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Os desafios do Ensino Superior até 2018

Os desafios do Ensino Superior até 2018 | Inovação Educacional | Scoop.it

Os próximos cinco anos serão desafiadores para os gestores de educação. Pensar novos rumos para os processos de ensino, maneiras inéditas de capacitar os docentes, meios de incentivar o uso de tecnologias em pesquisa e questionar os padrões tradicionais são apenas algumas das questões a serem enfrentadas até 2018. O cenário é fruto da pesquisa Horizon Report 2013, documento anual produzido pela New Media Consortium e Educause Learning Initiative (já comentamos sobre o relatório neste e neste post, lembra?).
“Prontidão é tudo”, já dizia o famoso personagem Hamlet, de Shakespeare. Conheça – e prepare-se para enfrentar – os seis principais desafios das Instituições de Ensino Superior nos próximos anos:
Capacitação de professores
Muitos docentes ainda não estão capacitados para agir dentro de ambientes digitais. O desafio é conectar esse profissional à realidade dos alunos. Aprender sobre o mundo digital não tem necessariamente relação com a técnica. É preciso compreender a dinâmica desse universo e como utilizá-la na educação.

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Noticias, publicacoes e artigos de opiniao que abram caminhos para a inovacao educacional.
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5 áreas para avaliar a maturidade digital das escolas

5 áreas para avaliar a maturidade digital das escolas | Inovação Educacional | Scoop.it

Por Luciano Sathler
Diante do desafio de implementar a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) – e, especialmente, as múltiplas possibilidades de itinerários formativos no ensino médio –, apresentamos uma experiência realizada pela Unesco que pode servir como inspiração para educadores e gestores educacionais brasileiros.
A Unesco publicou, recentemente, um relatório sobre o Projeto e-Schools, conduzido na Croácia em 2015. O projeto alcançou 151 escolas que ofertam ensino fundamental e ensino médio naquele país, e contou com a participação de mais de 7.000 professores e 23.000 estudantes.
O objetivo da iniciativa foi propiciar o desenvolvimento de “escolas digitalmente maduras”, capazes de adotar metodologias e tecnologias digitais tanto nas atividades didático-pedagógicas quanto em seus processos de gestão.
As 151 escolas selecionadas para o projeto-piloto foram equipadas com infraestrutura de rede, conectadas com banda larga, e tiveram adaptações arquitetônicas para contar com dois tipos de sala de aula – interativas e de apresentação. Foram disponibilizados materiais didáticos digitais que podiam ser acessados, modificados e novamente liberados para reutilização. Os currículos foram alterados.
Professores, gestores e funcionários técnico-administrativos receberam tablets e computadores portáteis, com acesso a conteúdo digital – inclusive material didático – e a um sistema integrado de gestão da unidade. Foi desenvolvido um extenso programa de formação do pessoal, com encontros e cursos presenciais e online, sendo a articulação realizada por meio de cinco centros regionais de capacitação.
Uma das atividades obrigatórias do projeto foi formar comunidades online de aprendizagem, onde professores, gestores e funcionários técnico-administrativos se comunicavam e partilhavam exemplos das melhores práticas no uso das tecnologias no cotidiano escolar.
O resultado foi o aumento da eficiência e da transparência na gestão escolar. Também foi verificado o fortalecimento das competências digitais dos professores e estudantes, ao se promover e facilitar a aplicação de novas metodologias de ensino.
A Matriz da Maturidade Digital das Escolas foi adotada para permitir a autoavaliação e a avaliação externa, como parte do projeto-piloto de um programa da União Europeia denominado DigCompEdu – Matriz de Competências Digitais para Professores.
São cinco áreas e cinco níveis da maturidade digital das escolas que são avaliados:
A seguir, confira descrições de cada nível de maturidade. Elas indicam as características de uma escola típica em um nível particular de maturidade digital. Uma escola específica pode diferir em alguns aspectos do típico exemplo representativo para um nível específico. No processo de autoavaliação e avaliação externa, uma escola recebe um diagnóstico sobre o nível que está mais próxima, de acordo com suas características.

Nível 1: digitalmente desavisados
A escola não tem conhecimento da possibilidade de usar as tecnologias no ensino e aprendizagem ou nas suas atividades de gestão. Não leva em consideração as tecnologias no planejamento de seu crescimento e desenvolvimento. As tecnologias não são usadas nas relações de ensino-aprendizagem e a equipe educacional não desenvolve suas competências digitais. A comunicação online com a escola geralmente não é possível. A infraestrutura de tecnologias ainda não foi fornecida e os computadores são usados apenas em algumas salas de aula.
Nível 2: iniciantes digitais
Existe a consciência da possibilidade de utilizar as tecnologias na aprendizagem e no ensino e nas atividades de gestão da escola, mas ainda não foram postas em prática. Um pequeno número de docentes utiliza as tecnologias nas relações de ensino-aprendizagem. Há consciência da necessidade de desenvolver as competências digitais da equipe educacional e dos estudantes, mas a prática do desenvolvimento profissional nessa seara ainda não existe.
A escola ainda está inativa no ambiente online e o acesso aos seus próprios recursos tecnologias é muito limitado. A infraestrutura de tecnologias não é desenvolvida e os computadores com acesso à Internet estão disponíveis apenas em algumas salas de aula.
Nível 3: digitalmente competentes
A escola está consciente da possibilidade de utilizar as tecnologias em todos os aspectos das suas atividades e dirige o desenvolvimento dos seus documentos estratégicos e trabalhos práticos em conformidade com esse alinhamento. As tecnologias também são usadas para trabalhar com alunos com necessidades educacionais especiais.
A equipe desenvolve suas competências digitais, material didático e interação digital, e começa a introduzir metodologias ativas de ensino. A escola participa de pequenos projetos focados em tecnologias . O acesso a diferentes recursos de tecnologias é fornecido na maioria das salas de aula. É tomado cuidado para preservar o equipamento e controlar o licenciamento de software. A escola é ativa online, em termos de apresentação de conteúdo e comunicação.
Nível 4: digitalmente avançados
A escola reconhece muito claramente as vantagens das tecnologias em todos os aspectos das suas atividades e, a esse respeito, integra as tecnologias em todos os seus documentos e planos estratégicos, bem como nos seus trabalhos práticos. O pessoal utiliza as tecnologias para metodologias ativas de ensino e avaliação da aprendizagem, bem como desenvolve o seu próprio conteúdo e protege-o por direitos autorais.
Existem repositórios compartilhados de conteúdo que podem ser usados pela equipe e pelos alunos. A formação profissional contínua dos professores para fins de desenvolvimento de competências digitais é planejada e executada, assim como se promove o mesmo pelas competências dos alunos. O acesso a diferentes recursos de tecnologias é fornecido na maioria das salas de aula, enquanto a aquisição e manutenção de recursos de tecnologias é planejada.
A escola é ativa no que diz respeito a projetos de tecnologias e presença online, em termos de apresentação de conteúdo e comunicação. O licenciamento de software é controlado e os aspectos de segurança do uso de recursos de tecnologias são levados em consideração.
Nível 5: digitalmente maduros
Nos seus documentos estratégicos, no planejamento e programa de desenvolvimento escolar, a escola reconhece e exige muito claramente o uso das tecnologias em todos os aspectos das suas atividades. A prática de gestão depende da integração e obtenção de dados de todos os sistemas de informação da escola. A abordagem para o desenvolvimento das competências digitais da equipe educacional e dos estudantes é sistemática, a formação profissional para a equipe e atividades adicionais para os alunos estão disponíveis.
A equipe educacional usa as tecnologias nas metodologias ativas de ensino, o desenvolvimento de novos conteúdos e a avaliação das realizações dos alunos. O conteúdo digital é regularmente protegido por direitos autorais pela equipe educacional e pelos alunos. Há repositórios compartilhados de conteúdos disponíveis para uso da equipe e dos alunos. O acesso a recursos de tecnologias a partir de dispositivos próprios é fornecido em todas as salas da escola.
A escola planeja e adquire, de forma independente, recursos de tecnologias que estão disponíveis em quase todas as salas de aula e toda a escola tem uma infraestrutura de rede desenvolvida. Um sistema de segurança da informação baseado nas melhores práticas foi desenvolvido e o licenciamento de software é sistematicamente controlado e planejado.
A escola é caracterizada por uma variada atividade de projeto de tecnologias, cooperação entre a equipe e os estudantes, bem como entre a escola e outras partes interessadas, por meio do uso de ferramentas de comunicação online e dos serviços eletrônicos da escola.

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Mulher diz que escola cristã recusou matricular seu filho por ser autista

Mulher diz que escola cristã recusou matricular seu filho por ser autista | Inovação Educacional | Scoop.it
Uma mulher de 39 anos disse nesta quinta-feira (14) que uma escola da Zona Sul de São Paulo se recusou a matricular seu filho de 5 anos pelo fato de ele ser autista. Em relato a Vejinha, a artesã Neilde da Silva Araújo Souza contou em detalhes o episódio que classificou como preconceito por parte da direção do Colégio Adventista do Campo Limpo.
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Desejo de elevar renda ou realizar sonho aumenta em 50% os idosos em faculdade

Desejo de elevar renda ou realizar sonho aumenta em 50% os idosos em faculdade | Inovação Educacional | Scoop.it
Idosos buscam adquirir cada vez mais conhecimento para melhores colocações no mercado de trabalho. Nos últimos cinco anos, as matrículas de pessoas acima dos 60 cresceram mais de 50% no ensino superior. Conforme o censo do Ministério da Educação (MEC), em 2013 eram 19.644 alunos nessa faixa etária. Em 2018, quase 30 mil.
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How Vocational Education Got a 21st Century Reboot

How Vocational Education Got a 21st Century Reboot | Inovação Educacional | Scoop.it

Rodriguez’s opportunities with IBM came to her thanks to her high school, Newburgh Free Academy P-TECH. It’s part of an innovative public-school model that combines grade 9-12 education with internships and tuition-free community college. P-TECH, which stands for Pathways in Technology Early College High School, has spread to 10 states and 17 countries since its founding in Brooklyn in 2011. The P-TECH network is growing fast. By the end of 2019, there will be 220 P-TECH schools in operation. With 93,000 students nationwide, it is one of the most extensive career and technical education programs in the United States.
For public school districts, starting P-TECH schools is a way to try to address the “skills gap”—American education’s often-elusive goal of tying vocational training to what actual employers such as IBM and Cisco and Microsoft want. It focuses on the much-valued STEM subjects—science, technology, engineering and math. It aims to prepare students for so-called new collar jobs: work in tech that requires more than a high school diploma, but not always a four-year college degree. And at a time when free college education is surging toward the top of the progressive agenda, it’s an affordable free-college program that’s taken root in poorer cities, boosting high school graduation rates and two-year-college completion rates among students of color and immigrants.

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O edifício maldito - Rainha da Sucata

O edifício maldito - Rainha da Sucata | Inovação Educacional | Scoop.it

Um horroroso projeto para o futuro Centro de Informação Turística, a se situar em frente ao Palácio dos Despachos, um verdadeiro terror ‘modernoso’.” As palavras duras da colunista social Anna Marina Siqueira no jornal belo-horizontino Diário da Tarde em 1985 se referiam ao novo edifício construído na Praça da Liberdade, então epicentro político de Minas Gerais. Foi inaugurado como Centro de Apoio Turístico Tancredo Neves e, por muitos anos, abrigou o Museu de Mineralogia Professor Djalma Guimarães. Em abril deste ano, foi reaberto após um restauro e se tornou o Centro de Informação ao Visitante do Circuito Liberdade e o Hub Minas Digital. Se, por estar fora do eixo Rio-São Paulo, ainda não foi possível ligar esses nomes ao prédio, a alcunha popular facilita a identificação: ele é conhecido como Rainha da Sucata, e também já foi chamado de o prédio mais feio do Brasil.

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Caso Alub: pais e funcionários enfrentam dificuldades com documentos e pagamentos

Caso Alub: pais e funcionários enfrentam dificuldades com documentos e pagamentos | Inovação Educacional | Scoop.it
Colégio fechou as portas em outubro. Segundo acordo firmado com o Ministério Público, os históricos escolares devem ser entregues para as famílias até 2 de dezembro. O acordo também determina que os contratos deste ano foram rescindidos desde 1° de outubro, sem multa para as famílias. Diz ainda que devem ser cancelados pagamentos e cobranças a partir dessa data.
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Práticas inovadoras são esquecidas e depois reinventadas como novidades

Práticas inovadoras são esquecidas e depois reinventadas como novidades | Inovação Educacional | Scoop.it

O resgate desse e de outros aspectos inovadores de teorias pedagógicas e autores que marcaram o conhecimento da área foi discutido em uma das mesas do 4º Fórum Inovação Educativa, realizado pela Folha e pela Fundação Telefônica Vivo nesta quarta-feira (13) em São Paulo.
A ideia de protagonismo de alunos, acompanhada de abordagens que lhes permitam escolher temas e projetos de seu interesse, tem mais de cem anos, afirmou Flavio Rodrigues Campos, consultor pedagógico do Senac-SP. 
Para Campos, é preciso, porém, que o debate sobre inovação educativa não se baseie em “pílulas de salvação”, mas atinja a escala da transformação da realidade da escola. Replicar metodologias consagradas não é suficiente, “e o professor é o ponto chave para promover a inovação escolar.”
A valorização do trabalho do professor –”a batalha mais difícil da educação brasileira”-, também foi defendida por Diana Gonçalves Vidal, diretora do Instituto de Estudos Brasileiros da USP. 
“A gente aprende a ser professor sendo aluno. É um saber construído pela prática e acumulado ao longo de toda a vida escolar. Um bom professor sabe calibrar as experiências.”
Vidal argumentou que muitos diagnósticos sobre a educação são feitos com o olhar de fora da escola e defendeu que que as políticas públicas levem em conta a cultura escolar existente nas instituições de ensino. 
A diretora do IEB-USP retomou a trajetória e as ideias de Anísio Teixeira (1900-1971), ressaltando sua importância na construção do sistema educativo brasileiro a partir da década de 1930. 
Um dos legados de Teixeira, avaliou, é o fortalecimento do ideal de educação pública universal no Brasil: “A ideia é de uma escola comum democrática, com acesso a todos. Uma escola que forme toda a população e forneça as mesmas condições de acesso e permanência”. 

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Glossário Ceale | Termos de Alfabetização, Leitura e Escrita

Glossário Ceale | Termos de Alfabetização, Leitura e Escrita | Inovação Educacional | Scoop.it

Glossário do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (CEALE) da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

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'Inovação educativa não é ter piscina e quadra coberta', diz Claudia Costin

'Inovação educativa não é ter piscina e quadra coberta', diz Claudia Costin | Inovação Educacional | Scoop.it

Costin falou dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), conjunto de diretivas da ONU firmado pelo Brasil e  outros 194 países que se propõe a assegurar que, até 2030, todos os cidadãos recebam educação inclusiva e igualitária e oportunidade e aprendizagem ao longo da vida.
“Educação de qualidade para todos não se faz com ilhas de excelência. Não adianta dar educação de primeira linha para os estudantes ‘mais brilhantes’ e uma educação qualquer para os outros”, disse Costin, que enfatizou a importância da equidade no ensino. 
O cenário é de grandes desafios e de crise profunda de aprendizagem, avaliou a palestrante, enfatizando que o problema educacional não atinge apenas os estudantes que estão no ensino público, embora eles formem uma imensa maioria de 88%. Segundo dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), os 25% mais ricos da amostra brasileira tiveram desempenho pior que os 25% mais pobres da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). 
Entre os vários motivos para esse déficit na educação estão a baixa atratividade da carreira de professor e a formação excessivamente teórica e divorciada da realidade da sala de aula --não há, afirmou, preparação para a profissão. Para piorar, o país tem uma cultura introjetada que não busca entender as dificuldades de cada aluno. 

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Cogna vê mais racionalidade em preços de concorrentes, EAD para de cair 

Em teleconferência com analistas do setor de educação, executivos da Cogna comentaram que nos últimos meses os preços de mensalidades da graduação se mostraram mais racionais e que os valores cobrados no ensino à distância “pararam de cair”, sinalizando que um piso de 150 reais possa ter sido alcançado no caso dos cursos totalmente online.
As ações da companhia exibiam queda de 0,6% às 12h47, enquanto o Ibovespa tinha baixa de 0,9%.
A Cogna divulgou mais cedo que teve lucro líquido de ajustado de 208,6 milhões de reais no terceiro trimestre, uma queda de 41,6% sobre o desempenho de um ano antes.
No ensino superior, a empresa elevou em 5,4% a provisão para perdas com inadimplência ante mesmo período de 2018, acumulando nos primeiros nove meses de 2019 expansão de 11% no indicador.
A despesa com marketing subiu 47% ano a ano no ensino superior. Já no ensino básico houve um salto de oito vezes.
Executivos da companhia afirmaram na teleconferência que a tendência de elevação das despesas com marketing não devem se repetir no quarto trimestre, mas não deram detalhes.

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Lucro da Cogna, holding da Kroton, cai 94% no 3° trimestre

Lucro da Cogna, holding da Kroton, cai 94% no 3° trimestre | Inovação Educacional | Scoop.it
Ganho anual por aluno no segmento de educação básica deve aumentar 20% em 2020, sinaliza grupo
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PEC de Bolsonaro e Guedes desobriga poder público de construir escolas

PEC de Bolsonaro e Guedes desobriga poder público de construir escolas | Inovação Educacional | Scoop.it

O ministério afirma que o acesso à educação não será precarizado, pelo contrário. Isso porque a ideia é permitir que os alunos acessem o ensino privado por meio de bolsas de estudo que seriam bancadas pelo governo. A medida dependerá de futura regulamentação via projeto de lei.
A equipe de Guedes sustenta que, em muitos casos, o governo gastaria menos ao pagar bolsas para instituições privadas do que se optasse por construir e manter novas escolas públicas.
O governo argumenta ainda que o estudante teria autonomia para optar entre uma escola pública ou privada, onde isso for possível. Nas palavras de um dos técnicos da economia, a estrutura estatal não pode ser um fim em si mesma e é importante a participação do setor privado.
De acordo com interlocutores de Guedes, a ideia inicial de alterar esse artigo não partiu do ministério, mas sim de um projeto que já circulava no Congresso. Guedes e sua equipe gostaram da proposta e decidiram incluir no texto do pacto federativo.
Como o governo seguiria bancando a educação nesses casos por meio do pagamento de bolsas de estudo, o argumento usado na pasta é que o investimento público na área não seria reduzido e a eficiência do atendimento à população seria ampliada.
Além de aumentar as opções dos alunos, o governo diz acreditar que poderá alocar melhor os recursos. A pasta espera reverter para outras ações em educação a economia gerada com o pagamento de bolsas onde seria necessário construir uma escola.
O mesmo trecho da PEC também inclui uma série de critérios para a concessão de bolsas de estudo pelo governo. Hoje, o texto diz apenas que as bolsas serão concedidas para aqueles que demonstrarem insuficiência de recursos.

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Gabarito Enem 2019: gabarito oficial é divulgado; veja as respostas para ciências da natureza, linguagens e outras

Gabarito Enem 2019: gabarito oficial é divulgado; veja as respostas para ciências da natureza, linguagens e outras | Inovação Educacional | Scoop.it
O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) divulgou na tarde de hoje o gabarito oficial do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2019. Os cadernos de prova também foram disponibilizados.
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Em todas as áreas, carreiras do futuro exigem domínio digital

Em todas as áreas, carreiras do futuro exigem domínio digital | Inovação Educacional | Scoop.it
De saúde a serviços legais e financeiros, profissões vão se distanciar das formas tradicionais de trabalho
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Tecnologia e neurociência em prol da equidade e personalização da educação

Tecnologia e neurociência em prol da equidade e personalização da educação | Inovação Educacional | Scoop.it

Uma nova mentalidade se estabeleceu para entender e exercer a educação a partir das interferências da Neurociência e da tecnologia. É inquestionável que a tecnologia modificou o modo como vivemos. A diversidade de informações que hoje temos à disposição, a rapidez com que elas chegam até nós e as tecnologias que nos facilitam acessá-las possibilitam diferentes modos de produzir e compartilhar saberes.
Nesse contexto, a comunicação, a informação e o conhecimento possuem mais de um caminho, múltiplos formatos em variados meios. Uma mesma informação pode ser disseminada em vídeos, podcasts, fotos, ilustrações, animações, textos e infográficos, e constituir nova forma de linguagem.
O cenário atual demanda que as salas de aula se transformem em espaços nos quais a pesquisa, as experiências e a troca de ideias possibilitem aos estudantes desenvolver autonomia e habilidades fundamentais para analisar questões do dia a dia e aplicar conceitos das diversas áreas do conhecimento a fim de encontrar soluções originais e eficientes para a solução de problemas.

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'O desafio do EAD é garantir que tudo o que está no papel ocorre'

'O desafio do EAD é garantir que tudo o que está no papel ocorre' | Inovação Educacional | Scoop.it
Professora da PUC-RS, do Grupo de Pesquisa Interdisciplinar em Tecnologias Digitais e Educação a Distância, diz que é preciso olhares distintos para diferentes cursos; ensino à distância já ultrapassou vagas presenciais no ensino superior
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Universidades federais lideram depósitos de patentes em 2018

Universidades federais lideram depósitos de patentes em 2018 | Inovação Educacional | Scoop.it
Seis entre os dez maiores depositantes de patentes no Brasil em 2018 foram universidades federais. Duas do mesmo estado ocupam o topo do ranking, as federais da Paraíba (94 patentes) e Campina Grande (82). A única empresa que aparece na lista é a Petrobras, na quarta posição, com 54 pedidos.
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Empreendedor fatura R$ 500 mil ensinando Excel

Empreendedor fatura R$ 500 mil ensinando Excel | Inovação Educacional | Scoop.it
Daniel Delgado criou a Doutores do Excel, empresa que oferece aulas e consultorias, há cinco anos
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Achados da neurociência podem ajudar no aprendizado

Achados da neurociência podem ajudar no aprendizado | Inovação Educacional | Scoop.it

A neurociência não tem receita pronta para salvar a educação, mas sua compreensão dos mecanismos biológicos pelos quais o ambiente modifica o cérebro pode incrementar a capacidade de aprendizagem. Aulas que começam muito cedo (quando os jovens estão caindo de sono), fatores socioeconômicos e falta de atividade física, por exemplo, estão entre os fatores que provocam alterações cerebrais e dificultam a cognição.
Mesmo tendo pistas do que deve ser feito, a maior parte das escolas falha em incluir preceitos básicos da ciência em suas práticas de ensino, seja por falta de acesso a novas descobertas ou pela deficiência na estrutura.
“Precisamos olhar para o que a ciência está dizendo. Não tem sentido começar as aulas às 7h. Se as escolas querem se basear em evidências científicas, precisam mudar isso”, afirmou Fernando Louzada, doutor em psicologia e professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), durante um dos debates do seminário Inovação Educativa.
O evento, promovido pela Folha em parceria com a Fundação Telefônica Vivo, acontece nesta quarta-feira (13), no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.

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Metodologias ativas vieram para ficar, dizem educadores

Metodologias ativas vieram para ficar, dizem educadores | Inovação Educacional | Scoop.it

Para educadores, o monopólio da aula expositiva está com os dias contados. O modelo de aula tradicional não deve morrer, mas tende a perder cada vez mais espaço para as metodologias ativas, um formato de aula horizontal e colaborativa que visa o desenvolvimento integral do estudante, estimula a criatividade e as habilidades socioemocionais e insere o conteúdo aprendido na realidade do aluno.
As possibilidades oferecidas por esse modelo —e as dificuldades de implementá-lo— pautaram uma das mesas do 4º Fórum Inovação Educativa, realizado nesta quarta-feira (13) no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo. O evento foi organizado pela Folha e contou com patrocínio da Fundação Telefônica Vivo.
Segundo Júlia Pinheiro Andrade, pesquisadora do Centro de Referências em Educação Integral, as metodologias ativas não são uma prática “novidadeira”, mas fruto de uma nova cultura escolar. “Se você quer aprendizado de longa duração, os métodos expositivos tradicionais não dão conta”, diz. 

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Como a tecnologia está mudando a alfabetização?

Como a tecnologia está mudando a alfabetização? | Inovação Educacional | Scoop.it

“As possibilidades de texto aumentaram e não sei se as escolas estão preparadas para isso. Tenho um aluno de seis anos que acessa a internet, não escreve, não gosta de grafar, mas já está alfabético”, afirma. Em geral, ela observa que crianças pequenas já usam comandos de voz no celular para conseguir assistir a vídeos --demandas que não exigem o letramento.
Ela aponta que as experiências cada vez mais precoces de uso dos teclados podem ajudar “a aprender o alfabeto por si só”, mas o acompanhamento do professor é imprescindível para se desenvolver um letramento amplo. “A tecnologia não vai fazer a diferença. Ela não é fim, ela é meio”.
O equilíbrio entre proporcionar vivências analógicas e digitais, portanto, parece traçar pelo menos dois caminhos necessários ao professor alfabetizador. O primeiro é garantir que a criação das hipóteses de escrita se desenvolvam com lápis ou giz, papel, letras móveis e outros recursos que potencializam as relações de grafema-fonema (entre grafia e letras e os sons das sílabas), e a compreensão global de palavras e textos. O segundo é, também, introduzir características próprias da cultura letrada digital, que toma (com telas, teclados, vídeos e hiperlinks) grande parte das tarefas de nossas vidas -- inclusive a de ler esse texto.
“A tecnologia traz outras possibilidades para o que as crianças estão vivendo. O ruim é fazer das interações com celulares e tablets as únicas interações”, diz Andrea Luize, selecionadora de alfabetização do Prêmio Educador Nota 10.
Ela sugere que toda atividade pedagógica deve ser pensada para o uso social da tecnologia. Por exemplo, para listar remédios num consultório médico, é natural que as crianças possam fazê-lo num computador. Uma lista de supermercado, por outro lado, que sugere interação física com alimentos, pode ser feita no lápis e papel.
A seleção de práticas sociais se impõe no dia a dia do processo de alfabetização. O ato de digitar por digitar, como ao preencher um questionário em um tablet, tornando o uso do tecnológico algo sem propósito que vá além do contexto escolar, é reduzir oportunidades para o letramento.

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Educação e competitividade

Um brasileiro nascido hoje terá, quando adulto, 56% da produtividade que poderia ter se tivesse tido acesso a sistemas de ensino e de saúde adequados. É uma das projeções sobre o Índice de Capital Humano, indicador criado em 2018 pelo Banco Mundial, apresentadas por Jaime Saavedra, seu diretor de educação, durante o debate Educação e a Agenda da Competitividade, promovido pelo instituto Todos Pela Educação e pelo Itaú BBA. O resultado é próximo à média global, com o Brasil ocupando o 81.º lugar entre 157 países, mas abaixo do que seria esperado para um país com o seu nível de renda. “Os avanços de escolaridade não têm se refletido em ganhos de produtividade”, disse Saavedra.
Por isso, em debate com o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a presidente executiva do Todos Pela Educação, Priscila Cruz, ressaltou a necessidade de discutir novos mecanismos de financiamento que combatam a desigualdade e sejam sustentáveis do ponto de vista fiscal. No momento, a questão mais premente nessa discussão é a reformulação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).
Criado por emenda constitucional em 2006, o Fundeb responde por 63% dos recursos para o financiamento da educação básica do País, e para alguns municípios esse índice é de 100%. Seu prazo de vigência vai até o ano que vem, mas já é consenso que o programa deve ser mantido, sob pena de provocar um colapso na educação básica. Será preciso, contudo, corrigir certas distorções evidenciadas ao longo dos seus 14 anos de atividade.
Tramita no Congresso a Proposta de Emenda Constitucional 15/2015, que visa a tornar o Fundeb permanente. O projeto estabelece ainda que a contribuição da União, que responde atualmente por 10% do total, cresça gradualmente ao longo de 10 anos até atingir 40%. Mais importantes são os ajustes que visam a melhorar a eficácia do financiamento. O projeto prevê a distribuição proporcional dos recursos por redes de ensino, conforme as necessidades de cada uma, e não, como acontece hoje, por localidade, sem distinção entre municípios mais ricos e mais pobres.

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Ânima Educação faz acordo com Unisul, poderá assumir universidade em 2021

A Ânima Educação informou nesta quarta-feira acordo de parceria com a Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) que prevê opção para a assumir administração da instituição catarinense em janeiro de 2021.
As empresas farão gestão compartilhada em 2020, enquanto esperam aprovação para o negócio pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
A universidade catarinense reúne cerca de 2.400 funcionários e docentes, e tem aproximadamente 19 mil alunos, distribuídos em três campi e 78 polos de apoio presencial de ensino a distância no Brasil.

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Ser Educacional avalia entrada na educação básica e expansão em cursos livres

Ser Educacional avalia entrada na educação básica e expansão em cursos livres | Inovação Educacional | Scoop.it
Janguiê Diniz afirma, em entrevista ao infoMoney, que os estudos fazem parte da "transformação digital" que a Ser vem fazendo
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Estratégias para a educação de excelência - Rede Super

Pastora Ângela Valadão conversou com o reitor Luciano Sathler sobre o ensino e estratégias a respeito de trazer uma educação com excelência. Falaram sobre o Congresso que aconteceu em São Paulo no mês de setembro. O evento reuniu educadores, líderes, professores, etc,. Ali discutiram sobre a visão da educação brasileira e a missão da igreja. O professor disse que hoje os desafios acadêmicos são fundamentar as ações nos princípios bíblicos.
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Universidades alugam equipamentos para pesquisas

Universidades alugam equipamentos para pesquisas | Inovação Educacional | Scoop.it
Muitas pesquisas científicas dependem de equipamentos caros, que acabam ficando ociosos em laboratórios. Para reduzir custos e incentivar estudos, universidades paulistas passaram a alugar instrumentos para outras faculdades e empresas.
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