Inovação Educacional
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February 24, 2:32 PM
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Fundeb deve garantir programa de alfabetização do MEC

Fundeb deve garantir programa de alfabetização do MEC | Inovação Educacional | Scoop.it
A atual gestão lançou em 2023 o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, em um modelo de colaboração com estados e municípios para melhorar a alfabetização no país. A promessa era investimento de R$ 1 bilhão naquele ano e mais R$ 2 bilhões até 2026, mas os valores gastos de fato não se concretizaram.
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Curadoria por Luciano Sathler. CLIQUE NOS TÍTULOS. Informação que abre caminhos para a inovação educacional.
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September 10, 2024 9:19 AM
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Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler

Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler | Inovação Educacional | Scoop.it

O que acontece quando a maioria faz uso de uma IA para realizar suas atividades laborais? E, no caso dos estudantes, quando os trabalhos passam a ser produzidos com o apoio de uma IA generativa?
Luciano Sathler
É PhD em administração pela USP e membro do Conselho Deliberativo do CNPq e do Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais
As diferentes aplicações de Inteligência Artificial (IA) generativa são capazes de criar novos conteúdos em texto, imagens, áudios, vídeos e códigos para software. Por se tratar de um tipo de tecnologia de uso geral, a IA tende a ser utilizada para remodelar vários setores da economia, com impactos políticos e sociais, assim como aconteceu com a adoção da máquina a vapor, da eletricidade e da informática.
Pesquisas recentes demonstram que a IA generativa aumenta a qualidade e a eficiência da produção de atividades típicas dos trabalhadores de colarinho branco, aqueles que exercem funções administrativas e gerenciais nos escritórios. Também traz maior produtividade nas relações de suporte ao cliente, acelera tarefas de programação e aprimora mensagens de persuasão para o marketing.
O revólver patenteado pelo americano Samuel Colt, em 1835, ficou conhecido como o "grande equalizador". A facilidade do seu manuseio e a possibilidade de atirar várias vezes sem precisar recarregar a cada disparo foram inovações tecnológicas que ampliaram a possibilidade individual de ter um grande potencial destrutivo em mãos, mesmo para os que tinham menor força física e costumavam levar desvantagem nos conflitos anteriores. À época, ficou famosa a frase: Abraham Lincoln tornou todos os homens livres, mas Samuel Colt os tornou iguais.
Não fazemos aqui uma apologia às armas. A alegoria que usamos é apenas para ressaltar a necessidade de investir na formação de pessoas que sejam capazes de usar a IA generativa de forma crítica, criativa e que gerem resultados humanamente enriquecidos. Para não se tornarem vítimas das mudanças que sobrevirão no mundo do trabalho.
A IA generativa é um meio viável para equalizar talentos humanos, pois pessoas com menor repertório cultural, científico ou profissional serão capazes de apresentar resultados melhores se souberem fazer bom uso de uma biblioteca de prompts. Novidade e originalidade tornam-se fenômenos raros e mais bem remunerados.
A disseminação da IA generativa tende a diminuir a diversidade, reduz a heterogeneidade das respostas e, consequentemente, ameaça a criatividade. Maior padronização tem a ver com a automação do processo. Um resultado que seja interessante, engraçado ou que chama atenção pela qualidade acima da média vai passar a ser algo presente somente a partir daqueles que tiverem capacidade de ir além do que as máquinas são capazes de entregar.
No caso dos estudantes, a avaliação da aprendizagem precisa ser rápida e seriamente revista. A utilização da IA generativa extrapola os conceitos usualmente associados ao plágio, pois os produtos são inéditos – ainda que venham de uma bricolagem semântica gerada por algoritmos. Os relatos dos professores é que os resultados melhoram, mas não há convicção de que a aprendizagem realmente aconteceu, com uma tendência à uniformização do que é apresentado pelos discentes.
Toda Instituição Educacional terá as suas próprias IAs generativas. Assim como todos os professores e estudantes. Estarão disponíveis nos telefones celulares, computadores e até mesmo nos aparelhos de TV. É um novo conjunto de ferramentas de produtividade. Portanto, o desafio da diferenciação passa a ser ainda mais fundamental diante desse novo "grande equalizador".
Se há mantenedores ou investidores sonhando com a completa substituição dos professores por alguma IA já encontramos pesquisas que demonstram que o uso intensivo da Inteligência Artificial leva muitos estudantes a reduzirem suas interações sociais formais ao usar essas ferramentas. As evidências apontam que, embora os chatbots de IA projetados para fornecimento de informações possam estar associados ao desempenho do aluno, quando o suporte social, bem-estar psicológico, solidão e senso de pertencimento são considerados, isso tem um efeito negativo, com impactos piores no sucesso, bem-estar e retenção do estudante.
Para não cair na vala comum e correr o risco de ser ameaçado por quem faz uso intensivo da IA será necessário se diferenciar a partir das experiências dentro e fora da sala de aula – online ou presencial; humanizar as relações de ensino-aprendizagem; implementar metodologias que privilegiem o protagonismo dos estudantes e fortaleçam o papel do docente no processo; usar a microcertificação para registrar e ressaltar competências desenvolvidas de forma diferenciada, tanto nas hard quanto soft skills; e, principalmente, estabelecer um vínculo de confiança e suporte ao discente que o acompanhe pela vida afora – ninguém mais pode se dar ao luxo de ter ex-alunos.
Atenção: esse artigo foi exclusivamente escrito por um ser humano.
O editor, Michael França, pede para que cada participante do espaço "Políticas e Justiça" da Folha sugira uma música aos leitores. Nesse texto, a escolhida por Luciano Sathler foi "O Ateneu" de Milton Nascimento.

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February 25, 11:40 AM
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IA irá criar semana de trabalho de 4 dias? Economistas têm dúvidas

IA irá criar semana de trabalho de 4 dias? Economistas têm dúvidas | Inovação Educacional | Scoop.it
Líderes empresariais prometem jornadas mais curtas com o avanço da inteligência artificial, mas especialistas alertam que ganhos de produtividade raramente chegam aos trabalhadores
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February 25, 11:32 AM
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'Hotmilk': com centro de inovação, PUC-PR conecta universidade ao mercado e dá nova cara ao tradicionalismo

'Hotmilk': com centro de inovação, PUC-PR conecta universidade ao mercado e dá nova cara ao tradicionalismo | Inovação Educacional | Scoop.it
Prédios com arquitetura moderna e salas de aula de última geração contrastam com o tradicionalismo das instituições católicas na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), em Curitiba. Com o rápido avanço tecnológico no mundo, a universidade está revendo seu modus operandi e método de ensino para equilibrar valores históricos com as demandas de um mundo cada vez mais conectado. E parece estar acertando.
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February 25, 6:24 AM
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Did social media break a generation — or just change it? : TED Radio Hour

Did social media break a generation — or just change it? : TED Radio Hour | Inovação Educacional | Scoop.it
Is tech rewiring childhood or exposing what’s already broken? Jonathan Haidt, Catherine Price, and a Gen Z advocate debate social media bans, attention and what “fun” looks like off-screen.
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February 25, 5:56 AM
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The Anthropic Economic Index report: New building blocks for understanding AI use

The Anthropic Economic Index report: New building blocks for understanding AI use | Inovação Educacional | Scoop.it
Anthropic is an AI safety and research company that's working to build reliable, interpretable, and steerable AI systems.
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February 25, 5:54 AM
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How AI assistance impacts the formation of coding skills

How AI assistance impacts the formation of coding skills | Inovação Educacional | Scoop.it
Anthropic is an AI safety and research company that's working to build reliable, interpretable, and steerable AI systems.
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February 24, 2:52 PM
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UFRJ lança I Concurso de Soluções Inovadoras

UFRJ lança I Concurso de Soluções Inovadoras | Inovação Educacional | Scoop.it
“Em casa de ferreiro, o espeto é de ferro”. Foi com esse slogan que a Pró-Reitoria de Gestão e Governança (PR-6) lançou o edital do I Concurso de Soluções Inovadoras da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – Prêmio Engaja UFRJ. A ideia por trás da afirmativa que subverte o senso comum é a de que as melhores soluções para os desafios enfrentados pela Universidade – internacionalmente reconhecida por indicadores como qualidade da educação e do corpo docente, empregabilidade e pesquisa – estão ao alcance de serem desenvolvidas por sua própria comunidade acadêmica. 

“Nós temos expertise para resolver muitos problemas da sociedade e fazemos isso. Mas nós temos problemas internos que não resolvemos”, afirmou o reitor da UFRJ, Roberto Medronho, durante o evento de abertura do concurso, realizado nesta segunda-feira, 23/2, no auditório da Inovateca, no Parque Tecnológico.

O concurso tem o objetivo de identificar, selecionar, valorizar e premiar até dez soluções inovadoras que contribuam para a modernização e melhoria da qualidade de vida da comunidade universitária. As sete áreas de enfoque são: segurança nos campi, acessibilidade, limpeza urbana e gestão de resíduos, alimentação coletiva sustentável, mobilidade, conectividade/telecomunicações e uso eficiente de água e energia. 

Ao apresentar os fundamentos do concurso, o pró-reitor de Gestão e Governança, Fernando Peregrino, ressaltou o potencial científico da Universidade, comparando-o ao de países com elevado desenvolvimento tecnológico. “Nós temos aqui uma densidade de doutores três vezes maior do que a média do Brasil e maior até do que a da Coreia do Sul. Isso nos autoriza tecnicamente a dizer que podemos resolver nossos problemas, se quisermos trabalhar para isso”, declarou.

Segundo Peregrino, os desafios propostos no edital não foram criados de forma aleatória, mas extraídos de documentos estratégicos da própria instituição. “Nós não inventamos os desafios. Eles estão no PDI, no plano de desenvolvimento urbano e em outros documentos da Universidade. O que fizemos foi estratificar isso em sete grandes desafios”, explicou.

As inscrições começam no dia 16/3 e vão até o dia 15/5, com propostas submetidas por meio de formulário eletrônico disponibilizado na página da PR-6. Toda a comunidade universitária está convidada a participar, individualmente ou por equipes de até cinco pessoas: 

docentes, discentes e técnicos-administrativos em Educação da UFRJ; 
docentes e discentes visitantes vinculados à UFRJ;
integrantes das fundações de apoio à UFRJ (Coppetec e FUJB); 
integrantes de startups vinculadas à UFRJ; e
concessionários, permissionários, estagiários, terceirizados e demais profissionais vinculados à UFRJ.
As iniciativas vencedoras receberão:

R$ 1.000,00 por proposta selecionada;
certificado individual;
inclusão no Banco de Soluções da PR-6;
possibilidade de implementação via compra pública inovadora – CPSI; e
convite para cursos, eventos e missões técnicas.
A professora da UFRJ Tatiana Sampaio participa da iniciativa como presidente de honra, o que reforça o compromisso da instituição com a valorização de sua comunidade científica e com a transformação do conhecimento em benefícios concretos para a sociedade. “Acho que é realmente uma ideia muito inovadora e essencial”, disse Tatiana. A chefe do Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ avaliou a iniciativa como estratégica e alinhada à capacidade de a Universidade responder a grandes desafios contemporâneos.
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February 24, 2:33 PM
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MEC lança cinco novos cursos para gestores da Rede Federal —

MEC lança cinco novos cursos para gestores da Rede Federal — | Inovação Educacional | Scoop.it
O ProGestores abrange as dimensões Gestão Estratégica, Político-Institucional, Gestão com Pessoas e Transformação Digital. Cada dimensão é composta por itinerários formativos com cursos assíncronos e autoinstrucionais. O programa envolve uma carga horária obrigatória, com três dimensões de 75 horas e uma dimensão de 120 horas, totalizando 345 horas. O programa oferece ainda cursos opcionais com o total de 225 horas. 
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February 24, 2:28 PM
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MEC divulga dados e painel de monitoramento do Novo PAR —

MEC divulga dados e painel de monitoramento do Novo PAR — | Inovação Educacional | Scoop.it
Ministério da Educação (MEC) publicou, em seu portal institucional, uma nova seção dedicada aos Dados e Monitoramento do Novo Plano de Ações Articuladas (Novo PAR). Estão disponíveis informações consolidadas sobre o questionário preenchido pelas redes de ensino na etapa de diagnóstico e o andamento da etapa de planejamento das redes de ensino, incluindo o seu estágio de elaboração. Os conteúdos são apresentados em formato aberto e visual, com recursos que facilitam a leitura e a comparação entre entes federados e períodos de referência. 
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February 24, 2:26 PM
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Conselho Nacional de Educação marca data para votar uso de IA

Conselho Nacional de Educação marca data para votar uso de IA | Inovação Educacional | Scoop.it
Comissão começou a debater a versão inicial, mas o Ministério da Educação pediu ajustes no texto.
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February 24, 12:19 PM
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Exercício é aliado da autonomia e do bem-estar para os 60+ –

Exercício é aliado da autonomia e do bem-estar para os 60+ – | Inovação Educacional | Scoop.it
Nesta coluna, José Carlos Farah fala da importância da atividade física para uma pessoa idosa, listando seus benefícios, tão essenciais para o bem-estar dessa faixa etária. “O processo de envelhecimento traz mudanças significativas nos aspectos físicos, sociais e emocionais. Essas mudanças aumentam com o decorrer do tempo, o que é natural e aceitável. Segundo a Organização Mundial de Saúde, no Brasil, uma pessoa é considerada idosa quando completa 60 anos. Outro ponto importante é que, pelo avanço da medicina e da tecnologia, a expectativa de vida aumentou”. No entanto, não se pode negar que o processo de envelhecimento implica na diminuição  da capacidade física. “Temos menos força e, consequentemente, menos coordenação e resistência, dificultando as tarefas do dia a dia, como caminhar, por exemplo. Perdemos a autonomia de ir e vir, o que pode levar à falta de contato social, ao isolamento e à perda da autoestima, que, somados, são fatores significativos de entrada para possíveis doenças”.
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February 24, 12:18 PM
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Diploma digital veio para ficar, mas isso não diminui o valor da conquista –

Diploma digital veio para ficar, mas isso não diminui o valor da conquista – | Inovação Educacional | Scoop.it
Uma mudança histórica que está transformando o cenário da educação superior no Brasil: a chegada oficial do diploma digital. Para entender melhor os impactos dessa mudança, conversamos com o professor Daniel Cara, do  Departamento de Administração Escolar e Economia da Educação da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Ele explica que a digitalização é um caminho sem volta – e o Brasil está acompanhando esse movimento mundial, além de combater as fraudes. O combate à fraude e a segurança são os pontos positivos do diploma digital.  
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February 24, 12:17 PM
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Esporte melhora o desempenho escolar e a saúde mental dos estudantes –

Esporte melhora o desempenho escolar e a saúde mental dos estudantes – | Inovação Educacional | Scoop.it
Pesquisas mostram que a prática regular de atividades físicas aumenta a concentração, a memória e o foco, contribuindo para melhores resultados nos estudos e menor incidência de ansiedade e depressão
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February 25, 11:41 AM
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Ajuda na entrevista? Recrutadores agora querem que candidatos provem que sabem usar IA

Ajuda na entrevista? Recrutadores agora querem que candidatos provem que sabem usar IA | Inovação Educacional | Scoop.it
Em uma postagem de junho em um fórum interno, a Meta afirmou estar desenvolvendo uma entrevista de programação na qual os candidatos poderiam usar um assistente de IA, conforme relatado anteriormente pelo Business Insider.

Segundo a Meta, esse modo de trabalho era "mais representativo" do ambiente em que os futuros desenvolvedores operariam. Ele também torna "menos eficaz a fraude baseada em LLM", afirmou a empresa, referindo-se a grandes modelos de linguagem.

A consultoria McKinsey & Company é outro exemplo. Ela está testando uma mudança em seu processo de recrutamento de graduados, pedindo aos candidatos que usem a assistente de IA interna da empresa, Lilli, durante entrevistas de estudo de caso para avaliar como eles trabalham com a tecnologia.

A aceitação, ou mesmo a preferência, pela IA em algumas etapas do processo de recrutamento não significa que as empresas acolherão candidatos que utilizem essas ferramentas para distorcer suas habilidades. Mesmo que um candidato consiga se safar inicialmente, os recrutadores provavelmente acabarão descobrindo que ele não possui as qualificações necessárias, afirmou Susan Peppercorn, coach executiva, ao Business Insider, já que os candidatos que realizam uma avaliação, por exemplo, "terão que explicar como chegaram à sua conclusão", disse ela.
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February 25, 11:38 AM
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Letramento em IA, escuta ativa e mais: LinkedIn mostra habilidades que se destacam no mercado de trabalho brasileiro

Letramento em IA, escuta ativa e mais: LinkedIn mostra habilidades que se destacam no mercado de trabalho brasileiro | Inovação Educacional | Scoop.it
Educação
XML: é uma linguagem usada para estruturar dados e permitir a troca de informações entre sistemas, relevante para integrar plataformas acadêmicas, como matrícula, ambientes virtuais e relatórios de desempenho.
Orçamento, planejamento e previsão: envolve estimar receitas, despesas e demandas futuras, apoiando a definição de recursos para cursos, contratação de docentes e investimentos em tecnologia.
Letramento em IA: é a compreensão de como sistemas de inteligência artificial funcionam e podem ser aplicados de forma responsável, permitindo avaliar ferramentas de apoio ao ensino e análise de desempenho acadêmico.
Tailwind CSS: conjunto de recursos para desenvolver interfaces digitais, utilizado na criação de portais acadêmicos, plataformas de cursos online e páginas institucionais acessíveis.
JSON: formato leve para organizar e transportar dados entre aplicações, facilitando integrações entre plataformas de ensino, bibliotecas digitais e ferramentas de avaliação.
Treinamento e desenvolvimento de funcionários: consiste em planejar ações para aprimorar competências da equipe, como capacitação docente em metodologias ativas e formação administrativa em novas tecnologias.
Ferramentas de IA generativa: plataformas capazes de criar textos e outros conteúdos a partir de comandos, apoiando a elaboração de planos de aula, exercícios personalizados e materiais didáticos adaptados.
Resolução colaborativa de problemas: é a capacidade de trabalhar em grupo para identificar causas e propor soluções, aplicada à revisão de currículos, redução da evasão e desenvolvimento de projetos interdisciplinares.
Escuta ativa: habilidade de ouvir com atenção e confirmar entendimento, contribuindo para compreender dificuldades dos estudantes e fortalecer o diálogo entre professores, coordenação e famílias.
Estatística: permite coletar e interpretar dados numéricos, analisando desempenho acadêmico e indicadores institucionais para orientar ajustes pedagógicos.
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February 25, 7:15 AM
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Guia de Tecnologias Digitais para professores e coordenadores

Guia de Tecnologias Digitais para professores e coordenadores | Inovação Educacional | Scoop.it
Professores e coordenadores dos Centros de Tecnologias Educacionais (CTEs) da Prefeitura de Manaus, que atuam na Secretaria Municipal de Educação (Semed), já utilizam o “Guia de Tecnologias Digitais Educacionais: aplicativos e metodologias de ensino com tecnologias”, disponibilizado em PDF e on-line, por meio do link: https://heyzine.com/flip-book/47c06916d0.html#page/1. A ferramenta pedagógica digital, com 54 páginas, reúne 20 atividades com indicação de recursos digitais.
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February 25, 6:24 AM
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O clube dos negócios estranhos

O clube dos negócios estranhos | Inovação Educacional | Scoop.it

O título deste artigo se refere a um conto perturbador, datado de 1905, do escritor inglês Gilbert Keith Chesterton. Trata-se, o clube, de uma associação promotora de enredos para eventos imaginários, apresentados como reais aos envolvidos em realizá-los, com as consequências expostas à realidade.
Considero se o movimento da expansão da educação superior nas últimas décadas não poderia ser acolhido como a reunião de diversos fatores de limitada articulação com a realidade, mas com consequências reais à sociedade. Um negócio estranho.
A questão inicial que decorre dessa reflexão é: em que medida a educação superior vem transformando o Brasil?
Em quase 30 anos, o número de matrículas na educação superior passou de 1,9 milhão, em 1997, para 10,2 milhões em 2024, sendo 80% delas em instituições particulares e mais da metade em cursos a distância. Essa expansão aumentou o número de diplomados em nível superior no Brasil, que saltou de 3% em 1992 para 24% em 2024. Segundo o economista Naércio Menezes, essa explosão não repercutiu no crescimento do produto econômico brasileiro, que se manteve, neste mesmo período, praticamente o mesmo. Com efeito, no caso da expansão de cursos estratégicos ao desenvolvimento nacional, como os de engenharia, o estranhamento se aproxima do assombro. Meu principal suspeito é o currículo.
Entre 2015 e 2024, o conjunto desses cursos sofreu queda de 410 mil matrículas. De 2018 a 2024, foram menos 42 mil concluintes. Segundo o Confea (Conselho Federal de Engenharia e Agronomia), até 2050 poderemos ter um déficit de 1 milhão de engenheiros frente às demandas de ocupação. Neste mesmo ano, analistas indicam que apenas 50% da população será economicamente ativa. Quando não se escolhe o caminho, não se conhece a chegada.
Desenvolvendo o aprendizado defasado da realidade e demandas da nação, com currículos que satisfazem mais aos indicadores da avaliação regulatória governamental do que aos estudantes, seguem muitas das 2.561 instituições e dos 45.772 cursos superiores regulares existentes no país. Desse desencontro histórico entre o desempenho em avaliações oficiais e o impacto gerado ao país, seguem os currículos dedicados a conteúdos, mas desprovidos de habilidades e competências. O diploma de nível superior, quando associado ao emprego, pode acabar sendo frustrado por currículos que descrevem enredos imaginários a estudantes reais.
Mas, quando uma razão se perde, outra se apresenta. Grande parte das instituições se organiza por demandas imaginárias de matrículas, sem associá-las aos sentidos econômico, social, cultural e do desenvolvimento humano da nação. Uma reprodução dispersa e opaca ao futuro do país. Em 2024 foram oferecidas no Brasil mais de 23 milhões de vagas. Apenas 20% foram preenchidas.
No entanto e felizmente, não faltam exemplos capazes de nos alertar para o melhor. Por um lado, um grupo significativo de universidades brasileiras que, mesmo não representando 20% das matrículas nacionais, são responsáveis por talvez 80% de impacto decisivo à indústria e às políticas publicas, ampliando o acesso a direitos, ao emprego, à inovação, à IA que diferencie a semântica da sintaxe e à produtividade econômica.
Nessa direção vale a menção honrosa ao Inep, que vem reordenando os indicadores de avaliação das universidades brasileiras a partir de estudos da USP, UFMG, Unicamp, UFRJ e PUC-RS, dentre outras.
Por outro lado, as linhas traçadas por países como China e Índia são exemplos de apropriação, em curtos espaços de tempo, do conhecimento como fator preponderante ao crescimento. A China, em menos de 30 anos, partia de um PIB menor do que o Brasil para associar seu crescimento econômico ao forte desenvolvimento da educação superior e da pesquisa.
Seu PIB passou de US$ 735 bilhões, em 1995, para US$ 18,2 trilhões em 2025. O do Brasil passou, no mesmo período, de US$ 769 bilhões para US$ 2,2 trilhões. Foram os mesmos 30 anos que levamos para descrever nossa expansão da educação superior a qual, infelizmente, não planejamos. Isso nos remete a uma derradeira questão: a ausência, por décadas, de um projeto de nação que associasse conhecimento, ciência, tecnologia e cultura como fator central de desenvolvimento.
Diferentemente do epílogo proposto por Chesterton ao seu clube, nossa expansão da educação superior permanece um negócio estranho. Mesmo depois de reveladas as fantasias e as imaginárias circunstâncias, muitos de seus participantes insistem em superar a realidade.

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February 25, 5:55 AM
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Anthropic Education Report: The AI Fluency Index

Anthropic Education Report: The AI Fluency Index | Inovação Educacional | Scoop.it
Anthropic's AI Fluency Index measures 11 observable behaviors across thousands of Claude.ai conversations to understand how people develop AI collaboration skills.
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February 25, 5:51 AM
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Measuring AI agent autonomy in practice

Measuring AI agent autonomy in practice | Inovação Educacional | Scoop.it
Anthropic is an AI safety and research company that's working to build reliable, interpretable, and steerable AI systems.
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February 24, 2:36 PM
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Conselho Nacional de Educação discute regras para o uso da IA em escolas e universidades

Conselho Nacional de Educação discute regras para o uso da IA em escolas e universidades | Inovação Educacional | Scoop.it
Segundo relatório, será permitido o uso da inteligência artificial como um recurso didático e de apoio à aprendizagem, mas com supervisão de profissionais de educação.
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February 24, 2:32 PM
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Fundeb deve garantir programa de alfabetização do MEC

Fundeb deve garantir programa de alfabetização do MEC | Inovação Educacional | Scoop.it
A atual gestão lançou em 2023 o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, em um modelo de colaboração com estados e municípios para melhorar a alfabetização no país. A promessa era investimento de R$ 1 bilhão naquele ano e mais R$ 2 bilhões até 2026, mas os valores gastos de fato não se concretizaram.
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February 24, 2:28 PM
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‘A.I. Literacy’ Is Trending in Schools. Here’s Why.

‘A.I. Literacy’ Is Trending in Schools. Here’s Why. | Inovação Educacional | Scoop.it

Alfabetização digital. Alfabetização em internet. Alfabetização em mídias sociais. Alfabetização em dispositivos móveis. Alfabetização em realidade virtual .
A cada poucos anos, a indústria de tecnologia lança um novo tipo de produto e, em seguida, pressiona as escolas para que ensinem milhões de alunos a usá-lo.
O objetivo de capacitar crianças em idade escolar nas tecnologias mais recentes permanece praticamente o mesmo desde a introdução dos computadores pessoais no final da década de 1970: melhorar o aprendizado e as perspectivas de carreira. Desde então, campanhas em prol de uma série de novas habilidades tecnológicas surgiram e desapareceram — mesmo que algumas das promessas não tenham se concretizado.
Agora, gigantes da tecnologia como Google, Microsoft e OpenAI estão incentivando as escolas a ensinarem o tópico mais recente: alfabetização em IA .
Eis o que você precisa saber.
O que é alfabetização em IA?
As aulas de tecnologia mais recentes nas escolas frequentemente giram em torno de chatbots, que podem produzir textos com sonoridade humana, vídeos com aparência realista e grandes quantidades de código de computador.
Algumas escolas estão ensinando os alunos a interagir com chatbots como o Gemini do Google e a analisar as informações que eles produzem. Algumas aulas pedem aos alunos que estudem os riscos sociais associados, como a desinformação gerada por chatbots ou resultados tendenciosos. Algumas escolas também estão incentivando os alunos a usar IA para criar seus próprios aplicativos .
A iniciativa de incluir a inteligência artificial (IA) no ensino escolar não é nova. Em 2016, com a crescente popularidade de eletrodomésticos com IA, como aspiradores de pó robóticos, pesquisadores na Áustria propuseram que as escolas ensinassem conceitos de IA aos alunos desde o jardim de infância.
Alguns anos mais tarde, um grupo de acadêmicos nos Estados Unidos criou uma estrutura de ensino de IA para que as escolas ensinassem aos alunos conceitos técnicos e ética em IA.
Agora, algumas escolas estão correndo para ensinar os alunos a avaliar e usar chatbots, a mais recente forma popular de IA.
O que está por trás da crescente adoção da IA ​​nas escolas?
Defensores da tecnologia afirmam que é urgente que as escolas treinem os alunos no uso de chatbots para auxiliar no aprendizado, preparar os jovens para as demandas do mercado de trabalho em um " futuro impulsionado pela IA " e contribuir para o crescimento econômico dos EUA.
Em abril passado, o presidente Trump emitiu uma ordem executiva sobre " Avanço da Educação em Inteligência Artificial para a Juventude Americana ". Ela pedia que as escolas "integrassem os fundamentos da IA ​​em todas as áreas disciplinares", começando no jardim de infância.
Em julho, a Microsoft anunciou um investimento de US$ 4 bilhões em dinheiro e tecnologia para incentivar instituições de ensino a oferecerem " capacitação em IA ". Em setembro, o Google prometeu US$ 1 bilhão em treinamento em IA, incluindo o fornecimento das ferramentas Gemini da empresa para " todas as escolas de ensino médio da América ".
Este mês, o Departamento do Trabalho dos EUA publicou diretrizes para o ensino de IA, visando garantir que “todos os trabalhadores americanos possam compartilhar da prosperidade que a IA trará para nossa economia”. Entre as habilidades fundamentais para os estudantes, a agência citou: aprender a criar perguntas claras para chatbots e verificar a precisão das respostas.
Que outros grupos estão moldando a educação em IA?
Alguns pesquisadores e organizações sem fins lucrativos estão apoiando iniciativas educacionais mais amplas que abrangem uma série de questões sociais relacionadas. Entre elas, o Kapor Center, uma organização sem fins lucrativos em Oakland, Califórnia, recomenda que os alunos avaliem os riscos de segurança da IA ​​e examinem a dinâmica de poder da indústria de tecnologia , incluindo as empresas que mais lucram com a IA.
Esses especialistas estão incentivando as escolas a ajudarem os alunos a obterem uma compreensão técnica da IA, bem como habilidades para investigar as consequências das tecnologias mais recentes.
A Computer Science Teachers Association, uma organização sem fins lucrativos com quase 10.000 professores associados, revisou recentemente seus padrões nacionais de aprendizagem para incluir uma nova habilidade proposta para os alunos: identificar como produtos como a IA priorizam diferentes valores, como promover o engajamento do usuário em detrimento da precisão ou da civilidade humana.
“Os alunos precisam ser capazes de tomar decisões informadas sobre quando e como as ferramentas de IA são usadas — tanto em seus próprios trabalhos quanto quando a IA é usada neles, como cidadãos que estão entrando em um mundo onde cada vez mais decisões sobre suas vidas serão tomadas por máquinas”, disse Jake Baskin, diretor executivo da Associação de Professores de Ciência da Computação.
O que aprendemos com as campanhas anteriores de alfabetização tecnológica?
Considere a alfabetização em mídias sociais. Os programas ajudaram alguns jovens a identificar com mais facilidade certos perigos online. Mas os esforços de alfabetização tecnológica geralmente não são projetados para conter riscos subjacentes, como predadores e extorsão sexual, problemas que reguladores e legisladores pressionam as empresas de tecnologia a resolver há tempos.
Em 2017, o Google lançou um currículo gratuito de cidadania digital chamado "Be Internet Awesome" (Seja Incrível na Internet). As lições, com formato de jogo e mundos virtuais coloridos como o "Reality River" (Rio da Realidade), desafiavam os alunos a distinguir entre fatos e desinformação ou a fazer escolhas sobre como compartilhar suas informações pessoais online.
O objetivo era ajudar os alunos a ficarem mais atentos, seguros e gentis online. Mais de 100 milhões de crianças já experimentaram as lições, segundo uma publicação no blog do Google em 2024.
Mas um estudo sobre o jogo de cidadania digital, que envolveu mais de 1.000 alunos do quarto ao sexto ano, apresentou resultados mistos.
De acordo com o estudo , publicado em 2023 na revista científica Contemporary School Psychology, os alunos que foram aleatoriamente designados para as aulas do Google demonstraram melhor conhecimento de conceitos como "catfishing" e abordagens para lidar com problemas online, como comportamentos maldosos.
No entanto, as lições do Google não reduziram comportamentos online negativos, como o cyberbullying, nem melhoraram a gentileza online das crianças ou suas práticas de privacidade de dados, segundo o estudo.
O Google não respondeu ao pedido de comentário.

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February 24, 12:35 PM
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O Anel de Giges e a IA na ciência: Quando a invisibilidade desafia a integridade

A primeira resposta intuitiva ao problema seria desenvolver mecanismos de vigilância cada vez mais sofisticado,  detectores capazes de identificar textos gerados por IA (Inteligência Artificial) e, assim, punir os transgressores. Essa abordagem, contudo, enfrenta severas limitações empíricas.

O estudo de Liang et al. (2023), GPT detectors are biased against non-native English writers 1 , publicado na revista Patterns, demonstrou que detectores de IA apresentam viés sistemático contra escritores não nativos de inglês: 97,8% dos ensaios TOEFL (Test of English as a Foreign Language) foram incorretamente sinalizados como gerados por IA, com uma taxa média de falsos positivos de 61,3%. A revisão sistemática de Weber-Wulff et al. (2023), Testing of detection tools for AI-generated text 2, avaliou 12 ferramentas de detecção e concluiu que as opções disponíveis “não são nem precisas nem confiáveis”, com metade dos textos gerados por IA conseguindo evadir a detecção após edição manual. A própria OpenAI descontinuou seu classificador em julho de 2023 devido à baixa precisão, e a Universidade Vanderbilt desabilitou a detecção de IA do Turnitin, citando preocupações com falsos positivos.
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February 24, 12:18 PM
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O círculo vicioso da desigualdade: renda e educação no Brasil –

O círculo vicioso da desigualdade: renda e educação no Brasil – | Inovação Educacional | Scoop.it
Há um vínculo estrutural e retroalimentado entre desigualdade econômica e desigualdade educacional. Crianças de famílias vulneráveis enfrentam trajetórias escolares curtas e precárias, enquanto os mais favorecidos usufruem de percursos contínuos e de excelência. O abismo é mensurável: o investimento acumulado na formação de um jovem pobre soma poucas dezenas de milhares de reais, enquanto o de seus pares mais ricos ultrapassa facilmente meio milhão. Essa disparidade consolida um círculo vicioso: a renda familiar determina a qualidade da formação que, por sua vez, condiciona a renda futura. Sem uma intervenção estatal robusta, a educação deixa de ser um motor de mobilidade social e se converte em mecanismo de transmissão hereditária de privilégios.
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February 24, 12:18 PM
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Fórum “Educação em Transformação” aponta caminhos para o futuro do ensino no País –

Fórum “Educação em Transformação” aponta caminhos para o futuro do ensino no País – | Inovação Educacional | Scoop.it
A conferência de abertura foi conduzida por Eric Bettinger, professor da Universidade Stanford, que abordou os entraves culturais e institucionais que ainda dificultam a valorização do ensino técnico no Brasil. Ele destacou que, segundo estudos internacionais, o Produto Interno Bruto brasileiro poderia crescer de forma significativa se mais jovens optassem por essa modalidade de formação, mas o preconceito contra o ensino profissionalizante permanece como barreira. Bettinger propôs que governos, setor produtivo e instituições de ensino se articulem para ampliar a atratividade do ensino técnico e tecnológico, trazendo exemplos de países que conseguiram aproximar os sistemas educacionais das demandas do mercado de trabalho e da inovação tecnológica. 
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February 24, 12:16 PM
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Dificuldades do acesso à creche são um impedimento à educação infantil no Brasil –

Dificuldades do acesso à creche são um impedimento à educação infantil no Brasil – | Inovação Educacional | Scoop.it
Segundo dados do IBGE, o Brasil tem 11,2 milhões de crianças de 0 a 3 anos. Dessas, 4,4 milhões, aproximadamente 40%, frequentam a creche. Os outros 60%, ou 6,8 milhões de crianças, estão fora dessa etapa da educação básica. Ainda segundo dados disponibilizados pelo MEC (Ministério da Educação) e o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) no Censo Escolar 2024,  são cerca de 78,1 mil instituições desse tipo no País.

O ingresso na creche (destinado às crianças de até 3 anos) não é obrigatório no Brasil, mas é dever do Estado garantir vagas às famílias que desejam matricular seus filhos. Letícia Nascimento, professora da Faculdade de Educação da USP, e coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Sociologia da Infância e Educação Infantil, salienta: “Desde a Constituição, se define que a educação infantil é um dever do Estado e uma escolha da família, embora pareça um eufemismo falar que é escolha da família, porque nós sabemos que, em um país como o nosso, grande parte das famílias não só quer que as crianças vão à creche, mas precisa que elas vão”.
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