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A mais combativa revista semanal de informação e interesse geral do Brasil...
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Agência manteve a revogação sas outorgas e suspendeu repasse da receita de térmicas do PCS...
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February 8, 2023 1:26 PM
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Litigância Climática: ARAYARA.ORG entra com novas Ações Judiciais contra Complexo Termelétrico em Macaé, Rio de Janeiro 27 de janeiro de 2023 Off Por Danielsuzumura Desabastecimento hídrico e poluição atmosférica grave motivam a instituição a buscar o poder judiciário estadual e federal na proteção da população, meio ambiente e clima. Entre os pedidos feitos por meio da Ação Civil Pública (ACP) estão, Avaliação Ambiental Estratégica (AAE), a atualização do plano e do estudo de disponibilidade hídrica da Bacia Hidrográfica do Rio Macaé e o inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE). O licenciamento do Complexo Termelétrico (cluster de energia termoelétrica fóssil) previsto para a região não poderá prosseguir sem essas avaliações. A Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) é o estudo que analisa os efeitos cumulativos e sinérgicos de todos os empreendimentos na mesma Bacia Hidrográfica, diferente do que é feito no Estudo de Impacto Ambiental (EIA), que classifica de forma separada os danos causados pelo conjunto do empreendimento. Segundo nota técnica escrita pelo IBAMA, há necessidade de aprofundar o conhecimento da área, “entendemos ser necessária realizar avaliação prévia que considere a capacidade de suporte da bacia aérea do município de Macaé, e a capacidade hídrica do rio Macaé de maneira a resguardar a qualidade ambiental no município”. “Somente após a realização destes estudos será possível avaliar os reais impactos à saúde da população e ao meio ambiente de forma adequada”, diz o coordenador de Advocacy da ARAYARA.ORG, Ivens Drumond. “Qualquer licença concedida antes de tais estudos é precipitada.” O Complexo Termelétrico de Macaé neste contexto é composto por 17 empreendimentos, sendo 11 termelétricas, uma unidade de processamento de gás natural e seus gasodutos, a ampliação da Unidade da Petrobras em Cabiúnas, duas linhas de transmissão, um gasoduto e o Terminal Portuário (TERPOR). Destes empreendimentos, 8 termelétricas estão em licenciamento pelo IBAMA e 9 empreendimentos estão sob responsabilidade do INEA. Em novembro de 2022, o Instituto Internacional Arayara entrou com a primeira Ação Civil Pública (ACP) sobre os projetos de geração de energia elétrica que compõem o Complexo Termelétrico no Município de Macaé-RJ. Nesta primeira ACP, as termelétricas, EDF Norte Fluminense S.A. – Usina Termelétrica Norte Fluminense S.A. – Global Participações em Energia S.A. (JACI E TUPÃ), Usina Termelétrica Nossa Senhora de Fátima, Litos Energia Ltda. (LITOS 1, 2, 3 e 4), com licenciamento efetuados pelo IBAMA, sofreram uma série de questionamentos técnicos e jurídicos que inviabilizam a instalação e a atividade desses empreendimentos, devido às graves questões socioambientais e de engenharia. Em Dezembro de 2022, a ARAYARA.ORG deu continuidade à série de ACPs sobre o tema, com pedidos similares aos da ação anterior, porém com foco nos empreendimentos que estão em licenciamento pelo Instituto Estadual do Ambiente – INEA, órgão ambiental estadual do Rio de Janeiro, são eles: Agrivale Incorporações e Construção S.A. (Macaé Complexo Logístico e Industrial Agrivale – CLIMA ); Vale Azul Energia S.A (UTE´s VALE AZUL I, II e III), Marlim Azul Energia S.A. (Linha de Transmissão 500 KV – (SubEstação), MARLIM AZUL (SubEstação) LAGOS e – Gasoduto – Ramal de Distribuição de Gás Natural que pretende interligar o Terminal de Cabiúnas da Petrobrás (TECAB) à Usina Termelétrica (UTE) Marlim Azul. Em Janeiro de 2023, foi protocolada a terceira ACP relativa ao assunto, sobre os gasodutos que pretendem abastecer a unidade de processamento de gás natural (UPGN) de Porto de Açu. Nesse caso, o judiciário é alertado sobre o impacto que os 7 gasodutos trarão, se licenciados da forma como proposto pelo empreendedor. Foi requerida a alteração dos seus traçados, pois passariam dentro da represa Maricota. A própria Secretaria de Meio Ambiente do Município de Carapebus solicitou essa alteração no procedimento administrativo do INEA. A represa Maricota é o principal manancial de abastecimento de água para consumo humano da população de Carapebus e atende milhares de pessoas e atividades econômicas que dependem desse recurso essencial.“O Brasil, que é signatário dos compromissos climáticos globais, para cumprir suas metas assumidas e já ratificadas pelo Congresso Nacional tem um enorme desafio em reduzir suas emissões e em acelerar a transição energética, saindo de uma matriz fóssil (gás natural, carvão mineral e óleo) que é uma das grandes responsáveis por essas emissões. Estas fontes de energia ainda são responsáveis pelo aumento dos custos energéticos domésticos e industriais do Brasil, trazendo inflação e reduzindo a competitividade do país no cenário internacional”, afirma Juliano Bueno de Araújo, Diretor técnico do Instituto Internacional Arayara. Levando em conta o constante debate sobre as mudanças climáticas e a urgência em conter os gases do efeito estufa (GEEs) e a poluição, entendemos que esse tipo de empreendimento é um verdadeiro atentado contra a vida das pessoas que vivem na região. A ARAYARA.ORG, há 30 anos, vem atuando em defesa dos direitos socioambientais e apontando para os problemas causados por investimentos fósseis. Diante disso, em suas ações e atividades, mostra que o Brasil tem um potencial gigantesco para limpar a sua matriz energética de forma justa e sustentável. Instituto Arayara CategoriaClima & Meio Ambiente Dicas para viajar com os animais nas férias Janeiro branco: São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná somam mais de 60% das internações psiquiátricas do país pelo SUS
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Alerta foi feito após anúncio do presidente Lula de “criar condições” para financiar obra de gasoduto para integração energética entre […]...
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January 31, 2023 2:33 PM
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Desabastecimento hídrico e poluição atmosférica estão entre as irregularidades apontadas pelo Instituto Arayara, que reivindica estudos fundamentais negligenciados no licenciamento...
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No apagar das luzes, privatistas correram e realizaram, nesta sexta (16) no Centro do Rio de Janeiro, mais um leilão de blocos.O Sindipetro-RJ participou da manifestação O ato aconteceu em frente ao hotel Windsor Guanabara onde a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizava...
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December 19, 2022 7:38 AM
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RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Com forte presença da Petrobras, o último leilão da áreas para exploração de petróleo sob a gestão Bolsonaro concedeu quatro blocos com potencial de descobertas no pré-sal, garantindo ao governo arrecadação de...
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December 19, 2022 7:38 AM
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FOLHAPRESS RIO DE JANEIRO RJ O governo concedeu 4 dos 11 blocos oferecidas no último leilão da áreas para exploração do pré-sal sob a gestão Bolson…...
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December 19, 2022 7:38 AM
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HomePOLÍTICAGoverno arrecada R$ 916 milhões com concessão do pré-sal POLÍTICA Governo arrecada R$ 916 milhões com concessão do pré-sal By: admin Date: dezembro 16, 2022 mais notícias ECONOMIA Útero artificial: progresso ou distopia? FLAMENGO Craque da NBA revela conversa com Neymar e quer jogar no Fla FOFOCAS STF define que Justiça Federal deve julgar tragédia de Brumadinho FUTEBOL Gareth Southgate continua no comando técnico da seleção da Inglaterra até 2024 GAMES 246 horas de entretenimento: os números da CCXP22 – Arkade Com forte presença da Petrobras, o último leilão da áreas para exploração de petróleo garantiu ao governo arrecadação de R$ 916 milhões NICOLA PAMPLONARIO DE JANEIRO, RJ Com forte presença da Petrobras, o último leilão da áreas para exploração de petróleo sob a gestão Bolsonaro concedeu quatro blocos com potencial de descobertas no pré-sal, garantindo ao governo arrecadação de R$ 916 milhões em bônus de assinatura. Ao todo, foram oferecidos 11 blocos, com bônus somado de R$ 1,28 bilhão. Mas o maior risco geológico e incertezas geradas pela transição de governo e pela ofensiva contra a Lei das Estatais acabaram contribuindo para que sete deles ficassem sem oferta. “Foi um resultado muito bom para o Brasil”, disse o diretor-geral da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis), Rodolfo Saboia. “As áreas com maior potencial foram arrematadas, mas a melhor notícia é que tivemos competição.” Sete empresas fizeram ofertas, mas a Petrobras acabou saindo como a grande vencedora, com participação em três dos quatro blocos concedidos. A britânica BP ficou com o quarto. Em um deles, Água Marinha, havia perdido a disputa para consórcio formado por Total, Petronas e Qatar Energy, mas exerceu seu direito de preferência garantido por lei e terminou com 30% do consórcio que vai explorar a área. A Petrobras ficou com o bloco mais caro da licitação, Norte de Brava, com o pagamento de R$ 511 milhões em bônus e o compromisso de entregar 65,71% da produção, após descontados os custos de produção, ao governo. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE É uma área contígua a descoberta da estatal já em produção na Bacia de Campos, o que antecipa receita do projeto aos novos concessionários – a empresa venceu disputa com consórcio formado com a norueguesa Equinor e a malaia Petronas. Os blocos exploratórios concedidos no leilão desta sexta-feira (16) receberão investimentos mínimos de R$ 1,4 bilhão na pesquisa por reservas de petróleo. O valor tende a crescer para a casa dos bilhões em caso de descobertas de reservas comerciais. O Ministério de Minas e Energia estima que os blocos gerem cerca de R$ 50 bilhões durante sua vida útil, valor que inclui os bônus de assinatura, impostos e a fatia de óleo destinada à União. “Essas áreas vão gerar por muitos anos emprego e desenvolvimento no Brasil”, disse o secretário de Petróleo e Gás do ministério, Rafael Bastos. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Foi a primeira concorrência do pré-sal sob o modelo de oferta permanente, no qual os leilões só são agendados após manifestação de interesse das petroleiras pelas áreas. Historicamente, o formato vem rendendo ganhos menores ao governo do que os leilões tradicionais. A título de comparação, a menor arrecadação com bônus de assinatura em leilões do pré-sal no modelo antigo foi de R$ 3,7 bilhões, em valores corrigidos pela inflação, em 2017. Saboia argumentou que as áreas remanescentes do pré-sal têm maior risco geológico do que as licitadas nos primeiros leilões e que hoje o cenário é mais desafiador para a indústria de petróleo, que precisam ser mais seletivas diante do processo de transição energética. Para o IBP (Instituto Brasileiro do Petróleo e Gás), que representa as petroleiras com atuação no país, as incertezas políticas também podem ter impactado as decisões das empresas. O setor já havia se posicionado contra as mudanças na Lei das Estatais. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE O diretor do instituto Julio Moreira disse que o resultado do leilão foi “super positivo”, principalmente considerando o maior risco geológico, a transição de governo e a ofensiva contra a lei.. “Uma situação como essa da Lei das Estatais assusta”, afirmou. O diretor-geral da ANP evitou comentar esse assunto. Representante da Petrobras no leilão, o diretor de Exploração e Produção, Fernando Borges, não quis dar entrevista. O leilão foi alvo de ação civil pública protocolada pelas organizações ambientalistas Arayara e Observatório do Petróleo e Gás, que questionam a sobreposição dos blocos oferecidas com áreas de conservação de espécies sensíveis ou de espécies ameaçadas de extinção. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Dizem ainda que os pareceres dos ministérios do Meio Ambiente e de Minas e Energia que garantem o leilão desconsideram essas restrições e que não há estimativas de emissão de gases do efeito estufa pela produção do petróleo em eventuais descobertas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Source link adminhttps://www.newsexpresso.com.br artigos recentes ECONOMIA Útero artificial: progresso ou distopia? FLAMENGO Craque da NBA revela conversa com Neymar e quer jogar no Fla FOFOCAS STF define que Justiça Federal deve julgar tragédia de Brumadinho FUTEBOL Gareth Southgate continua no comando técnico da seleção da Inglaterra até 2024 Previous articleBetito Tavares, ator de ‘Coração de Estudante’, morre aos 42 anosNext article“Eu parei de trabalhar para viver meu romance com o Ayrton Senna”, revela Galisteu
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December 19, 2022 7:37 AM
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O 1º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha de Produção (OPP), feito hoje (16) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), arrecadou um total de R$ 916,252 milhões em bô…...
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December 16, 2022 11:37 AM
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Sete dos 11 blocos ofertados no 1º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha da Produção (OPP) não receberam oferta de nenhuma das 13 empresas habilitadas ao certame pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
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December 16, 2022 11:36 AM
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Desenvolvida em parceria com a Petrobras e a USP, pesquisa versa sobre a utilização da magnetoestratigrafia na exploração de petróleo...
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December 16, 2022 11:34 AM
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Entre os vencedores estão o consórcio formado por TotalEnergies, Petronas e QatarEnergy, a Petrobras, a BP e o consórcio entre Petrobras e Shell.Ao todo, foram arrecadados R$ 916,252 milhões em bônus de assinatura...
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March 13, 2023 4:27 PM
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Termelétricas flutuantes no Rio enfrentam ações na Justiça...
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February 23, 2023 12:25 PM
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Agência manteve a revogação sas outorgas e suspendeu repasse da receita de térmicas do PCS...
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February 8, 2023 1:26 PM
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O Instituto Internacional ARAYARA e o Observatório do Carvão, junto de outras organizações parceiras, irão intensificar, este ano, as ações para incentivar a descarbonização da matriz energética brasileira e ajudar o país a avançar na pauta da Transi...
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January 31, 2023 2:33 PM
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Juliano Bueno de Araujo O Instituto Internacional Arayara-ARAYARA.org entrou com medidas judiciais para evitar o Desabastecimento hídrico e poluição atmosférica grave, no estado do Rio de Janeiro que irá afetar 1 milhão de pessoas . A organização climática e sócio ambiental especialista em litigância de direitos e estudos técnicos buscou o poder judiciário estadual e federal na proteção da população, meio ambiente e clima. Entre os pedidos feitos por meio da Ação Civil Pública (ACP) estão, Avaliação Ambiental Estratégica (AAE), a atualização do plano e do estudo de disponibilidade hídrica da Bacia Hidrográfica do Rio Macaé e o inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE). O licenciamento do Complexo Termelétrico (cluster de energia termoelétrica fóssil) previsto para a região não poderá prosseguir sem essas avaliações. A Avaliação Ambiental Estratégica (AAE) é o estudo que analisa os efeitos cumulativos e sinérgicos de todos os empreendimentos na mesma Bacia Hidrográfica, diferente do que é feito no Estudo de Impacto Ambiental (EIA), que classifica de forma separada os danos causados pelo conjunto do empreendimento. Segundo nota técnica escrita pelo IBAMA, há necessidade de aprofundar o conhecimento da área, “entendemos ser necessária realizar avaliação prévia que considere a capacidade de suporte da bacia aérea do município de Macaé, e a capacidade hídrica do rio Macaé de maneira a resguardar a qualidade ambiental no município”. “Somente após a realização destes estudos será possível avaliar os reais impactos à saúde da população e ao meio ambiente de forma adequada”, diz o coordenador de Advocacy da ARAYARA.ORG, Ivens Drumond. “Qualquer licença concedida antes de tais estudos é precipitada.” Complexo Termelétrico de Macaé neste contexto é composto por 17 empreendimentos, sendo 11 termelétricas, uma unidade de processamento de gás natural e seus gasodutos, a ampliação da Unidade da Petrobras em Cabiúnas, duas linhas de transmissão, um gasoduto e o Terminal Portuário (TERPOR). Destes empreendimentos, 8 termelétricas estão em licenciamento pelo IBAMA 9 empreendimentos estão sob responsabilidade do INEA. Em novembro de 2022, o Instituto Internacional Arayara entrou com a primeira Ação Civil Pública (ACP) sobre os projetos de geração de energia elétrica que compõem o Complexo Termelétrico no Município de Macaé-RJ. Nesta primeira ACP, as termelétricas, EDF Norte Fluminense S.A. – Usina Termelétrica Norte Fluminense S.A. – Global Participações em Energia S.A. (JACI E TUPÃ), Usina Termelétrica Nossa Senhora de Fátima, Litos Energia Ltda. (LITOS 1, 2, 3 e 4), com licenciamento efetuados pelo IBAMA, sofreram uma série de questionamentos técnicos e jurídicos que inviabilizam a instalação e a atividade desses empreendimentos, devido às graves questões socioambientais e de engenharia. Em Dezembro de 2022, a ARAYARA.ORG deu continuidade à série de ACPs sobre o tema, com pedidos similares aos da ação anterior, porém com foco nos empreendimentos que estão em licenciamento pelo Instituto Estadual do Ambiente – INEA, órgão ambiental estadual do Rio de Janeiro, são eles: Agrivale Incorporações e Construção S.A. (Macaé Complexo Logístico e Industrial Agrivale – CLIMA ); Vale Azul Energia S.A (UTE´s VALE AZUL I, II e III), Marlim Azul Energia S.A. (Linha de Transmissão 500 KV – (SubEstação), MARLIM AZUL (SubEstação) LAGOS e – Gasoduto – Ramal de Distribuição de Gás Natural que pretende interligar o Terminal de Cabiúnas da Petrobrás (TECAB) à Usina Termelétrica (UTE) Marlim Azul. Em Janeiro de 2023, foi protocolada a terceira ACP relativa ao assunto, sobre os gasodutos que pretendem abastecer a unidade de processamento de gás natural (UPGN) de Porto de Açu. Nesse caso, o judiciário é alertado sobre o impacto que os 7 gasodutos trarão, se licenciados da forma como proposto pelo empreendedor. Foi requerida a alteração dos seus traçados, pois passariam dentro da represa Maricota. A própria Secretaria de Meio Ambiente do Município de Carapebus solicitou essa alteração no procedimento administrativo do INEA. A represa Maricota é o principal manancial de abastecimento de água para consumo humano da população de Carapebus e atende milhares de pessoas e atividades econômicas que dependem desse recurso essencial. “O Brasil, que é signatário dos compromissos climáticos globais, para cumprir suas metas assumidas e já ratificadas pelo Congresso Nacional tem um enorme desafio em reduzir suas emissões e em acelerar a transição energética, saindo de uma matriz fóssil (gás natural, carvão mineral e óleo) que é uma das grandes responsáveis por essas emissões. Estas fontes de energia ainda são responsáveis pelo aumento dos custos energéticos domésticos e industriais do Brasil, trazendo inflação e reduzindo a competitividade do país no cenário internacional”, afirma Juliano Bueno de Araújo, Diretor técnico do Instituto Internacional Arayara. Levando em conta o constante debate sobre as mudanças climáticas e a urgência em conter os gases do efeito estufa (GEEs) e a poluição, entendemos que esse tipo de empreendimento é um verdadeiro atentado contra a vida das pessoas que vivem na região. A ARAYARA.ORG, há 30 anos, vem atuando em defesa dos direitos socioambientais, climáticos, territoriais e apontando para os problemas causados por atividades da indústria fóssil e mineração i. Diante disso, em suas mais de 200 ações no judiciário brasileiro e internacional e em seus estudos técnicos e diagnósticos , demonstra que o Brasil tem um potencial gigantesco para limpar a sua matriz energética de forma justa e sustentável. — Imagem: Fórum Mudanças Climáticas e Justiça Socioambiental
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Alerta foi feito após anúncio do presidente Lula de “criar condições” para financiar obra de gasoduto para integração energética entre Brasil e Argentina A técnica de exploração não convencional do gás de xisto é rechaçada pelo terceiro setor, por conta dos danos irreversíveis ao meio ambiente e ...
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December 19, 2022 7:38 AM
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ARAYARA.ORG incide sobre o caso que foi alvo de diversas ações jurídicas e administrativas por parte da instituição A comissão de Saneamento Ambiental, da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, realiza nesta quinta-feira (15), uma audiência pública para discutir os impactos ambientais...
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December 19, 2022 7:38 AM
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Petrobras ficou com fatia em três dos blocos concedidos; outros 7 não tiveram oferta...
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Com forte presença da Petrobras, o último leilão da áreas para exploração de petróleo garantiu ao governo arrecadação de R$ [...]...
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December 19, 2022 7:37 AM
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Sociedade civil e representantes de comunidades tradicionais e de pescadores artesanais do Rio de Janeiro, fizeram uma manifestação no centro da capital fluminense, na manhã desta sexta-feira (16/12), para alertar a sociedade quanto à urgência na consolidação de políticas para uma transição energética justa, inclusiva e sustentável. A mobilização, liderada pelo Instituto Internacional ARAYARA, ocorreu em paralelo à realização da sessão pública do 1º Ciclo da Oferta Permanente sob o regime de Partilha de Produção, promovida pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Os manifestantes se reuniram em frente ao hotel onde foi realizado o leilão, no canteiro central da movimentada Avenida Presidente Vargas, e com faixas de protesto e em defesa da transição energética justa chamaram a atenção de motoristas e pedestres que transitavam pelo local. Leilão esvaziado Foram negociados, no leilão da ANP, apenas quatro dos 11 blocos de exploração ofertados: Água Marinha e Norte de Brava, na Bacia de Campos, e Bumerangue e Sudoeste de Sagitário, na Bacia de Santos. “O fracasso do leilão é um sinal da transição energética, tão demandada pela sociedade civil para proteção do clima, da biodiversidade e das comunidades que não terão suas áreas de pesca prejudicadas por essa atividade”, comemorou o diretor técnico do Instituto ARAYARA e do OPG – Observatório do Petróleo e Gás, engenheiro Juliano Bueno de Araújo. Para o especialista em energia e clima, uma das razões do esvaziamento do leilão foi a falta de critério da ANP ao oferecer áreas inviáveis para exploração, por conta de restrições técnicas, biodiversidade sensível e ambientais. “Entendemos que isso, aliado à insegurança jurídica dos blocos sob litígio, afugentou os investidores, que não querem ter o seu nome associado a um eventual desastre ou a danos socioambientais e econômicos irreparáveis.” Isso foi questionado pela jornalista da Arayara, Juliane Sousa, durante o leilão e, no entanto, não foi respondido pela ANP, que alegou não saber os motivos do desinteresse das empresas na maior parte dos blocos ofertados. Transição Energética Justa O Instituto ARAYARA, Coalizão Energia Limpa, COESUS, Confem e Observatório do Clima, vêm alertando sobre os riscos da expansão da atividade petrolífera nessas bacias, que já são intensamente exploradas, principalmente por conta da sobreposição das novas áreas exploratórias com importantes zoneamentos de conservação de ambientes sensíveis ou de espécies ameaçadas de extinção. As organizações defendem a exclusão de áreas ambientalmente sensíveis do sistema de oferta permanente de blocos de exploração e produção de petróleo, bem como a realização de estudos socioambientais e climáticos mais criteriosos para expansão da atividade petrolífera. Além disso, a ARAYARA, IEA-USP, LUPPA e Sindipetro-RJ propõem a consolidação de uma política nacional para a Transição Energética Justa do Petróleo, o que inclui a criação de um fundo para viabilizar esse processo e a aplicação de royalties da indústria fóssil em programas sociais voltados às comunidades afetadas e à transição energética justa. “O futuro que queremos é o da transição energética justa, no qual o Brasil deixa de ser refém do petróleo e gás, e acelera um programa robusto de hidrogênio verde, de geração de energia por biomassa, eólica e solar, da composição de uma frota, tanto de veículos como de caminhões eletrificados, para que tenhamos uma transição, pautada com tempo e prazo, mas atendendo às NDCs e outros compromissos globais pela descarbonização”, defendeu Araújo. –
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December 16, 2022 11:39 AM
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No total, nove empresas devem participar do leilão com expectativa de arrecadação de R$ 1,28 bilhão. Leia mais na Gazeta do Povo.
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December 16, 2022 11:37 AM
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Sete de 11 blocos em leilão da ANP não tiveram proposta no 1º Ciclo da OPP Money dezembro 16, 2022 Share Facebook Twitter Pinterest WhatsApp Sete de 11 blocos em leilão da ANP não tiveram proposta no 1º Ciclo da OPP Sete dos 11 blocos ofertados no 1º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha da Produção (OPP) não receberam oferta de nenhuma das 13 empresas habilitadas ao certame pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Foram eles: Turmalina, Itaimbezinho e Cruzeiro do Sul, localizados na Bacia de Campos, além de Ágata, Jade, Esmeralda […] O post Sete de 11 blocos em leilão da ANP não tiveram proposta no 1º Ciclo da OPP apareceu primeiro em ISTOÉ DINHEIRO. admin3 Quero saber mais sobre como ter sucesso no mundo digital adminhttp://sucesso.hmr1973.com Search Últimos Artigos SulAmérica anuncia distribuição de R$ 24 milhões em proventos dezembro 16, 2022 Fundo cripto falido 3AC diz que seus ativos valiam US$ 1 bilhão em julho dezembro 16, 2022 Como a falta de interesse dos jovens em cargos de liderança pode impactar o mercado? dezembro 16, 2022 Ibovespa hoje recua 1% com temor global de recessão e volta aos 102 mil pontos dezembro 16, 2022 @username 41,8k Followers Follow Previous articleSete de 11 blocos em leilão da ANP não tiveram proposta no 1º Ciclo da OPPNext articleTaesa vence lote que garante interligação de energia elétrica Brasil-Argentina Artigos Relacionados Fundo cripto falido 3AC diz que seus ativos valiam US$ 1 bilhão em julho Money dezembro 16, 2022 Como a falta de interesse dos jovens em cargos de liderança pode impactar o mercado? Money dezembro 16, 2022 Ibovespa hoje recua 1% com temor global de recessão e volta aos 102 mil pontos Money dezembro 16, 2022
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December 16, 2022 11:35 AM
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Esse resultado já era esperado pelo mercado.Analistas anteciparam que não haveria forte procura por todos os blocos devido aos riscos envolvidos na exploração...
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