A lógica, que deve ser vista com frequência crescente nos tribunais, é responsabilizar os atores (públicos e privados) que produzem impactos negativos ao meio ambiente e sociedade.Confira a coluna Gestão Sustentável desta semana...
Painel realizado em evento promovido pelo Ceert discutiu como as juventudes, sobretudo de pessoas negras, podem visualizar futuros dignos, sustentáveis e possíveis...
Mitigação, adaptação e enfrentamento estão nas propostas dos candidatos ao executivo municipal da capital de Pernambuco, uma das cidades mais vulneráveis às mudanças climáticas do mundo...
O termo “mudança climática” está por toda parte. Saiu dos meios acadêmicos e, infelizmente, acertou em cheio o dia a dia da população. A seca extrema e o inverno calorento alertaram ou deveriam alertar os brasileiros para o fato de que o planeta é susceptível à ação humana e pode se transformar a ponto de tornar inviável a vida na terra. De acordo com estudo do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, de 1961 a 1990, o número de dias consecutivos sem chuva por ano era em média de 80 a 85 dias. Nos anos mais recentes, subiu para cerca de 100 dias, especialmente nas áreas que abrangem o norte do nordeste e o centro do país. Isso significa agravamento dos impactos climáticos. Nada disso estava fora das previsões do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima, o IPCC, que também alertou para as altas temperaturas e o aumento da frequência das ondas de calor.
Será que chegamos a um ponto de não retorno atmosférico? É possível deter o aquecimento global e reverter seus efeitos? O que fazer para melhorar as condições de vida diante dessa degradação do clima? Nesta edição do programa Ponto de Vista, nós conversamos sobre tudo isso com a professora de Ecologia da Universidade de Brasília (UnB), Mercedes Bustamante, que já integrou o IPCC e o Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas, o PBMC.
Calor por vários dias consecutivos pode comprometer novamente a qualidade do ar, com potencial ainda alto para queimadas no país e visibilidade prejudicada...
Fantasia não é acabar com o petróleo, como afirma o cartel, mas ignorar perdas trilionárias com as mudanças climáticas causadas pela queima de combustíveis fósseis...
Terceira live sobre políticas municipais e mudanças do clima discutiu qualidade do ar e saúde; série de transmissões organizada por ((o))eco e Vote pelo Clima termina amanhã...
Investir em transporte público bom, gratuito, seguro e limpo é por si só uma política pública eficaz de desincentivo ao carro e diminuição das emissões de gases de efeito estufa...
As mudanças climáticas afetam o planeta como um todo, mas o peso das suas consequências é maior nos setores mais vulneráveis da sociedade. Essas discrepâncias são o foco da série de reportagens Excluídos do Clima, novo projeto da Folha em parceria com a Fundação Ford.
Reportagens da Folha têm mostrado os problemas que brasileiros de diferentes regiões e biomas já enfrentam, ou ainda vão encarar, em razão da maior frequência e intensidade de eventos extremos como ondas de calor, chuvas e secas, à medida que o planeta aquece.
Para discutir como as desigualdades agravam a crise climática, Priscila Camazano recebe Giuliana de Toledo, editora de Ambiente.
Associação Brasileira de Municípios conclama candidatos e eleitores por mais atenção ao tema.Cidades têm papel crucial na contenção da crise climática...
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