Inovação Educacional
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Inovação Educacional
Curadoria por Luciano Sathler. CLIQUE NOS TÍTULOS. Informação que abre caminhos para a inovação educacional.
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Servidores da Câmara lançam livro que torna mais acessível texto da Declaração Universal dos Direitos Humanos

Servidores da Câmara lançam livro que torna mais acessível texto da Declaração Universal dos Direitos Humanos | Inovação Educacional | Scoop.it

Na manhã desta quinta-feira (26), o Salão Negro da Câmara dos Deputados foi palco do lançamento do livro Declaração Universal dos Direitos Humanos Comentada, de autoria dos analistas legislativos da Casa Renato Soares e André Sathler, ambos servidores em exercício na Liderança do PSB. A cerimônia foi uma homenagem ao senhor Antônio Maurílio Guimarães, pai de André Sathler, que faleceu na última segunda-feira (23) e justificou a ausência de André no evento.

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Apps e sites usados em aulas online no Brasil coletaram dados privados de crianças

Apps e sites usados em aulas online no Brasil coletaram dados privados de crianças | Inovação Educacional | Scoop.it

Desde que a pandemia empurrou as aulas da escola para os meios digitais, milhares de crianças passaram a ter dados privados, como sua localização e comportamento online, coletados por sites e aplicativos usados no acesso a conteúdos educativos, seja de maneira declarada, seja secretamente.
É o que aponta uma investigação internacional da Human Rights Watch (HRW) que analisou 165 produtos para educação a distância usados em 49 países, inclusive no Brasil, durante a pandemia da Covid-19 e recomendados por governos locais para professores, pais e alunos.
São sites e aplicativos dedicados à educação de crianças e adolescentes que surgiram quando as instituições de ensino fecharam as portas, ou que foram adaptados à nova demanda urgente. As empresas que desenvolvem esses produtos são genericamente chamadas de Edtech, flexão de educação com tecnologia em inglês.
O estudo aponta que 89% deles "colocavam em risco ou diretamente violava a privacidade e outros direitos de crianças e adolescentes para finalidades não relacionadas à sua educação''. Dos nove produtos brasileiros analisados, um colocava em risco a privacidade dos alunos e oito a violavam, segundo a Human Rights Watch.
São eles: Estude em Casa, da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais; Centro de Mídias da Educação de São Paulo, da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo; Descomplica, Dragon Learn, Escola Mais, Explicaê, Manga High, Stoodi e Revista Enem – este último sendo o único que apenas coloca em risco os dados dos estudantes.
"Crianças estão tão sujeitas à vigilância e ao monitoramento em suas classes virtuais quanto adultos fazendo compras nas maiores lojas virtuais do mundo", ilustra o texto do relatório, lançado nesta semana por um consórcio internacional de jornalismo investigativo chamado Edtech Exposed, do qual a Folha faz parte e que é integrado por outros 12 veículos de mídia de 16 países. O consórcio foi coordenado pela ONG The Signals Network, que apoia delatores que revelem informações sobre a má conduta de corporações e violações de direitos humanos.
Na maior parte dos casos analisados pelo relatório da HRW, os produtos ensinavam matemática e inglês, por exemplo, ao mesmo tempo em que coletavam informações dos estudantes e as compartilhavam com outras empresas, tais como gigantes de tecnologia, como Google e Facebook, além de corretores de dados (ver glossário nesta página) e companhias de publicidade digital. E, num contexto de pandemia, essas plataformas se tornaram incontornáveis, restringindo o poder de decisão de pais e alunos sobre seu uso.
O Google informou, por meio de nota, que exige, em todas as plataformas, "que desenvolvedores e clientes cumpram proteções de dados e privacidade e proibimos qualquer anúncio personalizado ou remarketing para contas de menores de idade". A empresa afirmou ainda estar "investigando as denúncias específicas relatadas no estudo" para "tomar as medidas apropriadas".
Com exceção do Estude em Casa, todos os outros sites e aplicativos foram recomendados pelo governo de São Paulo. Bruna Waitman, coordenadora do Centro de Mídias da Educação de São Paulo, afirmou que os desenvolvedores de todas essas plataformas "assinaram um termo de confidencialidade indicando que nenhuma informação adquirida pode ser usada de nenhuma forma, o que implicaria em responsabilização administrativa, civil ou criminal".
As análises do estudo da HRW foram feitas entre março e agosto de 2021 e representam uma fotografia da prevalência e frequência com que tecnologias de monitoramento são inseridas em cada produto naquele momento –algo que pode ter sido modificado desde então.
De 164 produtos analisados, 147 deles (89%) monitoravam o comportamento de estudantes nos meios digitais, coletando dados sobre quem eles são, onde estão, que aparelho utilizam, o que fazem na sala de aula e quem são seus amigos.
O estudo identificou que há mais empresas recebendo dados de alunos do que compartilhando-os: 147 produtos enviavam dados para 199 empresas de tecnologia de publicidade online.
"Isso permite que os algoritmos sofisticados dessas empresas de tecnologia de anúncio costurem dados e os analisem em conjunto para inferir características pessoais e interesses das crianças que sugiram como elas podem ser influenciadas", explica Hye Jung Han, pesquisadora sobre tecnologia e direitos das crianças da Human Rights Watch nos EUA.
"São informações que podem ser comercializadas para qualquer um com interesse nesse público-alvo."
Um desses casos é o do Stoodi, um site educativo recomendado pelo governo de São Paulo e que a pesquisa revelou usar uma tecnologia considerada particularmente invasiva, o key logging, que registra as teclas apertadas no teclado, permitindo a coleta de informações que foram digitadas, mesmo que elas tenham sido depois apagadas de formulários e sistemas de busca.
Os dados, segundo a HRW, eram enviados automaticamente para uma companhia de propaganda digital chamada VE Global sem que isso fosse informado aos pais ou estudantes por meio da política de privacidade da empresa.
Procurada, a Stoodi afirmou, por meio de nota, que não comercializa ou cede informações de usuários para terceiros, bem como não entrega propagandas de terceiros dentro da sua plataforma. A empresa diz não ter contrato ativo com a VE Global e que uso de ad trackers e cookies estão em conformidade com a política de uso de dados e "têm como objetivo o aprimoramento do produto para fins educacionais adequado aos interesses dos estudantes".
Criteo, outra empresa internacional de publicidade comportamental, também foi identificada recebendo dados de crianças e seus IPs (espécie de endereço de cada um na internet) a partir de sete sites, dois deles usados no Brasil: Descomplica e Escola Mais.
Procurado, o Descomplica não se pronunciou sobre os achados da pesquisa.
Já a Escola Mais afirmou, por meio de nota, que é uma escola física e criou uma estrutura de tecnologia em seu domínio para atender emergencialmente aos estudantes, compartilhada sem custos com alunos das redes públicas de ensino do estado de São Paulo e de municípios de Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro "até 17 de agosto de 2020, antes de a LGPD entrar em vigor no país". Informa, ainda, que nunca fez uso de dados pessoais de crianças e adolescentes para qualquer fim.
A Human Rights Watch identificou seis cookies e 11 tecnologias de rastreamento que enviavam dados para domínios de Google, Facebook e Universo Online, entre outros. Procurada, a Meta, dona do Facebook, não se pronunciou. O UOL informou que não tem relação nem recebe dados da Escola Mais.
"Hoje, muitas plataformas são gratuitas porque funcionam com base em coleta massiva de dados para direcionamento de publicidade comportamental", explica Marina Meira, coordenadora de projetos da Associação Data Privacy Brasil de Pesquisa.
"Quando pensamos em usuários crianças e adolescentes, que estão em fase de desenvolvimento e têm dificuldade de discernir publicidade de realidade, fica evidente a urgência em mudar esse modelo de negócio e podemos até mesmo falar em exploração comercial da atividade educativa de crianças e adolescentes", afirma a advogada.
O artigo 14 da LGPD determina que o tratamento de dados pessoais de crianças e adolescentes deve ser realizado "em seu melhor interesse", um princípio estabelecido pela Convenção Internacional dos Direitos da Criança da ONU, em 1989, e ratificado pelo Brasil em 1990.
Embora a lei tenha sido aprovada em 2018, a LGPD entrou em vigor somente em setembro de 2020. As sanções –com multas que podem chegar a R$ 50 milhões– passaram a valer em agosto de 2021.
Segundo Meira, "o uso comercial desses dados vai contra o princípio da LGPD ao privilegiar o cliente, e não a criança e o adolescente".
A legislação de dados brasileira diz ainda que a coleta de dados de crianças deve ter consentimento específico e que as informações sobre o tratamento têm de ser fornecidas "de maneira simples, clara e acessível, consideradas as características físico-motoras, perceptivas, sensoriais, intelectuais e mentais do usuário".
Das nove ferramentas de educação à distância analisadas pela HRW, duas sequer tinham política de privacidade divulgada em seu site (Estude em Casa e Revista Enem) e apenas quatro informavam de maneira objetiva e acessível que compartilhavam dados com terceiros, sem especificarem, no entanto, como isso era feito.
Procuradas, a Revista Enem não retornou as mensagens da reportagem enquanto a plataforma Estude em Casa informou ter sido desenvolvida para "atender a demanda de urgência" durante a suspensão de atividades escolares presenciais e que "a atualização da referida política já está sendo realizada e incorporada de forma acessível em nossa página".
Christian Perrone, coordenador de direito e govtech do ITS Rio (Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro), avalia que houve uma explosão de oportunidades para essas tecnologias digitais durante a pandemia.
"É muito provável, como aponta o relatório da Human Rights Watch, que essas novas tecnologias tenham sido desenvolvidas e colocadas em prática sem os cuidados sobre quais informações de crianças eram coletadas, com quem eram compartilhadas e como eram armazenadas", explica.
"Isso pode ter ocorrido virtualmente em todos os países, mesmo sem intenções negativas em razão, e poderia não ocorrer num processo normal, foram dos tempos de pandemia", avalia ele, para quem essas ferramentas "prestaram um serviço incrível" e precisam, agora, se adaptar.
A plataforma Explicaê, por meio de nota, explicou que "dada a urgência provocada pela pandemia, disponibilizou gratuitamente a sua plataforma a todos os alunos da rede pública de ensino de São Paulo", sem implementar mudanças tecnológicas para atender aos alunos de São Paulo.
Nos últimos anos, a Meta e o Google foram pressionados a revisarem suas políticas para menores de 13 anos. Em 2019, o Google determinou que todos os criadores de conteúdo do YouTube deveriam marcar se os vídeos são ou não indicados para crianças.
O YouTube também decidiu parar de direcionar publicidade aos usuários mais novos. Já a Meta, empresa da qual faz parte o Facebook e o Instagram, barrou a criação do Instagram Kids, uma versão do aplicativo dedicada a crianças, e impôs barreiras à publicidade infantil em suas plataformas.
O tratamento adequado aos rastros deixados por crianças e adolescentes em ambientes virtuais tem sido objeto de preocupação e de debate.
O Comitê dos Direitos da Criança da ONU alertou que as práticas de processamento de dados de crianças "podem resultar em violações e abusos" e recomendou que Estados "proíbam por lei o uso desses dados para fins comerciais com base em seus rastros digitais".
O Conselho Europeu declarou que aplicar perfis em usuários crianças e adolescentes a partir do processamento de seus dados "para tomar decisões em lugar das crianças ou analisar ou prever suas preferências, comportamentos e atitudes deve ser proibido por lei".
A Academia Americana de Pediatria levantou preocupações com o impacto na saúde das crianças de práticas de "rastreamento e uso de seu comportamento digital para informar campanhas de marketing digital".
Para Meira, da Associação Data Privacy Brasil, é importante "dar visibilidade a um processo que é muito pouco transparente". "As empresas precisam considerar que pessoas menores de 18 anos estarão usando suas plataformas e estabelecer regras diferentes no melhor interesse de crianças e adolescentes."
GLOSSÁRIO DO MERCADO DE PUBLICIDADE ONLINE INFANTIL
EdTechs
Empresas de tecnologia que desenvolvem produtos de educação, como sites ou aplicativos de ensino
Publicidade comportamental
Publicidade com base em comportamentos de consumo e interação social obtidos pela internet (como busca no Google e em aplicativos, compras e páginas seguidas nas redes sociais); os anúncios são direcionados a públicos de forma segmentada e personalizada
Profiling
Criação de perfis de consumo, com base em rastros digitais, para o direcionamento assertivo de publicidade online
Política de privacidade/termos de uso
Contratos digitais que devem informar de forma clara como um produto ou serviço digital (um site, aplicativo ou rede social) capta e utiliza os dados pessoais de seus usuários
Cookie
Estrutura de dados contida em cada dispositivo criada por sites ou aplicativos para acompanhar o comportamento online de cada pessoa
Ad tracker
Códigos que enviam as informações do usuário para ferramentas ou para o mercado publicitário online a fim de personalizar a experiência. Exemplo: o Google recebe uma informação de interesse do usuário e passa a exibir anúncios alinhados a essa informação
Data broker
São grandes “corretores de dados” na internet; empresas que criam bases de dados a partir de diferentes fontes, públicas e privadas, e atuam na compra e venda para diferente setores

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Academic Certification using Blockchain: Permissioned versus Permissionless Solutions

Academic Certification using Blockchain: Permissioned versus Permissionless Solutions | Inovação Educacional | Scoop.it
Academic Certification using Blockchain: Permissioned versus Permissionless Solutions
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Streamings desenvolvem forma de inserir anúncio em filmes antigos

Streamings desenvolvem forma de inserir anúncio em filmes antigos | Inovação Educacional | Scoop.it
Com a ajuda de inteligência artificial, os softwares são capazes de, por exemplo, colocar um anúncio da Coca-Cola em algum outdoor em Wakanda, do filme "Pantera Negra" ou fazer com que o Toretto, em "Velozes e Furiosos", beba uma cerveja Budweiser ao invés de uma Corona.
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Robôs e IA podem agilizar tarefas sem 'deletar' trabalhador humano?

Robôs e IA podem agilizar tarefas sem 'deletar' trabalhador humano? | Inovação Educacional | Scoop.it
As tecnologias vão reduzir riscos e agilizar atividades sem deletar o papel do trabalhador. É o que defende Luma Boaventura, presidente-executiva e cofundadora da AI Robots, com foco em usar robótica e IA para otimizar processos em indústrias.
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Desagregar é o futuro do ensino superior?

Desagregar é o futuro do ensino superior? | Inovação Educacional | Scoop.it

Quinze anos atrás, o New York Times publicou um artigo sobre o “jogo das mensalidades”, no qual as faculdades aumentavam as mensalidades para competir com as escolas rivais e, em resposta, tiveram aumentos notáveis ​​em suas matrículas. De fato, as matrículas continuaram a crescer ao longo dos quatro anos seguintes. E então, de repente, eles começaram a declinar. Eles têm mantido seu declínio constante desde então.
1,7 milhão de alunos a menos estão matriculados hoje do que há 10 anos . Simultaneamente, o custo da faculdade aumentou mais de 25%, a porcentagem de cursos ministrados por professores titulares diminuiu constantemente e os alunos estão deixando os programas de graduação com mais de US$ 30.000 em dívidas e muitas vezes sem as habilidades necessárias para empregos lucrativos.
Embora os dados continuem a demonstrar os benefícios financeiros de um diploma universitário, é evidente que muitos alunos estão começando a questionar o retorno do investimento da experiência universitária e estão procurando maneiras alternativas de obter educação.
Mas os alunos podem obter todos os benefícios de um diploma universitário se não estiverem obtendo uma experiência tradicional de graduação? E qual o papel que as faculdades devem desempenhar para oferecer aos alunos essas oportunidades? À medida que a pandemia avança e as instituições enfrentam os números mais recentes de matrículas , muitas faculdades começam a se perguntar: desagregar o programa de graduação é o futuro do ensino superior?
O que é uma educação desagregada?
A educação universitária compreende mais do que cursos em sala de aula. Desagregar a educação significa dividir ou desmontar a experiência universitária em seus componentes: aprendizado em sala de aula centrado na disciplina, rede de colegas e professores, recursos pós-educação e desenvolvimento de habilidades e experiências adquiridas na vida estudantil.
Enquanto poucos estão questionando o valor das experiências adquiridas em um programa de graduação no campus, muitos estão questionando o custo. Eles argumentam que há experiências igualmente valiosas a serem adquiridas com o emprego precoce, mentores e programas de habilidades oferecidos localmente. Os alunos buscam acesso a cursos acessíveis e flexíveis e programas de credenciamento.
Desagregar a experiência tradicional do programa de graduação significa permitir que os alunos obtenham créditos com diploma de várias fontes e instituições, selecionando assim seu próprio curso de estudo e personalizando sua educação de acordo com suas habilidades, paixões e objetivos de carreira.
Desagregação em ação: MOOCs e microcredenciais
Com base nos resultados de uma pesquisa independente , fica claro que os alunos desejam mais flexibilidade educacional a um custo menor. E se olharmos para o recente aumento de matrículas de estudantes não tradicionais (estudantes com mais de 24 anos) e o aumento de matrículas de pós-graduação em meio período , parece que cada vez mais alunos estão buscando uma educação que possam equilibrar com suas trabalho e vida familiar.

Da mesma forma, muitas instituições já começaram a oferecer opções educacionais desagregadas. Os cursos online abertos massivos (MOOCs) têm crescido constantemente em popularidade. Embora os alunos não possam contar esses cursos para um diploma, sua popularidade fala da necessidade de oportunidades educacionais semelhantes que carregam créditos.

Na verdade, cursos de baixo custo e com crédito surgiram para abordar a crescente lacuna de habilidades nos Estados Unidos. Muitas faculdades e universidades começaram a oferecer microcredenciais — programas de estudo curtos e com foco restrito que podem ser adicionados a um programa de graduação existente ou concluídos para obter um certificado independente.

Desagregar é uma tendência ou o novo normal iminente do ensino superior?

Há quem preveja que o declínio atual do ensino superior é baseado em pandemia e os números de matrículas aumentarão novamente quando passarmos dessa crise de saúde pública. Para instituições que acreditam firmemente na importância de uma educação em artes liberais, esta é uma notícia esperançosa. Afinal, os dados ainda sugerem que o custo de um diploma universitário vale o alto investimento.

 

Mas, a menos que as instituições possam reduzir bastante o custo da experiência do programa de graduação no campus, fornecer aos alunos habilidades para garantir o emprego e apoiar melhor os alunos de primeira geração , minorias e trabalhadores, elas podem ver as taxas de matrícula continuarem caindo.

Um dos maiores indicadores que mostra por que desagregar a experiência educacional pode ser necessário para o futuro do ensino superior é o número crescente de estudantes não tradicionais que procuram se matricular em um programa de graduação universitária. Estudantes não tradicionais geralmente possuem empregos, famílias e outros compromissos e procuram opções de educação mais flexíveis.  

Não é apenas a crescente demografia de estudantes não tradicionais que desejam uma educação mais personalizada e flexível. O número de estudantes que procuram maneiras mais econômicas de obter habilidades profissionais e diplomas universitários vem crescendo ano a ano. Ao oferecer cursos e programas à la carte baseados em competências e programas de graduação tradicionais, as instituições podem atrair uma gama maior de alunos e potencialmente aumentar as matrículas.

Uma demanda contínua por personalização e flexibilidade

Pode ser absurdo imaginar a erradicação de uma experiência educacional de quatro anos no campus. Mas o que os últimos 10 anos deixaram claro é que nem todos os alunos desejam - nem podem pagar - um programa de graduação tradicional.

Desagregar os programas tradicionais em cursos fora da base, microcredenciais e outros programas de certificação, e permitir que os alunos coloquem esses cursos e créditos em um diploma universitário pode atender aos alunos que precisam de opções de educação mais personalizadas e flexíveis. Isso, por sua vez, dá aos alunos a oportunidade de reconhecer plenamente o valor de sua educação, tornar-se aprendizes ao longo da vida e ter sucesso em seus empreendimentos de carreira.

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OECD report: Building a future that works for all 

OECD report: Building a future that works for all  | Inovação Educacional | Scoop.it
2020 humbled us with a global shock: the COVID-19 pandemic. We have been reminded that, despite best-laid plans, the future likes to surprise us. The crisis has exposed the glaring inequities in our school systems – from the broadband and computers needed for online education to training teachers to keep classes going digitally.
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MEC define prazos para conversão de acervo acadêmico para o meio digital

Ministério da Educação (MEC) instituiu uma Portaria que estabelece normas para a digitalização do acervo acadêmico das instituições de educação superior pertencentes ao sistema federal de ensino. A Portaria nº 360 está em vigor desde o dia 18 de maio e institui que está vedada a produção de novos documentos integrantes do acervo acadêmico de forma física a partir de 1º de agosto de 2022. 
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Jayme Garfinkel: “Não podemos ser indiferentes”

Jayme Garfinkel: “Não podemos ser indiferentes” | Inovação Educacional | Scoop.it

Ao longo dessa minha caminhada, escutei infelizmente perguntas como: “você vai ajudar bandidos?”. A minha resposta é que devemos ajudar pessoas. Elas erraram, estão cumprindo as penas determinadas pela Justiça e depois vão voltar a ter liberdade. Encarar as prisões como “depósito de gente” contribui para uma visão desumana e para a escalada da violência no país.
Na primeira vez que fui visitar um presídio, eu estava com medo e não sabia direito o que iria ver, mas, me vi frente a frente com seres humanos iguais a mim. Eu acho que quando buscamos compreender melhor um problema social e adotamos um olhar empático, a tendência é que passemos a nos envolver mais intensamente para mudar a situação.

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Preventing Innovation Fatigue

Preventing Innovation Fatigue | Inovação Educacional | Scoop.it

We tend to think of innovation with a capital “I,” a massive transformation or radical new idea. But beware of conflating big ideas with innovative ones.
Leaders tend to associate innovation with hype. Flashy, big ideas get leadership buy-in but may not lead to real results. Approach innovation with the same critical eye as you do all elements of your business and make sure you’re not just buying into the hype of an exciting idea.

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Superando a fadiga da inovação

Superando a fadiga da inovação | Inovação Educacional | Scoop.it
Essa é uma experiência comum o suficiente para que exista um termo que a defina: fadiga da inovação. E uma das principais causas é a luta para equilibrar a necessidade de promover avanços com as prioridades de negócio do dia a dia. Burocracia enraizada, falta de coordenação e escassez de financiamento ou visão estratégica podem conspirar para levar a empresa ao modo “mantendo as luzes acesas”.
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Siemens Stiftung joins Latimpacto social investment network

Siemens Stiftung joins Latimpacto social investment network | Inovação Educacional | Scoop.it

Siemens Stiftung has joined the Latimpacto community, a network of more than 800 key leaders in the social investment ecosystem in Latin America. Latimpacto’s mission is to mobilize financial, human and intellectual capital to achieve solutions with greater social and environmental impact in Latin American and Caribbean countries. It is built following the model of similar venture philantrophy networks such as the European Venture Philanthropy Association (EVPA).
For Siemens Stiftung, the alliance with Latimpacto provides possibilities to intensify best practice exchange and collaboration with stakeholders that focus on similar working areas such as education and, in particular, a STEM approach (science, technology, engineering and mathematics) for social and sustainable development in the region.
In April 2022, Dr. Nina Smidt, Managing Director and Spokesperson of the Board of Directors at Siemens Stiftung, was appointed as a member of Latimpacto’s Strategic Advisory Board, accepting a two-year mandate. Carolina Suárez Visbal, CEO of Latimpacto, said: “We thank Siemens Stiftung for its commitment to contribute to generating a more significant impact by helping us catalyze environmental and social capital in Latin America. It is invaluable to have such a renowned and experienced organization as member of our community”.

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PEC 206: entenda o que diz o texto que propõe cobrar mensalidade em universidades públicas

PEC 206: entenda o que diz o texto que propõe cobrar mensalidade em universidades públicas | Inovação Educacional | Scoop.it
Proposta está na pauta da Comissão de Constituição e Justiça, mas não será votada nesta semana. Atualmente, a Constituição garante gratuidade a todos os estudantes de instituições públicas.
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Governments Harm Children’s Rights in Online Learning

Governments of 49 of the world’s most populous countries harmed children’s rights by endorsing online learning products during Covid-19 school closures without adequately protecting children’s privacy, Human Rights Watch said in a report released today. The report was released simultaneously with publications by media organizations around the world that had early access to the Human Rights Watch findings and engaged in an independent collaborative investigation.
“‘How Dare They Peep into My Private Life?’: Children’s Rights Violations by Governments that Endorsed Online Learning during the Covid-19 Pandemic,” is grounded in technical and policy analysis conducted by Human Rights Watch on 164 education technology (EdTech) products endorsed by 49 countries. It includes an examination of 290 companies found to have collected, processed, or received children’s data since March 2021, and calls on governments to adopt modern child data protection laws to protect children online.

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Sala de ensino a distância é inaugurada no Presídio Regional de Santa Cruz

Sala de ensino a distância é inaugurada no Presídio Regional de Santa Cruz | Inovação Educacional | Scoop.it
Cinco detentos vão utilizar o espaço para participar das aulas de graduação da Unisc
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Os efeitos da pandemia nas crianças

Os efeitos da pandemia nas crianças | Inovação Educacional | Scoop.it

A aprendizagem das crianças brasileiras foi bastante afetada pela pandemia, assim como sua saúde mental e habilidades socioemocionais. Agora que a pandemia está perdendo força graças à vacinação, é hora de pensarmos em como recuperar estas crianças, para que elas não sejam permanentemente prejudicadas. Como a nossa parcela de jovens com baixo potencial para o mercado de trabalho já é elevada, não podemos nos dar ao luxo de perder ainda mais jovens no futuro.
A figura mostra a porcentagem de crianças de 5 e 6 anos que frequentam a escola desde 2002 até 2022 de acordo com a escolaridade das mães. Podemos verificar, em primeiro lugar, o grande avanço que ocorreu neste indicador desde 2002, especialmente entre as crianças mais pobres, com sua frequência aumentando de 73% para 95%. Entretanto, os dados mais recentes, englobando o período da pandemia, apontam para uma queda bastante preocupante. Entre 2017 e 2022 a frequência escolar entre as crianças das famílias mais escolarizadas caiu de 98% para 96% e entre as menos escolarizadas de 95% para 90%.
A maior queda ocorreu na região Norte, seguida das regiões Nordeste e Sudeste. Essa queda é consistente com dados divulgados recentemente sobre o declínio do alfabetismo entre as crianças durante a pandemia. Por exemplo, a porcentagem de crianças de 6/7 anos que sabe ler e escrever nas escolas públicas (segundo informação dos pais) passou de 60% em 2019 para apenas 46% em 2022. Mesmo entre as que estão em escolas privadas, o alfabetismo declinou de 78% para 69%. Vale notar que a diferença de alfabetização entre as que estudam em escolas privadas e públicas aumentou de 18 para 23 pontos percentuais, ou seja, houve aumento da desigualdade no aprendizado.
As crianças da pré-escola em 2020 aprenderam apenas 64% do que haviam aprendido as crianças de 2019
Um estudo importante analisou dados de aprendizagem e habilidades motoras entre crianças matriculadas em escolas privadas ou conveniadas na cidade do Rio de Janeiro 1. O estudo comparou a evolução destes indicadores ao longo do ano na geração que estava na pré-escola em 2019 com a geração que estava na mesma fase em 2020 e que, portanto, foi afetada pela pandemia. Os resultados mostram que as crianças que estavam na pré-escola em 2020 aprenderam apenas 64% do que havia sido aprendido em matemática pelas crianças da geração de 2019.
Mais ainda, as crianças mais pobres aprenderam somente metade do que foi aprendido em 2019, ao passo que as crianças mais ricas chegaram a 75%. Aqui também o aumento da desigualdade é evidente, ainda mais porque a amostra não envolveu crianças das pré-escolas públicas. O estudo detectou também um aumento de 14% nas crianças de 2020 que não conseguiam sentar e levantar do solo sem usar nenhum apoio e que, portanto, não alcançaram um nível adequado de habilidade motora. Estas crianças tiveram seu desenvolvimento afetado por terem ficado muito tempo em casa durante a pandemia, já que 65% das crianças analisadas ficavam mais de 4 horas no celular ou no computador todos os dias durante a pandemia.
Se nada for feito, muitas dessas crianças irão passar menos tempo na escola, se tornarão jovens nem-nem e irão depender de programas assistenciais pelo resto da vida para sobreviver. Além disso, essa geração poderá se tornar permanentemente mais desigual. O que podemos fazer para reverter esses efeitos? Em primeiro lugar, o governo federal teria que iniciar uma avaliação completa da situação atual, como a que foi feita no estudo citado, para uma amostra de crianças de diferentes idades em todo o Brasil, levando em conta as diferenças entre escolas públicas e privadas e as diferentes regiões do país.
Essa avaliação deveria envolver indicadores de desenvolvimento infantil, aprendizagem, habilidades socioemocionais e saúde mental. Em seguida, de posse dos resultados da avaliação, o governo deveria ter um plano de metas para melhorar esses indicadores em um curto espaço de tempo. Em termos de aprendizagem, por exemplo, a meta poderia ser recuperar os níveis de aprendizado existentes em 2019 em cada município até o final de 2023. Ou seja, as crianças terão que aprender em 2022 e 2023 o conteúdo escolar de 2020, 2021, 2022 e 2023. Quatro anos em dois.
Dado o caráter descentralizado do nosso sistema educacional, para que esta meta seja atingida é necessário que haja parcerias entre os governos estaduais e os municípios de cada Estado para desenho de estratégias. Estas estratégias teriam necessariamente que envolver mais tempo de aula. Para isso, temos que implementar rapidamente escolas em tempo integral por todo o país, para que os alunos fiquem na escola o dia todo, aprendam mais matemática e linguagens, façam exercícios físicos e sejam estimulados através de jogos e brincadeiras.
Nos locais onde ainda não é possível implementar ensino em tempo integral, deveríamos usar as tecnologias de ensino à distância aprendidas durante a pandemia para atingir as crianças em casa. Para que isto seja possível, as redes teriam que entregar chips de celular para todas as crianças em idade escolar e acompanhar o desempenho das crianças nas atividades realizadas à distância.
Além disto, os municípios teriam que usar os agentes da Estratégia Saúde da Família (ESF) para buscar as crianças que estão fora da escola e trazê-las de volta. A ESF atinge 60% dos domicílios brasileiros, principalmente os mais pobres, e pode ser usada também para identificar crianças e adultos com problemas de saúde física e mental. Em suma, é necessário que a sociedade se mobilize para que possamos recuperar o tempo perdido durante a pandemia e salvar a “geração covid”. Caso contrário será ainda mais difícil aumentar a produtividade e reduzir a desigualdade no futuro.

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Sem humanos: China usa robôs e impressão 3D para construir barragem

Sem humanos: China usa robôs e impressão 3D para construir barragem | Inovação Educacional | Scoop.it
Cientistas chineses pretendem usar Inteligência Artificial (IA) e impressoras 3D para construir uma barragem no Planalto Tibetano, no sudoeste da China, sem mão de obra humana. A execução está descrita em um artigo publicado em abril no Journal of Tsinghua University (Ciência e Tecnologia).
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Por que Google decidiu pisar no freio com inteligência artificial

Por que Google decidiu pisar no freio com inteligência artificial | Inovação Educacional | Scoop.it

A nova postura pode estar relacionada ao combate de críticas da comunidade acadêmica em que o Google já foi alvo. Durante o desenvolvimento de novas linguagens para inteligências artificiais, até funcionários da própria empresa demonstraram insatisfação.
Houve denúncias de funcionários que dizem ter sido demitidos por apontarem problemas, como vieses preconceituosos, de gênero e de raça, nos modelos apresentados pela companhia.
Um exemplo é a ex-líder de pesquisa em ética de IA, a cientista da computação Timnit Gebru. Sua demissão teria ocorrido após ela ter acusado a empresa de racismo e censura. Na época, o Google disse que houve "muita especulação e mal-entendido" sobre a demissão.
O app AI Test Kitchen estará disponível para Android, mas dependerá de convites para ser instalado no celular. O aplicativo vai testar o LaMDA 2, modelo de IA especializado em linguagem natural humana que o Google está desenvolvendo.
Ele funciona de forma simples: você fala, do seu jeito, e ele responde, tentando entender nuances e sutilezas de linguagem que as pessoas estão acostumados a usar, mas que podem ser difíceis para robôs interpretar.

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The Evidence-Informed Learning Technology Enterprise Framework

The ELTE (Evidence-informed Learning Technology Enterprise) framework explored in Dr Anissa Moeini's thesis that this Byte-Sized piece is based on has both academic and non-academic impact.  The ELTE framework is designed to better connect academic research and EdTech enterprises. 
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Makers, Marketplaces and MOOCs. The Anatomy of Online Course Platforms

Makers, Marketplaces and MOOCs. The Anatomy of Online Course Platforms | Inovação Educacional | Scoop.it
Zooming out to make sense of the global online course platform landscape.
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Após ação conjunta do CFM e FPMed, Ministério da Educação revoga portaria que criava novas vagas em cursos de medicina

Após ação conjunta do CFM e FPMed, Ministério da Educação revoga portaria que criava novas vagas em cursos de medicina | Inovação Educacional | Scoop.it
O Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Frente Parlamentar de Medicina (FPMed) uniram forças e participaram ativamente do processo que levou o Ministério da Educação a revogar a Portaria MEC nº 343/2022, divulgada no último dia 18 e que permitia a expansão de vagas em cursos de Medicina no Brasil. A nova orientação do Governo, que saiu na edição do Diário Oficial da União de segunda-feira (23), anula os efeitos da norma anterior que sofreu críticas pela forma como concebida e pelos riscos que trazia para o ensino médico brasileiro.
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Indústria 4.0 | E-book CESAR

Indústria 4.0 | E-book CESAR | Inovação Educacional | Scoop.it

Como as tecnologias habilitadoras têm gerado valor e eficiência para as empresas industriais
Big Data, Iot, IA, Cibersegurança, dentre outras tecnologias habilitadoras estão sendo cada vez mais aplicadas na indústria.
No cenário atual de Quarta Revolução Industrial, novas oportunidades e também desafios surgem para as empresas do setor no Brasil e no mundo. Entenda a aplicação dessas tecnologias a partir de cases do mercado, bem como quais são as principais previsões e expectativas para o futuro da indústria.

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Nearly Half Of CEOs Struggling With Digitalization Efforts, Poll Finds

Nearly Half Of CEOs Struggling With Digitalization Efforts, Poll Finds | Inovação Educacional | Scoop.it
When it comes to winning in this new era for business, CEOs across virtually every industry in every part of the nation agree on two things: Becoming a more digitally sophisticated enterprise is essential, and they are struggling to make it happen.
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"A dor de conviver com pessoas melhores do que nós" por Luiz Felipe Pondé

"A dor de conviver com pessoas melhores do que nós" por Luiz Felipe Pondé | Inovação Educacional | Scoop.it
Uma das maiores provações do ser humano é conviver com pessoas melhores do que nós, em casa, no trabalho ou em qualquer parte do convívio social nós encontramos gente que faz melhor o que nós já fazemos e ainda se dizem felizes. Pois é, assim fica difícil conviver.
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Credential Train Is Leaving the Station — Get on Board

The company doubled down on that strategy Wednesday, when it announced the launch of a career training academy that enables users to earn entry-level certificates from companies like Meta and IBM in fields such as data analytics, social media marketing and user experience design. Institutions—including colleges, businesses and government organizations—can sign up to make the platform available to their students or employees. Coursera officials envision that colleges will make the platform, called Career Academy, available to college juniors and seniors so they can learn skills directly connected to jobs. While the company expects colleges to offer the platform outside of their core curriculum, some faculty members have signaled interest in baking the offerings into their classes, said Scott Shireman, global head of Coursera for Campus.
The Career Academy is one way a college or university can get aboard the alternative credential train in rapid fashion by leveraging mini programs developed by industry leaders. The opportunities are growing swiftly.

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