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March 19, 2012 9:26 AM
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Festival South by Southwest (SXSW) e a nova ordem

No festival, em Austin, no Texas, fica claro que o mundo mudou, que trabalho e política funcionam de outro jeito e que offline e online já não têm separação.

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Curadoria por Luciano Sathler. CLIQUE NOS TÍTULOS. Informação que abre caminhos para a inovação educacional.
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September 10, 2024 9:19 AM
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Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler

Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler | Inovação Educacional | Scoop.it

O que acontece quando a maioria faz uso de uma IA para realizar suas atividades laborais? E, no caso dos estudantes, quando os trabalhos passam a ser produzidos com o apoio de uma IA generativa?
Luciano Sathler
É PhD em administração pela USP e membro do Conselho Deliberativo do CNPq e do Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais
As diferentes aplicações de Inteligência Artificial (IA) generativa são capazes de criar novos conteúdos em texto, imagens, áudios, vídeos e códigos para software. Por se tratar de um tipo de tecnologia de uso geral, a IA tende a ser utilizada para remodelar vários setores da economia, com impactos políticos e sociais, assim como aconteceu com a adoção da máquina a vapor, da eletricidade e da informática.
Pesquisas recentes demonstram que a IA generativa aumenta a qualidade e a eficiência da produção de atividades típicas dos trabalhadores de colarinho branco, aqueles que exercem funções administrativas e gerenciais nos escritórios. Também traz maior produtividade nas relações de suporte ao cliente, acelera tarefas de programação e aprimora mensagens de persuasão para o marketing.
O revólver patenteado pelo americano Samuel Colt, em 1835, ficou conhecido como o "grande equalizador". A facilidade do seu manuseio e a possibilidade de atirar várias vezes sem precisar recarregar a cada disparo foram inovações tecnológicas que ampliaram a possibilidade individual de ter um grande potencial destrutivo em mãos, mesmo para os que tinham menor força física e costumavam levar desvantagem nos conflitos anteriores. À época, ficou famosa a frase: Abraham Lincoln tornou todos os homens livres, mas Samuel Colt os tornou iguais.
Não fazemos aqui uma apologia às armas. A alegoria que usamos é apenas para ressaltar a necessidade de investir na formação de pessoas que sejam capazes de usar a IA generativa de forma crítica, criativa e que gerem resultados humanamente enriquecidos. Para não se tornarem vítimas das mudanças que sobrevirão no mundo do trabalho.
A IA generativa é um meio viável para equalizar talentos humanos, pois pessoas com menor repertório cultural, científico ou profissional serão capazes de apresentar resultados melhores se souberem fazer bom uso de uma biblioteca de prompts. Novidade e originalidade tornam-se fenômenos raros e mais bem remunerados.
A disseminação da IA generativa tende a diminuir a diversidade, reduz a heterogeneidade das respostas e, consequentemente, ameaça a criatividade. Maior padronização tem a ver com a automação do processo. Um resultado que seja interessante, engraçado ou que chama atenção pela qualidade acima da média vai passar a ser algo presente somente a partir daqueles que tiverem capacidade de ir além do que as máquinas são capazes de entregar.
No caso dos estudantes, a avaliação da aprendizagem precisa ser rápida e seriamente revista. A utilização da IA generativa extrapola os conceitos usualmente associados ao plágio, pois os produtos são inéditos – ainda que venham de uma bricolagem semântica gerada por algoritmos. Os relatos dos professores é que os resultados melhoram, mas não há convicção de que a aprendizagem realmente aconteceu, com uma tendência à uniformização do que é apresentado pelos discentes.
Toda Instituição Educacional terá as suas próprias IAs generativas. Assim como todos os professores e estudantes. Estarão disponíveis nos telefones celulares, computadores e até mesmo nos aparelhos de TV. É um novo conjunto de ferramentas de produtividade. Portanto, o desafio da diferenciação passa a ser ainda mais fundamental diante desse novo "grande equalizador".
Se há mantenedores ou investidores sonhando com a completa substituição dos professores por alguma IA já encontramos pesquisas que demonstram que o uso intensivo da Inteligência Artificial leva muitos estudantes a reduzirem suas interações sociais formais ao usar essas ferramentas. As evidências apontam que, embora os chatbots de IA projetados para fornecimento de informações possam estar associados ao desempenho do aluno, quando o suporte social, bem-estar psicológico, solidão e senso de pertencimento são considerados, isso tem um efeito negativo, com impactos piores no sucesso, bem-estar e retenção do estudante.
Para não cair na vala comum e correr o risco de ser ameaçado por quem faz uso intensivo da IA será necessário se diferenciar a partir das experiências dentro e fora da sala de aula – online ou presencial; humanizar as relações de ensino-aprendizagem; implementar metodologias que privilegiem o protagonismo dos estudantes e fortaleçam o papel do docente no processo; usar a microcertificação para registrar e ressaltar competências desenvolvidas de forma diferenciada, tanto nas hard quanto soft skills; e, principalmente, estabelecer um vínculo de confiança e suporte ao discente que o acompanhe pela vida afora – ninguém mais pode se dar ao luxo de ter ex-alunos.
Atenção: esse artigo foi exclusivamente escrito por um ser humano.
O editor, Michael França, pede para que cada participante do espaço "Políticas e Justiça" da Folha sugira uma música aos leitores. Nesse texto, a escolhida por Luciano Sathler foi "O Ateneu" de Milton Nascimento.

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Today, 9:30 AM
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The AI Crisis in Higher Education 

The AI Crisis in Higher Education  | Inovação Educacional | Scoop.it
Language models have become ubiquitous in universities without being normalised. Mark Carrigan argues this has produced a multidimensional crisis of trust, and a dilemma in which adapting to AI and integrating AI undercut each other. He proposes strategic under-integration: building the relational capacity universities need to cope with ongoing change.
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Today, 9:27 AM
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Saeb 2025: Avanços na Aprendizagem da Educação Básica

Saeb 2025: Avanços na Aprendizagem da Educação Básica | Inovação Educacional | Scoop.it
Resultados mostram crescimento das proficiências em Língua Portuguesa e Matemática em todas as etapas avaliadas; a análise da Fundação Telefônica Vivo destaca a importância da formação docente e do uso pedagógico das tecnologias para ampliar e consolidar esse avanço
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Today, 9:23 AM
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PISA 2025: resultados revelam novos dados sobre uso de IA na educação

PISA 2025: resultados revelam novos dados sobre uso de IA na educação | Inovação Educacional | Scoop.it
Nova edição da avaliação internacional da OCDE incluiu área dedicada à aprendizagem no mundo digital, além de trazer informações sobre o uso das tecnologias e da inteligência artificial pelos estudantes
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Today, 8:57 AM
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Sedigi identifica riscos de “companheiros de IA" para crianças e adolescentes

Sedigi identifica riscos de “companheiros de IA" para crianças e adolescentes | Inovação Educacional | Scoop.it

Diferentemente dos chatbots de propósito geral, os Companheiros de IA são desenvolvidos para oferecer interação contínua e personalizada, com recursos de memória, simulação de personalidade e respostas emocionais. Relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) aponta que o número de aplicativos desse tipo passou de 16, em 2022, para 128, em julho de 2025. Somente no primeiro semestre de 2025, essas plataformas registraram 60 milhões de downloads. Nos Estados Unidos, uma pesquisa apontou que 72% dos adolescentes de 13 a 17 anos já utilizaram esse tipo de ferramenta.
O diagnóstico identificou riscos relacionados a apego intenso, uso compulsivo, substituição de vínculos humanos, exposição a conteúdo sexualizado ou inadequado e coleta excessiva de dados íntimos. Também foram observadas práticas de perfilamento comportamental e emocional, em um contexto no qual muitos usuários têm menos de 18 anos de idade.
Entre os possíveis danos associados a esse tipo de uso estão privação de sono, queda no desempenho escolar, abandono de atividades e distanciamento das relações presenciais.

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September 22, 3:23 PM
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Matemática como compromisso nacional: por que importa para o futuro do Brasil? - Gente que Soma #01

Neste episódio do Podcast Gente que Soma, uma iniciativa do Instituto Reúna com apoio da B3 Social, a host Katia Smole recebe Adriano Giglio, Patrícia Barreto e Patrícia Mota Guedes.
Adriano Giglio é mestre em Sociologia pelo Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro, pós-graduado em Gestão de Educação Profissionalizante pela Fundação Getúlio Vargas e também é professor efetivo das redes pública estadual de educação básica e técnica e de cursos de graduação e pós-graduação em instituições privadas. Atualmente, é Subsecretário de Ensino da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro.
Patrícia Barreto é professora da Escola Municipal Dasio José, em Candeias, na Bahia, e Especialista em Metodologia em Ensino de Matemática.
Patrícia Mota Guedes é mestre em Políticas Públicas pela Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, e em Administração Pública pela Universidade de Massachusetts Amherst. Atualmente, é superintendente do Itaú Social.
A conversa aborda os desafios históricos da aprendizagem matemática no Brasil, os caminhos para garantir o direito de aprender e o papel das políticas públicas, das práticas pedagógicas e das iniciativas que vêm mobilizando diferentes atores em torno dessa agenda.
Para conhecer mais sobre as pesquisas e iniciativas citadas ao longo do episódio, acesso os links abaixo:
Estudo Internacional das Aprendizagens e Bem-estar na Primeira Infância (International Early Learning and Child Well-being Study – IELS): https://fundacaomariacecilia.org.br/noticias/ocde-resultados-ineditos-iels-aprendizagem-bem-estar-primeira-infancia/.
Coletânea “Matemática em Ação: práticas lúdicas, ativas e criativas para ensinar e aprender”, do Itaú Social: https://www.itausocial.org.br/noticias/coletanea-reune-dez-projetos-ludicos-e-criativos-para-o-ensino-da-matematica/.
Pesquisa “Contribuição da Matemática para a economia brasileira”, do Itaú Social em parceria com o IMPA: https://www.itausocial.org.br/noticias/rendimentos-de-profissoes-ligadas-a-matematica-correspondem-a-4-6-do-pib-diz-pesquisa/.
Escola Fundação Itaú: https://fundacaoitau.org.br/escola/.
Plano Nacional de Educação (PNE 2026-2036): https://www.gov.br/mec/pt-br/pne.
O podcast faz parte do Gente que Soma, um movimento pela aprendizagem que reúne pessoas e organizações comprometidas em transformar diretrizes em ações concretas, fortalecer a colaboração e renovar o compromisso com uma educação matemática mais equitativa, significativa e capaz de ampliar oportunidades para todos

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September 22, 3:21 PM
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As primeiras bases: por quê a Matemática deve começar cedo? - Gente que Soma #04

Neste episódio do Podcast Gente que Soma, uma iniciativa do Instituto Reúna com apoio da B3 Social, a host Katia Smole recebe Beatriz Dorneles e Mariane Koslinski.
Mariane Koslinski é doutora em Sociologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com período sanduíche na Columbia University, e pós-doutora pelo Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional da UFRJ. Atualmente, é professora da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRJ. Mariane foi uma das coordenadoras nacionais do International Early Learning and Child Well-being Study (OCDE) no Brasil.
Já Beatriz Dorneles é doutora em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento pela Universidade de São Paulo (USP), com estágio pós-doutoral na Universidade de Oxford. Ela é professora do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde orienta mestrandos e doutorandos desde 2000, com pesquisas cujo foco é a área de cognição numérica.
Juntas, elas discutem sobre a importância do desenvolvimento da aprendizagem matemática desde a primeira infância, ainda na etapa da Educação Infantil, abordando pesquisas sobre desenvolvimento infantil e os resultados do International Early Learning and Child Well-being Study, um estudo desenvolvido no Brasil pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a Fundação Maria Cecília Souto Vidigal.
Para conhecer mais sobre o International Early Learning and Child Well-being Study (OCDE), acesse: https://fundacaomariacecilia.org.br/biblioteca/building-strong-foundations-for-life-results-2025-international-early-learning-and-child-well%e2%80%91being-study-iels/.
Esse podcast faz parte do Gente que Soma, um movimento pela aprendizagem que reúne pessoas e organizações comprometidas em transformar diretrizes em ações concretas, fortalecer a colaboração e renovar o compromisso com uma educação matemática mais equitativa, significativa e capaz de ampliar oportunidades para todos.

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September 22, 3:17 PM
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Escassez de mão de obra atinge 80% das empresas e automatizar operações é urgente - Gazeta da Semana

Escassez de mão de obra atinge 80% das empresas e automatizar operações é urgente - Gazeta da Semana | Inovação Educacional | Scoop.it
“Durante muito tempo, o autoatendimento era analisado quase exclusivamente pela ótica da modernização. Hoje existe uma questão operacional muito concreta. A empresa continua precisando atender bem e absorver mais demanda, mas nem sempre consegue ampliar a equipe no mesmo ritmo. É nesse ponto que faz sentido retirar das pessoas aquilo que é repetitivo e deixar o profissional disponível para situações que realmente exigem interação humana”, afirma.
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September 22, 3:13 PM
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Rede de mentiras

COMO NÃO CAIR EM ‘FAKE NEWS’
Não há receita de bolo — ou lista de boas práticas — para não cair em uma narrativa de desinformação. “À medida que as tecnologias se tornam mais sofisticadas e acessíveis, recomendações como ‘observe se o conteúdo tem uma aparência tosca ou erros de português’ se apresentam insuficientes para dar conta do grau de profissionalização de quem está disposto a espalhar inverdades”, afirma Daniela. 
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September 22, 2:57 PM
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Por que taxistas não têm Alzheimer?

Ciência mostra que mapas mentais complexos e raciocínio espacial para circular nas cidades protegem o cérebro
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September 22, 2:49 PM
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Em tempos de IA, como aparecer na internet?

Enquanto as companhias se planejam, os consumidores já se apoiam nas ferramentas de IA para decidir o que comprar. Levantamento da ChannelEngine, divulgado no início de 2026, mostra que 58% dos consumidores já usam a IA para pesquisar produtos e serviços. Embora o levantamento tenha sido realizado nos Estados Unidos e em países da Europa, não se distancia da realidade brasileira. “Tenho clientes que falam que a minha loja foi muito bem recomendada pelo ChatGPT. Eles estão realmente fazendo perguntas sobre produtos e confiam muito no que a IA diz. Sentem-se seguros com as suas recomendações”, conta Geisa Alves, CEO da Artesanato em Cobre, empresa com vendas 100% online.

Para conquistar as boas indicações da IA, Geisa foi adaptando o material de marketing com o objetivo de responder às dúvidas dos potenciais consumidores. “Antes, o foco era mostrar os objetos em uso, com cenas bonitas, do tipo comercial de margarina. Hoje, a gente produz mais conteúdos pedagógicos, mostrando como usar, como guardar, como limpar e quais os benefícios”, relata. Segundo ela, a transição foi paulatina, acompanhando a mudança no perfil dos clientes reais, mas acabou tendo repercussões positivas também nas IAs.
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September 22, 2:42 PM
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Transformações Estruturais no Mercado de Trabalho Brasileiro (2026–2030): Inteligência Artificial, Automação e Desigualdades Emergentes - DIAP - Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar

Transformações Estruturais no Mercado de Trabalho Brasileiro (2026–2030): Inteligência Artificial, Automação e Desigualdades Emergentes - DIAP - Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar | Inovação Educacional | Scoop.it
O mercado de trabalho brasileiro encerrou 2025 em um dos momentos mais favoráveis da história recente, segundo a série histórica iniciada em 2012. Os dados da PNAD Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE indicam 103 milhões de ocupados, desemprego entre 5,1% e 5,6%, rendimento médio real em patamar recorde e informalidade em torno de 38%. Esses indicadores sugerem um ambiente de recuperação consolidada após choques econômicos recentes, mas também revelam fragilidades estruturais persistentes, como desigualdade regional, baixa produtividade média e elevada informalidade.

Ao mesmo tempo, o país ingressa em um período marcado pela aceleração da inteligência artificial (IA) generativa e da automação robótica. Segundo estimativas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), no estudo “Generative AI and Jobs: A Refined Global Index of Occupational Exposure” [2], publicado em maio de 2025, 25% dos empregos no mundo estão potencialmente expostos à IA generativa, embora apenas 5% a 6% estejam sob risco de substituição quase total. No Brasil, estudo do IBRE/FGV, baseado na metodologia da OIT, concluiu que 30% dos trabalhadores brasileiros estavam em ocupações expostas à IA generativa no 3º trimestre de 2025 — o que corresponderia a cerca de 30,9 milhões de pessoas, com maior impacto sobre as mulheres, trabalhadores jovens e setores de comércio, serviços de informação e intermediação financeira[
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September 22, 1:42 PM
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Memristores: os chips que imitam o cérebro : Revista Pesquisa FAPESP

Memristores: os chips que imitam o cérebro : Revista Pesquisa FAPESP | Inovação Educacional | Scoop.it
Dispositivos inspirados na plasticidade sináptica unem memória, processamento e novos materiais para criar uma nova geração de sensores e sistemas de inteligência artificial de baixo consumo energético
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Today, 10:01 AM
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Shaping the future of digital education | UNICEF Digital Education

Shaping the future of digital education | UNICEF Digital Education | Inovação Educacional | Scoop.it
This ‘Shaping the future of digital education’ report examines what it will take for digital and AI-enabled technologies to genuinely improve learning outcomes worldwide – with equity, human-driven approaches and children’s rights at the centre. Drawing on evidence reviews, expert think pieces, and country case studies from around the world, the report looks past the hype to ask two hard questions: is EdTech a good investment, and is it an investment for good? It maps the landscape across five key areas based on UNICEF’s EdTech for Good Framework 2.0 – contextual readiness, educational impact, inclusive access, safety and well-being, and design for teaching and learning  – and closes with concrete recommendations for governments, donors, and education leaders as we come together to build a vision for the responsible use of AI and EdTech.  
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Today, 9:28 AM
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TIC Educação 2025: educação digital avança nas escolas

TIC Educação 2025: educação digital avança nas escolas | Inovação Educacional | Scoop.it
Pesquisa revela que 65% das escolas brasileiras já realizam iniciativas nesta área; formação docente aparece como um dos principais desafios para avançar ainda mais nesta agenda
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Today, 9:27 AM
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IA na Educação Profissional e Tecnológica: Impactos e Desafios para o Futuro do Trabalho

IA na Educação Profissional e Tecnológica: Impactos e Desafios para o Futuro do Trabalho | Inovação Educacional | Scoop.it
Nota técnica reúne dados sobre os impactos da Inteligência Artificial generativa na Educação Profissional e Tecnológica (EPT)
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Today, 9:04 AM
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Shaping the Future of Digital Education

Shaping the Future of Digital Education | Inovação Educacional | Scoop.it
Developed jointly by UNICEF and EdTech Hub, this report explores the relationships between digital and AI-enabled technologies and learning, teaching, equity, safety and system sustainability.

It brings together global evidence reviews, think pieces, and country case studies from researchers, policymakers, practitioners, and technical experts working across the digital education systems. Through their evidence-informed perspectives, the contributors map the evolving landscape of digital education and show how digital and AI-enabled tools are shaping the many purposes and goals of education.
Its five thematic chapters examine the best available evidence, surface points of tension, and set out recommendations for a more equitable future that goes “beyond digital as usual”. It is written for the governments, implementers, donors, researchers and education leaders making these decisions now.
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September 22, 3:23 PM
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Errar, pensar e aprender: como a Matemática funciona? - Gente que Soma #02

Neste episódio do Podcast Gente que Soma, uma iniciativa do Instituto Reúna com apoio da B3 Social, a host Katia Smole recebe Etienne Lautenschlager, professora adjunta da UFRN e pesquisadora em Neurociência Cognitiva e Educação Matemática, e Ya Jen Chang, presidente do Instituto Sidarta e responsável pela implementação do programa Mentalidades Matemáticas no Brasil. Juntas, elas discutem como as crianças aprendem matemática desde os primeiros anos escolares, o papel do erro como parte natural do processo de pensamento, e os caminhos para que professores, famílias e estudantes construam uma relação mais segura, positiva e potente com a aprendizagem matemática.
O podcast faz parte do Gente que Soma, um movimento pela aprendizagem que reúne pessoas e organizações comprometidas em transformar diretrizes em ações concretas, fortalecer a colaboração e renovar o compromisso com uma educação matemática mais equitativa, significativa e capaz de ampliar oportunidades para todos.
Mediação:
Katia Smole | Diretora-executiva do Instituto Reúna
Convidados:
Etienne Lautenschlager | Professora adjunta da UFRN e pesquisadora em Neurociência Cognitiva e Educação Matemática
Ya Jen Chang | Presidente do Instituto Sidarta
Roteiro e pesquisa: Jade Fonseca e Dayane Costa
Produção Audiovisual: Tudo O Que Vejo
Edição: Tudo O Que Vejo
Comunicação: Marcus Vinicius Abreu de Moraes e Vinicius Pinto
Design: Tig Vieira
Intérprete de Libras: Thais Pereira

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September 22, 3:22 PM
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Formação docente e aprendizagem matemática - Gente que Soma #03

Neste episódio do Podcast Gente que Soma, uma iniciativa do Instituto Reúna com apoio da B3 Social, a host Katia Smole recebe Eurivalda Santana e Barbara Born.
Eurivalda Santana é professora da Universidade Estadual de Santa Cruz, doutora em Educação Matemática pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e pós-doutora em Didática da Matemática pela Universidade de Lisboa, além de coordenadora da Rede Educação Matemática – Nordeste (REM-NE). Já Barbara Born é doutora em Educação pela Universidade de Stanford, pesquisadora da formação de professores e líder científica do Centro de Estudos Aplicados em Práticas de Ensino e Aprendizagem, o Ceapea.
Juntas, elas discutem a relação entre formação docente e aprendizagem matemática, desenvolvimento de conhecimentos pedagógicos gerais e conhecimentos pedagógicos dos conteúdos, formação continuada no ensino superior e caminhos possíveis para práticas formativas mais significativas para os professores.
Para conhecer mais sobre a Rede Educação Matemática – Nordeste (REM-NE), acesse: https://www.instagram.com/rem_nordeste/.

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September 22, 3:18 PM
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Mercado de trabalho: situação atual e desafios para 2026 | Blog do IBRE

Mercado de trabalho: situação atual e desafios para 2026 | Blog do IBRE | Inovação Educacional | Scoop.it
Parte dessa melhora observada no mercado de trabalho brasileiro é fruto de mudanças estruturais. De fato, houve no Brasil uma melhora na composição educacional tanto da força de trabalho quanto da população em idade para trabalhar, observada a partir do aumento do peso relativo dos grupos de pessoas com maior nível de escolaridade ao longo dos últimos anos. Além disso, também temos observado um envelhecimento da população.

Diante desse contexto, o objetivo deste artigo é avaliar os efeitos da melhora educacional e da transição demográfica sobre variáveis importantes do mercado de trabalho, como taxa de desemprego, taxa de participação, nível de ocupação e rendimento do trabalho, para que possamos ter um melhor entendimento sobre o real grau de aquecimento do mercado de trabalho brasileiro. Para tanto, iremos mostrar como estariam essas variáveis caso essas mudanças estruturais não tivessem acontecido.
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September 22, 3:15 PM
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Ambiente virtual, violência real

O método inclui também conversar com as famílias na busca de formas de melhorar os relacionamentos. “A gente pergunta para quem foi alvo o que o faria se sentir melhor. Às vezes, a resposta inicial é algo como: ‘Que ele morra’. Falamos que, isso, a escola não pode fazer, e vamos trabalhando até chegar a uma opção razoável, dando voz e a oportunidade que o estudante saia do lugar de vítima”, explica o educador. Segundo Pereira, o processo é trabalhoso, mas costuma evitar que o bullying se estabeleça. E, mais importante, faz com que todos aprendam a se relacionarem melhor, entendendo que é possível conviver e respeitar as diferenças.

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September 22, 3:09 PM
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Desenvolvimento incompleto

Uma questão mais subjetiva apontada pelos economistas ajuda a explicar o descolamento entre os bons dados e o sentimento das pessoas de que a vida não melhora. Ao analisar as informações da série histórica do IDH, a dimensão Educação foi a que mais contribuiu para o crescimento do índice ao longo do tempo e em todos os grupos sociais. O IDH Educação, que era de 0,679 em 2012, passou para 0,798 em 2024. Entre as mulheres, historicamente mais escolarizadas, o índice subiu de 0,709 para 0,817; e entre os homens, de 0,650 para 0,779. Entre as pessoas brancas, passou de 0,748 para 0,839; e entre as negras, de 0,623 para 0,770.
“O Brasil é bom nesse critério [Educação], mas não é bom em transformar o avanço da educação em avanço do mercado de trabalho ou de renda no sentido estrutural”, resume Neri, da FGV Social. O professor acrescenta que o Brasil é, na verdade, um ponto fora da curva. “Nessa visão de longo prazo, se lembrarmos do milagre econômico [período entre 1968 e 1973, durante a ditadura militar], o Brasil cresceu a taxas altas, mas a desigualdade aumentou. Em 1980, um adulto brasileiro tinha, em média, três anos de estudo, mesmo número de 15 anos antes, mas a produtividade no milagre econômico deu um salto”, compara Neri. Atualmente, os brasileiros têm, em média, dez anos de estudo, “mas a produtividade ficou estagnada”, reforça.
Essa é uma observação dos estudiosos do tema, mas também empírica de quem vive essa realidade. Se até o início do século 21, ter um diploma universitário era garantia de ascensão social expressiva em relação à geração anterior (que não contava com os anos a mais de estudo), o que se vê, com frequência, são jovens, notadamente os de classe média, em declínio social em comparação com os pais. Para os mais pobres, que contam com uma base de comparação mais precária, o ganho ainda é evidente. Um jovem com diploma universitário pode ganhar até 126% a mais em comparação com quem parou no ensino médio. Segundo o IBGE, enquanto profissionais com esse nível de ensino recebem em média R$ 2.291, graduados alcançam R$ 5.796 por mês.
Quando a educação não eleva a produtividade, o efeito sistêmico dela sobre a renda é baixo. “A educação funciona muito mais como um processo inclusivo, redemocratizante e de acesso a direitos humanos básicos. Melhorar a conexão entre educação e renda é ter ganhos de produtividade. E ganhos de produtividade do mercado de trabalho são permanentes. Precisamos disso para garantir uma sociedade mais longeva e com mais qualidade de vida”, finaliza Neri.
“Estamos falando de um aumento da qualificação educacional que, muitas vezes, não se reflete no mercado de trabalho”, sinaliza Coelho, da EACH-USP. Segundo o professor, discutimos a melhoria do mercado de trabalho, que, porém, em grande parte se dá pela informalidade, onde a renda é menor. Portanto, temos uma população economicamente ativa de aproximadamente 110 milhões de pessoas, das quais um pouco mais de 100 milhões estão empregadas, mas com uma renda média de pouco mais de R$ 3 mil. “Ou pouco mais de US$ 500. É baixa, muito baixa. As explicações para isso são tanto conjunturais quanto estruturais, com uma qualificação formal que não tem os desdobramentos esperados na competência do trabalhador”, destaca Coelho.

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September 22, 2:57 PM
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Investimento compartilhado

Sucesso das PPPs cresce na infraestrutura e surgem oportunidades em Educação e Saneamento; avanço exige criatividade e responsabilidade
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September 22, 2:48 PM
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Automação robótica e mercado de trabalho em países em desenvolvimento: evidências para o Brasil | REVISTA DELOS

Automação robótica e mercado de trabalho em países em desenvolvimento: evidências para o Brasil | REVISTA DELOS | Inovação Educacional | Scoop.it
A automação robótica vem transformando o mercado de trabalho, com impactos significativos em países em desenvolvimento. Este estudo analisa seus efeitos sobre emprego, renda e desigualdade social no Brasil, por meio de revisão bibliográfica e documental. Os resultados indicam que trabalhadores de baixa qualificação e inseridos na informalidade são os mais vulneráveis, ampliando desigualdades socioeconômicas. Estima-se que 58,1% dos empregos brasileiros apresentem alto risco de automação nas próximas décadas, sobretudo os informais. Em contrapartida, cresce a demanda por profissionais em áreas tecnológicas, valorizando competências digitais. O estudo mostra que países desenvolvidos enfrentam melhor esses efeitos devido a políticas públicas robustas e mão de obra qualificada, enquanto países emergentes lidam com obstáculos estruturais. Conclui-se que a automação pode impulsionar crescimento econômico e modernização produtiva, mas requer políticas de requalificação e inclusão digital. Recomenda-se aprofundar pesquisas com dados primários em regiões vulneráveis para compreender melhor seus impactos.
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September 22, 1:47 PM
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Educação Já nas Eleições 2026

Educação Já nas Eleições 2026 | Inovação Educacional | Scoop.it
Candidato propõe, eleitor cobra: educação precisa ser destaque no plano e na prática.


Como todo ano eleitoral, 2026 abre espaço para definir prioridades. Desta vez, com um marco decisivo: o início do novo Plano Nacional de Educação (PNE), que orientará a próxima década.

É nesse contexto que o Todos Pela Educação lança novo documento da iniciativa Educação Já: Dois Movimentos, Uma Só Agenda – Continuidade e mudanças para consolidar um projeto sistêmico na Educação Básica em prol da aprendizagem.

Elaborado com a contribuição de um grupo diverso de especialistas, parlamentares, atuais e ex-gestores públicos, o documento apresenta caminhos e prioridades educacionais para o ciclo político de 2027-2030.
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September 22, 1:42 PM
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Racismo e exclusão no mercado do amor

Racismo e exclusão no mercado do amor | Inovação Educacional | Scoop.it
Os resultados mostram que as ferramentas estão longe de democratizar o acesso ao amor e reproduzem constrangimentos sociais presentes fora do ambiente digital, favorecendo determinados perfis e excluindo outros. Padrões estéticos e preconceitos influenciam diretamente quem é visto como desejável e quem permanece invisível.

A interpretação parte da sociologia econômica, que entende o mercado como um espaço moldado por valores e relações sociais, e não como um ambiente neutro. “Não há aqui uma mágica, um cupido. Há elementos sociais e, entre eles, a exclusão de mulheres fora do padrão estético — que estão acima do peso ou têm o tom de pele diferente daquele considerado legítimo, que é o branco”, afirma Jardim.

A popularização dos aplicativos de namoro trouxe a promessa de ampliar as possibilidades de encontro. Com opções para diferentes perfis e interesses — como idosos, veganos e tantos outros —, criou-se a ideia de um mercado afetivo mais acessível. “Esse discurso é uma falácia, especialmente para mulheres pretas, dado o contexto de vulnerabilidade social, econômica e política no qual grande parte delas se encontra”, afirma Paulo Carvalho Moura, doutorando em Ciências Sociais na Unesp e integrante do Nespom.
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