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December 19, 2022 7:45 AM
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A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS) da Câmara dos Deputados retira de pauta lei que visa proibir o fraturamento hidráulico Na última quarta-feira, 7 de dezembro, foi retirado da pauta da CMADS o Projeto de Lei 1.935 de 2019, apresentado pelo Dep.
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December 19, 2022 7:45 AM
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Oferta de 11 blocos nesta sexta atrai 9 empresas...
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December 19, 2022 7:44 AM
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ARAYARA.ORG incide sobre o caso que foi alvo de diversas ações jurídicas e administrativas por parte da instituição A comissão de Saneamento Ambiental, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, realiza nesta quinta-feira (15), uma audiência pública para discutir os impactos ambientais...
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December 19, 2022 7:44 AM
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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Com forte presença da Petrobras, o último leilão da áreas para exploração de petróleo sob a gestão Bolsonaro concedeu quatro blocos com potencial de descobertas no pré-sal, garantindo ao governo arrecadação de...
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December 19, 2022 7:44 AM
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Segundo o Instituto Internacional Arayara, há conflitos entre as áreas dos blocos e zoneamentos de conservação de ambientes sensíveis e de espécies ameaçadas de extinção...
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December 19, 2022 7:44 AM
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Com forte presença da Petrobras, o último leilão da áreas para exploração de petróleo garantiu ao governo arrecadação de R$ 916 milhões NICOLA PAMPLONARIO DE JANEIRO, RJ Com forte presença da Petrobras, o último leilão da áreas para exploração de petróleo sob a gestão Bolsonaro concedeu quatro blocos...
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December 19, 2022 7:43 AM
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Sociedade civil e representantes de comunidades tradicionais e de pescadores artesanais do Rio de Janeiro, fizeram uma manifestação no centro da capital fluminense, na manhã desta sexta-feira (16/12), para alertar a sociedade quanto à urgência na consolidação de políticas para uma transição energética justa, inclusiva e sustentável. A mobilização, liderada pelo Instituto Internacional ARAYARA, ocorreu em paralelo à realização da sessão pública do 1º Ciclo da Oferta Permanente sob o regime de Partilha de Produção, promovida pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Os manifestantes se reuniram em frente ao hotel onde foi realizado o leilão, no canteiro central da movimentada Avenida Presidente Vargas, e com faixas de protesto e em defesa da transição energética justa chamaram a atenção de motoristas e pedestres que transitavam pelo local. Leilão esvaziado Foram negociados, no leilão da ANP, apenas quatro dos 11 blocos de exploração ofertados: Água Marinha e Norte de Brava, na Bacia de Campos, e Bumerangue e Sudoeste de Sagitário, na Bacia de Santos. “O fracasso do leilão é um sinal da transição energética, tão demandada pela sociedade civil para proteção do clima, da biodiversidade e das comunidades que não terão suas áreas de pesca prejudicadas por essa atividade”, comemorou o diretor técnico do Instituto ARAYARA e do OPG – Observatório do Petróleo e Gás, engenheiro Juliano Bueno de Araújo. Para o especialista em energia e clima, uma das razões do esvaziamento do leilão foi a falta de critério da ANP ao oferecer áreas inviáveis para exploração, por conta de restrições técnicas, biodiversidade sensível e ambientais. “Entendemos que isso, aliado à insegurança jurídica dos blocos sob litígio, afugentou os investidores, que não querem ter o seu nome associado a um eventual desastre ou a danos socioambientais e econômicos irreparáveis.” Isso foi questionado pela jornalista da Arayara, Juliane Sousa, durante o leilão e, no entanto, não foi respondido pela ANP, que alegou não saber os motivos do desinteresse das empresas na maior parte dos blocos ofertados. Transição Energética Justa O Instituto ARAYARA, Coalizão Energia Limpa, COESUS, Confem e Observatório do Clima, vêm alertando sobre os riscos da expansão da atividade petrolífera nessas bacias, que já são intensamente exploradas, principalmente por conta da sobreposição das novas áreas exploratórias com importantes zoneamentos de conservação de ambientes sensíveis ou de espécies ameaçadas de extinção. As organizações defendem a exclusão de áreas ambientalmente sensíveis do sistema de oferta permanente de blocos de exploração e produção de petróleo, bem como a realização de estudos socioambientais e climáticos mais criteriosos para expansão da atividade petrolífera. Além disso, a ARAYARA, IEA-USP, LUPPA e Sindipetro-RJ propõem a consolidação de uma política nacional para a Transição Energética Justa do Petróleo, o que inclui a criação de um fundo para viabilizar esse processo e a aplicação de royalties da indústria fóssil em programas sociais voltados às comunidades afetadas e à transição energética justa. “O futuro que queremos é o da transição energética justa, no qual o Brasil deixa de ser refém do petróleo e gás, e acelera um programa robusto de hidrogênio verde, de geração de energia por biomassa, eólica e solar, da composição de uma frota, tanto de veículos como de caminhões eletrificados, para que tenhamos uma transição, pautada com tempo e prazo, mas atendendo às NDCs e outros compromissos globais pela descarbonização”, defendeu Araújo. –
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December 12, 2022 9:30 AM
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December 5, 2022 11:52 AM
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Ao podcast, diretor do Sindipetro-RJ explica como foi o processo de construção da “Cartilha Para uma Transição Energética Justa do Petróleo” e da apresentação do material na 27ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas O podcast Lado B do Rio, em sua edição 129, contou com a participação do diretor do Sindipetro-RJ, Rodrigo […]
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December 2, 2022 9:14 AM
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Petrobras está entre as empresas com mais novas plantas de combustíveis fósseis, mostra relatório
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December 2, 2022 9:13 AM
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Organizações brasileiras lançam a Coalizão Energia Limpa – transição justa e livre do gás
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December 2, 2022 9:12 AM
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A expansão de combustível fóssil é incompatível com a meta do Acordo de Paris de manter o aumento da temperatura global em até 1,5ºC em comparação com os níveis pré-industriais.
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December 2, 2022 9:11 AM
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Diretora executiva do Instituto Internacional Arayara comenta também o lançamento de cartilha para uma transição energética justa
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December 19, 2022 7:45 AM
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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Sob a sombra das mudanças na Lei das Estatais e sob protestos de ambientalistas, o governo Jair Bolsonaro (PL) realiza nesta sexta-feira (16) seu último leilão de áreas para exploração de petróleo no pré-sal, com...
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December 19, 2022 7:44 AM
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De acordo com o Instituto Internacional Arayara, há conflitos entre as áreas dos blocos e zoneamentos de conservação de ambientes sensíveis e de espécies ameaçadas de extinção...
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December 19, 2022 7:44 AM
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Arayara.org entrou com ação civil pública na 9ª Vara Federal de Brasília na quarta (14/12) pedindo exclusão de blocos no leilão do pré-sal...
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December 19, 2022 7:44 AM
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Petrobras ficou com fatia em três dos blocos concedidos; outros 7 não tiveram oferta...
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December 19, 2022 7:44 AM
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FOLHAPRESS RIO DE JANEIRO RJ O governo concedeu 4 dos 11 blocos oferecidas no último leilão da áreas para exploração do pré-sal sob a gestão Bolson…...
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December 19, 2022 7:43 AM
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HomePOLÍTICAGoverno arrecada R$ 916 milhões com concessão do pré-sal POLÍTICA Governo arrecada R$ 916 milhões com concessão do pré-sal By: admin Date: dezembro 16, 2022 mais notícias ECONOMIA Útero artificial: progresso ou distopia? FLAMENGO Craque da NBA revela conversa com Neymar e quer jogar no Fla FOFOCAS STF define que Justiça Federal deve julgar tragédia de Brumadinho FUTEBOL Gareth Southgate continua no comando técnico da seleção da Inglaterra até 2024 GAMES 246 horas de entretenimento: os números da CCXP22 – Arkade Com forte presença da Petrobras, o último leilão da áreas para exploração de petróleo garantiu ao governo arrecadação de R$ 916 milhões NICOLA PAMPLONARIO DE JANEIRO, RJ Com forte presença da Petrobras, o último leilão da áreas para exploração de petróleo sob a gestão Bolsonaro concedeu quatro blocos com potencial de descobertas no pré-sal, garantindo ao governo arrecadação de R$ 916 milhões em bônus de assinatura. Ao todo, foram oferecidos 11 blocos, com bônus somado de R$ 1,28 bilhão. Mas o maior risco geológico e incertezas geradas pela transição de governo e pela ofensiva contra a Lei das Estatais acabaram contribuindo para que sete deles ficassem sem oferta. “Foi um resultado muito bom para o Brasil”, disse o diretor-geral da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), Rodolfo Saboia. “As áreas com maior potencial foram arrematadas, mas a melhor notícia é que tivemos competição.” Sete empresas fizeram ofertas, mas a Petrobras acabou saindo como a grande vencedora, com participação em três dos quatro blocos concedidos. A britânica BP ficou com o quarto. Em um deles, Água Marinha, havia perdido a disputa para consórcio formado por Total, Petronas e Qatar Energy, mas exerceu seu direito de preferência garantido por lei e terminou com 30% do consórcio que vai explorar a área. A Petrobras ficou com o bloco mais caro da licitação, Norte de Brava, com o pagamento de R$ 511 milhões em bônus e o compromisso de entregar 65,71% da produção, após descontados os custos de produção, ao governo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE É uma área contígua a descoberta da estatal já em produção na Bacia de Campos, o que antecipa receita do projeto aos novos concessionários – a empresa venceu disputa com consórcio formado com a norueguesa Equinor e a malaia Petronas. Os blocos exploratórios concedidos no leilão desta sexta-feira (16) receberão investimentos mínimos de R$ 1,4 bilhão na pesquisa por reservas de petróleo. O valor tende a crescer para a casa dos bilhões em caso de descobertas de reservas comerciais. O Ministério de Minas e Energia estima que os blocos gerem cerca de R$ 50 bilhões durante sua vida útil, valor que inclui os bônus de assinatura, impostos e a fatia de óleo destinada à União. “Essas áreas vão gerar por muitos anos emprego e desenvolvimento no Brasil”, disse o secretário de Petróleo e Gás do ministério, Rafael Bastos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Foi a primeira concorrência do pré-sal sob o modelo de oferta permanente, no qual os leilões só são agendados após manifestação de interesse das petroleiras pelas áreas. Historicamente, o formato vem rendendo ganhos menores ao governo do que os leilões tradicionais. A título de comparação, a menor arrecadação com bônus de assinatura em leilões do pré-sal no modelo antigo foi de R$ 3,7 bilhões, em valores corrigidos pela inflação, em 2017. Saboia argumentou que as áreas remanescentes do pré-sal têm maior risco geológico do que as licitadas nos primeiros leilões e que hoje o cenário é mais desafiador para a indústria de petróleo, que precisam ser mais seletivas diante do processo de transição energética. Para o IBP (Instituto Brasileiro do Petróleo e Gás), que representa as petroleiras com atuação no país, as incertezas políticas também podem ter impactado as decisões das empresas. O setor já havia se posicionado contra as mudanças na Lei das Estatais. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O diretor do instituto Julio Moreira disse que o resultado do leilão foi “super positivo”, principalmente considerando o maior risco geológico, a transição de governo e a ofensiva contra a lei.. “Uma situação como essa da Lei das Estatais assusta”, afirmou. O diretor-geral da ANP evitou comentar esse assunto. Representante da Petrobras no leilão, o diretor de Exploração e Produção, Fernando Borges, não quis dar entrevista. O leilão foi alvo de ação civil pública protocolada pelas organizações ambientalistas Arayara e Observatório do Petróleo e Gás, que questionam a sobreposição dos blocos oferecidas com áreas de conservação de espécies sensíveis ou de espécies ameaçadas de extinção. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Dizem ainda que os pareceres dos ministérios do Meio Ambiente e de Minas e Energia que garantem o leilão desconsideram essas restrições e que não há estimativas de emissão de gases do efeito estufa pela produção do petróleo em eventuais descobertas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Source link adminhttps://www.newsexpresso.com.br artigos recentes ECONOMIA Útero artificial: progresso ou distopia? 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December 12, 2022 9:32 AM
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December 12, 2022 9:27 AM
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Plano Indicativo de Gasodutos de Transporte mapeia cinco projetos, somando R$ 20,5 bi, para atender futuras térmicas da MP da Eletrobras
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December 2, 2022 9:15 AM
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Coalizão Energia Limpa, lançada na Conferência do Clima, forma uma aliança para excluir o uso do gás natural como fonte de energia para a geração de eletricidade no Brasil até 2050
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Petrobras está entre as empresas com mais novas plantas de combustíveis fósseis, mostra relatório
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December 2, 2022 9:12 AM
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Setor de transportes foi pouco abordado e termelétricas seguem como opção à transição energética
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