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April 2, 2012 9:08 AM
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Pesquisadores discutirão papel da imprensa nas práticas

Pesquisadores discutirão papel da imprensa nas práticas | Inovação Educacional | Scoop.it

De 1º a 4 de abril, Aracaju será a sede do 4º Encontro Norte e Nordeste de História da Educação. O evento, promovido pela Sociedade Brasileira de História da Educação com o apoio do CNPq, Capes, Fapitec-SE e Segrase, acontecerá no Campus Aracaju Farolândia da Universidade Tiradentes. A expectativa é de que mais de 200 pesquisadores participem das conferências. Nesta edição, o tema central é Imprensa, Impressos e Práticas Educativas.

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Curadoria por Luciano Sathler. CLIQUE NOS TÍTULOS. Informação que abre caminhos para a inovação educacional.
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September 10, 2024 9:19 AM
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Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler

Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler | Inovação Educacional | Scoop.it

O que acontece quando a maioria faz uso de uma IA para realizar suas atividades laborais? E, no caso dos estudantes, quando os trabalhos passam a ser produzidos com o apoio de uma IA generativa?
Luciano Sathler
É PhD em administração pela USP e membro do Conselho Deliberativo do CNPq e do Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais
As diferentes aplicações de Inteligência Artificial (IA) generativa são capazes de criar novos conteúdos em texto, imagens, áudios, vídeos e códigos para software. Por se tratar de um tipo de tecnologia de uso geral, a IA tende a ser utilizada para remodelar vários setores da economia, com impactos políticos e sociais, assim como aconteceu com a adoção da máquina a vapor, da eletricidade e da informática.
Pesquisas recentes demonstram que a IA generativa aumenta a qualidade e a eficiência da produção de atividades típicas dos trabalhadores de colarinho branco, aqueles que exercem funções administrativas e gerenciais nos escritórios. Também traz maior produtividade nas relações de suporte ao cliente, acelera tarefas de programação e aprimora mensagens de persuasão para o marketing.
O revólver patenteado pelo americano Samuel Colt, em 1835, ficou conhecido como o "grande equalizador". A facilidade do seu manuseio e a possibilidade de atirar várias vezes sem precisar recarregar a cada disparo foram inovações tecnológicas que ampliaram a possibilidade individual de ter um grande potencial destrutivo em mãos, mesmo para os que tinham menor força física e costumavam levar desvantagem nos conflitos anteriores. À época, ficou famosa a frase: Abraham Lincoln tornou todos os homens livres, mas Samuel Colt os tornou iguais.
Não fazemos aqui uma apologia às armas. A alegoria que usamos é apenas para ressaltar a necessidade de investir na formação de pessoas que sejam capazes de usar a IA generativa de forma crítica, criativa e que gerem resultados humanamente enriquecidos. Para não se tornarem vítimas das mudanças que sobrevirão no mundo do trabalho.
A IA generativa é um meio viável para equalizar talentos humanos, pois pessoas com menor repertório cultural, científico ou profissional serão capazes de apresentar resultados melhores se souberem fazer bom uso de uma biblioteca de prompts. Novidade e originalidade tornam-se fenômenos raros e mais bem remunerados.
A disseminação da IA generativa tende a diminuir a diversidade, reduz a heterogeneidade das respostas e, consequentemente, ameaça a criatividade. Maior padronização tem a ver com a automação do processo. Um resultado que seja interessante, engraçado ou que chama atenção pela qualidade acima da média vai passar a ser algo presente somente a partir daqueles que tiverem capacidade de ir além do que as máquinas são capazes de entregar.
No caso dos estudantes, a avaliação da aprendizagem precisa ser rápida e seriamente revista. A utilização da IA generativa extrapola os conceitos usualmente associados ao plágio, pois os produtos são inéditos – ainda que venham de uma bricolagem semântica gerada por algoritmos. Os relatos dos professores é que os resultados melhoram, mas não há convicção de que a aprendizagem realmente aconteceu, com uma tendência à uniformização do que é apresentado pelos discentes.
Toda Instituição Educacional terá as suas próprias IAs generativas. Assim como todos os professores e estudantes. Estarão disponíveis nos telefones celulares, computadores e até mesmo nos aparelhos de TV. É um novo conjunto de ferramentas de produtividade. Portanto, o desafio da diferenciação passa a ser ainda mais fundamental diante desse novo "grande equalizador".
Se há mantenedores ou investidores sonhando com a completa substituição dos professores por alguma IA já encontramos pesquisas que demonstram que o uso intensivo da Inteligência Artificial leva muitos estudantes a reduzirem suas interações sociais formais ao usar essas ferramentas. As evidências apontam que, embora os chatbots de IA projetados para fornecimento de informações possam estar associados ao desempenho do aluno, quando o suporte social, bem-estar psicológico, solidão e senso de pertencimento são considerados, isso tem um efeito negativo, com impactos piores no sucesso, bem-estar e retenção do estudante.
Para não cair na vala comum e correr o risco de ser ameaçado por quem faz uso intensivo da IA será necessário se diferenciar a partir das experiências dentro e fora da sala de aula – online ou presencial; humanizar as relações de ensino-aprendizagem; implementar metodologias que privilegiem o protagonismo dos estudantes e fortaleçam o papel do docente no processo; usar a microcertificação para registrar e ressaltar competências desenvolvidas de forma diferenciada, tanto nas hard quanto soft skills; e, principalmente, estabelecer um vínculo de confiança e suporte ao discente que o acompanhe pela vida afora – ninguém mais pode se dar ao luxo de ter ex-alunos.
Atenção: esse artigo foi exclusivamente escrito por um ser humano.
O editor, Michael França, pede para que cada participante do espaço "Políticas e Justiça" da Folha sugira uma música aos leitores. Nesse texto, a escolhida por Luciano Sathler foi "O Ateneu" de Milton Nascimento.

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June 17, 6:29 PM
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O lado oculto dos wearables: relógios inteligentes podem favorecer ansiedade e desconexão corporal

O lado oculto dos wearables: relógios inteligentes podem favorecer ansiedade e desconexão corporal | Inovação Educacional | Scoop.it
Smartwatches e apps prometem mais controle e bem-estar, mas, sem contexto, podem gerar culpa e abalar a saúde mental
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June 17, 6:04 PM
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Jovem conta que largou 6 faculdades e perdeu emprego por vício em apostas: ‘Vida virou um lixo’

Jovem conta que largou 6 faculdades e perdeu emprego por vício em apostas: ‘Vida virou um lixo’ | Inovação Educacional | Scoop.it
Aos 16 anos, ainda no ensino médio, Lucas (nome fictício) buscava na internet formas de ganhar dinheiro no mundo digital. Em um dos fóruns, a opção pelas apostas online chamou a sua atenção. Ele não fazia ideia que esse seria o início de um drama que se estende por 11 anos.
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June 17, 6:03 PM
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Quais são as armadilhas das bets para atrair crianças e adolescentes?

Quais são as armadilhas das bets para atrair crianças e adolescentes? | Inovação Educacional | Scoop.it
proximidade com o futebol, os games e o celular fizeram com que as bets entrassem no universo infantil e adolescente com uma força que preocupa escolas, famílias e especialistas. Um dos grandes riscos é a forma como as apostas esportivas são apresentadas, o que atrai crianças e adolescentes. A publicidade ostensiva online e offline, com influenciadores e até medalhistas olímpicos, durante o jogo de futebol, na camisa dos times, nas redes sociais, normaliza as bets e faz com que pareçam saudáveis e divertidas.
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June 17, 8:32 AM
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Saúde mental e os limites do trabalho contemporâneo

Saúde mental e os limites do trabalho contemporâneo | Inovação Educacional | Scoop.it
No último ano, transtornos mentais e comportamentais motivaram mais de meio milhão de benefícios previdenciários. Foram 546 mil, um crescimento de 15,66% em relação a 2024. Os dados do Ministério da Previdência Social, por si só, dimensionam um problema que o país já não consegue ignorar —e ajudam a compreender por que a atualização da NR-1, norma regulamentadora do Ministério do Trabalho sobre Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, chega em momento oportuno.

Cansaço permanente, conexão sem pausa, medo de errar, metas abusivas e a sensação de que o trabalho perdeu propósito não são custos normais da eficiência. Transformadas em rotina, essas situações revelam a necessidade de repensar a própria forma de organizar o trabalho.


Ilustração de Catarina Pignato - Folhapress
Durante décadas, a proteção à saúde do trabalhador foi associada aos perigos físicos mais evidentes: máquinas, quedas, ruídos, agentes químicos e acidentes. Esses riscos seguem presentes e exigem atenção rigorosa. Mas o trabalho tornou-se mais complexo. O desgaste já não decorre apenas do esforço corporal. Nasce da pressão por desempenho, da hiperconectividade, da instabilidade, do monitoramento digital e de outros fatores contemporâneos.

A inclusão expressa dos fatores de risco psicossociais na lógica preventiva da NR-1 deve ser compreendida nesse contexto. A ideia não é tratar todo desconforto profissional como risco ocupacional, nem reduzir a legitimidade da cobrança responsável por resultados, mas reconhecer que certas formas de organização podem afetar a saúde mental de quem trabalha.

Produtividade, inovação, responsabilidade e cobrança legítima fazem parte da vida profissional. O trabalho envolve tarefas, objetivos e compromissos. Mas a busca por eficiência não pode transformar a organização do trabalho em um mecanismo de desgaste das pessoas que o realizam.


Esses fatores não dizem respeito a meras sensibilidades individuais. Dizem respeito ao modo como o trabalho é distribuído, cobrado, supervisionado e sustentado ao longo do tempo. Quando sobrecarga, insegurança, assédio, avaliação algorítmica de desempenho e jornadas que se estendem por mensagens de celular passam a compor a rotina, o problema deixa de ser apenas pessoal e passa a envolver a estrutura da organização.

A comparação com uma construção ajuda a tornar isso mais claro. Uma obra pode parecer correta no papel, mas apresentar problemas quando sua execução ignora o peso suportado, o uso contínuo, a qualidade dos materiais ou as condições reais do terreno. Nem sempre o problema aparece de uma vez; nem tudo desmorona no primeiro sinal de desgaste. Algo semelhante ocorre no trabalho: bons resultados imediatos podem esconder desgaste, perda de confiança e adoecimento entre aqueles que dão vida à organização.

Por isso, a NR-1 reforça uma passagem importante: da reação ao dano já consumado para a prevenção das condições que podem produzi-lo. A pergunta deixa de ser apenas "quem adoeceu?" e "como compensar isso?" e passa a incluir "como o trabalho está sendo estruturado?". Essa mudança desloca o sofrimento psíquico do campo exclusivamente particular para a responsabilidade coletiva pelas condições reais de trabalho.

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Trabalhar em excesso é como dirigir bêbado, indica estudo


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O tema interessa aos trabalhadores porque dignidade não se resume à ausência de acidente físico. Interessa às organizações, porque nenhum modelo produtivo se mantém por muito tempo sobre afastamentos, rotatividade, medo e perda de confiança. Interessa ao país, porque desenvolvimento econômico e proteção social devem caminhar juntos.

Nenhuma norma resolve, sozinha, os desafios do trabalho contemporâneo. A NR-1 não é exceção. Seu mérito é abrir caminho para que a saúde mental seja tratada com o mesmo rigor preventivo historicamente dirigido aos riscos físicos.

A Justiça do Trabalho, por vocação e experiência histórica, tem o preparo institucional para enfrentar os conflitos que essa nova agenda trará. Mas o ponto decisivo se dá antes, no modo como cada organização decide tratar quem dela faz parte.
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June 17, 8:22 AM
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A conta das universidades não fecha, de novo

A conta das universidades não fecha, de novo | Inovação Educacional | Scoop.it

Governo Lula efetua mais um bloqueio de verbas, explicitando a exaustão do modelo de financiamento
Considerando que uma crise fiscal incitada pela gastança de Lula se aproxima, a busca por alternativas de custeio torna-se um imperativo
Pelo terceiro ano consecutivo, o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) bloqueia verbas do Ministério da Educação para as universidades federais.
Por mais que a expansão contínua dos gastos promovida pela atual gestão petista gere desarranjo fiscal e restrições orçamentárias, como a que ora atinge o MEC, o fato inescapável é que o modelo de financiamento estatal dessas instituições de ensino superior precisa ser revisto.
Foram bloqueados R$ 1,6 bilhão em gastos discricionários (como manutenção, assistência estudantil, equipamentos, contas de luz e água, limpeza, segurança e terceirizados) e R$ 1 bilhão em emendas parlamentares.
Segundo o MEC, o montante das despesas discricionárias previsto para 2026 é de R$ 10,9 bilhões, similar aos R$ 10,8 bilhões do ano passado e longe do pico de mais de R$ 14 bilhões em 2014.
A verba total das universidade é de mais de R$ 70 bilhões anuais, mas cerca de 85% estão engessados com pagamento de servidores ativos e inativos, prejudicando custeio e investimentos.
Em maio de 2025, o governo limitou a liberação de verbas discricionárias às instituições de ensino superior federais em 61%. Tanto lá como agora, reitorias informam que têm dificuldades para pagar por serviços básicos, como energia elétrica, e que a medida pode inviabilizar o funcionamento das universidades.
Greves nacionais se repetem, como a dos docentes em 2024 e a dos servidores no começo deste ano, enquanto emendas parlamentares são cada vez mais usadas para pagar as despesas. Entre 2014 e 2025, as verbas das instituições destinadas por deputados e senadores subiram de R$ 148 milhões, em valores corrigidos pela inflação, para R$ 571 milhões.
A esta altura, já deveria restar claro que tal formato de financiamento é insustentável, além de iníquo, devido à gratuidade universal. Mas ideologia retrógrada e corporativismo embotam o debate numa comunidade acadêmica cega para o problema.
Alunos de estratos mais ricos deveriam contribuir com recursos. Além de parcerias público-privadas, que já vigoram em saúde e infraestrutura, é preciso flexibilizar a contratação de funcionários para conter uma estabilidade descabida que pressiona gastos obrigatórios, deixando pouca margem de manobra no Orçamento para investimentos.
Considerando que o Estado brasileiro se aproxima de uma crise fiscal incitada pela política econômica perdulária de Lula, a busca de alternativas para o financiamento das universidades públicas torna-se um imperativo.

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June 17, 8:20 AM
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Copa: Globo perde 33%, mas Brasil sobe com SBT e CazéTV

Copa: Globo perde 33%, mas Brasil sobe com SBT e CazéTV | Inovação Educacional | Scoop.it
O primeiro jogo da seleção brasileira na Copa do Mundo deixou claro o efeito da pulverização dos direitos de transmissão na televisão brasileira. Brasil x Marrocos, no sábado (13), foi visto por 76,2 milhões de brasileiros nas 15 principais regiões metropolitanas do país, de acordo com o Ibope.

Destes, 50 milhões acompanharam a partida em algum canal da Globo, seja TV aberta, SporTV ou GE TV. Os outros 26,2 milhões foram alcançados por SBT, CazéTV e N Sports. O SBT chegou a 15,7 milhões de telespectadores. A CazéTV conseguiu 10,5 milhões.
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June 16, 5:36 PM
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Godfather Of AI: We Don't Even Know We're Near The END - Geoffrey Hinton

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The Nobel Prize-winner Geoffrey Hinton, computer scientist popularly called the "Godfather of AI" gives one of his sternest warnings so far on the future development of superintelligence. In this interview, Hinton explains how he now thinks that the emergence of super-intelligent machines will not only happen but that such developments can happen within decades. He says digital intelligence is inherently superior due to its ability to clone itself, learn in parallel and share information instantly. Hinton talks about the probability of super intelligent machines being out of control, and suggests that human ingenuity could cease being unique. He goes on to suggest that once intelligent machines become superior to humans, there would be no way of ensuring they do not act against humanity since we would have lost our superior intelligence. Hinton likens the status of mankind in this regard to that of a chicken under an intelligence which is superior to it and confesses that emotionally, he has not come to terms with what superintelligence might hold for his progeny. His conclusion is simple: developing AI safely may be the most important challenge humanity has ever faced.

📚 Sources cited in this video:

- Nobel Prize, Geoffrey Hinton Facts
https://www.nobelprize.org/prizes/physics/2024/hinton/facts/

- Google Research, Geoffrey Hinton Profile
https://research.google/people/geoffrey-hinton/

- Nature, Geoffrey Hinton on AI Risks
https://www.nature.com/articles/d41586-023-01798-8

- UK AI Safety Institute
https://www.aisi.gov.uk/

⚠️ DISCLAIMER: This channel provides AI commentary and analysis for educational and informational purposes only. Views expressed by guests are their own and do not represent the positions of any company or institution. We encourage viewers to consult multiple sources and form their own conclusions.

#ai #agi #artificialintelligence
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June 16, 4:49 PM
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O modelo que mais forma professores no Brasil é o que vai pior na prova, analisa professor

Decide-se agora, longe dos holofotes, uma das questões mais consequentes da educação brasileira: como será formado o professor que estará diante das crianças e jovens brasileiros. Tramita no CNE a regra que define quanto de uma licenciatura precisa ser presencial, e a disputa é dura: o próprio MEC chegou a propor rebaixar a exigência. Não é disputa de carga horária, e sim de autorizar, sob novo rótulo, um modelo que expandiu diplomas mais rápido do que garantiu qualidade. A análise é do professor Alexandre Schneider.

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June 16, 10:41 AM
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Escola de Pais do Colégio Batista Mineiro Lagoa Santa debate cuidados digitais e o papel das famílias na era do ECA Digital

Escola de Pais do Colégio Batista Mineiro Lagoa Santa debate cuidados digitais e o papel das famílias na era do ECA Digital | Inovação Educacional | Scoop.it
No mês de maio, o Colégio Batista Mineiro Lagoa Santa realizou o primeiro encontro da Escola de Pais de 2026. O evento reuniu famílias para uma conversa necessária e aprofundada sobre Cuidados Digitais e Educação, com foco especial no papel das famílias diante do ECA Digital (Lei nº 15.211/2025), que entrou em vigor em março de 2026 e representa um marco na proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais. 

O palestrante foi o Prof. Dr. Luciano Sathler, Gerente de Educação Digital e Cursos Técnicos do Colégio Batista Mineiro, especialista no tema. Quem esteve presente saiu com uma visão muito mais clara sobre os desafios e responsabilidades da criação de filhos numa sociedade hiperconectada. 

A diretora da unidade, Daniela Zilz, resumiu bem o espírito do encontro: “Quem veio saiu muito satisfeito com as informações, com o bate-papo e com a troca. O palestrante é um PHD no assunto e o que ele trouxe foi realmente muito enriquecedor”, diz. 
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June 16, 9:02 AM
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AI schools like Alpha promise efficiency, but can’t replicate the messy process that helps kids learn

AI schools like Alpha promise efficiency, but can’t replicate the messy process that helps kids learn | Inovação Educacional | Scoop.it
A child at a playground tries to climb, jump or negotiate with a peer, and their attempt does not work. They fall, get left out of a game or reach another impasse. Then they try again.

Failure, conflict and frustration might look like a struggle, but this is often how children learn.
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June 15, 2:34 PM
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Cetic.br - Pesquisa sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação nos estabelecimentos de saúde brasileiros - TIC Saúde 2025

Cetic.br - Pesquisa sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação nos estabelecimentos de saúde brasileiros - TIC Saúde 2025 | Inovação Educacional | Scoop.it
Pesquisa sobre o uso das tecnologias de informação e comunicação nos estabelecimentos de saúde brasileiros - TIC Saúde 2025
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June 15, 10:14 AM
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Artificial intelligence in education: classroom applications, risks

Artificial intelligence in education: classroom applications, risks | Inovação Educacional | Scoop.it
The key is simple: think first, then use AI.

Before resorting to a tool, the student must:

Generate their own ideas
Understand the problem
Formulate a criterion
Artificial intelligence must become a partner, not a substitute.

This implies a shift in approach:

From copying → to comparing
From delegating → to collaborating
From consuming → to thinking
This difference determines whether AI enhances learning or undermines it.

Key applications of artificial intelligence in education
AI in the classroom already has real and effective applications:

Generation of personalised content
Exam simulation
Smart tutoring
Creation of teaching materials
Organisation of knowledge
These solutions allow learning to be adapted to the pace and needs of each student.

How are companies adopting artificial intelligence in training?
In the business environment, the adoption of artificial intelligence is immediate.

The pattern is clear:

Initial resistance
Application in real-world scenarios
Rapid adoption
The change is not technological, but mental. When people see that AI solves specific day-to-day problems, the barrier disappears.
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June 17, 6:38 PM
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VI CONGRESSO IBERO-AMERICANO DE HUMANIDADES, CIÊNCIA E EDUCAÇÃO: I.A. E SABERES EM CONEXÃO

O lançamento do VI Congresso Ibero-Americano de Humanidades, Ciência e Educação reúne dois especialistas para discutir os impactos da Inteligência Artificial na ciência, na educação e na sociedade. Com o tema geral “Inteligência Artificial e Saberes em Conexão: Ciência, Cultura e Sociedade em Diálogo”, o encontro promove uma reflexão interdisciplinar sobre os desafios e as possibilidades da IA no mundo contemporâneo.
O professor Leonardo A. Pachón (Colômbia), físico, pesquisador e empreendedor reconhecido internacionalmente, apresenta a palestra “Del quinto paradigma al diálogo de saberes: la inteligencia artificial entre la ciencia, la cultura y la sociedad”, abordando as transformações promovidas pela inteligência artificial e suas conexões com a produção científica, a cultura e os diferentes saberes.
Na sequência, o professor Luciano Sathler (Brasil), doutor em Administração, especialista em inovação educacional e CEO da CertifikEDU, ministra a palestra “Educação e Inteligência Artificial: das mudanças necessárias nas instituições educacionais”, discutindo os desafios e as adaptações que as instituições de ensino precisam enfrentar diante das novas tecnologias.
O evento acontece no dia 9 de junho, às 19h, no Auditório Ruy Hülse, marcando o início das atividades do VI Congresso Ibero-Americano de Humanidades, Ciência e Educação.

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June 17, 6:10 PM
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Exoesqueleto infantil amplia possibilidades de reabilitação para crianças com condições neurológicas

Exoesqueleto infantil amplia possibilidades de reabilitação para crianças com condições neurológicas | Inovação Educacional | Scoop.it

A incorporação do equipamento para pesquisa acontece em um cenário em que a necessidade de reabilitação alcança proporções globais. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 2,4 bilhões de pessoas vivem com condições de saúde que poderiam se beneficiar de algum tipo de reabilitação.
Essa demanda não envolve apenas adultos ou idosos, mas também crianças com lesões neurológicas que podem ter ganhos funcionais a partir de intervenções precoces.

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June 17, 6:04 PM
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Jovens estão atrasando a faculdade porque gastam o dinheiro em bets: ‘Obstáculo adicional’

Jovens estão atrasando a faculdade porque gastam o dinheiro em bets: ‘Obstáculo adicional’ | Inovação Educacional | Scoop.it
Os gastos dos jovens com apostas online têm afetado o ingresso e a permanência na faculdade. As despesas com as bets foram o motivo para que 14% dos alunos matriculados em instituições particulares já tenham atrasado as mensalidades ou trancado o curso.

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Entre os entrevistados, um em cada três (34%) afirma que precisaria ter interrompido as apostas para iniciar os estudos no primeiro semestre de 2025.

Os dados são da pesquisa O impacto das bets na educação superior, realizada pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (Abmes), entidade que representa as faculdades particulares, e pela Educa Insights. No total, houve 2.317 respostas em março de 2025 de jovens de 18 a 35 anos de todas as classes sociais e regiões do Brasil.
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June 17, 1:58 PM
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Chefe antrópico aconselha líderes do G7 a 'resistirem à tentação de se fragmentarem' em relação à IA

Chefe antrópico aconselha líderes do G7 a 'resistirem à tentação de se fragmentarem' em relação à IA | Inovação Educacional | Scoop.it

O diretor executivo da Anthropic, Dario Amodei, disse aos líderes do G7 que eles devem "resistir à tentação de se fragmentarem" em relação à implementação de ferramentas avançadas de IA, dias depois de os EUA terem impedido sua empresa de exportar seu modelo mais recente.
Segundo pessoas familiarizadas com as discussões, Amodei fez os comentários na quarta-feira, diante do presidente dos EUA, Donald Trump, e de outros líderes, e recebeu apoio de seu principal rival, Sam Altman, da OpenAI.
O chefe da Anthropic disse, durante um almoço com líderes em Évian-les-Bains, na França, que simpatizava com os esforços dos países para impedir que a IA caísse em mãos erradas, mas que as nações democráticas deveriam se unir. Altman enfatizou que ferramentas de ciberdefesa deveriam ser disponibilizadas a todos os países presentes.
Demis Hassabis, do Google DeepMind, juntou-se a Amodei e Altman na reunião, e os três executivos defenderam a colaboração liderada pelos EUA no desenvolvimento de modelos de IA, ao mesmo tempo que destacaram os riscos, incluindo os relacionados ao bioterrorismo e à segurança cibernética, caso as alianças democráticas se rompam.
Na semana passada, os EUA impediram a Anthropic de exportar seus modelos Mythos e Fable por motivos de segurança nacional, após o governo Trump receber relatos de que as medidas de segurança poderiam ser burladas.
A decisão gerou receios tanto na Europa quanto no Vale do Silício de que o governo Trump estivesse disposto a impedir que clientes não americanos, mesmo em países amigos, tivessem acesso aos modelos mais recentes.
Os consumidores europeus temem que suas economias possam ser prejudicadas caso não consigam utilizar tecnologias de ponta, enquanto as empresas de tecnologia americanas receiam a perda de negócios.
Da esquerda para a direita: Sam Altman, Donald Trump e Demis Hassabis no almoço © Annae Moneymaker/Getty Images
O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que a disputa sobre inteligência artificial "esclareceu os interesses em jogo" para os EUA e seus aliados no G7. Ele alertou que, se os EUA "puderem, de um dia para o outro, desligar o interruptor", isso prejudicará as empresas americanas multibilionárias que lideram a corrida armamentista da inteligência artificial.
Macron afirmou que as discussões com os líderes do G7, incluindo Trump, foram frutíferas, embora ainda não conclusivas sobre como lidar com os modelos de vanguarda. Ele defendeu uma “regulamentação mais rigorosa da inteligência artificial” e alertou para o risco de “falta de cooperação entre as democracias”.
“O que vamos construir nos próximos meses é, de certa forma, uma plataforma de discussão e cooperação entre diversas democracias em resposta aos riscos representados pela inteligência artificial... a fim de definir em conjunto padrões comuns”, disse ele.
O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, também expressou preocupação com a recente decisão do governo Trump de bloquear os modelos da Anthropic, segundo pessoas familiarizadas com a discussão. Ele acrescentou que as nações democráticas devem ter acesso a modelos de IA para proteger infraestruturas críticas.
Hassabis e Altman concentraram-se na cooperação técnica, sugerindo um organismo de normas técnicas e um fórum de avaliação liderado pelos EUA.
Arthur Mensch, diretor executivo da empresa francesa de IA Mistral, afirmou que uma das principais preocupações discutidas foi como os países poderiam garantir uma cadeia de suprimentos para a tecnologia de IA que pudessem controlar.
“Quando você tem uma cadeia de suprimentos interligada, você tem certeza de que seus parceiros não podem te interromper? Isso foi mencionado várias vezes, principalmente por participantes de fora dos EUA”, disse ele.

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June 17, 8:24 AM
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A redução dos custos de informação

A redução dos custos de informação | Inovação Educacional | Scoop.it

Adquirir informação tem custo financeiro, de tempo e de empenho. Por isso, ler, ouvir, estudar, pesquisar, debater são atividades que desencorajam a maioria das pessoas quando se trata de formular opiniões acerca da quase todos os assuntos.
Há formas de economizar. Uma é aderir a um sistema de crenças, preferências ou princípios que define, de antemão, o que se deve pensar sobre isso e aquilo. Aderir a uma torcida de futebol, a uma religião, a uma ideologia, a um partido, a uma doutrina econômica, a uma bolha de valores, etc. facilita o posicionamento.
Não há que se informar, estudar, ponderar, analisar e então extrair decisões. É só reproduzir o pacote, dele sacar qualquer carta e jogá-la na mesa. Será sempre algo que faz sentido para quem fala e para muitos dos que ouvem. Além disso, reforçará identidades individuais e grupais e ainda poderá angariar novas adesões.
Na economia, por exemplo, o mantra é: há muito gasto, muitos servidores, é preciso ter superávit, diminuir o Estado e "fazer a lição de casa" para que tudo funcione perfeitamente. O barateamento da informação ocorre nos dois lados: para quem fala, porque basta repetir o credo sem questionar a profissão de fé, e para quem ouve, porque aquilo, ouvido tantas vezes, deve fazer sentido. Pronto, a catequese indireta funcionou.
No futebol e na política, dá-se quase o mesmo. Naquele, quando se tem um time, tudo está resolvido quanto à qualidade do jogo, aos árbitros, aos jogadores e à justiça dos resultados –há, além de torcedores, comentaristas esportivos que optam por tal poupança informacional. Na política, se se tem uma ideologia e/ou um partido, sai praticamente de graça definir aliados e adversários e, sobretudo, o voto. Digita-se o número do grupo de afinidade, confirma-se e "pilili"! Também aqui, além de eleitores, há analistas políticos poupadores. Nestes dois casos, porém, não há catequese. Ao contrário, os "outros" costumam contestar resultados, juízes e até o "pilili".
A propósito, todos esses poupadores formam, por acúmulo, a maior parte do acervo de conhecimento processado pelas respostas da inteligência artificial. O que doravante tornará tudo cada vez mais barato e reforçará bolhas, sistemas, doutrinas e crenças, porque o mesmo acervo será reprocessado infinitamente.
A outra forma de poupar o custo da informação é não se informar nem aderir a qualquer grupo ou sistema. Abster-se. A redução é até maior, porque, além daquela feita pelos que aderiram a um conjunto, economiza-se a energia que estes gastam para emitir sua opinião a todo momento. Há o custo de ter que arcar com o efeito das decisões alheias sobre a própria vida. Mas talvez haja um ganho de paz interior, o que pode ter valor emocional, psicanalítico e financeiro relevante.
Já os que não querem economizar na aquisição de informação se dedicam a pesquisas, leituras, estudos, ponderações, reflexões, razoabilidades argumentativas e interações opinativas para formular questões pertinentes, buscar respostas, interpretá-las e testá-las, para talvez rejeitar as soluções oferecidas e recomeçar o trabalho, com mais custos.
Mas acho que esses também já apreenderam a economizar e têm usado toda essa qualificação apenas para elaborar prompts de excelente qualidade.

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June 17, 8:20 AM
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Danos à saúde mental agora devem ser mapeados por empresas

Danos à saúde mental agora devem ser mapeados por empresas | Inovação Educacional | Scoop.it
Mais de 840 mil mulheres e homens morrem por ano por problemas associados a riscos psicossociais no trabalho, como longas jornadas de trabalho, insegurança no emprego e assédio, segundo a OIT (Organização Internacional do Trabalho).

Ainda conforme o relatório "O ambiente de trabalho psicossocial: avanços globais e caminhos para a ação", divulgado em abril pelo órgão, esse cenário pode gerar perdas econômicas equivalentes a 1,37% do PIB mundial anualmente.

No Brasil, o Ministério da Previdência Social concedeu mais de 546 mil benefícios por transtornos mentais e comportamentais em 2025, alta de 15% em relação ao ano anterior. De acordo com o MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), gastos com auxílios, em geral, aumentaram quase 70%, passando de R$ 18,9 bilhões em 2022 para R$ 31,8 bilhões em 2024.
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June 17, 8:17 AM
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São Paulo deve ter 80% das crianças alfabetizadas em 2029

São Paulo deve ter 80% das crianças alfabetizadas em 2029 | Inovação Educacional | Scoop.it
A rede municipal de São Paulo deve conseguir garantir que 80% das crianças estejam alfabetizadas na idade certa em 2029 caso mantenha o ritmo de crescimento registrado nos últimos três anos.

Cidade mais rica do país, a capital paulista conseguiu garantir que apenas 53% das crianças aprendessem a ler e a escrever ao fim do 2º ano do ensino fundamental em 2025. Essa etapa normalmente atende alunos de sete anos.

Com essa taxa, a gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) superou a meta estabelecida pelo Ministério da Educação para o município (de 51%), mas ficou longe da média nacional, que foi de 66% no ano passado.
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June 16, 5:23 PM
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2100 — Beyond the Horizon | A Utopian AI Short Film

What if the future didn’t end in collapse… but in transformation?
2100 — Beyond the Horizon is a utopian short film presented as a speculative visual timeline, exploring a possible evolution of human civilization from 2026 to 2100.
Through advances in science, medicine, energy, space infrastructure, and global cooperation, this film imagines a world where humanity gradually moves beyond scarcity, disease, and planetary limits — toward stability, exploration, and coexistence.
This is not a prediction.
It is a thought experiment.
All scenes were generated using AI and assembled into a cinematic narrative.
Any resemblance to real events is coincidental.
#2100 #BeyondTheHorizon #UtopianFuture #SciFiShortFilm #AIFilm #FutureTimeline #SpeculativeFuture

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June 16, 4:46 PM
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A escrita à mão em abandono: uma crise da inteligência?

Escrever à mão é mais do que um hábito aprendido na escola. Em um mundo cada vez mais mediado por telas e inteligência artificial, este vídeo-carta propõe uma reflexão sobre o abandono dessa habilidade milenar – e as suas consequências.

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June 16, 9:02 AM
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O desperdício da inteligência - Simon Schwartzman

O desperdício da inteligência - Simon Schwartzman | Inovação Educacional | Scoop.it
Em seu livro, João Batista agumenta que o crescimento econômico no século XXI não depende mais predominantemente de capital físico ou da expansão média da escolaridade, mas da capacidade de identificar e desenvolver os indivíduos capazes de operar na fronteira do conhecimento. Uma fração pequena da população responde por parcela desproporcional das inovações, patentes e rupturas tecnológicas que movem economias intensivas em conhecimento. O resultado do descaso brasileiro com essa agenda é, suas palavras , “um desperdício silencioso de inteligência — invisível nas estatísticas, mas economicamente mensurável em inovação que não ocorre, empresas que não surgem, tecnologias que não são desenvolvidas e liderança científica que não se consolida.”

O que fazer? Primeiro, é preciso identificar as crianças de alto potencial o mais cedo possível, esteja onde estiverem,. A identificação deve ser universal, e não pode ser baseada em indicação de professores, que tendem a reproduzir as desigualdades de origem. Ela deve ser feita por instrumentos padronizados de avaliação cognitiva aplicados a toda a população escolar, de forma precoce e com possibilidade de reavaliação ao longo da trajetória. Estudos americanos mostram que triagens universais aumentam substancialmente a identificação de alunos de alta capacidade oriundos de famílias de baixa renda que, de outra forma, permaneceriam invisíveis. Uma vez identificados, esses alunos precisam de três coisas que a escola comum não oferece: aceleração curricular compatível com seu ritmo de aprendizagem, currículos de alta exigência conceitual e convivência com pares de capacidade equivalente, que é o que estimula e mantém o engajamento intelectual. Países que levam isso a sério — Estados Unidos, Coreia do Sul, Singapura, Israel — operam com arquiteturas integradas: escolas seletivas, olimpíadas robustas, institutos científicos para jovens, programas de mentoria com pesquisadores em atividade.
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June 16, 8:28 AM
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Clavicular e o algoritmo da beleza

Clavicular e o algoritmo da beleza | Inovação Educacional | Scoop.it
Clavicular ganha a vida dizendo aos outros quanto seus rostos valem. Virou sucesso na internet ao encarnar a promessa de que marteladas no maxilar, somadas a estratégias ainda menos convencionais, poderiam transformar um "subumano" num "semideus", os dois polos da hierarquia que organiza seu mundo. Em poucos meses, converteu-se numa espécie de Bryan Johnson do looksmaxxing, cultura saída das vizinhanças incel que promete tirar o rosto do campo da sorte.

As notas que ele distribui por onde passa são demolidoras. A sala pode rir, o entrevistador pode tentar salvar a cena com uma piada, mas Clavicular segue impávido, professando suas análises como o plantonista que lê a ficha do último acidentado. É que a crueldade tem método: grau de inclinação dos olhos, ângulo da mandíbula, proporção entre os terços do rosto e outros fatores da escala PSL, criada em fóruns nos quais a humilhação erótica virou sistema de classificação.


O influenciador Clavicular - Clavicular no X
Há quem veja na falta de ciência dos looksmaxxers a prova de que beleza é apenas gosto. Erro. Opiniões convergem mais do que gostaríamos. Um rosto bonito no Japão dispensa apresentações no Brasil. O mesmo vale para cães, flores ou frutas. Quem psicologiza transforma cada preferência em autobiografia; quem culturaliza reduz cada gosto a tribo; mas fato é que até recém-nascidos olham por mais tempo para faces que adultos consideram atraentes.

Esse raciocínio esconde uma consequência radical. Se a beleza existe em si mesma, nada impede a aparição de humanos superestéticos —mais belos do que qualquer um avistável por aqui. A hipótese parece nova, mas vem sendo testada pela arte há milênios. Por volta de 400 a.C., Zeuxis foi chamado para pintar Helena de Troia e não encontrou mulher à altura do mito. Escolheu várias jovens de Crotona e tomou de cada uma as partes mais vistosas. O ideal nascia como montagem.

Quando a onda dos fakes por IA começou, ninguém imaginava que ela se alastraria menos como fraude do que como indígenas de seios altos e pele perfeita, torcedoras de decotes patrióticos, cada uma a mais bela de seu país, e homens de feições benignas e olhares predatórios. São eles, os fantasmas da máquina, a verdade mais profunda dos looksmaxxers.

Só que essa verdade não surge da montagem correta de partes, como supuseram Zeuxis, Clavicular e o cânone que se formou entre eles; ela surge no espaço latente de uma rede neural, segundo princípios inacessíveis até para seu criador. Nesse território de todos os rostos possíveis, a máquina vagueia até encontrar as regiões raras em que quase nada falha.


O rapaz americano está certo ao apostar que a aparência obedece a padrões e pode ser corrigida. Dentes alinham, poros se fecham, cirurgias funcionam. Seu engano é estender o raciocínio do reparo local até o topo da escala, onde, como revelam os influencers sintéticos, vigora uma geometria sem corpo, tempo ou acaso, pouco afeita à régua e ao compasso.

Ele é menos um excêntrico da estética do que o devoto de um ideal incompatível com a carne. Prega que tudo se alcança por método e atrai multidões de jovens ansiosos por transformar vergonha em mapa e angústia em protocolo. Porém, no jogo do propósito algorítmico, seu personagem sempre perde. Acredita estar vencendo uma disputa com a vida, mas joga a velha partida contra a morte.
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June 15, 2:33 PM
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Inteligência artificial veste o jaleco da saúde

Inteligência artificial veste o jaleco da saúde | Inovação Educacional | Scoop.it

A inteligência artificial avança no dia a dia das pessoas e das empresas, mas também dentro de hospitais públicos e privados do Brasil. Ela já escuta conversas entre médico e paciente para construir prontuários, sugerir diagnósticos e identificar se o paciente pode ter piora clínica ou receber alta.
Segundo a pesquisa TIC Saúde 2025, a inteligência artificial é utilizada por 18% dos estabelecimentos de saúde do Brasil. Na edição anterior, o uso era de apenas 4%. As ferramentas mais adotadas foram modelos de linguagem generativa (76%), como o ChatGPT, além de mineração de texto e análise de linguagem (52%), automatização de processos de fluxo de trabalho (48%) e reconhecimento de fala (26%).
A pesquisa aponta que o maior uso ocorre em estabelecimentos com mais de 50 leitos de internação e naqueles que ofereciam Serviço de Apoio à Diagnose e Terapia (SADT), como radiologia e ultrassonografia. O resultado indica que o uso da IA está relacionado a ambientes com maior complexidade assistencial, ao volume de dados clínicos gerados e a locais com infraestrutura tecnológica mais avançada.
A percepção de que houve crescimento dos sistemas de IA em todas as fases da assistência à saúde, junto ao surgimento de questões éticas e legais, também levou o Conselho Federal de Medicina (CFM) a criar, em fevereiro, uma norma para regulamentar o uso da tecnologia entre médicos. Um projeto de lei que estabelece um marco regulatório para IA no Brasil continua em discussão na Câmara dos Deputados, após passar pelo Senado.
Segundo o professor Alexandro Chiavegatto, da Faculdade de Saúde Pública da USP, a inteligência artificial já é uma realidade na gestão hospitalar. Há também uso da tecnologia para reduzir burocracias e preenchimento de prontuários. O uso mais impactante ainda está em estágio inicial: apoio ao diagnóstico.
A empresa CTC criou uma ferramenta de IA chamada Lya Health, que escuta e transcreve a conversa entre paciente e médico, organiza o prontuário e sugere perguntas e até possíveis diagnósticos. A decisão final continua sendo do profissional, que revisa e assina as informações. “A tecnologia jamais pode substituir o médico”, diz Valter Lima, CEO da empresa. Segundo ele, o sistema permite que o médico dê mais atenção ao paciente durante a consulta, além de melhorar a qualidade das informações registradas. Na Santa Casa de São Paulo, a ferramenta é usada no centro cirúrgico e ajuda a construir os resumos clínicos.
Lima diz que os dados de pacientes sempre foram sensíveis para o setor de saúde. No caso da ferramenta, eles não ficam armazenados no sistema da empresa, mas na infraestrutura do próprio hospital. Segundo ele, a conversa entre médico e paciente é apagada após a consulta, e a tecnologia não utiliza esse conteúdo para aprendizado.
A ferramenta da Munai se integra ao prontuário e organiza dados, gerando alertas sobre pacientes com possibilidade de alta ou piora clínica. Cabe ao médico a decisão final. Segundo o infectologista Hugo Morales, cofundador e diretor médico da empresa, a ferramenta torna o acesso à informação mais fácil para as equipes médicas e ajuda a reduzir situações mais graves na enfermaria, como paradas cardiorrespiratórias.
“Não damos diagnóstico, a ferramenta não afirma: ‘esse paciente tem pneumonia’. Não é isso. Ela indica: ‘esse paciente, com base nos 120 mil atendimentos analisados e de acordo com o protocolo do hospital, está em curva de piora, é preciso avaliá-lo’”, explica.
O governo federal anunciou a criação da Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes do SUS, com investimento em IA, big data e outras tecnologias digitais. Entre os destaques, está o uso de IA para automatizar a triagem de pacientes e otimizar o agendamento de consultas no futuro hospital inteligente que será construído em São Paulo.
Segundo o conselheiro federal e coordenador da comissão de IA do CFM, Jeancarlo Cavalcante, uma resolução do órgão que normatiza o uso da tecnologia em todo o território nacional, busca dar maior segurança ao uso das ferramentas. A norma foi publicada em fevereiro para vigorar 180 dias depois.
“O profissional pode utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, mas a decisão clínica deve ser sempre do médico”, diz.
A resolução também estabelece que o paciente tem direito de ser informado sempre que a IA for utilizada e que o médico não pode ser responsabilizado indevidamente por falhas específicas dos sistemas de IA, desde que comprovado o uso crítico e ético da ferramenta.
Para o conselheiro, a norma não altera a rotina dos médicos, mas impacta as instituições de saúde, que também terão de criar uma comissão de IA e telemedicina. Cavalcante afirma que a norma será revista sempre que necessário.
Duas resoluções da Anvisa também regulamentam os softwares médicos, incluindo os que usam IA.
Rafael Zanatta, codiretor da Data Privacy Brasil, diz que a saúde é citada pelo menos cinco vezes no texto do projeto de lei que trata de IA no Congresso. Tecnologias usadas para auxiliar diagnósticos, quando houver risco relevante à integridade física ou mental das pessoas, são enquadradas como de “alto risco”.
Zanatta explica ainda que o projeto prevê que empresas, profissionais e setores econômicos possam criar suas próprias regras para o uso da tecnologia. O texto também permite a criação de entidades sem fins lucrativos para definir padrões, trocar experiências e dialogar com o poder público, desde que respeitem as regras de concorrência.
Esses mecanismos devem se integrar ao Sistema Nacional de Regulação e Governança de IA (SIA), coordenado pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).
O relator do projeto, deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), afirmou que vai retirar do texto os trechos que classificam os níveis de risco dos sistemas de IA, segundo informações do jornal O Globo. Para ele, essa responsabilidade deve caber às agências reguladoras.
Chiavegatto acredita que ainda não é o momento para uma regulação, mas que é necessário continuar fomentando o debate e observando os rumos da IA. Para Zanatta, regular não significa travar a inovação.
Chiavegatto considera que o primeiro obstáculo ao avanço da tecnologia na saúde é a aceitação por parte de profissionais e pacientes. Segundo o pesquisador, essa barreira vem sendo superada rapidamente, com o uso cada vez mais frequente de ferramentas digitais para tirar dúvidas e relembrar informações.
Outro desafio é o aprimoramento dos algoritmos, além da necessidade de ampliar a base de dados com informações de todo o país. Ele avalia que, quando o assunto é dados, o SUS sai na frente. Em contrapartida, hospitais privados investem mais. Mesmo assim, o avanço da tecnologia esbarra em uma dificuldade comum aos dois setores: a escassez de capital humano qualificado. “Para treinar o algoritmo, você precisa de profissionais capacitados e esse é o mesmo perfil demandado, por exemplo, pelo mercado financeiro.”
Morales avalia que o Brasil está um pouco atrás de grandes potências como China e Estados Unidos, mas que há espaço para desenvolver soluções voltadas a problemas específicos do sistema de saúde. “Temos excelentes desenvolvedores, e o custo de desenvolvimento aqui é menor do que nos Estados Unidos e na Europa”, afirma.
Para Lima, o Brasil não está atrasado no desenvolvimento de soluções com inteligência artificial na saúde, já que se trata de um campo recente. Ele também afirma que o país tem a oportunidade de ampliar o acesso à tecnologia por meio do SUS.

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June 15, 10:14 AM
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O dilema da formação docente a distância

O dilema da formação docente a distância | Inovação Educacional | Scoop.it
Uma das críticas mais recorrentes ao aumento da presencialidade na formação docente aponta que a realidade impõe barreiras de acesso ao ensino superior, especialmente em áreas remotas, de modo que a educação a distância (EAD) cumpriria a função de incluir estudantes historicamente excluídos. Esse argumento parte de um problema real: o Brasil ainda não conseguiu garantir acesso amplo e equitativo ao ensino superior presencial.

Mas uma questão precisa ser enfrentada com honestidade: não se corrige um problema criando outro. Se é legítimo ampliar o acesso, também é indispensável perguntar qual a qualidade da formação oferecida e que inclusão ela promove. Há pelo menos duas dimensões dessa discussão que não podem ser ignoradas.

A primeira diz respeito ao tamanho do desafio educacional brasileiro e qual profissional é necessário para enfrentá-lo. De um lado, precisamos promover a aprendizagem adequada de milhões de estudantes que hoje concluem a educação básica com repertório muito aquém do necessário para navegar o mundo de maneira autônoma, crítica e transformadora. Por outro lado, garantir essa aprendizagem se torna cada dia mais complexo diante das mudanças provocadas por tecnologias digitais. Professores precisam lidar com dificuldades de engajamento, fragmentação da atenção, impactos na saúde mental e novos desafios de convivência que atravessam as salas de aula.

Assim, formar professores exige ampliar oportunidades de aprendizagem, fortalecer experiências práticas, garantir acompanhamento próximo e construir interações qualificadas entre futuros docentes, seus pares e seus formadores. Se queremos que os professores sejam capazes de enfrentar os desafios cognitivos, sociais e emocionais das próximas gerações, precisamos investir ainda mais na qualidade de sua formação.

A segunda dimensão da discussão envolve o perfil dos próprios estudantes das licenciaturas. Um cruzamento de dados do Censo do Ensino Superior e do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) mostrou que, para estudantes que fizeram o exame, mais da metade dos ingressantes em licenciaturas EAD se encontra nos dois quintis inferiores de desempenho.

Isso significa que muitos licenciandos chegam ao ensino superior com lacunas importantes em sua trajetória escolar. São estudantes que precisam de maior apoio acadêmico, acompanhamento contínuo e interações intensivas com docentes experientes para consolidar conhecimentos básicos e desenvolver o repertório especializado necessário ao exercício da docência. É justamente por isso que a defesa de modelos formativos EAD produz uma contradição profunda. Os estudantes que mais precisam de acompanhamento qualificado acabam submetidos às formações mais empobrecidas em termos de convivência acadêmica, práticas supervisionadas e interação pedagógica.

Nesse sentido, que inclusão está sendo promovida? A ampliação do acesso só se transforma em inclusão real quando vem acompanhada de condições efetivas de aprendizagem e desenvolvimento profissional. Caso contrário, corre-se o risco de produzir uma inclusão apenas formal, sem a preparação para o exercício da profissão.

Os resultados mais recentes do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) das Licenciaturas, divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), reforçam esse ponto. Mais da metade dos estudantes formados em cursos EAD não alcançou sequer o nível considerado básico no exame, patamar definido pelo próprio Inep como mínimo esperado para o exercício da docência.

O dado é grave porque revela um paradoxo: estudantes ingressam no ensino superior buscando ampliar suas oportunidades, investem anos de suas vidas e recursos financeiros, mas concluem o curso sem dominar conhecimentos elementares para a profissão que irão exercer. Isso não representa inclusão plena. Representa, muitas vezes, a substituição da exclusão de acesso por outra forma de exclusão: a das oportunidades reais de desenvolvimento profissional e de inserção qualificada no mundo do trabalho.

Mais grave ainda: quando esses profissionais chegam às escolas sem a formação necessária, os maiores impactos tendem a recair justamente sobre os territórios mais vulneráveis do País, aqueles que mais necessitam de professores altamente preparados. Não por acaso, análises do Todos Pela Educação mostram que os cursos com piores resultados concentram-se justamente nas regiões mais remotas e com menor oferta educacional.

Por isso, não parece razoável enfrentar um problema tão complexo olhando apenas para a dimensão do acesso. A expansão de vagas é importante, mas ela não pode ocorrer à custa da qualidade da formação oferecida. Se acreditamos que a educação é estratégica para o futuro do País, precisamos reconhecer que não haverá aprendizagem de qualidade sem professores bem formados.

Incluir não é apenas permitir a entrada no ensino superior. Incluir é garantir que os futuros professores tenham condições reais de aprender, se desenvolver e exercer bem a profissão. Nenhum país supera desigualdades educacionais resolvendo um problema enquanto cria outro ainda maior.
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