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Positive Psychology Articles

Positive Psychology Articles | school | Scoop.it
Here, you´ll find an overview of groundbreaking and/or highly-cited research articles that have helped to outline the field of Positive Psychology - or an important sub-domain. This page is definit...

Via Kasia Hein-Peters
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Rescooped by Helena Boullosa from Biblioteca Escolar Os Letrias
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As Bibliotecas- Valter Hugo Mãe

As Bibliotecas- Valter Hugo Mãe | school | Scoop.it

Valter Hugo Mãe in Jornal de Letras, 15 a 28 de Maio)

«As bibliotecas são como aeroportos. São lugares de viagem. Entramos numa biblioteca como quem está a ponto de partir. E nada é pequeno quando tem uma biblioteca. O mundo inteiro pode ser convocado à força dos seus livros.

 

Todas as coisas do mundo podem ser chamadas a comparecer à força das palavras, para existirem diante de nós como matéria da imaginação. As bibliotecas são do tamanho do infinito e sabem toda a maravilha.

 

Os livros são família direta dos aviões, dos tapetes-voadores ou dos pássaros. Os livros são da família das nuvens e, como elas, sabem tornar-se invisíveis enquanto pairam, como se entrassem para dentro do próprio ar, a ver o que existe dentro do ar que não se vê.
O leitor entra com o livro para dentro do ar que não se vê.
Com um pequeno sopro, o leitor muda para o outro lado do mundo ou para outro mundo, do avesso da realidade até ao avesso do tempo. Fora de tudo, fora da biblioteca. As bibliotecas não se importam que os leitores se sintam fora das bibliotecas. 

 

Os livros são toupeiras, são minhocas, eles são troncos caídos, maduros de uma longevidade inteira, os livros escutam e falam ininterruptamente. São estações do ano, dos anos todos, desde o princípio do mundo e já do fim do mundo. Os livros esticam e tapam furos na cabeça. Eles sabem chover e fazer escuro, casam filhos e coram, choram, imaginam que mais tarde voltam ao início, a serem como crianças. Os livros têm crianças ao dependuro e giram como carrosséis para as ouvir rir. Os livros têm olhos para todos os lados e bisbilhotam o cima e baixo, o esquerda e direita de cada coisa ou coisa nenhuma. Nem pestanejam de tanta curiosidade. Querem ver e contar. Os livros é que contam.

 As bibliotecas só aparentemente são casas sossegadas. O sossego das bibliotecas é a ingenuidade dos incautos. Porque elas são como festas ou batalhas contínuas e soam trombetas a cada instante e há sempre quem discuta com fervor o futuro, quem exija o futuro e seja destemido, merecedor da nossa confiança e da nossa fé.
Adianta pouco manter os livros de capas fechadas. Eles têm memória absoluta. Vão saber esperar até que alguém os abra. Até que alguém se encoraje, esfaime, amadureça, reclame direito de seguir maior viagem. E vão oferecer tudo, uma e outra vez, generosos e abundantes. Os livros oferecem o que são, o que sabem, uma e outra vez, sem refilarem, sem se aborrecerem de encontrar infinitamente pessoas novas. Os livros gostam de pessoas que nunca pegaram neles, porque têm surpresas para elas e divertem-se a surpreender. Os livros divertem-se. (...) 

 


Via BiblioBeiriz, Biblioteca Escolar Os Letrias
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Hypersay - Deliver presentations they will never forget

Hypersay - Deliver presentations they will never forget | school | Scoop.it
Platform for interactive presentations that massively increase audience engagement. Delight your students, attendees & clients with polls, questions, live slide sharing.

Via Nik Peachey
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Nik Peachey's curator insight, November 2, 2018 8:27 AM

This is a great tool for teachers who like to use presentations and want to push them to students devices and make them interactive.

Rescooped by Helena Boullosa from Edumorfosis.it
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67 essential EdTech tools to use this year

67 essential EdTech tools to use this year | school | Scoop.it

Technology and education is a winning combination that truly helps teachers. These teaching tools streamline the process, help to manage the different aspects of teaching, and create teaching materials that would almost be impossible to do manually. New EdTech tools are constantly launched, or older versions are upgraded with new features.

With their busy schedule teacher don’t always have the time to research new EdTech tools. To assist teachers, we’ve created a list of essential EdTech Tools.


Via Edumorfosis
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103 Free Presentation Templates for Teachers and Students from Slides Carnival via Nick LaFave

103 Free Presentation Templates for Teachers and Students from Slides Carnival via Nick LaFave | school | Scoop.it
Completely free presentation templates - no strings attached! Works with Google Slides and PowerPoint. Easy to customize, uniqu

Via Tom D'Amico (@TDOttawa)
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Create Evernote Templates To Organize Notes Your Way With KustomNote

Create Evernote Templates To Organize Notes Your Way With KustomNote | school | Scoop.it

Everyone recommends Evernote so much these days that it gets hard to imagine at times what the world was like before the little catch-all app came along. While Evernote works great for generic notes in all the supported formats, there are scenarios where you need to frequently note down information that is in a specific format, and you want to be able to save all that information while keeping the structural separation of the format intact. There may be a few such services out there, but many want to avoid the hassle of using multiple note-taking apps and would want to stick with their tried-and-tested Evernote. Fortunately, we’ve come across a service that takes care of all of this. Meet KustomNote - a web app that works as a companion to Evernote and lets you create templates to quickly and easily collect your ideas, appointments, research data etc. in a format of your choice.


Via Frédéric DEBAILLEUL
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Rebuilding education for the class of 2030

Rebuilding education for the class of 2030 | school | Scoop.it

Recent research estimates that by 2030 half of the work being done by people around the world today will be automated by existing technology, and up to 375-million people may need to switch occupational categories between now and then.

Policy makers will need to take this into account and embrace advances like artificial intelligence, cloud computing and the intelligent edge to empower young learners and equip teachers with the tools, knowledge and skills to effectively shape their students’ young minds.


Via Edumorfosis
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How Do Mobile Devices make Learning Easier for Learners? 

How Do Mobile Devices make Learning Easier for Learners?  | school | Scoop.it

"a mobile can handle anything from texts to calls to even complex software apps, and thanks to the application of AI and machine learning it is now capable of assisting users more than ever. So how can these affordances, the mobile devices and the inherent features make learning easier for learners?"


Via EDTECH@UTRGV
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How Do You Play Games

How Do You Play Games | school | Scoop.it
This site features instructions and guides to fun games, icebreakers, activities for classrooms, parties, youth groups, camps and businesses. Click on a game to read how to play!

Via Nik Peachey
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Christiane Windhausen's curator insight, November 26, 2017 4:04 AM
Gute gruppensynamische Spiele für Teams 
The Library Patch's curator insight, November 26, 2017 6:20 AM
Through play we learn!
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Ricard Garcia's curator insight, November 27, 2017 4:30 AM
NIce showcase on how to use games in a language class!
Rescooped by Helena Boullosa from Inovação Educacional
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Que Competências para as Novas Gerações? [III]

Que Competências para as Novas Gerações? [III] | school | Scoop.it
Neste meu terceiro texto sobre competências para as novas gerações optei por não me referir explicitamente ao relatório Perfil dos Alunos para o Século XXI. Pareceu-me que seria mais apropriado aproveitar o resto do período de debate suscitado pela publicação do Perfil para dar conta de algumas reflexões que fui consolidando sobre o tema ao longo dos anos. Assim, em vez de me centrar no referencial do Ministério da Educação, irei recorrer a um referencial alternativo que tenho vindo a desenvolver para meu uso. As contribuições para o debate do Perfil surgirão, assim, de forma implícita, em torno do debate deste outro referencial.
Quando comecei a interessar-me pela temática das competências para as décadas futuras, e deparei com um cenário babélico de referenciais internacionais distintos, apercebi-me de que estava perante um manancial imenso de informação sobre as competências que o mercado, entendido em sentido lato, desejava — em alguns casos, implorava — que a escola lhe desse, e que a escola não lhe dava. O volume de informação recolhido pelas equipas de alguns destes referenciais junto dos mais variados stakeholders mundiais era de tal forma rico que me apercebi de que seria impossível progredir com solidez neste domínio sem tentar explorar ao máximo esse manancial.
Perante a diversidade de referenciais aparentemente incompatíveis, surgiam-me duas formas de prosseguir. Uma, era conduzir um estudo comparativo dos referenciais e tentar retirar algum sentido da comparação. A outra, era tentar fundir, num só, os referenciais existentes. Como me apercebi, entretanto, de que já havia estudos extensos e rigorosos de comparação dos referenciais, optei por me socorrer dos resultados desses estudos para me lançar na aventura — ou, se quiserem, no artesanato de filigrana — de fundir os diversos referenciais num só. O resultado, que ainda está a sofrer ajustes e consolidações, é o que observam no mapa conceptual que ilustra este artigo.
Importa reforçar que não existe neste referencial — que é o primeiro e único referencial de síntese de competências que conheço — nenhuma competência que não estivesse nos referenciais de origem. Se alguém encontrar alguma competência que não gosta de lá ver, ou se, pelo contrário, encontrar no referencial alguma omissão imperdoável, não há muito que possa ser feito para reparar a falha sem atraiçoar o objetivo de síntese que presidiu à sua elaboração. O que se pode fazer agora, e eu tenho vindo a tentar fazer, é interpretar e explorar o referencial, tal como ele ficou, e eventualmente enriquecê-lo com os dados de outros referenciais fidedignos que venham a surgir.
Vou, então, passar a comentar brevemente este referencial de síntese, sem, no entanto, deixar de insistir em que as competências de que aqui falo não são disciplinas, ou ramalhetes de conhecimentos traduzidos por conteúdos, mas sim competências de nova geração, entendidas como: (1) transversais, cobrindo mais do que um domínio; (2) multidimensionais, incorporando saberes, aptidões, atitudes e valores; e (3) indutoras de comportamentos de ordem superior quando aplicadas à resolução de problemas em situações complexas ou de elevada incerteza.
Se, para simplificar, ignorarmos os vinte e oito ramos mais periféricos do referencial, ficamos com as cinco pétalas centrais retangulares sombreadas. A pétala superior esquerda sintetiza as competências fundamentais que cada cidadão deverá possuir e cultivar. Se prosseguirmos no sentido dos ponteiros do relógio, surgem-nos as competências para aprender e inovar, que se entrelaçam com as anteriores e as reforçam, estimulando o exercício da curiosidade, da criatividade, do pensamento lógico e do pensamento sistémico, ao mesmo tempo que convidam à inovação.
Seguem-se, no sentido dos ponteiros do relógio, as competências emancipatórias — a meu ver, as mais desesperadamente necessárias aos jovens cidadãos dos nossos dias. Educados numa escola dominada pelas pedagogias da explicação, isto é, da autoridade do professor perante a convencionada ignorância e dependência do aluno, os jovens dos nossos dias saem do sistema de ensino obrigatório, a caminho do mercado de trabalho ou dos estudos superiores, num auge de passividade e abulia. Em boa verdade, se alguns emergem do sistema de ensino obrigatório com níveis aceitáveis de autonomia e capacidade de afirmação, isso acontece, não graças ao sistema, mas apesar dele.
Continuando no sentido dos ponteiros do relógio, encontramos as competências humanísticas e artísticas. Se as competências anteriores são essenciais à sobrevivência do indivíduo nas próximas décadas, arrisco-me a sugerir que as competências humanísticas e artísticas poderão ser essenciais à sobrevivência da civilização. Com os algoritmos e sistemas de aprendizagem automática a reproduzirem-se em roda livre, nas mãos do grande capital sem escrúpulos e de técnicos sem dimensão cultural que não seja a da sua específica e restrita especialidade, podemos estar a encaminhar-nos a passos largos para uma catástrofe civilizacional — que até já se anuncia! Onde estarão as competências culturais e transdisciplinares superiores capazes de dar sentido humano aos resultados debitados mecanicamente pelas análises maciças de dados? Quem será capaz de vigiar os erros e preconceitos que alimentam essas análises e que estão, muitas vezes, na base da concepção dos algoritmos? Ou conseguimos formar cidadãos com a dimensão cultural, social, filosófica, ética, histórica, política, estética, artística necessária para humanizar a tomada de decisão e gritar que o robô vai nu, ou arriscamo-nos a assistir, ainda neste século, a grandes tragédias.
Por último, no sentido dos ponteiros do relógio, mas sem que merecessem o último lugar, surgem as competências sociais e emocionais. Num mundo largamente destituído de literacias sociais, relacionais e emocionais genuínas, estas competências, que se entrançam intimamente com as restantes, são hoje reconhecidas como fortes predictors of success, isto é, como determinando antecipadamente o sucesso de quem as possui e o insucesso de quem não as desenvolve e cultiva
Haveria que percorrer agora cada uma das vinte e oito competências periféricas do referencial. Algumas delas mereciam um ou mais artigos inteiros, como é o caso das super-competências de comunicação, que abrangem aquilo que o Perfil dos Alunos para o Século XXI define como “linguagens e texto”, “informação e comunicação” e muito, muito mais. Haveria que debater também, profundamente, as pedagogias necessárias para dar sentido a tudo isto. Pedagogias que na escola de hoje continuam a ser predominantemente explicativas, apesar de existir hoje larga margem, facilitada pelas tecnologias, para fomentar pedagogias emancipatórias. Tudo isso poderá ser tema para futuros episódios, se a agenda me for dando uma ou outra aberta e estas questões suscitarem, de quem as lê, interesse que o justifique.

Via Luciano Sathler
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Rescooped by Helena Boullosa from Digital Delights - Digital Tribes
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Alternatives To Homework: A Chart For Teachers

Alternatives To Homework: A Chart For Teachers | school | Scoop.it
Alternatives To Homework: A Chart For Teachers

Via Ana Cristina Pratas
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Stop Teaching Students What to Think. Teach Them How to Think

Stop Teaching Students What to Think. Teach Them How to Think | school | Scoop.it
The challenge is not information storage but information processing. It's not about information itself but how to use information. The teaching of creativity, curiosity, critical thinking, analytical thinking, problem-solving, and a love of learning itself will be critical to transitioning from the industrial age to the automated age.

Via Nik Peachey
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Nik Peachey's curator insight, October 3, 2017 1:26 AM

Have to agree with this.

Fiona Leigh's curator insight, October 3, 2017 4:50 PM
All educators need to examine their practice to motivate learners to want to learn
Rob Hatfield, M.Ed.'s curator insight, October 6, 2017 8:45 AM
The 21st Century teaching and learning environment teach students how to think vs. what to think.
Rescooped by Helena Boullosa from Digital Presentations in Education
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23 Free Resources For Presentation Design

23 Free Resources For Presentation Design | school | Scoop.it
In this list we're sharing some of our favorite websites that offer free resources for presentation design such as templates, icons, images, fonts and more.

Via Baiba Svenca
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Nevermore Sithole's curator insight, October 25, 2017 4:31 AM
23 Free Resources For Presentation Design
Volkmar Langer's curator insight, October 27, 2017 5:16 AM
Fresh up your presentations with these free resources
Nevermore Sithole's curator insight, February 1, 2018 4:30 AM
23 Free Resources For Presentation Design
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¿Qué es un Mapa Mental? - Cómo Hacerlos con Ejemplos

¿Qué es un Mapa Mental? - Cómo Hacerlos con Ejemplos | school | Scoop.it
Características de un mapa mentalCómo elaborarlosPáginas web para hacer mapas mentalesBeneficios y usosDiferencias entre un mapa mental y conceptual
Via Gumersindo Fernández
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Rescooped by Helena Boullosa from Mobile Learning 21
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� Do you teach with a paper-based mindset? �

� Do you teach with a paper-based mindset? � | school | Scoop.it
Are you approaching the tech in your classroom with a paper-based mindset?

Via Adelina Moura
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ClassroomScreen

ClassroomScreen | school | Scoop.it
Quickly get a timer, textbox, noise meter, drawing tool, name picker, work symbols and more. Completely free.

Via Nik Peachey
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Nik Peachey's curator insight, November 29, 2018 9:22 AM

This is a beautiful free interactive whiteboard screen you can simply open and use in your browser.

Greg Quinlivan's curator insight, November 29, 2018 8:59 PM
Nice, intuitive tool. Will be useful for online teaching as much as for classroom settings.
Rescooped by Helena Boullosa from iGeneration - 21st Century Education (Pedagogy & Digital Innovation)
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ClassroomScreen - utilities at your fingertip for: timer, clock, random name picker, traffic light, QR codes, and more

ClassroomScreen - utilities at your fingertip for: timer, clock, random name picker, traffic light, QR codes, and more | school | Scoop.it
Quickly get a timer, textbox, noise meter, drawing tool, name picker, work symbols and more. Completely free.

Via Tom D'Amico (@TDOttawa)
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Math&TIC teacher's curator insight, October 21, 2018 3:47 AM
Merece la pena estudiar y aplicar estas técnicas.
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CleverPDF : une suite d'outils complète et gratuite pour convertir et modifier ses fichiers PDF

CleverPDF : une suite d'outils complète et gratuite pour convertir et modifier ses fichiers PDF | school | Scoop.it

Si vous manipulez fréquemment des fichiers PDF, la suite CleverPDF est à mettre tout de suite dans vos favoris. Elle offre une multitude d’outils simples et gratuits pour convertir, modifier, watermarker, combiner, encrypter, spliter ou encore compresser vos fichiers.


Via Frédéric DEBAILLEUL
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14 COISAS OBSOLETAS NAS ESCOLAS DO SÉCULO XXI | Educação e Cultura AZ

14 COISAS OBSOLETAS NAS ESCOLAS DO SÉCULO XXI | Educação e Cultura AZ | school | Scoop.it


Para dizer que a escola sempre foi assim, isso não conta como uma justificativa legítima para que ele permaneça desse jeito. Em todo o mundo, professores e administradores estão fazendo coisas incríveis, em resposta a todas as novas soluções, pesquisas e idéias.
Não estou dizendo que devemos melhorar o sistema atual ... devemos mudá-lo para outro.

Aqui está uma lista de 14 coisas que são obsoletas nas escolas do século XXI e espero que inspiram um debate animado sobre o futuro da educação.

1. Salas de informática

A idéia de levar um grupo inteiro para uma sala de informática com equipamentos desatualizados uma vez por semana para praticar suas habilidades de teclado e devolvê-las à sala de aula 40 minutos depois é obsoleta. Computadores ou tecnologia não devem ser apenas um assunto específico, já não é suficiente; Em vez disso, eles devem ser parte integrante de todos os assuntos e ser incorporados ao currículo.

2. Aulas isoladas

As salas de aula podem ser isoladas de duas maneiras. Um dos pais, professores ou convidados não são bem vindos porque as portas e cortinas estão sempre fechadas ... o que significa "Não entre aqui". A outra maneira de ser isolado é estar ciente de todo o conhecimento que está além das quatro paredes da sala de aula. Por exemplo, Internet, vídeos, blogs, sites e visitas de autores ou cientistas através do Skype, apenas para mencionar alguns.

Tony Wagner, autor da Global Achievement Gap, diz: "O isolamento é o inimigo da melhoria". A sala de aula deve estar aberta, os professores devem poder caminhar e aprender uns com os outros, os pais devem visitá-lo com freqüência (por exemplo, nos dias adicionais de escola aberta, onde os pais são convidados a visitar as salas de aula a qualquer momento do dia). As salas de aula isoladas são, portanto, obsoletas.

3. Escolas que não possuem WiFi

As escolas que não possuem uma rede forte de Wi-Fi para funcionários e estudantes não estão apenas perdendo uma grande mudança para ensinar e aprender, mas estão impedindo os alunos de acessar o conhecimento e suas oportunidades de aprender sobre a internet e o uso da tecnologia. de forma segura

As escolas do século 21 tornam possível que seus alunos e funcionários aprendam em qualquer lugar, as escolas que não permitem que sejam obsoletas.

4. Proibição de celulares e comprimidos

A remoção de celulares e tablets em vez de usá-los para melhorar a aprendizagem é obsoleta. Devemos comemorar a tecnologia que os alunos trazem com eles e usá-lo como uma ferramenta de aprendizagem.

Os telefones celulares não são mais apenas dispositivos para enviar mensagens de texto e fazer chamadas ... quando estavam, a proibição estava bem. Hoje, há mais poder de processamento em um celular normal do que a NASA teve acesso quando enviaram o homem para a lua em 1969. No entanto, a maioria dos alunos só sabe como usar esses dispositivos para redes sociais e para jogar.

Hoje, com o dispositivo de bolso, é possível editar um filme, fazer um programa de rádio, tirar fotos, fazer cartazes, sites, blogs, manter conversas e pesquisar o Google para a maioria das respostas a um exame. Devemos mostrar aos nossos alunos as possibilidades e transformar essas distrações em oportunidades de aprendizagem com um alcance muito além da sala de aula.

5. Diretor de Tecnologia com permissão de administrador

Ter uma pessoa responsável pelo sistema informático, que trabalha no porão em um escritório sem janelas, cercado por computadores antigos, que atualiza os programas e diz ao pessoal quais ferramentas tecnológicas podem ou não podem usar, é obsoleta.

Atualmente, precisamos de coordenadores de tecnologia que sabem o que os professores e os alunos precisam para ser bem sucedido e resolver problemas em vez de colocar obstáculos. Alguém que ajuda as pessoas a se ajudar, dando-lhes responsabilidade, encontrando maneiras melhores e mais baratas de fazer as coisas.

6. Professores que não compartilham o que fazem

Os professores que trabalham em silêncio, não enviam tweets, blogam ou discutem idéias com pessoas de todo o mundo, são obsoletos. Os professores já não trabalham localmente, mas globalmente, e é nosso dever compartilhar o que fazemos e ver o que os outros estão fazendo. Se um professor não aprender mais, então ele não deveria estar ensinando os outros.

Todos nós temos que escrever blogs e compartilhar o que funciona e o que não acontece; receber e dar conselhos de colegas em todo o mundo. Devemos estar melhorando constantemente, uma vez que o desenvolvimento profissional não é uma oficina de três horas, uma vez por mês, mas um processo ao longo da vida.

"Não aprendemos com a experiência ... aprendemos a refletir a experiência". -John Dewey

7. Escolas que não têm Facebook ou Twitter

As escolas que pensam que publicar um artigo a cada duas semanas em seu site e um boletim mensal é suficiente para manter os pais informados são obsoletos.

A escola deve ter uma página no Facebook, compartilhar notícias e informações com os pais, ter uma conta do Twitter e sua própria hashtag, colocar seu próprio canal de TV online onde os estudantes classificam e editam coisas sobre eventos escolares.

Se você não contar sua história, outra pessoa irá.

8. Cafeteria com alimentos não saudáveis

Cafeterias em escolas que operam quase como restaurantes de fast food, onde funcionários e estudantes recebem comida barata, rápida e não saudável, são obsoletos.

Algumas escolas na Islândia e na Suécia se voltaram completamente para os alimentos orgânicos e pensaram seriamente no benefício a longo prazo de uma alimentação saudável e não a curto prazo do que não é. Por exemplo, em Stora Hammar na Suécia, 90% dos alimentos servidos são orgânicos.

Os meninos devem servir seus próprios pratos, limpar depois e até lavar a louça. Não é porque eu salvei o trabalho da escola, mas porque faz parte do crescimento e da aprendizagem da responsabilidade. Algo que as escolas do século 21 também devem fazer é cultivar suas próprias frutas e vegetais, onde os alunos podem irrigá-los e aprender sobre a natureza. Cada escola também deve ter uma fazenda para alimentar seus alunos, mas se essa não for uma opção (por exemplo, nas grandes cidades), eles podem pelo menos instalar uma fazenda de varandas em uma das janelas da escola.

O objetivo de proporcionar aos alunos alimentos saudáveis ​​não é apenas dar-lhes nutrição suficiente para apoiar o dia escolar, mas fazer com que os alimentos saudáveis ​​sejam uma parte normal do seu cotidiano e fazê-los pensar sobre nutrição, o que é algo que irá beneficiar o resto de sua vida.

9. Comece a escola às 8 da manhã para adolescentes

A pesquisa mostrou uma e outra vez que os adolescentes realizam e se sentem melhor nas escolas que começam mais tarde. Muitas vezes, pais e administradores precisam se adaptar a essa mudança. Pesquisas (por exemplo, do Journal of Developmental and Behavioral Pediatrics) mostram que atrasar o início da escola em apenas 50 minutos e, ao invés disso, estender a saída em 30 minutos, tem um efeito positivo na aprendizagem e atividades pós-escolares. As escolas que não fazem isso são obsoletas.

Começar mais tarde é fácil e o professor pode usar o tempo extra pela manhã para preparar a aula ... É uma situação ganha-ganha.

10. Compre projetos de cartazes, brochuras e site para escola

Quando sua escola exige cartazes, folhetos ou um novo site, não deve ser comprado de um terceiro (embora em alguns casos possa ser); Em vez disso, seus alunos podem fazê-lo. Nas melhores escolas do futuro, haverá aqueles que o fazem como um projeto real que tenha significado e como um projeto colaborativo em linguagem, tecnologia e arte.

11. Bibliotecas tradicionais

As bibliotecas que apenas contêm livros e tabelas de xadrez são obsoletas.

A biblioteca do século XXI deve ser o coração da escola e um lugar onde os alunos e funcionários podem relaxar, ler, obter aconselhamento, acesso a dispositivos poderosos, editar vídeos, música, impressão 3D e aprender a programar, para citar alguns . Aprender espaço século XXI deve dar às pessoas uma oportunidade igual a usar estes dispositivos e acesso à informação. Caso contrário, as bibliotecas ficarão museus onde as pessoas vão olhar para tudo o que costumava usar.

12. Todos os estudantes obtêm o mesmo

Colocar crianças no mesmo grupo apenas porque nasceu no mesmo ano é obsoleto. Os sistemas escolares foram originalmente estabelecidos para atender às necessidades da industrialização. Naquela época, precisávamos que as pessoas trabalhassem nas fábricas, a conformidade era a coisa certa e ninguém deveria se destacar ou ser diferente nesse ambiente. Futuro separado, isso não corresponde às nossas necessidades atuais, mas ainda assim muitas escolas são estabelecidas como as fábricas que alimentaram há 100 anos.

Devemos aumentar as decisões, dar às crianças o apoio para florescer no que os interessa e não apenas dar-lhes atenção extra em coisas que dão errado. Na maioria das escolas, se você é bom em arte, mas ruim no alemão, eles lhe dão lições de alemão para alcançar os outros alunos, em vez de promover a excelência na arte ... Todos iguais, todos iguais!

A educação deve ser individualizada, os alunos devem trabalhar em grupos independentemente da idade e a educação deve ser construída em torno de suas necessidades.

13. Um workshop de desenvolvimento profissional para todos

Uma escola que envia todos os seus funcionários para uma oficina, uma vez por mês, onde todos obtêm o mesmo, é obsoleta. A regulamentação do desenvolvimento profissional é de cima para baixo, em vez do inverso, onde todos obtêm o que desejam e precisam. Isso ocorre porque dar a todos (incluindo estudantes) o que eles precisam e querem, custa tempo e dinheiro.

Com coisas como Twitter, Pinterest, artigos on-line, livros, vídeos, cooperação e conversas, os funcionários podem personalizar seu desenvolvimento profissional.

14. Testes padronizados para medir a qualidade da educação

Ver os testes padronizados para avaliar se as crianças estão ou não educando é a coisa mais estúpida que podemos fazer e dá uma visão superficial da aprendizagem. Os resultados, embora moderadamente importantes, medem apenas parte do que queremos que nossos filhos aprendam e, concentrando-se nesses exames, estamos reduzindo seu currículo. Alfi Kohn até assinalou uma correlação estatística importante entre pontuações altas em testes padronizados e uma abordagem superficial para a aprendizagem.

Atualmente, o mundo atual e as necessidades da sociedade são completamente diferentes do que costumavam ser. Não estamos apenas treinando pessoas para trabalharem localmente, mas globalmente. Com um teste padronizado como o PISA, estamos reduzindo o currículo, e todos os países da OCDE estão ensinando o mesmo. Por isso, todos produzimos o mesmo tipo de trabalhadores, trabalhadores antiquados, para trabalhar nas fábricas. Pessoas que podem obedecer, comportar-se e ser como todos os outros.

No mundo global de hoje é mais fácil terceirizar para qualquer pessoa disposta a fazer o mesmo trabalho, com a mesma velocidade e por menos dinheiro. Portanto, precisamos de pessoas criativas que podem fazer algo mais e pensar de forma diferente.

Andrea Schleicher (2010) disse: "As escolas devem preparar os alunos para trabalhos que ainda não foram criados, tecnologias não inventadas e problemas que não sabemos surgirá".

O ensino padronizado pode ter sido a resposta, mas dizer que é obsoleto é dizer pouca e única maneira de tentar reparar um sistema fraturado. Os resultados desses testes são, de acordo com Daniel Pink (2005), em contradição direta com as habilidades que exigimos hoje. Essas habilidades são, por exemplo, design, narração, sinfonia, empatia, jogo e significado.

Devemos resolver problemas reais, fazer perguntas que importam em vez de lembrar e repetir fatos. As conquistas dos adultos são, de longe, mais fortemente ligadas à sua criatividade do que ao seu QI, e devemos estar comemorando conhecimentos e interesses diversos em vez de tentar padronizar conhecimentos e habilidades.

Pergunto-me se as escolas finalmente mudar seu curso se desenhou um novo teste padronizado que mede a numeralidad não a ciência e alfabetização habilidades, mas a empatia, pensamento criativo e comunicação ... Talvez apenas essa necessidade.

Considerações finais

Todos os sistemas educacionais do planeta estão sendo reformados, mas não acredito que as reformas sejam o que precisamos. Precisamos de uma revolução e transformamos o sistema educacional em outra coisa. Não é uma tarefa fácil, embora HE Phillips tenha dito uma vez:

Vale a pena lutar pelo que vale a pena ter

Fazer algo novo e obter baixos resultados no teste antigo não deve surpreender ninguém. Qual é o objetivo de fazer algo novo e diferente se obtivermos os mesmos resultados nos testes padronizados ... então, também podemos fazer educação de fábrica, conformar e cumprir.

"Se eu tivesse perguntado às pessoas o que eles queriam, eles teriam dito: cavalos mais rápidos". -Henry Ford

Isso é exatamente o que estamos fazendo hoje. Peça aos nossos alunos para memorizar mais, escrever melhor e repetir mais rápido do que antes ... assim como queríamos o cavalo mais rápido, quando de fato deveríamos estar pedindo o carro. É certo que o carro não era melhor que o cavalo no início e nem nosso sistema educacional será melhor ou perfeito. Nunca será perfeito, deve estar em constante evolução.

Não sei como é um sistema educacional perfeito e nem penso que exista. Mas acho que se conversarmos, tentamos algo diferente, cometemos erros, investigamos e compartilhamos o que fazemos, podemos aproximar-nos muito.

Se você quer uma mudança na educação, você deve começar em sua própria sala de aula.

"A educação pode ser promovida de cima para baixo, mas só pode ser melhorada de baixo para cima".

- Sir Ken Robinson


Via Dênia Falcão, PEIn Dênia Falcão
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10 reasons every teacher needs a Professional Learning Network

10 reasons every teacher needs a Professional Learning Network | school | Scoop.it

According to Marc-André Lalande, “a Personal Learning Network is a way of describing the group of people that you connect with to learn their ideas, their questions, their reflections, and their references".

Your PLN is not limited to online interactions, but it is that online, global interactive part that really makes it special. It is personal because you choose who’s part of that group; you choose if you want to lurk–just check out what people are saying–or if you share; because you choose when to do so, and how to do so.”


Via Edumorfosis
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Volkan Tırpancı's curator insight, September 8, 2018 8:34 AM
Great pic that sums up all the important things about PLNs
Rescooped by Helena Boullosa from iPads, MakerEd and More in Education
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5 Ways for Students to Create Multimedia eBooks

5 Ways for Students to Create Multimedia eBooks | school | Scoop.it
Writing a multimedia ebook or magazine can be a good way for students to illustrate and or further explain portions of fiction and non-fiction stories that they develop. Multimedia publishing tools that include a collaboration component can further help students as they work together with each other or with you to improve their work.

The following five platforms make it possible for students to create and publish multimedia ebooks in their web browsers.

Via John Evans
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GwynethJones's curator insight, December 10, 2017 7:48 AM

Great publishing ideas!

magnus sandberg's curator insight, December 11, 2017 1:55 AM
All five look good, and its is good news (new to me at least) that Book Creator can be used in chrome
Carlos Pinheiro's curator insight, December 11, 2017 6:43 AM
5 Ways for Students to Create Multimedia eBooks
Rescooped by Helena Boullosa from Learning & Technology News
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Nik Peachey's EdTech & ELT Newsletter 29th November 2017

Nik Peachey's EdTech & ELT Newsletter 29th November 2017 | school | Scoop.it

This newsletter includes links to:

Free ebooks and lesson plans.Free apps and online games for educationSome of the best edtech and learning articles from around the internet
Via Nik Peachey
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Nik Peachey's curator insight, November 30, 2017 8:15 AM

My latest Edtech and ELT newsletter

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César Bona: 'La escuela debería enseñar a reflexionar y no a hacer tantos exámenes'

César Bona: 'La escuela debería enseñar a reflexionar y no a hacer tantos exámenes' | school | Scoop.it
César Bona: 'La escuela debería enseñar a reflexionar y no a hacer tantos exámenes' - Aragón

Via Silvan Pan Morel, Luciana Viter
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Great Teachers Don't Teach

Great Teachers Don't Teach | school | Scoop.it
Blogger Ben Johnson outlines constructivist and experiential teaching techniques that go beyond direct instruction.

Via Ana Cristina Pratas
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Ivon Prefontaine, PhD's curator insight, October 6, 2017 2:23 PM
The objective is that good teachers create an environment where each student's learning can emerge. I don't think that means they don't teach. Gert Biesta uses John Dewey in his writing argues that teaching is relational. Having a strong grasp of content, being able to deliver it, caring for one's students, etc. each go into creating the environment where learning can emerge.
DEGERT Louis's curator insight, October 11, 2017 4:32 AM
Improving teacher's efficiency 
Margaret Annen's curator insight, October 22, 2017 5:03 PM
"Great Teachers Don't Teach" really sums it up with the idea that real teaching doesn't take place until the student does on their own.  This article relates to my project because I believe one way teachers can learn how to let go is for them to be in the same situation as they need to let their students be and that is be left to do.  The only issue perhaps is educators may go through and experience doing, but giving up the control is hard because day in and day out you have been doing the doing. I believe learning how to let go must be accomplished by learning how to let go.  Educators must plan a lesson and say include one or two steps of letting go.  Then they must build on it, so that day after day they themselves feel comfortable with letting go.  Managing a classroom of students who must do specific things on their own looks and feels different because the students are engaged to the point that they do not want to be interrupted rather they are feverishly and committed to learning.  
Rescooped by Helena Boullosa from Learning & Technology News
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Stop Teaching Students What to Think. Teach Them How to Think

Stop Teaching Students What to Think. Teach Them How to Think | school | Scoop.it
The challenge is not information storage but information processing. It's not about information itself but how to use information. The teaching of creativity, curiosity, critical thinking, analytical thinking, problem-solving, and a love of learning itself will be critical to transitioning from the industrial age to the automated age.

Via Nik Peachey
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Nik Peachey's curator insight, October 3, 2017 1:26 AM

Have to agree with this.

Fiona Leigh's curator insight, October 3, 2017 4:50 PM
All educators need to examine their practice to motivate learners to want to learn
Rob Hatfield, M.Ed.'s curator insight, October 6, 2017 8:45 AM
The 21st Century teaching and learning environment teach students how to think vs. what to think.
Rescooped by Helena Boullosa from Digital Presentations in Education
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Haiku Deck add-in for PowerPoint

Haiku Deck add-in for PowerPoint | school | Scoop.it

Haiku Deck Image Search and Template Finder Add-In for Microsoft PowerPoint gives you access to over 40 million royalty-free images and thousands of free presentation templates right from within Microsoft PowerPoint. It's fast, easy, and free!


Via Baiba Svenca
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ava smith's curator insight, October 6, 2017 10:57 AM
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Becky Roehrs's curator insight, October 26, 2017 12:39 PM

Hmmm, will have to check this out!

Janet Lanham's curator insight, October 27, 2017 12:36 PM
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