Inovação Educacional
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Mapa das HR Techs - 2019

Mapa das HR Techs - 2019 | Inovação Educacional | Scoop.it
Tenha acesso gratuito à versão 2019 do mapa Liga Insights HR Techs – com as 274 startups brasileiras que estão entregando soluções para as áreas de RH e suas operações, feito pelo Liga Insights, com a parceria de Derraik & Menezes, IGC Partners, Ambev e Cargill e com o apoio da ABRH.
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Noticias, publicacoes e artigos de opiniao que abram caminhos para a inovacao educacional.
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5 áreas para avaliar a maturidade digital das escolas

5 áreas para avaliar a maturidade digital das escolas | Inovação Educacional | Scoop.it

Por Luciano Sathler
Diante do desafio de implementar a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) – e, especialmente, as múltiplas possibilidades de itinerários formativos no ensino médio –, apresentamos uma experiência realizada pela Unesco que pode servir como inspiração para educadores e gestores educacionais brasileiros.
A Unesco publicou, recentemente, um relatório sobre o Projeto e-Schools, conduzido na Croácia em 2015. O projeto alcançou 151 escolas que ofertam ensino fundamental e ensino médio naquele país, e contou com a participação de mais de 7.000 professores e 23.000 estudantes.
O objetivo da iniciativa foi propiciar o desenvolvimento de “escolas digitalmente maduras”, capazes de adotar metodologias e tecnologias digitais tanto nas atividades didático-pedagógicas quanto em seus processos de gestão.
As 151 escolas selecionadas para o projeto-piloto foram equipadas com infraestrutura de rede, conectadas com banda larga, e tiveram adaptações arquitetônicas para contar com dois tipos de sala de aula – interativas e de apresentação. Foram disponibilizados materiais didáticos digitais que podiam ser acessados, modificados e novamente liberados para reutilização. Os currículos foram alterados.
Professores, gestores e funcionários técnico-administrativos receberam tablets e computadores portáteis, com acesso a conteúdo digital – inclusive material didático – e a um sistema integrado de gestão da unidade. Foi desenvolvido um extenso programa de formação do pessoal, com encontros e cursos presenciais e online, sendo a articulação realizada por meio de cinco centros regionais de capacitação.
Uma das atividades obrigatórias do projeto foi formar comunidades online de aprendizagem, onde professores, gestores e funcionários técnico-administrativos se comunicavam e partilhavam exemplos das melhores práticas no uso das tecnologias no cotidiano escolar.
O resultado foi o aumento da eficiência e da transparência na gestão escolar. Também foi verificado o fortalecimento das competências digitais dos professores e estudantes, ao se promover e facilitar a aplicação de novas metodologias de ensino.
A Matriz da Maturidade Digital das Escolas foi adotada para permitir a autoavaliação e a avaliação externa, como parte do projeto-piloto de um programa da União Europeia denominado DigCompEdu – Matriz de Competências Digitais para Professores.
São cinco áreas e cinco níveis da maturidade digital das escolas que são avaliados:
A seguir, confira descrições de cada nível de maturidade. Elas indicam as características de uma escola típica em um nível particular de maturidade digital. Uma escola específica pode diferir em alguns aspectos do típico exemplo representativo para um nível específico. No processo de autoavaliação e avaliação externa, uma escola recebe um diagnóstico sobre o nível que está mais próxima, de acordo com suas características.

Nível 1: digitalmente desavisados
A escola não tem conhecimento da possibilidade de usar as tecnologias no ensino e aprendizagem ou nas suas atividades de gestão. Não leva em consideração as tecnologias no planejamento de seu crescimento e desenvolvimento. As tecnologias não são usadas nas relações de ensino-aprendizagem e a equipe educacional não desenvolve suas competências digitais. A comunicação online com a escola geralmente não é possível. A infraestrutura de tecnologias ainda não foi fornecida e os computadores são usados apenas em algumas salas de aula.
Nível 2: iniciantes digitais
Existe a consciência da possibilidade de utilizar as tecnologias na aprendizagem e no ensino e nas atividades de gestão da escola, mas ainda não foram postas em prática. Um pequeno número de docentes utiliza as tecnologias nas relações de ensino-aprendizagem. Há consciência da necessidade de desenvolver as competências digitais da equipe educacional e dos estudantes, mas a prática do desenvolvimento profissional nessa seara ainda não existe.
A escola ainda está inativa no ambiente online e o acesso aos seus próprios recursos tecnologias é muito limitado. A infraestrutura de tecnologias não é desenvolvida e os computadores com acesso à Internet estão disponíveis apenas em algumas salas de aula.
Nível 3: digitalmente competentes
A escola está consciente da possibilidade de utilizar as tecnologias em todos os aspectos das suas atividades e dirige o desenvolvimento dos seus documentos estratégicos e trabalhos práticos em conformidade com esse alinhamento. As tecnologias também são usadas para trabalhar com alunos com necessidades educacionais especiais.
A equipe desenvolve suas competências digitais, material didático e interação digital, e começa a introduzir metodologias ativas de ensino. A escola participa de pequenos projetos focados em tecnologias . O acesso a diferentes recursos de tecnologias é fornecido na maioria das salas de aula. É tomado cuidado para preservar o equipamento e controlar o licenciamento de software. A escola é ativa online, em termos de apresentação de conteúdo e comunicação.
Nível 4: digitalmente avançados
A escola reconhece muito claramente as vantagens das tecnologias em todos os aspectos das suas atividades e, a esse respeito, integra as tecnologias em todos os seus documentos e planos estratégicos, bem como nos seus trabalhos práticos. O pessoal utiliza as tecnologias para metodologias ativas de ensino e avaliação da aprendizagem, bem como desenvolve o seu próprio conteúdo e protege-o por direitos autorais.
Existem repositórios compartilhados de conteúdo que podem ser usados pela equipe e pelos alunos. A formação profissional contínua dos professores para fins de desenvolvimento de competências digitais é planejada e executada, assim como se promove o mesmo pelas competências dos alunos. O acesso a diferentes recursos de tecnologias é fornecido na maioria das salas de aula, enquanto a aquisição e manutenção de recursos de tecnologias é planejada.
A escola é ativa no que diz respeito a projetos de tecnologias e presença online, em termos de apresentação de conteúdo e comunicação. O licenciamento de software é controlado e os aspectos de segurança do uso de recursos de tecnologias são levados em consideração.
Nível 5: digitalmente maduros
Nos seus documentos estratégicos, no planejamento e programa de desenvolvimento escolar, a escola reconhece e exige muito claramente o uso das tecnologias em todos os aspectos das suas atividades. A prática de gestão depende da integração e obtenção de dados de todos os sistemas de informação da escola. A abordagem para o desenvolvimento das competências digitais da equipe educacional e dos estudantes é sistemática, a formação profissional para a equipe e atividades adicionais para os alunos estão disponíveis.
A equipe educacional usa as tecnologias nas metodologias ativas de ensino, o desenvolvimento de novos conteúdos e a avaliação das realizações dos alunos. O conteúdo digital é regularmente protegido por direitos autorais pela equipe educacional e pelos alunos. Há repositórios compartilhados de conteúdos disponíveis para uso da equipe e dos alunos. O acesso a recursos de tecnologias a partir de dispositivos próprios é fornecido em todas as salas da escola.
A escola planeja e adquire, de forma independente, recursos de tecnologias que estão disponíveis em quase todas as salas de aula e toda a escola tem uma infraestrutura de rede desenvolvida. Um sistema de segurança da informação baseado nas melhores práticas foi desenvolvido e o licenciamento de software é sistematicamente controlado e planejado.
A escola é caracterizada por uma variada atividade de projeto de tecnologias, cooperação entre a equipe e os estudantes, bem como entre a escola e outras partes interessadas, por meio do uso de ferramentas de comunicação online e dos serviços eletrônicos da escola.

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O EAD Sebrae está de cara nova! 

O EAD Sebrae está de cara nova!  | Inovação Educacional | Scoop.it

O EAD Sebrae foi criado especialmente para quem já tem um negócio e/ou quem pretende empreender e agora está de cara nova.
São mais de 100 cursos gratuitos para você aprender quando e onde quiser. No site você encontra: cursos, ebooks, cooperação, empreendedorismo, finanças, inovação, leis, mercado, vendas, organização, pessoas, planejamento, negócios e muito mais.
Acesse: https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/cursosonline

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Qual a idade em que somos mais infelizes, segundo a ciência

Qual a idade em que somos mais infelizes, segundo a ciência | Inovação Educacional | Scoop.it

É surpreendente que, em contextos culturais tão diferentes, o padrão se repita: nos sentimos melhor na adolescência, somos mais infelizes até o fim dos 40 e depois valorizamos a sensação de bem-estar quando nos aproximamos da velhice.
Basicamente, a pior parte está no meio, enquanto os maiores momentos de felicidade estão na fase inicial da vida e depois dos 50.

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Como um robô me ajudou a superar a dor da morte de um amigo por câncer

Como um robô me ajudou a superar a dor da morte de um amigo por câncer | Inovação Educacional | Scoop.it

O Vivibot é oferecido pelo GRYT, um aplicativo voltado para pessoas com câncer.
Há dezenas de serviços semelhantes, que batem papo com os usuários sobre questões de saúde mental, disponíveis no mercado. Eles oferecem relatórios de humor e dicas sobre como melhorar seu estado mental e emocional.
"Esses chatbots são um ótimo primeiro passo para pessoas que podem estar tristes, deprimidas ou ansiosas recuperarem sua saúde mental", diz Danielle Ramo, diretora de pesquisa da Hopelab, que desenvolveu o Vivibot.
Ela adverte, no entanto, que os chatbots não podem tratar quadros clínicos de depressão ou ansiedade — e que não foram criados para substituir nenhum tipo de interação humana.
Mas a psicóloga clínica Noël Hunter diz que alguns chatbots não são comercializados dessa maneira e, em vez disso, se apresentam como uma solução para problemas de saúde mental.
"Eles são muito cuidadosos em não dizer isso explicitamente, porque seriam processados. Mas as pessoas recebem essa mensagem", afirma.
Para Hunter, os chatbots reforçam a ideia de que somos culpados por nosso próprio sofrimento.

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Sobre o Programa do Portal da Olímpiada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro

Sobre o Programa do Portal da Olímpiada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro | Inovação Educacional | Scoop.it

O Programa Escrevendo o Futuro é uma iniciativa da Fundação Itaú Social, com coordenação técnica do Cenpec - Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária, que contribui para a melhoria do ensino da leitura e escrita nas escolas públicas de todo o país.
Realiza diversas modalidades de formação presencial e a distância para educadores, além de um concurso de textos que premia as melhores produções dos alunos do 5º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, a Olimpíada de Língua Portuguesa Escrevendo o Futuro, desenvolvida em parceria com o Ministério da Educação.
Também são parceiros do programa na execução das ações o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Canal Futura.

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Como funciona a tecnologia por trás do diploma digital lançado pelo MEC

Como funciona a tecnologia por trás do diploma digital lançado pelo MEC | Inovação Educacional | Scoop.it

De acordo com Sergio Roberto de Lima e Silva Filho, consultor comercial da BRy Tecnologia, empresa que em parceira com o Laboratório de Segurança em Computação (Labsec) ajudou a implementar o projeto-piloto na UFSC, dois recursos criptográficos tornam possíveis a digitalização dos diplomas. “O carimbo do tempo, tecnologia que comprova a data e a hora que o documento foi emitido, e o certificado digital, que garante a autenticidade do diploma” explica.
O carimbo do tempo é vinculado a fontes confiáveis conforme determina a Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), que reúne normas técnicas de segurança usadas na certificação digital. É essa a garantia de que o documento terá validade jurídica a longo prazo, ou seja, poderá ser acessado muitos anos após a emissão. Outra vantagem, completa o especialista, é a prevenção a fraudes, pois a criptografia tem mecanismos de segurança avançados e não é manipulada manualmente.
Com a tecnologia, os diplomas devem ser emitidos por qualquer instituição do sistema de ensino federal.  Além da economia em papel, a digitalização reduz ainda a mão de obra. Em um seminário em Brasília, em abril de 2019, o professor de Segurança da Informação da UFSC, Jean Martina, afirmou que a certificação digital diminuiu em 80% o total de horas de trabalho necessárias para a emissão.
“É um ganho para o meio ambiente e para desburocratização da universidade. A tecnologia evitará a emissão de diplomas falsos, como acontece hoje no modelo em papel. O diploma digital será armazenado no banco de dados da universidade e facilmente acessado sempre que for necessário, inclusive para checar sua validade”, afirma Sergio. Além disso, os certificados podem ser armazenados com segurança em nuvem, o que permite que o acesso seja feito pelo computador, celular e tablet.

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Abraham Weintraub, ministro da Educação, classifica Fies como tragédia

Abraham Weintraub, ministro da Educação, classifica Fies como tragédia | Inovação Educacional | Scoop.it
Abraham Weintraub falou do Programa de Financiamento Estudantil do governo durante participação de audiência pública na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado. “É uma tragédia o financiamento estudantil. São 500 mil jovens começando a vida com o nome sujo”, disse em referência aos jovens inadimplentes no Fies.
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Estudo da USP mapeia as 10 carreiras da próxima década; saiba quais são

Estudo da USP mapeia as 10 carreiras da próxima década; saiba quais são | Inovação Educacional | Scoop.it
De ‘transformação digital’ a ‘ética’, as áreas identificadas envolvem diversos tipos de profissões
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Verbete Draft: entenda o que é Tunnelling, ou inattentional blindness

Verbete Draft: entenda o que é Tunnelling, ou inattentional blindness | Inovação Educacional | Scoop.it

O que realmente é: Tunnelling é o termo usado por alguns cientistas da área comportamental para definir o estreitamento de atenção e cognição que sofremos quando estamos estressados ou sob pressão. O nome sugere que, nessas condições, reagimos como se estivéssemos limitados pela estrutura de um túnel. É chamado também de inattentional blindness (cegueira por desatenção).
Isso pode gerar, basicamente, duas respostas: hiperfoco para realizar uma determinada tarefa ou perda de foco, o que leva à produção apenas do que é imediato, deixando projetos importantes (e que podem levar a mudanças desejadas na vida pessoal ou na carreira) em um limbo eterno.

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Dívida do governo de Minas está cada vez maior 

Sem verbas para honrar 19 contratos de empréstimos com bancos internacionais e nacionais feitos nos últimos 15 anos, Minas Gerais foi o segundo estado com mais dívidas pagas pelo governo federal no ano passado. Segundo levantamento do Tesouro Nacional, dos R$ 8,35 bilhões desembolsados pela União em 2019 para quitar débitos de entes federativos com instituições financeiras, R$ 3,31 bilhões foram dívidas do governo de Minas – montante que representa 40% dos débitos pelo governo federal.
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Roda de Conversa: criatividade na educação | Escolas Transformadoras

Em agosto de 2018, nós realizamos um encontro para falar sobre criatividade na educação! A roda de conversa foi o ponto de partida para produzirmos o livro digital 'Criatividade: mudar a educação, transformar o mundo'. Baixe o livro na íntegra aqui: http://bit.ly/Criatividade-Educacao
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Furto de carro por hackers vira epidemia em Londres e deve chegar ao Brasil

Furto de carro por hackers vira epidemia em Londres e deve chegar ao Brasil | Inovação Educacional | Scoop.it

Cada vez mais conectados e tecnológicos, os automóveis hoje podem ser considerados computadores com rodas. A parte negativa é que, à semelhança de computadores e celulares, os veículos se tornaram alvo da ação de hackers criminosos, capazes de encontrar brechas de segurança ou vulnerabilidades para acessar dados pessoais, controlar remotamente funções do veículo e até furtá-lo.
No Reino Unido, hoje são muitos os relatos de furtos de carros equipados com chave presencial, daquelas que permitem abrir e fechar portas e dar a partida do motor sem tirá-la do bolso. Em agosto do ano passado, o jornal britânico "Daily Mail" noticiou o caso de um Tesla Model S furtado em Londres por uma dupla de hackers em menos de 30 segundos. Toda a ação foi gravada por câmeras de segurança. Confira o vídeo do furto:

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O CONSERVADORISMO E AS QUESTÕES SOCIAIS

O CONSERVADORISMO E AS QUESTÕES SOCIAIS | Inovação Educacional | Scoop.it

O Conservadorismo e as Questões Sociais, pesquisa realizada em parceria com o Plano CDE, se conecta a esses princípios e amplia as possibilidades de compreensão de diferentes olhares para a multidimensionalidade de temas que influenciam o enfrentamento das desigualdades.
Para nós, conhecer pensamentos, valores e posições das pessoas que estão hoje no espectro do conservadorismo é uma forma de olhar para o contexto atual e escutar de maneira cuidadosa algumas de suas vozes, buscando compreender posições e escolhas de quem também faz parte do nosso território de atuação e pode apoiar a transformação.

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Singapura busca empresas brasileiras para investir em inovação

Singapura busca empresas brasileiras para investir em inovação | Inovação Educacional | Scoop.it
Alguma agência de inovação de outros países serviu como modelo para a A*Star?

Sim. Nós seguimos o modelo de organizações europeias e britânicas, cujos institutos de pesquisa tem uma missão econômica. Uma missão de transferir tecnologia e até talentos para a indústria. O Instituto Fraunhofer, da Alemanha, é um exemplo. O VTT, da Finlândia, é outro. Os britânicos têm institutos de pesquisa também. E no Japão, a agência JST.

Olhamos para essas agências como modelos, e construímos institutos de pesquisa de forma que eles pudessem desenvolver capacidades para a nossa indústria. Não são apenas investimentos e apoio a pesquisas científicas. Mas criar plataformas para transferir as tecnologias para companhias em Singapura.

Como a agência A*Star está estruturada?

A economia de Singapura é dominada por multinacionais estrangeiras, em vez de multinacionais domésticas. Elas são as âncoras da nossa economia, particularmente no setor industrial. Então construímos institutos de pesquisa em áreas em que eram os nossos pilares industriais.

Temos institutos em eletrônica, em engenharia, em química, em telecomunicações. E em 2000 nós construímos o instituto de Ciências da Vida (que abrange os campos relacionados à biologia, medicina, agricultura, nutrição, biotecnologia), para desenvolver uma indústria biomédica.

A*Star hoje tem 20 institutos, com mais 5 000 funcionários. Cerca de 4.800 são cientistas e engenheiros. Metade deles têm doutorado. E, desses, metade vêm de 61 diferente países. Simplesmente porque a busca por ciência e tecnologia é realmente uma questão de talento.

Nós temos uma política deliberada de ser abertos a talentos de todos lugares do mundo. E nutrir um ambiente que atrai a diversidade internacional.

Raj Thampuran, de Singapura: “As empresas vão aonde estão os talentos”
Raj Thampuran, de Singapura: “As empresas vão aonde estão os talentos” (Germano Lüders/EXAME)

Com quantas empresas a A*Star trabalha?

Trabalhamos em mais de 2000 projetos por ano, com a indústria. Fazemos parcerias com mais de 200 empresas por ano. E elas podem ser multinacionais, podem ser grandes empresas locais, empresas pequenas e médias. É um espectro muito amplo de tipos de empresas e a natureza dos projetos em que colaboramos com essas empresas.

O investimento em pesquisa fez diferença para a economia de Singapura nas últimas décadas?

A inovação e a capacidade de inovar é vital para qualquer economia que queria se desenvolver na área do conhecimento. Simplesmente porque esta é a vantagem competitiva das companhias. E a habilidade de as empresas em encontrar talentos e ter acesso à infraestrutura de pesquisa acelera a capacidade delas de inovar. Na história de Singapura, esse investimento foi vital. Nós não temos recursos naturais ou outros tipos de atributos.

Outro resultado importante é a construção de talento. As empresas vão onde estão os talentos. E porque temos um o ambiente pesquisa bem financiado, somos capazes de atrair talento de todo o mundo.

E essa é obviamente outra vantagem, porque muito do nosso talento da A*Star flui para a indústria. Todo ano, de 20% a 25% dos nossos pesquisadores deixam a agência para trabalhar nas empresas.
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O que torna os países nórdicos tão felizes?

O que torna os países nórdicos tão felizes? | Inovação Educacional | Scoop.it

Apesar do frio e de seus longos e escuros invernos, a Finlândia foi apontada como o país mais feliz do mundo pelo segundo ano consecutivo, segundo o World Happiness Report, um relatório produzido por organizações e institutos de pesquisa internacionais e divulgado em 20 de março, em um evento das Nações Unidas.
A Finlândia é o país com maior pontuação em seis fatores do ranking: expectativa de vida, apoio social, corrupção, renda, liberdade e confiança e expectativa de vida saudável. São 156 países analisados, e o Brasil está em 32º lugar.
O relatório mede o "bem-estar subjetivo" - o quão felizes as pessoas são, e por quê.
Outro destaque do ranking é que ele é dominado por países nórdicos - além da Finlândia, estão entre os dez primeiros a Dinamarca, a Noruega, a Islândia e a Suécia.

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Como o bullying no trabalho pode afetar a sua saúde

Como o bullying no trabalho pode afetar a sua saúde | Inovação Educacional | Scoop.it

Os pesquisadores acessaram relatórios para averiguar se os participantes sofreram bullying no trabalho e, em seguida, procuraram registros de saúde para ver se haviam desenvolvido alguma doença cardiovascular nos quatro anos seguintes.
Um padrão claro emergiu dos dados daqueles milhares de homens e mulheres. Os 8% a 13% dos entrevistados que disseram que sofreram bullying tiveram 1,59 vezes mais chances do que os outros participantes de desenvolver uma doença cardíaca ou ter um derrame.
A incidência de problemas relacionados ao coração aumentou em 59% nos que foram vítimas de bullying, em comparação com os que não haviam sido intimidados.
Isso se manteve mesmo depois que os pesquisadores controlaram fatores que poderiam gerar confusão, como índice de massa corporal e tabagismo. Eles também descobriram uma relação dose-resposta: quanto mais os participantes disseram que haviam sido intimidados, maior o risco de desenvolver problemas cardíacos.

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Fuga de cérebros: os doutores que preferiram deixar o Brasil para continuar pesquisas em outro país

Fuga de cérebros: os doutores que preferiram deixar o Brasil para continuar pesquisas em outro país | Inovação Educacional | Scoop.it
Todos são doutores recentes e resolveram deixar o país em busca de melhores oportunidades para desenvolver seu trabalho em um ambiente mais favorável à ciência. Eles seguem uma tendência, não registrada nas estatísticas oficiais, mas que aparece nos muitos relatos de migração de talentos para outros países que vem aumentando, conforme pesquisadores chefes de grupos no país e jovens que foram embora, ouvidos pela BBC Brasil. Uma espécie de diáspora de cérebros, que vem preocupando a comunidade científica nacional, por causa das consequências disso para o desenvolvimento do Brasil.
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Quem verá a educação?

Mas outra preocupação ainda maior existe. No Chile, onde há uma forma de autorregulação desde a década de 80, o Centro Interuniversitario de Desarollo (Cinda) observa que o modelo, apesar de bem-sucedido na administração, ainda não foi capaz de lidar com a diversidade e com a responsabilização das instituições de ensino superior pela qualidade do ensino oferecido aos jovens do país.
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MEC divulga resultado do Enem em momento de teste para o ensino superior

MEC divulga resultado do Enem em momento de teste para o ensino superior | Inovação Educacional | Scoop.it
Instituições veem números de matrículas presenciais perder espaço para o EaD, mas guerra de preços pode trazer resultados perigosos no futuro
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Abram alas, Wall Street: os robôs estão chegando

Abram alas, Wall Street: os robôs estão chegando | Inovação Educacional | Scoop.it

Não existem dúvidas: os robôs dominarão o mercado financeiro. A grande questão é quando isso acontecerá totalmente. Pelo menos é nisso que Marcos López de Prado, líder de aprendizado de máquina de uma empresa de finanças americana e autor do livro "Advances in Financial Machine Learning", acredita. De acordo com Prado, o aprendizado de máquina e o big data permitem que os algoritmos façam agora o que só poderia ser feito por humanos até o ano passado.
Se não temos mais avanços no uso de robôs no mundo financeiro, é porque não existe uma quantidade de dados tão grande sobre finanças quanto faces para reconhecimento facial. Além disso, mercados evoluem, o que dificulta esse aprendizado. O especialista acredita que o aprendizado de máquina deveria ser utilizado como uma ferramenta de pesquisa, não como uma ferramenta de previsão.
Ele acredita que as máquinas vão ser capazes de tomar conta dos investimentos totalmente sozinhas, já que tomar decisões é baseado em processar informações e quanto melhor e mais rápido for um sistema para tomar decisões, melhor. Isso é apenas uma questão de tempo.

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Avião comercial decola sozinho pela primeira vez na história ·

Avião comercial decola sozinho pela primeira vez na história · | Inovação Educacional | Scoop.it
Airbus conduz teste que permite aeronave taxiar, decolar e pousar de forma completamente autônoma
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MEC estuda adotar uma ‘CVM’ para fiscalizar universidades privadas

MEC estuda adotar uma ‘CVM’ para fiscalizar universidades privadas | Inovação Educacional | Scoop.it
A ideia de Braga é que sejam criados órgãos como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e BSM, empresa da B3 que faz supervisão do mercado financeiro, para fiscalizar as instituições de ensino superior. Esses órgãos poderiam ser entidades independentes como há em outros países. Ou a própria Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres) do MEC, que hoje é responsável por todos os despachos burocráticos, poderia desempenhar o papel da CVM. A segunda opção é preferida do secretário.
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Debate: Lançamento de livro digital sobre criatividade na educação | Escolas Transformadoras

Confira como foi o bate-papo ao vivo do lançamento do livro digital "Criatividade: mudar a educação, transformar o mundo”.
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Criatividade na educação: 5 vídeos para você aprender mais!

Criatividade na educação: 5 vídeos para você aprender mais! | Inovação Educacional | Scoop.it
O Escolas Transformadoras acredita na potência da criatividade para solucionar problemas e transformar a realidade. Abaixo, 5 vídeos exploram essa competência transformadora e suas potencialidades:
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Até 2040, turista vai viajar sem mala, sem documento e com guia virtual

Até 2040, turista vai viajar sem mala, sem documento e com guia virtual | Inovação Educacional | Scoop.it

O futurologista britânico Ray Hammond, em estudo para a empresa de seguros Allianz Partners, vai mais longe: até 2040, os turistas enviarão suas medidas para os hotéis nos quais ficarão, e as peças serão produzidas em impressoras 3D, tecnologia que deve se popularizar nas próximas décadas. Depois de usada, a roupa será deixada no hotel para reciclagem.
Como a preocupação com a crise climática deve crescer nos próximos anos, o turismo terá que se adaptar para diminuir seu impacto ambiental. 
Segundo Arpassy, a busca por viagens mais corretas do ponto de vista ecológico vai aumentar nos próximos anos e será uma demanda das novas gerações de viajantes.

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Nova realidade - trabalho para idosos

Nova realidade - trabalho para idosos | Inovação Educacional | Scoop.it

Embora necessárias, essas políticas assistenciais podem não ser suficientes diante dos desafios de empregabilidade que os idosos agora têm após a aprovação da reforma da Previdência. Para se aposentar, as mulheres deverão trabalhar até os 62 anos; os homens, até os 65.
Muitas vezes ignorado no debate sobre discriminação, o preconceito etário é uma realidade dura para muitos idosos à procura de emprego, além de configurar crime punível com seis meses a um ano de reclusão pelo Estatuto do Idoso. 
A criminalização, porém, não dá conta de combater os vieses etários no setor privado, pois é intrínseco do preconceito encontrar formas sutis de praticar a discriminação, o que dificulta atestar na prática casos em que há violação da lei.
Combater isso requer, entre outras medidas, melhorar processos seletivos para valorizar a experiência adquirida pelos mais velhos e desenvolver habilidades desse público para encontrar vagas.
A perpetuação do preconceito contra pessoas idosas também não deixa de ser danosa para a economia, já que priva o mercado de profissionais bastante capacitados. 
Atentas a esse fato, as universidades brasileiras já aumentaram, entre 2010 e 2017, o total de professores com 50 anos ou mais de 33,7% para 37,9% nos cursos de graduação e pós-graduação. 
Em um mercado de trabalho cujo futuro prevê a extinção de carreiras tradicionais, cabe ao poder público pensar políticas de capacitação para a população idosa, mas sem deixar de cuidar daqueles em situação de vulnerabilidade —em 2018, segundo dados oficiais, houve aumento de 13% nos casos de violência contra idosos no país. 

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