O que só eu vi
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Clube do Nepô - Todas as estrelinhas para os áudios sobre reputacionismo

Clube do Nepô - Todas as estrelinhas para os áudios sobre reputacionismo | O que só eu vi | Scoop.it

"Com a evolução da internet e das tecnologias móveis, os Nômades Digitais cada dia mais provam que não é mais preciso trabalhar de um escritório para ganhar dinheiro e ser produtivo"
http://nomadesdigitais.com 

Lilian Calmon's insight:

Sei que sou suspeita para falar que os áudios "Reputacionismo" e "Por que o reputacionismo nos levará a uma sociedade melhor?" foram show de bola. 

Reputacionismo - http://bit.ly/1xPVt6L
Por que o reputacionismo nos levará a uma sociedade melhor? -  http://bit.ly/1uy14tt 

 

Acho que até "ganham" dos meus favoritos no primeiro campeonato, sobre cultura digital e plataformas digitais colaborativas.

 

Pois bem, acho que os dessa semana vão para o meu "top 10", porque me ajudaram a costurar mais alguns pontos, por exemplo, para que serviria dar as estrelinhas.

 

Venho fazendo um exercício comigo mesma de tentar resumir num tweet, ou num tweet longer rs, o que vi de mais mais em determinada coisa. O nome para esse Scoop.it veio disso.

 

O áudio em que o Nepô falou das estrelinhas para os comissários da Gol me levou a pensar quais seriam os motivos para dar esse tipo de avaliação. Embora eu entenda as vantagens, estou "me cobrando" saber apresentá-las de uma maneira mais objetiva. A listinha que fiz como resposta:
- porque diminui o custo (o SAC gasta dinheiro)
- porque a avaliação é direta (e dificultaria a manipulação)
- porque o critério de escolha passa a ser mais de mérito

- porque outra pessoa pode consultar isso

 

Acho que agora eu incorporei o nome,  ou melhor, o conceito do reputacionismo. E é muito legal pensar também em termos de influências genéricas da Revolução Cognitiva e influências mais específicas, no caso, a comunicação matemática e seus algoritmos, que permitem o reputacionismo. Bingo! 

 

E o que mais gostei do segundo áudio foi o "insight" para levar a questão do trabalho significativo para o contexto da Revolução Cognitiva. Por incrível que pareça, não tinha feito isso ainda.

 

Pensava no macro. Pensava no micro. Mas não correlacionava com clareza macro e micro. Bingo, bingo!

 

E a Revolução Cognitiva e a internet, ou melhor, a internet como uma tecnologia cognitiva reintermediadora, pode ajudar quem busca ter um trabalho significativo. 

 

Agora há pouco, me dei conta que os "nômades digitais" estão fazendo isso, um exemplo "próximo" de busca por um trabalho mais significativo. Como diria o Nepô, "Opa".

 

"Com a evolução da internet e das tecnologias móveis, os Nômades Digitais cada dia mais provam que não é mais preciso trabalhar de um escritório para ganhar dinheiro e ser produtivo.

 

Lugares incríveis pelo mundo, histórias inspiradoras de empreendedores, tecnologias inovadoras, e o dia-a-dia de um casal que pediu demissão, criou uma empresa de projetos para a internet, e hoje vive trabalhando e viajando pelo mundo. O Nômades Digitais nasceu para mostrar que você também pode. Inspire-se."

http://nomadesdigitais.com

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As mudanças que a internet traz para o papel do professor

As mudanças que a internet traz para o papel do professor | O que só eu vi | Scoop.it

http://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/escolas-particulares-com-diferentes-perfis-serao-tema-de-debate-no-educacao-360-13762438

Lilian Calmon's insight:

Uma matéria do O Globo de domingo sobre os diferentes perfis de escolas chamou minha atenção porque estudei na Escola Parque, tenho uma amiga daquela época que estudou pedagogia (e agora trabalha orientando pais na escolha da escola do filho) e pelas mudanças que a internet traz também para a educação, em especial para o papel do professor.
Escolas particulares com diferentes perfis serão tema de debate no Educação 360: http://glo.bo/XZn0Tn

 

Aspas da Andrea Ramal:

"Um filho que mantém uma relação de igual para igual com os pais, por exemplo, pode não se adaptar a um modelo de ensino com rígidos limites de disciplina."

 

Como a diretora da Escola Parque percebe a relação professor e aluno: "O professor é um orientador. E o aluno deve interferir no que o professor ensina."

Como a supervisora pedagógica do São Bento percebe a relação professor e aluno: "O aluno precisa reconhecer a autoridade do professor. A gente preza muito o limite. É preciso saber falar na hora certa e escutar."

 

Acho que o professor como orientador não tem sua autoridade diminuída. E é importante que qualquer pessoa saiba a hora de falar e a hora de escutar, esteja no papel de aluno ou de professor. Todo mundo "muscula" isso a vida inteira.

 

De fato, é para confundir ter um tipo de relação em família, outro tipo na escola e depois uma outra no ambiente de trabalho. Como encontrar espaço para tudo isso num mesmo corpo, numa mesma cabeça...

 

Vi no início do ano o documentário "Hierarquia: conversas depois do fim de um mundo", que fala de hierarquia e como pensar numa organização em rede.

http://hierarquia.org

 

Lembro da piada de que, para um chefe, "calado você já está errado". Também dos ciclistas que se organizaram em rede para pedalar. E que a hierarquia está longe de ser a melhor maneira para obter o máximo que cada um pode oferecer. 

 

Vou dar uma outra olhada no doc, acho que vale o repeteco.

 

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Clube do Nepô - Vamos conversar?

Clube do Nepô - Vamos conversar? | O que só eu vi | Scoop.it

“Muitos dirão que não é bom se envolver e se posicionar em política e acho que que é justamente esse medo, vergonha, receio que levou à política ao ponto que chegou.

Uma coisa é se posicionar para dialogar, outra é se dogmatizar para convencer. Há um abismo entre as duas coisas.”

http://on.fb.me/1tPKLbc

Lilian Calmon's insight:

Acho que há anos eu percebia política como um assunto não discutível, cada um com uma espécie de crença. Soava até desrespeitoso tocar no assunto.

 

Me dei conta disso depois de muito papo sobre "percepção da percepção" no Clube do Nepô e também com comentários no Facebook sobre a possibilidade da candidatura da Marina.

 

Estudando a correlação entre aumento populacional, latência por mais comunicação, internet nesta fase das mídias sociais, não tem como não querer falar e ouvir mais sobre política, que é como vamos resolver nossos problemas, de fato.

 

O conhecimento é líquido, precisamos trocar figurinhas. E conversar acaba sendo difícil porque justamente não exercitamos isso. E essa falta de diálogo é uma das características da Ditadura Cognitiva, como sempre frisa o Nepô.

 

No momento, trabalho com um cliente ligado à política, venho mais atenta ao Twitter como segunda tela nos debates, sem falar do quanto me interesso pela governança digital nessa área.

 

Acho que antes de votar, todo mundo tinha que responder o que considera realidade, se existe realidade, se realidade e percepção são as mesmas coisas. Essas são perguntas feitas na primeira aula do Clube e faz toda a diferença para começar a pensar o mundo. Da DR com namorado, passando pela terapia e até na escolha de quem votar.

 

A percepção da percepção - semana 1

http://bit.ly/1tPPs4T

 

http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/08/1506720-pessoas-preferem-nao-discutir-temas-politicos-nas-redes-sociais-diz-estudo.shtml

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A cidade como sala de aula - Que, quem, quando, onde, como e por que

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Lilian Calmon's insight:

>> O quê?  O Mundial da Educação

"é um movimento aberto que entende que as cidades e seus moradores têm muito a oferecer para complementar aquilo que se ensina e aprende em sala de aula."


https://www.facebook.com/mundialeducacao
https://catracalivre.com.br/geral/editoria/o-catraca/mundial-da-educacao
 

>> Quem? Eu, você, todos juntos.

 

As organizações responsáveis são:

- Catraca Livre (Rede e Mapa)
https://catracalivre.com.br/rio
- Imagina na Copa (Mobilização)

http://imaginanacopa.com.br
- Centro de Referências em Educação Integral (Orientação)
http://educacaointegral.org.br 

- Todos Pela Educação (Articulação)
http://www.todospelaeducacao.org.br
- Instituto Inspirare (Apoio e inspiração) 
http://inspirare.org.br

 

>> Quando? Não existe prazo para participação.

A proposta é que atividades educacionais sejam constantemente incluídas no mapa interativo: http://mundialeducacao.herokuapp.com.

 

>> Onde? Em qualquer cidade brasileira.

>>  Como? Mapeando espaços e intervenções na sua cidade.
1. Reúna um grupo de pessoas
2. Busque o envolvimento de mais pessoas 

3. Elabore os materiais necessários para o mapeamento
4. Saia para a rua para mapear!

5. Sistematize as informações encontradas
http://bit.ly/1ixiXGi&nbsp

 

>> Por quê? Para potencializar a experiência educacional no Brasil com a colaboração de todos.

 

"Com esta força-tarefa, o maior número possível de pessoas será impactado, a educação brasileira se fortalecerá e as cidades se tornarão mais abertas, educadas e criativas."

 

No vídeo, o jornalista, educador e coordenador do Catraca Livre Gilberto Dimenstein fala sobre o Mundial da Educação: http://bit.ly/Vxlar8

 

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Clube do Nepô - Sobre plasticidade do cérebro e McLuhan

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Message 
Mess age
Massage
Mass age 

 

 

Lilian Calmon's insight:

Acho que, entre tanta coisa legal falada no Clube do Nepô, uma que ficou de maneira especial para mim foi a questão da plasticidade do cérebro. Como ele se modificaria ao longo do tempo com as tecnologias que vão surgindo.

 

Aí ontem assisti ao documentário "Connected"  pelo Netflix e gostei de ouvir sobre esse papo: http://connectedthefilm.com.

 

O pai da cineasta é Leonard Shlain, sempre estudou o cérebro, foi muito influenciado pelo McLuhan e teve câncer no cérebro também...

Palhano, colega do Clube, recomendou esse vídeo sobre como a escrita tornou nosso raciocínio linear e menos holístico: http://bit.ly/1rKndC9.

 

Lembro que numa das semanas do Campeonato Cognitivo disse que sempre achei o papo de "o meio ser a mensagem" uma viagem curiosa do McLuhan, mas uma viagem... E agora venho mudando isso.

 

Procurando por McLuhan no YouTube,  cheguei no Tedx desse português chamado José Alberto Carvalho: http://bit.ly/1sNXyNf.

 

O livro "The Medium is the Massage: An Inventory of Effects" foi escrito em 1977, quanta coisa ele cantou a pedra décadas antes... 
http://www.marshallmcluhan.com 

 

E, agora há pouco, outro colega do Clube, o Flessati, compartilhou o texto do Gabeira sobre a entrevista que ele fez com a neurocientista que dirige a rede Sarah.
"Lúcia no céu com diamantes": http://glo.bo/1yOC2q3&nbsp.

 

Lá pelas tantas, ele diz que "O autor do verbete plasticidade do cérebro não gosta dessa expressão. Ele diz que plasticidade se refere a coisas e o cérebro é um organismo vivo e em constante transformação".

 

Fico com isso na cabeça: o cérebro como um organismo vivo.

E cada vez mais curiosa para conhecer McLuhan e a Escola de Toronto.
http://nepo.com.br/2014/06/13/escola-de-toronto-para-dummies

 

"Esse clube diz o seguinte.

1- toda vez que chega uma tecnologia cognitiva (tal como a escrita, o alfabeto ou a Internet) o cérebro humano se modifica apenas pelo simples fato de usar;

2- e ao modificar o cérebro, a sociedade muda."
http://nepo.com.br/2014/06/02/a-escola-filosofica-tecno-cognitiva-canadense

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Fernando Flessati's curator insight, August 17, 2014 8:40 PM

A plasticidade cerebral está mais viva do que nunca Lilian Calmon - a beleza da plasticidade é esta, em camadas que se fundem e integram em núcleos dessa rede cerebral.

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Carta a um jovem doutorando

Carta a um jovem doutorando | O que só eu vi | Scoop.it

Rio, 30/5/2014

 

Querido amigo, ontem nos encontramos e você estava tão abatido, falando em desespero, Rivotril, caos... Não, eu não pensei que você estava fraco ou incapaz... Ao contrário: te ver  me fez voltar no tempo, aos meses que antecederam a minha defesa de doutorado e ao estado em que cheguei naquela época.

 

 

Lilian Calmon's insight:

E por falar em doutorado, um outro post da Karina sincero, engraçado e inspirador.

 

Mesmo quem não conhece o "coquetel doutorando-derrotado", conhece o coquetel alguma coisa-derrotado, então tá valendo. 

 

Vou imprimir e colocar esse texto ao lado do meu computador para ler todos os dias de manhã. ;)

 

"Para terminar, te lembro que só há uma fórmula mágica — irritante — para escrever tese ou qualquer outro texto: uma palavrinha de cada vez."

 

http://karinakuschnir.wordpress.com/2014/05/01/carta-a-um-jovem-doutorando

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Lilian Calmon's insight:

Participei de encontros com o Nepô sobre como pensar uma estratégia profissional nessas últimas semanas. Era eu e o Alex, que já conhecia de trocar figurinhas no virtual. Foi por Skype.

 

Uma estratégia profissional depende de dinheiro, autoconhecimento e mercado.
http://nepo.com.br/2014/03/31/ninguem-tem-estrategia-profissional-sem-filosofia-eou-dinheiro

 

Acho que a experiência foi um exercício de autoconhecimento, porque fomos sendo incentivados a pensar no que fazemos hoje, o que já fizemos e o que gostaríamos de fazer um dia.
Exercício do velório: http://nepo.com.br/2014/04/09/qual-e-a-tua-mane

 

Não é fácil, mas senti que eu e o Alex estávamos bem empenhados nisso. Já participamos de grupos de estudo com o Nepô, tínhamos em mente a questão do trabalho significativo e fomos caminhando nessa direção.
http://nepo.com.br/2014/04/16/as-brechas-significativas
http://nepo.com.br/2013/08/07/em-busca-de-uma-vida-mais-significativa

 

Falamos bastante em termos de lado A e lado B. O lado A é o que fazemos hoje e, o lado B, o que queremos para nós. A ideia é que, com o tempo, o lado B venha a se transformar no lado A. Também falamos de karma e dharma.
http://nepo.com.br/2009/05/07/qual-e-teu-dharma

 

Fomos atiçados a pensar sobre o que falávamos e como falávamos e as dificuldades iam surgindo. E, no decorrer da semana, pós-Skype, as ideias iam dando as caras também. Ufa, que bom!

 

Com a ajuda do Nepô fui costurando algumas delas, pensando na analogia com barco, vento e regata.
Estratégia profissional: o barco, o vento e a regata http://youtu.be/r0YFRmIB2hY

 

Estou conversando com alguns amigos sobre o projeto que, agora, tenho em mente e aproveito esse texto para compartilhar com eles  links do Nepô nesse período.
Também a dica do livro "A Startup Enxuta", pela filosofia que apresenta.

 

Obrigada Nepô e Alex.
Tô animada.

 

E-book “Em busca de um trabalho mais significativo”: http://migre.me/j0rPQ

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Como uma conversa sem fim

Como uma conversa sem fim | O que só eu vi | Scoop.it

PÉROLA IMPERFEITA: A HISTÓRIAS E AS HISTÓRIAS NA OBRA DE ADRIANA VAREJÃO
Conversa com as autoras Lilia Schwarcz & Adriana Varejão

Lilian Calmon's insight:

Um livro que é como uma conversa sem fim, foi o que a Lilia escreveu no autógrafo.

 

O entrosamento entre as duas encanta. Falavam do livro e delas à vontade. Adriana estudou lá no Parque Lage.

 

http://www.blogdacompanhia.com.br/2014/03/fui-canibalizada-por-uma-artista

 

Para o projeto, Lilia foi conversar com a ideia de um livro divididinho em ordem cronológica, porque “a cronologia é a âncora do historiador”. Aí Adriana pensou “Eu vou ter que bagunçar a cabeça dessa mulher”.

 

Ela jurava que tinha lido no Espetáculo das Raças de Lilia sobre a última imagem de uma vítima ficar gravada na retina, na parte que menciona frenologia. “Só que eu não tinha dito isso no livro. Ela lê da sua maneira. Eu fui canibalizada por uma artista.” E a resposta de Adriana “Ela abriu a porta da minha percepção e depois eu fui olhar a partir disso”.

 

Ela não gosta que digam que cita fulano em sua obra, porque citação é algo passivo, como se estivesse repetindo. Prefere o termo paródia, porque você pega e modifica, com um certo distanciamento crítico.

 

Mais aspas que guardo.

 

“Fazer o livro me devolvia a minha própria obra” - Adriana

 

“Adoro provérbio porque ninguém entende e é uma coisa que pega bem. ‘À noite na favela até o japonês é negro’” - Lilia

 

“Minha musa, escreve pra mim” - Adriana

 

“O brasileiro se entende como um arco-íris” em relação à PNAD de 1976 - Lilia

 

“Cor é linguagem, é relação” - Lilia

 

“A Adriana vem me ensinando que a arte explode a convenção, é a ‘descolonização das subjetividades’” - Lilia

 

Ps. Sou fã da Adriana, mas foi com a minha meia xará que ganhei a noite. E adorei isso. 

 

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Adriana Varejão

Adriana Varejão | O que só eu vi | Scoop.it

Inhotim (MG)

 

Fotos caprichadas neste link: http://inspirationist.net/adriana-varejao-gallery-by-tacoa-arquitetos

Lilian Calmon's insight:

Ministério da Cultura, Editora Cobogó e Companhia das Letras convidam para o lançamento do livro 

PÉROLA IMPERFEITA: A HISTÓRIAS E AS HISTÓRIAS NA OBRA DE ADRIANA VAREJÃO

RJ - quinta-feira - 10 de abril – 19h

Conversa com as autoras Lilia Schwarcz & Adriana Varejão

Escola de Artes Visuais do Parque Lage 
(Salão Nobre)
Rua Jardim Botânico, 414


***  *** *** ***

Conheci o trabalho da Adriana Varejão no Inhotim no final de 2011 e acho que foi um dos pavilhões que mais gostei. 

  

Em março do ano passado fui à exposição da Adriana no MAM. Os livros dela estavam espalhados num banco para darmos uma espiadinha.  

 

Guardei esse trecho de Luiz Camillo Osorio:


"As primeiras 'carnes' surgiram de dentro da tela, eram feitas de tinta concentrada, acumulada, como se o interior da tela não fosse o vazio, mas já a própria pintura em estado bruto. Rasgando a pele da pintura, encontra-se mais pintura, mais tinta."

 

www.adrianavarejao.net

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Clube do Livro - Vou dormir pensando em Safo voltando para Lesbos...

Clube do Livro - Vou dormir pensando em Safo voltando para Lesbos... | O que só eu vi | Scoop.it
Lilian Calmon's insight:

Última terça do mês, momento de parar, respirar e pensar no clube do livro com Débora Finamore, professora da época da escola. Primeiro encontro de 2014, turma cheia, muita coisa boa a caminho.

 

Vou dormir pensando em Safo voltando para Lesbos... Rica, com uma filha, montando uma escola para mulheres e compondo versos. Platão chegou a dizer que ela seria um homem, porque escrevia maravilhosamente bem (e uma mulher não conseguiria isso, não tinha alma rs). Causos para uma viagem no tempo...

 

http://institutoculturalfreud.com.br/index.php/clube-do-livro

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Karina Kuschnir - Dez lições da vida acadêmica

Karina Kuschnir - Dez lições da vida acadêmica | O que só eu vi | Scoop.it

Sou meio pé-frio para eventos acadêmicos. Outro dia aceitei participar de um que estava o maior sucesso. Plateia cheia, palestrantes chiques de várias partes do mundo, todo mundo se sentindo. Mas c...

Lilian Calmon's insight:

A lição número 10 diz que uma boa pesquisa acadêmica exige paciência, curiosidade e foco. E ela foi aprender isso muito mais como mãe e voluntária de um trabalho de apoio a mulheres que desejam amamentar.

Conheci a www.amigasdopeito.org.br pela Karina na aula de Metodologia de Pesquisa e a ONG acabou como tema de uma matéria nossa na disciplina de Telejornalismo. O encontro era na Casa de Rui Barbosa, lembro bem. Post inspirador e desenhos que são uma graça.

 

http://karinakuschnir.wordpress.com/2014/03/13/dez-licoes-da-vida-academica

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Começando

Começando | O que só eu vi | Scoop.it

DIG10 - Gestão Estratégica em Marketing Digital (IGEC/FACHA)

Lilian Calmon's insight:

Uma das minhas ideias com o Scoop.it é reunir numa página o que venho ouvindo, assistindo e lendo. Acho que pode funcionar como um tempo para parar, respirar e pensar. Uma espécie de diário de bordo para anotar o que determinada coisa me acrescentou.

"Depois de cada informação obtida, é fundamental dar uma respirada. Não emende uma informação na outra e na outra. Isso acabando virando uma espécie de comida que você come, come e, daqui a pouco, engorda e nem sabe o motivo."
Carlos Nepomuceno http://migre.me/iopPX

A pergunta "o que só você viu" era brincadeira do Nepô nas aulas da pós. Fiquei com isso na cabeça desde então: o que mais me chama a atenção em determinada coisa? Também ficou na cabeça que a minha maneira de ver não é a melhor e não é a pior. E que o meu olhar muda com o tempo.

A outra ideia é compartilhar com mais pessoas o que conhecidos meus estão fazendo de legal. Isso poderia ser feito no meu perfil Facebook, mas acho que os posts vão se perdendo na timeline com o tempo. O Scoop.it é um mistura do melhor de cada ferramenta, acho eu. E para que um texto que fiz em 2012 não se perca, vou publicá-lo aqui na sequência. "O que só eu vi" foi o meu parar, respirar e pensar depois das aulas do Nepô na Dig10: http://sco.lt/7AaWQr.

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"Doutorado informal"

"Doutorado informal" | O que só eu vi | Scoop.it

www.facebook.com/educacaoforadacaixa

www.facebook.com/groups/doutoradoinformal

Lilian Calmon's insight:

Acho que comecei meu “estudo informal” a partir das aulas do Nepô em 2012. No ano seguinte veio o grupo de estudo com encontros semanais via Skype e agora o Clube pelo Facebook.
http://nepo.com.br 

 

Fiz duas pós e percebo que consigo ir bem mais fundo por meio desse “estudo informal”, faço conexões entre o que leio, ouço e debato, me sinto mais envolvida e motivada. Venho costurando as ideias pouco a pouco e todos os dias. É mágico.

 

Há alguns anos, o Nepô e um grupo que acompanha seus estudos pensaram em criar um mestrado com a temática da governança digital, mas várias exigências formais acabaram emperrando a ideia.
http://nepo.com.br/2012/05/08/mestrado-profissional-sobre-redes-cognitivas

 

Talvez por isso também eu e o grupo de estudo tenhamos ficado animados com o “doutorado informal” do Alex Bretas. Achei um projeto inspirador! E também fiquei contente de ver quanta gente curtiu e participou do crowdfunding.
http://outraspalavras.net/destaques/doutorados-informais-para-criar-sem-depender-da-academia

 

Quero continuar estudando a governança digital e como a internet, uma tecnologia cognitiva reintermediadora, pode nos ajudar a resolver os problemas que sete bilhões de pessoas no mundo geram.

 

Fico com a pergunta do Alex na cabeça: “Como nós poderíamos nos apoiar e encontrar nossos ‘parceiros de jornada’, seja aqui no grupo ou fora?”

 

Gostei muito do primeiro texto do “diário de bordo”, vou acompanhar de pertinho.
Reaquecendo os motores e recalibrando a mira: http://bit.ly/1BHxYLH

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Maira Teresinha Lopes Penteado's curator insight, April 13, 2015 10:41 PM

Um pouco sobre Doutorado Informal.

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Aulas com a Maria Inês, um privilégio

Aulas com a Maria Inês, um privilégio | O que só eu vi | Scoop.it

"O nascimento do pensamento é igual ao nascimento de uma criança: tudo começa com um ato de amor. Uma semente há de ser depositada no ventre vazio. E a semente do pensamento é o sonho. Por isso os educadores, antes de serem especialistas em ferramentas do saber, deveriam ser especialistas em amor: intérpretes de sonhos.” 
Rubem Alves_Oficial

Lilian Calmon's insight:

Privilégio foi ter tido aula de Teoria da Comunicação e História da Imprensa com a Maria Inês Gurjão, "reencontrada" via filipeta no cinema Estação em Botafogo.

 

O ano era 2007 e vi que ela também dava cursos de História e Cinema. Claro que fui lá. E acabei participando de muitos encontros ao longo dos anos seguintes.

 

A Maria Inês era minha vizinha e o contato mais frequente fez com que ela se tornasse também uma amiga. 

 

Queria continuar "esbarrando" naquele sorrisão na Lopes Quintas. A saudade é do tamanho do sorriso dela.

 

Soube via Facebook que ela estava em casa depois de ter operado, então numa sexta resolvi deixar uma flor na casa dela, um "que bom que você está de volta!".

 

A escolhida acabou sendo um girassol, a favorita do meu irmão. E naquele dia descobri que era a dela também.

 

Ia deixar na portaria, mas acabei tocando a campainha. Entrei e conversamos muito.

 

Quando estava de saída, ela falou que fazia questão de me levar até a porta para eu ver como já estava bem. Eu disse para não fazer isso e a resposta foi um doce e decidido "me respeite que eu sou sua mestra". ;)

 

Será sempre minha mestra, uma inspiração, uma saudade iluminada por um dos sorrisos mais carinhosos que já recebi.

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Ferramentas para uma cidadania (também) pelo online

Ferramentas para uma cidadania (também) pelo online | O que só eu vi | Scoop.it

http://blogs.estadao.com.br/link/ferramentas-de-participacao-colocam-pais-na-vanguarda-da-cidadania-online

Lilian Calmon's insight:

Continuando a falar de política, vi um vídeo de 3min do Augusto de Franco sobre o nascimento da democracia, o mercado como local de  conversa, as pessoas se dando conta de que estão falando de coisas do seu dia a dia. E que podem falar sobre, ninguém deve ter esse monopólio.

Democracias e Redes Sociais: http://bit.ly/1qwyS8R

 

Política é falar sobre o nosso dia a dia, tem como não se interessar?

Pego muito táxi e vale como uma aula de "percepção da percepção" prestar atenção no que rola de papo no percurso.

 

Os aplicativos de táxi são o principal assunto, se não parte de mim, parte do próprio motorista. 

 

Um que peguei um dia desses estava falando sobre as bicicletas do Itaú. Eu disse que não tive sorte nas últimas vezes que andei nelas, porque estavam quebradas. E ele argumentou que as laranjinhas eram um projeto ótimo que só precisa ser aperfeiçoado. E começou a contar que já participou de grupos de passeios ciclísticos  à noite. Toda uma história.


O que sempre achei legal do jornalismo, a faculdade que escolhi cursar, foi conhecer gente nova e ouvir o que elas contam.

 

E se pensarmos em focar em problemas e não em assuntos, como o Nepô propõe, aí que a gente percebe como todo mundo tem sim o que falar, tem sua vivência. A pessoa pode é estar desacostumada a botar para fora ou desiludida achando que isso não dá em nada.

 

O taxista que peguei hoje disse que odeia política e odeia todos os políticos. Imagino que ele esteja é cansado da velha maneira de fazer política.

 

Mas duvido que alguém não fique curioso ou não queira experimentar uma nova maneira de fazer política, que é o que a internet pode trazer. E já está trazendo, leva tempo e estamos aprendendo.

 

Hoje li que o ITS Rio, tocado pelo Ronaldo Lemos, criou o Civviki - a Wiki Cívica, que é "uma espécie de catálogo colaborativo (conhecido como “wiki”) de todas as ferramentas do que chama de “democracia participativa”, “inovação cívica e novas tecnologias".

http://blogs.estadao.com.br/link/ferramentas-de-participacao-colocam-pais-na-vanguarda-da-cidadania-online

 

Gostei da frase que eles colocaram na home do site, porque mostra que o interesse pode ser de todos:

 

"Se você é um expert no assunto, um fã de processos participativos ou um hacker, político, servidor público, membro de organização sem fins lucrativos com interesse ou envolvimento em tecnologia, democracia e participação social contribua com a construção deste espaço."

http://www.itsrio.org/civviki

 

 

 

 

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Como foi criar a Revista Sorria?

TEDxSP 2009 - Roberta Faria 

 

"Sorria é uma revista social da Editora MOL, vendida na Droga Raia. Os R$ 3,50 que você paga por ela se convertem em doações ao Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (GRAACC) e ao Instituto Ayrton Senna, e ajudam a combater o câncer infantil e a melhorar a educação no Brasil."


https://www.facebook.com/revistasorria

Lilian Calmon's insight:

Ganhei o dia assistindo a esse TED da Roberta Faria, editora-chefe da Sorria. Ela escreve na revista e é uma delícia: http://bit.ly/1txviNQ

 

Compro a Sorria na Raia há bastante tempo  e curto quando pergunto no caixa e me dizem "já acabou"! 

 

Imaginava que a história da revista rendesse uma boa história, mas, mesmo assim, fiquei encantada com o que foi dito no vídeo.

 

De fato, depois que alguém faz, a gente se pergunta: como ninguém pensou nisso antes?

 

Vale como uma aula de marketing de pensar qual é o seu problema, como é o mercado, as possibilidades, tomar a decisão de "jogar tudo fora" e pensar em algo que ainda não foi feito.

 

Que venham muitas revistas sociais. 0/

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A cidade como sala de aula

A cidade como sala de aula | O que só eu vi | Scoop.it
Lilian Calmon's insight:

A cidade como sala de aula.

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/gilbertodimenstein/2013/10/1361931-derrubem-os-muros-das-escolas.shtml

 

Acho que ouvi isso pela primeira vez numa menção ao site Catraca Livre, projeto do jornalista Gilberto Dimenstein. 
http://catracalivre.com.br/geral/o-catraca/indicacao/o-inicio-de-uma-plataforma-de-cultura-e-educacao

 

Estive em dois eventos em que ele falaria, mas não pude assistir início, meio e fim, porque precisava acompanhar outras mesas pelo trabalho. O pouco que via, valia.

 

Sinto que a ideia da cidade como sala de aula, e o conceito de educação integral que estou conhecendo, é por onde quero caminhar.
http://porvir.org/porpensar/10-pressupostos-da-educacao-integral/20130829

 

Vou aproveitar o Mundial da Educação para experimentar.

 

"O Mundial da Educação é um movimento aberto que se constrói continuamente a partir das pessoas que, assim como você, desejam transformar a educação no país, entendendo que as cidades e seus moradores têm muito a oferecer para complementar aquilo que se ensina e aprende em sala de aula. 

Dessa forma, é preciso descobrir o que existe nas cidades e o que é possível aprender com elas.

Precisamos que essas boas histórias e oportunidades sejam contadas às outras pessoas, Brasil afora." http://migre.me/jfMLd

 

Dimenstein fala sobre o Mundial: http://migre.me/jfrIg

 

www.catracalivre.com.br/geral/editoria/o-catraca/mundial-da-educacao

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Clube do Nepô - Pensando em aulas participativas

Clube do Nepô - Pensando em aulas participativas | O que só eu vi | Scoop.it

"Nessa hora, é bom um trecho do Del Picchia, quando ele diz que a grande luta do Quixote, e de todo o ser humano, é superar a si mesmo."

Lilian Calmon's insight:

Vi essa foto e me bateu vontade de sugerir Dom Quixote no Clube do Livro. Li na época da escola com a Débora, que hoje toca o Clube no Instituto Cultural Freud (RJ).

Achei essa entrevista dela no Google:

"Como despertar o interesse dos jovens para a leitura dos clássicos?

Qualquer clássico tem uma ponte com o contemporâneo. Ele é clássico exatamente por isso, porque ele permanece no tempo."

Dom Quixote em sala de aula
http://www.educacaopublica.rj.gov.br/jornal/materias/0251.html

 

Fico pensando que isso tem a ver com focar o estudo em problemas e não apenas em assuntos. O que me leva a outro Clube, o do Nepô.

"Aulas participativas só fazem sentido quando focadas em problemas, pois assuntos não são passíveis de participação."

"O problema é que no modelo de aula participativa não há espaço para dogmatismos, nem do professor e nem do participante, pois o dogmático não vem para trocar figurinhas. Ele sempre vem com o álbum completo e fechado."
http://nepo.com.br/2014/06/06/o-dogmatismo-em-sala-de-aula

Voltando para a entrevista da Débora:

"Quando vou tratar do assunto quixotesco, a ideia é suscitar a discussão para que eles percebam que o verdadeiro sujeito quixotesco é aquele que passou por um momento de loucura e por outro de lucidez.

 

Normalmente, é pejorativo, quando o sujeito está só na loucura, é o sujeito que não se superou. Nessa hora, é bom um trecho do Del Picchia, quando ele diz que a grande luta do Quixote, e de todo o ser humano, é superar a si mesmo. E isso aí funciona.

 

De quixotesco, no ensino médio, faço referência ao nosso grande D. Quixote daqui, que é o Policarpo Quaresma (Lima Barreto (1881-1922), que também tem o momento da loucura e termina num momento de lucidez."

 

Ótima semana para todos nós! 0/

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Concurso prevê apresentação de tese de doutorado em até 3 minutos

Post by g1.
Lilian Calmon's insight:

Um exercício bom de se fazer, imagina apresentar sua tese, projeto, ideia em até 3 min explicando porque ela/ele é relevante para a sociedade. E para pessoas que não são da sua área. ;)

"A regra é explicar porque sua tese é importante para a sociedade. Há um auditório, um microfone, um slide em Power Point estático. Não pode usar vídeo, nem outros artifícios, como por exemplo, cantar. Vence a melhor explicação"Alexander Birbrair, biomédico

 

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Eu gosto de mãos

Eu gosto de mãos | O que só eu vi | Scoop.it

http://ayrton.com/360/archives/4054/foto-360-graus-exposicao-ron-mueck-no-mam

Lilian Calmon's insight:

Eu gosto de mãos. Gosto muito das mãos da minha mãe, que se parecem com as da minha avó. As minhas já são muito parecidas com as da minha mãe. Uma marca registrada da família, acho.

 

Na exposição do Mueck, me encantei pelas mãos da vovó debaixo do guarda-sol.

 

"Pressionando os limites da similitude, Mueck cria obras que são secretas, meditativas e misteriosas."

 

http://mamrio.org.br/exposicoes/ron-mueck

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Bernardo Paz - Instituto Inhotim - YouTube

Lilian Calmon's insight:

Ontem assisti a esse vídeo do Bernardo Paz, criador do Inhotim (que já foi casado com a Adriana Varejão) e ele conta como surgiu a ideia de criar o Inhotim, o que é o Inhotim, e a razão de ele causar uma mudanças nas pessoas.


Aspas que guardo.


"Eu tenho que colocar as pessoas lá dentro para elas esquecerem que existe mundo lá fora. Porque, se elas esquecerem, vão sair construindo uma vida como viram lá."


"As pessoas observam a crítica à vida lá dentro em todas as obras de arte, a crítica à vida que levamos. E depois lavam a retina com a beleza dos jardins."

 

www.inhotim.org.br

 

 

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Pierre Lévy no Senac São Paulo - Diálogos sobre Inteligência Coletiva

Palestra: Diálogos sobre Inteligência Coletiva -- Pierre Lévy -- Senac São Paulo Proferida em 17 de março de 2014, no Centro Universitário Senac. Saiba mais ...

Lilian Calmon's insight:

Quando soube que Pierre Lévy vinha para o Rio em março, quis dar um jeito de assisti-lo. Ao vivo, não deu, mas o Senac São Paulo transmitiu online duas palestras dele e também colocou os vídeos no YouTube: http://migre.me/iAJq5.

 

Escutei parte das duas enquanto fazia outras coisas, foi o que consegui numa segunda manhã e tarde. Vou ouvi-las com mais calma depois, merecem.

 

O que mais valeu para mim foi dar uma costurada em dois temas que venho me interessando: como as formigas fazem a gestão da espécie e o que é Big Data.

 

O livro Gestão 3.0: a crise das organizações tradicionais fala da transição da gestão das manadas para a das formigas e da diferença de liderança em cada uma delas. Foi também no grupo de estudos com o Nepô que comecei a conhecer o que é Big Data e o blog da Luciana Sodré. O bigdatarevolution.blogspot.com.br é escrito de um jeito que dá para acompanhar e dá vontade de conhecer mais sobre o assunto. Tanto é que em março fui a um evento na Coppe sobre Open Data, com palestra dela. No próximo post  conto o que mais me chamou atenção lá.

 

Voltando ao Lévy:

. As formigas se comunicam através de feromônios e transformam o ambiente.
. Para nós, agora, o ambiente é uma grande massa de dados.
. E a gente organiza e classifica esse grande volume de dados.
. É transformando essa quantidade de dados que nos comunicamos.

. E fazemos essa transformação através dos algoritmos.

 

Ele falou também que não apenas os dados são importantes, mas a organização desses dados. As hashtags são metadados e todos os internautas participam dessa classificação. E é preciso estar cientes do poder que se tem ao fazer essa classificação.

 

Sobre o futuro. Lévy disse que, se formos comparar,  20 anos depois da prensa de Gutenberg não tínhamos visto a Revolução Científica, a Revolução Industrial e tudo mais. As mudanças levam tempo, levam algumas gerações.

 

O que estamos vivendo é só o começo do começo do começo.

 

Ps1. Duas palavras ficaram na minha cabeça: mídia algorítmica e metadados. 

 

Ps2. Pena não ter tido a opção de áudio sem tradução, tinha uma vontade de ouvir a voz dele, nem que fosse por cinco minutos. É mais emoção! :0)

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Usuário(a) Discussão: Grupodeestudos.14 – Wikipédia, a enciclopédia livre

Usuário(a) Discussão: Grupodeestudos.14 – Wikipédia, a enciclopédia livre | O que só eu vi | Scoop.it
Lilian Calmon's insight:

Resolvi começar um verbete na Wikipedia sobre o Instituto Big Data Brasil. Por quê? Porque já tinha feito uma página num frila e ajudado na do Nepô. Fui a um evento sobre open data organizado pelo Crie e pelo Instituto, acompanho o blog da Luciana Sodré e quis compartilhar alguns links para que mais pessoas conhecessem o assunto.

O verbete do frila foi tranquilo, leva-se um tempo para entender como funciona o cadastro do texto, mas só isso. O do Nepô já foi mais complicado. A página foi indicada para eliminação semirrápida. Ok, entrei no chat para tirar dúvida e vieram com papo de que a pessoa precisava ter ganhado prêmios, no que chamam “critérios de notoriedade”. Então tá, prêmio mencionado no texto.

Ontem, no verbete do Instituto, disseram que ele tinha um tom panfletário. Ok, mas em que parte? Entrei no chat para saber como adequá-lo aos padrões da Wikipedia. Disseram que só o wikipedista que eliminou a página poderia me responder. Perguntei se outro wikipedista não poderia avaliar o verbete antes de ele ser eliminado. A resposta foi um “Creio que não”, aí agradeci, dei boa noite, e o tal <PontoCom_BR> começou com um papo de não vai embora... vc é homem ou mulher... vem sempre aqui... 

Desanimador... Bora para outra.

Ps. Fiz a solicitação para participar do programa de Tutoria em 10 de março. Nenhuma resposta da parte deles até agora.

"O programa de tutoria tem o objetivo de ajudar os novos editores a se familiarizarem com a Wikipédia e com suas políticas, ao mesmo tempo em que são integrados à comunidade e aprendem a melhor maneira de criar e editar artigos."
https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Tutoria

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O que só eu vi (abril 2012)

O que só eu vi (abril 2012) | O que só eu vi | Scoop.it

Esse foi o quadro que mais me encantou no ateliê.

Lilian Calmon's insight:

Você já fez aula com o Nepô? Então, com certeza, já foi perguntado sobre “o que só você viu”.

 

Sabe, Nepô, "só eu vi" a mudança que ocorreu na minha maneira de pensar a relação entre as tecnologias e o ser humano depois das suas aulas. Uma das "fichas" caiu em Tiradentes (MG) na Páscoa desse ano.

 

Quero muito compartilhar esse “causo” na nossa roda. Se não dá para ser numa presencial, não tem problema. Posso usar essa tecnologia tão desintermediadora que é a internet para conversar, não é mesmo?

 

No domingo de Páscoa, parei num ateliê da cidade mineira e, encantada com o que vi, comecei a conversar com o pintor dos quadros. E não é que ele parecia estar conversando comigo como na  roda?

Começou perguntando se eu tinha computador. Depois falou que o mundo hoje está conectado, que as coisas mudaram. Que ele não tinha receio de publicar as fotos das suas obras na internet. Ele faz isso. E faz isso porque sabe que ninguém vai poder repetir o quadro da maneira como ele fez.

 

O que falta no mundo, colegas da Dig10? Diálogo. E assim como eu, Fernando também queria conversar.

 

Fernando escreve poemas, compõe sambas e sonha em vir pra Lapa no Rio. Como qualquer ser humano, tem seus sonhos e dores. Eu não posso me esquecer disso, somos todos seres humanos.

 

Antes do Nepô, se eu vivesse essa mesmíssima situação, pensaria algo do tipo “estou aqui falando de quadro e ele já vem falando de internet, não vai dar certo...”. Agora, penso “bem, em primeiro lugar, somos seres humanos e vivemos as mesmas questões”. Você pode falar sobre elas pintando um quadro ou postando num blog. Mas o mais importante é, com certeza, falar.

 

Num determinado momento, Fernando escolheu um poema seu para ler. Encheu os pulmões de ar e começou a recitar como se fosse um ator num palco: “Perca o trem, deixe o copo transbordar (...)”. 
"Nos lábios do Verbo", Fernando Rosa (2006)
www.producaonacional.com.br 

 

Lembrei das aulas e da necessidade de sairmos do piloto automático. “Às vezes, a gente dá tantos passos e se afasta do que é nosso objetivo”. “Tem horas que não adianta acelerar, você vai dar mais passos para não chegar”. Lembrei também como é importante alinhar filosofia, teoria e metodologia . E, para isso, só saindo do piloto automático. Só perdendo o trem.
Nepo.com.br http://migre.me/iorgI&nbsp

 

Em nome da Dig10, Nepô, agradeço o seu esforço em investir em aulas com uma metodologia de diálogo tão especial. Todos os seus alunos, cada um a seu jeito, falaram no último dia de aula sobre o desejo de levar adiante o marketing do diálogo, o marketing do fogo, o marketing 2.0.

 

Vamos continuar nessa caminhada, Dig10, com o que só cada um de nós pode ver.

 

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