«(...) Do lado de fora de um jardim para toda agente:
Anacleto – Tu não estás a ouvir as pessoas a chegar, Emilinho?
Emilinho – (de ouvidos à escuta) Sim, parece que sim…
Pelos passos parece uma pessoa.
Anacleto – (também de ouvido à escuta) Talvez seja! Talvez seja! E trata-se de uma pessoa muito especial; passinho à frente do outro, mais outro passinho à frente, ainda outro…
Emilinho – Aproxima-se…
Anacleto – Pois é. Vem para este lado e, pela maneira de andar, tenho quase a certeza de que são os passinhos da minha prima.
Emilinho – Afinal já descobriste se vem só ou acompanhada?
Anacleto – Se é a minha prima, vem acompanhada. Um passinho que dá, e rompe uma ervinha! Um sopro que só ela sabe, e nasce um passarinho no ar. (...)»