Antes de escrever, coisa que faz precocemente a partir dos doze anos, Sophia observa e escuta o mundo nos jardins da quinta dos Andresen. A infância em "território fabuloso" deixa memórias que habitam poemas e contos infantis. Desses universos oníricos mergulhou uma baleia no átrio "desmedidamente grande" da casa dos avós, agora Galeria da Biodiversidade. Recordamos a poeta numa entrevista à filha primogénita, Maria Andresen.
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