Generally, investment data is a relevant indicator for the growth of a sector but we argue that it fails to provide a complete and accurate outlook. In this article we seek to provide a different perspective to evaluate the progress of innovation in education, and argue that a new era for EdTech has emerged.
We define EdTech, short for ‘education technology’, as everything that involves the use of technology in education to improve its delivery, impact, and user experience. Notably, this definition suggests that the term EdTech shall not be confined to a specific type of players (e.g. startups) or a business or delivery model (e.g. online learning, apps).
O que acontece quando a maioria faz uso de uma IA para realizar suas atividades laborais? E, no caso dos estudantes, quando os trabalhos passam a ser produzidos com o apoio de uma IA generativa? Luciano Sathler É PhD em administração pela USP e membro do Conselho Deliberativo do CNPq e do Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais As diferentes aplicações de Inteligência Artificial (IA) generativa são capazes de criar novos conteúdos em texto, imagens, áudios, vídeos e códigos para software. Por se tratar de um tipo de tecnologia de uso geral, a IA tende a ser utilizada para remodelar vários setores da economia, com impactos políticos e sociais, assim como aconteceu com a adoção da máquina a vapor, da eletricidade e da informática. Pesquisas recentes demonstram que a IA generativa aumenta a qualidade e a eficiência da produção de atividades típicas dos trabalhadores de colarinho branco, aqueles que exercem funções administrativas e gerenciais nos escritórios. Também traz maior produtividade nas relações de suporte ao cliente, acelera tarefas de programação e aprimora mensagens de persuasão para o marketing. O revólver patenteado pelo americano Samuel Colt, em 1835, ficou conhecido como o "grande equalizador". A facilidade do seu manuseio e a possibilidade de atirar várias vezes sem precisar recarregar a cada disparo foram inovações tecnológicas que ampliaram a possibilidade individual de ter um grande potencial destrutivo em mãos, mesmo para os que tinham menor força física e costumavam levar desvantagem nos conflitos anteriores. À época, ficou famosa a frase: Abraham Lincoln tornou todos os homens livres, mas Samuel Colt os tornou iguais. Não fazemos aqui uma apologia às armas. A alegoria que usamos é apenas para ressaltar a necessidade de investir na formação de pessoas que sejam capazes de usar a IA generativa de forma crítica, criativa e que gerem resultados humanamente enriquecidos. Para não se tornarem vítimas das mudanças que sobrevirão no mundo do trabalho. A IA generativa é um meio viável para equalizar talentos humanos, pois pessoas com menor repertório cultural, científico ou profissional serão capazes de apresentar resultados melhores se souberem fazer bom uso de uma biblioteca de prompts. Novidade e originalidade tornam-se fenômenos raros e mais bem remunerados. A disseminação da IA generativa tende a diminuir a diversidade, reduz a heterogeneidade das respostas e, consequentemente, ameaça a criatividade. Maior padronização tem a ver com a automação do processo. Um resultado que seja interessante, engraçado ou que chama atenção pela qualidade acima da média vai passar a ser algo presente somente a partir daqueles que tiverem capacidade de ir além do que as máquinas são capazes de entregar. No caso dos estudantes, a avaliação da aprendizagem precisa ser rápida e seriamente revista. A utilização da IA generativa extrapola os conceitos usualmente associados ao plágio, pois os produtos são inéditos – ainda que venham de uma bricolagem semântica gerada por algoritmos. Os relatos dos professores é que os resultados melhoram, mas não há convicção de que a aprendizagem realmente aconteceu, com uma tendência à uniformização do que é apresentado pelos discentes. Toda Instituição Educacional terá as suas próprias IAs generativas. Assim como todos os professores e estudantes. Estarão disponíveis nos telefones celulares, computadores e até mesmo nos aparelhos de TV. É um novo conjunto de ferramentas de produtividade. Portanto, o desafio da diferenciação passa a ser ainda mais fundamental diante desse novo "grande equalizador". Se há mantenedores ou investidores sonhando com a completa substituição dos professores por alguma IA já encontramos pesquisas que demonstram que o uso intensivo da Inteligência Artificial leva muitos estudantes a reduzirem suas interações sociais formais ao usar essas ferramentas. As evidências apontam que, embora os chatbots de IA projetados para fornecimento de informações possam estar associados ao desempenho do aluno, quando o suporte social, bem-estar psicológico, solidão e senso de pertencimento são considerados, isso tem um efeito negativo, com impactos piores no sucesso, bem-estar e retenção do estudante. Para não cair na vala comum e correr o risco de ser ameaçado por quem faz uso intensivo da IA será necessário se diferenciar a partir das experiências dentro e fora da sala de aula – online ou presencial; humanizar as relações de ensino-aprendizagem; implementar metodologias que privilegiem o protagonismo dos estudantes e fortaleçam o papel do docente no processo; usar a microcertificação para registrar e ressaltar competências desenvolvidas de forma diferenciada, tanto nas hard quanto soft skills; e, principalmente, estabelecer um vínculo de confiança e suporte ao discente que o acompanhe pela vida afora – ninguém mais pode se dar ao luxo de ter ex-alunos. Atenção: esse artigo foi exclusivamente escrito por um ser humano. O editor, Michael França, pede para que cada participante do espaço "Políticas e Justiça" da Folha sugira uma música aos leitores. Nesse texto, a escolhida por Luciano Sathler foi "O Ateneu" de Milton Nascimento.
A inteligência artificial (IA) está ajudando profissionais a trabalhar mais rapidamente e com mais criatividade, mas quem mais utiliza a tecnologia tende a ocupar empregos de maior qualidade, ter escolaridade mais elevada e exercer funções de gestão. Essa é a conclusão de um levantamento do Gallup divulgado em outubro. O instituto ouviu mais de 15 mil profissionais nos Estados Unidos entre janeiro e março deste ano. Segundo a pesquisa, a maioria dos trabalhadores que já utilizou IA em suas funções afirma que a tecnologia ajuda a realizar tarefas mais rapidamente (63%) e a encontrar soluções mais criativas (56%). Quase metade diz que a IA permite dedicar mais tempo às partes mais interessantes do trabalho (47%) ou contribui para melhorar a qualidade das entregas (46%). Entre os usuários de IA, 31% afirmam que o uso da tecnologia levou seus empregadores a lhes atribuir mais responsabilidades. Essa proporção é ligeiramente maior — 37% — entre aqueles que dizem que a IA os ajuda a trabalhar mais rapidamente. Os resultados se baseiam nas percepções dos próprios funcionários sobre os efeitos da IA em suas atividades e não permitem determinar se os empregadores avaliam esses impactos da mesma maneira, informa o Gallup. Uso mais frequente de IA ocorre em empregos mais qualificados O uso frequente de IA — definido como utilização diária ou semanal — ainda não é a norma entre os trabalhadores americanos, embora a adoção da tecnologia tenha crescido significativamente nos últimos três anos. Segundo o levantamento, 28% dos profissionais relataram usar IA pelo menos uma vez por semana, enquanto 54% disseram nunca ter utilizado a tecnologia em suas funções. As diferenças de uso refletem, em parte, a natureza das atividades profissionais. Cerca de metade dos trabalhadores dos setores de serviços profissionais e empresariais, atividades financeiras e informação e mídia utiliza IA regularmente. Por outro lado, profissionais das áreas de suporte à saúde, produção industrial e comércio varejista apresentam baixos níveis de utilização. Nesses segmentos, entre 70% e mais de 80% afirmam nunca utilizar IA em suas funções. O uso regular de IA é mais comum entre profissionais com maior escolaridade e aqueles que ocupam cargos de gestão. Trabalhadores com ensino superior têm mais que o dobro da probabilidade de utilizar IA diariamente ou semanalmente em comparação com aqueles sem diploma universitário (40% ante 17%). Além disso, 37% dos gestores são usuários regulares da tecnologia, ante 25% dos profissionais que não exercem funções de gestão. Os trabalhadores mais jovens, que cresceram em meio às tecnologias digitais, não estão entre os usuários mais frequentes de IA no trabalho: cerca de um em cada cinco utiliza a ferramenta semanalmente ou mais. No entanto, entre os que usam IA, os profissionais de 18 a 24 anos são os mais propensos a afirmar que a tecnologia levou a empresa a lhes atribuir mais responsabilidades (38%), ante 31% ou menos nas demais faixas etárias. Os usuários frequentes de IA também têm maior probabilidade de ocupar empregos considerados de qualidade, segundo os critérios multidimensionais adotados pelo estudo. No total, 52% dos profissionais que utilizam IA pelo menos uma vez por semana têm empregos classificados como de qualidade, ante 46% daqueles que a utilizam com pouca frequência e 32% dos que nunca recorrem à tecnologia. Na avaliação do Gallup, à medida que a adoção da IA avança, surge uma questão importante: os benefícios já relatados pelos trabalhadores serão distribuídos de maneira mais ampla ou permanecerão concentrados entre aqueles que já têm maior probabilidade de ocupar empregos de qualidade? Para o instituto, acompanhar a evolução do uso da IA no trabalho, a participação dos funcionários nas decisões sobre a implementação de tecnologias e a qualidade dos empregos será fundamental para compreender como a inteligência artificial está ampliando, transformando ou
By listening to employers and universities across the UK, we've published a roadmap which outlines seven recommendations to boost graduate employability across the country, encourage growth and meet the UK's future skills needs.
On December 30, 2025, the Education Department released new data determining which college degree programs may remain eligible to participate in the federal student loan program. Under the proposed rule, undergraduate programs must demonstrate that the majority of students who obtain a credential earn more than a typical high school graduate with no college experience. The Department has proposed applying this standard to all undergraduate programs, regardless of institutional sector, and negotiations take place from January 5-9, 2026.
Os dados do Bundesbank mostram uma das viradas mais impressionantes da economia mundial recente. Entre 1993 e 2017, a produção industrial alemã cresceu de forma quase linear, e mesmo os grandes choques, como a crise de 2008 e a pandemia de 2020, foram seguidos de recuperações rápidas. Desde o pico de 2017–2018, no entanto, a produção entrou em declínio persistente e hoje está quase 20% abaixo da tendência histórica. Desta vez não houve recuperação em V. A Alemanha, coração industrial da Europa e referência mundial em complexidade econômica, está encolhendo sua base manufatureira.
Mateus sobre Jesus: "Ao ver as multidões, teve compaixão delas, porque estavam aflitas e desamparadas" (Mt 9,36). Na cultura atual, isso poderia ser aplicado a fatos como:
Mais pessoas do que nunca têm experimentado os efeitos negativos da revolução sexual, incluindo a desestruturação familiar, a solidão e o vício em pornografia. A indústria do sexo está sempre presente, abusando de mulheres e crianças (e às vezes homens) de maneiras que exigem ação tanto da igreja quanto da sociedade. Na sequência do movimento LGBTQIA+, existe uma confusão generalizada em relação ao corpo, à sexualidade e à identidade de gênero.
A explicação habitual para a distância entre a renda per capita americana, perto de US$ 95 mil, e a brasileira, perto de US$ 11 mil, é a produtividade. O trabalhador americano produziria mais por hora porque tem mais capital, mais educação e melhores instituições. Há verdade nisso, mas a palavra “produtividade” esconde uma armadilha. O PIB não mede quantidades físicas. Ele mede valor adicionado a preços de mercado. Quando dizemos que um americano é oito vezes mais produtivo que um brasileiro, estamos dizendo que aquilo que ele produz é avaliado pelo mercado em oito vezes mais dólares. Isso não é a mesma coisa que fazer oito vezes mais coisas.
As formações serão nas seguintes áreas: computação: fundamentos e práticas; fundamentos, ética e criatividade da IA generativa; redes sociais para o uso consciente e criativo; relações binárias na prática educacional; tecnologia como aliada da educação antirracista; educação antirracista mediada por tecnologias; competências digitais nas áreas de conhecimento da BNCC, para ciências humanas, ciências da natureza, matemática e língua portuguesa.
Avamec – Além das novas formações, o ambiente virtual de aprendizagem possui grande acervo de ações formativas. Os percursos formativos disponíveis na plataforma têm diferentes públicos, metodologias e propostas. Os profissionais podem acessar conteúdos, acompanhar as atividades e, nos cursos que oferecem essa possibilidade, obter o certificado ao final da formação. Atualmente, o Avamec reúne mais de 10,4 milhões de inscrições em cursos e conta com mais de 3,3 milhões de usuários. Além disso, a plataforma conta com 499 instituições, 694 cursos e 13.501 turmas.
The recommendations put forward in this brief focus on strengthening and coordinating federal R&D investments that will deepen our understanding of how to leverage AI for the benefit of students, teachers, and school administrators. They build upon our Blueprint for the Future of the Federal Role in K-12 Education R&D and federal policy recommendations for Leveraging Education R&D to Support High-Quality Career-Connected Learning.
The Alliance for Learning Innovation (ALI) urges Congress and the Trump Administration to:
Build a stronger evidence base for safe and effective AI in education Improve AI-enabled tools and approaches in education; Build infrastructure to facilitate better AI-in-education R&D; Coordinate and carry out a unified AI-in-education R&D agenda; and Leverage AI to make federal R&D investments more effective and transparent.
Graduate students increasingly use artificial intelligence tools to search the literature, design presentations, generate code and summarize papers, but many fear it could erode the very skills a doctorate is meant to build. According to Nature’s 2025 global survey of PhD students, 81% said they don’t fully trust AI tools and 65% are worried that AI could weaken their thinking, research and writing skills. This free live 60-minute webinar from Nature’s careers team investigates how doctoral programmes are adapting to accommodate future workplace needs and how PhD students are embracing the technology and its potential, alongside striving to maintain and develop core research skills.
Watch this 60-minute webinar and Q&A session to find out what PhD Students, Academics and Employers think.
Chapters: 00:00 Welcome and Housekeeping 01:08 Why AI Challenges PhDs 03:59 Meet the Panelists 11:05 Omar’s AI Workflow 15:13 Venture PhD and M-Shaped Skills 20:52 Lab Use Cases and Trust 28:56 Guardrails and Staying Competitive 33:12 Redesigning the PhD 38:34 Curriculum and Core Skills 44:07 Rapid-Fire Practical Advice 47:38 Audience Q&A on Assessment 58:27 Closing Takeaways and Next Steps
Panellists: Yanjun Gao, Professor and Co-Director, Center for Health AI, University of Colorado Anschutz Thane Campbell, Dean of Education, Deep Science Ventures Omar Shabana, PhD Student, University of Cambridge Julie Gould, Journalist (Moderator)
Vídeos curtos, memes e rolagem interminável de redes sociais podem parecer uma distração inofensiva. Mas, quando o consumo digital ocupa espaço demais na rotina, pode prejudicar a atenção, o bem-estar emocional e os relacionamentos. É nesse contexto que ganhou popularidade o termo brainrot, expressão em inglês que significa "podridão cerebral" e descreve, de maneira informal, a deterioração do cérebro por consumo excessivo de conteúdo superficial.
O que é brainrot O termo surgiu em 2007 como uma brincadeira, mas ganhou força com o debate sobre os efeitos do uso excessivo da internet. Ele não é um diagnóstico médico reconhecido. O fenômeno, porém, chama a atenção de especialistas que estudam a relação entre hábitos digitais e saúde mental.
Uma das preocupações é quando a vida online passa a dominar os pensamentos e as atividades cotidianas. O uso excessivo de redes sociais e jogos pode funcionar como uma forma de escapar de problemas, além de prejudicar o trabalho, os estudos e os relacionamentos. Em alguns grupos, a expressão virou motivo de piada ou até símbolo de status, apesar dos possíveis prejuízos.
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Como o excesso de telas afeta a saúde Os efeitos não se restringem a crianças e adolescentes. Uma revisão publicada na revista PLOS Global Public Health coloca o uso de redes sociais ao lado do tabaco, do álcool e do hábito de jogar como fator de risco para sintomas depressivos, ideação suicida e autolesões.
A comparação constante com imagens de vidas aparentemente perfeitas também pode alimentar a insatisfação. A busca por curtidas, seguidores e aprovação nas redes favorece a ansiedade e os sintomas depressivos, sobretudo em períodos de estresse. Irritabilidade e insônia também podem aparecer.
Outro ponto é o excesso de informação. Vídeos curtos, mensagens rápidas e conteúdos repetitivos disputam a atenção em sequência. Especialistas acreditam que esse consumo intenso pode estar relacionado às queixas de dificuldade de concentração e memória.
Na infância e na adolescência, a preocupação é ainda maior, pois o córtex pré-frontal, região envolvida no controle dos impulsos, na atenção, na regulação emocional e na tomada de decisões, continua em desenvolvimento até aproximadamente os 25 anos.
O tempo dedicado às telas também pode tomar o lugar de atividades importantes, como praticar exercícios, estar em contato com a natureza e cultivar relações presenciais. Embora a interação digital dê a sensação de convivência, ela nem sempre oferece as mesmas experiências sociais, capazes de exercitar a empatia e de desenvolver a habilidade de lidar com situações cotidianas.
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Perder o controle sobre o tempo de tela e prejudicar o trabalho, os estudos ou os relacionamentos são sinais de alerta para o uso problemático da internet Imagem: Getty Images Quando é hora de buscar ajuda O sinal de alerta não é simplesmente passar muitas horas online, mas perder o controle sobre esse hábito e permitir que ele prejudique outras áreas da vida. Jogos e redes sociais podem oferecer recompensas imediatas, como curtidas, novas fases e notificações, o que estimula a busca contínua por mais estímulos.
Quando a pessoa não consegue reduzir o uso, deixa compromissos de lado ou percebe prejuízos à saúde e aos relacionamentos, vale procurar ajuda profissional. Serviços especializados em saúde mental também passaram a abordar a dependência digital entre jovens.
Como as telas fazem parte da vida cotidiana, a solução não é necessariamente bani-las. O caminho é buscar equilíbrio, reduzir a preocupação constante com a aprovação alheia e reservar tempo para atividades fora do ambiente digital. O uso merece atenção quando deixa de ser uma escolha e passa a comandar a rotina.
The Shape the Future Leaders Coalition has brought together education leaders from across England, representing over 400 schools, 32,000 staff, and a quarter of a million young people, and it provides structured support for action research, peer learning, and knowledge sharing, anchored in a commitment to equity, ethical practice, and independence from commercial interests.
This new report concerns the Coalition’s action research projects, which were designed to create the conditions for school leaders to become generators of evidence rather than simply consumers of it.
Post-Secondary Employment Outcomes (PSEO) are experimental tabulations developed by researchers at the U.S. Census Bureau. PSEO data provide earnings and employment outcomes for college and university graduates by degree level, degree major, post-secondary institution, and state of institution. These statistics are generated by matching university transcript data with a national database of jobs, using state-of-the-art confidentiality protection mechanisms to protect the underlying data.
The PSEO are made possible through data sharing partnerships between universities, university systems, State Departments of Education, State Labor Market Information offices, and the U.S. Census Bureau. PSEO data are available for post-secondary institutions whose transcript data have been made available to the Census Bureau through a data-sharing agreement.
Sessenta e cinco por cento das crianças e adolescentes brasileiros que usam a internet já utilizaram inteligência artificial generativa, segundo a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2025, do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br). Para que o público infantojuvenil tenha uma referência sobre o uso seguro dessas ferramentas, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) lançam, nesta quinta-feira (15), em comemoração à Semana da Criança, o Guia sobre Usos da Inteligência Artificial na Infância e Adolescência.
IMF research on Asia-Pacific highlights some of these forces. Demand from employers in the region has declined about 10 percent in highly AI-exposed occupations. At the same time, demand is growing for workers who can use AI to do more. New roles are emerging, such as prompt engineering and building AI agents, that didn’t exist a few years ago.
Labor markets should be flexible enough that firms can recruit the talent they need. At the same time, workers displaced by the technology may require support. The policy challenge is to find the right balance between these two needs. We must equip people, especially our young, with cognitive, creative, and technical skills that empower them to use AI. Traditional social safety nets such as unemployment insurance will remain important. But policymakers will need to increasingly deploy active labor-market programs to upskill and reskill workers. Governments should calibrate their tax systems so they do not excessively favor or impede automation.
Centenas de supermercados franceses foram atingidos por um ataque cibernético que causou o aquecimento de suas geladeiras e congeladores, estragando alimentos frescos e congelados avaliados em milhões de euros. Hackers obtiveram controle do software que regula a temperatura das unidades de refrigeração, fazendo com que algumas delas aquecessem a 50°C durante a noite, de acordo com uma rede de supermercados afetada.
Encontra-se em consulta pública, a partir de hoje e por um período de 30 dias, o documento Inteligência Artificial na Educação — Orientações para a utilização responsável da IA em contexto educativo, destinado à Educação Pré-escolar e aos Ensinos Básico e Secundário. Estas orientações visam estabelecer uma base comum para a integração responsável da IA nos processos de ensino e de aprendizagem.
Incidentes em que agentes de IA romperam barreiras de segurança reacendem uma disputa sobre desalinhamento e perda de controle, mas também levantam uma pergunta mais incômoda: quem responde pelas escolhas de desenvolver e colocar esses sistemas em operação?
The researchers identified five key priorities for AI in education. The highest-rated was AI-related competencies for learners and educators, highlighting the need for people to understand not only how to use AI tools, but also how to critically evaluate their outputs, limitations and ethical implications.
The federal government should invest in more robust research to guide the design, development, and implementation of safe and effective artificial intelligence tools in classrooms, argues a report from the Alliance for Learning Innovation, a coalition of nonprofit organizations, researchers, practitioners, funders, and private-sector leaders focused on advancing education research and development.
Este artigo apresenta uma análise qualitativa e interpretativa dos elementos que compõem a plataforma Elefante Letrado que, atualmente, é amplamente adotada na educação básica pública e privada em diversos estados e municípios brasileiros. Aborda a relação entre tecnologia e educação sob perspectiva crítica e considera a plataformização como efeito da vertente mercadológica e tecnicista que subsidia as concepções de leitura, compreensão e fluência leitora que fundamentam a Elefante Letrado. Os dados advêm de recortes extraídos do site do desenvolvedor da plataforma e são discutidos a partir do diálogo com a fundamentação teórica. Os resultados apontam que a adoção de IA na Elefante Letrado visa estruturar um recurso de métrica de fluência leitora baseada na velocidade da leitura oral. Essa ferramenta está ancorada em epistemologias datadas e retrógradas que aplicam à leitura, à memória e à compreensão um caráter racionalista e mecanicista, baseado no conceito de linguagem como código a ser transcrito e de mensagem como portadora de sentidos fixos a serem apreendidos por leitores cuja proficiência seria proporcional à rapidez da leitura de um texto em voz alta.
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