Portugal na guerra
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LIVRE : Obras digitalizadas de Augusto Casimiro

LIVRE : Obras digitalizadas de Augusto Casimiro | Portugal na guerra | Scoop.it

Naulila (1922)
Calvários da Flandres (1920)
Nas trincheiras da Flandres (1918)
Nas trincheiras (1916) : Autor/Resp. Casimiro, Augusto,; Albuquerque, Mousinho de, [1855-1902]

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Les ouvrages d'Augusto Casimiro, numérisés à la Bibliothèque Nationale du Portugal en accès libre au format PDF

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REVUE : Bulletin périodique de la presse portugaise

REVUE : Bulletin périodique de la presse portugaise | Portugal na guerra | Scoop.it
France. Ministère de la guerre (1791-1936) - Bulletin périodique de la presse portugaise - 1916-1923 - periodiques
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Le Bulletin périodique de la presse portugaise fait en français, à partir de 1917, une revue de la presse portugaise sur les opérations militaires concernant les soldats portugais en France.

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MAITRISE : O CAPI sobre uma perspetiva operacional e disciplinar durante a Grande Guerra / João Pereira

MAITRISE : O CAPI sobre uma perspetiva operacional e disciplinar durante a Grande Guerra / João Pereira | Portugal na guerra | Scoop.it
Com a Grande Guerra, a marcar de forma violenta e radical a abertura do século XX, houve a necessidade da intervenção da Artilharia Portuguesa com o Corpo de Artilharia Pesada Independente, através do cumprimento da Convenção Militar para o emprego de Artilharia Pesada, assinada em Maio de 1917, pelos Ministros da Guerra Português e Francês. Com este trabalho pretende-se apurar até que ponto o Corpo Português teve um papel de relevância no decurso da guerra e se a resposta for afirmativa de que maneira o desenvolveu. O percurso do Corpo de Artilharia Pesada Independente foi sinuosamente pautado em grande parte devido à sua agregação a dois Exércitos distintos, o Francês e o Britânico. O 1º Grupo do Corpo integrado num contexto operacional, dentro do 4º e 6º Exércitos Franceses, desenvolveu duas ações de campanha, com um aproveitamento aceitável. Nos restantes 2 Grupos a travessia por Inglaterra, no destacamento de Horsham, ficou marcada indelevelmente por motivos disciplinares. A metodologia empregue na consecução deste trabalho baseou-se na exploração histórica, com principal apoio em fontes primárias, não olvidando também todas as publicações existentes nas fontes impressas, englobando a Revista Militar e Revista de Artilharia. Em suma, o CAPI apesar de ter cumprido as missões propostas com sucesso, foi referenciado pelos piores motivos disciplinares originando graves detenções em Tribunal de Guerra por insubordinação. Para tal foi necessário analisar o trabalho à luz da operacionalidade e da disciplina para melhor compreensão de todo o percurso realizado pelo Corpo em questão.
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Maitrise soutenue à l' Academia Militar - Lisboa Portugal  en 2012 : Le lien direct vers le PDF : http://comum.rcaap.pt/bitstream/123456789/6864/1/tia%20vers%c3%a3o%20final.pdf

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MAITRISE : A Grande Guerra de 1914 – 1918 e a invenção de uma tradição cívica. O culto do Soldado Desconhecido / Manuel Santos Simões

MAITRISE : A Grande Guerra de 1914 – 1918 e a invenção de uma tradição cívica. O culto do Soldado Desconhecido / Manuel Santos Simões | Portugal na guerra | Scoop.it
O ano de 2014 marcará o centenário do início da Guerra de 1914 – 1918, uma guerra como nunca se tinha visto no mundo. Uma guerra que devastaria a Europa e se tornaria global devido aos países envolvidos serem também potências coloniais. Consciente deste facto, ponderei abordar este tema abrangente da História, Política, Economia, Sociologia, Cultura e outros , não só a nível europeu mas a nível mundial, como dissertação de mestrado em Estudos Europeus. Outra das razões que me motivou para este estudo foi o facto de se ignorar tanto esta Guerra, quer a nível do ensino secundário, quer a nível de estudos superiores. Esta “Introdução”, a que normalmente se chama também “prefácio” é, de facto, um “posfácio”, ou seja, é escrita depois deste trabalho estar já delineado e a minha preparação bastante adiantada. Não faria sentido fazer planos sobre um tópico sem conhecer quais as possibilidades ou dificuldades que iria encontrar. Assim compreendo talvez um pouco sobre como em Portugal se ignora tanto esta Guerra e penso que uma das razões poderá ser o desempenho das nossas tropas tanto na Frente Ocidental como nas Frentes africanas de Angola e Moçambique, que poderá ter sido prejudicado pela política partidária agitada, da jovem República Portuguesa, na sua luta pela sobrevivência. Não me deterei sobre o desempenho das tropas nos campos de batalha, nem sobre as lutas políticas em Portugal que afectaram esse desempenho, mas debruçar sobre os horrores e sofrimentos de todos os militares e população civil ao longo de quatro anos e alguns meses de guerra. O tema “ A Grande Guerra de 1914 – 1918 e a invenção de uma tradição cívica, o culto do Soldado Desconhecido” provava ser de uma vastidão enorme, impossível de descrever numa dissertação de carácter limitado . Assim decidi fazer uma, abordagem da Guerra e das suas consequências como introdução alargada . O Capítulo I servirá como pano de fundo ou cenário para a compreensão do tema específico ,“A invenção de uma tradição cívica. O Culto do Soldado Desconhecido” que abordarei no Capítulo II. Ao escolher este tema julgo lembrar e honrar, neste centenário, todos os militares que combateram e morreram naquela terrível Guerra, especialmente aqueles que nela tudo perderam até o seu nome, “ os Soldados Desconhecidos”.
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A Grande Guerra de 1914 – 1918 e a invenção de uma tradição cívica. O culto do Soldado Desconhecido / Manuel Santos Simões

Maitrise d'Histoire soutenue à l'Université de Coimbra en 2014.

Lien direct vers le PDF : https://estudogeral.sib.uc.pt/jspui/bitstream/10316/27332/1/A%20Grande%20Guerra%20de%201914%20%e2%80%93%201918.pdf

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As Grandes Batalhas de Portugal - La Lys (1/6) - YouTube

As Grandes Batalhas de Portugal - La Lys (1/6)
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Emission de la télévision portugaise, en 6 parties dont les liens figurent sur la partie droite de la page

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ARTICLE : When a Diplomat goes into politics because of war. The case of João Chagas (1910-1914) / Luís Alves de Fraga

ARTICLE : When a Diplomat goes into politics because of war. The case of João Chagas (1910-1914) / Luís Alves de Fraga | Portugal na guerra | Scoop.it

Analysis of the case of a Portuguese diplomat, João Chagas, who, during the First Republic, and by resorting to the conditions available to him as representative of his country, surpassed the mere negotiating role attributed to diplomacy to conduct national politics, succeeding in changing the international statute of Portugal in the Great War. The article describes the internal and external situation of Portugal in political, geopolitical and geostrategic terms, the conflict between Portuguese and British interests, the activity of Portuguese diplomats in London, Berlin and Paris, and, finally, the work of João Chagas.

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Fraga, Luís Alves de (2012). "When a Diplomat goes into politics because of war. The case of João Chagas (1910-1914)”. JANUS.NET e-journal of International Relations, Vol. 3, No. 1, Spring 2012.

Lien direct vers le PDF de l'article : http://observare.ual.pt/janus.net/images/stories/PDF/vol3_n1/en/en_vol3_n1_art6.pdf

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COMMUNICATION : Portugal e a 1.ª Guerra Mundial / Luís Alves de Fraga

Comunicações em conferência.

Resumo : Em poucas palavras pretende dar-se uma breve panorâmica da história da entrada de Portugal na 1.ª Guerra Mundial, de modo a permitir que uma audiência pouco esclarecida, principalmente formada por alunos do ensino secundário, apreenda rapidamente toda a complexa problemática da beligerância nacional, focando aspectos que, por norma, ficam esquecidos quando se fala de tal facto. Fazer, em cerca de cinco páginas, a descrição do que se passou em quatro anos de vida política e militar portuguesa conduz, necessariamente, a uma generalização excessiva que só permite des-tacar alguns aspectos, deixando que outros, se calhar de igual importância, fiquem olvidados por mera opção. Tenta-se dar realce a um aspecto declaradamente importante: a participação na guerra não resul-tou de um só factor, mas de um conjunto que se interliga de forma geométrica e dialéctica. Des-taca-se a importância de ter combatido nas trincheiras em França muito ao contrário da opinião de uma larga maioria que preferia combater em África, defendendo as colónias de uma possível invasão alemã. Esta era uma visão distorcida por incapacidade de perceber que o futuro se deci-dia na frente ocidental europeia, deixando que os restantes teatros de operações fossem meras diversões para desgaste de tropas que poderiam vir a ser usadas na Europa. Explica-se linearmente o que foram as acções de guerra em França e como acabou o esforço militar português. Faz-se um pequeno e breve balanço da entrada na guerra.

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Portugal e a 1.ª Guerra Mundial / Luís Alves de Fraga

Le texte de la communication lors d'une conférence en 2004 disponible sur Camões - Repositório Institucional da Universidade Autónoma de Lisboa.

Lien direct vers le PDF :

http://tinyurl.com/q5ybav6

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IMAGE : "Soldats portugais" à la Bibliothèque de documentation internationale contemporaine

IMAGE : "Soldats portugais" à la Bibliothèque de documentation internationale contemporaine | Portugal na guerra | Scoop.it
Découvrez les collections numérisées de la BDIC
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Argonnaute la nouvelle bibliothèque numérique de la BDIC regoupe sous le mot-clé "Soldats portugais", une cinquantaine de photogaphies de soldats du Corps Expeditionnaire Portugais

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ARTICLE : Afonso Costa e Manuel Teixeira Gomes na missão que negociou em Londres, no verão de 1916, as condições financeiras para a participação de Portugal na I Guerra Mundial. Na proto-história d...

ARTICLE : Afonso Costa e Manuel Teixeira Gomes na missão que negociou em Londres, no verão de 1916, as condições financeiras para a participação de Portugal na I Guerra Mundial. Na proto-história d... | Portugal na guerra | Scoop.it


Revista On-line: REVISTA UNIVERSITARIA DE HISTORIA MILITAR Nº 5, VOLUMEN 3, 2014 - (pp. 11-34)

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Accès direct vers le PDF de l'article de Jorge Pais de Sousa, Universidade de Coimbra, Portugal : https://sites.google.com/site/ruhm52013/Art_Jorge%20Pais.pdf?attredirects=0&d=1

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Article : Portugal na Grande Guerra : representações fotográficas da frente colonial na Ilustração portuguesa (1914-1918)

Article : Portugal na Grande Guerra : representações fotográficas da frente colonial na Ilustração portuguesa (1914-1918) | Portugal na guerra | Scoop.it

Portugal entrou oficialmente na Grande Guerra em 1916. O novo regime republicano português, implantado em 1910, procurara, desde 1914, levar o país para a guerra para se legitimar internacionalmente e para assegurar e a manutenção de um império colonial, o que implicava a defesa das colónias, acossadas por forças germânicas desde o início do conflito (1914). Assim, as tropas portuguesas combateram em três frentes: a Europa; o Atlântico; e a África. O propósito desta pesquisa é descrever como a mais importante revista ilustrada portuguesa do período da Grande Guerra (1914-1918), a Ilustração Portuguesa, usou as fotografias para cobrir a frente colonial. Para o efeito, recorreu-se a uma análise qualitativa do discurso da revista. Essa análise, desenvolvida a um nível heurístico, atentou nos significados que, macroscopicamente, possam ter sido sugeridos pelas fotografias e pelo texto que as acompanhava. Concluiu-se que o viés da cobertura assentou na glorificação do soldado português e na justificação e legitimação do colonialismo.

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Article de Jorge Pedro Sousa et Helena Laura Dias de Lima, initialement paru dans la Revista Brasileira de História da Mídia, vol.2, nº 2, 2013, 73-117p.(http://www.unicentro.br/rbhm/ed04/dossie.asp) et consultable au Repositório Aberto da Universidade do Porto

Lien direct vers le Pdf : http://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/71148/2/07000220434.pdf

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BROCHURE : Portugal perante a guerra : [subsidios para uma pagina da historia nacional] / João Chagas.

BROCHURE : Portugal perante a guerra : [subsidios para uma pagina da historia nacional] / João Chagas. | Portugal na guerra | Scoop.it

Portugal perante a Guerra: Subsídios para uma página da história nacional é o título do panfleto intervencionista, da autoria de João Chagas, publicado em 1915, em Portugal.

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Après la proclamation de la République, le 5 octobre 1910, João Chagas fut nommé ministre à Paris, et, l'année suivante, après la fin de la durée du gouvernement provisoire, il a été choisi pour diriger le premier gouvernement constitutionnel de la Première République portugaise. Ce texte de 1915 est un appel à l'intervention portugaise dans la première guerre mondiale. Lien direct vers le PDF du texte numérisé : http://handle.slv.vic.gov.au/10381/89665

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IMAGE : Portugal na Primeira Guerra Mundial (1914-1918)

[hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/]
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Galerie d'images de la Hemeroteca Municipal de Lisboa

 

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ARTICLE : Les Relations Franco-Portugaises de 1916 à 1918 - Marie-Claude Muñoz

ARTICLE : Les Relations Franco-Portugaises de 1916 à  1918 - Marie-Claude Muñoz | Portugal na guerra | Scoop.it

MOSAICO |Mestrado em História | Pontifícia Universidade Católica de Goiás | ISSN 1983-7801 | - Vol. 2, No 1 (2009) 

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L'accès direct au PDF de cet article : http://seer.ucg.br/index.php/mosaico/article/view/784/601

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ARTICLE : Corpo Expedicionário Português (C.E.P.) a França 1917-18 - A assistência religiosa | Operacional

ARTICLE : Corpo Expedicionário Português  (C.E.P.) a França 1917-18 - A assistência religiosa | Operacional | Portugal na guerra | Scoop.it
Voltamos hoje, pela mão do nosso colaborador Manuel Ribeiro Rodrigues, a um dos temas que lhe é caro, a Grande Guerra. E com um assunto que é pouco falado senão mesmo desconhecido, a participação de capelães militares no conflito.
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Article du blog Operacional (http://www.operacional.pt/) sur la présence des prêtres et des aumôniers militaires sur le front aux côtés des combattants portugais.

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MAITRISE : A Primeira Guerra Mundial na cidade e distrito de Lisboa / Ana Isabel Patricio Dâmaso da Silva

MAITRISE : A Primeira Guerra Mundial na cidade e distrito de Lisboa / Ana Isabel Patricio Dâmaso da Silva | Portugal na guerra | Scoop.it
Lisboa, 1914. A guerra que se iria tornar num marco para o mundo havia começado, existindo um sentido inicial de que esta guerra seria rápida e facilmente vencida. Contudo as consequências do conflito europeu começaram a surgir imediatamente, com aumento de preços e limitação da exportação e importação de produtos alimentícios e combustíveis mostrando que "As guerras não se fazem apenas com canhões, homens e espingardas mas também com dinheiro"1, e que esta não seria uma guerra como as que haviam existido. A população começava a sentir os efeitos de uma guerra que não via e que se dava num local distante, mas que estava presente na vida diária na forma do desemprego, do aumento inflação, falta de farinha, carne, azeite, entre tantos outros géneros. Dentro desta atmosfera mantinha-se a controvérsia da beligerância portuguesa, estando sempre presente no discurso republicano a aliança com a Inglaterra e a defesa das colónias. Por um lado enfatizava-se em jornais e publicações a entrada de Portugal na guerra e a existência de um exército como essencial á permanência da Pátria Portuguesa no mundo. Por outro lado existiam as dúvidas da necessidade de uma guerra europeia quando Portugal já se encontrava fragilizado.
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A Primeira Guerra Mundial na cidade e distrito de Lisboa / Ana Isabel Patricio Dâmaso da Silva.

Maitrise soutenue au Département d'Hisoire de l'Universidade Nova de Lisboa, sur les conditions de vie à Lisbonne pendant la première guerre mondiale.

Lien direct vers le PDF : http://run.unl.pt/bitstream/10362/13497/1/tesefinal.pdf

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Vozes das trincheiras

Vozes das trincheiras | Portugal na guerra | Scoop.it

 

Reportagem Antena1 - Vozes das Trincheiras : Portugal enviou mais de 50 mil homens para as trincheiras da Flandres, durante a II Guerra Mundial. Venha conhecer algumas das suas histórias e as memórias que deixaram com familiares.
A I Guerra Mundial levou milhares de jovens portugueses até França, onde combateram as tropas alemãs e as do Império Austro-Húngaro.
As duas divisões formadas em Portugal combateram como força independente até Abril de 1918, quando foram surpreendidas por um intenso ataque às suas posições. Na batalha que ficaria conhecida em Portugal como a batalha de La Lys, os portugueses perderam mais de sete mil homens, mortos ou feitos prisioneiros do inimigo.

 

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Reportagem Antena1 - Vozes das TrincheirasReportagem Antena1 - Vozes das Trincheiras

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Les Portugais dans les tranchées 1917 1918 - YouTube

Petit montage, sans parole, réalisé à partir de films d'actualités d'époque, diffusés dans un reportage RTP1, couplés à des morceaux de Beethoven et Rimski-Korsakov. Il retrace la vision médiatique de l'époque sur l'engagement portugais durant la Grande Guerre en France.
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ARTICLE : António José Nunes de Carvalho - Um soldado português na grande guerra / Operacional

ARTICLE : António José Nunes de Carvalho - Um soldado português na grande guerra / Operacional | Portugal na guerra | Scoop.it
Esta é a história do soldado nº 394 da 7ª Companhia do RI 17 (Beja), enviado para França em 1917 com o Corpo Expedicionário Português da 1.ª Guerra Mundial, ferido em combate, gaseado, feito prisioneiro em 1918 e libertado em 1919. Regressado à vida familiar e profissional, foi sempre seguido no Hospital Militar de Lisboa, em regime de ambulatório, e ali faleceu em 1976. Por sua vontade foi sepultado no Talhão da Liga dos Combatentes da Grande Guerra no cemitério do Alto de São João, em Lisboa.
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Article du Blog "Operacional - Defesa, forças armadas e de segurança" qui propose une catégorie  : "Portugal em guerra - Século XX : http://www.operacional.pt/category/seculo-xx/

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ARTICLE : Milhões – Um herói quase acidental / Francisco Galope

ARTICLE : Milhões – Um herói quase acidental / Francisco Galope | Portugal na guerra | Scoop.it
Aqui se conta a história possível de Aníbal Augusto Milhais (Milhões), o único soldado raso a regressar da Grande Guerra condecorado com a Ordem de Torre e Espada.
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Article publié dans a Visão-História, n.º 4, de février 2009. Revu et réédité en mai 2014 2014

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Article : Portugal na Grande Guerra — Uma mudança estratégica? / Luis Alves de Fraga

Article : Portugal na Grande Guerra — Uma mudança estratégica? / Luis Alves de Fraga | Portugal na guerra | Scoop.it

FRAGA, Luís Alves de - Portugal na Grande Guerra, uma mudança estratégica?. Revista de História das Ideias, República. Coimbra: Instituto de História e Teoria das Ideias. Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Vol. 27 (2006)p. 323-357. ISSN 0870-0958.
Resumo: A proclamação da República em Portugal, no ano de 1910, procurou ser uma ruptura com tradições que, segundo alguns políticosda época, colocavam o país muito longe do desenvolvimento material e cultural do resto da Europa. O autor desenvolve uma hipótese segundo a qual a entrada de Portugal na Grande Guerra, em 1916, porque conduzida pelos mesmos políticos radicais que puseram em execução as reformas mais extremistas, em 1910-1911, visou, para além de outros objectivos, proporcionar uma possibilidade de aceleração da mudança de comportamentos, de mentalidades e costumes no país.

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Portugal na Grande Guerra — Uma mudança estratégica? / Luis Alves de Fraga.

Cet article est disponible sur Camões - Repositório Institucional da Universidade Autónoma de Lisboa.

Le lien direct vers le PDF de l'article :

http://tinyurl.com/pbebsej

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ARTICLE : Antònio de Cértima e a «Epopeia Maldita». Um joven intelectual na primerira Guerra Mundial. Mocambique, 1916-1918.

ARTICLE : Antònio de Cértima e a «Epopeia Maldita». Um joven intelectual na primerira Guerra Mundial. Mocambique, 1916-1918. | Portugal na guerra | Scoop.it

Revista On-line: REVISTA UNIVERSITARIA DE HISTORIA MILITAR Nº 5, VOLUMEN 3, 2014 (pp. 35-58)

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Accès direct au PDF de l'article d' Ernesto Castro Leal, Universidade de Lisboa, Portugal : https://sites.google.com/site/ruhm52013/Art_Castro%20Leal.pdf?attredirects=0

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MEMOIRE : "Deste triste viver" – Memórias dos prisioneiros de guerra portugueses na primeira Guerra Mundial / Maria José Monteiro de Oliveira

MEMOIRE : "Deste triste viver" – Memórias dos prisioneiros de guerra portugueses na primeira Guerra Mundial / Maria José Monteiro de Oliveira | Portugal na guerra | Scoop.it

Nos primeiros meses de 1917, cerca de um ano depois de a Alemanha ter declarado guerra a Portugal, 55 mil homens partiram para a Frente Ocidental da Primeira Guerra Mundial. Portugal, um país periférico, com um regime recéminstaurado, ia lutar ao lado da Entente, assumindo assim, julgavam os defensores da intervenção, um papel de relevo no conflito internacional, mesmo que isso custasse a oposição de grande parte do país. A legitimação mundial da República seria uma das recompensas, alegavam os intervencionistas. A participação do Corpo Expedicionário Português na Grande Guerra foi já devidamente caracterizada na historiografia nacional. O mesmo não pode ser afirmado em relação aos prisioneiros de guerra portugueses, cuja história permaneceu ignorada ao longo de quase um século. Esta dissertação pretende preencher essa lacuna, projectando alguma luz sobre as vivências dos militares portugueses presos na Alemanha, entre 1917 e 1918. Sete mil combatentes foram encarcerados em prisões alemãs. A grande maioria foi capturada na sequência da derrota de La Lys e dividida em vários campos de internamento. Depois de assinada a paz, foram libertados 6767 homens, tendo 233 morrido nos cativeiros. Nos diversos campos alemães, os prisioneiros de guerra enfrentaram a fome, as doenças, os trabalhos forçados e a ausência de protecção e assistência por parte do Governo português. O período de encarceramento não foi muito longo para a maioria dos presos – entre sete e oito meses –, mas não deixou ser traumático. Isso mesmo é manifestado pelos próprios prisioneiros em inquéritos realizados pouco depois da sua libertação, em 1919, e solicitados pelas missões portuguesas na Conferência de Paz. Os dois políticos que lideraram as duas delegações nacionais em Paris, Egas Moniz e Afonso Costa, procuravam então reclamar à Alemanha indemnizações pelos maus tratos infligidos aos presos de guerra portugueses. Esse objectivo não foi alcançado. Contudo, os testemunhos de antigos prisioneiros confirmam que a Alemanha violou as convenções internacionais (Haia e Genebra) relativas aos direitos dos presos de guerra, não cumprindo também alguns deveres estipulados para os Estados beligerantes. O caso mais flagrante consiste na utilização de presos para trabalhos nas frentes de guerra, nomeadamente a abertura de trincheiras, transporte de munições e construção de estruturas militares. Na retaguarda, os prisioneiros eram também obrigados a trabalhar em fábricas de armamento e fundições. Os beligerantes, segundo a Convenção de Haia, não estavam impedidos de empregar esta mão-de-obra, mas os trabalhos forçados em operações de interesse militar eram totalmente proibidos.

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Mémoire d'Histoire soutenu par  Maria José Monteiro de Oliveira en 2011 et déposé au Repositorio Universidade Nova de Lisboa

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LIVRE : Rescaldo da guerra : através do "Livro branco" (continuação do "Portugal na guerra") / Camacho, Brito

LIVRE : Rescaldo da guerra : através do "Livro branco" (continuação do "Portugal na guerra") / Camacho, Brito | Portugal na guerra | Scoop.it
Manuel de Brito Camacho (Aljustrel, 12 de fevereiro de 1862 — Lisboa, 19 de setembro de 1934) foi um médico militar, escritor, publicista e político que, entre outros cargos de relevo, exerceu as funções de Ministro do Fomento (1910-1911) e de Alto Comissário da República em Moçambique (1921 a 1923). Fundou e liderou o Partido Unionista. Foi fundador e director do jornal A Luta, órgão oficioso do Partido Unionista.
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Livre posthume édité en 1936 et numérisé à la Bibliothèque universitaire d'Oxford. Le lien direct vers le PDF : http://purl.ox.ac.uk/uuid/fbbc8d4a318242b3a1f73916f20e6010

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ARTICLE : «Portugal perante a Guerra». Argumentação e eficácia persuasiva / Noémia Malva Novais

ARTICLE : «Portugal perante a Guerra». Argumentação e eficácia persuasiva / Noémia Malva Novais | Portugal na guerra | Scoop.it
 Portugal perante a Guerra: Subsídios para uma página da história nacional é o título do panfleto intervencionista, da autoria de João Chagas, publicado em 1915, em Portugal, que escolhemos analisar por entendermos que, através da sua análise, é possível descodificar uma das imagens possíveis da I República. Trata-se de um documento extenso, no qual João Chagas se dirige a um auditório universal (os portugueses), procurando persuadi-lo e convencê-lo de que a melhor opção política de Portugal é intervir na guerra, ao lado dos aliados, contra o império germânico. Dado que, neste panfleto, a retórica se impõe como arte, para a sua análise recorremos às teses de vários autores, como Perelman, Toulmin e ainda Nietzsche, para quem a retórica é republicana.
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l'article de NOVAIS, Noémia Malva – «Portugal perante a Guerra»: argumentação e eficácia persuasiva na escrita de João Chagas. Comunicação & Cultura. Lisboa. ISSN 1646-4877. 8 (Outono-Inverno 2009) 71-88 est également disponible sur : Veritati - Repositório Institucional da Universidade Católica Portuguesa : http://repositorio.ucp.pt/handle/10400.14/10454

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ARTICLE : A Grande Guerra e o sidonismo (esboço interpretativo) / Manuel Villaverde Cabral

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 Revista Análise Social, Vol. XV (2.º), 1979 (n.º 58), pp. 373-392
PDF (1501 Kb)

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Le lien direct vers le PDF de l'article de Manuel Villaverde Cabral :

http://analisesocial.ics.ul.pt/documentos/1223990031E9aKT6qj2Iy83HQ3.pdf

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