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March 25, 2025 3:12 PM
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Google realiza 5 trilhões de buscas e mantém força na Geração Z, diz CEO no Brasil

Google realiza 5 trilhões de buscas e mantém força na Geração Z, diz CEO no Brasil | Inovação Educacional | Scoop.it

Um exemplo disso é a quantidade de buscas feitas anualmente na plataforma. Em 2024, os usuários fizeram mais de 5 trilhões de pesquisas no buscador, segundo Coelho, em entrevista à Bloomberg Línea. É a primeira vez que o Google divulga o dado.
“O Google Search continua crescendo. E uma coisa incrível é que 15% das buscas que são feitas todos os dias jamais foram feitas antes”, afirma Coelho, que lidera a operação brasileira há 14 anos dos 20 anos em que o Google está presente no país.

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Curadoria por Luciano Sathler. CLIQUE NOS TÍTULOS. Informação que abre caminhos para a inovação educacional.
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September 10, 2024 9:19 AM
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Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler

Igualdade Artificial, um risco para a educação. Por Luciano Sathler | Inovação Educacional | Scoop.it

O que acontece quando a maioria faz uso de uma IA para realizar suas atividades laborais? E, no caso dos estudantes, quando os trabalhos passam a ser produzidos com o apoio de uma IA generativa?
Luciano Sathler
É PhD em administração pela USP e membro do Conselho Deliberativo do CNPq e do Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais
As diferentes aplicações de Inteligência Artificial (IA) generativa são capazes de criar novos conteúdos em texto, imagens, áudios, vídeos e códigos para software. Por se tratar de um tipo de tecnologia de uso geral, a IA tende a ser utilizada para remodelar vários setores da economia, com impactos políticos e sociais, assim como aconteceu com a adoção da máquina a vapor, da eletricidade e da informática.
Pesquisas recentes demonstram que a IA generativa aumenta a qualidade e a eficiência da produção de atividades típicas dos trabalhadores de colarinho branco, aqueles que exercem funções administrativas e gerenciais nos escritórios. Também traz maior produtividade nas relações de suporte ao cliente, acelera tarefas de programação e aprimora mensagens de persuasão para o marketing.
O revólver patenteado pelo americano Samuel Colt, em 1835, ficou conhecido como o "grande equalizador". A facilidade do seu manuseio e a possibilidade de atirar várias vezes sem precisar recarregar a cada disparo foram inovações tecnológicas que ampliaram a possibilidade individual de ter um grande potencial destrutivo em mãos, mesmo para os que tinham menor força física e costumavam levar desvantagem nos conflitos anteriores. À época, ficou famosa a frase: Abraham Lincoln tornou todos os homens livres, mas Samuel Colt os tornou iguais.
Não fazemos aqui uma apologia às armas. A alegoria que usamos é apenas para ressaltar a necessidade de investir na formação de pessoas que sejam capazes de usar a IA generativa de forma crítica, criativa e que gerem resultados humanamente enriquecidos. Para não se tornarem vítimas das mudanças que sobrevirão no mundo do trabalho.
A IA generativa é um meio viável para equalizar talentos humanos, pois pessoas com menor repertório cultural, científico ou profissional serão capazes de apresentar resultados melhores se souberem fazer bom uso de uma biblioteca de prompts. Novidade e originalidade tornam-se fenômenos raros e mais bem remunerados.
A disseminação da IA generativa tende a diminuir a diversidade, reduz a heterogeneidade das respostas e, consequentemente, ameaça a criatividade. Maior padronização tem a ver com a automação do processo. Um resultado que seja interessante, engraçado ou que chama atenção pela qualidade acima da média vai passar a ser algo presente somente a partir daqueles que tiverem capacidade de ir além do que as máquinas são capazes de entregar.
No caso dos estudantes, a avaliação da aprendizagem precisa ser rápida e seriamente revista. A utilização da IA generativa extrapola os conceitos usualmente associados ao plágio, pois os produtos são inéditos – ainda que venham de uma bricolagem semântica gerada por algoritmos. Os relatos dos professores é que os resultados melhoram, mas não há convicção de que a aprendizagem realmente aconteceu, com uma tendência à uniformização do que é apresentado pelos discentes.
Toda Instituição Educacional terá as suas próprias IAs generativas. Assim como todos os professores e estudantes. Estarão disponíveis nos telefones celulares, computadores e até mesmo nos aparelhos de TV. É um novo conjunto de ferramentas de produtividade. Portanto, o desafio da diferenciação passa a ser ainda mais fundamental diante desse novo "grande equalizador".
Se há mantenedores ou investidores sonhando com a completa substituição dos professores por alguma IA já encontramos pesquisas que demonstram que o uso intensivo da Inteligência Artificial leva muitos estudantes a reduzirem suas interações sociais formais ao usar essas ferramentas. As evidências apontam que, embora os chatbots de IA projetados para fornecimento de informações possam estar associados ao desempenho do aluno, quando o suporte social, bem-estar psicológico, solidão e senso de pertencimento são considerados, isso tem um efeito negativo, com impactos piores no sucesso, bem-estar e retenção do estudante.
Para não cair na vala comum e correr o risco de ser ameaçado por quem faz uso intensivo da IA será necessário se diferenciar a partir das experiências dentro e fora da sala de aula – online ou presencial; humanizar as relações de ensino-aprendizagem; implementar metodologias que privilegiem o protagonismo dos estudantes e fortaleçam o papel do docente no processo; usar a microcertificação para registrar e ressaltar competências desenvolvidas de forma diferenciada, tanto nas hard quanto soft skills; e, principalmente, estabelecer um vínculo de confiança e suporte ao discente que o acompanhe pela vida afora – ninguém mais pode se dar ao luxo de ter ex-alunos.
Atenção: esse artigo foi exclusivamente escrito por um ser humano.
O editor, Michael França, pede para que cada participante do espaço "Políticas e Justiça" da Folha sugira uma música aos leitores. Nesse texto, a escolhida por Luciano Sathler foi "O Ateneu" de Milton Nascimento.

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Como despertar prazer na leitura

Como despertar prazer na leitura | Inovação Educacional | Scoop.it

Para ela, é necessária uma profunda transformação curricular nos anos do fundamental 1 (1º ao 5º ano). Sua proposta é que, nestes anos, a escola se concentre em desenvolver as capacidades de ler, argumentar, entender a cidade, expressar-se de forma gráfica e pelas outras linguagens artístico-comunicacionais. 
“A leitura no Brasil não está desescolarizada, é um assunto da escola, e não do mundo. Um show tem um roteiro, uma exposição tem um roteiro, um curador; como não entendemos o que está acontecendo ali? Isso tem de ser experimentado, não ensinado como receita, e sim vivido. Viver uma exposição, viver um concerto”, diz ao exemplificar as diferentes leituras que nos fazem compreender o mundo. 

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Today, 12:44 PM
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Brasil tem mais de 547 mil pessoas com esquizofrenia 

Brasil tem mais de 547 mil pessoas com esquizofrenia  | Inovação Educacional | Scoop.it
No Brasil, 547.202 adultos com 18 anos ou mais vivem com esquizofrenia. O número equivale a 0,34% da população adulta brasileira. É o que diz um estudo produzido por pesquisadores da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), USP (Universidade de São Paulo) e UFPR (Universidade Federal do Paraná) com base nos dados mais recentes da PNS (Pesquisa Nacional de Saúde), de 2019.
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YouTube: vídeo curto leva a consumo maquinal de conteúdo 

YouTube: vídeo curto leva a consumo maquinal de conteúdo  | Inovação Educacional | Scoop.it
O YouTube decidiu acrescentar uma ferramenta para limitar o acesso de menores ao Shorts, uma seção da plataforma que lembra o TikTok, após "concluir que os formatos mais curtos podem levar a um consumo maquinal de conteúdo", disse a diretora de assuntos governamentais da empresa, Alexandra Veitch.

Na semana passada, a plataforma de vídeo lançou controles parentais para permitir que os pais definam um teto de tempo ou bloqueiem o acesso de crianças e adolescentes ao Shorts, além de lembretes de "hora de dormir" e de "tome um tempo".

Veitch, que conversou com a Folha por videoconferência do seu escritório em Washington, diz que nenhum dos concorrentes, TikTok e Instagram com os Reels, permite o bloqueio total ao acesso de vídeos curtos. "O Instagram não tem ferramenta alguma enquanto o TikTok permite limitar o acesso a cinco minutos. Nós vamos até o zero e estamos tentando dar um exemplo ao setor."


Silhueta de adolescente à frente do logo do YouTube - Dado Ruvic/Reuters
O público menor de idade da plataforma é relevante e mais engajado do que a média dos usuários. O perfil mais seguido do YouTube, MrBeast, já divulgou que a faixa etária mais comum entre seus fãs é a de 13 a 17 anos. No Brasil, o canal do ator Luccas Neto tem 53,5 milhões de assinantes.

De acordo com a diretora de assuntos governamentais, o YouTube abre mão de negócios para tornar o site mais saudável para crianças e adolescentes. "Nós somos a única companhia que impede que marcas direcionem seus anúncios a menores de idade", diz. E os anúncios direcionados, acrescenta ela, acertam mais e, por isso, vendem mais.

A diferença do YouTube para a concorrência, afirma a executiva, é justificada por uma ferramenta de verificação de idade que chega ao Brasil nesta sexta-feira (23).

O recurso funcionará com base no comportamento do usuário, analisando o que e com que frequência a pessoa busca e assiste —até o que comenta. "Quando verificarmos que um usuário tem menos de 18 anos, nós vamos desligar os anúncios personalizados." Antes, a idade no site era declarada.

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O youtuber MrBeast visita lugares mortais no mundo


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De acordo com Veitch, o novo recurso não irá solicitar dados além do que os já coletados pelo YouTube nem envolverá reconhecimento facial, como fazem outras plataformas —isso só é possível porque a plataforma retém uma enorme quantidade de informações sobre as pessoas.

Quem for marcado como menor de idade erroneamente, poderá recorrer apresentando um documento ou cartão de crédito. Esses dados serão descartados após a avaliação do recurso, diz o gigante dos vídeos.

A executiva diz que a expansão da tecnologia para o Brasil já estava no cronograma da empresa ainda antes da aprovação do ECA Digital tornar a verificação de idade obrigatória a partir do próximo mês de março —a fiscalização deve começar só no segundo semestre do ano que vem, por decisão da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados).

Porém, o YouTube começou a usar a ferramenta de verificação de idade em alguns países da Europa em fevereiro do ano passado, após reveses judiciais. Em julho, a empresa decidiu levar o recurso para os Estados Unidos de forma voluntária.

O YouTube é controlado pela Alphabet, também dona do Google. A tecnologia deve chegar a todas as plataformas do conglomerado no país.

"O Brasil é um mercado prioritário para o Google e tem a quinta maior base de usuários do YouTube."

A plataforma de vídeo, além de bloquear para menores de idade os conteúdos que mencionem, por exemplo, suicídio, aborto ou contenham violência explícita, irá adaptar o algoritmo de recomendação para indicar conteúdo mais adequado para o público mais jovem —essa é uma das tecnologias mercadológicas para manter o usuário mais tempo online.

"Se uma adolescente estiver procurando uma atividade física, em vez de indicar um exercício que seria propício para mim, que tenho 45 anos, ele vai direcionar para um esporte que faça sentido", afirma a executiva.


Ao mesmo tempo, o YouTube atualizou as regras para temas considerados 'polêmicos', a exemplo de aborto e automutilação. A mudança permite o pagamento por anúncios em vídeos com debates que não apresentem conteúdo visual explícito.

A medida, segundo a empresa, visa dar mais liberdade para os produtores de vídeos. "O sustento dos criadores de conteúdo depende fundamentalmente da publicidade, e a monetização é o motor que impulsiona o ecossistema do YouTube", diz Veitch.

Ela ressalva que o fato de um vídeo gerar receita não garante que ele seja recomendado para menores.

"Para conteúdos considerados inadequados para o público jovem, a política da plataforma prevê uma redução no alcance e no número de visualizações, independentemente de o vídeo estar ou não monetizado."

RAIO-X - YOUTUBE
Faturamento (2024, dado anual mais recente): US$ 54,2 bilhões, no mundo (inclui receita de anúncios e assinaturas Premium/TV)
Audiência: Mais de 2,7 bilhões de usuários ativos por mês
Funcionários: 183.323 (total da holding Alphabet)
Principais concorrentes: TikTok, Meta (Instagram e Reels), Netflix e Disney+
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Today, 12:39 PM
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Reajuste para professores na prática

Reajuste para professores na prática | Inovação Educacional | Scoop.it
A Confederação Nacional de Municípios, que se opõe ao valor do reajuste, estima que a medida trará um impacto de R$ 8 bilhões aos cofres das prefeituras.

Para conter a alta de gastos permanentes, dados o déficit dos sistemas previdenciários e o envelhecimento populacional, os entes federativos recorrem à contratação de professores temporários, cujo número tem aumentado nos últimos anos.

Levantamento da ONG Todos pela Educação mostra que, de 2013 a 2023, a parcela de docentes concursados nas redes estaduais caiu de 68,4% para 46,5%, enquanto a de temporários subiu de 31,1% para 51,6% —os demais são terceirizados ou celetistas.

Nos municípios, de acordo com o Censo Escolar 2024, os temporários ainda não superaram os efetivos, somando 35,4%. Mas há variações expressivas, de 9,9% no Paraná a 60% em Alagoas.

Nesse sentido, é inescapável o debate sobre uma reforma do regime dos servidores que facilite gestões mais flexíveis e racionais, não só por questões orçamentárias, mas para melhorar indicadores de aprendizagem.

É necessário rever a estabilidade em carreiras que não são de Estado e implementar avaliações de desempenho para aperfeiçoar o ensino e respaldar aumento de remunerações ou substituição de profissionais.

Parcerias público-privadas em infraestrutura e manutenção de escolas, desde que bem desenhadas e reguladas, também têm potencial para aliviar orçamentos engessados por gastos obrigatórios que limitam investimentos.

Para isso, é imperativo abandonar posturas corporativistas, baseadas em ideologia datada, que focam apenas em expansão de salários e do funcionalismo.
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Today, 12:13 PM
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A tecnologia pode melhorar o funcionamento do cérebro humano?

A tecnologia pode melhorar o funcionamento do cérebro humano? | Inovação Educacional | Scoop.it
A estimulação cerebral profunda pode ajudar a aliviar alguns dos sintomas de Parkinson, mas nem sempre é eficaz.

As formas em que a vasta rede de neurônios envia sinais elétricos entre si são complexas e, até o momento, não são totalmente compreendidas.

"Existem muito mais sintomas do que apenas tremores e problemas de mobilidade", explica Lucia Ricciard, também da Universidade City St George de Londres.

"Eles incluem sintomas como depressão, ansiedade, falta de motivação, problemas de memória e dificuldades para dormir."

Ela destaca que os estudos indicam que a estimulação cerebral profunda também pode ajudar a aliviar alguns destes sintomas, como a depressão e a ansiedade, mas é preciso realizar mais pesquisas a respeito.
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Today, 12:02 PM
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Davos 2026: Why scaling AI still feels hard - and what to do about it

Even as the technology matures and adoption becomes widespread, scaling AI still feels hard for many companies.
While an estimated $1.5 trillion was invested in AI last year, many companies are still struggling to start or scale their AI projects.
At Davos 2026, some of the companies at the forefront of AI adoption discussed how they are scaling AI beyond pilots.
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January 23, 9:30 AM
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Mary Berry, e agora Prue Leith. Aposentar-se aos 80 anos é o novo 60 | Simon Jenkins | The Guardian

Mary Berry, e agora Prue Leith. Aposentar-se aos 80 anos é o novo 60 | Simon Jenkins | The Guardian | Inovação Educacional | Scoop.it
Os idosos são muito mais saudáveis ​​do que costumavam ser, mas devem fazer exames regulares de vista – e audição – para poderem dirigir. Profissionais de áreas como medicina e direito devem ser obrigados a manter-se atualizados. Funcionários públicos incompetentes devem ter direito à aposentadoria em qualquer idade. Existem também razões legítimas e possivelmente necessárias para a aposentadoria de funcionários, mas estas devem ser justificadas. Declarar uma pessoa inapta para o trabalho é uma questão séria e deve ser justificada – mesmo que isso tenha levado a uma onda de casos de demissão injusta.
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January 23, 9:21 AM
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The AI Challenge: Faculty Concerns About Generative AI in…

The AI Challenge: Faculty Concerns About Generative AI in… | Inovação Educacional | Scoop.it
Produced by AAC&U in partnership with Elon University’s Imagining the Digital Future Center, The AI Challenge examines how generative AI is transforming teaching, learning, careers, and academic integrity. Drawing on a national survey of more than 1,000 faculty, the report captures both concerns and possibilities—from worries about critical thinking and student dependence on AI to new opportunities for customized instruction and innovation.
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January 23, 9:19 AM
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Portal Mais Professores divulga 12 programas de pós-graduação

Portal Mais Professores divulga 12 programas de pós-graduação | Inovação Educacional | Scoop.it

Portal Mais Professores está divulgando 12 programas de pós-graduação com inscrições abertas, voltados à formação e à qualificação de docentes da educação básica. As oportunidades incluem cursos de mestrado, doutorado e especialização, ofertados por universidades federais e institutos federais em diferentes regiões do país. 
A divulgação das vagas faz parte da ação do Ministério da Educação (MEC) para ampliar o acesso dos professores a cursos de pós-graduação gratuitos, fortalecendo a formação acadêmica e pedagógica do magistério. A plataforma reúne, em um único ambiente, informações sobre os cursos disponíveis, instituições ofertantes e prazos de inscrição. 

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January 23, 9:14 AM
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Parceria pela Primeira Infância do Município de Boa Vista/RR – Fundação Maria Cecília Souto Vidigal

Parceria pela Primeira Infância do Município de Boa Vista/RR – Fundação Maria Cecília Souto Vidigal | Inovação Educacional | Scoop.it
O documento detalha a Parceria pela Primeira Infância em Boa Vista, uma iniciativa estratégica realizada entre a prefeitura local e a Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal, com o objetivo de fortalecer as políticas públicas e as ações voltadas à primeira infância no município.

A publicação sistematiza ações implementadas entre 2017 e 2022, destacando o fortalecimento do programa Família Que Acolhe e a criação de um currículo inovador para a educação municipal. Um dos marcos centrais foi a institucionalização orçamentária, que garantiu recursos específicos no Plano Plurianual para políticas voltadas a crianças de até seis anos.
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January 23, 6:59 AM
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Cursos de medicina com piores notas cobram até R$ 17 mil

Cursos de medicina com piores notas cobram até R$ 17 mil | Inovação Educacional | Scoop.it
Levantamento feito pela Folha mostra que quase todas as 87 instituições privadas de ensino que foram mal avaliadas no Enamed (Exame Nacional das Escolas Médicas) cobram mais de R$ 10 mil por mês dos alunos.
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January 22, 3:02 PM
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They hear, but do they care? What AI can teach us about listening better

They hear, but do they care? What AI can teach us about listening better | Inovação Educacional | Scoop.it
Os chatbots de IA não interrompem e não fazem julgamentos – então, o que eles podem nos ensinar sobre escuta ativa?

"Sei que é uma máquina, mas é super prática e sabe ouvir bem sempre que preciso", diz Anna, uma ucraniana que vive em Londres. Ela está falando sobre o uso frequente da versão premium do ChatGPT, um chatbot com inteligência artificial.

O que Anna – a BBC não está usando seu nome verdadeiro para proteger sua identidade – considera particularmente valioso não é necessariamente o conselho da IA, mas a capacidade que ela tem de lhe dar espaço para autorreflexão.

"Tenho experiência com isso, então posso confiar que sempre entenderá meus problemas e se comunicará comigo de uma maneira que me seja conveniente", diz ela. Ela está ciente de que isso pode parecer estranho para muitas pessoas, incluindo seus amigos e familiares, e é por isso que pediu para permanecer anônima.

Mas quando ela terminou recentemente o namoro, descobriu que a escuta paciente da IA ​​oferecia algo que seus amigos e familiares superprotetores não conseguiam proporcionar com seus julgamentos imediatos sobre o ex-parceiro: "ele é um idiota".

Em vez disso, a ausência de julgamento criou uma oportunidade para o autoconhecimento, à medida que ela processava suas emoções conflitantes.

E Anna não está sozinha: uma pesquisa recente da Harvard Business Review mostra que, em 2025, a terapia e o acompanhamento eram o uso mais comum da IA ​​generativa por meio de ferramentas como o ChatGPT, que consegue manter uma conversa de forma muito semelhante a uma pessoa. 

Surpreendentemente, estudos mostram que as respostas de texto geradas por IA agora são consideradas mais compassivas do que as escritas por humanos – mesmo quando esses humanos são atendentes treinados de linhas de apoio em situações de crise. Isso não significa que a IA seja genuinamente mais compassiva, mas sim uma constatação preocupante de quão raramente ouvimos de forma imparcial.

Quando os pesquisadores revelaram a identidade dos autores das respostas, os avaliadores ainda consideraram as respostas do ChatGPT mais compreensivas, acolhedoras e atenciosas – revelando o quanto as pessoas anseiam por uma escuta ininterrupta e sem defensiva. Em outro estudo, as pessoas relataram sentir mais esperança, menos angústia e menos desconforto após interagirem com respostas geradas por IA em comparação com humanos.    

Vale lembrar que esses chatbots de IA não demonstram empatia real , mas sim a simulam com base no que aprenderam a partir de enormes conjuntos de dados de interações humanas.

A ironia de um algoritmo alimentado por um modelo de linguagem complexo — o tipo de aprendizado de máquina que sustenta muitos chatbots de IA — ser percebido como um ouvinte melhor do que um ser humano autêntico revela importantes percepções sobre nossas limitações na escuta. É quando nossas intenções, histórias pessoais e gatilhos emocionais tomam o controle que a verdadeira escuta atenta fica comprometida.

Nada disso sugere que devamos trocar relacionamentos interpessoais reais por grandes modelos de linguagem. Mas sugere que há algumas lições que nós, humanos, podemos aprender com esses sistemas de escuta baseados em código.  

IA versus Mente

Este artigo faz parte de  IA vs. a Mente , uma série que visa explorar os limites da inteligência artificial de ponta e, ao mesmo tempo, aprender um pouco sobre o funcionamento do nosso próprio cérebro. Com a ajuda de especialistas, cada artigo coloca diferentes ferramentas de IA contra a mente humana, fazendo perguntas instigantes que testam os limites da inteligência. Será que uma máquina consegue escrever uma piada melhor do que um comediante profissional ou desvendar um dilema moral com mais elegância do que um filósofo? Esperamos descobrir.

O poder da atenção ininterrupta
Talvez a lição mais fundamental da IA ​​seja simplesmente permitir que os outros falem sem interrupções. Os humanos interrompem por inúmeras razões: medo de um silêncio constrangedor, tentativas de "ajudar" a encontrar as palavras, economia de tempo com respostas que parecem "superiores" ou uma afirmação inconsciente de domínio. Essas interrupções, por mais bem-intencionadas que sejam, roubam a autonomia dos interlocutores e a oportunidade de desenvolver seus pensamentos. Interrupções durante uma conversa telefônica, por exemplo, demonstraram diminuir a percepção de empatia na pessoa que fala. 

Grandes modelos de linguagem não têm motivações nem desejos. São programados para serem obedientes, de modo que as pessoas continuem a usá-los. Portanto, exibem paciência perpétua – nunca sofrendo de fadiga empática. Embora tal feito não seja algo a que nós, humanos, possamos ou devamos aspirar, resistir a interrupções pode ser uma atitude poderosa.  

Perceba as emoções
O psicólogo pioneiro Carl Rogers compreendeu que reconhecer as emoções é essencial para uma escuta eficaz. Grandes modelos de linguagem são programados para categorizar emoções e refletir essas emoções de uma forma que parece ser empática, de acordo com Anat Perry, pesquisadora de empatia da Universidade Hebraica de Jerusalém, em Israel.

Os sistemas de IA demonstram uma vantagem particular na resposta a cenários que envolvem sofrimento e tristeza, em comparação com emoções positivas.
Um experimento revelou que o Bing Chat – precursor do Copilot da Microsoft – foi mais preciso do que respondentes humanos na detecção de felicidade, tristeza, medo e nojo. Sua capacidade de detectar raiva e surpresa foi comparável à de humanos. Embora grandes modelos de linguagem não consigam sentir essas emoções de fato, eles podem reconhecê-las e refletir esses sentimentos, fazendo com que o interlocutor se sinta compreendido. Pesquisadores descobriram que plataformas de IA que refletem a complexidade emocional em suas respostas podem ajudar a reformular o pensamento dos usuários e a desenvolver resiliência psicológica.

Acolhendo emoções difíceis
Os seres humanos instintivamente evitam reconhecer emoções difíceis, tanto as nossas quanto as dos outros.

Por exemplo, quando nosso primo nos conta sobre a morte trágica de seu gato, logo tentamos confortá-lo com comentários como: "Luna teve uma vida longa e feliz e foi muito amada até o fim". Mas isso não leva em consideração os sentimentos de angústia do nosso primo. Os sistemas de IA demonstram uma vantagem particular em responder a cenários que envolvem sofrimento e tristeza, em comparação com emoções positivas. As pessoas frequentemente temem sobrecarregar os ouvintes humanos com suas preocupações, explica Dariya Ovsyannikova, pesquisadora de saúde cognitiva da Universidade de Toronto, Canadá, que estudou como as pessoas percebem a IA como compassiva. 

A IA oferece uma alternativa sem peso. Dar espaço para que alguém compartilhe emoções difíceis pode fazer com que essa pessoa se sinta segura para ter pensamentos complicados e, assim, tenha mais chances de superá-los.  

Presença não julgadora
Historicamente, nossa sobrevivência como espécie dependeu da capacidade de fazer julgamentos rápidos — distinguir amigo de inimigo é um imperativo evolutivo. Mas esses julgamentos, muitas vezes transmitidos inconscientemente por meio de expressões sutis, como uma leve carranca, podem ser devastadores para quem compartilha pensamentos vulneráveis . Isso se mostrou especialmente verdadeiro entre crianças pequenas , por exemplo. Em contrapartida, a IA parece oferecer aos usuários anonimato e liberdade de julgamento social , criando uma segurança psicológica que possibilita o compartilhamento aberto . 

Para os ouvintes humanos, isso destaca a importância crucial de reconhecer quando estamos fazendo julgamentos e de conscientemente deixá-los de lado, para que o interlocutor se sinta à vontade para compartilhar com mais liberdade.

reconhecimento de padrões
Devido a todas as nossas responsabilidades, um ouvinte não profissional não está focado em recordar os diferentes tipos de ansiedade que alguém mencionou, por exemplo, ou os múltiplos sentimentos que essa pessoa expressou em relação à sua mãe. Os algoritmos de IA são excelentes no reconhecimento de padrões, utilizando uma vasta gama de dados – incluindo pensamentos incoerentes – para captar os fios mais tênues e tecê-los numa tapeçaria rica em significado . 

Quando ouvimos como seres humanos, também podemos optar por dar um passo atrás e refletir para o interlocutor não cada instância de emoções repetitivas, mas sim uma noção geral do que ele sente sobre um assunto e até mesmo seus sentimentos em relação a essas emoções. Esses padrões podem ser como um presente, se nos oferecerem a oportunidade de extrair significado deles ou enxergar nossa própria história sob uma nova perspectiva. A narrativa é uma forma crucial pela qual os seres humanos dão sentido ao mundo.

Estúdio Santa Rita
Os chatbots de IA podem evitar muitas das armadilhas em que os ouvintes humanos podem cair, mas ainda não conseguem replicar o apoio significativo da conexão humana (Crédito: Estudio Santa Rita).
Resistir à tentação de consertar
Muitos de nós, especialmente em posições de liderança ou como pais, acreditamos que nosso valor reside em compartilhar nossa sabedoria e oferecer conselhos úteis. E os homens são mais propensos do que as mulheres a se intrometerem espontaneamente para oferecer soluções para os problemas de outras pessoas. No entanto , estudos mostram que a contenção da IA ​​em oferecer sugestões práticas em favor do apoio emocional faz com que as pessoas se sintam ouvidas com mais eficácia – algo que os humanos podem escolher fazer conscientemente. 

Evitando a armadilha do "eu também"
Quando alguém compartilha uma experiência difícil — um aborto espontâneo, um chefe insuportável, um vazamento no telhado — muitas vezes respondemos com uma história semelhante. Podemos achar que isso demonstra que entendemos o que a pessoa está sentindo e que ajuda a criar uma conexão. Mas, ao fazer isso, desviamos o foco dela para nós mesmos. Quando começamos a contar nossa história, paramos de ouvir a dela. 

Um modelo de linguagem amplo não pode cair nessa armadilha porque não possui experiências. Os humanos podem, e é por isso que podemos optar por ser mais intencionais em manter o foco no falante, sem recorrer à nossa própria narrativa.   

As limitações da empatia algorítmica
Apesar dessas vantagens, existem também inúmeros perigos associados à dependência excessiva da IA ​​como ferramenta de escuta. À medida que a tecnologia avança em direção a avatares semelhantes a humanos, que se parecem, soam e se comportam como nosso ouvinte ideal – chegando até a transmitir respostas táteis – tanto os benefícios quanto os perigos potenciais aumentam.    

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Michael Inzlicht , psicólogo da Universidade de Toronto, no Canadá, que pesquisa inteligência artificial e empatia, alerta para o potencial de manipulação de pessoas vulneráveis ​​por parte das empresas de IA. A IA pode fornecer conselhos perigosos , levando, em alguns casos, indivíduos ao suicídio .   

Elas também podem levar uma pessoa a priorizar um relacionamento com um bot em vez de cultivar uma conexão mais significativa com outro ser humano, acostumando-se com empatia ilimitada e interesse positivo constante, independentemente do que digam.

A IA certamente pode nos inspirar a sermos melhores ouvintes e até mesmo nos ajudar a desenvolver maior compaixão.
Pessoas que interagem com um modelo de linguagem complexo podem perder suas habilidades e se tornarem incapazes ou menos motivadas a buscar interações humanas – com uma série de implicações desafiadoras para nossas sociedades em geral. Inzlicht sugere que, como primeiro passo, grandes modelos de linguagem poderiam ser ajustados para introduzir atrito apropriado nas conversas, ajudando os usuários a desenvolverem maior consciência das necessidades dos outros.

A conexão humana insubstituível
Permanece algo singularmente significativo no ato de um ser humano sacrificar seu tempo e outros desejos concorrentes para simplesmente ouvir e deixar que outra pessoa conte sua história. A escolha consciente de estar presente para outra pessoa estabelece uma forma de conexão, compaixão e companheirismo fundamentalmente diferente das interações com linhas de código programadas para agradar, sem a capacidade de oferecer cuidado genuíno.  

A IA certamente pode nos inspirar a sermos melhores ouvintes e até mesmo nos ajudar a desenvolver maior compaixão. Ela pode servir como um recurso valioso , desde que haja salvaguardas adequadas, para aqueles que não têm a quem recorrer. No entanto, a experiência de ouvir atentamente outro ser humano com curiosidade para compreender sua humanidade em sua plenitude – e ser ouvido em troca – possui um potencial transformador que as interações com IA ainda não conseguem igualar.

E, como qualquer pessoa que já tenha experimentado o impacto transformador de se sentir verdadeiramente ouvida por outro ser humano perceberá, isso pode nunca acontecer.
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Impactos econômicos da inteligência artificial

Impactos econômicos da inteligência artificial | Inovação Educacional | Scoop.it

Daron Acemoglu, Prêmio Nobel de Economia de 2024, publicou há um ano trabalho na revista Economic Policy com a sua avaliação dos impactos da inteligência artificial (IA) sobre o crescimento da produtividade do trabalho nos próximos dez anos e para a economia americana.
Acemoglu, como vários coautores, tem diversos trabalhos que investigam o impacto, sobre a produtividade e sobre a desigualdade da renda, da automatização no chão de fábrica, inclusive com os robôs, e com a automatização nos escritórios, com os computadores pessoais.
Nessa literatura considera-se que a produção de bens e serviços requer a execução de diversas tarefas realizadas ou pelo trabalhador ou por uma máquina.
Robô Atlas, da Boston Dynamics, no estande da Hyundai na feira de tecnologia CES - Steve Marcus - 6.jan.26/Reuters
Há bases de dados abrangentes para os EUA que apresentam as diversas ocupações existentes no mercado de trabalho. Para cada ocupação —há pouco mais de mil ocupações—, a base de dados descreve as tarefas executadas. Há um total de pouco mais de 18,5 mil tarefas.
O estudo de Acemoglu avalia a proporção de tarefas que podem ser afetadas pela IA nos próximos dez anos. Para cada uma dessas, é avaliado se o emprego da tecnologia será ou não rentável. Em seguida, qual será o ganho de eficiência médio de cada tarefa afetada pela IA.
Assim, é possível sabermos o quanto das horas trabalhadas totais será afetado pela IA e qual o ganho de produtividade. Acemoglu obteve números bem modestos. O impacto da IA será o de elevar a taxa de crescimento da produtividade do trabalho para os próximos dez anos em 0,11 ponto percentual anual. Já foi considerado nesse cálculo que a nova tecnologia estimulará a acumulação de capital.
Philippe Aghion, Prêmio Nobel de Economia do ano passado, em parceria com Simon Bund, em trabalho ainda não publicado, refez as contas de Acemoglu. Se Acemoglu considera que somente 4,2% das tarefas serão afetadas pela IA, já levando em consideração a economicidade do emprego da IA, Aghion e Bund consideram que 30% das tarefas serão afetadas, um número pouco mais de sete vezes maior. Assim, os ganhos que Aghion e Bund medem são bem maiores.
Como Aghion e Bund avaliam também que o ganho de eficiência em cada tarefa afetada pela IA será 50% maior do que o número que Acemoglu considera, o ganho total será dez vezes maior (7 x 1,5 = 10,5). Ou seja, Aghion e Bund avaliam que a IA irá elevar a taxa de crescimento da produtividade do trabalho nos próximos dez anos em 1,1 ponto percentual anual.
Esse efeito não é muito maior do que 0,8 ponto de elevação da taxa de crescimento da produtividade do trabalho que ocorreu nos dez anos entre 1995 e 2004, em razão da tecnologia de informação e da computação em geral.
Tudo sugere que a IA poderá ter um impacto importante sobre o crescimento da produtividade do trabalho, mas não será algo extraordinário levando em conta as experiências passadas dos impactos de novos pacotes tecnológicos sobre a produtividade.
Com relação ao impacto sobre a desigualdade, a avaliação de Acemoglu é que não haverá com a IA os efeitos ruins observados, por exemplo, entre 1980 e 2020, com a robotização e a automatização generalizada das linhas de montagem. Aparentemente, a IA melhora a eficiência tanto do trabalhador menos qualificado quanto a do mais qualificado.

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Roblox traz discussão sobre jogo com cara de rede social - 21/01/2026 - Ilustrada - Folha

Roblox traz discussão sobre jogo com cara de rede social - 21/01/2026 - Ilustrada - Folha | Inovação Educacional | Scoop.it
No Brasil e no mundo, manifestações se tornam históricas pelo tamanho, motivação e, principalmente, pelas consequências políticas que geram.

Por aqui, as jornadas de junho de 2013, por exemplo, geraram uma série de desdobramentos que desembocam nos dias de hoje. Os ataques de 8 de janeiro de 2023 foram o ápice de uma tensão antidemocrática provocada por uma trama golpista em 2022.

No mundo dos games, um protesto ganhou espaço nos noticiários e chamou a atenção dos gamers: os jogadores do Roblox fizeram uma manifestação virtual, escrevendo em placas e caminhões frases de ordem contra as restrições no chat do jogo, implementadas no último dia 7.
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Today, 12:42 PM
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Como é que é? | Qual o futuro das redes sociais?

Em resposta às legislações promulgadas no Texas e na Flórida em 2021, as entidades representativas das grandes empresas de tecnologia argumentam veementemente contra sua equiparação a empresas de telecomunicações ou ferrovias.

Estas últimas são consideradas provedoras de serviços essenciais, sujeitas a obrigações de neutralidade, não discriminação e regulamentação.

Tais leis visam restringir a capacidade das gigantes tecnológicas de moderar conteúdo de maneira discricionária, proibindo a remoção ou redução da visibilidade de postagens, bem como a expulsão de usuários, sem a devida justificação.

Para explicar mais sobre a regulamentação das redes e qual será o futuro delas, Isabella Faria recebe a repórter especial Patrícia Campos Mello.

Ao vivo, de segunda a sexta-feira, o programa Como é que é? convida repórteres, editores e colunistas do jornal para discutir política, economia, cultura, educação, tecnologia e tudo o que for assunto no país.

A transmissão ocorre pelos canais do jornal no Youtube, no Facebook e na Twitch.

Depois da exibição ao vivo, todos os episódios também ficam disponíveis em formato de áudio nos principais agregadores de podcast.

Leia mais na Folha
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Projeções do Tesouro mostram deterioração fiscal 

Projeções do Tesouro mostram deterioração fiscal  | Inovação Educacional | Scoop.it
A primeira lição trazida pelo relatório, portanto, é que cumprir as frágeis metas do arcabouço fiscal não é suficiente para evitar uma crise fiscal.

Outra mensagem importante é que, para atingir o centro da meta de resultado primário, sem fazer reformas que controlem as despesas, o aumento médio permanente de tributos seria da ordem de 1% do PIB, ou seja, uma arrecadação anual R$ 135 bilhões acima da atual. Lembrando que, em 2025, a receita anual do Governo Federal já foi, em valores reais, R$ 245 bilhões maior que a observada ao fim da gestão anterior.

A segunda lição: fazer ajuste só pelo lado da receita, como vem tentando o governo, é pouco eficiente e custoso para a sociedade. A despesa cresce sempre mais rapidamente e a tributação maior prejudica o crescimento. Continuamos em déficit, com a economia mais emperrada e sempre precisando de mais receita.


O relatório segue afirmando que se conseguíssemos atingir o centro da meta fiscal todos os anos, já considerando os descontos permitidos por lei, a dívida bruta se estabilizaria em 89% do PIB a partir de 2032. Essa notícia não é alentadora, pelos motivos acima expostos: não será simples atingir o centro da meta, e os parâmetros macroeconômicos usados na simulação são excessivamente otimistas.

O que mais preocupa neste número, no entanto, é que ele vem se deteriorando a cada edição do relatório. Em julho de 2023, o que se esperava é que, cumprindo o centro da meta de resultado primário, em 2032 a dívida bruta chegaria a 71% do PIB. Dois anos e meio depois, o mesmo modelo de projeção aponta para 89% do PIB! Esse número sempre piorou, em todas as edições do relatório.

Essa parece ser a mais cabal demonstração de que não está havendo ajuste fiscal, e sim um processo claro de deterioração.
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Today, 12:36 PM
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Pesquisa Pew Research mostra catolicismo em baixa na América Latina

Pesquisa Pew Research mostra catolicismo em baixa na América Latina | Inovação Educacional | Scoop.it
A presença católica caiu de 65% para 46% entre os brasileiros em uma década, aponta José Roberto de Toledo, apresentador, no A Hora Extra, do Canal UOL.
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Today, 12:04 PM
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When two years of academic work vanished with a single click

When two years of academic work vanished with a single click | Inovação Educacional | Scoop.it
After turning off ChatGPT’s ‘data consent’ option, Marcel Bucher lost the work behind grant applications, teaching materials and publication drafts. Here’s what happened next.
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January 23, 1:25 PM
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USP, IPT e governo se unem para turbinar parcerias na era da deep tech: ‘Perto das empresas’

Cerca de 60 profissionais das instituições participantes atuam de forma voluntária na articulação do Distrito. A fase atual é de tração, segundo Aquino, com foco em atrair fundos de investimento, empresas compradoras de tecnologia e patrocinadores de programas de inovação aberta.
Mesmo ainda em consolidação, o projeto recebeu em 2025 o Startup Ecosystem Stars Award, da Câmara Internacional do Comércio (ICC) e da plataforma Mind the Bridge, na categoria dedicada à integração entre pesquisa, formação de talentos e desenvolvimento tecnológico.

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January 23, 9:24 AM
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Primeira Infância no Município – Saúde desde a gestação – Fundação Maria Cecília Souto Vidigal

Primeira Infância no Município – Saúde desde a gestação – Fundação Maria Cecília Souto Vidigal | Inovação Educacional | Scoop.it
A série Primeira Infância no Município, realizada pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal com auxílio de especialistas e parceiros técnicos, reúne seis guias práticos para apoiar gestores e técnicos do poder público municipal no planejamento, implementação e gestão de ações voltadas à primeira infância. Os volumes abordam os temas de políticas públicas institucionalizadas, educação infantil, parentalidade, saúde, antirracismo e segurança pública.
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January 23, 9:20 AM
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When it comes to developing policies on AI in K-12, schools are largely on their own

When it comes to developing policies on AI in K-12, schools are largely on their own | Inovação Educacional | Scoop.it
They also expressed concerns over industry influence and that schools will later be charged by technology providers for large language model-based tools that are currently free. Others report that administrators in their state are very concerned about deepfakes: “What happens when a student deepfakes my voice and sends it out to cancel school or bomb threat?”
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January 23, 9:18 AM
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Faculdades aprovaram e TCC chegou ao fim no Brasil para esses cursos específicos

Faculdades aprovaram e TCC chegou ao fim no Brasil para esses cursos específicos | Inovação Educacional | Scoop.it
No lugar do TCC tradicional, muitas universidades passaram a adotar alternativas como relatórios de estágio supervisionado, projetos práticos, portfólios profissionais ou atividades integradoras entre disciplinas. A proposta é permitir que o estudante demonstre suas competências de forma mais aplicada e alinhada à realidade profissional.
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January 23, 6:59 AM
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Sistema de verificação de idade do Roblox pode ser burlado 

Sistema de verificação de idade do Roblox pode ser burlado  | Inovação Educacional | Scoop.it

A ferramenta de verificação de idade da plataforma de jogos Roblox apresenta brechas que permitem a adultos se passarem por crianças, e vice-versa.
A reportagem da Folha fez diferentes testes para acessar o game, alvo de relatos de abuso e aliciamento de menores de 18 anos.
Recentemente, a empresa implantou um sistema de moderação para impedir que pessoas de faixas etárias distintas conversem entre si dentro do jogo. Contudo, o novo sistema de verificação etária é falho.

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January 23, 6:53 AM
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Poder pensar como o outro não basta - 22/01/2026 - Suzana Herculano-Houzel - Folha

Com 16 bilhões de neurônios no córtex cerebral, nós humanos temos a capacidade biológica de construir crenças sobre o mundo. Operamos sobre elas: esperamos, por exemplo, que uma caneta largada no ar caia ao chão (a não ser que você seja um astronauta que acaba de retornar da estação espacial, longe da gravidade da Terra, em cujo caso você espera que a caneta largada no ar continue exatamente onde está, para a sua confusão quando ela cai e diversão de quem assiste).

Da mesma forma, esperamos que um objeto continue no último lugar em que o guardamos –e esperamos que as outras pessoas também pensem assim, e ajam de acordo. Nós, então, agimos também de acordo com o que esperamos que os outros devem estar esperando.

Essa capacidade de representar em nosso cérebro o que o outro deve estar esperando é chamada "teoria da mente". O nome é problemático, e deveria incluir um "alheia": trata-se não de uma teoria sobre como a mente funciona, mas da capacidade de formar uma expectativa sobre a expectativa da mente alheia. Em suma: pensar como o outro.


Tatiana Shepeleva/Adobe Stock
Poder pensar como o outro é uma capacidade biológica. Mas, como eu acabo de ensinar aos meus alunos do curso de evolução do cérebro e do comportamento, o fato de uma espécie ter uma capacidade biológica não significa que ela já seja usada ao nascer. Primeiro, há capacidades biológicas que ainda estão se desenvolvendo; no caso da teoria da mente, os circuitos cerebrais que a permitem no córtex cerebral humano só parecem ficar aptos lá pelos cinco anos de idade.

Depois, a existência de uma capacidade não garante que ela seja usada, nem que ela se manifeste como uma habilidade de fato. A diferença entre a capacidade e a habilidade é nossa experiência com ela, e a transformação da primeira na segunda acontece com o processo de aprendizagem, que é exatamente a modificação dos circuitos do cérebro conforme eles são usados e isto funciona, mas aquilo, não.

E nem assim o uso da tal capacidade é garantido. Fiquei espantada quando um colega mencionou que dois terços dos adultos não usam sua capacidade de pensar como o outro, e fui lá caçar as referências para ver eu mesma (bons cientistas não ficam insultados quando a gente pede para ver os dados; pelo contrário, isso é sinal de interesse, de ser levado a sério).

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O estudo original, de 2003, e sua replicação por outro grupo, em 2010, concordam. Os participantes –sempre universitários, a população mais facilmente ao alcance de pesquisadores– comprovadamente sabem que o "instrutor", do outro lado de uma estante parcialmente vazada, não vê a menor de três bolas na estante, mas, quando o "instrutor" lhes pede para pegar "aquela bola menor", entre 60 e 70% dos participantes ainda assim pegam a bolinha que o "instrutor" não vê, em vez da segunda menor bola, que é, para o "instrutor", "aquela bola menor".

É um tanto chocante, mesmo que não surpreendente, constatar que tantas pessoas dispõem de informação, mas não usam –supondo, é claro, que universitários sejam de fato representativos da humanidade. Isso me faz pensar nas tantas desavenças do mundo moderno, que não se pode mais dizer que se devem a falta de informação. O problema é ter que se lembrar de pensar como o outro, porque capacidade não é garantia de habilidade.
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January 22, 12:14 PM
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Inscrições abertas para curso gratuito sobre Economia Criativa para professores de Educação Profissional - Itaú Educação e Trabalho

Inscrições abertas para curso gratuito sobre Economia Criativa para professores de Educação Profissional - Itaú Educação e Trabalho | Inovação Educacional | Scoop.it
Desde terça-feira, 20 de janeiro, está disponível o curso autoformativo online e gratuito em Economia Criativa na Educação Profissional e Tecnológica, ofertado pelo Itaú Educação e Trabalho e disponível na Escola Fundação Itaú.

Com duração de dez horas, a formação tem o objetivo de auxiliar professores de Educação Profissional e Tecnológica (EPT) na compreensão e aplicação da Economia Criativa na prática pedagógica. Educadores inscritos no curso estarão aptos a compreender seus setores, princípios e impacto socioeconômico. Organizado em três módulos, o curso desenvolverá os temas de “Transformando o mundo com ideias”, “Criando com Inteligência Artificial” e “Criando com Realidade Virtual e Realidade Aumentada”.  
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