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Inteligência artifical para o bem comum é o tema do Prêmio Jovem Cientista de 2026

Inteligência artifical para o bem comum é o tema do Prêmio Jovem Cientista de 2026 | Inovação Educacional | Scoop.it
Feita a partir de instruções passadas para o assistente Meta AI, a ilustração acima é um exemplo, que já vem se tornando corriqueiro, de como pode ser usada uma inovação que o tema da 32ª edição do Prêmio Jovem Cientista quer explorar: “Inteligência artificial para o bem comum”. A proposta deste ano é mobilizar estudantes e pesquisadores de todo o país a desenvolver soluções baseadas em IA capazes de enfrentar problemas da sociedade, com foco na redução de desigualdades, na sustentabilidade e na promoção de direitos.
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Curadoria por Luciano Sathler. CLIQUE NOS TÍTULOS. Informação que abre caminhos para a inovação educacional.
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September 10, 2024 9:19 AM
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Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler

Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler | Inovação Educacional | Scoop.it

O que acontece quando a maioria faz uso de uma IA para realizar suas atividades laborais? E, no caso dos estudantes, quando os trabalhos passam a ser produzidos com o apoio de uma IA generativa?
Luciano Sathler
É PhD em administração pela USP e membro do Conselho Deliberativo do CNPq e do Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais
As diferentes aplicações de Inteligência Artificial (IA) generativa são capazes de criar novos conteúdos em texto, imagens, áudios, vídeos e códigos para software. Por se tratar de um tipo de tecnologia de uso geral, a IA tende a ser utilizada para remodelar vários setores da economia, com impactos políticos e sociais, assim como aconteceu com a adoção da máquina a vapor, da eletricidade e da informática.
Pesquisas recentes demonstram que a IA generativa aumenta a qualidade e a eficiência da produção de atividades típicas dos trabalhadores de colarinho branco, aqueles que exercem funções administrativas e gerenciais nos escritórios. Também traz maior produtividade nas relações de suporte ao cliente, acelera tarefas de programação e aprimora mensagens de persuasão para o marketing.
O revólver patenteado pelo americano Samuel Colt, em 1835, ficou conhecido como o "grande equalizador". A facilidade do seu manuseio e a possibilidade de atirar várias vezes sem precisar recarregar a cada disparo foram inovações tecnológicas que ampliaram a possibilidade individual de ter um grande potencial destrutivo em mãos, mesmo para os que tinham menor força física e costumavam levar desvantagem nos conflitos anteriores. À época, ficou famosa a frase: Abraham Lincoln tornou todos os homens livres, mas Samuel Colt os tornou iguais.
Não fazemos aqui uma apologia às armas. A alegoria que usamos é apenas para ressaltar a necessidade de investir na formação de pessoas que sejam capazes de usar a IA generativa de forma crítica, criativa e que gerem resultados humanamente enriquecidos. Para não se tornarem vítimas das mudanças que sobrevirão no mundo do trabalho.
A IA generativa é um meio viável para equalizar talentos humanos, pois pessoas com menor repertório cultural, científico ou profissional serão capazes de apresentar resultados melhores se souberem fazer bom uso de uma biblioteca de prompts. Novidade e originalidade tornam-se fenômenos raros e mais bem remunerados.
A disseminação da IA generativa tende a diminuir a diversidade, reduz a heterogeneidade das respostas e, consequentemente, ameaça a criatividade. Maior padronização tem a ver com a automação do processo. Um resultado que seja interessante, engraçado ou que chama atenção pela qualidade acima da média vai passar a ser algo presente somente a partir daqueles que tiverem capacidade de ir além do que as máquinas são capazes de entregar.
No caso dos estudantes, a avaliação da aprendizagem precisa ser rápida e seriamente revista. A utilização da IA generativa extrapola os conceitos usualmente associados ao plágio, pois os produtos são inéditos – ainda que venham de uma bricolagem semântica gerada por algoritmos. Os relatos dos professores é que os resultados melhoram, mas não há convicção de que a aprendizagem realmente aconteceu, com uma tendência à uniformização do que é apresentado pelos discentes.
Toda Instituição Educacional terá as suas próprias IAs generativas. Assim como todos os professores e estudantes. Estarão disponíveis nos telefones celulares, computadores e até mesmo nos aparelhos de TV. É um novo conjunto de ferramentas de produtividade. Portanto, o desafio da diferenciação passa a ser ainda mais fundamental diante desse novo "grande equalizador".
Se há mantenedores ou investidores sonhando com a completa substituição dos professores por alguma IA já encontramos pesquisas que demonstram que o uso intensivo da Inteligência Artificial leva muitos estudantes a reduzirem suas interações sociais formais ao usar essas ferramentas. As evidências apontam que, embora os chatbots de IA projetados para fornecimento de informações possam estar associados ao desempenho do aluno, quando o suporte social, bem-estar psicológico, solidão e senso de pertencimento são considerados, isso tem um efeito negativo, com impactos piores no sucesso, bem-estar e retenção do estudante.
Para não cair na vala comum e correr o risco de ser ameaçado por quem faz uso intensivo da IA será necessário se diferenciar a partir das experiências dentro e fora da sala de aula – online ou presencial; humanizar as relações de ensino-aprendizagem; implementar metodologias que privilegiem o protagonismo dos estudantes e fortaleçam o papel do docente no processo; usar a microcertificação para registrar e ressaltar competências desenvolvidas de forma diferenciada, tanto nas hard quanto soft skills; e, principalmente, estabelecer um vínculo de confiança e suporte ao discente que o acompanhe pela vida afora – ninguém mais pode se dar ao luxo de ter ex-alunos.
Atenção: esse artigo foi exclusivamente escrito por um ser humano.
O editor, Michael França, pede para que cada participante do espaço "Políticas e Justiça" da Folha sugira uma música aos leitores. Nesse texto, a escolhida por Luciano Sathler foi "O Ateneu" de Milton Nascimento.

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April 4, 6:14 PM
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Ways to help workers suffering from AI-related job losses

Ways to help workers suffering from AI-related job losses | Inovação Educacional | Scoop.it
Job losses are starting to accelerate due to AI, robotics, and automation. Anthropic CEO Dario Amodei warns that AI could cut half of all entry-level white-collar jobs in the coming years. A McKinsey report finds that “current gen AI and other technologies have the potential to automate work activities that absorb up to 70 percentof employees’ time today.” A Wall Street Journal article also cites leading CEOs who claim “AI will wipe out jobs.” OpenAI CEO Sam Altman has ominously written that the “2030s are likely going to be wildly different from any time that has come before.” 
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April 4, 6:11 PM
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US could lose 10.4 million jobs to AI and automation

US could lose 10.4 million jobs to AI and automation | Inovação Educacional | Scoop.it
Around 10.4 million jobs in the United States will be lost to artificial intelligence and automation by 2030, according to a new prediction, which notes that the future of work will remain “largely human.”
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April 4, 4:33 PM
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Prêmio LED - Luz na Educação: conheça vencedores de 2026

Prêmio LED - Luz na Educação: conheça vencedores de 2026 | Inovação Educacional | Scoop.it
O Prêmio LED – Luz na Educação anunciou os seis vencedores da edição de 2026 em um programa especial que foi ao ar na quarta-feira (1º) à noite. A iniciativa da Globo e da Fundação Roberto Marinho celebra projetos que transformam a educação no país.
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April 4, 4:28 PM
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A diversidade brasileira em risco: a padronização da IA ameaça nosso maior ativo civilizatório

A diversidade brasileira em risco: a padronização da IA ameaça nosso maior ativo civilizatório | Inovação Educacional | Scoop.it
O primeiro passo para uma IA inclusiva é reconhecer a diversidade humana como um fundamento da existência, e não como um “problema de dados” a ser resolvido
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April 4, 4:27 PM
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Novo teste mede se a inteligência artificial sabe raciocinar de verdade

Novo teste mede se a inteligência artificial sabe raciocinar de verdade | Inovação Educacional | Scoop.it
Mais conceituado teste para aferir a capacidade das IAs, o ARC-AGI lança uma nova versão para verificar se os modelos conseguem raciocinar sobre problemas novos, e não apenas recordar padrões
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April 4, 4:26 PM
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O que é disforia sensível à rejeição e como ela afeta sua carreira

O que é disforia sensível à rejeição e como ela afeta sua carreira | Inovação Educacional | Scoop.it
O esgotamento é inevitável quando você está constantemente acumulando mais trabalho e lutando para se livrar de sentimentos ruins
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April 4, 4:25 PM
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PL da Educação Midiática completa um ano sem avanço no Senado •

PL da Educação Midiática completa um ano sem avanço no Senado • | Inovação Educacional | Scoop.it
Um dos pontos mais sensíveis e atuais do debate trazido pelo PL é o contraponto às recentes ondas de proibição de aparelhos celulares nas salas de aula. Embora o projeto reconheça que restringir o uso pode mitigar a dispersão, a autora alerta para a insuficiência dessa tática isolada: “A proibição pela proibição não é suficiente para enfrentar o fenômeno da desinformação. O trabalho deve ser feito de maneira transversal nas escolas, não tendo uma única disciplina como era Informática antigamente, mas contando com o repertório de cada uma para este letramento”. 
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April 4, 9:06 AM
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The Global Flourishing Study: Study Profile and Initial Results on Flourishing | Nature Mental Health

The Global Flourishing Study is a longitudinal panel study of over 200,000 participants in 22 geographically and culturally diverse countries, spanning all six populated continents, with nationally representative sampling and intended annual survey data collection for 5 years to assess numerous aspects of flourishing and its possible determinants. The study is intended to expand our knowledge of the distribution and determinants of flourishing around the world. Relations between a composite flourishing index and numerous demographic characteristics are reported. Participants were also surveyed about their childhood experiences, which were analyzed to determine their associations with subsequent adult flourishing. Analyses are presented both across and within countries, and discussion is given as to how the demographic and childhood relationships vary by country and which patterns appear to be universal versus culturally specific. Brief comment is also given on the results of a whole series of papers in the Global Flourishing Study Special Collection, employing similar analyses, but with more-specific aspects of well-being. The Global Flourishing Study expands our knowledge of the distribution and determinants of well-being and provides foundational knowledge for the promotion of societal flourishing.
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April 4, 8:23 AM
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“Entender os entregadores hoje é entender para onde o mundo do trabalho está se encaminhando”

“Entender os entregadores hoje é entender para onde o mundo do trabalho está se encaminhando” | Inovação Educacional | Scoop.it

A dissertação de mestrado de Debora Leite dos Santos, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, investiga as novas formas de resistência e organização coletiva no trabalho por plataformas digitais. O foco é nos entregadores por aplicativo, num contexto marcado por questões como informalidade estrutural e pelos limites das formas sindicais tradicionais. O estudo busca compreender como esses trabalhadores constroem vínculos de solidariedade, produzem discursos e articulam práticas coletivas em ambientes digitais, especialmente em aplicativos de mensagens instantâneas, como o Telegram. Debora apontou sua lente para os entregadores por aplicativo por entender que eles estão no centro de uma transformação profunda do mundo do trabalho. “Não podemos esquecer que foram esses trabalhadores que protagonizaram mobilizações nacionais importantes, como o breque dos apps, que teve forte adesão e apoio popular.”
Basta esse simples fato, de acordo com ela, para mostrar que se trata de uma categoria que vem criando novas formas de organização coletiva, especialmente por intermédio das redes sociais. “É nesse espaço (das redes sociais) que aparecem, de forma muito visível, as novas tensões entre capital e trabalho. Há novas formas de exploração, mas há também novas formas de resistência”, afirma. “Entender os entregadores hoje é, em grande medida, entender para onde o mundo do trabalho está (se) encaminhando.”
Como metodologia, ela conta ter feito uso de dados empíricos em grande escala, ao analisar oito grupos públicos de entregadores dentro do Telegram, coletando em torno de 134 mil mensagens entre abril de 2023 e setembro de 2025. A partir dos dados obtidos, Debora fez um recorte analítico, selecionando 4.626 publicações com base em 11 palavras-chave, todas relacionadas às mobilizações desses trabalhadores. Na sequência, e ainda a partir daqueles dados, a mestranda realizou uma análise qualitativa para identificar padrões e discursos e as formas de organização dos entregadores, além das contradições presentes nos espaços virtuais.
Espaços digitais como arena de resistência
Uma das constatações a que chegou, a partir da interação entre esses trabalhadores, foi a de que espaços digitais como o Telegram configuram hoje arenas fundamentais de resistência e construções de identidades políticas, “contribuindo para a produção de coesão, fortalecimento de vínculos e o desenvolvimento de processos de organização coletiva”. Debora destaca, como uma das principais conclusões de seu trabalho, a existência de uma consciência política de classe. “Esses trabalhadores reconhecem a exploração a que estão submetidos, falam em luta e se mobilizam coletivamente, os dados mostram nitidamente a presença de solidariedade de classe entre eles.” E isso, segundo ela, é muito relevante por contrariar um discurso, bastante difundido nas redes sociais, de que o trabalho por aplicativo produziria indivíduos isolados, atomizados e puramente individualistas, “como sugere a lógica neoliberal”, frisa.
Debora observa ainda que, embora possuindo consciência de classe, esta não se expressa nos moldes tradicionais. “Muitos desses trabalhadores associam a CLT a baixos salários, à rigidez, à perda de autonomia, enquanto valorizam a acessibilidade e a possibilidade da renda imediata. É importante destacar que a formação política desses trabalhadores acontece nesses ambientes digitais, que são fortemente permeados por polarização política.” Isso, por outro lado, “significa que a consciência de classe não se forma num espaço neutro, está atravessada por disputas ideológicas, narrativas concorrentes e diferentes interpretações sobre trabalho, direitos e autonomia”. Nesses espaços circulam ainda discursos que reforçam a lógica individualista e empreendedora. “Eles não estão desorganizados, eles estão organizados de outra forma”, constata. Para tanto, se valem de grupos e redes para troca de informações e denunciar os dilemas que vivenciam em seu dia a dia, convocar paralisações e construir apoio mútuo.

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April 3, 12:30 PM
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Five myths about AI and education •

Five myths about AI and education • | Inovação Educacional | Scoop.it
A series of events at the Stanford Accelerator for Learning sheds light on the path forward for AI in teaching and learning.
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April 3, 12:13 PM
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Why our attention spans are shrinking, with Gloria Mark, PhD

Why our attention spans are shrinking, with Gloria Mark, PhD | Inovação Educacional | Scoop.it
These days, most of us live our lives tethered to our computers and smartphones, which are unending sources of distraction. Research has shown that over the past couple of decades people’s attention spans have shrunk in measurable ways. Gloria Mark, PhD, of the University of California Irvine, talks about how the internet and digital devices have affected our ability to focus, why multitasking is so stressful, and how understanding the science of attention can help us to regain our focus when we need it.
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April 3, 7:30 AM
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A tecnologia enfraquece nossas mentes. É hora de resistir. - The New York Times

A tecnologia enfraquece nossas mentes. É hora de resistir. - The New York Times | Inovação Educacional | Scoop.it
Hoje em dia, consideramos natural que a alimentação e o exercício físico sejam de vital importância para a nossa saúde e bem-estar. Mas nem sempre pensamos assim. Grande parte dessa consciência surgiu num período notavelmente curto, em meados do século passado.

Em 1955, o presidente Dwight Eisenhower sofreu um ataque cardíaco após jogar golfe em Denver. O evento chocou a nação. O presidente tinha apenas 64 anos e personificava a força e a vitalidade americanas. O cirurgião-geral da época disse que receber a notícia do ataque cardíaco foi como saber do bombardeio de Pearl Harbor.

Em vez de se refugiar no sigilo, a Casa Branca convocou o Dr. Paul Dudley White, um renomado cardiologista que ajudou a fundar a Associação Americana do Coração. Ele estabeleceu um padrão de transparência. Ao falar com a imprensa, foi além de explicar o estado de saúde do presidente e buscou educar o público sobre eventos cardíacos de forma mais geral.

“Naquele dia, os ataques cardíacos se tornaram menos misteriosos e menos assustadores para milhões de americanos”, explica um artigo do New England Journal of Medicine , “e White transmitiu a mensagem de que eles poderiam tomar medidas para reduzir o risco”. A ideia de que a dieta desempenhava um papel importante na mortalidade logo entrou para o imaginário nacional.

Cerca de 10 anos depois, o Dr. Kenneth Cooper, um médico militar que conduziu pesquisas sobre condicionamento físico para a NASA, publicou um livro intitulado "Aeróbica". Ele apresentou um argumento inovador: o exercício cardiovascular era fundamental para a saúde. Numa época em que as pessoas tinham empregos cada vez mais sedentários e viviam um estilo de vida suburbano baseado no carro, ele enfatizou a necessidade de reservar tempo especificamente para se exercitar como um componente essencial da longevidade.

Essa foi uma ideia radical em uma cultura na qual o exercício voluntário era associado principalmente ao Exército ou aos esportes. "Aeróbica" tornou-se um best-seller e milhões de pessoas começaram a se exercitar. Segundo o Dr. Cooper, quando seu livro foi publicado pela primeira vez, menos de 24% da população adulta praticava atividade física regularmente e havia menos de 100.000 corredores. Em 16 anos, quase 60% da população se exercitava, incluindo 34 milhões de corredores.

A questão principal é que as transformações na compreensão podem ocorrer rapidamente. Poucas décadas depois de Eisenhower e do Dr. Cooper, surgiram a pirâmide alimentar, o termo "baixo teor de gordura", a febre da corrida e os vídeos de Jane Fonda. Os americanos nunca mais pensariam em alimentação e exercícios da mesma maneira.

No momento atual, enfrentamos uma nova crise, que afeta mais nossas mentes do que nossos corpos: o impacto negativo da tecnologia digital em nossa capacidade de pensar.

Chegou a hora de uma nova revolução?

Quando publiquei meu livro "Trabalho Focado" há 10 anos, argumentei que e-mails e mensagens instantâneas estavam prejudicando nossa capacidade de concentração em tarefas mentais complexas. Recomendei reservar longos períodos de tempo para o pensamento ininterrupto e tratar essa atividade cognitiva como uma habilidade que pode ser aprimorada com a prática. O termo "trabalho focado" rapidamente se popularizou e comecei a ouvir pessoas e empresas usá-lo sem sequer perceber sua origem.

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Mas os problemas que abordei em "Trabalho Focado" e em meus escritos posteriores têm piorado constantemente. Em 2016, minha principal preocupação era ajudar as pessoas a encontrar tempo livre suficiente para o trabalho focado. Hoje, acredito que estamos perdendo rapidamente a capacidade de pensar profundamente, independentemente do espaço que conseguimos encontrar em nossas agendas para essas atividades.

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Os dados corroboram essa afirmação. Pesquisas de Gloria Mark, professora de informática da Universidade da Califórnia, Irvine, indicam que nossa capacidade de atenção é cerca de um terço da que era em 2004, com as maiores quedas ocorrendo por volta de 2012. Pesquisas de longa duração revelam que a parcela de adultos nos EUA com dificuldades em leitura ou matemática básica aumentou consideravelmente na última década, enquanto a porcentagem de jovens de 18 anos que relatam dificuldades de raciocínio e concentração também aumentou no mesmo período. Um artigo do Financial Times sobre essas descobertas levantou uma questão chocante, porém pertinente: “Os humanos já ultrapassaram o auge da capacidade cerebral?”

Muitas dessas quedas nas habilidades cognitivas tornaram-se notáveis ​​a partir de meados da década de 2010, exatamente o período em que os smartphones se tornaram onipresentes e a economia da atenção digital explodiu em tamanho. Um número crescente de pesquisas indica que essa coincidência não é mera casualidade. Uma meta-análise publicada no último outono mostrou que o consumo de conteúdo de vídeo de curta duração, como o oferecido por aplicativos como TikTok e Instagram, está associado a uma cognição mais fraca e à redução da atenção, e os resultados de um experimento engenhoso de 2023 constataram que a mera presença dos smartphones dos participantes em uma sala reduziu significativamente sua capacidade de concentração.

O crescimento da IA ​​trouxe novas preocupações cognitivas. Um estudo de janeiro, baseado em pesquisas e entrevistas com mais de 600 participantes, revelou uma “correlação negativa significativa entre o uso frequente de ferramentas de IA e as habilidades de pensamento crítico”. Outro estudo recente , que rastreou a atividade cerebral de participantes que escreviam com a ajuda de grandes modelos de linguagem, descobriu que “a conectividade cerebral diminuía sistematicamente com a quantidade de suporte externo”.

A perda da nossa capacidade de pensar é um problema sério. Quase 40% do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA provém das chamadas indústrias de conhecimento e tecnologia intensivas, desde a fabricação aeroespacial ao desenvolvimento de software, passando por serviços financeiros e de informação. Empresas nesses setores transformam o pensamento humano avançado em receita; à medida que enfraquecemos nossos cérebros, também ameaçamos enfraquecer nossa economia. É notável que o crescimento da produtividade no setor empresarial privado tenha estagnado durante a década de 2010, quando a tecnologia se tornou consideravelmente mais distrativa.

A diminuição da capacidade de usar o cérebro também tem efeitos pessoais preocupantes. Pensar é o que nos permite dar sentido às informações em um mundo complexo. Como presidente, Abraham Lincoln costumava se retirar regularmente para sua casa de campo, nos terrenos do Lar dos Soldados, nas colinas acima de Washington, para encontrar a solidão necessária para refletir intensamente sobre as decisões que enfrentava como comandante-em-chefe. Uma carta da época, de um funcionário do Tesouro que visitou Lincoln na casa de campo durante esses anos, descreve o presidente "repousado em uma cadeira larga, com uma perna pendurada sobre o braço. Ele parecia estar em profunda reflexão."

O pensamento também é um motor para dar sentido às nossas vidas e cultivar nossa imaginação moral. Em 1956, enquanto o boicote aos ônibus de Montgomery ganhava destaque nacional, Martin Luther King Jr. esclareceu o propósito de sua vida por meio de uma longa sessão de reflexão silenciosa em uma noite memorável à mesa de sua cozinha, quando ele se lembra de seus pensamentos finalmente se transformarem em uma diretriz clara: “Martin Luther, defenda a retidão. Defenda a justiça. Defenda a verdade.”

Numa era em que as tecnologias transformam implacavelmente as nossas vidas, pode parecer que esta crise cognitiva é um facto consumado — um efeito secundário das inovações que não pode ser travado. Mas será mesmo necessário aceitar esta perda constante da nossa capacidade de pensar como inevitável? Em pouco tempo, transformámos a forma como pensávamos sobre saúde. Cheguei à conclusão de que uma revolução igualmente rápida é possível na forma como respondemos à nossa capacidade de raciocínio cada vez menor.

Como seria uma revolução dessas? No mundo da saúde física, sabemos agora que devemos evitar ao máximo salgadinhos ultraprocessados ​​como Doritos e Oreos, que são verdadeiros Frankenstein alimentares feitos com ingredientes básicos como milho e soja, reconstituídos com proporções extremamente palatáveis ​​de sal, açúcar e gordura. Grande parte do conteúdo digital que prende nossa atenção atualmente também é ultraprocessado, pois resulta de vastos bancos de dados de conteúdo gerado pelo usuário, que são filtrados, decompostos e recombinados por algoritmos em fluxos personalizados, projetados para serem irresistíveis. O que é um vídeo do TikTok senão um Dorito digital?

Devemos considerar adotar uma postura tão firme contra o conteúdo ultraprocessado quanto já adotamos contra os alimentos ultraprocessados. Ou seja: a maioria das pessoas deve evitar essas distrações na maior parte do tempo. Da mesma forma que você provavelmente não come Twinkies como um lanche regular ou ainda acredita que Pop-Tarts oferecem um café da manhã equilibrado, pare de consumir conteúdo ultraprocessado. Não use o TikTok. Não use o Instagram. Não use X. Os benefícios do pico de açúcar que eles proporcionam não compensam os custos.

Houve um tempo em que tal sugestão teria sido considerada excêntrica e inviável. (Certamente recebi muitas críticas quando sugeri pela primeira vez que as redes sociais não eram tão importantes quanto as pessoas afirmavam.) Mas acho que, assim como nossa compreensão sobre dieta mudou, estamos prontos para aceitar que o valor nutricional metafórico de navegar por posts indignados e vídeos curtos é mínimo.

Os governos podem apoiar os esforços para melhorar a nutrição digital. Numa medida que lembra a proibição das gorduras trans pela Food and Drug Administration (FDA), a Austrália promulgou recentemente uma legislação que proíbe o uso de redes sociais por crianças menores de 16 anos. Em ambos os casos, os órgãos reguladores analisaram as evidências e concluíram que os potenciais danos (sejam eles o risco de ataque cardíaco ou prejuízos à saúde mental) superavam em muito os benefícios.

Os Estados Unidos deveriam seguir o exemplo da Austrália nesse aspecto. Será que algumas crianças encontrarão maneiras de burlar as medidas de segurança implementadas? Claro que sim; essa burla já acontece na Austrália. Mas a mensagem mais ampla transmitida por essas leis é importante. Elas reformulam as redes sociais como algo que deve ser monitorado de perto, semelhante a vícios com restrição de idade, como álcool e tabaco — substâncias que aprendemos a abordar com cautela.

Para continuar desenvolvendo a analogia com a saúde física, vamos considerar o exercício. O equivalente cognitivo da atividade aeróbica é a contemplação — o foco intencional da mente em um único tópico, com o objetivo de aprofundar a compreensão. Assim como os estilos de vida sedentários que surgiram em meados do século XX degradaram nossos corpos, nossa atual falta de contemplação está degradando nossos cérebros.

Qual o equivalente a esse exercício cardiovascular para nossos cérebros debilitados? Uma boa opção é a leitura. Compreender textos escritos exercita nossa mente de maneiras importantes. Desenvolvemos o que a neurocientista cognitiva Maryanne Wolf chama de “processos de leitura profunda”, que reconfiguram e reeducam regiões neuronais de maneiras que aumentam a complexidade e a sutileza do que somos capazes de entender. “A leitura profunda é a ponte da nossa espécie para a compreensão e o pensamento inovador”, escreve ela . Talvez consumir algumas dezenas de páginas de livros por dia deva se tornar os novos 10.000 passos diários — uma base fundamental de atividade para manter a saúde cognitiva.

Outra forma de exercitar o cérebro é rejeitar o modelo de uso constante do celular, no qual o mantemos sempre por perto. Isso nos coloca em um ambiente mental insustentável, onde feixes de neurônios em nossos sistemas de motivação de curto prazo, condicionados pela experiência a esperar uma recompensa rápida ao olhar para o celular, estão constantemente disparando, criando um desejo insistente de pegá-lo. Isso transforma qualquer ato de contemplação prolongada em uma batalha de força de vontade — uma batalha que perdemos com muita frequência. Dessa forma, ter acesso constante ao celular se torna um sério obstáculo ao exercício cognitivo.

Uma solução para esse problema constante de companhia: passe mais tempo com o celular fora do seu alcance fácil. Se ele não estiver por perto, será menos provável que acione seus neurônios motivacionais, ajudando a liberar sua mente para se concentrar em outras atividades com menos distrações. Vamos resumir isso a uma regra simples: quando estiver em casa, deixe o celular carregando na cozinha em vez de no bolso. Se precisar checar suas mensagens ou pesquisar algo, faça isso na cozinha. Se estiver esperando uma ligação, ligue o toque do celular. Essa estratégia permite que você participe de atividades como refeições, assistir a um programa em família ou conversar com seus familiares, sem a distração de querer constantemente olhar para uma segunda tela.

Nossas instituições também têm um papel a desempenhar aqui, já que regras e regulamentos que reduzem a distração em ambientes de grupo podem ajudar a fortalecer as habilidades cognitivas. Após o sucesso do livro de 2024 do psicólogo da NYU, Jonathan Haidt, "A Geração Ansiosa", muitos distritos escolares nos Estados Unidos começaram a proibir smartphones em sala de aula. Esses esforços provaram ser excepcionalmente frutíferos. Um estudo de 2025 do National Bureau of Economic Research constatou que a proibição de celulares nas escolas foi seguida por "melhorias significativas" nas notas dos alunos em testes; da mesma forma, três quartos das 317 escolas de ensino médio pesquisadas por uma equipe de pesquisa holandesa relataram que a proibição de celulares melhorou o foco, e dois terços relataram que melhorou o "clima social" em suas escolas.

Essas intervenções podem ser expandidas para além da sala de aula. Antes da pandemia, uma empresa de mídia empresarial chamada Skift experimentou proibir o uso de laptops e celulares em reuniões internas. Em entrevista à CNN, Rafat Ali, CEO da empresa, afirmou que a regra aumentou a comunicação entre seus funcionários. "Se não houver regras sobre laptops, as pessoas se escondem atrás deles", disse ele. Essas reformas podem ter sido difíceis de manter durante os anos da Covid, mas agora é um bom momento para começar a explorá-las novamente. Em agosto, o estrategista de marcas Adam Hanft escreveu um artigo de opinião sugerindo que os funcionários guardassem seus smartphones em um cofre antes de entrar em uma sala de reuniões. "Mentes em desenvolvimento precisam de foco", escreveu ele, citando o sucesso das proibições de celulares nas escolas, "mas as mentes supostamente desenvolvidas também precisam".

Em um ambiente de escritório, as demandas incessantes de caixas de entrada digitais e mensagens instantâneas representam um obstáculo ainda maior para o uso pleno do nosso cérebro. O Relatório de Tendências de Trabalho da Microsoft de 2025 constatou que os trabalhadores de escritório estudados eram interrompidos, em média, uma vez a cada dois minutos. Em 2021, publiquei um livro intitulado "Um Mundo Sem E-mail", que defendia a necessidade de transformar radicalmente as estratégias de colaboração para que não dependamos mais de um fluxo constante de mensagens para realizar o trabalho. (Estou falando com você, Slack.) O título do meu livro pareceu exagerado para alguns — eu costumava brincar que as livrarias o estavam colocando na seção de fantasia —, mas eu estava falando sério. Se valorizamos nosso cérebro, precisamos estar preparados para buscar mudanças profundas na cultura do ambiente de trabalho.

A IA generativa apresenta seus próprios desafios, especialmente quando a tecnologia se cruza com nossas vidas profissionais. Em setembro, um artigo impactante na Harvard Business Review relatou o rápido crescimento do "trabalho de má qualidade", que os autores definiram como "conteúdo de trabalho gerado por IA que se disfarça de bom trabalho, mas carece da substância necessária para avançar significativamente uma determinada tarefa". O resultado é uma contradição: "Embora os trabalhadores estejam, em grande parte, seguindo as diretrizes para adotar a tecnologia, poucos a veem gerar valor real". Um estudo recente conduzido por pesquisadores do Boston Consulting Group descobriu que delegar tarefas difíceis à IA levava a um aumento da exaustão mental — um estado que eles chamaram de "fritura cerebral" — devido à constante troca de contexto necessária para monitorar e gerenciar o comportamento da IA.

Por que usaríamos IA de maneiras que, em última análise, tornam o trabalho mais desgastante? Minha suspeita é que muitas vezes utilizamos essas ferramentas não porque elas nos tornam melhores em nossos trabalhos, mas porque nos ajudam a evitar momentos de concentração prolongada. É difícil encarar uma página em branco, então por que não extrair um rascunho medíocre daquele documento de planejamento de um chatbot? Reunir e analisar fontes para um relatório de marketing é exigente, então por que não liberar um enxame de agentes de IA para lidar com a tarefa? O problema aqui é o ciclo vicioso. Atividades que drenam nossa capacidade cognitiva, como redes sociais e e-mail, já reduziam nossa capacidade de pensar antes do surgimento da IA ​​generativa, tornando-nos mais propensos a usar essa nova ferramenta para evitar tarefas mentalmente exigentes, uma vez que tivemos acesso a ela. Ao mesmo tempo, quanto mais usamos a IA dessa maneira, mais nossa aptidão cognitiva continua a se deteriorar.

Tanto gestores quanto funcionários precisam definir quando é melhor usar IA. Se a tecnologia gerar economias de tempo significativas, como quando um usuário solicita a um analista de software que examine uma grande coleção de documentos ou pede a um agente com IA que corrija erros de formatação em um conjunto de dados, então esses são ganhos óbvios. De fato, os autores do artigo sobre "esgotamento mental" descobriram que o uso dessas ferramentas para automatizar tarefas "rotineiras ou repetitivas" diminuiu o esgotamento profissional. Mas qualquer uso de IA que sirva principalmente para tornar as tarefas essenciais do negócio cognitivamente menos exigentes deve ser tratado com cautela. Aqui está uma regra simples que reforça essa ideia: sua escrita deve ser sua. O esforço necessário para elaborar um memorando ou relatório claro é o equivalente mental de um treino na academia para um atleta; não é um incômodo a ser eliminado, mas um elemento-chave da sua habilidade.

Os problemas que descrevo aqui só vão piorar. Para evitar o desastre, precisamos de uma revolução completa em defesa do pensamento, lançada contra as forças digitais que buscam degradá-lo. Chega de dar de ombros ("O que se pode fazer? As crianças de hoje em dia adoram seus dispositivos.") ou de experimentos tímidos com dicas insignificantes ("Desative as notificações") ou de aquiescência passiva às ferramentas mais recentes ("Se eu não adotar a IA, serei substituído por alguém que a adote").

A chave para essa transformação é a ação. No meio século que se seguiu ao ataque cardíaco de Eisenhower, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares, ajustadas por idade, caíram 60%, criando o que um estudo acadêmico chamou de “uma das conquistas mais importantes da saúde pública do século XX”. Enquanto isso, praticar exercícios físicos tornou-se tão comum que passou a ser algo corriqueiro. Existem agora mais de 55.000 academias e estúdios de ginástica somente nos Estados Unidos — uma realidade que seria impensável durante a era sedentária anterior à publicação de “Aeróbica”. Mas as apresentações do Dr. White e o livro do Dr. Cooper não foram suficientes por si só para gerar essa transformação. Foi a ação coletiva subsequente a esses eventos que, em última análise, fez toda a diferença.

Nesse período, o governo se envolveu mais intensamente no estudo e na divulgação de novas diretrizes sobre dieta e exercícios, assim como grandes organizações sem fins lucrativos, como a Associação Americana do Coração, do Dr. White. Indivíduos e comunidades também começaram a experimentar, o que levou, por exemplo, a uma explosão na variedade de exercícios recreativos e a livros de grande sucesso, como "O Dilema do Onívoro", de Michael Pollan, que abriu os olhos das pessoas para uma relação mais equilibrada com a comida. O interesse individual, por sua vez, gerou respostas no mercado, como a rápida expansão de academias e clubes de fitness e inúmeras novas marcas de alimentos saudáveis. Ainda temos um longo caminho a percorrer para solucionar completamente os problemas de saúde do nosso país, mas, trabalhando juntos, já fizemos grandes progressos.

Acho que finalmente estamos prontos para uma explosão semelhante de ações auto-reforçadoras em defesa da nossa capacidade cognitiva. O que apresentei aqui não é um programa completo para resgatar nossa herança como seres contemplativos, mas sim um ponto de partida útil. Minha intenção é estimular uma mudança de compreensão que possa se transformar em uma revolução maior. Chega de ceder meu cérebro — o núcleo de tudo que me define — aos interesses financeiros de um pequeno grupo de bilionários da tecnologia ou às conveniências imediatistas de estilos de comunicação hiperativos. É hora de parar de nos preocuparmos com nosso declínio cognitivo e decidirmos, de fato, fazer algo a respeito.

Já fizemos isso antes. Podemos fazer de novo.
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April 4, 6:14 PM
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AI labor displacement and the limits of worker retraining

AI labor displacement and the limits of worker retraining | Inovação Educacional | Scoop.it
As artificial intelligence (AI) marches forward, a common refrain has emerged: We need to retrain workers, “upskilling” them to better meet the demands of the modern economy. Yet there has been comparatively little discussion about what these programs look like and their feasibility. The evidence that does exist, however, provides reasons for policymakers to be skeptical of retraining as a means of supporting labor adjustment to AI-enabled automation. For retraining to keep up with AI advancements, we may need to fundamentally rethink how we provide it, study its effects, formulate its overarching goals, and understand its limitations. 
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April 4, 6:12 PM
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Measuring US workers’ capacity to adapt to AI-driven job displacement

Measuring US workers’ capacity to adapt to AI-driven job displacement | Inovação Educacional | Scoop.it
Measuring US workers’ capacity to adapt to AI-driven job displacement
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April 4, 5:05 PM
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How AI may reshape career pathways to better jobs

How AI may reshape career pathways to better jobs | Inovação Educacional | Scoop.it
Career pathways are an especially pressing consideration as AI spreads. When these pathways weaken or disappear, workers lose not only their current jobs, but also future opportunities for advancement. Meanwhile, employers lose reliable conduits for developing experienced talent. 
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April 4, 4:29 PM
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Hallucinated citations are polluting the scientific literature. What can be done?

Hallucinated citations are polluting the scientific literature. What can be done? | Inovação Educacional | Scoop.it
Tens of thousands of publications from 2025 might include invalid references generated by AI, a Nature analysis suggests.
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April 4, 4:28 PM
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Ilegal, pornografia por IA é negócio dentro do Telegram 

Ilegal, pornografia por IA é negócio dentro do Telegram  | Inovação Educacional | Scoop.it
Ferramentas disponíveis na plataforma estão mais realistas, acessíveis e resistem a denúncias no País
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April 4, 4:27 PM
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Estudo com 12 milhões de profissionais revela onde vale a pena trabalhar

Estudo com 12 milhões de profissionais revela onde vale a pena trabalhar | Inovação Educacional | Scoop.it
Uma nova pesquisa com 12 milhões de americanos e 1.750 empregadores revela os melhores lugares para trabalhar com base em salários, retenção de funcionários e probabilidade de promoção
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April 4, 4:26 PM
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O futuro dos robotáxis avança — e a Amazon quer um lugar na corrida

O futuro dos robotáxis avança — e a Amazon quer um lugar na corrida | Inovação Educacional | Scoop.it
Expansão para novas cidades, avanços técnicos e parceria com a Uber indicam que a corrida pelos robotáxis entra em uma fase mais acelerada
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April 4, 9:12 AM
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Tips for parents: Raising resilient learners in an AI world

Tips for parents: Raising resilient learners in an AI world | Inovação Educacional | Scoop.it
Many parents and caregivers don’t know where to start. They are overstretched, juggling multiple responsibilities, and often haven’t had the chance to understand what AI is, how it works, and how it affects their children. The parents Brookings interviewed for our study, “A New Direction for Students in an AI World: Prosper, Prepare, Protect,” shared how little support they receive in navigating this rapidly changing, AI-infused environment. Parents expressed both concerns about how to simultaneously protect and prepare their children in an AI world—and a desire for clear, practical guidance on how to approach their children’s AI use.
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April 4, 9:02 AM
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Promoting human flourishing | Nature Human Behaviour

Promoting human flourishing | Nature Human Behaviour | Inovação Educacional | Scoop.it
Countries produce a multitude of national statistics — on employment, life expectancy and gross domestic product, for example. These objective measures capture key aspects of the ‘well-being’ of nations but are poor predictors of the well-being of individuals1.
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April 4, 7:37 AM
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Trybe anuncia edição 2026 do relatório sobre impacto da IA no Direito

Trybe anuncia edição 2026 do relatório sobre impacto da IA no Direito | Inovação Educacional | Scoop.it
Em parceria com a OAB/SP - Ordem dos Advogados do Brasil, Seção São Paulo, OAB/PR, OAB/BA, OAB/GO, OAB/PE, OAB/ES - Ordem dos Advogados do Brasil, Seção Espírito Santo, Jusbrasil e ITS Rio, a Trybe lançou no dia 25/3 o relatório "Impacto da IA generativa no Direito" - edição 2026. Trata-se da segunda edição do estudo, que reafirma o compromisso das instituições em monitorar a evolução da inteligência artificial no setor jurídico, oferecendo uma análise aprofundada sobre as percepções e transformações que moldam a atual realidade da advocacia brasileira.
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April 3, 12:17 PM
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ECA Digital dá virada para tornar internet mais segura

ECA Digital dá virada para tornar internet mais segura | Inovação Educacional | Scoop.it
Todo sistema digital começa com um código. As plataformas foram projetadas para maximizar a coleta de atenção, com o engajamento como valor supremo e as crianças como audiência colateral de um modelo desenhado para adultos. A Lei 15.211, o ECA Digital, propõe uma virada: o código deve carregar, em sua própria estrutura, o dever de cuidar para que a internet se torne um lugar seguro também para os mais vulneráveis.

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Essa mudança de paradigma deve-se ao esforço da sociedade civil e da academia brasileira. A lei atingiu um feito nada trivial: regular de forma equilibrada o ambiente digital, considerando o potencial conflito entre direitos fundamentais. Aqui a verificação de idade é um bom exemplo: ao exigi-la para acesso a conteúdos adultos, reforça a segurança para os menores ao mesmo tempo que prevê garantias de privacidade para impedir a vigilância.

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O ECA Digital representa também uma ruptura com uma lógica reativa, adotando uma abordagem preventiva e estrutural, seja ao vedar a publicidade comportamental dirigida a crianças, proibir as loot boxes em jogos para esse público ou ao estabelecer mecanismos de supervisão parental.

A regulamentação publicada pelo governo federal é fundamental para detalhar a aplicação da lei. O primeiro eixo da regulamentação é a segurança embutida na arquitetura dos serviços, mecanismo chamado safety by design. O decreto impõe às plataformas obrigações concretas em seus artigos 9, 10 e 11: restringir o acesso de menores a conteúdos impróprios, adotar configurações protetivas já na interface e implementar mecanismos para evitar seu uso excessivo, problemático ou compulsivo.

O segundo eixo trata da prestação de contas das plataformas. Plataformas e seus algoritmos são opacos. Suas decisões sobre o que amplificar e a quem recomendar determinado conteúdo não são visíveis. Como regular aquilo que nem sequer conseguimos observar? É preciso construir capacidade sistemática para ampliar a “observabilidade” da sociedade ao longo do tempo. O ECA Digital caminha nessa direção, ao estabelecer um capítulo dedicado à prestação de contas e à transparência, que traz dispositivos sobre acesso a dados de pesquisa e relatórios de impacto. Além disso, inova nas regras de moderação de conteúdo, estabelecendo o procedimento de notice and take down, fundamental para mitigar os danos da circulação de conteúdos ilícitos.

O terceiro eixo é a supervisão, cuja competência foi atribuída à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD). A ANPD é a escolha certa, um regulador brasileiro independente e adaptado ao ambiente digital. Com corpo técnico especializado em proteção de dados e ambiente digital, a agência reúne as condições institucionais para supervisionar obrigações complexas e dialogar tecnicamente com as plataformas. A centralização da supervisão num único órgão independente é, em si, um avanço estrutural que outros países ainda buscam.

Celebrar o avanço não significa ignorar os desafios. As obrigações da lei exigirão da ANPD capacidade técnica avançada e colaboração internacional, além de habilidade de inovar nos métodos de aplicação, como por meio de instrumentos de corregulação, de que as empresas precisam participar.

Um dos desafios urgentes é comunicar corretamente o que a lei diz e, sobretudo, o que ela não diz. Já circulam campanhas de desinformação distorcendo o conteúdo da legislação, como a de que ela inviabilizaria sistemas de código aberto. Como toda lei, essa também demandará a partir de agora implementação equilibrada e proporcional, e isso exige, sobretudo, que se comunique adequadamente sobre o que ela realmente dispõe.

*Laura Schertel Mendes, advogada especialista em Direito Digital, é professora da UnB e do IDP, presidente da Comissão de Direito Digital da OAB Federal e diretora do Centro de Direito, Internet e Sociedade (Cedis/IDP)
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April 3, 7:38 AM
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Sue Roffey: Escola não pode piorar prejuízo à saúde mental

Sue Roffey: Escola não pode piorar prejuízo à saúde mental | Inovação Educacional | Scoop.it

A preocupação com a saúde mental de estudantes não é nova na educação e foi intensificada pelo isolamento da pandemia. Mas, para a pesquisadora britânica Sue Roffey, referência internacional no estudo da relação entre o aprendizado e o bem-estar escolar, falta preparar os educadores para manter relações positivas com os alunos e lidar bem com comportamentos desafiadores.
"Incluir isso na formação docente no Brasil seria um excelente começo", afirma, destacando que criar espaço para a dimensão socioemocional não depende de professores isolados, mas de uma abordagem de toda a escola.
Aos 78 anos, a psicóloga educacional é professora honorária da University College London, fellow da Sociedade Britânica de Psicologia e integra o grupo de especialistas sobre a infância da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, que reúne mais de 30 países).
Depois de trabalhar como professora na Inglaterra, Roffey se mudou para a Austrália, no início dos anos 2000, onde fundou uma rede voltada ao bem-estar na educação e um projeto para promover a autoconfiança de meninas aborígenes no ensino médio.
Em 2017, retornou à Inglaterra, onde segue desenvolvendo pesquisas e militando pelo cuidado com bem-estar e a saúde mental nas escolas.
Doutora em psicologia educacional, Roffey é autora de mais de 20 livros, nos quais desenvolve suas teorias, sendo a principal delas a "Circle Solutions" (soluções em círculo), que estimula rodas de conversa entre alunos, com professores formados para potencializar essas atividades. Ela sistematizou sua metolodogia para fomentar os princípios que devem ser desenvolvidos entre crianças e jovens, chamados por ela de ASPIRE (Autonomia, Segurança, Positividade, Inclusão, Respeito e Equidade).
Seus livros são referências para a educação positiva, baseada na ideia de que o desenvolvimento acadêmico é favorecido por um ambiente em que os alunos se sintam bem, criem vínculos e busquem não apenas o sucesso individual mas contribuam para o bem-estar coletivo.
Ela esteve em São Paulo para participar de um evento promovido no sábado (28) pela escola Pueri Domus, que recebeu um prêmio internacional (status prata dentre os níveis ouro, prata e bronze) concedido pelo Centro de Excelência Carnegie para Saúde Mental nas Escolas, da Universidade Leeds Beckett, do Reino Unido.
A premiação, que tem Roffey como membro de seu conselho consultivo, é concedida a escolas com projetos que promovam a saúde mental. O encontro foi organizado em parceria com a Faculdade Sírio-Libanês.
Roffey falou à Folha de métodos para melhorar o bem-estar escolar.
As escolas foram vistas por muito tempo como locais de aquisição de conteúdos e de disciplina comportamental. Quando e por que surgiu a ideia de que é necessário se voltar ao bem-estar dos alunos?
Nos últimos 25 anos, tem havido um reconhecimento crescente, com base em pesquisas, de que crianças e jovens aprendem melhor quando têm uma percepção positiva de si mesmos, sentem-se seguros e estão inseridos em relações de apoio. Algumas pessoas focam apenas o desempenho acadêmico ou apenas o bem-estar. É uma falsa dicotomia. Os dois aspectos se influenciam mutuamente. No entanto, a preocupação com a saúde mental dos jovens foi intensificada pela pandemia.

Embora a atenção às questões socioemocionais tenha aumentado pós-pandemia, muitas escolas permanecem fortemente focadas no desempenho dos alunos em notas, provas, vestibulares etc.
Talvez precisemos começar pela pergunta "para que serve a educação?" Na minha visão, ela tem o objetivo de permitir que cada estudante se torne a melhor versão de si mesmo e de ajudar a construir o mundo em que queremos viver. Quando os educadores focam apenas o desempenho acadêmico em um ambiente competitivo, muitos jovens passam a se ver como fracassados, porque suas conquistas, talentos e pontos fortes não são reconhecidos. Precisamos encontrar melhores formas de garantir que sejam. É necessário ampliar a educação para incluir um conjunto muito mais diverso de habilidades e encontrar caminhos para que os alunos demonstrarem essa aprendizagem mais ampla.

A autonomia é fundamental. Se queremos uma democracia melhor, precisamos promover a voz dos estudantes, a escolha e o pensamento crítico. Em um mundo em que a informação está disponível a um clique, não faz sentido depender da memorização para reproduzir conteúdos. O que realmente importa é a aplicação do conhecimento.


Como a sra. avalia o risco de que a valorização dos aspectos socioemocionais não passe de retórica ou marketing?
O bem-estar e as questões socioemocionais precisam envolver a escola como um todo: todos os alunos, todos os professores, todos os dias.

Veja o exemplo das escolas do nosso projeto "Love of Learning" [Amor pela Aprendizagem, que mapeou escolas com boas práticas nessa área]. Essas escolas começaram com a crença no desenvolvimento integral da criança, construindo sistemas baseados em relações saudáveis.

Meu trabalho incorpora os princípios ASPIRE para os alunos, que são: Autonomia, Segurança, Positividade, Inclusão, Respeito e Equidade. Quando esses elementos estão presentes em toda a escola, todos têm mais chances de prosperar e aprender, mesmo em contextos vulneráveis.

Diante do aumento dos desafios socioemocionais nas escolas no pós-pandemia e com o uso excessivo de telas, há educadores e gestores que reagem dizendo que "escola não é clínica" e "não somos profissionais de saúde mental". Como a sra. vê essa resistência?
De fato, professores não precisam ser terapeutas. Mas precisam entender o impacto de suas palavras nos alunos. Não se trata de fazer mais coisas, mas de fazer algumas coisas de forma diferente, e isso se baseia tanto no bom senso quanto nos avanços da neuropsicologia. Todos os professores em formação precisam aprender a construir e a manter relações positivas com os alunos e a lidar bem com comportamentos desafiadores. Isso reduz problemas de comportamento em sala e melhora o engajamento.


Unidade da Escola Bilíngue Pueri Domus em São Paulo; a escola recebeu prêmio do Centro de Excelência Carnegie para Saúde Mental nas Escolas, da Universidade Leeds Beckett, do Reino Unido - Divulgação
Muitas escolas se sentem perdidas diante da crescente complexidade das questões emocionais que afetam os alunos. Como enfrentar isso?
É preciso garantir que a escola não agrave fatores negativos que possam ter impacto na saúde mental. Isso inclui reduzir a competição acadêmica, aumentar o prazer na aprendizagem (por exemplo, com projetos em grupo) e prevenir o bullying. É importante criar espaços para discutir questões mais amplas que impactam ansiedade e depressão, como mudanças climáticas, redes sociais e misoginia, com foco em discutir soluções, para que os estudantes vejam que não estão sozinhos e compartilhem ideias para construir a resiliência. E tudo isso não depende de professores isolados, mas de uma abordagem de toda a escola.

A sra. defende o método Circle Solutions [soluções em círculo]. Colocar os alunos em roda nas aulas já é comum, mas a sra. deixa claro que é preciso que os educadores sejam formados para essas práticas, para amplificar seus ganhos. Como fazer isso em países como o Brasil, com um sistema de ensino complexo e desigual?
Circle Solutions é um modelo de aprendizagem socioemocional seguro, focado em soluções e baseado nos pontos fortes dos participantes. Ele promove discussão, reflexão e ação em relação a temas importantes para os jovens. Não exige recursos extras, apenas a crença de que isso importa e habilidades de facilitação dessas práticas. É um sistema em cascata. Treinei muitas pessoas para fazer isso em suas aulas, mas também formei formadores que podem não apenas capacitar a equipe, mas também apoiar e monitorar os resultados. Isso foi implementado em países como Dinamarca, China, Austrália e no Reino Unido. E o feedback é que funciona, especialmente na promoção de um senso de pertencimento, algo tão essencial para a saúde mental e o bem-estar. Incluir isso na formação docente no Brasil seria um excelente começo.

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Como criar um ambiente escolar livre de bullying


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Como a sra. vê o movimento de proibição de celulares nas escolas e do veto a redes sociais para menores de 16 anos?
Sou a favor da proibição dos celulares. Eles distraem do que está acontecendo no mundo real, dificultam interações presenciais e expõem jovens a conteúdos negativos, com algoritmos que limitam sua visão de mundo. Também por isso defendo o veto das redes sociais para menores de 16.

E a educação midiática é essencial. As mídias influenciam fortemente como as pessoas veem a si mesmas, aos outros e ao mundo –e as empresas exploram isso de acordo com seus interesses.

Os jovens precisam aprender a diferenciar fato de opinião e compreender evidências científicas. Isso deve começar cedo, e os alunos devem ser ativos na produção de conteúdos e debates sobre essas temáticas.

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April 3, 7:22 AM
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Arymax - [Estudo] Inclusão produtiva e economia do cuidado

Quem cuida sustenta a vida, a economia e o futuro do país. Ainda assim, o cuidado permanece, em grande medida, invisibilizado, desigualmente distribuído e insuficientemente estruturado como campo de políticas públicas, investimentos e oportunidades produtivas.

No Brasil, 1 em cada 4 pessoas trabalha no campo dos cuidados, e todas as famílias, em diferentes momentos, vivenciam demandas relacionadas a cuidar ou ser cuidado. Em 2024, o país avançou de forma significativa com a implementação da Política Nacional de Cuidados, que reconhece o cuidado como um direito universal e propõe a corresponsabilização entre Estado, famílias, comunidades e mercado. Trata-se de um campo em franca expansão, com elevada relevância social, impacto direto sobre a inclusão produtiva e expressivo potencial econômico.
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