Práticas Educacionais Inovadoras
11.4K views | +11 today
Follow
Your new post is loading...
Your new post is loading...
Scooped by PEIn Dênia Falcão
Scoop.it!

Inscrições abertas Curso TDMA - Nova Turma em Agosto

Inscrições abertas Curso TDMA - Nova Turma em Agosto | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it

– Inovar na Educação para Humanizar e contribuir para uma Sociedade melhor –

PEIn Dênia Falcão's insight:
Olá, professores e profissionais da Educação, 
 vamos aprender, criar e dialograr sobre Práticas Educacionais Inovadoras?

José Moran e Dênia Falcão comunicam aos interessados que estão abertas as inscrições para o Curso Tecnologias Digitais e Metodologias Ativas. A nova turma inicia no dia 13 de agosto de 2018.

O curso oferece entre outros atributos: 40 horas de interatividade distribuídas em 10 semanas; aprendizagem com os colegas: melhores práticas, colaboração entre grupos de áreas afins; encontros ao vivo pela Internet: com professores e todos os alunos e encontros de orientação individual; materiais didáticos: atualizados, dinâmicos e colaborativos; experiência com tecnologias móveis, hipermídia, e redes sociais: gestão da aprendizagem e comunicação assíncrona e síncrona; personalização: acompanhamento de cada professor, do seu projeto e dificuldades pelos dois professores doutores: pesquisadores e especialistas.

Acesse: http://pein.com.br/cursos/curso-tecnologias-digitais-e-metodologias-ativas/ e reserve a sua inscrição.
more...
No comment yet.
Scooped by PEIn Dênia Falcão
Scoop.it!

Inscrições abertas: Curso Tecn Digitais e Metod Ativas

Inscrições abertas: Curso Tecn Digitais e Metod Ativas | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it

José Moran e Dênia Falcão comunicam aos interessados que estão abertas as inscrições para a nova turma aberta do Curso Tecnologias Digitais e Metodologias Ativas.

Curso voltado para os profissionais e pesquisadores da educação interessados em projetos de mudança na educação presencial e online, focados em metodologias ativas, valores, criatividade e tecnologias móveis.

Acesse: http://pein.com.br/cursos/curso-tecnologias-digitais-e-metodologias-ativas/ e reserve a sua inscrição.

Maiores informações acesse o nosso site ou entre em contato. 


PEIn Dênia Falcão's insight:
O Curso Tecnologias Digitais e Metodologias Ativas destina-se a professores e instituições educacionais que querem atualizar sua forma de ensinar, com foco no envolvimento maior dos alunos, metodologias ativas, desenvolvimento de projetos individuais e grupais, com as tecnologias digitais mais adequadas para cada situação. O foco é que cada professor aperfeiçoe seu projeto de aula e consiga, ao final, sentir-se mais confiante, realizar-se mais profissionalmente e que os alunos aprendam de forma mais eficiente.
more...
Dênia Falcão's curator insight, March 26, 2:34 PM
O Curso Tecnologias Digitais e Metodologias Ativas destina-se a professores e instituições educacionais que querem atualizar sua forma de ensinar, com foco no envolvimento maior dos alunos, metodologias ativas, desenvolvimento de projetos individuais e grupais, com as tecnologias digitais mais adequadas para cada situação. O foco é que cada professor aperfeiçoe seu projeto de aula e consiga, ao final, sentir-se mais confiante, realizar-se mais profissionalmente e que os alunos aprendam de forma mais eficiente.
Rescooped by PEIn Dênia Falcão from Educación a Distancia y TIC
Scoop.it!

Why Instructional Design matters in eLearning

Why Instructional Design matters in eLearning | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it

Despite its relatively short history, online education has quickly become an acceptable platform for both formal and informal learning. That’s why instructional design matters in eLearning.

Over the past seven years, the number of students enrolled in online courses has jumped dramatically to include at least 25 percent of all those in traditional accredited college courses, according to the Online Learning Consortium, with millions more enrolled in certificate programs, audited courses, or customized workplace eLearning programs used to educate and train employees. While online learning’s popularity as a convenient way to gain skills and knowledge continues to grow, extensive research points to the necessity of certain key components to ensure effectiveness in designing educational programs that achieve specific learning goals and outcomes.


Via Edumorfosis, L. García Aretio
more...
No comment yet.
Rescooped by PEIn Dênia Falcão from Dênia Falcão - IPE - Inova Práticas Educacionais
Scoop.it!

MOOC "Governança Compartilhada" | Movimento Hummingbirds

MOOC "Governança Compartilhada" | Movimento Hummingbirds | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it
"Não há solução rápida, mas forças em movimento. Vamos criar pontos fortes, soluções seguirão ", Antoine de Saint-Exupéry

Via Dênia Falcão
more...
No comment yet.
Scooped by PEIn Dênia Falcão
Scoop.it!

Educação Transformadora | José Moran – Educador e pesquisador de projetos de transformação da educação

Educação Transformadora | José Moran – Educador e pesquisador de projetos de transformação da educação | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it
Últimos textos meus publicados
Metodologias ativas e modelos híbridos na educação

Por que avançamos tão devagar na Educação?

A importância de construir Projetos de Vida na Educação 

Como transformar nossas Escolas?

Tecnologias digitais para uma aprendizagem ativa e inovadora

A mentira e o cinismo desestruturam nossa sociedade 

Por onde começar a transformar nossas Escolas?

Metodologias ativas, para realizar transformações progressivas e profundas no currículo

Principais diferenciais das escolas mais inovadoras

Aprendendo a desenvolver e orientar projetos de vida

Aprender e ensinar com foco na educação híbrida 

Mudando a educação com metodologias ativas

_____________________________

Aqui estão meus principais Textos, reflexões e Vídeos  sobre Educação Inovadora, metodologias ativas, tecnologias móveis na educação presencial e online e também sobre valores, realização e desafios pessoais, neste mundo tão complexo, que muda tão rapidamente.

No lado direito (Últimas Notícias) pode ver as novidades, as últimas atualizações. Na parte superior, estão meus textos e vídeos mais significativos, que atualizo com frequência.

Trabalho com projetos de inovação na educação presencial e online, com foco em  integração, valores, metodologias ativas, colaboração e personalização, com apoio de tecnologias móveis

Apoio dois tipos de mudanças:

1) Mudanças em instituições educacionais consolidadas: como fazer  mudanças progressivas para que as instituições educacionais evoluam, atualizem seus projetos e suas metodologias e tecnologias, sem perder sua identidade e valores, obtendo melhores resultados acadêmicos e de preparação para vida (em todas as dimensões).

2) Projetos educacionais mais avançados: educação integral das pessoas, sem disciplinas, focados em metodologias ativas (desafios, atividades, gamificação) com currículos flexíveis, blended learning, um mix de projetos pessoais (orientação de projetos de vida) e projetos de grupo, com apoio de tecnologias móveis.

Os materiais principais estão na aba superior Educação Inovadora, que abre textos sobre Inovação e também sobre Tecnologias na Educação e Educação Online. No tópico Quem Sou, abre também textos sobre Desafios Pessoais com reflexões sobre comunicação, valores e mudanças na perspectiva  de cada um.

Pesquiso e republico matérias interessantes sobre inovações na educação no meu Facebook e no Scoop.it. No blog publico alguns textos meus mais atuais.

Sou professor de Novas Tecnologias na USP (aposentado). Fui um dos fundadores do Projeto Escola do Futuro da USP (1989) e coordenei alguns programas de educação híbrida (blended learning) e à distância. Coordeno um grupo de pesquisa sobre Formação Inovadora de Professores no Instituto Singularidades de São Paulo. Gosto imensamente de aprender, de atualizar-me, de olhar para o futuro com os pés no presente. Procuro ajudar, a quem me procura – instituições e pessoas -, a encontrar os melhores caminhos para aprender num mundo cada vez mais complexo, dinâmico e desafiador.

Fiz Filosofia (SP), Comunicação (Buenos Aires) e Mestrado e Doutorado em Comunicação na USP.

Aqui tem algumas sugestões de Palestras, pequenos cursos e Projetos que desenvolvo.

Qualquer dúvida, meu email é  moran10@gmail.com
more...
No comment yet.
Scooped by PEIn Dênia Falcão
Scoop.it!

Aprendizagem cruzada

Aprendizagem cruzada | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it
Crossover Learning
Por Stefanie Panke para AACE Review, 7 de julho de 2017


Laço de exibição

O relatório de pedagogia inovadora de 2015 destaca a " aprendizagem cruzada" como uma das dez inovações que estão à beira de uma profunda influência na educação (Sharples et al., 2015). O conceito de aprendizagem cruzada refere-se a uma compreensão abrangente da aprendizagem que combina configurações de aprendizagem formal e informal. Nos próximos 2-5 anos, os autores esperam que as configurações de aprendizado tradicionais (escola, universidade, desenvolvimento profissional) irão apoiar cada vez mais os alunos na ligação de diversos eventos de aprendizagem que liguem a sala de aula com aprendizagem informal e acessória: "Essas conexões funcionam em ambas as direções. Aprender nas escolas e faculdades pode ser enriquecido com experiências da vida cotidiana; A aprendizagem informal pode ser aprofundada, adicionando questões e conhecimentos da sala de aula. Essas experiências conectadas suscitam maior interesse e motivação para aprender ". (Sharples et al., 2015, p.3).
more...
No comment yet.
Scooped by PEIn Dênia Falcão
Scoop.it!

“"Estudantes que não competem têm melhor saúde mental"

“"Estudantes que não competem têm melhor saúde mental" | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it
El pionero del aprendizaje cooperativo David Johnson cuenta en esta entrevista las razones por las que todas las escuelas deberían implantar esta estrategia.
more...
No comment yet.
Rescooped by PEIn Dênia Falcão from Como ensinar e aprender melhor, hoje
Scoop.it!

Lei que permite celular em aula dá 'trégua' para professores e alunos

Lei que permite celular em aula dá 'trégua' para professores e alunos | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it
Depois de anos de discussão foi aprovada uma lei estadual que terminou com a era da proibição do uso de celulares em salas de aula e permitiu seu emprego em atividades didáticas. Seus efeitos? Basta uma visita, ainda que rápida, a uma escola para perceber que a lei é quase nada diante de uma realidade conspícua –e, sobretudo, tensa.

Via Jose Moran
more...
Jose Moran's curator insight, January 12, 9:49 AM
Matéria jornalística sobre as tensões e iniciativas de alguns professores para utilizar o celular com seus alunos nas escolas públicas paulistas, agora que foi liberado legalmente.
Marinhos's curator insight, February 2, 11:21 PM
No Brasil, dizem, há leis que pegam e que não pegam. As leis que proíbem os celulares em escolas (às vezes não é só na sala de aula) chegaram antes do boom da telefonia móvel. Porém quando os celulares invadiram a vida das pessoas, as leis acabaram deixadas de lado. Impossibilitada de fingir que os celulares existiam, escolas e professores fingiram que as leis não existiam, até porque elas não previam sanções. Mas  com professores despreparados para o uso das tecnologias móveis para a aprendizagem, is celulares ficaram como instrumentos para o lazer e a dispersão. É hora de revogar essas leis caducas e preparar os professores para incorporarem os dispositivos móveis como uma ferramenta que auxiliará na aprendizagem.
Scooped by PEIn Dênia Falcão
Scoop.it!

Inscrições abertas! Nova turma inicia dia 5 de fevereiro 

Inscrições abertas! Nova turma inicia dia 5 de fevereiro  | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it


Olá, professores e profissionais da Educação, 
 que tal iniciar o ano de 2018 com Práticas Educacionais Inovadoras? 

José Moran e Dênia Falcão comunicam aos interessados que estão abertas as inscrições para o Curso Tecnologias Digitais e Metodologias Ativas. A nova turma inicia no dia 5 de fevereiro de 2018. 

O curso oferece entre outros atributos: 40 horas de interatividade distribuídas em 10 semanas; aprendizagem com os colegas: melhores práticas, colaboração entre grupos de áreas afins; encontros ao vivo pela Internet: com professores e todos os alunos e encontros de orientação individual; materiais didáticos: atualizados, dinâmicos e colaborativos; experiência com tecnologias móveis, hipermídia, e redes sociais: gestão da aprendizagem e comunicação assíncrona e síncrona; personalização: acompanhamento de cada professor, do seu projeto e dificuldades pelos dois professores doutores: pesquisadores e especialistas.


Maiores informações acesse o nosso site ou entre em contato.


– Inovar na Educação para Humanizar e contribuir para uma Sociedade melhor –

PEIn Dênia Falcão's insight:
Share your insight
more...
No comment yet.
Rescooped by PEIn Dênia Falcão from Dênia Falcão - IPE - Inova Práticas Educacionais
Scoop.it!

Artigo Dênia Falcão no e-Book EDUCAÇÃO, CRIATIVIDADE, INOVAÇÃO E AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

Artigo Dênia Falcão no e-Book EDUCAÇÃO, CRIATIVIDADE, INOVAÇÃO E AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it


Livro: Educação, criatividade inovação e as tecnologias da informação e comunicação. De  Linhares, Ronaldo Nunes; Freire, Valério Pinto; e Ávila, Éverton Gonçalves. 


Em destaque na figura, na página 51, o artigo:

PRÁTICAS EDUCACIONAIS INOVADORAS: CURSOS DE CURTA DURAÇÃO PARA FORMAÇÃO DE PROFESSORES GERADORES DE CONHECIMENTO 


A organização deste livro apresenta ao leitor, além de uma organização característica de uma coletânea, uma preocupação em organizar os artigos de forma a compor um mapa que represente a diversidade dos temas discutidos no  7º Simpósio Internacional de Educação e Comunicação (Simeduc) . Assim, são temas que se interligam, pontos conectados por linhas que acrescentam sem necessariamente serem lineares e contínuos. 


Organizados em duas partes, os artigos que compõem esta coletânea são contribuições de profissionais e pesquisadores de diversas áreas do conhecimento que transitam direta ou indiretamente na relação educação e comunicação, e mais especificamente com a Criatividade, Inovação e as tecnologias na educação, tema do evento em que estas contribuições foram apresentadas em mesas redondas e Grupos de Trabalhos.  


A primeira parte reúne as conferências dos pesquisadores convidados, artigos das professoras Vani Kenski da USP, professora Dênia Falcão de Bittencourt da IPE e da professora Margarita Victoria Gomez da UFRJ. Na segunda parte, reunimos artigos apresentados nos GTS e selecionados pela comissão científica do Simpósio.

E-book disponível em:<http://editoratiradentes.com.br/adm/wp-content/uploads/2017/10/Livro-Simeduc-Final.pdf>. ;


Via Dênia Falcão
PEIn Dênia Falcão's insight:
Share your insight
more...
No comment yet.
Scooped by PEIn Dênia Falcão
Scoop.it!

What is social media analytics and how you can use it?

What is social media analytics and how you can use it? | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it
In social media marketing, analytics are extremely crucial but a lot of marketers underestimate the importance of it. So let us first talk about what social media analytics is. “Social Media…
more...
No comment yet.
Rescooped by PEIn Dênia Falcão from Dênia Falcão - IPE - Inova Práticas Educacionais
Scoop.it!

Nuevo estudio destaca las tendencias emergentes del aprendizaje con tecnología

Nuevo estudio destaca las tendencias emergentes del aprendizaje con tecnología | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it

October 23, 2017
Edu News RSS

Investigadores destacan las tendencias de diseño emergentes para mejorar el aprendizaje con tecnología en el futuro.
Un nuevo reporte del CIRCL (Center for Innovative Research in Cyberlearning) revela las seis tendencias emergentes en el área de las ciencias del aprendizaje y las ciencias computacionales, además de tres métodos avanzados para estudiar y mejorar el diseño del aprendizaje.

El CIRCL apoya proyectos en el campo del ciberaprendizaje, "un área que busca integrar las capacidades tecnológicas emergentes y las ciencias de aprendizaje para abordar la necesidad de mejorar el aprendizaje de las ciencias, tecnología, ingeniería y matemáticas (STEM)".

En el estudio "El estado del ciberaprendizaje y el futuro del aprendizaje con tecnología", los investigadores destacan las tendencias de diseño emergentes para mejorar el aprendizaje con tecnología en el futuro.

Las seis tendencias de diseño emergentes son:

Mapeo comunitario. Usar herramientas móviles y geoespaciales para el aprendizaje a escala de vecindario, comunidad o ciudad.
Construcción expresiva. Implementación de la computación creativa, centrándose en la expresión de los estudiantes y la capacidad de representar las ideas científicas y tecnológicas.
Espacios digitales. Investigaciones inmersivas, participativas y sociales de fenómenos científicos.
Entrenadores y compañeros virtuales. Agentes que utilizan la comunicación verbal y no verbal para establecer una buena relación con el alumno y, por lo tanto, ayudan a explicar los conceptos de STEM.
Laboratorios científicos remotos. De esta forma, los estudiantes controlan equipos científicos reales a distancia, mejorando el aprendizaje científico.
Aprendizaje colaborativo con interfaces touch. Ampliar el aprendizaje colaborativo a través de interfaces multitouch en computadoras de escritorio, tabletas y dispositivos móviles.
Los métodos avanzados para estudiar y mejorar estas tendencias son:

Análisis multimodal. Integración de múltiples flujos de datos, como audio, video y datos de sensores.
Análisis para la evaluación. Medir el aprendizaje de los estudiantes mientras usan juegos y otras experiencias en línea para informar a los maestros y aumentar el aprendizaje mediante una diversidad de experiencias.
Diseño centrado en el usuario y la comunidad. Involucrar a los usuarios y miembros de la comunidad en el proceso de diseño para que las herramientas de aprendizaje sean más atractivas, útiles y efectivas.
En este sitio se puede consultar el reporte completo.
44747


Via Dênia Falcão
more...
No comment yet.
Scooped by PEIn Dênia Falcão
Scoop.it!

126 Verbos de Taxonomia da Bloom para Aprendizagem Digital-

126 Verbos de Taxonomia da Bloom para Aprendizagem Digital- | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it

por TeachThought Staff

No TeachThought, somos partidários entusiasmados de qualquer taxonomia de aprendizado. (Nós até criamos o nosso próprio, a Taxonomia de Aprendizagem TeachThought .)

Simplificando, as taxonomias de aprendizagem ajudam-nos a pensar sobre o aprendizado. Mesmo que eles não sejam "bons", como muitas vezes vimos a estrutura DOK descrita, eles ainda destacam que existem muitas maneiras de enquadrar o pensamento e nos dar prática ao perceber esse potencial.

Isso significa que podemos ter taxonomias para a diferenciação e taxonomias para pensar e taxonomias para tarefas e avaliações, tantas possibilidades para examinar o processo real de pensamento, aprendizagem e aplicação de cada um.

Isso leva a imagens legais - cartazes de Taxonomia da Bloom , por exemplo.

Isso pode levar a ferramentas que ajudam a projetar aulas, unidades e avaliações. Os verbos de poder da Taxonomia da Bloom funcionam bem aqui.

E isso pode levar a uma maior fragmentação do conceito, como esse gráfico que combina o aprendizado do século XXI, espaços digitais e sociais modernos e a Taxonomia da Bloom em uma única estrutura. Este gráfico da Teachthought fornece 126 verbos de poder para a aprendizagem digital - um tipo de Taxonomia Digital da Bloom que depende do existente Remember-Understand-Apply-Analyze-Evaluate-Create e, em seguida, fornece tarefas digitais comuns como moderar, duplicar, blogar, construir wiki, podcasting e muito mais.

O resultado é uma ferramenta que pode ajudar os professores a pensar sobre os níveis de pensamento de ordem superior que envolvem esses tipos de atividades e projetos. Para ser claro, apenas porque um verbo está em uma categoria não significa que ele também não pode ser usado em níveis de pensamento mais altos ou mais baixos (ou seja, aparecem em outras categorias da Taxonomia Digital da Bloom).

Veja também  Taxonomia digital de uma floração para avaliar tarefas digitais

Posts Relacionados:
Verbos de Taxonomia Digital da Bloom para Estudantes do Século XXI
Na verdade, há uma quantidade significativa de subjetividade e editorialização que se encaixa em qualquer estrutura de tipo que pretenda esboçar como o pensamento acontece. Não é uma ciência exata. No entanto, apenas o fato de que estamos explorando tarefas de pensamento e digitais e trabalho de estudantes juntos é pelo menos tão valioso quanto qualquer estrutura única por si só.

Ao fazer esse tipo de trabalho, nós coletivamente - você, TeachThought, administradores, escolas, pesquisadores, universidades, etc. - podem desenvolver "fluência" no campo sombrio e abstrato da neurologia aplicada.

Podemos começar a entender como a compreensão acontece.

Bloom's Digital Taxonomy Power Verbs

Espero que você ache o gráfico útil para explorar, discutir, planejar e, de outra forma, participar da Taxonomia Digital da Bloom.

Você também pode encontrar uma versão pronta para a sala de nossos  Verbos e Cartões de Planejamento Digital da Taxonomia da Bloom  para encurtar o tempo de preparação e se concentrar em estratégias mais amplas de planejamento de lições e unidades para seus alunos.



Se você tiver algum verbo que você gostaria de ver adicionado ao gráfico, avise-nos nos comentários abaixo.

126 Verbos de Taxonomia da Bloom para Aprendizagem Digital

Lembrando

Copiando
Definindo
Encontrando
Localizando
Citando
Ouvindo
Googling
recorrente
Recuperando
Delineando
Destaque
Memorizando
Rede
Procurando
Identificando
Selecionando
Tabulação
Duplicando
Coincidindo
Curating & Bookmarking
Apontar bala
Compreensão

Anotando
Tweeting
Associando
Marcação (marcando seu currículo, por exemplo)
Resumindo
Relacionando
Categorizando
Parafraseador
Previsão
Comparando
Contrastante
Comentando
Diário
Interpretação
Agrupamento
Inferindo
Estimativa
Estendendo
Reunião
Exemplificando
Expressando
Aplicando

Encenando
Articular
Reentate
Carregando
Escolhendo
determinando
Mostrando
Revisando palavras-chave de pesquisa
Executando
Examinando
Implementando
Esboço
Experimentando
Hacking
Entrevistando
Pintura
Preparando
Jogando
Integrando
Apresentando
Charting
Analisando

Cálculo
Categorização (por exemplo, conteúdo da web, resultados de pesquisa, etc.)
Quebrar
Correlacionando
Deconstruindo
Hiperlink Estratégico
Apoiar (por exemplo, uma causa)
Mapeamento da mente
Organizando
Avaliando
Propaganda
Dividindo
Dedução
Distintivo
Ilustrando
Questionando
Estruturação
Integrando
Atribuindo
Estimativa
Explicando
Avaliando

Argumentando e Debatendo
Validando
Teste
Pontuação
Avaliando
Criticando
Comentando
Iterating or Pivoting (por exemplo, uma inicialização ou aplicativo)
Defendendo
Detecção
Experimentando
Classificação
Hipótesis
Julgando
Moderando
Postagem
Previsão
Avaliação
Refletindo
Revisando (por exemplo, um serviço ou plataforma)
Editorialização
Criando

Blogar
Construção
Animando
Adaptando
Colaborando
Composição
Direção
Projetando
Podcasting
Edifício Wiki
Escrevendo
filmando
Programação
Simulando
Interpretação de papéis
Resolvendo
Remixando
Facilitando
Projetando (Apresentação ou Prezi ou Canal do YouTube)
Negociando
Conduzindo

more...
No comment yet.
Scooped by PEIn Dênia Falcão
Scoop.it!

Arquitetura escolar, parâmetros de projeto e modalidades de aprendizagem | Unicamp

Arquitetura escolar, parâmetros de projeto e modalidades de aprendizagem | Unicamp | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it
A educação e a sua infraestrutura física fazem parte de um sistema essencial para o desenvolvimento de um país. A arquitetura escolar deve ser um local de estímulo à atividades de ensino e aprendizagem com contribuição para a diversidade, criatividade individual e coletiva e troca de conhecimento. Compreender como este espaço é composto e a sua utilização no dia-a-dia é aspecto importante para entender como as atividades são influenciadas pelos ambientes escolares. O objetivo geral da pesquisa é analisar a interação entre alunos e entre estes e o espaço educacional em que se inserem. Busca-se perceber como a arquitetura destes edifícios age sobre as atividades desenvolvidas, definidas como modalidades de aprendizagem. Serão estudadas escolas de Ensino Fundamental II localizadas no estado de São Paulo que tenham conformações arquitetônicas diversas. Serão realizados estudos de caso. A pesquisa tem caráter exploratório/descritivo, com desenvolvimento de análises tanto quantitativas (questionários), como qualitativas (observações e questionários). O conceito de Behavior Settings de Barker será a base das observações e Mapas Comportamentais o método de registro destas. Os parâmetros de projeto de Nair, Fielding e Lackney serão aplicados para registrar questões espaciais. Observar-se-á ainda a diversidade das modalidades de aprendizagem de Lippman, consideradas essências para apoiar uma educação de qualidade, contextualizada e almejada. Os resultados serão estruturados e mapeados graficamente e a sua análise possibilitará criar um panorama da situação, reiterando, na prática, teorias discutidas nas tendências da arquitetura escolar. Espera-se contribuir para o avanço do vocabulário arquitetônico de projetos educacionais mais voltados à diversidade das modalidades de aprendizagem e que não se contentem apenas com o status quo. (AU)

PEIn Dênia Falcão's insight:
Dissertação de Larissa Negris de Souza (Unicamp) apresenta interessante pesquisa relacionando os espaços escolares as teorias de aprendizagem. "A contribuição da pesquisa consiste no avanço da compreensão do vocabulário arquitetônico de projetos educacionais, com desenvolvimento das definições dos conceitos de parâmetros de projeto e modalidades de aprendizagem, bem como sua caracterização de forma gráfica."
more...
No comment yet.
Scooped by PEIn Dênia Falcão
Scoop.it!

As fontes de informação e sua avaliação | Revista Comunicar Escola de Autores

As fontes de informação e sua avaliação | Revista Comunicar Escola de Autores | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it

As fontes de informação e sua avaliação
Publicado o dia 19 de março de 2018 por Raidell Avello Martínez

Fonte: http://perio.unlp.edu.ar/sitios/observatoriodetecnologias/wp-content/uploads/sites/7/2015/09/Fuentes-Informaci%C3%B3n.jpg
De um modo geral, é possível chamar "fontes de informação" todos os recursos que servem para satisfazer as necessidades informativas de qualquer pessoa, mesmo que não tenham sido criados para esse fim. Da teoria da informação também são definidos como qualquer fonte de informação que possa ser representada por um sinal analógico e / ou digital.
Nas fontes você pode encontrar informações e dados importantes acumulados ao longo do histórico relevantes para uma investigação. Como é de se esperar, os resultados de nossa pesquisa também serão integrados a eles e farão parte da tradição científica necessária para pesquisas futuras.
As fontes de informação podem ser classificadas levando-se em conta critérios diferentes, embora todas elas tenham pontos em comum. Entre as classificações mais utilizadas estão aquelas relacionadas ao nível de informação que fornecem:
a) Fontes primárias: aquelas que contêm informações novas e originais obtidas como resultado de pesquisas científicas, entre as quais: monografias, publicações seriadas, documentos oficiais de instituições públicas, relatórios técnicos, patentes, normas, teses de doutorado, anais de congressos, entre outros.
b) Fontes secundárias:Eles são aqueles que contêm organizados e processados informação, análise de produto, síntese e reorganização das fontes primárias, entre as quais: dicionários, enciclopédias, antologias, diretórios, anuários, bibliografias, catálogos, newsletters resumos, índices de citação ou índices de impactos, obras de referência, entre outros.
c) Fontes terciárias: são aquelas fontes secundárias que foram combinadas com outras, entre as quais se encontram: bibliografias de bibliografias ou repertórios.
As fontes também podem ser classificadas de acordo com as informações que contêm: fontes gerais e especializadas; ou de acordo com seu aspecto geográfico: nacional ou internacional.
Por outro lado, devido às possibilidades e facilidades proporcionadas pelas TIC, a quantidade de informações geradas a cada dia é maior, principalmente devido ao destaque conquistado pelos usuários com o desenvolvimento da web 2.0, o aumento no número de periódicos. livros digitais, eletrônicos, blogs, enciclopédias online, entre outros.
Tudo isso, independentemente do tipo de fonte de que necessitamos para nossa pesquisa, dificulta a busca de informações relevantes para nossa pesquisa, por isso é necessário levar em conta uma série de critérios para avaliação das informações. Uma lista de verificação útil, sob a forma de perguntas, é mostrada abaixo:
Notícias
Quão recente é a informação?
É atual o suficiente para o tópico?
Confiabilidade
Que tipo de informação está incluída no recurso?
O conteúdo do recurso é principalmente opinião? É equilibrado?
O criador fornece referências ou fontes de dados ou citações?
Autoridade
Quem é o criador ou autor?
Quais são as credenciais?
Quem é o editor ou o patrocinador?
Eles são respeitáveis ​​/ conhecidos?
Qual é o interesse do editor (se houver) nessas informações?
Existem anúncios / comerciais no site onde as informações estão hospedadas?
Finalidade / ponto de vista
É um fato ou opinião?
Isso é parcial?
O criador / autor está tentando vender algo para você?

 Os pesquisadores precisam estar equipados com um conjunto de critérios e indicações que, de maneira eficiente, possam selecionar rapidamente as informações mais apropriadas para sua investigação.

more...
No comment yet.
Rescooped by PEIn Dênia Falcão from Educación a Distancia y TIC
Scoop.it!

El diálogo como herramienta de aprendizaje: Redes de tutoría —

El diálogo como herramienta de aprendizaje: Redes de tutoría — | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it
Partiendo de la premisa de que al estar dotados de la facultad del habla,
los humanos tienen la capacidad no solo de aprender sino también de
enseñar, el modelo de tutoría desafía la estructura convencional educativa.

Via L. García Aretio
more...
No comment yet.
Rescooped by PEIn Dênia Falcão from Dênia Falcão - IPE - Inova Práticas Educacionais
Scoop.it!

A Universidade de Nós (UdN) Outra maneira de "fazer juntos" | Thot Curriculum

A Universidade de Nós (UdN) Outra maneira de "fazer juntos" | Thot Curriculum | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it


Por Denis Cristol , 12 de março de 2018

"  A Universidade de Nós (UdN) é uma organização coletiva criada em 2010, encontrando sua razão de ser na necessidade de mudar nosso mundo para enfrentar os desafios atuais que nossa humanidade deve enfrentar. A UdN convida-nos a tornar possível e ativa nossa postura de cooperação, com a si mesmo, com a outra, com aqueles que nos rodeiam, com as ferramentas de governança compartilhada e inteligência coletiva , vem ao coração e permite compreender isso O essencial é além da ferramenta.  »( UdN )

Université du Nous (UdN) começa com uma lógica de aprendizagem concreta da sociocracia imaginada por Gilles Charest. Esta experimentação de governança compartilhada está se espalhando da Ilha da Reunião.

A UdN é vista como uma área de pesquisa, um laboratório experimental de "fazer juntos". Vários dispositivos de compartilhamento foram experimentados em diferentes escalas.

O primeiro dispositivo, Atelier du Nous, é um seminário experiencial, uma experiência de aprendizagem de 3 dias que desafia e alinha o corpo, o coração e a mente. Este dispositivo visa proporcionar uma experiência irreversível de cooperação e questionar a postura de cada uma em seu relacionamento com o grupo e o poder.
Uma segunda medida consiste em apoiar organizações com seus próprios projetos governamentais ou operacionais com forte participação social. Este dispositivo se afasta da posição de expertise e consiste em fazer, co-construir passo a passo os métodos de implementação do poder compartilhado.
Um terceiro sistema mais ambicioso em termos de impacto social é um MOOC cidadão em governança compartilhada , cuja primeira sessão (2017) mobilizou 14 mil assinantes na plataforma digital da Universidade de Hummingbirds, cerca de 10 módulos on-line. Ele integra ferramentas colaborativas, um wiki e grupos de pares. A equipe de animação do MOOC apoiou a criação de 300 grupos de pares e sua animação através de "Kits" de exercícios a serem realizados dentro desses grupos.
O objetivo da dinâmica é produzir uma rede de dispositivos educacionais para avançar em direção à autonomia e à emancipação. Aos poucos, ela desenvolve, produz UDN comum de conhecimento sob uma licença Creative Commons e tem uma história compartilhada que fortalece os laços entre os participantes. Estes comuns são então utilizados em seus acompanhamentos e seminários em uma lógica de classe invertida: os processos de aprendizagem e memorização teóricos são feitos on-line, assíncronamente, cada um ao seu próprio ritmo. O tempo de presença é dedicado à experiência e ao seu debriefing, que cria novos conhecimentos e, portanto, novos recursos comuns.

A UoN explora a governança compartilhada, mas também novos modelos de negócios que ainda não foram encontrados para apoiar a criação de conhecimentos comuns. O relatório ao dinheiro é questionado. Seminários, acompanhos, MOOC e outros formatos experienciais (jogos do Tao , pedagogia sensível , grupos de co - desenvolvimento , democracia participativa ...) são propostos na participação consciente . Durante o MOOC, a UdN recolheu 37.000 euros através de 772 doadores em participação consciente, ou seja, de acordo com um valor escolhido gratuitamente por cada um (48 euros por doador, em média).

Para acompanhar a mudança de escala do impacto social assim possibilitado pela mobilização de ferramentas digitais, a UdN renovou sua razão de ser, que agora está formulada em três pontos:

Faça a humanidade.
Explore a posição de cooperação.
Cultive a autonomia e os bens comuns.
O ano de 2018 será dedicado à co-construção desta comunidade de aprendizado, com parceiros localizados na encruzilhada de três movimentos de inovação social: ser e fazer juntos, aprender juntos em comunidades de aprendizado e produzir conhecimento comum sustentável.

Uma inspiração para desenvolver mais dinâmicas colaborativas.

Fontes:

UdN - www.universite-du-nous.org

Sociocracia - http://www.sociocracy.net/

MOOC - governança compartilhada - https://www.colibris-lemouvement.org/projets/luniversite-colibris/mooc-gouvernance-partagee

Commons of Knowledge - https://www.cursus.edu/articles/37810

Desenvolvimento de Código Profissional - http://www.afcodev.com/the-package/package-code.html

Participação consciente - http://universite-du-nous.org/a-propos-udn/son-modele-economique/

Grupo de pares - http://4cristol.over-blog.com/2015/11/qu-est-ce-ce-qu-un-group-of-pairs.html

Inteligência coletiva -  https://www.cursus.edu/articles/36043

 


Via Dênia Falcão
more...
No comment yet.
Scooped by PEIn Dênia Falcão
Scoop.it!

Tecnologia gratuita para professores: nove maneiras de publicar no Mural digital Padlet

Tecnologia gratuita para professores: nove maneiras de publicar no Mural digital Padlet | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it
São os nove tipos de anotações que podem ser adicionadas ao Padlet.
- Texto
- Hiperlinks
- Download de arquivos
- Vídeo gravado com webcam / câmera de celular.
- Áudio gravado diretamente no Padlet.
- Scribble / desenho de mão livre no Padlet.
- Fotos tiradas com câmera de webcam / celular.
- Pesquisa do Google para adicionar imagem, vídeo, GIF ou link.
- Google Map.
PEIn Dênia Falcão's insight:
Eu vejo muitas outras maneiras. E você? 
more...
No comment yet.
Scooped by PEIn Dênia Falcão
Scoop.it!

10 Estratégias inovadoras de aprendizagem para a pedagogia moderna 

10 Estratégias inovadoras de aprendizagem para a pedagogia moderna  | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it

por TeachThought Staff

Este é um trecho de um relatório, produzido em colaboração com a SRI International, que propõe dez inovações que já estão ocorrendo, mas ainda não tiveram uma profunda influência na educação. Você pode ler o relatório completo, com explicações detalhadas e exemplos de cada estratégia de aprendizagem em ação, (acesse o artigo original e clique no link para fazer download).

1. Aprendizagem cruzada (crossover learning)
Aprender em contextos informais, como museus e clubes pós-escola, pode vincular conteúdo educacional com questões importantes aos alunos em suas vidas. Essas conexões funcionam em ambas as direções. Aprender nas escolas e faculdades pode ser enriquecido com experiências da vida cotidiana; A aprendizagem informal pode ser aprofundada, adicionando questões e conhecimentos da sala de aula. Essas experiências conectadas suscitam maior interesse e motivação para aprender.

Um método eficaz é para um professor propor e discutir uma pergunta na sala de aula e, em seguida, para que os alunos explorem essa questão em uma visita ao museu ou uma viagem de campo, coletando fotos ou notas como evidência, então compartilhem suas descobertas na classe para produzir um indivíduo ou respostas de grupo. Essas experiências de aprendizado de crossover exploram os pontos fortes de ambos os ambientes e proporcionam aos alunos oportunidades autênticas e envolventes para aprender. Uma vez que a aprendizagem ocorre ao longo da vida, com base nas experiências em múltiplas configurações, a maior oportunidade é apoiar os alunos na gravação, ligação, recordação e compartilhamento de seus diversos eventos de aprendizagem.

2. Aprendendo através da argumentação
Os alunos podem avançar sua compreensão da ciência e da matemática argumentando de maneiras semelhantes aos cientistas e matemáticos profissionais. A argumentação ajuda os alunos a contrastar idéias, que podem aprofundar sua aprendizagem. Isso torna o raciocínio técnico público, para que todos aprendam. Também permite que os alunos refinem idéias com os outros, para que aprendam como os cientistas trabalham juntos para estabelecer ou refutar reivindicações.

Os professores podem desencadear discussões significativas nas salas de aula incentivando os alunos a fazer perguntas abertas, a reexaminar observações em linguagem mais científica, e desenvolver e usar modelos para construir explicações. Quando os alunos discutem de maneira científica, eles aprendem a se revezar, a escutar ativamente e a 4 Pedagogia Inovadora 2015 respondem de maneira construtiva aos outros. O desenvolvimento profissional pode ajudar os professores a aprender essas estratégias e a superar os desafios, como, por exemplo, como compartilhar sua experiência intelectual com os alunos adequadamente.

3. Aprendizagem acidental
O aprendizado incidente é a aprendizagem não planejada ou não intencional. Pode ocorrer ao realizar uma atividade que aparentemente não está relacionada com o que é aprendido. Pesquisas iniciais sobre este assunto trataram de como as pessoas aprendem em suas rotinas diárias em seus locais de trabalho.

Para muitas pessoas, os dispositivos móveis foram integrados em suas vidas diárias, proporcionando muitas oportunidades para a aprendizagem incidental suportada pela tecnologia. Ao contrário da educação formal, o aprendizado incidental não é liderado por um professor, nem segue um currículo estruturado ou resulta em certificação formal. No entanto, pode desencadear a auto-reflexão e isso pode ser usado para encorajar os aprendentes a reconciliar o que, de outra forma, poderia ser fragmentos de aprendizagem isolados como parte de jornadas de aprendizagem mais coerentes e de longo prazo.

4. Aprendizagem baseada em contexto
Contexto nos permite aprender com a experiência. Ao interpretar novas informações no contexto de onde e quando ocorre e relacioná-lo com o que já sabemos, entendemos sua relevância e significado. Em uma sala de aula ou palestra, o contexto geralmente é confinado a um espaço fixo e tempo limitado. Além da sala de aula, aprender pode vir de um contexto enriquecido, como visitar um patrimônio ou museu, ou estar imerso em um bom livro.

Temos oportunidades de criar contexto, interagindo com o meio ambiente, mantendo conversas, fazendo anotações e modificando objetos próximos. Também podemos entender o contexto explorando o mundo que nos rodeia, apoiado por guias e instrumentos de medição. Segue-se que, para criar sites eficazes para aprender, em escolas, museus e sites, é necessário um profundo entendimento de como o contexto se forma e é moldado pelo processo de aprendizagem.

5. Pensamento computacional
O pensamento computacional é uma abordagem poderosa para pensar e resolver problemas. Isso envolve quebrar grandes problemas em pequenos (decomposição), reconhecendo como estes se relacionam com problemas que foram resolvidos no passado (reconhecimento de padrões), definindo detalhes sem importância (abstração), identificando e desenvolvendo os passos que serão necessários para alcançar uma solução (algoritmos) e refinando essas etapas (depuração). Tais habilidades de pensamento computacional podem ser valiosas em muitos aspectos da vida, desde escrever uma receita para compartilhar um prato favorito com amigos, através do planejamento de um feriado ou expedição, para implantar uma equipe científica para enfrentar um desafio difícil como um surto de doença.

6. Aprendendo fazendo ciência (com laboratórios remotos)
Engajar-se com ferramentas e práticas científicas autênticas, como o controle de experimentos de laboratório ou telescópios remotos, podem criar habilidades de pesquisa científica, melhorar a compreensão conceitual e aumentar a motivação. O acesso remoto a equipamentos especializados, desenvolvidos pela primeira vez para cientistas e estudantes universitários, está agora se expandindo para professores estagiários e estudantes da escola. Um laboratório remoto geralmente consiste em aparelhos ou equipamentos, braços robóticos para operá-lo e câmeras que fornecem visões das experiências à medida que se desdobram.

Os sistemas de laboratório remotos podem reduzir as barreiras à participação, fornecendo interfaces de web amigáveis, materiais curriculares e desenvolvimento profissional para professores. Com o apoio adequado, o acesso aos laboratórios remotos pode aprofundar a compreensão dos professores e dos alunos, oferecendo investigações práticas e oportunidades de observação direta que complementam a aprendizagem de livros didáticos. O acesso a laboratórios remotos também pode levar essas experiências à sala de aula da escola. Por exemplo, os alunos podem usar um telescópio distante e de alta qualidade para fazer observações do céu noturno durante as aulas diurnas de ciências da escola.

7. Aprendizado incorporado
A aprendizagem incorporada envolve a autoconsciência do corpo interagindo com um mundo real ou simulado para apoiar o processo de aprendizagem. Ao aprender um novo esporte, o movimento físico do resumo de execuções é uma parte óbvia do processo de aprendizagem. Na aprendizagem incorporada, o objetivo é que a mente e o corpo trabalhem juntos para que feedback e ações físicas reforcem o processo de aprendizagem.

A tecnologia para ajudar isso inclui sensores portáteis que coletam dados físicos e biológicos pessoais, sistemas visuais que acompanham o movimento e dispositivos móveis que respondem a ações como a inclinação e o movimento. Essa abordagem pode ser aplicada na exploração de aspectos das ciências físicas, como fricção, aceleração e força, ou para investigar situações simuladas, como a estrutura das moléculas.

Para uma aprendizagem mais geral, o processo de ação física fornece uma maneira de envolver os alunos em sentimento à medida que aprendem. Ser mais consciente de como o corpo de alguém interage com o mundo também pode apoiar o desenvolvimento de uma abordagem consciente de aprendizado e bem-estar.

8. Ensino adaptativo
Todos os alunos são diferentes. No entanto, a maioria das apresentações e materiais educacionais são iguais para todos. Isso cria um problema de aprendizagem, colocando um fardo no aprendente para descobrir como se envolver com o conteúdo. Isso significa que alguns alunos ficarão entediados, outros serão perdidos, e muito poucos provavelmente descobrirão caminhos através do conteúdo que resulte em uma aprendizagem ótima. O ensino adaptativo oferece uma solução para este problema. Ele usa dados sobre o aprendizado anterior e atual de um aluno para criar um caminho personalizado através de conteúdo educacional.

Os sistemas de ensino adaptativo recomendam os melhores lugares para iniciar novos conteúdos e quando revisar conteúdo antigo. Eles também fornecem várias ferramentas para monitorar o progresso de alguém. Eles baseiam-se em práticas de aprendizado de longa data, como a leitura de livros didáticos, e adiciona uma camada de suporte guiado por computador. Os dados, como o tempo gasto na leitura e nas avaliações de auto-avaliação, podem constituir uma base para orientar cada aluno através de materiais educacionais. O ensino adaptativo pode ser aplicado às atividades da sala de aula ou em ambientes online onde os alunos controlam seu próprio ritmo de estudo.
Para ler mais sobre maneiras de ensinar, acesse o artigo original e clique no link para fazer download.

9. Análise das emoções
Métodos automatizados de rastreamento ocular e reconhecimento facial podem analisar como os alunos aprendem, depois respondem de maneira diferente aos estados emocionais e cognitivos. Os aspectos cognitivos típicos da aprendizagem incluem se os alunos responderam a uma pergunta e como eles explicam seus conhecimentos. Os aspectos não cognitivos incluem se um aluno está frustrado, confuso ou distraído.

De um modo mais geral, os alunos têm mentalidades (como ver seu cérebro como fixo ou maleável), estratégias (como refletir sobre aprender, procurar ajuda e planejar como aprender) e qualidades de engajamento (como a tenacidade) que afetam profundamente a forma como aprendem . Para o ensino em sala de aula, uma abordagem promissora é combinar sistemas baseados em computador para tutoria cognitiva com a experiência de professores humanos na resposta às emoções e disposições dos alunos, de modo que o ensino possa tornar-se mais sensível a todo o aprendiz.

Para ler mais sobre a incorporação do aprendizado social-emocional em seu ensino, acesse o artigo original e clique no link .

10. Avaliação encoberta (Stealth Assessment
A coleta automática de dados que ocorre no fundo, quando os alunos trabalham com ambientes digitais ricos, pode ser aplicada a uma avaliação intransferível, "stealth", de seus processos de aprendizagem. A avaliação Stealth toma técnicas de jogos de role-playing online, como o World of Warcraft, no qual o sistema coleciona dados sobre as ações dos jogadores, fazendo inferências sobre seus objetivos e estratégias para apresentar novos desafios apropriados. Essa idéia de incorporar avaliação em um ambiente de aprendizagem simulado agora está sendo estendida às escolas, em temas como a ciência e a história, bem como a educação de adultos.

O argumento é que a avaliação furtiva pode testar aspectos de aprendizagem difíceis, tais como a perseverança, a criatividade e o pensamento estratégico. Também pode coletar informações sobre os estados e processos de aprendizagem dos alunos, sem pedir que eles parem e façam um exame. Em princípio, técnicas de avaliação furtiva podem fornecer aos professores dados contínuos sobre como cada aprendiz está progredindo.

No entanto, ainda há muitas pesquisas a serem feitas, tanto para identificar as medidas do processo de aprendizagem dos alunos que prevêem resultados de aprendizagem para diferentes sistemas de aprendizagem e para entender a quantidade eo formato dos dados de aprendizagem dos alunos que são úteis para os professores. Foram levantadas preocupações sobre a coleta de grandes quantidades de dados de aprendizagem dos alunos e a ética do uso de computadores para monitorar as ações de cada pessoa.

more...
Christiane Moisés's curator insight, March 30, 12:48 PM
muito interessante
Scooped by PEIn Dênia Falcão
Scoop.it!

Inscrições abertas - Curso Tecnologias Digitais e Metodologias Ativas

Inscrições abertas - Curso Tecnologias Digitais e Metodologias Ativas | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it

Em nosso site apresentamos o gráfico com a média da notas emitidas e os depoimentos dos cursistas das turmas entre 2015 e 2017.2, confira em: http://pein.com.br/cursos/depoimentos-e-avaliacoes/


Muito bom saber que estamos no caminho certo, recebemos  depoimentos de nossos alunos como este: 
"Este curso foi o melhor investimento que fiz nos últimos tempos. Ele me mostrou caminhos para trabalhar com uma educação a distância e presencial de qualidade. Ele me fez ver possibilidades e alternativas para melhorar nossa educação e sei que isso é só o começo de um permanente estudo que preciso desenvolver para aprender com propriedade sobre o tema estimulante. L.M.M." "

“O curso é rico e dinâmico Ajudou e muito a refletir sobre minha prática pedagógica e como tornar as aulas mais atrativas e significativas para os alunos. A.A."


O curso oferece entre outros atributos: 40 horas de interatividade distribuídas em 10 semanas; aprendizagem com os colegas: melhores práticas, colaboração entre grupos de áreas afins; encontros ao vivo pela Internet: com professores e todos os alunos e encontros de orientação individual; materiais didáticos: atualizados, dinâmicos e colaborativos; experiência com tecnologias móveis, hipermídia, e redes sociais: gestão da aprendizagem e comunicação assíncrona e síncrona; personalização: acompanhamento de cada professor, do seu projeto e dificuldades pelos dois professores doutores: pesquisadores e especialistas.


Faça a sua inscrição para a nova turma em https://goo.gl/forms/s5B0qNPmdJ1W0MVj1


more...
No comment yet.
Scooped by PEIn Dênia Falcão
Scoop.it!

As 10 regras de ouro para dar feedback aos alunos

As 10 regras de ouro para dar feedback aos alunos | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it
Escribe Javier Tourón Hemos hablado del  feedback  en este blog en diversos momentos que puedes
more...
No comment yet.
Scooped by PEIn Dênia Falcão
Scoop.it!

20 escolas que usam pedagogias ativas na Espanha

Selección de 20 colegios innovadores españoles con las mejores prácticas en cuanto al uso de nuevas metodologías educativas
more...
No comment yet.
Rescooped by PEIn Dênia Falcão from Dênia Falcão - IPE - Inova Práticas Educacionais
Scoop.it!

Diferentes abordagens para usar blogs e-Portfólios com os alunos

Diferentes abordagens para usar blogs e-Portfólios com os alunos | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it

-por- Kathleen Morris, em 16 de outubro de 2017


Mais e mais educadores estão descobrindo a importância de seus alunos criarem alguma forma de presença digital. Blogar é uma excelente maneira para os alunos criarem seu próprio espaço online, mas o que vocês chamam de?

Simplesmente um blog de estudantes?
Carteira digital?
ePortfolio?
A mostra de aprendizagem?
Blogfolio?
Quando comecei a ensinar em 2004, cada um dos meus alunos do primeiro ano tinha um livro de recortes onde colavam suas amostras de trabalho em cada período. Os objetivos deste processo foram: documentação, reflexão, avaliação e compartilhamento com os pais.

Muitas vezes, os mesmos objetivos se aplicam ao equivalente on-line deste scrapbook. Mas se não estamos fazendo coisas de maneira diferente do que 10-15 anos atrás, por que estamos incomodando com blogs de estudantes? Por que ainda não estamos cortando e colando em um scrapbook?

Quando os blogs são usados ​​como mais do que substituição, eles oferecem muitas vantagens.

A pesquisa nos diz que o trabalho do aluno é de maior qualidade quando envolve um público autêntico.
A oportunidade de feedback e discussão através de uma presença on-line é maior.
Existem muitas habilidades para escrever em linha, usando tecnologia, compreendendo a cidadania digital, etc., que não são apenas úteis para os alunos saberem, mas exigidos na maioria dos padrões curriculares.
Influenciar suas próprias pegadas digitais desde uma idade jovem pode ser uma experiência poderosa.
Esta publicação explora uma série de abordagens para blogs de alunos e carteiras digitais. Nós incluímos exemplos de sala de aula e encorajamos você a compartilhar sua abordagem para blogs de estudantes na seção de comentários.

Quando configurar blogs de estudantes?
Quando comecei a blogar em 2008, eu realmente não sabia que tipo de estrutura de blogs funcionaria para mim, mas, ao longo do caminho, eu criei um modelo adequado à idade dos alunos, nossa experiência combinada, nossos objetivos e nossos equipamento.

O modelo que adotei foi o seguinte:
Eu estabeleci um blog de aula e escrevi as postagens, enquanto ensina aos alunos a escrever comentários de qualidade .
À medida que os alunos se tornaram mais familiarizados com os blogs, alguns alunos começaram a publicar publicações de convidados no blog da turma e aprenderam habilidades de postagem.
Quando eu estava ensinando a segunda série, tinha computadores limitados e era novo no blogueiro estudantil, não pensei que fosse prático que todos os alunos tivessem blogs. Em vez disso, certos alunos que demonstraram entusiasmo, apoio aos pais e habilidades de blog, ganharam seu próprio blog . Isso adicionou uma nova camada ao conjunto de habilidades de comentar e publicar: manter um blog.
Quando eu estava cursando quatro anos, tinha um programa de netbook de um para um e tive experiência em gerenciar blogs de alunos, eu configurei blogs para todos os alunos, como carteiras digitais.
Ao longo de todos os quatro estágios, os comentários de qualidade e a participação dos pais são ensinados e encorajados.

Muitos professores começam sua jornada de blogs com um blog de classe e talvez progridem a partir daí. No entanto, você pode entrar em qualquer ponto desta estrutura.

Você pode ficar com vontade de ter um blog de classe inicialmente. Certamente, não há nada de errado com essa abordagem, embora tenha em mente que o objetivo de ter mais envolvimento de estudantes em algum ponto do futuro pode ser vantajoso.

No outro extremo do espectro, você pode ter confiança, experiência e equipamentos para configurar os blogs dos alunos a partir do primeiro dia. Vá em frente!

Seja qual for a sua abordagem, um blog de aulas sempre complementa um programa de blogging estudantil. Ele fornece uma base onde você pode enviar postagens, mostrar o trabalho do aluno, publicar contestações, comunicar aos pais, estabelecer conexões comunidade / globais e muito mais.

Como configurar blogs de estudantes
Temos muitos recursos em nossos Guias de Ajuda do Edublogs que o guiarão no processo de criação de blogs de estudantes. O guia de cinco passos de Sue Waters  para configurar blogs de estudantes é um bom ponto de partida.

Uma característica realmente útil no Edublogs, que tira proveito da logística dos blogs dos alunos, é chamado de " Minha Classe". Esta é uma ferramenta que permite:

Crie facilmente seus blogs de estudantes depois de configurar o blog da sua classe
Controle a privacidade dos blogs e controle configurações de moderação
Leia e / ou modere as publicações e / ou comentários dos alunos diretamente do seu painel de controle (não é necessário abrir 25 guias em seu navegador para acompanhar o que seus alunos estão fazendo)
Instale um widget na barra lateral do blog de sua turma e blogs de alunos que vincula todos os blogs de estudantes da sua classe. Isso significa que estudantes e leitores podem facilmente visitar todos os blogs, sem pesquisar, marcar favoritos ou adicionar links individualmente.
Expectativas e estruturas do portfólio digital

Muitos educadores referem-se aos blogs dos estudantes como carteiras digitais.

Os líderes acadêmicos e de pensamento muitas vezes debatem o significado do termo portfólio digital. O que isto significa? Com o que se parece?

Talvez um termo alternativo útil seja 'blogfolio' que Silvia Tolisana descreve como a cola que pode conter tudo junto na aprendizagem. 

Blogfolios são a cola que pode conter todos os conteúdos curriculares, metas e objetivos, bem como apoiar iniciativas escolares, observações, avaliação e requisitos de responsabilidade ou paixões pessoais, interesse e projetos juntos.

Para o propósito deste post, estamos menos preocupados com a semântica e mais preocupados em explorar os diferentes quadros que os professores adotam. Esperemos que, considerando que outros professores se aproximem dos blogs dos alunos, você terá algumas idéias sobre o que funcionaria para você e seus alunos.

Observei diferenças na forma como os blogs estudantis funcionam em uma variedade de áreas. Parece haver um espectro em pelo menos seis áreas-chave:

Vamos quebrar isso e considerar onde você pode se sentar em cada espectro.

1. Duração
Alguns blogs de alunos são ativos apenas por um ano. O aluno pode se mudar para uma classe não blogueira e seu blog individual permanece estagnado. Isso pode ser frustrante para professores que investem tempo em estabelecer um sistema efetivo para seus blogs de alunos. Também pode ser decepcionante para os alunos.

Outras instituições pensam com uma abordagem de toda a escola. No The Geelong College , que opera sua própria plataforma Edublogs CampusPress , há planos de longo prazo.

Diretor de Ensino e Aprendizagem, Adrian Camm, explica a filosofia:

... cada aluno do Ano 4 ao Ano 10 em nossa Faculdade terá um portfólio digital que os segue ao longo do tempo na Faculdade e possui um identificador exclusivo acessível na web.
A capacidade de exportar seus conteúdos facilmente ao concluir o ano 12 para ser usado no processo de admissão terciária ou em futuros esforços de trabalho também tem sido um ponto chave ...
Considere: Se você está investindo tempo no estabelecimento de blogs de alunos, como você pode mostrar isso para a comunidade escolar mais ampla e motivá-los a estabelecer um plano de toda a escola?

2. Privacidade
Os blogs devem ser públicos ou privados? Esta é sempre uma questão contenciosa.

Ronnie Burt levantou alguns argumentos excelentes sobre as vantagens dos blogs públicos alguns anos atrás, incluindo o poder de um público autêntico, facilidade de acesso e potencial de colaboração. Ronnie observou,

Se você esconder o trabalho do aluno por trás das senhas, então você também pode imprimi-lo tudo e entregá-lo de forma antiquada. Você está perdendo as conexões, os diálogos prolongados e o fator motivador do trabalho para um propósito autêntico.
Na seção de comentários, havia algumas opiniões opostas bem consideradas.

J. McNulty argumentou a consequência da permanência,
Tente imaginar que todas as apresentações orais balbuciantes, todas as amostras de 5ª série e todos os dedos que você desenhou em uma sala de aula foram permanentemente postadas on-line, para sempre. Como professora, como você se sentiria se a sua classe de iPad toting estudantes estivessem navegando através de seu "portfólio virtual completo" enquanto tentava atribuir-lhes um ensaio? ... O blogueiro é ótimo, mas essa nova era da informação precisa de educadores que apreciem plenamente as consequências a longo prazo de publicar tudo publicamente.
Existe um meio termo. No The Geelong College, os estudantes são encorajados a decidir por si próprios se seus blogs serão públicos ou protegidos por senha.

Outra opção é criar um blog público, mas a senha protege determinadas postagens ou páginas.

Considere : quais são os prós e os contras de ter blogs de estudantes como públicos? Algumas escolas parecem inadimplentes à opção privada em caso de dúvida. Isso significa que você está desistindo de todas as vantagens poderosas de publicar publicamente?

3. Conteúdo
O que formará o conteúdo dos blogs de seus alunos? O que eles realmente publicarão?

Em um extremo do espectro é a liberdade total, onde os professores estão menos preocupados com o que os alunos estão escrevendo e mais preocupados com os alunos simplesmente blogar e encontrar uma voz.

No outro extremo do espectro, alguns professores vêem os blogs como um espaço que deve estar alinhado com o currículo e demonstrar o que está acontecendo na sala de aula.

Certamente nem sempre, mas às vezes a idade dos alunos influencia essa questão.

Julie Moore, na Tasmânia, na Austrália, ensina a nota 2/3 . Os alunos começam por contribuir com o blog da turma antes que alguns estudantes estabeleçam seus próprios blogs. Julie diz:

Principalmente - as crianças têm um giro grátis sobre o que eles gostariam de escrever sobre uma postagem. Isso lhes dá uma saída para escrever sobre suas paixões / interesses, e então me dá um "in" para comentários e melhorias em sua escrita.
Ela também acha que essa abordagem abre uma ampla gama de possibilidades para atender aos requisitos de certos indivíduos.

Por exemplo:
JinWoo  usa o blog da classe como um espaço para compartilhar seus contos de viagem.
Estudantes talentosos são capazes de expandir talentos e interesses, como o narrador Mira.
Qualquer paixão pode ser explorada. Penélope tem uma paixão pelas plantas que ela pesquisa e compartilha com outras pessoas.
Julie entende que os alunos exigem algum ensino explícito em torno de blogs. Ela encontra The Student Blogging Challenge uma ótima maneira de conseguir isso. Além disso, ela dirige um clube de almoço e uma sessão de blogs semanal.

Heather Alexander na Flórida ensina o ano 9-12 cerâmicas . Seus estudantes usam seus blogs exclusivamente para documentar e refletir sobre seu próprio trabalho de arte e responder ao currículo. Ensinando a mesma classe várias vezes, Heather criou uma estrutura logística para organizar os blogs dos estudantes,

O que eu fiz é nomear todos os blogs dos alunos com seu período de classe, prefaciando o nome para que eles apareçam em ordem na página.
Heather incentiva os alunos a comentar os blogs dos colegas de classe e criar um sistema eficaz depois de encontrar os alunos demorando muito para encontrar um post para comentar.

Tenho estudantes trabalhando em grupos de "mentores de blogs pares". Eles auto-selecionam um grupo de 3 pares 5 e então eu combino seu grupo com um grupo em outra classe. Eu modero os comentários para que eu possa verificar a precisão e a conclusão antes de serem publicados.
Essa idéia toca a questão adicional de feedback. Quem fornecerá feedback aos seus blogueiros estudantis? Você configurará um sistema de pares como Heather? Ou você vai visitar blogs pessoalmente? Quais são os seus objetivos de feedback? Encantado e conversa simples? Ou andaimes para alcançar objetivos de aprendizagem? Todas as questões a serem consideradas.

A sua estrutura de blogs envolve tarefas definidas e liberdade?
Em algum lugar no meio do debate liberdade / estrutura, é a abordagem adotada por  Adam Geiman,  um educador da Pensilvânia. Ele usou os primeiros 30% do ano letivo para fornecer estrutura em torno de tarefas para seus alunos da quarta série.

Os alunos receberam orientação, mas também tiveram alguma liberdade de escolha em como eles apresentariam tarefas definidas. Alguns fariam um Google Doc, enquanto outros apresentariam sua tarefa como um quadrinho, uma infografia, etc.

Para os restantes 70% do ano letivo, os alunos receberam mais liberdade e muitos apresentaram suas próprias idéias sobre o que queriam publicar. Por exemplo, Jackson anunciou a nova truta da escola , enquanto o Brooklyn falava sobre seus novos óculos. 

Considere : quais são as necessidades de seus alunos? Você está tentando envolvê-los no processo de blogs e ajudá-los a encontrar uma voz? Ou você quer que os blogs sejam um veículo para demonstrar resultados curriculares? Essas duas coisas são mutuamente exclusivas?

4. Reflexão
Alguma forma de reflexão é muitas vezes uma característica fundamental das carteiras digitais ou blogfolios.

O educador Jabiz Raisdana , documentou alguns pensamentos convincentes sobre blogs de estudantes. Ele defende a liberdade, afirmando que:

Se você quiser que seus alunos bloguem de forma eficaz, dê-lhes a liberdade de experimentar e escrever sobre o que os interessa.

Mantenha-se afastado de carteiras e reflexões forçadas sobre a aprendizagem, pelo menos até que ocorram.

Espere até encontrar uma voz, encontrar uma audiência ... antes de empurrar sua agenda de meta-cognição e aprendizagem reflexiva.
Talvez no outro lado do espectro, o argumento de Matt Renwick em sua postagem no blog 'Think You Doing Digital Portfolios' Pense de novo'.

Claro, todos os artefactos publicados da aprendizagem dos alunos são acompanhados de reflexão, auto-avaliação e definição de metas para o futuro.
Caso contrário, é apenas o compartilhamento de conteúdo. Bom, mas não necessário para a educação dos estudantes.
Muitos professores usam uma abordagem mista

O professor, Lee Pregnell , da Moonee Ponds, na Austrália, descreveu como eles incluem algumas tarefas definidas em seu programa de blogs de 5/6. Uma dessas tarefas é uma resposta semanal de 100 Desafios do Word ( veja o exemplo do aluno Carah ) e um relatório sobre o artigo " Atrás das Notícias" (veja o relatório do aluno Mariana sobre os sonhos ).

Enquanto a tarefa Behind the News tem algum elemento de reflexão, existem outras tarefas definidas que envolvem mais meta-cognição. Um deles é baseado em metas de longo prazo. Confira o exemplo de Alexis para ver o formato desta entrada reflexiva.

E quanto aos nossos alunos mais jovens? Como eles podem refletir?

O uso de ferramentas como gravações de voz pode oferecer aos alunos com habilidades de alfabetização emergentes a chance de refletir. Kathy Cassidy é conhecida por fornecer a todos os seus estudantes de seis anos um blog . Os alunos utilizavam regularmente ferramentas como Book Creator  para documentar seus pensamentos e aprendendo. Aqui está Gus refletindo sobre sua escrita. 

Outra idéia é reunir posts de redes sociais em um Storify como professores de jardim de infância Aviva Dunsiger e Paula Crockett. As curtas entrevistas e reflexões dos alunos oferecem uma visão rica da aprendizagem. Esses professores inovadores criaram uma seção especial de seu blog chamado 'The Daily Shoot' . Isso é algo que a Aviva fez com estudantes da K-6. Vale a pena conferir.

Seguindo os passos de seus alunos, a Aviva até usa um blog próprio para refletir . Que combinação poderosa!


Considere : A maioria dos professores concorda que algum tipo de reflexão dos estudantes sobre aprendizagem é poderosa. Como você pode incorporar isso nos blogs de seus alunos sem fazer o processo uma tarefa difícil ou expulsar os alunos da diversão dos blogs?

5. Qualidade
Gostaria que seus alunos documentassem suas jornadas de aprendizado ou seu melhor trabalho? Os blogs de seus alunos serão carteiras de processos, carteiras de vitrines ou portfólios híbridos?

Esta é uma decisão difícil, mas também uma que pode evoluir à medida que você acompanha. Ele também vincula o debate público / privado. Os seus alunos querem todas as provas de aprender como parte de sua pegada digital?

Novamente, certamente há um meio termo. George Couros reflete sobre o seu dilema sobre o fim desse espectro em que ele se sentaria: "crescimento" ou "melhor trabalho".

Uma vez que há vantagens em ambas as opções, foi difícil decidir sobre uma, então, finalmente, fomos com a decisão de ir com ambos. A parte do "blog" do meu espaço digital me permite compartilhar coisas que estou aprendendo (como este artigo, estou escrevendo), além de agregar minhas melhores coisas em "páginas" solitárias.
Considere : A abordagem de George é algo que poderia valer a pena explorar em seu próprio programa de blogs?

6. Controle
Muitas dessas cinco áreas são sustentadas pela questão do controle. Quem está no controle? O professor ou os alunos?

Pode haver uma liberação gradual de controle à medida que os alunos se tornam mais velhos e mais experientes?

Talvez haja alguns aspectos do seu blog que até mesmo os alunos mais jovens podem ter algum controle?

Por exemplo:
Seu título
Tema
Escolha do formato de ferramenta ou publicação
Onde eles deixam comentários
A maioria dos professores concorda que é importante considerar como os alunos podem se encarregar de sua própria aprendizagem. Carteiras digitais e blogs oferecem muito potencial para a aprendizagem centrada no aluno.

A ferramenta My Class  também permite que você envie a responsabilidade conforme você escolhe. Você pode começar moderando todas as postagens e comentários dos alunos e, em seguida, desative essas configurações conforme apropriado.

Conclusão
Os blogs do seu aluno estão passando por uma paixão por aprender ou eles são apenas mais uma tarefa a ser completada?

Como você pode criar portfólios digitais ou blogfolios que permitem o aprendizado rico, criatividade, entusiasmo, reflexão profunda, colaboração e autenticidade?

Estas são algumas questões-chave para se perguntar, mas no final, às vezes você só precisa jogar a canoa e começar a remar.

Descobrir isso à medida que você vai. Existe uma grande comunidade de blogs e apoio atrás de você.

Não deixe que o medo ou a indecisão em torno dos blogs dos alunos o congelem na inação. Preocupar-se demais sobre se você está "fazendo certo" pode levar a não fazê-lo. Em qualquer nível, os blogs dos alunos oferecem benefícios. Abraçá-los.

Adoramos ouvir suas idéias. Por favor, comente e compartilhe seus pensamentos sobre blogs de estudantes. 


Via Dênia Falcão
more...
Liane Souza's curator insight, June 4, 3:56 PM
Ideia muito legal, que vem acrescentar muitas outras ideias que façam o professor se aproximar do aluno, que estamos precisando muito, falar a mesma língua, desafiar-se e desafiá-los a planejar e preparar o que estarão postando.
Liane Souza's curator insight, June 4, 4:09 PM
Recurso que aproxima o professor do aluno, faz o aluno pensar e repensar nas suas criações antes da postagem. É isso que a escola precisa, falar a mesma linguagem entre os envolvidos.
Rescooped by PEIn Dênia Falcão from Dênia Falcão - IPE - Inova Práticas Educacionais
Scoop.it!

Educação aberta, perguntas abertas

Educação aberta, perguntas abertas | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it

Crédito:  Imagem de Alan Levine . CC BY 2.0
Autores:
por Catherine Cronin
Publicados:
Segunda-feira, 23 de outubro de 2017
Coleção:
O uso de práticas abertas por aprendentes e educadores é complexo, pessoal e contextual; também é continuamente negociado. As instituições de ensino superior requerem abordagens colaborativas e críticas para a abertura, a fim de apoiar professores, estudantes e aprendendo em um ambiente de educação superior cada vez mais complexo.

Se nos consideramos profissionais abertos de educação ou pesquisadores, defensores ou críticos, especialistas ou agnósticos, nossas perguntas motivadoras sobre a abertura provavelmente serão diferentes, muitas vezes muito diferentes. Por exemplo: como podemos minimizar o custo dos livros didáticos? Como podemos ajudar os alunos a construir, possuir e gerenciar seus conteúdos digitais? Como podemos apoiar e capacitar os alunos a fazer escolhas informadas sobre suas identidades digitais e o engajamento digital? Como podemos construir o conhecimento como um empreendimento coletivo? E, como podemos ampliar o acesso à educação, particularmente de forma a não reforçar as desigualdades existentes? As práticas educacionais abertas podem nos ajudar a alcançar esses objetivos. No entanto, o envolvimento com a complexidade e contextualidade da abertura é de vital importância se desejamos ser detentores não só de abertura, mas também de esperança,1

Atualmente, as práticas abertas ficam um tanto desconfiadas e desiguais no ensino superior. Como observa Bonnie Stewart: "A palavra" abrir "sinaliza uma constelação ampla e descentralizada de práticas que faltam as estruturas institucionais e os papéis pelos quais a aprendizagem formal foi organizada por gerações". 2As interações pedagógicas e de ensino geralmente ocorrem no ensino superior em um ou mais dos espaços ilustrados na figura 1: espaços físicos; espaços em linha limitados; e abrir espaços em linha. Esta é uma simplificação, é claro, mas útil para fins de comparação. Existem bons motivos para ensinar e aprender a ocorrer em cada um desses espaços, dependendo dos nossos objetivos e contexto específicos. No entanto, se nos limitarmos aos dois primeiros espaços, é difícil compartilhar nossa aprendizagem com redes mais amplas e difícil convidar nossas redes a participar dos espaços de aprendizagem dinâmicos que criamos. Isto não é simplesmente uma questão de, digamos, escolher usar o Facebook simplesmente porque "é aí que nossos alunos são" (o que não é uma suposição válida em nenhum caso). Trata-se de reconhecer a onipresença do conhecimento através das redes,rede , bem como alfabetização digital , e o imperativo de facilitar a aprendizagem que promova a agência, capacitação e participação cívica.


Via Dênia Falcão
more...
No comment yet.
Rescooped by PEIn Dênia Falcão from Dênia Falcão - IPE - Inova Práticas Educacionais
Scoop.it!

14 COISAS OBSOLETAS NAS ESCOLAS DO SÉCULO XXI | Educação e Cultura AZ

14 COISAS OBSOLETAS NAS ESCOLAS DO SÉCULO XXI | Educação e Cultura AZ | Práticas Educacionais Inovadoras | Scoop.it


Para dizer que a escola sempre foi assim, isso não conta como uma justificativa legítima para que ele permaneça desse jeito. Em todo o mundo, professores e administradores estão fazendo coisas incríveis, em resposta a todas as novas soluções, pesquisas e idéias.
Não estou dizendo que devemos melhorar o sistema atual ... devemos mudá-lo para outro.

Aqui está uma lista de 14 coisas que são obsoletas nas escolas do século XXI e espero que inspiram um debate animado sobre o futuro da educação.

1. Salas de informática

A idéia de levar um grupo inteiro para uma sala de informática com equipamentos desatualizados uma vez por semana para praticar suas habilidades de teclado e devolvê-las à sala de aula 40 minutos depois é obsoleta. Computadores ou tecnologia não devem ser apenas um assunto específico, já não é suficiente; Em vez disso, eles devem ser parte integrante de todos os assuntos e ser incorporados ao currículo.

2. Aulas isoladas

As salas de aula podem ser isoladas de duas maneiras. Um dos pais, professores ou convidados não são bem vindos porque as portas e cortinas estão sempre fechadas ... o que significa "Não entre aqui". A outra maneira de ser isolado é estar ciente de todo o conhecimento que está além das quatro paredes da sala de aula. Por exemplo, Internet, vídeos, blogs, sites e visitas de autores ou cientistas através do Skype, apenas para mencionar alguns.

Tony Wagner, autor da Global Achievement Gap, diz: "O isolamento é o inimigo da melhoria". A sala de aula deve estar aberta, os professores devem poder caminhar e aprender uns com os outros, os pais devem visitá-lo com freqüência (por exemplo, nos dias adicionais de escola aberta, onde os pais são convidados a visitar as salas de aula a qualquer momento do dia). As salas de aula isoladas são, portanto, obsoletas.

3. Escolas que não possuem WiFi

As escolas que não possuem uma rede forte de Wi-Fi para funcionários e estudantes não estão apenas perdendo uma grande mudança para ensinar e aprender, mas estão impedindo os alunos de acessar o conhecimento e suas oportunidades de aprender sobre a internet e o uso da tecnologia. de forma segura

As escolas do século 21 tornam possível que seus alunos e funcionários aprendam em qualquer lugar, as escolas que não permitem que sejam obsoletas.

4. Proibição de celulares e comprimidos

A remoção de celulares e tablets em vez de usá-los para melhorar a aprendizagem é obsoleta. Devemos comemorar a tecnologia que os alunos trazem com eles e usá-lo como uma ferramenta de aprendizagem.

Os telefones celulares não são mais apenas dispositivos para enviar mensagens de texto e fazer chamadas ... quando estavam, a proibição estava bem. Hoje, há mais poder de processamento em um celular normal do que a NASA teve acesso quando enviaram o homem para a lua em 1969. No entanto, a maioria dos alunos só sabe como usar esses dispositivos para redes sociais e para jogar.

Hoje, com o dispositivo de bolso, é possível editar um filme, fazer um programa de rádio, tirar fotos, fazer cartazes, sites, blogs, manter conversas e pesquisar o Google para a maioria das respostas a um exame. Devemos mostrar aos nossos alunos as possibilidades e transformar essas distrações em oportunidades de aprendizagem com um alcance muito além da sala de aula.

5. Diretor de Tecnologia com permissão de administrador

Ter uma pessoa responsável pelo sistema informático, que trabalha no porão em um escritório sem janelas, cercado por computadores antigos, que atualiza os programas e diz ao pessoal quais ferramentas tecnológicas podem ou não podem usar, é obsoleta.

Atualmente, precisamos de coordenadores de tecnologia que sabem o que os professores e os alunos precisam para ser bem sucedido e resolver problemas em vez de colocar obstáculos. Alguém que ajuda as pessoas a se ajudar, dando-lhes responsabilidade, encontrando maneiras melhores e mais baratas de fazer as coisas.

6. Professores que não compartilham o que fazem

Os professores que trabalham em silêncio, não enviam tweets, blogam ou discutem idéias com pessoas de todo o mundo, são obsoletos. Os professores já não trabalham localmente, mas globalmente, e é nosso dever compartilhar o que fazemos e ver o que os outros estão fazendo. Se um professor não aprender mais, então ele não deveria estar ensinando os outros.

Todos nós temos que escrever blogs e compartilhar o que funciona e o que não acontece; receber e dar conselhos de colegas em todo o mundo. Devemos estar melhorando constantemente, uma vez que o desenvolvimento profissional não é uma oficina de três horas, uma vez por mês, mas um processo ao longo da vida.

"Não aprendemos com a experiência ... aprendemos a refletir a experiência". -John Dewey

7. Escolas que não têm Facebook ou Twitter

As escolas que pensam que publicar um artigo a cada duas semanas em seu site e um boletim mensal é suficiente para manter os pais informados são obsoletos.

A escola deve ter uma página no Facebook, compartilhar notícias e informações com os pais, ter uma conta do Twitter e sua própria hashtag, colocar seu próprio canal de TV online onde os estudantes classificam e editam coisas sobre eventos escolares.

Se você não contar sua história, outra pessoa irá.

8. Cafeteria com alimentos não saudáveis

Cafeterias em escolas que operam quase como restaurantes de fast food, onde funcionários e estudantes recebem comida barata, rápida e não saudável, são obsoletos.

Algumas escolas na Islândia e na Suécia se voltaram completamente para os alimentos orgânicos e pensaram seriamente no benefício a longo prazo de uma alimentação saudável e não a curto prazo do que não é. Por exemplo, em Stora Hammar na Suécia, 90% dos alimentos servidos são orgânicos.

Os meninos devem servir seus próprios pratos, limpar depois e até lavar a louça. Não é porque eu salvei o trabalho da escola, mas porque faz parte do crescimento e da aprendizagem da responsabilidade. Algo que as escolas do século 21 também devem fazer é cultivar suas próprias frutas e vegetais, onde os alunos podem irrigá-los e aprender sobre a natureza. Cada escola também deve ter uma fazenda para alimentar seus alunos, mas se essa não for uma opção (por exemplo, nas grandes cidades), eles podem pelo menos instalar uma fazenda de varandas em uma das janelas da escola.

O objetivo de proporcionar aos alunos alimentos saudáveis ​​não é apenas dar-lhes nutrição suficiente para apoiar o dia escolar, mas fazer com que os alimentos saudáveis ​​sejam uma parte normal do seu cotidiano e fazê-los pensar sobre nutrição, o que é algo que irá beneficiar o resto de sua vida.

9. Comece a escola às 8 da manhã para adolescentes

A pesquisa mostrou uma e outra vez que os adolescentes realizam e se sentem melhor nas escolas que começam mais tarde. Muitas vezes, pais e administradores precisam se adaptar a essa mudança. Pesquisas (por exemplo, do Journal of Developmental and Behavioral Pediatrics) mostram que atrasar o início da escola em apenas 50 minutos e, ao invés disso, estender a saída em 30 minutos, tem um efeito positivo na aprendizagem e atividades pós-escolares. As escolas que não fazem isso são obsoletas.

Começar mais tarde é fácil e o professor pode usar o tempo extra pela manhã para preparar a aula ... É uma situação ganha-ganha.

10. Compre projetos de cartazes, brochuras e site para escola

Quando sua escola exige cartazes, folhetos ou um novo site, não deve ser comprado de um terceiro (embora em alguns casos possa ser); Em vez disso, seus alunos podem fazê-lo. Nas melhores escolas do futuro, haverá aqueles que o fazem como um projeto real que tenha significado e como um projeto colaborativo em linguagem, tecnologia e arte.

11. Bibliotecas tradicionais

As bibliotecas que apenas contêm livros e tabelas de xadrez são obsoletas.

A biblioteca do século XXI deve ser o coração da escola e um lugar onde os alunos e funcionários podem relaxar, ler, obter aconselhamento, acesso a dispositivos poderosos, editar vídeos, música, impressão 3D e aprender a programar, para citar alguns . Aprender espaço século XXI deve dar às pessoas uma oportunidade igual a usar estes dispositivos e acesso à informação. Caso contrário, as bibliotecas ficarão museus onde as pessoas vão olhar para tudo o que costumava usar.

12. Todos os estudantes obtêm o mesmo

Colocar crianças no mesmo grupo apenas porque nasceu no mesmo ano é obsoleto. Os sistemas escolares foram originalmente estabelecidos para atender às necessidades da industrialização. Naquela época, precisávamos que as pessoas trabalhassem nas fábricas, a conformidade era a coisa certa e ninguém deveria se destacar ou ser diferente nesse ambiente. Futuro separado, isso não corresponde às nossas necessidades atuais, mas ainda assim muitas escolas são estabelecidas como as fábricas que alimentaram há 100 anos.

Devemos aumentar as decisões, dar às crianças o apoio para florescer no que os interessa e não apenas dar-lhes atenção extra em coisas que dão errado. Na maioria das escolas, se você é bom em arte, mas ruim no alemão, eles lhe dão lições de alemão para alcançar os outros alunos, em vez de promover a excelência na arte ... Todos iguais, todos iguais!

A educação deve ser individualizada, os alunos devem trabalhar em grupos independentemente da idade e a educação deve ser construída em torno de suas necessidades.

13. Um workshop de desenvolvimento profissional para todos

Uma escola que envia todos os seus funcionários para uma oficina, uma vez por mês, onde todos obtêm o mesmo, é obsoleta. A regulamentação do desenvolvimento profissional é de cima para baixo, em vez do inverso, onde todos obtêm o que desejam e precisam. Isso ocorre porque dar a todos (incluindo estudantes) o que eles precisam e querem, custa tempo e dinheiro.

Com coisas como Twitter, Pinterest, artigos on-line, livros, vídeos, cooperação e conversas, os funcionários podem personalizar seu desenvolvimento profissional.

14. Testes padronizados para medir a qualidade da educação

Ver os testes padronizados para avaliar se as crianças estão ou não educando é a coisa mais estúpida que podemos fazer e dá uma visão superficial da aprendizagem. Os resultados, embora moderadamente importantes, medem apenas parte do que queremos que nossos filhos aprendam e, concentrando-se nesses exames, estamos reduzindo seu currículo. Alfi Kohn até assinalou uma correlação estatística importante entre pontuações altas em testes padronizados e uma abordagem superficial para a aprendizagem.

Atualmente, o mundo atual e as necessidades da sociedade são completamente diferentes do que costumavam ser. Não estamos apenas treinando pessoas para trabalharem localmente, mas globalmente. Com um teste padronizado como o PISA, estamos reduzindo o currículo, e todos os países da OCDE estão ensinando o mesmo. Por isso, todos produzimos o mesmo tipo de trabalhadores, trabalhadores antiquados, para trabalhar nas fábricas. Pessoas que podem obedecer, comportar-se e ser como todos os outros.

No mundo global de hoje é mais fácil terceirizar para qualquer pessoa disposta a fazer o mesmo trabalho, com a mesma velocidade e por menos dinheiro. Portanto, precisamos de pessoas criativas que podem fazer algo mais e pensar de forma diferente.

Andrea Schleicher (2010) disse: "As escolas devem preparar os alunos para trabalhos que ainda não foram criados, tecnologias não inventadas e problemas que não sabemos surgirá".

O ensino padronizado pode ter sido a resposta, mas dizer que é obsoleto é dizer pouca e única maneira de tentar reparar um sistema fraturado. Os resultados desses testes são, de acordo com Daniel Pink (2005), em contradição direta com as habilidades que exigimos hoje. Essas habilidades são, por exemplo, design, narração, sinfonia, empatia, jogo e significado.

Devemos resolver problemas reais, fazer perguntas que importam em vez de lembrar e repetir fatos. As conquistas dos adultos são, de longe, mais fortemente ligadas à sua criatividade do que ao seu QI, e devemos estar comemorando conhecimentos e interesses diversos em vez de tentar padronizar conhecimentos e habilidades.

Pergunto-me se as escolas finalmente mudar seu curso se desenhou um novo teste padronizado que mede a numeralidad não a ciência e alfabetização habilidades, mas a empatia, pensamento criativo e comunicação ... Talvez apenas essa necessidade.

Considerações finais

Todos os sistemas educacionais do planeta estão sendo reformados, mas não acredito que as reformas sejam o que precisamos. Precisamos de uma revolução e transformamos o sistema educacional em outra coisa. Não é uma tarefa fácil, embora HE Phillips tenha dito uma vez:

Vale a pena lutar pelo que vale a pena ter

Fazer algo novo e obter baixos resultados no teste antigo não deve surpreender ninguém. Qual é o objetivo de fazer algo novo e diferente se obtivermos os mesmos resultados nos testes padronizados ... então, também podemos fazer educação de fábrica, conformar e cumprir.

"Se eu tivesse perguntado às pessoas o que eles queriam, eles teriam dito: cavalos mais rápidos". -Henry Ford

Isso é exatamente o que estamos fazendo hoje. Peça aos nossos alunos para memorizar mais, escrever melhor e repetir mais rápido do que antes ... assim como queríamos o cavalo mais rápido, quando de fato deveríamos estar pedindo o carro. É certo que o carro não era melhor que o cavalo no início e nem nosso sistema educacional será melhor ou perfeito. Nunca será perfeito, deve estar em constante evolução.

Não sei como é um sistema educacional perfeito e nem penso que exista. Mas acho que se conversarmos, tentamos algo diferente, cometemos erros, investigamos e compartilhamos o que fazemos, podemos aproximar-nos muito.

Se você quer uma mudança na educação, você deve começar em sua própria sala de aula.

"A educação pode ser promovida de cima para baixo, mas só pode ser melhorada de baixo para cima".

- Sir Ken Robinson


Via Dênia Falcão
more...
No comment yet.