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MEC libera Prouni para professor já formado e amplia formação a distância

Professores que já tenham ensino superior cursado poderão fazer uma segunda licenciatura com bolsa do Prouni (Programa Universidade Para Todos), sem precisar comprovar renda. A medida faz parte da Política Nacional de Formação de Professores, anunciada nesta quarta (18) pelo MEC (Ministério da Educação).
Segundo o MEC, das 56 mil bolsas do Prouni oferecidas para cursos de licenciatura, 20 mil não são preenchidas. "Para induzir a formação docente, nós vamos ampliar os benefícios para os professores graduados", afirmou a secretária executiva do MEC, Maria Helena Guimarães de Castro.
Segundo ela, uma das principais causas da ociosidade das bolsas são os critérios de renda para participação no programa.
Até então, apenas candidatos que comprovassem renda familiar de até um salário mínimo e meio por pessoa podiam concorrer a bolsas integrais. Para bolsas de 50%, a renda familiar deveria ser de até três salários mínimos por pessoa. Além disso, somente candidatos sem diploma de ensino superior podiam participar do programa.
Formação a distância
O MEC ainda anunciou que irá ampliar a oferta de ensino a distância para formação de professores: 75% das vagas da UAB (Universidade Aberta do Brasil), que oferece cursos de ensino a distância de diversas universidades públicas do país, serão reservadas para docentes que queiram fazer o primeiro ou segundo curso de licenciatura –o que corresponde a 187,5 mil vagas.
"Além disso, [será oferecido] um aprofundamento em conteúdos como as TICs [tecnologias de informação e comunicação], matemática e português para os ingressantes nos cursos da UAB", afirmou Maria Helena.
Segundo ela, serão oferecidas ainda através da UAB licenciaturas para todos os componentes da BNCC (Base Nacional Comum Curricular), documento que deve nortear a educação no país e que está atualmente sob análise do CNE (Conselho Nacional da Educação). "Esse é um fator indispensável tanto para a implementação da BNCC como da reforma do ensino médio", disse.
Residência pedagógica
Também como parte da Política Nacional de Formação de Professores, pelo menos 80 mil bolsas serão oferecidas para o Programa de Residência Pedagógica, em que o estudante de licenciatura poderá fazer um estágio supervisionado a partir do terceiro ano do curso em escolas de educação básica.
O objetivo, segundo o MEC, é melhorar a qualidade da formação inicial dos professores. Para isso, deverão ser feitos convênios entre as instituições de ensino superior e a rede pública de ensino.
A medida é uma modernização do Pibid (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência). Atualmente coordenado pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), o Pibid oferece bolsas para alunos de cursos presenciais que façam estágio em escolas públicas e que se comprometam a permanecer como professores na rede quando graduados.

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A aprendizagem em tempos de convergência digital e a valorização do professor - Bett Educar 

A aprendizagem em tempos de convergência digital e a valorização do professor - Bett Educar  | Inovação Educacional | Scoop.it

Por Luciano Sathler.

As pessoas aprendem de formas diferentes em tempos de convergência digital. A onipresença das telas no cotidiano e a atenção crescente dada aos conteúdos e interações que as mesmas proporcionam muda a maneira com que o cérebro percebe e processa a informação. É preciso lembrar que o que nos torna humanos é a nossa propensão para aprender e ensinar.
Uma ferramenta pode ser definida como algo que amplia física ou mentalmente a capacidade humana para realizar algo. Ferramentas fazem parte de nossa cultura – isso inclui qualquer tipo de tecnologia. De acordo com o biólogo e geneticista Adam Rutherford (2020) *, a evolução cultural e a evolução biológica estão intrinsecamente ligadas, sendo que a melhor forma de pensar sobre esse fenômeno é como uma coevolução genético-cultural.
Ou seja, segundo o autor, “a biologia possibilita a cultura e a cultura muda a biologia”. É plausível imaginar que o advento da Internet, das redes sociais, dos games e as mudanças na indústria do entretenimento geradas pela convergência digital impactam o aprender, tanto com efeitos positivos quanto negativos. Por exemplo, a ideia de que somos capazes de realizar muitas tarefas ao mesmo tempo (multitarefas) não condiz com a aprendizagem que se espera para gerar uma memória de longo prazo.
As teorias da aprendizagem ainda se encontram em uma fase pré-científica, relacionando exemplos de sucesso na aprendizagem, esclarecendo e separando práticas eficientes de ensino. Os educadores e pesquisadores da educação se apoiam na psicologia, filosofia, sociologia e outros campos do saber para construírem seus fundamentos teóricos.
De acordo com a OCDE (2003) **, a Psicologia Cognitiva tem trazido uma boa contribuição, no levantamento de hipóteses sobre os mecanismos que geram comportamentos de raciocínio e aprendizagem. A Neurociência estuda e determina – ou confirma -, o que são esses mecanismos. O que já se sabe é que o cérebro é plástico, ou seja, continua a se desenvolver, a aprender e a mudar, do nascimento até a senilidade ou morte. E que a aprendizagem requer a experiência da emoção, portanto, o corpo inteiro pode participar do processo de aprendizagem.  
O fato da Internet ter tornado obsoletas as bibliotecas e enciclopédias, enquanto repositórios informacionais, exigiu que os profissionais da informação (bibliotecários) passassem a ter um papel cada dia mais proativo na curadoria empática, em meio à abundância quase infinita de recursos – sejam textos, áudios, vídeos, objetos de realidade ampliada ou virtual. Experiências de aprendizagem passaram a ser idealizadas para manter o engajamento dos públicos, o mesmo movimento que tem transformado o dia-a-dia dos melhores museus, planetários e aquários espalhados pelo mundo.  
A simples disponibilidade da informação não é sinônimo de uma boa construção do conhecimento. E a forma como as redes sociais crescem de importância e em sua influência junto aos brasileiros ressalta as fragilidades de se informar sem ter um crivo bem desenvolvido, o pensamento crítico, algo que exige a interação social e a mediação de um bom professor para se desenvolver plenamente.
Uma das lições que a pandemia deixará para a gestão escolar e universitária é que as mudanças no aprender impulsionadas pelas tecnologias exigem a valorização docente.  A escola que se materializou dentro das casas, por meio do ensino remoto, explicitou a complexidade dos processos educacionais sob a responsabilidade dos educadores, tanto professores como dos demais profissionais da educação.
De acordo com uma ampla pesquisa realizada recentemente pela Fundação Varkey (2020) ***, há uma relação direta entre o status que a sociedade atribui à profissão do professor e os resultados de aprendizagem alcançados pelos alunos.
A pesquisa verificou três definições diferentes de status do professor e suas respectivas medidas. Primeiramente, como as pessoas classificaram os professores em relação a outros ocupações, em termos de respeito.
Em seguida, o status implícito do docente, a partir de como as pessoas responderam a uma palavra rápida em testes de associação que avaliam as percepções implícitas a respeito dos professores.
Por fim, quanto ao status explícito do docente, como as pessoas responderam a uma série de perguntas sobre os atributos dos professores e as suas condições de trabalho - incluindo seu nível de capacitação, qualidade geral e avaliação profissional.
O ranking revela que o Brasil é um dos países que menos valoriza a profissão docente no mundo, com pequenas diferenças de grau entre professores do ensino fundamental e médio. Essa é uma questão cultural de fundo que precisa ser trabalhada, pois não é possível conceber uma nova escola sem a participação democrática, o engajamento e a capacitação permanente dos educadores.
A figura 1 ilustra alguns dos vetores a serem enfatizados para mudar a educação, sendo que em todos a participação ativa, ilustrada e crítica dos professores é fundamental.
Referências:
* RUTHERFORD, A. O livro dos humanos: a história de como nos tornamos quem somos. Rio de Janeiro: Record, 2020.
** OCDE. Compreendendo o cérebro: rumo a uma nova ciência do aprendizado. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2003.
*** DOLTON, P.; DE VRIES, R. Reading between lines: what the world really thinks of teachers. Varkey Foundation, 2020.

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MEC quer expandir a oferta de EaD na educação superior

O Ministério da Educação (MEC) quer aumentar a oferta de vagas na modalidade de Educação a Distância (EaD) na educação superior, especialmente nas universidades federais, e criou o Plano de Expansão da Educação Superior por meio digital. A proposta é coordenada pela Secretaria de Educação Superior (SESu) do MEC, que tem acompanhado o crescimento da EaD nos últimos tempos. “Com esse projeto, o MEC dá mais um passo em direção à democratização e à ampliação da oferta de vagas na educação superior”, destaca o Secretário de Educação Superior, Wagner Vilas Boas. 
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Estratégia de Inovação é tema de consulta pública

Estratégia de Inovação é tema de consulta pública | Inovação Educacional | Scoop.it
Até 09 de novembro, os cidadãos poderão contribuir com a Estratégia Nacional de Inovação
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CAPES intensifica cursos virtuais para capacitar professores

CAPES intensifica cursos virtuais para capacitar professores | Inovação Educacional | Scoop.it

CAPES intensifica cursos virtuais para capacitar professores

Os cursos gratuitos on-line, oferecidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), foram uma das grandes oportunidades encontradas por professores para aprimorar seus conhecimentos e aperfeiçoar suas qualificações profissionais, ao longo de 2020. Enquanto esperavam para retomar as atividades letivas presenciais, paralisadas por causa da pandemia, eles encontraram nos cursos de português,  matemática e tecnologias da informação e comunicação (TICs) um caminho para incrementar seus currículos e aprofundar os conhecimentos básicos sobre três das maiores áreas de interesse da comunidade escolar no Brasil.
"A CAPES está de parabéns pela iniciativa. Esta foi uma excelente alternativa para eu aprimorar meus conhecimentos de tecnologias de informação e comunicação. Sou professora de matemática e estou cada vez mais usando os recursos da informática para os alunos acompanharem as aulas e terem melhor entendimento dos conteúdos”, afirma Alessandra Granzoto, de Minas Gerais. “O curso foi excelente. Os materiais e os conteúdos são todos bem claros e objetivos”, elogia.

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Novo Saeb usará tecnologia para aprimorar avaliação

Novo Saeb usará tecnologia para aprimorar avaliação | Inovação Educacional | Scoop.it

Em participação no webinário “Fronteiras da Avaliação”, promovido pela Fundação Lemann, nesta segunda-feira, 26 de outubro, o presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre Lopes, falou sobre a reformulação do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). 
Na fala de abertura do evento, a diretora de Educação da fundação, Camila Pereira, reconheceu a importância da participação do presidente do Inep no ciclo de debates, em virtude da função da autarquia no que diz respeito às avaliações de ensino. O Novo Saeb contará, já em 2022, com provas digitais a partir do 5º ano do ensino fundamental até a 3ª série do ensino médio. 
O objetivo é aprimorar a qualidade da avaliação, com o advento da tecnologia. “Vamos precisar migrar. Por isso, o Novo Saeb já nasce digital”, comentou Lopes, ao falar da transição entre o modelo avaliativo em papel e o novo formato a ser implementado. Alunos do 2º, 3º e 4º ano, no entanto, ainda contarão com a aplicação tradicional. “A nossa equipe entende que, como a criança ainda é muito pequena, nesses casos, pedagogicamente, é melhor que se faça uma avaliação em papel, pelo menos nesse momento”, explicou o presidente do Inep.
Além da nova plataforma utilizada na aplicação, o Novo Saeb terá provas adaptativas, com o sorteio das questões seguintes pelo computador. A cada item que o aluno fizer, o sistema apresentará a questão seguinte, baseada na resposta dada no item anterior. Cada avaliação, portanto, será única para o estudante. O objetivo é ter mais agilidade e precisão no cálculo da proficiência dos participantes. O novo formato também permitirá uma cobertura mais eficiente da matriz de prova, com menos itens incorporados à avaliação.
Outra novidade na reformulação do Saeb diz respeito à utilização de questões abertas na prova — atualmente, existem somente itens de múltipla escolha. “Novas matrizes, nova forma de avaliar, uso de questões abertas e plataforma digital. Tudo isso é para preparar o Inep para o futuro e melhorar a qualidade da avaliação”, comentou Alexandre Lopes. O Inep levará os equipamentos para a aplicação digital aos locais de prova. Nesse sentido, as escolas não precisarão ter acesso à internet. “Com isso, a gente vence a dificuldade de as escolas não terem a conectividade e os equipamentos necessários”, ponderou o presidente do Inep.
Devolutivas – Entre outros aspectos, a implementação do Novo Saeb tem como objetivo dar subsídios ainda mais precisos ao governo, aos gestores e à família do aluno, para que os planos educacionais e os desempenhos sejam avaliados de forma mais eficaz e rápida. “O Saeb foi concebido para ser uma avaliação de sistema. Por isso, as provas não acontecem todos os anos e não é censitária. O Saeb foi se tornando uma avaliação importantíssima na educação brasileira. Está na hora de pensar em um novo ciclo avaliativo, uma nova forma de avaliar os alunos”, disse Lopes. “Nosso objetivo é levar as devolutivas pedagógicas, de forma tempestiva, para todos os alunos. A família vai saber como está o estudante, os professores vão saber como estão os alunos. Com isso, eles irão poder fazer uma autoavaliação do seu plano de aula, assim como os gestores poderão elaborar melhor o planejamento. Secretários estaduais e municipais poderão, por exemplo, trabalhar a capacitação dos professores de modo mais direcionado”, complementou. 
Lopes chamou a atenção também para a importância do Saeb, em relação ao monitoramento dos impactos pela pandemia de COVID-19 na educação. “O Novo Saeb será importante para avaliar o impacto da pandemia no sistema educacional. Será mais um estudo que vai ajudar o Brasil a entender seu processo educacional e como a pandemia afetou nossos alunos, para que a gente possa trabalhar para recuperar os prejuízo que foram causados”, pontuou.
Reformulação – A partir de 2021, o Saeb passará a ser aplicado anualmente. Com aplicações em um intervalo menor de tempo, será possível ter um acompanhamento mais preciso dos desempenhos de alunos, professores e gestores das redes de ensino, o que possibilitará a implementação de políticas e programas educacionais mais imediatos, tendo as evidências da avaliação como subsídios. A nova avaliação contemplará alunos desde o 2º ano do ensino fundamental até a 3ª série do ensino médio, em todas as áreas de conhecimento. 
Enem seriado – O Enem passará a ser aplicado, de maneira seriada, nos três anos finais da educação básica, correspondendo ao Saeb do ensino médio. Ainda assim, o exame continuará com a aplicação no modelo atual. A implementação será feita de maneira gradual. Em 2021, a prova será aplicada, em formato digital, na 1ª série do ensino médio, para todos os alunos das redes pública e privada. A aplicação ocorrerá nas escolas e a matriz de prova será baseada nas disciplinas de língua portuguesa e matemática, em função da implementação dos currículos do novo ensino médio.   
Nova matriz – Com a reformulação do exame, a matriz de prova do Enem será substituída pela do Novo Ensino Médio. O Ministério da Educação (MEC) e o Inep articulam a elaboração da nova matriz, juntamente com entidades educacionais, como a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed). 
Saeb – Realizado desde 1990, o Sistema de Avaliação da Educação Básica é um processo de avaliação em larga escala, realizado periodicamente pelo Inep. O Saeb oferece subsídios para a elaboração, o monitoramento e o aprimoramento de políticas com base em evidências, permitindo que os diversos níveis governamentais avaliem a qualidade da educação praticada no país. Por meio de testes e questionários, a avaliação reflete os níveis de aprendizagem demonstrados pelo conjunto de estudantes. Esses níveis de aprendizagem estão descritos e organizados de modo crescente, em escalas de proficiência de língua portuguesa e de matemática, para cada uma das etapas avaliadas. A interpretação dos resultados do Saeb deve ser realizada com apoio das escalas de proficiência. Os resultados de aprendizagem dos estudantes, apurados no Saeb, juntamente com as taxas de aprovação, reprovação e abandono, apuradas no Censo Escolar, compõem o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). 
Enem – Realizado anualmente pelo Inep desde 1998, o Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar ao final da educação básica. A estrutura do exame conta com uma redação e 45 questões em cada prova das quatro áreas de conhecimento: linguagens, códigos e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; e matemática e suas tecnologias. As provas da edição 2020 do exame estão marcadas para os dias 17 e 24 de janeiro de 2021 (versão impressa) e 31 de janeiro e 7 de fevereiro de 2021 (versão digital).

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Universidade na Bahia coloca software espião em notebooks para alunos 

Universidade na Bahia coloca software espião em notebooks para alunos  | Inovação Educacional | Scoop.it
Com a migração para a educação à distância por conta do novo coronavírus (Sars-Cov-2), a segurança digital dos alunos se tornou uma questão ainda mais importante. Porém, nem todas as instituições estão garantindo essa proteção. É o caso da Universidade Federal do Sul da Bahia ( UFSB ), que emprestou notebooks para estudantes realizarem as aulas. O que eles não sabiam é que os aparelhos tinham um software espião .
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Protagonismo infantil como solução para a educação a distância

A desatenção presente nas aulas online pode ser um alerta para ruídos de comunicação já existentes antes mesmo da pandemia. É o que sugere a psicopedagoga especialista em gestão escolar, Ana Regina Caminha Braga. “Muitos pais se queixam sobre a falta de motivação das crianças, principalmente devido ao fácil acesso à internet que as aulas virtuais proporcionam. Mas será que esse desinteresse já não existia durante as aulas presenciais?”, questiona.
A solução para o problema pode estar no protagonismo infantil. “Quando a criança se sente protagonista, ela se torna mais autônoma do seu aprendizado”, afirma. Ana Regina aponta a importância de oferecer um local de fala ao aluno, onde suas ideias, opiniões e criações sejam validadas. “Uma aula lúdica, na qual a criança é incentivada a criar algo, seja uma história ou uma escultura de massinha, é muito mais produtiva do que aquela em que o professor apenas ensina conteúdos teóricos”, conta.

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Evento gratuito capacita educadores para desafios da educação digital

Evento gratuito capacita educadores para desafios da educação digital | Inovação Educacional | Scoop.it
A capacitação, totalmente gratuita e online, é voltada para professores, coordenadores, orientadores, diretores e outros profissionais da educação que desejam aprender mais, para ensinar ainda melhor. A formação inclui lives interativas no Instagram @redepedagogica, videoaulas e material didático para download na plataforma de cursos online da Rede Pedagógica, a RPEAD, e terá a participação de especialistas, mestres e doutores em Educação. Os participantes do evento receberão um certificado com registro de 120 horas de atividades.
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O novo Fundeb: desafios da regulamentação - 27/10/2020

TEMA: "O novo FUNDEB - Desafios da regulamentação"
Coordenador: Deputado Felipe Rigoni
Participantes:
Deputado Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados;
Deputada Professora Dorinha Seabra Rezende;
Priscila Cruz - Diretora Todos Pela Educação;
Claudia Costin - professora da FGV e Harvard;
Sylvia Cristina Toledo Gouveia - Diretora de Programa da Secretaria Executiva do Ministério da Educação (MEC);
Rosângela Gavioli Prieto - Coordenadora da Rede Fineesp e Docente da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.

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Volta às aulas: Ministro da Educação vê retorno 'o mais cedo possível'

Volta às aulas: Ministro da Educação vê retorno 'o mais cedo possível' | Inovação Educacional | Scoop.it

"Nossa vontade é que as aulas voltem o mais cedo possível. Sempre claro, observadas as questões sanitárias e de cuidado com as nossas crianças", afirmou Ribeiro em entrevista à CNN Brasil enquanto cumpria agenda hoje no Rio de Janeiro.
O chefe do MEC (Ministério da Educação) fez questão de citar o investimento que a pasta fez para tentar garantir um retorno com menos riscos de contaminação pelo novo coronavírus.
"Sobre isso, o governo [do presidente Jair] Bolsonaro, nós, enviamos para 117 mil escolas em todo Brasil, o valor rateado, naturalmente, proporcional de R$ 525 milhões somente para a compra de EPI's [Equipamentos de Proteção Individual], de álcool em gel, pequenos reparos", disse o ministro.
"Tudo isso indicando que há um desejo do governo e do próprio MEC que a normalidade possa voltar o mais breve possível", completou Ribeiro.

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Pesquisa revela que 52% dos profissionais estão dispostos a trocar de emprego para manter o home office

O repentino modelo de trabalho remoto que as empresas tiveram que implementar durante a pandemia de Covid-19 impôs uma grande transformação na maneira como atuamos. Quase que do dia para noite, as empresas foram obrigadas a confiar completamente no meio digital e a repensar um novo modo de operar. Para entender o novo cenário, a Salesforce, empresa especializada em ferramentas de CRM, realizou o estudo “Série Global Stakeholder – O Futuro do Trabalho, Agora”, para o qual ouviu mais de 20 mil pessoas na Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Estados Unidos, França, Índia, Japão, Nova Zelândia, Reino Unido e Singapura. O levantamento buscou esclarecer a percepção da população em relação ao futuro do trabalho e o impacto da pandemia na relação entre trabalhadores e empresa. Apenas no Brasil, foram entrevistadas 2 mil pessoas.
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Avaliação da OCDE sobre Telecomunicações e Radiodifusão no Brasil 2020

Avaliação da OCDE sobre Telecomunicações e Radiodifusão no Brasil 2020 | Inovação Educacional | Scoop.it
A conectividade é a espinha dorsal da transformação digital e, como tal, são fundamentais políticas e medidas regulatórias que promovam o acesso a serviços de comunicação de alta qualidade a preços competitivos. Esta avaliação fornece um exame abrangente dos setores de comunicações e radiodifusão do Brasil, destacando áreas para reforma regulatória e de política pública com vistas a garantir uma transformação digital bem-sucedida e inclusiva no país. Analisa-se também o desempenho dos mercados de comunicação e radiodifusão, assim como suas políticas e regulamentações subjacentes. Com base nesta avaliação, são apresentadas recomendações em cinco áreas-chave: melhorar os arcabouços legal e regulatório; reformar a estrutura de tributos e taxas; melhorar as condições de mercado; promover a concorrência nos mercados da comunicação e da radiodifusão; e fortalecer as políticas públicas e sua elaboração baseada em evidências empíricas.
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How Coursera uses psychology to make education addictive

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Coursera, the online education platform, was founded by professors at Stanford University. During the height of the global lockdown in early 2020, Coursera added 10 million new users in only two months, 7x the pace of new sign-ups in the previous year.
Like many online education platforms, commonly known as MOOCs, Coursera has struggled with low course completion rates. Many students will start a class with high hopes, only to quit partway through. A recent study by the Massachusetts Institute of Technology (MIT) found that online courses have a 96% dropout rate on average, over five years.
To increase their completion rates Coursera applies several strategies, with underlying behavioral science and psychology principles:

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EduCAPES dá acesso a 130 mil objetos educacionais

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O aplicativo eduCAPES oferece aos professores a possibilidade de encontrar, aproximadamente, 130 mil objetos de aprendizagem por dispositivos móveis, como tablets e smartphones. Este é um dos seis apps criados pela CAPES para facilitar a vida de seus usuários com a oferta de um variado material para estudo a distância.
Sua principal finalidade é a busca por livros didáticos, artigos, teses, dissertações, videoaulas, áudios, imagens e outros materiais de pesquisa e ensino que estejam licenciados para acesso aberto. A versão móvel facilitou o acesso à plataforma eduCAPES.
Carlos Lenuzza, diretor de Educação a Distância e de Formação de Professores da Educação Básica da CAPES, destaca a evolução da plataforma nos últimos anos. “O portal eduCAPES foi lançado em setembro de 2016 com a oferta de materiais de pesquisa e ensino sob domínio público da Universidade Aberta do Brasil (UAB). O escopo aumentou e variamos as fontes”, explica.
A CAPES mantém parceria com várias instituições, o que torna o acervo múltiplo. Pelo eduCAPES, um professor pode, por exemplo, apresentar a seus alunos a vida de Stephen Hawking, físico britânico autor da Teoria de Tudo — que busca explicar todos os fenômenos físicos em um único tratado teórico matemático. Também é possível um pesquisador estudar as peculiaridades da adaptação de um livro impresso para um tablet.

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Ensino a distância se confirma como tendência

Ensino a distância se confirma como tendência | Inovação Educacional | Scoop.it
Levantamento verifica ampliação de vagas e alunos da modalidade remota. Na rede privada, total de ingressantes por EaD é maior do que no ensino presencial
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Maioria dos estudantes avaliados é da rede privada

Maioria dos estudantes avaliados é da rede privada | Inovação Educacional | Scoop.it
Das instituições participantes do Enade 2019, 85% são privadas. Resultado também revela que 60% dos estudantes concluintes recebem benefício público
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Novas diretrizes reforçam uso da tecnologia nos processos de aprendizagem

O normativo complementa as Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) e a Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica (BNC-Formação), que foram homologadas em dezembro de 2019. O documento ainda estabelece como fundamentos pedagógicos da formação continuada o foco no conhecimento pedagógico do conteúdo, o uso de metodologias ativas de aprendizagem, o trabalho colaborativo entre pares, a duração prolongada da formação e a coerência sistêmica.  
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Pandemia dá chance ao Brasil para reavivar seu sistema educacional, diz diretor da OCDE 

Pandemia dá chance ao Brasil para reavivar seu sistema educacional, diz diretor da OCDE  | Inovação Educacional | Scoop.it

Nesta segunda (26), Schleicher participou de um webinário da Fundação Lemann e Abave (Associação Brasileira de Avaliação Educacional) para discutir sobre o futuro das avaliações educacionais em larga escala.
Em fevereiro, o sr. disse à Folha que o Brasil perdeu seu ímpeto de melhorar a qualidade do ensino. A pandemia agrava ainda mais o cenário educacional do país?
A situação não é tão diferente agora, mas o Brasil ganha uma nova chance de reavivar seu sistema educacional e não pode desperdiçá-la. Apesar de todos os prejuízos com a pandemia, um ganho foi as famílias enxergarem uma face das escolas que muitas vezes ficava escondida: seu papel social, emocional. Acredito que isso possa resultar em um ambiente mais colaborativo entre escola e famílias e, consequentemente, em uma maior cobrança dos pais por melhorias na educação
É uma oportunidade para o Brasil mudar sua trajetória que, depois de alguns anos de avanço, tinha estagnado.
Outra vantagem é que o Brasil elaborou recentemente seu currículo nacional escolar e ele está muito bem feito. Vai ser importante para organizar os trabalhos na volta às aulas. É claro que vai exigir um trabalho duro e insistente, mas, se essa for a prioridade, há boas perspectivas. Precisamos pensar que a situação das nossas escolas hoje é a da nossa economia e da nossa sociedade de amanhã.
O Brasil é um dos países com maior tempo de aulas suspensas, isso não o coloca em situação mais grave que os demais?
Os riscos são óbvios e claros. E, no Brasil, o principal deles é de que os estudantes não continuem sua trajetória escolas, especialmente aqueles de famílias mais pobres que podem ter ficado afastados da vida escolar durante todo esse tempo.
Digo que para o Brasil a situação é mais grave porque já há um grande número de estudantes que não completam toda a trajetória educacional básica. Agora, o risco é que isso se intensifique e possa acontecer com alunos ainda mais jovens.
Para muitos estudantes, a escola é o único lugar de estabilidade. O fechamento delas é muito negativo, mas é preciso esforço para mostrar que a escola continua lá e vai voltar a acolhê-los.
No retorno das atividades, as avaliações diagnósticas que existem hoje no país serão suficientes para mapear os déficits de aprendizagem? Vamos ter de repensar essas avaliações?
O Brasil conseguiu construir um sistema robusto e confiável de avaliação, e avaliar é o único caminho para melhorar o nível educacional. O diagnóstico no retorno vai ter um papel fundamental, e precisamos ficar atentos a como serão essas avaliações, se elas vão precisar de ajustes.
Muitos especialistas dizem que a escola será diferente após a pademia. Nos países que já retomaram as aulas, há uma nova escola?
Sim, e a boa notícia é que muitos países conseguiram reabrir de forma segura as suas escolas e aprenderam a lidar com a pandemia. Elas aprenderam a funcionar com as novas regras, com o distanciamento social, com as máscaras. Sem perder o seu papel de socialização, de relação, de acolhimento.
A pandemia escancarou a necessidade de darmos mais importância para o desenvolvimento de habilidades socioemocionais. A crise sanitária mostrou como temos de ensinar as crianças a serem mais resilientes, criativas, corajosas, independentes. Não podemos perder esse aprendizado. Então, estamos vivendo a era de uma nova escola, que não vai ser vista mais só como um espaço de transmissão de conteúdo.
A pandemia acelerou mudanças na educação?
Com certeza. Além de ter trazido a urgência para o desenvolvimento dessas habilidades, ela acelerou a inovação tecnológica na educação.
Quanto a esse segundo ponto, porém, é preciso muito cuidado para não deixarmos estudantes e professores para trás. A tecnologia tem sido uma grande aliada do ensino e se aprendeu a utilizá-la de forma positiva, mas ela também acentuou a desigualdade educacional. Estudantes sem acesso a equipamentos e internet ficaram ainda mais excluídos.
Aceleramos uma mudança tecnológica que demoraria anos para ocorrer, mas, antes de seguirmos nessa trajetória, precisamos corrigir as desigualdades e oferecer oportunidades de acesso a todos.

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A Educação e seu poder de mudança

O economista Marcelo Neri, diretor da FGV Social, responsável pelo estudo, afirma que: "O problema está no mercado de trabalho, principalmente para os que estão se formando. Junta-se à crescente desigualdade educacional com a dificuldade dos jovens de se inserir no mercado de trabalho." 
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Cada vez mais alunos optam pelo ensino a distância no ensino superior

O ensino a distância (EaD) vem crescendo na preferência dos calouros das faculdades, especialmente em cursos de licenciatura. Segundo o Censo da Educação Superior de 2019, divulgado na última sexta-feira (23) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), em 2009, 16% dos estudantes que ingressaram na universidade optaram pelo EaD. Dez anos depois são 43%. Na rede particular, que atende 76% dos alunos de ensino superior, metade está matriculada em cursos EaD. Segundo o vice-presidente da Comissão de Educação (CE), senador Flávio Arns (Podemos-PR), os jovens preferem o ensino a distância pela facilidade para conciliar estudo e trabalho. Para ele, com a pandemia de covid-19, essa tendência deve ser ampliada nos próximos anos. Mais informações na reportagem de Iara Farias Borges, da Rádio Senado.
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Fiemg, Grupo Ânima Educação e DTI Digital lançam projeto Conecta Hub

Fiemg, Grupo Ânima Educação e DTI Digital lançam projeto Conecta Hub | Inovação Educacional | Scoop.it

Ser um espaço de compartilhamento para a indústria que busca novas soluções no mercado é a missão do projeto Conecta Hub, desenvolvido em parceria pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Grupo Ânima Educação e DTI Digital. O objetivo é ser uma ferramenta de promoção de iniciativas inovadoras, por meio da conexão com a comunidade acadêmica.
De acordo com o superintendente de Comunicação da Fiemg, Pedro Costa, o hub nasce da necessidade de aproximação entre indústrias e academia especialmente nesse período de grandes e profundas transformações em ambos os lados, impulsionadas pelo contexto da Covid-19.
“Existe uma transformação em curso que vai da base ao topo da pirâmide. Empresas surgem, acabam, mudam seus corpos diretivos e vamos observando que elas estão ficando mais distantes da academia do ponto de vista do trabalho. O estudante não vê mais a indústria como empregadora. Então criamos, junto com o Grupo Ânima, há cerca de seis meses, um projeto para que o aluno entenda a indústria como um lugar onde ele pode trabalhar e crescer e a indústria tome contato com todo tipo de inovação que está sendo desenvolvida porque é na academia que isso acontece”, explica Costa.
No Hub Conecta alunos do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e do Serviço Social da Indústria (Sesi) são convidados a frequentar os laboratórios do Grupo Ânima nos seus centros universitários instalados no Estado e os alunos do Grupo têm acesso aos laboratórios do Sistema.
As demandas podem ser encaminhadas pelos setores ou empresas por meio dos sindicatos patronais filiados à Fiemg, pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL) ou pelas próprias instituições de ensino. O primeiro grande cliente do hub é a própria Fiemg, que está remodelando a atuação do seu setor de educação, que vai da formação técnica até a educação executiva.
“A indústria fica no dia a dia vivendo naquele processo que já é muito complexo. Surgem problemas que vão impactar o futuro, mas o esforço da equipe está voltado para o dia a dia. Ela naturaliza o problema e não pensa na solução. É aí que queremos atuar. Além do Grupo Ânima, está conosco nessa empreitada a DPI Digital, que é uma empresa de software que trabalha com a metodologia de agilismo. Ela faz a entrega por fases, resolvendo partes do problema”, destaca o superintendente de Comunicação da Fiemg.

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Deputados discutem desafios para a regulamentação do novo Fundeb

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A proposta é que, no primeiro ano, se mantenham as ponderações atuais quanto às etapas, modalidades, duração de jornada e tipos de estabelecimento de ensino, ficando para depois questões como o repasse com base em desempenho.
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"O mundo está aprendendo como faz isso", diz especialista sobre EAD

No Opinião No Ar desta segunda-feira (26), o apresentador Luís Ernesto Lacombe recebeu o especialista em ensino à distância Tiago Stachon, que é diretor executivo de marketing da Unicesumar, aponta que a pandemia causada pela covid-19 trouxe à tona o déficit que o país ainda tem quando o assunto é investimento de tecnologia na educação.
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Sociedade Brasileira de Pediatria atualiza recomendações sobre saúde de crianças e adolescentes na era digital

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A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) divulgou nesta terça-feira (11), data em que se comemora o Dia da Internet Segura, o Manual de Orientação #MenosTelas #MaisSaúde com o objetivo de promover a saúde e o bem-estar de crianças e adolescentes em contato constante com tecnologias digitais, como smartphones, computadores e tablets. O documento, elaborado pelo Grupo de Trabalho sobre Saúde na Era Digital da SBP, complementa e atualiza as recomendações lançadas pela entidade em 2016 sobre o tema.
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EAD na pandemia: desafios do ensino remoto para pais de crianças com deficiência 

EAD na pandemia: desafios do ensino remoto para pais de crianças com deficiência  | Inovação Educacional | Scoop.it
As aulas remotas têm sido uma realidade para muitos estudantes brasileiros desde o início da pandemia de Covid-19 . Apesar de ser uma alternativa para o momento atual, o  ensino à distância se tornou um desafio para crianças e adolescentes com deficiência. A falta de acessibilidade, de personalização do sistema utilizado e até mesmo de orientação dos pais para seguirem com os exercícios em casa têm prejudicado, de certa maneira, a continuidade das atividades escolares desses alunos.
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Webinário Internacional Fronteiras da Avaliação - Português (Novo)

Dia 26 tivemos um encontro marcado para discutir o futuro da avaliação educacional brasileira, desde o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) até a sala de aula. Reunimos especialistas nacionais e internacionais para o debate.

Compreender as diferentes formas de avaliação - e como elas se complementam - permite que educadores e gestores acompanhem os avanços e dificuldades de cada estudante e, a partir dessas informações, elaborem ações para promover resultados ainda melhores na aprendizagem. Convidamos especialistas renomados para debater sobre essas modalidades e como elas são essenciais para o sistema educacional
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