que uma pessoa, mas é capaz de se locomover do ponto A ao ponto B na água. As IAs também cumprem tarefas e é isso que as faz perigosas."


Em relação à indiferença das máquinas para as pessoas, a defesa também é utilitária: se a IA conseguir se manter por conta própria em um mundo mais eficiente, quais seriam os motivos para manter homens e mulheres piorando as condições do mundo com poluição e guerras?

Soares não quer arriscar esse experimento e se nega a chutar qual a probabilidade de extinção pela IA —outra pergunta frequente no Vale do Silício. Ele compara a situação com um carro correndo em direção a um precipício. "Qual seria o sentido de eu avisar ‘pare o carro, nós vamos morrer’, e alguém me perguntasse ‘qual é a chance de morrermos?’", afirma.

Embora considere que a humanidade não tenha aprendido o suficiente com grandes traumas como o bombardeio atômico do Japão ou a pandemia de Covid, o presidente do Miri é otimista quanto à chance de impedir um cataclismo da inteligência artificial.

"Precisamos de mais pessoas dizendo que isso parece uma loucura. Quem tem a sorte de viver em uma democracia pode ligar para os seus representantes e pedir que eles deem voz a essas preocupações. Até o governo Trump começou a reconhecer riscos", disse.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
Today, 1:30 PM
Scoop.it!

Por que jovens (em sua maioria homens) são atraídos por apostas nos mercados de previsão?

Por que jovens (em sua maioria homens) são atraídos por apostas nos mercados de previsão? | Inovação Educacional | Scoop.it
Os mercados de previsão movimentam bilhões de dólares e crescem rapidamente, atraindo principalmente homens jovens
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
May 29, 3:11 PM
Scoop.it!

Entenda por que Leão XIV chama de 'entusiasmo ingênuo' inteligência artificial defendida pelas gigantes da tecnologia

Entenda por que Leão XIV chama de 'entusiasmo ingênuo' inteligência artificial defendida pelas gigantes da tecnologia | Inovação Educacional | Scoop.it
Em sua primeira encíclica, apresentada na segunda (25), Papa mostra preocupações com a substituição do ser humano por uma mediação técnica
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
May 29, 3:09 PM
Scoop.it!

Zanin pede vista e interrompe julgamento no STF sobre escolas cívico-miltiares

Zanin pede vista e interrompe julgamento no STF sobre escolas cívico-miltiares | Inovação Educacional | Scoop.it
Na sexta-feira passada, o Grupo de Estudos e Pesquisas em Direito à Educação, Economia e Políticas Educacionais da USP (Deep) publicou um estudo que mostra o crescimento das escolas cívico-militares no país desde 2019. Hoje, cerca de 1,5% das escolas em todo o país (mais de 102 mil) seguem o modelo militarizado.

Segundo a publicação, as instituições cresceram quase seis vezes mais em sete anos, com 578.858 matrículas nos anos finais do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano) e 262.597 matriculados, 4,1% dos estudantes dessa etapa. O estado com maior núnero de instituições, o Paraná, tem 375 instituições de ensino militares.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
May 29, 3:01 PM
Scoop.it!

Estudo aponta avanços na educação infantil em linguagem e matemática

As redes municipais de ensino, responsáveis pela gestão da educação infantil, adotam mais estratégias em letramento e experiências com a linguagem do que com a matemática.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
May 29, 3:01 PM
Scoop.it!

Milhões de crianças de países pobres sofrem abuso sexual na internet

Milhões de crianças de países pobres sofrem abuso sexual na internet | Inovação Educacional | Scoop.it
Dados são de um estudo inédito publicado nesta quarta-feira (27), que revela que uma em cada seis crianças que usam a internet na África e na Ásia sofreu exploração sexual online em apenas um ano.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
May 29, 11:02 AM
Scoop.it!

Microsoft’s AI Copilot is getting a human-focused streamlining 

Microsoft’s AI Copilot is getting a human-focused streamlining  | Inovação Educacional | Scoop.it
The company is aiming to make the software easier to use for a growing number of workplace and personal tasks. 
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
May 29, 11:00 AM
Scoop.it!

Gerdau lança curso superior para indústria do aço em meio à escassez de engenheiros

Gerdau lança curso superior para indústria do aço em meio à escassez de engenheiros | Inovação Educacional | Scoop.it
A Gerdau e a Ânima Educação anunciaram o lançamento do Curso Superior de Tecnologia em Processos Produtivos da Indústria do Aço, uma graduação voltada à formação de profissionais para atuar na cadeia produtiva do setor siderúrgico. Com 40 vagas e operação da UNA em Conselheiro Lafaiete (MG), o curso foi criado em meio às dificuldades enfrentadas pela indústria para contratar profissionais qualificados em áreas ligadas à engenharia e à produção industrial.

A formação será oferecida na modalidade semipresencial, terá duração de seis semestres e carga horária total de 2.600 horas. A primeira turma está prevista para começar em agosto de 2026.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
May 29, 10:58 AM
Scoop.it!

Menos Trabalho, Preços Mais Altos? Como o Fim da Escala 6x1 Poderá Afetar a Economia 

Menos Trabalho, Preços Mais Altos? Como o Fim da Escala 6x1 Poderá Afetar a Economia  | Inovação Educacional | Scoop.it
Hoje em dia, a escala 6×1 é mais comum em setores como o varejo e a indústria. Segundo estudo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), 93% dos contratos no comércio varejista estão acima de 40 horas semanais. Também para a análise da FGV IBRE com dados da PNAD Contínua, 60,7% dos trabalhadores com carteira assinada no comércio cumpriam jornadas de 44 horas semanais no terceiro trimestre de 2024. Na agropecuária, o percentual é de 54,5%, e, na indústria, de 49,3%.

A CNC argumentou que são preocupantes os efeitos da redução constitucional da jornada semanal. De acordo com a entidade, a adoção de um limite uniforme de 40 horas pode gerar impactos negativos no emprego, nos pequenos negócios e na capacidade produtiva de setores intensivos em mão de obra.

“A atual limitação constitucional de 44 horas resulta de um equilíbrio construído na Assembleia Nacional Constituinte entre proteção ao trabalhador e preservação da competitividade econômica”, afirma a Confederação.

Entre as consequências, a CNC ressalta que o comércio presencial, já pressionado pela expansão do e-commerce e das plataformas digitais, pode perder competitividade caso tenha sua estrutura de custos elevada, acelerando a migração de vendas para modelos digitais e automatizados.

Já a Confederação Nacional da Indústria (CNI) calcula que os preços para o consumidor terão alta de 6,2% em média caso o limite semanal de horas de trabalho seja diminuído. “Isso vai impactar o aumento dos preços de compras em supermercado e de roupas, por exemplo”.

Segundo a CNI, as compras em supermercados podem ficar 5,7% mais caras, com os preços de produtos agropecuários subindo em torno de 4% e os de produtos industrializados podendo registrar alta de 6% em média. No nicho de serviços, o reajuste pode alcançar 6,5%.

Os números mostram, ainda, que a indústria será o segmento mais atingido, com queda de 4,34% das horas trabalhadas. O segmento enfrentará a maior queda no PIB em termos relativos, de 1,2%, o equivalente a R$ 25,4 bilhões. “As empresas não enfrentarão apenas o aumento do custo direto com mão de obra, os insumos também deverão ter seus preços reajustados”, diz o presidente da CNI, Ricardo Alban.

Ele acrescenta que “a discussão da escala é 6×1 é legítima e necessária, mas qualquer decisão dessa dimensão deve levar em conta a avaliação de impacto e seus efeitos econômicos”, afirma. Alban justifica dizendo que a produtividade no Brasil ainda está muito aquém de países semelhantes e há escassez de mão de obra. “Por isso, ainda não é hora de reduzir a escala”, aponta.

Impactando no PIB
De acordo com estudo do IBEVAR-FIA Business School divulgado nesta quinta-feira, 28, o impacto da redução da jornada de trabalho tende a ser menor quanto mais gradual for a implementação da medida e maior for o nível de adoção tecnológica pelas empresas.

Segundo a pesquisa, os efeitos sobre o varejo podem variar entre 0,25 e 0,32 ponto percentual do PIB, dependendo do modelo de transição adotado. O levantamento indica que o varejo deve ser um dos setores mais pressionados pela mudança, especialmente por concentrar operações que funcionam sete dias por semana, como supermercados, shoppings e farmácias.

No cenário de implementação imediata, sem período de adaptação, a perda de geração de riqueza do varejo poderia variar entre 3,6% e 6,1%, de acordo com o segmento e o porte da empresa. Pequenas lojas de tecidos, vestuário e calçados aparecem entre as mais afetadas, enquanto redes de postos de combustíveis sofreriam impactos menores.

Os pesquisadores avaliam que parte do aumento dos custos tende a ser repassada ao consumidor, pressionando preços e inflação.
No comment yet.
Scooped by Inovação Educacional
May 29, 10:52 AM
Scoop.it!

Relatório | Plano de Ação 2.0 - IAí?

Relatório | Plano de Ação 2.0 - IAí? | Inovação Educacional | Scoop.it
O projeto IAí? Construindo Oportunidades para Todos no Mercado de Trabalho, do ITS Rio em parceria com a Fundação Arymax e a Fundação Grupo Volkswagen, investiga como a inteligência artificial está transformando o mercado de trabalho e propõe estratégias para garantir que ninguém fique para trás. A iniciativa combina pesquisa, diálogo com especialistas e políticas públicas, além de recomendações práticas para trabalhadores, empresas e governos.
No comment yet.