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October 22, 2012 5:11 PM
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Game on-line deixa matemática mais fácil para estudantes

Game on-line deixa matemática mais fácil para estudantes | Inovação Educacional | Scoop.it

No Brasil, três em cada quatro alunos terminam o ensino fundamental sem  domínio adequado da matemática. Uma pesquisa feita pela Federação das Indústrias  do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) com 600 empresas revela que este quadro tem  impacto não apenas na vida escolar. Ele prejudica as empresas, que apontam o  analfabetismo funcional na disciplina como um de seus principais problemas.

Diante disto, a Firjan decidiu criar o programa Sesi Matemática, destinado a  alunos do ensino médio de escolas públicas, em parceria com o Instituto Nacional  de Matemática Pura e Aplicada (Impa), a Secretaria Estadual de Educação e a  empresa inglesa Mangahigh.

Alguns dos recursos do programa que já estão sendo testados, com bons  resultados, são os games on-line. O programa já foi implantado nas escolas do  sistema Sesi e Senai e será ampliado para 11 colégios estaduais, que receberão  também capacitação do corpo docente.

Segundo Andréa Marinho, diretora de educação do Sistema Firjan, a utilização  dos games tenta fazer com que alunos testem conceitos de forma divertida e,  assim, tenham mais proximidade com a matemática, vendo a sua importância, por  meio de teoria e prática, simultaneamente.

Em um dos jogos utilizados, por exemplo, um inseto cai de um relógio e fica  preso. Ele precisa subir no relógio e, para isso, o aluno têm que estudar  diversos ângulos. Cada acerto faz o inseto subir um nível, e a dificuldade vai  aumentando.

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Curadoria por Luciano Sathler. CLIQUE NOS TÍTULOS. Informação que abre caminhos para a inovação educacional.
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September 10, 2024 9:19 AM
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Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler

Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler | Inovação Educacional | Scoop.it

O que acontece quando a maioria faz uso de uma IA para realizar suas atividades laborais? E, no caso dos estudantes, quando os trabalhos passam a ser produzidos com o apoio de uma IA generativa?
Luciano Sathler
É PhD em administração pela USP e membro do Conselho Deliberativo do CNPq e do Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais
As diferentes aplicações de Inteligência Artificial (IA) generativa são capazes de criar novos conteúdos em texto, imagens, áudios, vídeos e códigos para software. Por se tratar de um tipo de tecnologia de uso geral, a IA tende a ser utilizada para remodelar vários setores da economia, com impactos políticos e sociais, assim como aconteceu com a adoção da máquina a vapor, da eletricidade e da informática.
Pesquisas recentes demonstram que a IA generativa aumenta a qualidade e a eficiência da produção de atividades típicas dos trabalhadores de colarinho branco, aqueles que exercem funções administrativas e gerenciais nos escritórios. Também traz maior produtividade nas relações de suporte ao cliente, acelera tarefas de programação e aprimora mensagens de persuasão para o marketing.
O revólver patenteado pelo americano Samuel Colt, em 1835, ficou conhecido como o "grande equalizador". A facilidade do seu manuseio e a possibilidade de atirar várias vezes sem precisar recarregar a cada disparo foram inovações tecnológicas que ampliaram a possibilidade individual de ter um grande potencial destrutivo em mãos, mesmo para os que tinham menor força física e costumavam levar desvantagem nos conflitos anteriores. À época, ficou famosa a frase: Abraham Lincoln tornou todos os homens livres, mas Samuel Colt os tornou iguais.
Não fazemos aqui uma apologia às armas. A alegoria que usamos é apenas para ressaltar a necessidade de investir na formação de pessoas que sejam capazes de usar a IA generativa de forma crítica, criativa e que gerem resultados humanamente enriquecidos. Para não se tornarem vítimas das mudanças que sobrevirão no mundo do trabalho.
A IA generativa é um meio viável para equalizar talentos humanos, pois pessoas com menor repertório cultural, científico ou profissional serão capazes de apresentar resultados melhores se souberem fazer bom uso de uma biblioteca de prompts. Novidade e originalidade tornam-se fenômenos raros e mais bem remunerados.
A disseminação da IA generativa tende a diminuir a diversidade, reduz a heterogeneidade das respostas e, consequentemente, ameaça a criatividade. Maior padronização tem a ver com a automação do processo. Um resultado que seja interessante, engraçado ou que chama atenção pela qualidade acima da média vai passar a ser algo presente somente a partir daqueles que tiverem capacidade de ir além do que as máquinas são capazes de entregar.
No caso dos estudantes, a avaliação da aprendizagem precisa ser rápida e seriamente revista. A utilização da IA generativa extrapola os conceitos usualmente associados ao plágio, pois os produtos são inéditos – ainda que venham de uma bricolagem semântica gerada por algoritmos. Os relatos dos professores é que os resultados melhoram, mas não há convicção de que a aprendizagem realmente aconteceu, com uma tendência à uniformização do que é apresentado pelos discentes.
Toda Instituição Educacional terá as suas próprias IAs generativas. Assim como todos os professores e estudantes. Estarão disponíveis nos telefones celulares, computadores e até mesmo nos aparelhos de TV. É um novo conjunto de ferramentas de produtividade. Portanto, o desafio da diferenciação passa a ser ainda mais fundamental diante desse novo "grande equalizador".
Se há mantenedores ou investidores sonhando com a completa substituição dos professores por alguma IA já encontramos pesquisas que demonstram que o uso intensivo da Inteligência Artificial leva muitos estudantes a reduzirem suas interações sociais formais ao usar essas ferramentas. As evidências apontam que, embora os chatbots de IA projetados para fornecimento de informações possam estar associados ao desempenho do aluno, quando o suporte social, bem-estar psicológico, solidão e senso de pertencimento são considerados, isso tem um efeito negativo, com impactos piores no sucesso, bem-estar e retenção do estudante.
Para não cair na vala comum e correr o risco de ser ameaçado por quem faz uso intensivo da IA será necessário se diferenciar a partir das experiências dentro e fora da sala de aula – online ou presencial; humanizar as relações de ensino-aprendizagem; implementar metodologias que privilegiem o protagonismo dos estudantes e fortaleçam o papel do docente no processo; usar a microcertificação para registrar e ressaltar competências desenvolvidas de forma diferenciada, tanto nas hard quanto soft skills; e, principalmente, estabelecer um vínculo de confiança e suporte ao discente que o acompanhe pela vida afora – ninguém mais pode se dar ao luxo de ter ex-alunos.
Atenção: esse artigo foi exclusivamente escrito por um ser humano.
O editor, Michael França, pede para que cada participante do espaço "Políticas e Justiça" da Folha sugira uma música aos leitores. Nesse texto, a escolhida por Luciano Sathler foi "O Ateneu" de Milton Nascimento.

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A AWS da Amazon não consegue restabelecer o acesso a uma zona de dados em nuvem no Bahrein e nos Emirados Árabes Unidos após danos causados ​​pela guerra

A AWS da Amazon não consegue restabelecer o acesso a uma zona de dados em nuvem no Bahrein e nos Emirados Árabes Unidos após danos causados ​​pela guerra | Inovação Educacional | Scoop.it
A AWS não consegue restaurar o acesso à região do Bahrein, uma zona de hospedagem de dados dos Emirados Árabes Unidos.
Os danos no Bahrein excederam a capacidade de resistência dos serviços regionais da AWS, afirma a AWS.
A maioria dos clientes restabeleceu as operações em outras regiões.
A AWS planeja uma atualização de restauração nos Emirados Árabes Unidos nos próximos meses e uma atualização no Bahrein no início de 2027.
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Today, 2:48 PM
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Quando a admiração pelo professor passa ao influenciador, a crise não é da escola - é da sociedade

Quando a admiração pelo professor passa ao influenciador, a crise não é da escola - é da sociedade | Inovação Educacional | Scoop.it

Qualquer lugar virou opção, menos a sala de aula. A desilusão tem causas objetivas: Salário baixo, sala superlotada, violência escolar, desprestígio social, pais que desautorizam, celulares que disputam a atenção, redes sociais que difamam o docente por esporte
Sócrates não cobrava. Os sofistas, sim. O debate sobre o preço de ensinar é tão antigo quanto a filosofia ocidental, e parece que nunca o resolvemos. No Brasil de 2026, entretanto, o problema mudou de foco.
Os números assustam quem quiser olhar. Entre 2010 e 2021, houve uma redução de cerca de 26% nas matrículas em cursos de formação de professores no Brasil, segundo o Censo da Educação Superior do Inep. Um quarto dos aspirantes simplesmente desapareceu. Evaporaram para onde? Para cursos tecnológicos, para o empreendedorismo digital, para a vida adulta precoce dos aplicativos de entrega. Qualquer lugar virou opção, menos a sala de aula.
Há um dado que eu repetiria em qualquer mesa de jantar, só para ver a reação dos comensais. Das 2,8 milhões de vagas ofertadas em cursos de licenciatura em 2021, apenas 300 mil foram preenchidas. Apenas 15% dos quase 4 milhões de ingressantes em cursos superiores optam por licenciatura. Mais de 50% dos matriculados abandonam a formação antes de concluí-la. Traduzo: abrimos as portas da vocação, e os corredores estão vazios. Quem entra desiste. Quem não desiste chega ao fim desencantado e, por vezes, endividado. Minha área de formação virou um território de crise.
A desilusão tem causas objetivas. Salário baixo, sala superlotada, violência escolar, desprestígio social, pais que desautorizam, celulares que disputam a atenção, redes sociais que difamam o docente por esporte. O rendimento médio do professor brasileiro da educação básica com nível superior foi de cerca de R$ 5.500 em 2024, segundo o Anuário Brasileiro da Educação Básica (Todos pela Educação, com dados do Inep e da RAIS), enquanto a média da OCDE chega praticamente ao dobro. Mas há também uma causa subjetiva, menos discutida: o professor deixou de ser figura de aspiração. O menino que admirava o mestre passou a admirar o influenciador. A menina que queria ser professora agora quer ser algo, qualquer coisa, que produza conteúdo em vídeo vertical. Pesquisa Varkey de 2018, em 35 países, colocou o Brasil em último lugar em prestígio docente: ficamos atrás inclusive da Argentina, da Colômbia e do Peru.
A máquina pública vê o precipício. Segundo projeções, se não houver mudanças significativas, em 2040 o país precisará de aproximadamente 235 mil docentes adicionais para atender à demanda estudantil. O governo respondeu com o programa Pé-de-Meia Licenciaturas, inspirado no Mais Médicos, oferecendo bolsas mensais para atrair jovens à carreira. É um paliativo bem-intencionado. Não basta. Nenhum subsídio de mil reais compete com a fantasia de enriquecimento instantâneo que o algoritmo vende todo dia no café da manhã.
Há uma perversidade estrutural que merece destaque. Entre 2015 e 2024, houve ampliação de 8,26% do número de professores no Brasil, enquanto as matrículas escolares se reduziram em 8,55% (Le Monde Diplomatique). Paradoxo aparente? Não. Reflexo do envelhecimento da categoria, aquilo que pesquisadores chamam, com precisão melancólica, de “adulti-idosificação do magistério”. A idade média dos docentes efetivos das redes estaduais já beira os 46 anos, e o número de professores da educação básica com 50 anos ou mais cresceu 109% entre 2009 e 2021, segundo o Instituto Semesp, com base em dados do Inep. Os professores envelhecem em serviço porque ninguém chega atrás deles. O que parece sobra é, na verdade, represamento. Quando essa geração se aposentar em bloco (e ela vai), a cadeira ficará vazia.
Há também a questão das áreas críticas. O Tribunal de Contas da União, em 2014, já apontava física, química, sociologia e filosofia como as disciplinas com maior escassez de professores. Mais de uma década depois, a deficiência não só persiste como se agravou. Uma geração inteira de adolescentes brasileiros termina o ensino médio sem nunca ter aberto uma equação de Schrödinger, sem jamais ter ouvido o nome de Comte, sem saber a diferença entre planalto e planície. Não sabem porque não há quem ensine. O resultado salta no PISA 2022: o Brasil ficou na 65.ª posição em matemática entre 81 países avaliados, com 73% dos jovens de 15 anos em nível abaixo do básico.
A crise não é somente da escola. É da sociedade que produziu essa escola. Quando um país trata o professor como o Brasil trata, o professor é o espelho daquilo que o país pensa de si mesmo. Pagamos mal porque nos julgamos mal. Desvalorizamos o magistério porque desprezamos o conhecimento formal. No fundo, muitos acreditam que a esperteza basta. O grito substitui o estudo paciente. Anísio Teixeira, em 1936, advertiu: “Só existirá democracia no Brasil no dia em que se montar no país a máquina que prepara as democracias: a escola pública”. A máquina nunca foi montada de fato. Hannah Arendt, em A Crise na Educação (1958), foi mais longe: “A educação é o ponto em que decidimos se amamos o mundo o bastante para assumir a responsabilidade por ele”.
Montaigne dizia que é melhor uma cabeça bem-feita do que uma cabeça bem-cheia. Mas as duas dependem de alguém que tenha dedicado a vida a fazê-las. Se esse alguém desaparece, o que sobra? Suspeito que seja o improviso com tutorial de YouTube. Talvez seja esse o horizonte que se anuncia. A inteligência artificial ensinando jovens criados sem mestres. O professor será visto como personagem de outra época, talvez como olhamos acendedores de lampiões de eras passadas. Paulo Freire dizia que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua produção. Sem professor, não há possibilidade. Tudo vira conteúdo sem curadoria e vídeos superam gente preparada para trabalhar com alunos.
Os números deveriam estar sendo debatidos de forma séria na campanha eleitoral. O que vejo? Imbecis dizendo que a escola está doutrinando alunos. A realidade? A escola perdeu a força de convencer. Alunos e professores desejam o modelo mais recente de celular. Sou professor há 44 anos e nunca vi nada tão grave. Peço licença para manifestar o que vem do fundo do meu coração de forma contundente: “Candidatos: parem de falar mer(...) e comecem a avaliar o mundo real da sala de aula”. Não aguentamos mais. Perdão pela falta de esperança e pelo palavrão. Não é comum no meu texto, como a querida leitora e o estimado leitor sabem há uma década. Por vezes, porém, a moderação deve ser derrubada. Sem professores bem formados, bem pagos e com boas condições profissionais, não haverá um Brasil que valha a pena no futuro imediato. Por favor, ouçam a voz dos profissionais da educação. Comecem, enfim, a discutir o Brasil nesta campanha.

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Escolas públicas do CE têm mais salas de recursos e profissionais de apoio a PcD que as privadas, diz IBGE - Ceará

Escolas públicas do CE têm mais salas de recursos e profissionais de apoio a PcD que as privadas, diz IBGE - Ceará | Inovação Educacional | Scoop.it
Ferramentas são destinadas ao auxílio da escolarização de estudantes com deficiência.
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‘Seletividade no acesso à educação aumentou as desigualdades’

‘Seletividade no acesso à educação aumentou as desigualdades’ | Inovação Educacional | Scoop.it
Para aprofundar o debate sobre os obstáculos de acesso, permanência e qualidade no ensino, o Nexo traz uma série sobre “Desigualdades raciais na educação”, produzida com o apoio da Imaginable Futures e do Instituto Îandé. Ambas as organizações estão promovendo um projeto coletivo de investigação sobre o tema, que conta com sete centros de pesquisa
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IA ou humano? O que alunos fazem para provar que não foi a IA quem fez a lição

IA ou humano? O que alunos fazem para provar que não foi a IA quem fez a lição | Inovação Educacional | Scoop.it
Foco não deveria ser na investigação sobre o uso da inteligência artificial, mas saber se por trás de cada trabalho há um estudante realmente pensando
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Ensino superior: renda sobe 110%, mas falta de experiência é barreira

Ensino superior: renda sobe 110%, mas falta de experiência é barreira | Inovação Educacional | Scoop.it
A conclusão do ensino superior está associada a um salto expressivo de renda entre os profissionais ouvidos pela 5ª Pesquisa de Empregabilidade do Instituto Semesp. O rendimento médio mensal bruto passou de R$ 2,7 mil antes da graduação para R$ 5,8 mil depois do diploma, uma alta de 110%. Ao mesmo tempo, a transição da faculdade para o mercado continua cercada de obstáculos — e a falta de experiência é apontada por 42,8% dos egressos como a principal dificuldade para conseguir uma atividade remunerada.

O levantamento mostra que 82% dos formados exercem alguma atividade. Considerando apenas quem tem atividade remunerada, 77,1% trabalham na própria área de formação e 22,9% atuam em outro campo. A situação, porém, varia bastante conforme o curso e a modalidade de ensino.

Os dados também revelam diferenças importantes na inserção profissional: Medicina lidera entre os cursos com maior proporção de formados trabalhando na própria área, e egressos de graduações presenciais conseguem atuar na profissão com mais frequência do que os de cursos à distância.

Trabalhar no campo de formação e avançar para a pós-graduação aparecem associados a rendimentos mais altos, enquanto as mulheres têm média salarial 42,3% menor que a dos homens na amostra. Diante das dificuldades de entrada no mercado, os participantes defendem mais estágios, atividades práticas e aproximação das instituições de ensino com as empresas.


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A pesquisa ouviu 4.106 egressos de 200 instituições e 134 cursos de todo o Brasil, entre 8 de julho e 23 de agosto de 2026.

Medicina lidera empregabilidade na própria área
Medicina aparece no topo entre as graduações com maior percentual de profissionais empregados na própria área: 95,7%.

Até 39 candidatos por vaga: por que ficou tão difícil conseguir uma residência médica no Brasil?
Na sequência, aparecem aparece Odontologia (84,5%), Engenharia Elétrica (80%), Sistemas de Informação (79,2%), Farmácia (77,4%), Fisioterapia (77,1%), Educação Física (75%), Pedagogia (74,8%), Medicina Veterinária (70,4%) e Psicologia (69,4%).

No outro extremo, alguns cursos têm parcelas maiores de profissionais trabalhando fora da área de formação. O maior percentual aparece em Gestão de Pessoas/RH, com 42,2%, seguido por Marketing (32,1%), Engenharia Civil (31%), Análise e Desenvolvimento de Sistemas (30%), Engenharia de Produção (26,1%), Logística (24,6%) e Biomedicina (24,3%).

Já entre os cursos com maior proporção de egressos sem exercer atividade remunerada no momento da pesquisa, Biomedicina e Marketing aparecem empatados, ambos com 34%. Depois vêm Ciência da Computação (32,5%), Gestão de Pessoas/RH (32,2%), Análise e Desenvolvimento de Sistemas (28%), Logística e Gastronomia (26,3% cada), Nutrição (25,2%), Biologia (24,5%) e Estética e Cosmética (23,3%). Também nesse recorte foram considerados apenas cursos com mais de 20 respostas.

Presencial tem maior proporção de formados trabalhando na área
A modalidade da graduação também aparece associada a diferenças na inserção profissional.

Entre os egressos com atividade remunerada que fizeram um curso presencial, 81,3% trabalham na área em que se formaram. Entre os que cursaram uma graduação semipresencial, são 75%. No EAD, o índice cai para 58,4%.

Consequentemente, 41,6% dos formados em cursos à distância que têm atividade remunerada trabalham em uma área diferente daquela da graduação, ante 18,7% entre os que fizeram cursos presenciais.

A amostra da pesquisa, no entanto, é fortemente concentrada no ensino privado: 98,5% dos entrevistados fizeram a graduação em instituições particulares, sendo 53,3% com bolsa ou financiamento e 45,2% sem esses recursos.

Além disso, 66% haviam terminado a graduação havia menos de três anos, o que dá ao levantamento uma presença importante de profissionais em fases iniciais da trajetória após o diploma.

Falta experiência para conseguir emprego, mas vagas exigem experiência
Apesar dos indicadores de inserção, os relatos dos entrevistados revelam um problema na passagem entre a universidade e o mercado.

Questionados sobre as dificuldades para exercer uma atividade remunerada após o ensino superior, 42,8% apontaram a falta de experiência na área. Em seguida aparecem salários baixos, citados por 29,6%, e falta de vagas na área de formação, mencionada por 26,2%.

Também foram citadas a adaptação à nova rotina profissional (16%), dificuldades de networking (15,7%) e falta de vagas em qualquer área (9,3%). Como era possível selecionar mais de uma alternativa, os percentuais não somam 100%.

A dificuldade ocorre mesmo em uma amostra na qual boa parte dos entrevistados já tinha contato com o mercado antes de receber o diploma. Seis em cada dez (60,6%) já exerciam atividade remunerada durante a graduação, enquanto 18,1% fizeram estágio remunerado ou não remunerado e 21,3% não trabalhavam.

Nas respostas abertas de quem se sentiu pouco ou nada preparado para o mercado, aparecem repetidamente a falta de experiência prática, a insuficiência de estágios e a distância entre a teoria ensinada na graduação e as demandas encontradas no trabalho. Os entrevistados também mencionaram cursos pouco atualizados, falta de oportunidades e necessidade de buscar qualificação complementar depois da faculdade.

Diploma praticamente dobra rendimento médio
Se entrar no mercado ainda representa um desafio, os números da pesquisa indicam uma mudança importante de renda depois da formação.

O rendimento médio bruto dos entrevistados passou de R$ 2,7 mil antes da conclusão do ensino superior para R$ 5,8 mil depois, crescimento de 110%. Na edição anterior da pesquisa, realizada em 2024, os valores eram de R$ 2,4 mil antes e R$ 4,6 mil depois, uma diferença de 90%.

O estudo faz uma ressalva: o aumento não pode ser atribuído exclusivamente ao diploma, porque também pode refletir experiência profissional, progressão na carreira e mudanças de ocupação.

Entre os profissionais que exercem alguma atividade, a maior concentração está na faixa de R$ 3 mil a R$ 5 mil mensais, com 29,1%. Outros 22,5% recebem entre R$ 5 mil e R$ 10 mil. Somadas, as faixas de R$ 2 mil a R$ 10 mil reúnem 68,2% dos respondentes.

Trabalhar na área está associado a salários mais altos
Os resultados também apontam diferenças entre quem conseguiu seguir a profissão escolhida e quem trabalha em outro setor.

Entre os egressos que atuam na área de formação, 55,9% recebem até R$ 5 mil, 34,3% estão entre R$ 5 mil e R$ 15 mil e 9,8% ganham mais de R$ 15 mil.

Para quem trabalha fora da área em que se formou, 74% recebem até R$ 5 mil, 22,2% estão entre R$ 5 mil e R$ 15 mil e apenas 3,7% superam os R$ 15 mil.

O estudo ressalta que esses números, isoladamente, não permitem concluir que trabalhar fora da área cause uma renda menor. Eles mostram uma associação entre atuar na profissão de formação e uma presença maior nas faixas salariais mais elevadas.

Pós-graduação aparece associada a renda maior
O nível de escolaridade também está relacionado a diferenças expressivas de remuneração.

Segundo o levantamento, a renda média mensal é de R$ 4.630 entre quem tem graduação como maior nível de escolaridade. O valor sobe para R$ 6.684 entre os profissionais com pós-graduação lato sensu, como especialização e MBA, e alcança R$ 9.262 entre aqueles com pós-graduação stricto sensu, grupo que inclui mestrado, doutorado e pós-doutorado.

A diferença também aparece na distribuição das faixas salariais. Entre os graduados, 73,2% recebem até R$ 5 mil. O percentual cai para 49,8% entre quem tem especialização ou MBA e para 26,9% entre aqueles com formação stricto sensu.

A continuidade dos estudos é frequente na amostra. Depois da graduação, 50,6% fizeram cursos on-line, 49,6% cursos livres, 42,1% certificações profissionais e 36,6% especialização. Apenas 15,4% disseram não ter realizado nenhuma formação adicional. Como a pergunta permitia mais de uma resposta, um mesmo participante podia aparecer em diferentes categorias.

Mulheres têm rendimento médio 42,3% menor que o dos homens na amostra
A pesquisa também encontrou uma diferença relevante de remuneração por gênero entre os participantes com atividade remunerada.

A média salarial das mulheres é de R$ 4.913, contra R$ 6.992 entre os homens. De acordo com o estudo, isso significa que a média masculina é 42,3% superior à feminina — ou cerca de 1,4 vez o rendimento das mulheres.

As diferenças aparecem também nas faixas de renda: 70% das mulheres recebem até R$ 5 mil, contra 46,9% dos homens. Na faixa superior a R$ 15 mil, estão 4,8% delas e 12,4% deles. A análise não incluiu respondentes de outros gêneros devido ao tamanho insuficiente da amostra.

O levantamento também registra diferença na satisfação com a trajetória profissional: 65,8% das mulheres se declararam satisfeitas ou muito satisfeitas, ante 74,3% dos homens.

Inteligência artificial já muda o trabalho, mas graduação deixa lacuna
Outro ponto destacado pela pesquisa é a distância entre a velocidade das mudanças tecnológicas no mercado e a preparação recebida durante o ensino superior.

Quase metade dos entrevistados — 49,4% — afirma que a inteligência artificial aumentou sua produtividade ou transformou significativamente suas atividades. Separadamente, 29,9% dizem que a tecnologia aumentou a produtividade e 19,5% afirmam que ela mudou de maneira significativa o que fazem. Outros 20,6% dizem que a IA exigiu novas competências.

Apesar disso, somente 27,8% avaliam que a graduação os preparou plena ou parcialmente para usar ferramentas digitais e inteligência artificial. Apenas 7,1% se consideram plenamente preparados e 20,7%, parcialmente preparados. Outros 26,5% dizem ter recebido pouca preparação e 45,7%, nenhuma.

Nas considerações finais, o levantamento aponta justamente as competências relacionadas à IA entre as principais lacunas identificadas, ao lado de visão de negócios, empreendedorismo, liderança, comunicação e inteligência emocional.

Egressos pedem mais estágio e aproximação com empresas
Ao serem questionados sobre como as instituições poderiam ajudá-los mais na busca por emprego, os participantes concentraram as respostas em uma maior conexão entre universidade e mercado.

Entre as sugestões estão ampliar parcerias com empresas, criar programas de primeiro emprego, aumentar a oferta de estágios — especialmente remunerados —, divulgar vagas, oferecer orientação de carreira e preparar estudantes para currículos e entrevistas.

Os egressos também defendem mais atividades práticas, projetos reais e vivências profissionais durante a graduação, além de atualização dos currículos diante das mudanças do mercado. O uso prático de novas tecnologias e inteligência artificial aparece entre as demandas, assim como acompanhamento dos alunos mesmo depois da formatura e preparação para empreendedorismo e trabalho autônomo.

No balanço final, a própria pesquisa resume o cenário em duas frentes: o diploma permanece associado à mobilidade profissional e econômica, mas, sozinho, não encerra a formação nem elimina as barreiras de entrada no mercado. Experiência, competências digitais e atualização contínua ganham peso na trajetória dos profissionais.

O levantamento ressalta que não tem pretensões acadêmicas ou científicas. Entre os objetivos estão acompanhar inserção profissional, renda, satisfação com a carreira, desenvolvimento de competências e os impactos da formação superior.

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News 9 Investigates: Educators push back on use of AI in classrooms

News 9 Investigates: Educators push back on use of AI in classrooms | Inovação Educacional | Scoop.it
"Work on your handwriting, because at the freshman level, we have decided – most of my colleagues have decided – that assigning papers is a challenge," Kurk Dorsey said. "It's almost impossible to use AI to write a blue book exam. And so, this is the way we want to test our students, have them write in class."

"The mechanical effort of writing for that long is hard," Molly Dorsey said.
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A Redação do Enem 2026 | Cartilha do(a) participante —

A Redação do Enem 2026 | Cartilha do(a) participante — | Inovação Educacional | Scoop.it
A prova de redação exigirá de você a produção de um texto dissertativo-argumentativo, em modalidade escrita formal da língua portuguesa, sobre um tema de ordem social, científica, cultural ou política. Os aspectos a serem avaliados relacionam-se às competências que devem ter sido desenvolvidas ao longo de sua formação, ou seja, ao final do ensino médio. Nessa redação, você deverá defender um ponto de vista — uma opinião a respeito do tema proposto —, apoiada em argumentos consistentes, estruturados com coerência e coesão, formando uma unidade textual.
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Today, 9:26 AM
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Edital cria rede nacional de pesquisa em Educação Especial Inclusiva —

Edital cria rede nacional de pesquisa em Educação Especial Inclusiva — | Inovação Educacional | Scoop.it
No Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro, iniciativa do MEC e da Capes recebe propostas de universidades públicas para integrar rede nacional voltada à Educação Especial Inclusiva
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Helio Santos: desigualdade e racismo —

Helio Santos: desigualdade e racismo — | Inovação Educacional | Scoop.it
Escritor, pesquisador e ativista do movimento negro fala da busca por equidade racial e de como a escravidão ainda reverbera diariamente na nossa sociedade 
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Como a desigualdade define e organiza a sociedade brasileira? —

Como a desigualdade define e organiza a sociedade brasileira? — | Inovação Educacional | Scoop.it
No planejamento urbano, urbanistas como Erminia Maricato e Raquel Rolnik mostram que a falta de planejamento é, na verdade, uma escolha intencional. Deixar a periferia sem infraestrutura e serviços atende a um projeto articulado entre o mercado imobiliário e o Estado. Lidar com essa realidade é desafiador, pois temos que crer nas instituições, enquanto a desigualdade opera como política.

A essa dimensão junta-se outro fator fundamental: o racismo. No Brasil, o racismo estrutura a sociedade e define a divisão de classes, e não o contrário. Digo isso por experiência própria: da graduação ao doutorado na Universidade de São Paulo, não tive professores negros nem docentes que pautassem a questão racial nos debates de Geografia ou Arquitetura. A política de cotas redimensiona brutalmente essa discussão, pois os estudantes negros passaram a tensionar a academia, forçando a revisão de teorias e alterando a própria epistemologia da ciência e dos projetos políticos.

Embora a desigualdade seja um dado perene, ela não é um destino inevitável. Por ser um projeto construído, pode ser combatido em âmbitos individual, coletivo e institucional. Nas Humanidades, temos um exercício crítico muito bem afinado, mas ainda enfrentamos dificuldades para formular a operacionalidade das soluções, fruto do caráter elitista da nossa universidade. A ampliação de políticas de inclusão, como as cotas em concursos públicos recém-aprovadas na Unicamp, traz novos segmentos populacionais para o debate. É assim que construiremos inteligência coletiva para enfrentar os efeitos deletérios da desigualdade e colocar em jogo um novo projeto de país.”
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MIT Report Finds That AI Is Leading to "Cognitive Surrender" Among Students

MIT Report Finds That AI Is Leading to "Cognitive Surrender" Among Students | Inovação Educacional | Scoop.it
Some are going to absurd lengths to use AI to complete their assessments while avoiding being caught cheating. Meanwhile, exam scores are dropping off a cliff as students struggle to get by without using the tech as a crutch.

The effects extend far beyond bad grades. Some college students are losing the ability to participate in class discussions, a terrifying consequence of offloading their cognitive facilities to AI.

In a report on the state of education last month, MIT researchers warned that the alarming trend is leading to “cognitive surrender,” effectively overriding their own intellectual agency with the output of AI.
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Como o brasileiro reage à publicidade personalizada

Como o brasileiro reage à publicidade personalizada | Inovação Educacional | Scoop.it

Ao pesquisar um produto na internet ou passar por uma loja física, é comum receber em seguida uma oferta daquele item ou estabelecimento na tela do celular. Trata-se de uma publicidade personalizada, estratégia que se baseia em informações de comportamento, localização e consumo para tentar entregar a cada pessoa uma mensagem mais próxima de seus interesses. Embora esse formato possa ajudar a vender, também provoca certo desconforto em boa parte dos consumidores.
Um estudo feito pelo instituto de pesquisa Data-Makers, a pedido do Valor, mostra que 62% dos entrevistados dizem que compram sempre, frequentemente ou às vezes depois de receber um anúncio personalizado; ao mesmo tempo, 51% consideram esses anúncios incômodos. Entre os fatores que aumentariam o conforto: saber quais dados estão sendo usados e ter a possibilidade de autorizar ou recusar o uso. Para o CEO da Data-Makers, Fabrício Fudissaku, o desafio é fazer com que a personalização seja percebida como parte de uma relação de longo prazo, e não apenas como uma ferramenta para estimular uma compra. “Conseguir construir relação de confiança com o consumidor é um diferencial competitivo para as marcas.”
Não por acaso, empresas de diferentes setores estão ampliando o uso de dados para tornar a comunicação mais específica. Segundo Bruno Campos de Oliveira, cofundador da empresa de mídia programática Adsplay, quanto mais sinais são combinados, maior a possibilidade de identificar interesses específicos e construir audiências direcionadas. Mais recentemente, a adoção da inteligência artificial tem ampliado essa capacidade, ao permitir que as empresas encontrem potenciais consumidores que não seriam identificados de forma óbvia.
O Spotify é uma das empresas que usam informações sobre o comportamento da audiência para oferecer possibilidades de segmentação aos anunciantes. Além de critérios demográficos, as campanhas podem considerar contexto, comportamento de escuta, intenção de compra e afinidade com artistas. No Brasil, a plataforma soma 63,5 milhões de usuários ativos mensais, alta de 14% em relação a 2025.
Na busca por mais dados e proximidade com o consumidor, o varejo também passou a ocupar um espaço que antes era predominantemente das empresas de mídia. O GPA (Pão de Açúcar) diz ter uma base de mais de 27 milhões de clientes cadastrados e utiliza informações de consumo para segmentar campanhas. Essa operação, que tem crescido mais de 30% ao ano, também incorpora IA para otimizar campanhas, adaptar peças e acelerar a produção para diferentes formatos e segmentações.
“A gente escolhe o inventário, constrói o plano de mídia e acompanha o resultado. Não é só colocar a campanha no ar”, diz a diretora de marketing e inteligência comercial do GPA, Andrea Pinto. Um exemplo foi uma ação da Heineken no site da varejista, cujo retorno sobre o investimento chegou a 12 - ou seja, R$ 12 em vendas a cada R$ 1 investido.
“As marcas estão enxergando cada vez mais os varejos como um espaço de mídia por causa da audiência”, diz o CEO da vertical VTEX Ads Platform, João Werner, que tem entre os clientes Casas Bahia, Drogaria São Paulo, Pague Menos e Sephora. A estratégia abre uma oportunidade aos próprios varejistas, que investem para levar consumidores aos sites e lojas, mas nem sempre conseguem monetizar esse tráfego. Segundo Werner, a taxa média de conversão fica em torno de 2% a 3% em um dia considerado bom - o ‘retail media’ surge, então, como uma forma de gerar receita a partir da audiência.
Além dos dados de compra e navegação, informações provenientes das operadoras de telefonia ampliam as possibilidades de segmentação, inclusive por geolocalização. De forma anonimizada, esses dados podem ser cruzados com outras informações para identificar grupos com características em comum e direcionar publicidade. Segundo Paulo Fernandes, vice-presidente de vendas e publicidade para América Latina da Siprocal, quanto mais específico é o público buscado, menor tende a ser o grupo de pessoas atingidas e maior a necessidade de tecnologia para processar os sinais disponíveis. Em contrapartida, esse formato pode reduzir o desperdício de impressões (número de vezes que um anúncio é exibido). “Estamos entregando a mensagem para as pessoas certas. Um dos principais méritos é não desperdiçar impressões.”
O histórico de compras em diferentes lojas e dados de crédito também podem ser usados, de forma anonimizada, para identificar públicos com maior propensão de compra. Para a diretora de soluções de marketing da Serasa Experian, Isabela Torres, a hiperpersonalização combina o interesse do consumidor com sua capacidade e propensão de compra, considerando também seu relacionamento com determinada categoria ou marca. Na Serasa Experian, esse trabalho envolve mais de 400 variáveis e pode reduzir o custo das campanhas. Torres cita o caso de uma empresa que teve redução de 25% no custo de mídia ao usar o modelo.

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Inside the $440 Million Collapse of Guidepost Montessori 

Inside the $440 Million Collapse of Guidepost Montessori  | Inovação Educacional | Scoop.it

A Guidepost Global fez uma parceria com uma startup chamada 2 Hour Learning. Essa empresa é a controladora da Alpha School, uma nova rede de escolas com fins lucrativos onde as crianças são ensinadas principalmente por inteligência artificial. Segundo o acordo, a Alpha e a Guidepost Global operariam como entidades separadas no mesmo prédio, com a Guidepost Global focando em bebês e crianças em idade pré-escolar, e a Alpha administrando as escolas de ensino fundamental. Mas algumas escolas que os Girns fundaram já tinham um programa de ensino fundamental, e nesses casos a Alpha simplesmente assumiu a gestão.
Os pais foram notificados dessa mudança do método Montessori para a IA apenas algumas semanas antes do início do novo ano letivo. Na Califórnia, Cecille Matsuo recebeu um e-mail convidando-a a transferir seus dois filhos para a Alpha por US$ 50.000 por criança. "Não vou pagar US$ 50.000 por ano para um computador ensinar meu filho", disse ela. Ela recusou a oferta.
Na Carolina do Norte, Cayla Guins também tirou seus filhos da escola depois de ser informada de que eles seriam ensinados com inteligência artificial. Ela somou as mensalidades que pagou à Guidepost ao longo dos anos — quase US$ 200.000. Ela pagou o dinheiro para que suas filhas pudessem ter uma boa educação, mas agora se sentia enganada. A Sra. Guins publicou uma carta aberta ao Sr. Girn no Substack, acusando-o de “arrogância corporativa, promessas quebradas e o custo humano de tratar o cuidado infantil como uma mercadoria financiada por capital de risco”.

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Today, 9:56 AM
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Metodologias, Tecnologias Digitais e IA

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O curso Metodologias, Tecnologias Digitais e IA é oferecido em parceria com o Ministério da Educação, no âmbito da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (ENEC), e foi aprovado no Edital de Chamamento Público Nº 2 de 2024. Ele explora metodologias ativas e o uso de tecnologias digitais na educação, abordando práticas inovadoras para o ensino híbrido. Os participantes desenvolverão estratégias pedagógicas alinhadas à BNCC, incorporando recursos digitais interativos para aprimorar o processo de ensino-aprendizagem.
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Today, 9:46 AM
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Quanto ganha um professor no Brasil? Veja lista que mostra salários a partir de R$ 4,1 mil e entenda déficit com outras carreiras

Quanto ganha um professor no Brasil? Veja lista que mostra salários a partir de R$ 4,1 mil e entenda déficit com outras carreiras | Inovação Educacional | Scoop.it
Um professor de Filosofia do ensino médio recebeu, em média, R$ 4.082 por mês em 2025. Para um professor de Matemática, a média foi de R$ 5.726. Em disciplinas pedagógicas, chegou a R$ 7.294.

Os números ajudam a dimensionar um dos problemas apontados pela "2ª Pesquisa Apagão dos Professores", do Instituto Semesp: a baixa atratividade financeira da carreira em um momento em que o Brasil precisa incorporar uma nova geração de docentes para substituir profissionais próximos da aposentadoria.

Considerando o ensino médio como um todo, a remuneração média foi de R$ 6.574. O valor corresponde a aproximadamente 80% da renda média dos trabalhadores brasileiros com ensino superior completo, de R$ 8,1 mil.
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Today, 9:41 AM
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Crianças e adolescentes apostam em bets: a culpa é mesmo (só) dos sites clandestinos?

Crianças e adolescentes apostam em bets: a culpa é mesmo (só) dos sites clandestinos? | Inovação Educacional | Scoop.it
Apostas online começam pelo menos aos 11 anos e alcançam mais de 20% de estudantes dos anos finais do ensino fundamental e do médio, diz estudo
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Today, 9:40 AM
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Brasil possui cerca de um professor jovem para cada três docentes com 60 anos ou mais

Brasil possui cerca de um professor jovem para cada três docentes com 60 anos ou mais | Inovação Educacional | Scoop.it
Pesquisa feita pelo Instituto Semesp com base em dados do Censo Escolar e do Censo da Educação Superior revela dificuldade de reposição do quadro docente
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Today, 9:30 AM
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Google Opens AI Education Credits to Educators Nationwide | The Tech Buzz

Google's AI Educator Series now offers college credits for teacher training programs
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Today, 9:29 AM
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How universities are affected by AI moving knowledge outside their walls

How universities are affected by AI moving knowledge outside their walls | Inovação Educacional | Scoop.it
Universities are responding along four distinct tracks—faster competency-based credentials, AI-embedded instruction, lower-stakes assessment, and intensive human-formation programs—each trading away different parts of the traditional bundle.
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Today, 9:27 AM
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MEC disponibiliza cartilha com orientações para a redação do Enem 2026 –

O s participantes que se preparam para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026 já podem consultar a nova edição da cartilha “A Redação do Enem 2026 – Cartilha do Participante”. Também estão disponíveis versões da cartilha com orientações específicas para participantes com dislexia, com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e para participantes surdos ou com deficiência auditiva.
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Today, 9:25 AM
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A fome não é nossa: por que a insegurança alimentar persiste —

A fome não é nossa: por que a insegurança alimentar persiste — | Inovação Educacional | Scoop.it
Se a insegurança alimentar insiste em ferir as experiências de vida de mulheres negras e de suas famílias, existe um projeto de sociedade que naturaliza a violação desse direito humano fundamental
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Today, 9:24 AM
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A pobreza de tempo que pesa sobre as mulheres negras —

A pobreza de tempo que pesa sobre as mulheres negras — | Inovação Educacional | Scoop.it
Especialistas afirmam que a falta de horas livres no dia é resultado de uma visão machista sobre o trabalho doméstico e ajuda a perpetuar desigualdades
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Today, 9:23 AM
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Scientists worried about impact of AI on deep thinking as a new study shows early effects on learning - ABC News

Scientists worried about impact of AI on deep thinking as a new study shows early effects on learning - ABC News | Inovação Educacional | Scoop.it
There are early signs the use of artificial intelligence is impacting learning, with a study finding use of the technology lifted homework results, while exam scores fell by 20 per cent.

Some young people are boycotting the technology, while neuroscientists are worried deep thinking being increasingly offloaded to AI could impact the development of neural connections in the brain.

What's next?
As humans adapt to using the new tool, the rise of AI might prompt a rethink in how education is delivered and assessed.
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Today, 9:22 AM
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Uso da IA é desafio extra no ensino à distância

Uso da IA é desafio extra no ensino à distância | Inovação Educacional | Scoop.it
“Mesmo no presencial, é difícil acertar essa equação. Não é raro vermos situações em que o aluno usa a IA para fazer trabalhos e o professor utiliza o recurso para corrigir. O caminho, a meu ver, é pensar em currículos mais baseados em projetos. Por exemplo: pedir ao aluno que desenvolva um plano de negócio para uma startup. Assim, ele precisará utilizar conhecimentos financeiros, de sustentabilidade, entre outros”, diz. 
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