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Inovação Educacional
September 10, 2024 9:19 AM
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O que acontece quando a maioria faz uso de uma IA para realizar suas atividades laborais? E, no caso dos estudantes, quando os trabalhos passam a ser produzidos com o apoio de uma IA generativa? Luciano Sathler É PhD em administração pela USP e membro do Conselho Deliberativo do CNPq e do Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais As diferentes aplicações de Inteligência Artificial (IA) generativa são capazes de criar novos conteúdos em texto, imagens, áudios, vídeos e códigos para software. Por se tratar de um tipo de tecnologia de uso geral, a IA tende a ser utilizada para remodelar vários setores da economia, com impactos políticos e sociais, assim como aconteceu com a adoção da máquina a vapor, da eletricidade e da informática. Pesquisas recentes demonstram que a IA generativa aumenta a qualidade e a eficiência da produção de atividades típicas dos trabalhadores de colarinho branco, aqueles que exercem funções administrativas e gerenciais nos escritórios. Também traz maior produtividade nas relações de suporte ao cliente, acelera tarefas de programação e aprimora mensagens de persuasão para o marketing. O revólver patenteado pelo americano Samuel Colt, em 1835, ficou conhecido como o "grande equalizador". A facilidade do seu manuseio e a possibilidade de atirar várias vezes sem precisar recarregar a cada disparo foram inovações tecnológicas que ampliaram a possibilidade individual de ter um grande potencial destrutivo em mãos, mesmo para os que tinham menor força física e costumavam levar desvantagem nos conflitos anteriores. À época, ficou famosa a frase: Abraham Lincoln tornou todos os homens livres, mas Samuel Colt os tornou iguais. Não fazemos aqui uma apologia às armas. A alegoria que usamos é apenas para ressaltar a necessidade de investir na formação de pessoas que sejam capazes de usar a IA generativa de forma crítica, criativa e que gerem resultados humanamente enriquecidos. Para não se tornarem vítimas das mudanças que sobrevirão no mundo do trabalho. A IA generativa é um meio viável para equalizar talentos humanos, pois pessoas com menor repertório cultural, científico ou profissional serão capazes de apresentar resultados melhores se souberem fazer bom uso de uma biblioteca de prompts. Novidade e originalidade tornam-se fenômenos raros e mais bem remunerados. A disseminação da IA generativa tende a diminuir a diversidade, reduz a heterogeneidade das respostas e, consequentemente, ameaça a criatividade. Maior padronização tem a ver com a automação do processo. Um resultado que seja interessante, engraçado ou que chama atenção pela qualidade acima da média vai passar a ser algo presente somente a partir daqueles que tiverem capacidade de ir além do que as máquinas são capazes de entregar. No caso dos estudantes, a avaliação da aprendizagem precisa ser rápida e seriamente revista. A utilização da IA generativa extrapola os conceitos usualmente associados ao plágio, pois os produtos são inéditos – ainda que venham de uma bricolagem semântica gerada por algoritmos. Os relatos dos professores é que os resultados melhoram, mas não há convicção de que a aprendizagem realmente aconteceu, com uma tendência à uniformização do que é apresentado pelos discentes. Toda Instituição Educacional terá as suas próprias IAs generativas. Assim como todos os professores e estudantes. Estarão disponíveis nos telefones celulares, computadores e até mesmo nos aparelhos de TV. É um novo conjunto de ferramentas de produtividade. Portanto, o desafio da diferenciação passa a ser ainda mais fundamental diante desse novo "grande equalizador". Se há mantenedores ou investidores sonhando com a completa substituição dos professores por alguma IA já encontramos pesquisas que demonstram que o uso intensivo da Inteligência Artificial leva muitos estudantes a reduzirem suas interações sociais formais ao usar essas ferramentas. As evidências apontam que, embora os chatbots de IA projetados para fornecimento de informações possam estar associados ao desempenho do aluno, quando o suporte social, bem-estar psicológico, solidão e senso de pertencimento são considerados, isso tem um efeito negativo, com impactos piores no sucesso, bem-estar e retenção do estudante. Para não cair na vala comum e correr o risco de ser ameaçado por quem faz uso intensivo da IA será necessário se diferenciar a partir das experiências dentro e fora da sala de aula – online ou presencial; humanizar as relações de ensino-aprendizagem; implementar metodologias que privilegiem o protagonismo dos estudantes e fortaleçam o papel do docente no processo; usar a microcertificação para registrar e ressaltar competências desenvolvidas de forma diferenciada, tanto nas hard quanto soft skills; e, principalmente, estabelecer um vínculo de confiança e suporte ao discente que o acompanhe pela vida afora – ninguém mais pode se dar ao luxo de ter ex-alunos. Atenção: esse artigo foi exclusivamente escrito por um ser humano. O editor, Michael França, pede para que cada participante do espaço "Políticas e Justiça" da Folha sugira uma música aos leitores. Nesse texto, a escolhida por Luciano Sathler foi "O Ateneu" de Milton Nascimento.
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Inovação Educacional
Today, 3:46 PM
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O cantor Sting, da já clássica banda de rock The Police, afirmou recentemente, em entrevista a uma rede de notícias estadunidense, algo mais ou menos assim - em tradução livre: “Todos nós corremos o risco de perder nossos empregos para a IA. Todos. Não importa se você é artista, jornalista ou advogado: essa tecnologia pode substituir qualquer um de nós”. Ao final da entrevista, Sting observou que a direção dessas mudanças aponta para a necessidade de maior solidariedade entre as pessoas, já que as comunidades poderão se tornar a última âncora de um mundo que avança rapidamente rumo à automação e ao isolamento social. Em um ponto quase oposto do espectro das atividades humanas, Ken Griffin, fundador e CEO da Citadel - um dos maiores fundos de hedge do mundo, com mais de US$ 60 bilhões sob gestão -, deu recentemente uma entrevista na Universidade de Stanford que ganhou destaque na mídia internacional. Griffin descreveu um salto dramático nas capacidades da inteligência artificial nos últimos meses, observando que tarefas antes realizadas por profissionais altamente qualificados - incluindo pessoas com mestrado e doutorado em finanças - agora podem ser executadas por agentes de IA em questão de horas ou dias. O que mais o impressionou, segundo ele, não foi a substituição de tarefas administrativas rotineiras, mas a automação de funções de elite antes consideradas imunes à disrupção tecnológica. Griffin admitiu ter ficado “bastante deprimido” ao perceber que anos de trabalho humano podem agora ser comprimidos em poucos dias dentro de sua própria empresa. Suas observações refletem um sentimento crescente em diversos setores: para muitos profissionais, especialmente nas áreas de finanças e trabalho intelectual, a IA já não parece uma promessa distante, mas uma força imediata e transformadora. A capa da revista The Economist de 16 de maio tem como título principal a chamada “O apocalipse dos empregos” e o subtítulo “Espere o melhor; planeje para o pior”. A matéria é mais ponderada do que o alarmista título sugere. Ressalta que a difusão tecnológica é lenta e que o desemprego massivo em decorrência de inovações disruptivas não tem precedentes na história econômica contemporânea - o que não significa que isso não possa vir a acontecer com a chegada da Inteligência Artificial (IA). A corrida global pela inteligência artificial está acelerando o desenvolvimento de sistemas que nem mesmo seus criadores compreendem plenamente ou conseguem controlar de maneira confiável. Impulsionadas por uma lógica competitiva cada vez mais próxima de uma disputa militar e geopolítica, as grandes empresas de tecnologia avançam em ritmo vertiginoso. Riscos antes tratados como meramente teóricos - como engano deliberado por sistemas de IA, comportamentos de autopreservação e eliminação massiva de postos de trabalho - parecem hoje mais reais do que se previa. Ao mesmo tempo, grande parte do público e muitos líderes políticos ainda parecem alheios à velocidade, à amplitude e à profundidade dessas transformações. O furacão da IA não é apenas tecnológico, mas também político, econômico e institucional. Um futuro em que a inteligência artificial permaneça segura e alinhada aos interesses humanos ainda é possível, mas apenas se a conscientização pública, a supervisão regulatória e o debate democrático conseguirem acompanhar o ritmo da própria tecnologia. Para muitos profissionais a IA já não parece uma promessa distante, mas uma força imediata e transformadora O debate entre os economistas é vigoroso, embora quase sempre ancorado em dados dos Estados Unidos e, em menor medida, do Reino Unido. Predomina um otimismo cauteloso. Reconhece-se que as transformações trazidas pela incorporação da IA e da automação aos processos produtivos serão mais amplas e rápidas do que no passado. Há, porém, a convicção de que os novos postos de trabalho gerados por uma economia intensiva em IA compensarão, ao longo do tempo, os efeitos da “destruição criadora” em curso. A questão central passa, então, a ser se a destruição de certos empregos ocorrerá mais rapidamente do que a criação de novos postos de trabalho. Nos EUA, esse intervalo tende a ser curto, de poucos anos. Já nos países emergentes, marcados por desemprego crônico e alta informalidade, o cenário pode ser diferente. A questão colocada pelos governos dos países mais avançados nesse debate é como mitigar os impactos sociais dessas mudanças. As respostas são relativamente conhecidas: requalificação profissional, renda mínima - incluindo a possibilidade de novos tributos - e regulação. Dessas três alternativas, apenas a primeira vem sendo efetivamente adotada, ainda assim em velocidade e escala muito inferiores à demanda. Há, porém, inconsistências na premissa de que o deslocamento da força de trabalho para uma nova realidade tecnológica ocorrerá de forma fluida. Profissionais com mais de quarenta anos, formados em um mundo analógico, tendem a enfrentar maiores dificuldades de adaptação em setores cada vez mais intensivos em tecnologias digitais e ocupados por gerações já familiarizadas com esse ambiente. Mesmo a ideia de que jovens nativos digitais teriam vantagens naturais no mercado de trabalho começa a ser questionada. Muitos enfrentam dificuldades para conseguir emprego não apenas pela falta de experiência, mas também pela incerteza quanto à permanência das funções para as quais estão se qualificando diante do avanço da inteligência artificial. Não por acaso, áreas como finanças, administração, varejo, saúde, logística, educação e construção civil aparecem entre as mais suscetíveis à reorganização do trabalho provocada pela IA, segundo a revista Forbes. Surge então uma pergunta inevitável: existe algo a ser feito diante de um tsunami tecnológico de escala planetária? A proposta é sim: há o que fazer. O fatalismo representa apenas a renúncia à capacidade de agir diante das transformações históricas. O primeiro passo é ampliar o debate nacional e internacional sobre formas de regulação da inteligência artificial. O segundo é repensar a inserção produtiva e social da parcela da população que terá dificuldade de adaptação ao novo cenário econômico e tecnológico - um desafio central para a ainda incipiente política de cuidados. O terceiro é o debate político mais amplo sugerido por Sting: a construção de um novo pacto social capaz de discutir democraticamente a velocidade, a extensão e os limites da penetração da IA na vida das pessoas, como o país recentemente ensaiou no debate sobre o ECA Digital.
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Inovação Educacional
Today, 3:38 PM
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Boca de IA: como as IAs recomendam voto nas eleições de 2026? À medida que ferramentas de inteligência artificial generativa passam a mediar o acesso à informação, uma pergunta ganha novo peso no debate democrático: o que acontece quando eleitores recorrem a chatbots para decidir em quem votar?
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Inovação Educacional
Today, 1:56 PM
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Sim, estamos em perigo. Se você cria máquinas muito mais inteligentes do que qualquer humano, capazes de automatizar o desenvolvimento de sua própria tecnologia e construir sua própria infraestrutura civilizacional, promove uma mudança radical que, na prática, coloca essas máquinas no comando do planeta. O planeta só é como é porque os humanos são as criaturas mais inteligentes. E o problema não é se as máquinas serão malignas ou nos odiarão. A questão é que o ser humano pode ser simplesmente irrelevante para elas. Os homens não constroem arranha-céus por odiarem formigas, mas erguer um prédio desses pode matar milhares delas. O livro é um ato de desespero. Precisamos mudar de rumo.
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Inovação Educacional
Today, 8:26 AM
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17 ações contra empresas dos EUA apontam promessas de investimento exageradas ou enganosas Processos envolvem o 'AI washing', em que companhias inflam ou distorcem uso da tecnologia para melhorar percepção institucional
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Inovação Educacional
Today, 8:15 AM
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Survey after survey show gen Z experiencing deep economic instability, plus eroding trust in US leadership and weakened social connections
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Inovação Educacional
May 24, 9:20 AM
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Os Cadernos Pedagógicos da Política Nacional de Educação Especial Inclusiva constituem uma coletânea de 14 volumes com o objetivo de instrumentalizar professores do Atendimento Educacional Especializado (AEE), gestores escolares e equipes pedagógicas na implementação da Política Nacional de Educação Especial Inclusiva (PNEEI), instituída pelo Decreto nº 12.686/2025, no âmbito das escolas e redes de ensino.
Os Cadernos contemplam uma trilha formativa em consonância com a PNEEI, abordando temas como: como modelo social da deficiência e combate ao capacitismo, inclusão escolar dos estudantes público da educação especial, práticas pedagógicas inclusivas, AEE, gestão escolar inclusiva, profissional de apoio, infâncias e letramento, bem como instrumentais acerca da operacionalização do Estudo de Caso, do Plano de AEE e do Plano Educacional Individualizado.
A coletânea é organizada pelo Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) e da Diretoria de Educação Especial Inclusiva (DIPEPI).
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May 24, 9:11 AM
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Enquanto as empresas multiplicam receitas, custos recaem sobre a população
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Inovação Educacional
May 24, 9:06 AM
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Todos concordamos que as chances de um adulto encontrar um trabalho aumentam muito a depender de sua qualificação. Para resolver o problema de quem precisa encontrar um trabalho, mapear a causa do problema deve ser o primeiro passo, como em toda a tentativa de resolver um problema.
As causas do desafio de inclusão produtiva podem ser muitas: o trabalhador desconhece onde estão as ofertas de trabalho, não tem acesso a insumos produtivos, como microcrédito, não tem acesso à comercialização de seus produtos, não tem apoio de cuidadores para ter tempo disponível, entre outros. Priorizar apenas qualificação, sem discutir sua qualidade, provavelmente será pouco resolutivo.
O trabalho é um direito humano fundamental, conforme estabelecido no artigo 23 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, e um direito social assegurado pelo artigo 6º da Constituição Federal. É também o principal meio pelo qual uma parcela relevante da população adulta subutilizada pode superar a situação de pobreza e conquistar autonomia.
Aluno em curso de robótica; maior parte dos programas para inserção no mercado de trabalho aposta em cursos de qualificação - Jardiel Carvalho/Folhapress De acordo com a Pnad (Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio) de 2024, 4,7 milhões de brasileiros vulneráveis que querem trabalhar seguem desocupados, subocupados ou desalentados. Não só violamos um direito, como deixamos de produzir e gerar renda e riqueza.
Um estudo do Banco Mundial de 2024 chamado "O estado da inclusão econômica" analisou em detalhes 405 programas que tinham como objetivo promover o trabalho e a inclusão ao trabalho. Um dos resultados mostra que 97% desses 405 programas tinham a qualificação profissional como um de seus componentes.
Outro estudo do Senado brasileiro encontrou que as receitas de contribuições orçadas do sistema S em 2023 foram da ordem de R$ 30 bilhões. Portanto, não somente apostamos enormemente na qualificação como principal forma de inclusão produtiva como alocamos um orçamento relevante nessa frente.
Uma metanálise de 2018 de autoria do prêmio nobel David Card e coautores analisou o impacto de 207 estudos que buscam fortalecer o trabalho. O impacto médio de curto prazo encontrado foi de zero, ou seja, os cursos não foram efetivos para promoção rápida do trabalho.
Os resultados parecem ser um pouco melhores em um horizonte de 2 a 3 anos. Avaliações de programas brasileiros, entre eles sobre o Pronatec, importante programa de qualificação, encontram resultados próximos de zero ou de baixa efetividade.
Esses resultados indicam que temos um longo caminho de aperfeiçoamento pela frente. Precisamos melhorar a qualidade desses cursos: será que eles estão conectados com o que o mercado precisa? Será que precisam de melhores professores? Será que a forma de oferta é inadequada? Urge termos respostas para realizar o aperfeiçoamento dessas políticas.
Não somente nossas evidências não são animadoras, como do ponto de vista teórico existem muitas outras causas, como as que citei acima. Ofertar qualificação como política majoritária para o trabalho, sem identificar o motivo de exclusão de cada trabalhador, pode não ser efetivo. Precisamos diagnosticar a causa de cada exclusão e ofertar uma solução.
É de se esperar que um bom curso, conectado com o mercado de trabalho e no momento adequado da carreira de um indivíduo, aumente a probabilidade de ele se empregar. O Brasil precisa atuar em muitas frentes para aumentar sua resolutividade para a inclusão ao trabalho.
Primeiro, precisa, a partir das avaliações, aperfeiçoar sua oferta de qualificação, conectando-a mais ao mercado de trabalho e garantindo qualidade. Segundo, precisa diagnosticar a causa de exclusão de cada trabalhador. Terceiro, mas igualmente importante, precisa ofertar soluções conectadas com a causa. A qualificação é importante, mas não é uma panaceia. A política de trabalho precisa dela, de qualidade, e de muitas outras frentes.
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Inovação Educacional
May 24, 9:04 AM
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A automatização na escola exige decisões pedagógicas conscientes. Entenda como equilibrar IA, eficiência e aprendizagem real.
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May 24, 9:01 AM
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Making thoughtful bets on AI today helps us build a future government that’s not only efficient and effective, but more humane
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Inovação Educacional
May 24, 8:59 AM
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Isso significa que o Omni será usado inicialmente para tarefas mais prosaicas, como geração de vídeos e imagens, e não como inteligência, por exemplo, de robôs. Ele permite criar animações complexas a partir de prompts simples ou editar vídeos existentes para mudar personagens e estilos. Isso significa que as imagens vão respeitar aspectos como gravidade, sombras e dinâmica de fluidos.
A companhia explica que o novo modelo é multimodal "puro", ou seja, recebe comandos e gera imagens a partir de texto, áudio, vídeo e fotos. O processamento dos diferentes tipos de comando são processados de maneira simultânea.
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Inovação Educacional
May 24, 8:56 AM
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An AI tutor can generate prompts in seconds and tailor learning to each child - but it won’t teach children to be comfortable with ambiguity and negative feedback, say writer and parent Annie Tan.
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Inovação Educacional
Today, 4:08 PM
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O avanço da Inteligência Artificial (IA) e sua progressiva incorporação em contextos educacionais trazem novas possibilidades e desafios à gestão pública dos sistemas de ensino para garantir o direito à educação de qualidade de forma equânime por todo território nacional. É importante ressaltar que a IA é uma tecnologia de propósito geral, compreendendo tanto sistemas analíticos e preditivos (utilizados na gestão de dados, previsão de evasão e alocação de recursos) quanto sistemas generativos (utilizados em sala de aula para criação de conteúdo e apoio pedagógico), podendo ser utilizada de múltiplas formas, como na gestão, planejamento, avaliação e prática pedagógica.
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Inovação Educacional
Today, 3:40 PM
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Um colunista discute se colunistas devem usar IA e diz que “usar” pode significar apoio à escrita, não terceirização do texto Não importa se você é jornalista, advogado, médico ou programador: a pergunta sobre se você tem usado alguma ferramenta de IA nas suas atividades profissionais chegou para ficar. E a resposta varia bastante a depender do tipo de trabalho e das expectativas que as pessoas criam sobre as transformações proporcionadas pela IA. O alvo da vez são os colunistas, a partir de uma discussão iniciada pela ombudsman da Folha de São Paulo. Questionada por um leitor, ela inquiriu uma colunista do jornal sobre se os textos da autora estavam sendo feitos com IA, já que ao passar em alguns detectores a taxa de probabilidade de escrita automatizada parecia bastante elevada. A colunista respondeu que usa ferramentas de IA como apoio, mas que “o conteúdo, a opinião, o ponto de vista, a vivência e a responsabilidade” seriam integralmente dela. Em coluna dedicada à polêmica, a autora arremata que escolheu usar esses recursos para “proteger o que é mais precioso que qualquer debate moral vazio: o meu tempo”. Deveriam colunistas usar IA para escrever seus textos? Talvez a pergunta certa não seja essa, já que dentro da expressão “usar” IA cabem muitas coisas. Aqui vão algumas formas de usar a IA que me foram úteis na escrita de colunas desde o surgimento do ChatGPT: – trocar ideias sobre os temas para ver se aparece algo que eu não tinha visto inicialmente – pedir uma lista de referências literárias ou cinematográficas para ilustrar algum argumento – ler dezenas de colunas anteriores e me voltar com uma análise sobre padrão de escrita e estruturação dos meus próprios textos Tudo isso já me ajudou de alguma forma. O que nunca funcionou para mim, pelo menos até agora, foi terceirizar a escrita propriamente dita. Volta e meia faço um prompt longo dando a contextualização, a ordem dos argumentos e como gostaria de amarrar o texto. Dou uma olhada e acabo usando muito pouco. O que já acabou entrando nas colunas são parágrafos mais descritivos aqui e ali, sempre revisados, claro. As opiniões, as rendições ao juridiquês e uma ou outra ironia, para o bem ou para o mal, são demasiadamente humanas. Meu sentimento é que o texto produzido pela IA até funciona para outras finalidades —como na elaboração de documentos técnicos, que analisam um tema e sumarizam as principais questões— mas para o que se propõe uma coluna ele me soa sempre tendente aos lugares comuns. Até aqui, no que realmente importa em um texto opinativo, eu estive com os dois pés dentro. O debate proporcionado por essa polêmica é bom para refletirmos sobre dois pontos complexos relacionados ao futuro da escrita em um mundo repleto de ferramentas de IA. O primeiro é a revelação —para o espanto de zero pessoas— que se o uso de IA no trabalho é visto pela lente do aumento da produtividade, gerando temores e maravilhamentos, no processo de escrita de uma coluna opinativa ele é visto com repulsa, como se os leitores estivessem sendo traídos. Esse resultado parece estar ligado ao elemento que leitores procuram em uma coluna opinativa: a opinião do autor ou autora, devidamente envelopada com o seu estilo, suas referências, experiências e sensibilidade. O segundo ponto está ligado ao processo de criação e aqui é preciso repetir o óbvio: escrever é pensar. Nenhuma coluna nasce pronta, como Atenas da cabeça de Zeus. Ao longo da escrita se vai refletindo sobre as ideias e o texto toma corpo, sendo transformado na medida em que os parágrafos se encaixam. Mesmo as colunas escritas no quente, mais curtinhas e para reagir ao noticiário do dia, passam por esse processo de faz e desfaz, volta, revisa e segue em frente. Aqui não quero soar purista ou nostálgico pela figura do autor solitário. Uso IA o dia todo para resumir textos, comparar documentos e saber que planta é essa que está nascendo no vaso da jabuticabeira. O ponto é que parece existir algo de precioso na fricção entre ideia e linguagem, que diferencia a atividade de se ditar para a IA um texto e você mesmo ter que brigar nas fronteiras de cada linha por ele. No final das contas, esse texto não vai envelhecer bem. O avanço das IAs vai fazer com que elas sejam tratadas como um software de edição de texto, um Microsoft Word da vida. Mas salvo na época em que aparecia um clipe de papel animado no ambiente Word querendo ajudar, mas que acabava assustando as pessoas, o software pouco se meteu no processo de escrita em si. Ele sempre foi uma ferramenta, não um coautor. Essa parece ser a mudança pela qual estamos passando e vale se perguntar o que se ganha e o que se perde quando a IA passa a escrever colunas de opinião. A curadoria, a revisão e a responsabilidade serão sempre dos autores que as assinam, mas o quanto da personalidade de cada um vai no texto é algo que depende de como o autor vai se valer das novas ferramentas. Em 1949, o filósofo Gilbert Ryle popularizou o termo “fantasma na máquina” para criticar a dualidade cartesiana entre corpo e mente, na qual o corpo seria uma máquina e a mente um fantasma etéreo que a habita e controla. Se a IA virar mesmo nossa ghostwriter, levando embora a atividade mental que é pensar enquanto se escreve, o resultado está posto: o fantasma será a máquina.
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Inovação Educacional
Today, 3:33 PM
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A inteligência artificial (IA) tem transformado a atividade laboral em todo o mundo e seus efeitos tendem a ser ainda mais profundos no Brasil, que pode ter até 37% de seus trabalhadores impactados pela tecnologia. É o que revela o estudo “IA no Mercado de Trabalho: Quem Ganha, Quem Perde - e Quem Fica para Depois”, produzido pelo Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS Rio), em parceria com as Fundações Grupo Volkswagen e Arymax.
O levantamento, baseado em aproximadamente 100 estudos nacionais e internacionais, analisou como a IA afeta os postos de trabalho de dois modos: automação, quando substitui o esforço humano completamente, e complementação, quando amplifica as capacidades humanas por meio de ferramentas analíticas. Além disso, o estudo aponta que a tecnologia está influenciando na demanda por trabalho, na oferta de talentos, e na experiência no ambiente profissional.
João Victor Archegas, coordenador no ITS Rio e articulador do estudo, diz que os dados acerca da repercussão da IA exigem cautela diante do pensamento que chamou de “tecno-otimista”. “A ideia de que o progresso tecnológico beneficia a todos ‘no fim das contas’ é historicamente frágil e ignora desigualdades estruturais”, afirma. “A IA impacta diferentes ocupações de maneira distinta. A tecnologia tem potencial de automação majoritariamente nos trabalhos de baixa qualificação”, explica.
Para ele, com a expansão dessa tecnologia no mercado de trabalho se impõe uma formação contínua às pessoas, pois, conforme aponta a pesquisa, a obsolescência das habilidades profissionais caiu de 30 para 7 anos, “e a tendência é cair ainda mais com o passar dos anos”, diz.
O currículo está mudando de nome Quem mexeu no ar-condicionado do escritório? ‘Não desenvolvemos uma relação saudável com a incerteza’ Contudo, o desafio da educação no país é estrutural e começa na base. A pesquisa revela, fundamentada em um levantamento da Anatel, que apenas 21,3% dos brasileiros possuem nível agregado básico de habilidades digitais, ou seja, sabem enviar um e-mail. “Essa realidade pode limitar o acesso às oportunidades geradas pela IA”, diz Vitor Hugo Neia, diretor geral da Fundação Grupo Volkswagen. “Olhando esse cenário, não dá para fugir da educação. Precisamos, portanto, de um plano nacional de qualificação e requalificação profissional, que não seja homogêneo, mas considere as diferentes realidades nacionais.”
Vitor Hugo Neia, da Fundação Grupo Volkswagen, diz ser necessário um plano nacional de requalificação profissional — Foto: Anna Carolina Negri/Valor Neia ainda destaca que o advento da IA despertou a sociedade para a importância das competências socioemocionais e para a plena atividade profissional. “Aquele que quer se manter no mercado e evitar a competição homem versus máquina precisa desenvolver o pensamento analítico e a criatividade a fim de usar a IA como complemento do trabalho e evitar a substituição.”
Na mesma linha, Piero Franceschi, CEO da escola de negócios StartSe, acredita que a chegada da IA convoca para a “reumanizacão” do trabalho, em que se deve focar naquilo que o ser humano é melhor. “Isto é, precisamos enfatizar o que está ligado às nossas competências essenciais que foram apagadas por um excesso de produtividade”, diz.
“A humanidade se encontra consigo mesma no trabalho, que é uma atividade proeminentemente coletiva, pois não se constrói nada sozinho ou só com máquinas, apenas se fará reprodução”, diz ele, que é autor do livro “O trabalho de ser humano”, pela editora Gente.
Segundo Franceschi, há uma narrativa que afirma ser possível substituir o trabalhador por IA a fim de se obter maior ganho produtivo, contudo “essa crença de que a tecnologia é sinônimo de eficiência nem sempre se comprova na atualidade e nem ao longo da história”.
A ideia de que o progresso da tecnologia beneficia a todos ignora desigualdades estruturais” — João Victor Archegas Em relação à substituição do trabalho humano, Neia, da Fundação Grupo Volkswagen, recorda que é um debate sempre posto, desde o início da Revolução Industrial com a máquina a vapor. “Nesse momento, devemos ter a IA como extensão e complemento da inteligência humana, e não como substituição”, diz.
Acerca da gestão algorítmica e da vigilância digital, o especialista afirma que há um significativo impacto na maneira que a pessoa vai desempenhar suas tarefas, pois “o estudo mostra que trabalhadores submetidos à chefia automatizada, como os trabalhadores de aplicativos, se sentem pressionados a trabalhar mais, e a consequência é o comprometimento da saúde mental”.
Gustavo Oliveira, gerente de programas e impacto da Fundação Arymax, defende que o Brasil carece de investimentos na área de infraestrutura a fim de treinar a população e desenvolver modelos avançados de IA, “como esses que são lançados a cada semana no mercado pelos Estados Unidos e China”.
“É preciso uma IA nacional que converse com a realidade brasileira e que possa endereçar problemas que são enfrentados pelo nosso mercado de trabalho e que talvez não existam em outros lugares”, diz.
Apesar dos desafios, a pesquisa destaca que a IA também apresenta oportunidades relevantes. Estudos analisados indicam que a tecnologia pode aumentar a produtividade em até 14%, especialmente entre trabalhadores menos experientes, “o que sugere potencial de democratização, desde que haja investimento em capacitação. Sendo assim, a IA pode até ser uma aliada da inclusão produtiva e do desenvolvimento econômico”, diz Oliveira.
O estudo revela, inclusive, boas práticas internacionais que podem inspirar o Brasil. Alemanha, Portugal e Austrália, por exemplo, apostam em parcerias público-privadas, trilhas personalizadas de capacitação para a população e forte investimento em infraestrutura digital.
Entre as propostas do estudo, destacam-se a criação de um observatório nacional sobre IA e trabalho, com dados desagregados para orientar políticas públicas baseadas em evidências, e investimentos em conectividade e acesso digital, especialmente em regiões mais vulneráveis.
Já para o setor privado, o plano enfatiza a importância de estratégias que priorizem a complementação, em vez da substituição do trabalho humano. Além da criação de programas contínuos de qualificação e códigos de conduta para o uso responsável da IA.
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Today, 9:15 AM
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Mas a medição não vai ser só a partir da declaração dos usuários da plataforma. Foram instalados aparelhos com câmeras acopladas e um software —desenvolvido pela empresa australiana Amplified Intelligence, especialista nesse tipo de estudo— que vai ler sinais corporais e rastrear o olhar de quem está assistindo.
Os níveis de atenção serão classificados em ativo, passivo ou nulo, de acordo com o nível de envolvimento do espectador. Se estiver mexendo no celular, por exemplo, ele já vai ser considerado como alguém que não está concentrado em nada do que está sendo mostrado.
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Today, 8:25 AM
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Estudantes aprendem conceitos de forma lúdica e utilizam dinheiro fictício em feiras e lojas internas Ferramentas incentivam frequência escolar, recompensam notas altas e estimulam a reciclagem
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May 24, 9:57 AM
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Some clerical leaders have experimented with using AI to draft sermons and other religious materials, while some faith communities have built chatbots designed to answer doctrinal and ethical questions. A team that included researchers from Kyoto University has even deployed a robotic Buddhist monk, dubbed the “Buddharoid,” at a temple in Kyoto, where it can assume postures associated with prayer. The project comes as Japanese Buddhism, like some other religious traditions around the world, faces declining numbers of adherents. Other developers have created AI versions of spiritual figures, including emulations of Jesus, the Virgin Mary, and even Satan.
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Inovação Educacional
May 24, 9:11 AM
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Os valores das mensalidades de ensino superior privado caíram em 2026 tanto nos cursos da modalidade presencial quanto no EAD (educação a distância). A exceção é a medicina, cujo preço cresce ao menos desde 2012 e chegou a R$ 11.415 por mês neste ano.
Os dados são de estudo da consultoria Hoper Educação e da Abmes (Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior), realizado a partir de análise em 80% dos cursos do país e divulgado nesta sexta-feira (22) no 18º Congresso Brasileiro da Educação Superior, que ocorre no Rio de Janeiro.
O valor das mensalidades no presencial caiu 4,3% em 2026, depois de dois anos de registro de alta e chegou a R$ 835. Já no EAD, a queda de preços foi de 1,8% em relação ao ano passado, alcançando R$ 214.
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Inovação Educacional
May 24, 9:10 AM
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Sinto-me incapaz de transmitir valores essenciais da profissão a estudantes que desprezam professoras mulheres
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Inovação Educacional
May 24, 9:05 AM
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Although it’s still not a good idea to submit AI-generated work as though you did it yourself—doing so would be considered unethical, for example, academic misconduct for students—there are many potentially legitimate ways to use AI tools within the context of academic writing. For example, some authors—be they students, researchers, reviewers, instructors, or others—are using AI tools to search for information, summarize literature in conjunction with reading it, edit or analyze their own writing, brainstorm ideas, translate text, proofread for consistency and style, generate tables and figures, create and refine code, and much more. However, the details of what AI use is allowed and how it should be disclosed depend on many factors, such as instructor, departmental, and publisher policies. And of course, it is possible to cite AI tools without using them, such as if you are writing a paper about AI.
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Inovação Educacional
May 24, 9:03 AM
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Uma ferramenta inovadora para calcular os custos de integração tecnológica em escolas públicas na América Latina e no Caribe.
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Inovação Educacional
May 24, 9:00 AM
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AI has changed the landscape of writing in higher education. Here’s how instructors are adapting
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Inovação Educacional
May 24, 8:58 AM
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Apenas 20% dos futuros professores atingiram padrão adequado ao término do curso. Na EaD, o quadro é ainda mais grave: 12%
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Inovação Educacional
May 24, 8:56 AM
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O ex-CEO do Google Eric Schmidt foi vaiado em seu discurso na formatura dos alunos de 2026 da Universidade do Arizona. O discurso ocorreu na última sexta-feira (15) em Tucson, nos Estados Unidos. Com falas sobre evolução da tecnologia, Inteligência Artificial (IA) e futuro, o engenheiro elétrico foi vaiado durante os 14 minutos em que esteve no palco.
O descontentamento da plateia com o CEO americano começa antes mesmo de ele começar seu discurso. Quando o nome de Schmidt foi anunciado por Suresh Garimella, presidente e professor da Universidade do Arizona, os alunos começaram a vaiar o convidado e a manifestar desaprovação com gestos como o polegar para baixo
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