Inovação Educacional
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Curadoria por Luciano Sathler. CLIQUE NOS TÍTULOS. Informação que abre caminhos para a inovação educacional.
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January 22, 2013 8:47 AM
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Perdão, Aaron Swartz

A morte de um gênio da internet, aos 26 anos, é um marco trágico do nosso tempo. É hora de pensar sobre nossas ações – ou omissões

Aaron Swartz tinha 22 anos quando explicou por que fazia o que fazia, era quem era. Aos 26, ele está morto. Foi encontrado enforcado em seu apartamento de Nova York na sexta-feira, 11 de janeiro. Provável suicídio. Talvez a maioria não o conheça, mas Aaron está presente na nossa vida cotidiana há bastante tempo. Desde os 14anos, ele trabalha criando ferramentas, programas e organizações na internet. E, de algum modo, em algum momento, quem usa a rede foi beneficiado por algo que ele fez. Isso significa que, aos 26 anos, Aaron já tinha trabalhado praticamente metade da sua vida. E, nesta metade ele participou da criação do RSS (que nos permite receber atualizações do conteúdo de sites e blogs de que gostamos), do Reddit (plataforma aberta em que se pode votar em histórias e discussões importantes), e do Creative Commons (licença que libera conteúdos sem a cobrança de alguns direitos por parte dos autores). Mas não só. A grande luta de Aaron, como fica explícito no depoimento que abre esta coluna, era uma luta política: ele queria mudar o mundo e acreditava que era possível.

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January 21, 2013 8:43 PM
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‘O segredo está no tom da aula’, diz Salman Khan

Em visita a SP, educador que chega a milhões de alunos diz que a diferença da sua aula está em aceitar o erro; confira infográfico

“É que meu pai é professor”, respondeu o pequeno Imran, no inglês tímido de uma criança de quatro anos, quando perguntado por que tanta gente queria falar com o pai dele. Enquanto isso, no ambiente ao lado, Salman Khan, ou apenas Sal, atendia as últimas pessoas de uma legião de interessados em conhecê-lo, saber suas ideias e opiniões sobre educação, após evento promovido pela Fundação Lemann, em São Paulo. No dia anterior, o educador que ensina 6 milhões de alunos por mês encontrou-se com a presidenta Dilma Rousseffe com o ministro da Educação Aloisio Mercadante. Nesta quinta-feira (17), contou como tem feito suas aulas chegarem a todos os países de mundo. O segredo do sucesso? O tom das aulas, simplifica ele.

Salman Khan lembra que, no início de sua empreitada, ele gravava suas aulas endereçando-as para parentes que viviam em Nova Orleans e precisavam de ajuda em matemática. Mas ele reconhece que, até aí, não tinha nada de inovador. “Não fui a primeira pessoa que postou videoaulas no YouTube”, diz ele. “O que eu acho que me fez ficar popular foi o fato de eu estar falando para os meus primos, pessoas com quem eu me importava. Eu era muito direto, falava o que vinha na minha cabeça”, revela o educador.

Não tendo um script prévio, nem nenhum tipo de amarra formal, suas explicações ficaram leves e interessantes, acredita. “As pessoas têm medo de cometer erros, seguem scripts. Quando eu erro, eu rio. Com isso, os alunos podiam ver que matemática não é acertar da primeira vez. O tom que eu uso nos vídeos é o tom que eu to usando agora, de conversa. N-ã-o f-a-l-o c-o-m-o s-e o-s a-l-u-n-o-s n-ã-o f-ô-s-s-e-m i-n-t-e-l-i-g-e-n-t-e-s”, brinca Khan, falando lentamente.

À audiência de São Paulo, Khan apresentou as ferramentas da Khan Academy e algumas de suas visões sobre as mudanças necessárias aos sistemas de ensino. O Porvir traz um infográfico que resume as principais informações sobre a plataforma do americano e guarda para amanhã, última matéria da Semana Khan, os frutos da vinda do professor ao Brasil, ações concretas que podem impactar um futuro próximo, além de algumas de suas perspectivas para o futuro. Confira!

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January 21, 2013 8:53 PM
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Boletim da Educação no Brasil 2009

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January 21, 2013 8:45 PM
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Cresce o movimento dos 'profissionais sem-mesa' nas empresas

Cresce o movimento dos 'profissionais sem-mesa' nas empresas | Inovação Educacional | Scoop.it

Uma pesquisa divulgada pela empresa Regus em 2012 mostrou que 28% dos profissionais brasileiros acham essencial ter fotos da família na mesa de trabalho. Algumas empresas estão colocando esse capricho em xeque

Companhias começam a estimular funcionários a sentar cada dia em um local diferente no escritório. Nesses lugares, os itens pessoais são carregados na mochila ou deixados em um armário pessoal dentro da empresa.

Quem adotou o modelo defende que o fim da mesa fixa no escritório aumenta a colaboração entre diferentes departamentos e dá mais flexibilidade aos funcionários --em geral, a estratégia faz parte de programas que permitem trabalhar em casa alguns dias por semana.

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January 21, 2013 8:42 PM
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ONG dos EUA quer US$100 mi para organizar ensino híbrido

ONG dos EUA quer US$100 mi para organizar ensino híbrido | Inovação Educacional | Scoop.it

Gates Foundation é a primeira a doar 750 mil dólares para acelerar a implementação da metodologia em escolas americanas

Ensino híbrido parece mesmo ser uma metodologia que estará logo em boa parte das salas de aulas dos Estados Unidos. Uma ONG americana, especializada na implementação do blended learning (método que mistura aulas presenciais com elementos virtuais, como jogos, videoaulas etc.), quer conseguir US$ 100 milhões em investimentos para acelerar a entrada desse formato nas escolas. E o primeiro passo já foi dado. A Learning Acelerator (Aceleradora de Aprendizagem, em livre tradução) anunciou o recebimento de um patrocínio de US$ 750 mil dólares da Bill & Melinda Gates Foundation.”Este financiamento garante o lançamento efetivo do Learning Acelerator e a implementação de todos os aspectos do programa ao longo do ano que vem”, disse Scott Ellis, CEO da empresa.

E qual será o trabalho por trás desses objetivos? Para conseguir transformar a educação com a implementação de ensino híbrido de alta qualidade em todos os distritos escolares dos EUA, é preciso, primeiro, auxiliar as escolas que têm enfrentado desafios no desenvolvimento de programas que utilizam esse método. Na declaração oficial de missão da Learning Acelerator, eles afirmam que o maior desafio está no fato de que, apesar de muitas escolas estarem buscando o ensino híbrido e alguns prestadores de serviço estejam começando a surgir para oferecer os elementos necessários (plataformas, videoaulas, games) para desenvolver esse método, esses esforços ainda estão muito fragmentados, lentos, caros e arriscados. E é essa fragmentação que atrapalha o uso desse método. A ONG pretende trabalhar na organização de todos os elementos, para garantir que a escola receba um pacote completo e integrado para cumprir suas necessidades.

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January 21, 2013 3:07 PM
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Estudantes do ensino médio da rede pública terão livro digital

Estudantes do ensino médio da rede pública terão livro digital | Inovação Educacional | Scoop.it
O Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) abre hoje (21) o período para inscrições de obras destinadas a alunos e professores do ensino médio da rede pública para o ano letivo de 2015. A partir de agora, as editoras também poderão inscrever livros digitais – cujo acesso pode ser feito em computadores ou em tablets.

A versão digital deve vir acompanhada do livro impresso, ter o mesmo conteúdo e incluir conteúdos educacionais digitais como vídeos, animações, simuladores, imagens e jogos para auxiliar na aprendizagem. Continua permitida a apresentação de obras somente na versão impressa para viabilizar a participação das editoras que ainda não dominam as novas tecnologias.

A outra novidade é a aquisição de livros de arte para os alunos do ensino médio da rede pública. Os demais livros a serem comprados pelo governo são os de português, matemática, geografia, história, física, química, biologia, inglês, espanhol, filosofia e sociologia.

Os títulos inscritos pelas editoras são avaliados pelo Ministério da Educação que elabora o Guia do Livro Didático com resenhas de cada obra aprovada. Esse guia é disponibilizado às escolas que aderiram ao PNLD do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Cada escola escolhe, então, os livros que deseja utilizar.

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January 21, 2013 3:14 PM
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Brasil precisa investir em tecnologia e estimular empreendedorismo

Brasil precisa investir em tecnologia e estimular empreendedorismo | Inovação Educacional | Scoop.it

Especialistas avaliam que essas duas frentes são fundamentais para país se inserir na economia mundialFalta aos pesquisadores brasileiros espírito empreendedor e melhor aproveitamento dos investimentos no setor de inovação tecnológica. Segundo especialistas que participaram do 14º Conselho Nacional de Entidades de Base (Coneb) da União Nacional dos Estudantes (UNE), o país precisa investir em tecnologia para se inserir na economia mundial.

“Inovação é algo essencial para qualquer país que queira se modernizar. Ou nos incorporamos à inovação ou vamos envelhecer como um país marginal do ponto de vista da inserção na economia mundial. Seremos menos ricos e teremos mais desigualdade social”, disse o presidente da Sociedade Brasileira de Física (SBF), Celso Pinto de Melo.

Um dos problema enfrentados pelo país é a falta de empreededorismo, que pode ser notada pelo número de registros de patentes. Em 2011 o número de pedidos atingiu, em dezembro, a marca de 30 mil, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Um avanço, mas ainda inferior à China, que atinge a casa dos milhões em pedidos de registro de patentes.

“A China há 10 anos não registrava patentes. Hoje faz o processo reverso, registrado inclusive estrangeiros em seu território”, diz a presidente da Associação Nacional dos Pós-Graduandos (ANPG), Luana Bonone. Ela afirma também que, no Brasil, 80% dos investimentos em pesquisa são do Estado. “Os empresários brasileiros têm a característica de querer resultados imediatos. Não existem no país programas que atraiam esse investimento para as universidades”, complementa.

 

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January 21, 2013 3:36 PM
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Primeiro semestre: a última chance de IDEB-2013

Já foi revisto o Plano de Gestão e o Projeto Político Pedagógico para 2013? O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB esteve na pauta? Se sim, ótimo. Caso contrário, esse primeiro semestre é a ultima chance de fazer algo.

Aos gestores que foram reconduzidos ao cargo e aos novos, ambos serão os consultados sobre os resultados esperados e a posteriori, os obtidos. E não adianta, o resultado do IDEB-2013 já é de sua gestão que esta iniciando. Corroborando com isso, a nossa sociedade também entende e espera que o gestor atual deva responder pelo resultado auferido, seja ele qual for.

Mesmo aqueles que acham que os resultados obtidos estão dentro do projetado, é bom não esquecer que o índice vai de zero a dez e pelos resultados apresentados a grande maioria dos entes federados tem muita margem para crescer.

Vamos lá, só para rememorar, em poucas palavras, o IDEB foi desenvolvido pelo Inep/MEC para observação de dois aspectos: o fluxo(progressão ao longo dos anos) e o aprendizado (desenvolvimento dos alunos), um modelo que procura mostrar qualitativamente como anda a educação no Brasil.

Simplistamente e de forma macro o índice apurado para compor o IDEB é resultante matematicamente da operação de multiplicação entre os indicadores de fluxo e aprendizado.

Faça uma ultima reflexão nos resultados obtidos anteriores e nas recomendações, para não correr risco algum acesse o link:http://www. camposebravo.com.br/links.asp e procure em Indicadores Educacionais o Portal IDEB, onde encontrará os resultados, composições e sugestões.

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January 21, 2013 3:32 PM
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'Não vamos parar no Salman Khan'

Quando aceitou, em 2011, o convite para trabalhar na Fundação Lemann, o advogado paulistano Denis Mizne achou por bem alertar o futuro patrão: "Eu não entendo nada de educação", disse. "Tudo bem, o Marcel Telles não entendia nada de cerveja quando a gente comprou a Brahma", respondeu o bilionário Jorge Paulo Lemann, referindo-se a um dos diretores da AB-InBev, grupo controlado por ele que virou o maior fabricante mundial de cerveja.

A parceria entre o empresário e Mizne, atual diretor executivo da Fundação Lemann, teve um ponto alto na semana passada, com a vinda ao Brasil do americano Salman Khan. Criador da Khan Academy, ele virou celebridade ao criar mais de 4 mil videoaulas que viraram hit no YouTube. Em 36 horas, o americano foi ouvido por autoridades, educadores e grandes empresários brasileiros.

"A repercussão foi incrível", diz Mizne, que se notabilizou como um dos criadores do Instituto Sou da Paz, em 1997, durante o pico da violência em São Paulo. O instituto foi vital na articulação da sociedade para reverter a escalada dos homicídios e hoje é interlocutor até da Organização das Nações Unidas em temas relacionados ao controle de armas. A seguir, Mizne conta como convenceu Khan a desembarcar no Brasil.

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January 21, 2013 3:26 PM
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Faculdades de má qualidade continuam na lista do Prouni

Apesar  de o ministro orientar estudantes a não ingressarem em faculdades de  baixa qualidade, pesquisa do Correio mostra que programa do governo  federal oferece bolsas em 40% das graduações mal avaliadas

Vitrine  do governo federal no acesso de estudantes carentes ao ensino superior,  o Programa Universidade para Todos (ProUni), cujas inscrições terminam  amanhã, está oferecendo vagas em cursos reprovados pelo Ministério da  Educação (MEC). Levantamento do Correio mostra que 40% das 2.566  graduações com notas insatisfatórias nas últimas avaliações da pasta  integram a relação de cursos disponíveis aos alunos. Eles recebem bolsas  integrais ou parciais. Em contrapartida, as instituições, todas  privadas, são beneficiadas por isenções fiscais.

No total, são  1.044 graduações com menções baixas — 1 ou 2 no Conceito Preliminar do  Curso (CPC) mais recente — na lista do ProUni. Algumas chegam a oferecer  mais de 100 vagas. O número de cursos nessa situação representa 8,5% do  total ofertado na edição atual do programa (12.159). "Se você olha  proporcionalmente, pode não parecer muito. Mas estamos falando de quase  metade dos cursos que foram reprovados pelo próprio MEC e, agora, estão  sendo oferecidos no ProUni. É uma grande contradição", afirma Wilson  Mesquita de Almeida, doutor em sociologia pela Universidade de São Paulo  (USP) e autor de pesquisa sobre os resultados do programa de concessão  de bolsas.

De acordo com Almeida, a parte mais frágil de todo o  problema é o aluno beneficiado pelo ProUni. "São pessoas de escola  pública, de baixa renda, em desvantagem cultural, que vão cursar  graduações ruins em instituições de baixa qualidade. O que vão conseguir  com esse diploma?", questiona. Atrás dessa resposta, o pesquisador  estudou a trajetória de 50 bolsistas da cidade de São Paulo em seu  trabalho de doutorado. Os resultados mostraram que o ProUni pode até  ajudar na democratização do acesso ao ensino superior, mas nem de longe  consegue provocar a ascensão social apregoada pela publicidade  governamental.

"Se não fosse a bolsa, dificilmente os  beneficiários fariam um curso superior na vida. E isso é importante  simbolicamente. Entretanto, a formação não muda a realidade deles, em  termos de renda, de empregabilidade, com algumas exceções. Muito dessa  falta de resultados práticos está ligado à qualidade sofrível dos  cursos", afirma Almeida.

A preocupação com um bom ensino superior é  recorrente no discurso do ministro da Educação, Aloizio Mercadante.  Recentemente, ao anunciar as medidas punitivas para as instituições e  cursos que nos últimos três anos não evoluíram, o ministro disse que os  estudantes não devem ingressar em faculdades de baixa qualidade. "Ele  vai pagar por um curso que não tem o mínimo de condições de oferecer a  profissionalização. Esse é o pior caminho, porque ele estará jogando  dinheiro fora. Nossa obrigação é impedir que isso aconteça", afirmou.

Em  nota, o ministério explica que na lei que estabelece o ProUni o curso  considerado insuficiente será desvinculado apenas se apresentar nota  ruim por duas avaliações consecutivas no Sistema Nacional de Avaliação  da Educação Superior (Sinaes).

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January 21, 2013 3:20 PM
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USP disponibiliza audiolivros para vestibulandos cegos

USP disponibiliza audiolivros para vestibulandos cegos | Inovação Educacional | Scoop.it

A USP criou seis audiolivros em formato DAISY (Digital Accessible Information System) para auxiliar estudantes com deficiência visual em sua preparação para o vestibular

Ler é sonhar pela mão de outro”, declamou Fernando Pessoa em seu Livro do Desassossego. Com o objetivo de transformar esse sonho em realidade e ampliar a facilidade de acesso à informação, a Universidade de São Paulo (USP) criou seis audiolivros em formato DAISY (Digital Accessible Information System) para auxiliar estudantes com deficiência visual em sua preparação para o vestibular.

O projeto é uma parceria entre o Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi) da USP, o Programa USP Legal, a Editora Martin Claret e a Empresa eDaisy, desenvolvedora do software que possibilita a migração de conteúdos para o formato DAISY, padrão internacional de acessibilidade. A proposta faz parte do Programa de Acessibilidade mantido pelo SIBi, com apoio da Reitoria.

“Nosso programa consiste em migrar conteúdos produzidos pela própria comunidade uspiana e dos quais tenhamos os direitos autorais”, explica Sueli Mara Ferreira, diretora técnica do SIBi. “Com a aproximação da primeira fase da Fuvest nos ocorreu prestar mais esse serviço à comunidade.”

 

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January 21, 2013 3:46 PM
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Alunos do Mackenzie fazem assembleia para discutir nota insatisfatória do MEC

Os alunos de arquitetura e urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie  vão realizar, nesta segunda-feira (21), uma assembleia para discutir problemas no curso. O encontro foi marcaço após o curso receber nota insatisfatória no CPC (Conceito Preliminar de Curso), avaliação do MEC (Ministério da Educação).
O baixo desempenho apresentado pelos alunos no Enade (Exame Nacional de Desempenho de Estudantes) é apontado como um indicador importante, mas não o foco principal do encontro. Na reunião, os alunos pretendem discutir os problemas presentes na instituição, como: superlotação de alunos no curso, qualidade geral do ensino, mudanças recentes implantadas pela universidade, infraestrutura sucateada e métodos de avaliação.

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January 21, 2013 3:08 PM
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Ex-secretário do MEC defende implantação de cotas em universidades particulares e estaduais

Ex-secretário do MEC defende implantação de cotas em universidades particulares e estaduais | Inovação Educacional | Scoop.it

A Lei de Cotas precisa ultrapassar as fronteiras das universidades federais e chegar, principalmente, às universidades estaduais e particulares. Na avaliação do pesquisador da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) André Lázaro, o sistema de cotas ainda é bastante restrito no país e não atinge nem um terço das matrículas no ensino superior.

De acordo com o Censo da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) de 2011, o total de matrículas nas universidades brasileiras chegava a 6,7 milhões. Dessas, 4,96 milhões, ou seja, 77,7% eram em instituições privadas. As públicas correspondiam a 1,77 milhão, 26,3%. Dentre as públicas, as federais receberam 1,03 milhão de matrículas, as estaduais 619 mil e as municipais, 121 mil.

“As cotas chegam só nesse 1,03 milhão. Agora, em mais 8% das particulares com o Programa Universidade para Todos (Prouni). Isso é só um começo. Esses números têm que aumentar. O que se pode fazer com as privadas? É preciso pensar em algo. E com as estaduais? Essas são públicas e não têm que reservar vagas”, questiona Lazaro, que já foi diretor e secretário do Ministério da Educação (MEC).

Regulamentada pelo Decreto 7.824, de outubro de 2012, a Lei de Cotas prevê a destinação de 50% das vagas em universidades e institutos federais a alunos que tenham cursado todo o ensino médio em escolas públicas. A norma será implementada gradualmente. Para este ano, 12,5% das vagas serão reservadas. A lei tem validade até 2022 e também considera critérios como renda familiar e raça.

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January 21, 2013 8:46 PM
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Nova York cria universidade de ponta para se tornar polo tecnológico

Em Nova York, o setor financeiro perdeu mais de 40 mil empregos desde a crise de 2008. Outras indústrias fundamentais para a cidade, como a editorial e a fonográfica, a de mídia e o varejo, enfrentam um momento ruim, graças à concorrência da internet.

Enquanto isso, o Vale do Silício, vizinho a São Francisco, e a região de Boston-Cambridge, que abriga o prestigiado MIT (Massachusetts Institute of Technology), vivem um boom econômico produzido por milhares de start-ups --nome dado às empresas iniciantes--, sem mencionar o auge de gigantes da tecnologia, como a Apple, o Google e o Facebook.

Em parte para se reinventar mas também para salvar suas indústrias tradicionais, a cidade decidiu que o primeiro grande passo para competir com o Vale do Silício seria criar sua própria versão do MIT: uma universidade que se direcionasse para a tecnologia, habilitada a formar os pesquisadores e a mão de obra para indústrias que talvez ainda não existam hoje.

A gestação do MIT nova-iorquino começou com um concurso promovido pelo prefeito Michael Bloomberg: à universidade que apresentasse o melhor projeto, a prefeitura cederia um terreno de 45 mil metros quadrados na Roosevelt Island, vizinha a Manhattan, além de oferecer um aporte de US$ 100 milhões para gastos com infraestrutura.

Houve candidaturas de 18 propostas de quase 30 universidades de 9 países. Com a recusa do MIT de Boston em participar, Stanford se transformou na favorita --foi das salas de aula da universidade californiana que saíram os fundadores de Google, Yahoo, HP, Sun e PayPal, além de boa parte das diretorias da Apple, do Facebook e da Microsoft.

Mas o consórcio entre a tradicional Universidade Cornell, de Ithaca, no Estado de Nova York, e o instituto tecnológico israelense Technion, de Haifa, ofereceu rapidez --as aulas começariam um ano antes do que previam os demais concorrentes-- e garantiu financiamento imediato para começar o novo campus, além dos US$ 100 milhões da prefeitura.

A vantagem se definiu uma semana antes da data em que Bloomberg anunciaria o vencedor, em dezembro de 2011, quando um ex-aluno de Cornell, o bilionário Charles Feeney, criador da rede Duty Free Shops, doou US$ 350 milhões à instituição. A doação, uma das maiores já feitas por um indivíduo a uma universidade no mundo, foi integralmente para o projeto.

A primeira fase do campus desenhado pelo arquiteto Thom Mayne para o Cornell NYC Tech deve ser inaugurada na Roosevelt Island em 2017 --na próxima década, a nova instituição deve alcançar os números de 2.500 alunos e 300 professores. O investimento nos próximos 15 anos chegará a US$ 2 bilhões. Mas, como Nova York tem muita pressa, as aulas não vão esperar. A prefeitura e o consórcio vencedor assinaram uma parceria com o Google para criar uma sede provisória do campus em Manhattan.

A instalação temporária funcionará num edifício que ocupa um quarteirão inteiro nas proximidades do parque High Line, no bairro do Chelsea. O gigante dos mecanismos de buscas comprou o imóvel dois anos atrás, por US$ 2 bilhões, e alugou 2.500 metros quadrados de um de seus 15 andares ao consórcio, por um período de cinco anos. Os alunos, todos pós-graduandos, começam a frequentar as aulas no final deste mês --certamente sob os olhos atentos de boa parte da comunidade acadêmica internacional.

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January 21, 2013 8:55 PM
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Infográfico Khan Academy

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January 21, 2013 8:48 PM
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A visita de Khan ao Brasil e o que vem por aí

A visita de Khan ao Brasil e o que vem por aí | Inovação Educacional | Scoop.it

A visita de Salman Khan ao Brasil na semana passada, a convite da Fundação Lemann, trouxe boas notícias para a educação brasileira. A visita começou em Brasília, no dia 16, com um encontro entre a Presidente Dilma Rousseff, o Ministro da Educação Aloizio Mercadante, o presidente da Fundação Lemann, Jorge Paulo Lemann,  e Salman Khan. Dessa conversa saiu a primeira novidade: a distribuição das vídeo aulas da Khan Academy nos quase 400 mil tablets que serão entregues pelo MEC aos professores em 2013. Os vídeos estarão disponíveis no Portal do Professor – uma página do Ministério da Educação com conteúdo para os docentes – e na TV Escola.

Khan ficou impressionado com o interesse do governo e da sociedade brasileira em melhorar a qualidade da educação. Em  entrevista para o Blog do Planalto, frisou a importância da internacionalização do conteúdo da plataforma que criou, em especial, a tradução para o português.

Outra notícia divulgada com a vinda de Salman Khan ao Brasil foi a parceria global entre a Khan Academy e a Fundação Lemann. Hoje, a equipe da Fundação no Brasil já traduz os vídeos para o português e leva o projeto para escolas públicas de São Paulo, trabalho que irá continuar – e crescer – em 2013. A parceria é uma nova frente estratégica por meio da qual a Fundação investe na Khan Academy nos EUA visando estimular a internacionalização do conteúdo e da plataforma de exercícios e relatórios, com prioridade para o português. A ideia é que não só os vídeos e as ferramentas estejam acessíveis aos alunos brasileiros, mas que se acelere o intercâmbio de novas tecnologias e metodologias inovadoras produzidas pela equipe da Califórnia para uso nas nossas escolas.

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January 21, 2013 8:44 PM
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Prefeito de NY lança concurso de apps

Prefeito de NY lança concurso de apps | Inovação Educacional | Scoop.it

App Challenge Gap quer incentivar startups da cidade a desenvolverem softwares que auxiliem no aprendizado

O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, acaba de propor um novo desafio para a cidade: unir a efervescência das startups com a melhoria do ensino de matemática. Junto com o chanceler escolar Dennis Walcott, acaba de anunciar um concurso de desenvolvimento de novos softwares para ajudar alunos do ensino médio a aprender a matemática. O App Challenge Gap abre espaço para que desenvolvedores enviem seus aplicativos, jogos ou outros programas destinados ao ensino médio que serão avaliados e futuramente utilizados por alunos, professores e diretores de escolas públicas. “Nova York é o lar das startups mais bem sucedidas do mundo. Canalizando essa energia criativa enorme em nossas escolas, podemos ajudar nossos alunos a prosperar”, disse o prefeito Bloomberg.

A competição faz parte do Departamento de Inovações Educacionais (iZone), programa que inclui 250 escolas que utilizam novas abordagens para personalizar o ensino. “Estamos muito entusiasmados com a parceria com o iZone neste trabalho”, disse Duane Dubray, da IDEO – uma das empresas mais reconhecidas no mundo por suas consultorias em design e inovação –, que ajudará na curadoria.

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January 21, 2013 8:38 PM
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Sarau em escola pública de SP engaja jovens e bairro

Sarau em escola pública de SP engaja jovens e bairro | Inovação Educacional | Scoop.it

Coletivo cultural, no extremo leste da capital, abre portas do colégio para integrar alunos e comunidade por meio da arte

“Se havia um monte de saraus dando certo em bares de São Paulo, por que eles também não poderiam ser feitos dentro da escola?”. Essa foi a inquietação que levou o professor Rodrigo Ciríaco, 31, a criar junto com seus alunos um coletivo cultural para levar literatura para dentro da escola e difundir a cultura da periferia, a partir da escola estadual Jornalista Francisco Mesquita – em Ermelino Matarazzo, no extremo leste de SP. Com o lema “Um por todos; todos por um”, nasceu o Sarau dos Mesquiteiros – uma brincadeira com o nome da escola e da clássica história dos Três Mosqueteiros –, que passou a abrir os portões da instituição durante o fim de semana para engajar jovens e comunidade por meio de oficinas de literatura e teatro, encontros com escritores para debater temas como consciência política e cultura negra e apresentações de espetáculos litero-teatrais.

“É preciso rever o modo como a escola trabalha a literatura. Não é apenas dar um livro pro aluno como se fosse um manual. A literatura vai além. Temos de vê-la como arte”, afirma Ciríaco. Inconformado com o modo como a escola trabalhava a literatura desde sua época como estudante, seu sonho era trazer um novo olhar para fora dos livros. E deu certo.

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January 21, 2013 3:42 PM
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'Próximo Facebook pode nascer no Brasil', diz fundador da Universidade da Singularidade

'Próximo Facebook pode nascer no Brasil', diz fundador da Universidade da Singularidade | Inovação Educacional | Scoop.it

O indiano Salim Ismail, 47, é um dos fundadores da Universidade da Singularidade, organização encravada em um campus da Nasa, a agência espacial dos EUA, no Vale do Silício.

Anualmente, 80 estudantes do mundo todo vão à instituição, em Mountain View (Califórnia), para um curso de dez semanas em que, como define a própria universidade, "aprendem a resolver os maiores problemas globais", como a fome e os desastres climáticos.

Para Ismail, empresário que hoje coordena o processo de expansão global da escola, o próximo Facebook pode ser fundado no Brasil. "Não há motivo para isso não acontecer", disse em e-mail à Folhao diretor da universidade norte-americana.

Ele estará em São Paulo na semana que vem, para realizar uma palestra na sexta edição da Campus Party, evento de tecnologia que começa na próxima segunda. Confira abaixo os principais trechos da entrevista.

A universidade

A ideia central [da Universidade da Singularidade] é estudar as áreas da tecnologia que estão se transformando mais rapidamente, como a computação, a robótica e a biotecnologia, para resolver os maiores problemas globais, como a crise financeira, pandemias e outras questões exponenciais.

Soluções exponenciais

Estamos acostumados a uma forma de pensamento linear, enquanto os maiores problemas do mundo são exponenciais -no caso de uma doença contagiosa, por exemplo, eu posso transmiti-la para duas pessoas, essas duas pessoas para mais quatro, e assim por diante. Nós estamos preparando os estudantes para encontrar soluções que também sejam exponenciais, em especial ligadas a áreas como a computação, que se aceleram por conta própria.

Pensar diferente

Estamos verificando o crescimento de organizações como o TED e o X Prize [fundações que apoiam o surgimento de ideais e projetos sociais e humanitários]. Nelas, quando uma pessoa é adicionada ao grupo, há um salto de produtividade muito superior ao do que aconteceria em uma empresa tradicional. São colaborativas, conectadas, usam "crowdsourcing" e têm uma visão de propósito que cria um novo tipo de estrutura.

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January 21, 2013 3:40 PM
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O futuro jogado às traças

Em meio a tantas discussões econômicas e à enxurrada de mortes que assola o país, passou quase em branco uma das imagens mais chocantes da semana passada: ônibus escolares novos em folha, 300 mil livros didáticos, uniformes, tênis, material e pilhas impressionantes de cadeiras apodrecendo num depósito ou debaixo de sol e chuva há pelo menos dois anos.

Tudo isso foi mostrado pelo repórter Alex Barbosa no "Jornal Hoje", da Rede Globo, justamente em São Luís, no Maranhão, Estado com o pior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), lanterninha em português e matemática e candidato ao "Guinness" no último Enem: 5 das 10 piores escolas do país são maranhenses.

Logo, tudo o que está jogado ali já seria importante em qualquer cidade, de qualquer Estado, mas teria de ser tratado como tesouro no Maranhão. Os responsáveis pelo descalabro deveriam responder por crime de lesa-pátria -senão hediondo.

O prefeito de São Luís era o tucano João Castelo, que perdeu a reeleição (imagine-se por que...). E, além dele, não havia secretários? Fiscalização externa? Diretores de escolas? Professores? Pais de alunos? Não é possível que ninguém tenha visto, ouvido e gritado por socorro.

E esse é só um caso entre centenas, até milhares, que ocorrem por toda a parte, mas não vão parar na TV e ninguém fica sabendo.

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January 21, 2013 3:35 PM
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CCE e Positivo podem vender 517 mil tablets para o MEC

Há exatamente um ano, 20 fabricantes de tablets aguardavam ansiosas pelo resultado de uma licitação milionária feita pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) que poderia atingir valor total de mais de R$ 330 milhões. O pregão eletrônico previa a compra de até 900 mil unidades voltadas aos estudantes da rede pública de ensino e teve como vencedoras duas companhias: CCE e Positivo Informática. Até agora, passados 12 meses da licitação, 42% do total de tablets previsto foi adquirido pelos estados e mais 517.683 tablets podem ser comprados das fabricantes até junho, quando vence o registro de preço. No total, 382.317 unidades foram vendidas até agora, com repasse de pouco mais de R$ 117 milhões do governo federal. São os estados que realizam a aquisição do equipamento diretamente com as empresas vencedoras do pregão, de acordo com o Ministério da Educação (MEC). A Positivo saiu vencedora de três dos quatro lotes do pregão (veja quadro abaixo), o que representam um total de 650 mil unidades no valor de mais de R$ 260 milhões, e outro lote, com previsão de compra de até 250 mil tablets, foi vencido pela CCE, por preço total aproximado de R$ 70 milhões. Segundo as últimas declarações do Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, a meta é chegar ao menos aos 600 mil tablets distribuídos neste ano. Ou seja, ainda faltam 217.683. Na primeira etapa, os equipamentos serão entregues para professores de escolas de ensino médio que tenham internet banda larga e redes sem fio. Ao longo do primeiro semestre os profissionais serão formados e treinados em parceria com as secretarias de educação. O MEC não informou quais foram as vendas por estado, mas afirma que, até agora, 24 estados e o Distrito Federal iniciaram as compras, enquanto Amapá e Maranhão ainda não fizeram nenhuma aquisição. Procuradas, CCE e Positivo não comentaram quais são suas expectativas em relação às vendas que devem ocorrer até junho. A CCE recentemente foi comprada pela chinesa Positivo por US$ 147 milhões e o mercado de governo era um dos interesses da multinacional com a aquisição. A Positivo também tem no governo um segmento importante na sua estratégia, responsável por 24,2% de sua receita no terceiro trimestre.

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January 21, 2013 3:28 PM
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Universidades federais necessitam de reestruturação, diz relatório

"Encontramos também vários problemas. A universidade no Brasil está sucateada há 20 anos. O Reuni esbarrou em problemas que já vinham de antes. O relatório propõe que para além da expansão haja um aporte de recursos destinados ao resgate desses passivos", explica o coordenador-geral da Diretoria de Desenvolvimento da Rede de Instituições Federais de Ensino Superior (MEC), Antônio Simões, que também integra a comissão.

Segundo dados do MEC, 66% das obras previstas estão concluídas - o cronograma está atrasado. O presidente da UNE, Daniel Iliescu, representante da entidade na comissão, diz que a expansão é apenas o início de uma reforma necessária às universidades.

O grupo defende também a aprovação do Plano Nacional da Educação (PNE), em tramitação no Congresso Nacional. O Plano estabelece 20 metas a serem perseguidas nos próximos dez anos. Entre elas, a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação. "Essa é a principal bandeira do nosso movimento", afirma Iliescu.

O ministro deve avaliar o relatório e implementá-lo na medida do possível. "A demanda é muito grande e deve ir sendo sanada à medida que o orçamento possibilitar", explica Simões. O relatório estará disponível para consulta no site do MEC nos próximos dias.

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January 21, 2013 3:23 PM
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Programa do governo traz pesquisadores estrangeiros ao Brasil

Programa do governo traz pesquisadores estrangeiros ao Brasil | Inovação Educacional | Scoop.it
Diante da falta de mão de obra especializada no país, o governo está investindo na atração de lideranças científicas internacionais e na busca por "cérebros" no exterior --brasileiros que concluíram doutorado ou pós-doutorado em instituições estrangeiras e não retornaram ao país.

Por meio do programa Ciência sem Fronteiras, 597 especialistas já foram selecionados para desenvolver pesquisas em solo nacional. A meta é chegar a 1.250 até 2015.

Duas modalidades do programa, lançado no final de 2011, estão focados nessa tarefa: a bolsa para "atração de jovens talentos" e a de "pesquisador visitante especial".

As áreas prioritárias são as mesmas da escolha de alunos de graduação para intercâmbio: engenharias, ciências exatas e da saúde, biologia, tecnologias e indústria criativa.

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January 21, 2013 3:15 PM
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Pesquisa mostra que estudantes do ProUni ampliaram perspectivas profissionais

A pesquisa, feita por uma doutora em Educação, foi apresentada no 14º Conselho Nacional de Entidades de Base da União Nacional de Estudantes.

O nível educacional no Brasil não determina maior renda, mas está ligado à satisfação pessoal e à abertura de novas perspectivas profissionais. O Programa Universidade para Todos (ProUni) tem sido fundamental para o acesso ao ensino superior e embora o nível educacional não determine maior renda, está ligado à satisfação pessoal e à abertura de novas perspectivas profissionais, conforme conclusões da pesquisa O ProUni e seus egressos: uma articulação entre educação, trabalho e juventude, da doutora em educação Fabiana Costa, apresentado pela primeira vez no 14º Conselho Nacional de Entidades de Base (Coneb) da União Nacional de Estudantes (UNE).

Em 2012 a pesquisadora consultou 150 egressos do ProUni na cidade de São Paulo. Para a maioria dos profissionais consultados (91,9%), a formação universitária possibilitada pelo programa ampliou os horizontes e facilitou a articulação na área profissional. Os entrevistados apontaram as várias dificuldades que tiveram durante o curso: 85% já trabalhavam e continuaram trabalhando durante a graduação.

“Esses estudantes superaram não apenas as dificuldades ao longo da graduação, mas de toda a formação. São problemas que vêm desde a escola. Eles já trabalhavam antes. Muitos como eles tiveram que escolher entre estudo e trabalho e acabaram deixando os estudos”, disse Fabiana.

Os entrevistados tiveram uma melhora na carreira e mais de um terço aumentou de 71% a 100% o salário que ganhava. Isso não significa que os rendimentos sejam altos: 33,9% recebe entre um e dois salários mínimos mensais, 27,1% recebem entre dois e três salários mínimos, 15,3% entre três e quatro e apenas 8,5% ganham mais de cinco salários mínimos por mês. Esses profissionais, no entanto, ganharam mais estabilidade com a formação – 85% estão empregados e 64,4% têm a carteira assinada.

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January 21, 2013 3:13 PM
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Para UNE, expansão do ensino superior é apenas o início de uma reforma

Para UNE, expansão do ensino superior é apenas o início de uma reforma | Inovação Educacional | Scoop.it

A entidade estudantil integra uma comissão que analisa o programa de expansão de vagas nas universidade federais. Durante o 14º Conselho Nacional de Entidades de Base (Coneb), foi entregue um relatório ao MEC com algumas indicações.Depois de seis meses de trabalho, a comissão mista que avalia o processo de expansão universitária entregou hoje (20) o relatório final ao ministro da Educação, Aloizio Mercadante. O documento traz análises da implementação do Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) e indicações de medidas a serem tomadas para a garantia do ensino de qualidade. A entrega aconteceu no 14º Conselho Nacional de Entidades de Base (Coneb) da União Nacional dos Estudantes (UNE).

O programa foi instituído em 2007 por decreto com o objetivo de aumentar o acesso ao ensino superior com a ampliação do número de vagas, contratação de professores, ampliação da assistência estudantil, mobilidade acadêmica e construção e reformas nos edifícios dos centros de ensino superior públicos.

A comissão foi formada em julho do ano passado, composta por dois representantes do Ministério da Educação (MEC) e o mesmo número de representantes da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), da UNE e dos estudantes de pós-graduação

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