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Técnicas de comunicação escrita e oral
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Um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo

Um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo | Portefólio | Scoop.it

"O Natal!

A própria palavra enche nossos corações de alegria. Não importa quanto temamos as pressas, as listas de presentes natalinos e as felicitações que nos fiquem por fazer. Quando chegue no dia de Natal, vem-nos o mesmo calor que sentíamos quando éramos meninos, o mesmo calor que envolve nosso coração e nosso lar. (Joan Winmill Brown)"

 

Estamos numa época em que se fala de solidariedade para com os outros e para connosco mesmo. Relembramos a pobreza e a injustiça presente no nosso mundo nesta quadra natalícia.

Desejo que este Natal e Ano Novo sejam mais do que confraternizações, todos os dias devem de ser iluminados, em especial para as crianças e idosos, pois são estes os que
mais sofrem.

Que exista, principalmente, saúde, paz e muito amor.

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O melhores passos a seguir para um emprego

O melhores passos a seguir para um emprego | Portefólio | Scoop.it

   Nos dias de hoje, é muito importante realizar um Currículo Vitae (CV), isto porque, numa futura entrevista de trabalho, o primeiro documento a entregar é esse mesmo. Na procura de trabalho deve-se ter iniciativa própria, ao ter esta atitude, está a mostrar um interesse que não se pretende ficar parado, quer ter trabalho seja em área que for.

     A única informação que eu tinha em preencher um CV era que tinha ser o modelo europeu, mas agora sei, posso fazer um CV personalizado e colocar as informações mais importantes. No que se refere a procura de trabalho, esta pode ser feita através de um candidatura espontânea ou responder a um anúncio de emprego. Deve-se ter em atenção que tanto uma como a outra situação, o CV deve ir acompanhado de uma carta de apresentação. Para mim não era novidade, pois eu como já procurei trabalho, e ao enviar o meu CV espontâneo enviei sempre uma carta de apresentação. É muito simples fazer essa carta, como por exemplo:

 

“Liliana Maria Da Silva Vieira

Morada

Telefone

Email

22 de Novembro de 2010

             Globalab

Morada

Assunto:
Apresentação de candidatura Espontânea

 

Exmos. Senhores,

Terminei o 12º ano através de Curso EFA NS Nº7 em Técnico de Controlo de Qualidade Alimentar – na Leiriconsulte. Tomei a iniciativa de informar V.Exas que gostaria muito de ter a oportunidade de iniciar a minha vida profissional na vossa empresa, se possível, numa área de atividade no âmbito da minha formação académica.

Nesse sentido, junto envio o meu Curriculum Vitae atualizado para V. apreciação, ficando disponível para apresentar todos os elementos e esclarecimentos que V.Exas considerem necessário numa possível entrevista.

 

Desde já muito obrigado pela V. atenção.

 

Os meus respeitosos cumprimentos

Liliana Maria da Silva Vieira

 

Anexo”

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Laura Chagas's comment, December 15, 2011 10:11 AM
Boa reflexão, muito bem!
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Acordo Ortográfico

     Inicio com um pequeno filme com as alterações mais significativas do novo acordo ortográfico de âmbito lusófono e internacional.

     Um dos problemas com que nos debatemos, diariamente, é sobre o acordo ortográfico. Se somos a favor ou não. E agora não vale a pena estar em desacordo, pois este foi mesmo aprovado e vamos ter de nos habituar a ele.

     De facto é um problema que já existe há mais de 100 anos. Eu não tinha essa percepção e o registo do último acordo foi em 1990. Não me recordo dessa alteração. Hoje sim, vem alterar tudo o que aprendi até aos dias de hoje. Sinto que agora não sei escrever. Quando começaram a aplicar o novo acordo, ao ler um documento ou um livro ou até mesmo um jornal, parecia que este estava cheio de erros ortográficos e por vezes as palavras que foram alteradas perdiam o contexto no meio das frases, como por exemplo:”actor” passou a ser “ator” ou “pára” é agora “para”, entre muitas outras.

    Sim, por vezes, sinto uma pequena frustração de não saber ainda aplicar todas as alterações efetuadas, uma vez que tenho dois filhos pequenos em idade escolar. Quando os tento ajudar nos trabalhos de casa tenho medo de os induzir em erro, pois não foi assim que aprendi. No entanto, tenho esperanças de adquirir e melhorar os meus conhecimentos nesta nova etapa da minha vida.

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Laura Chagas's comment, December 13, 2011 10:51 AM
Liliana,
Compreendo a sua frustração perante as alterações Novo Acordo, mas espero que tenha mais confiança em si em como vai ultrapassar estas dificuldades, ainda que não imediatamente. Como gosta de ler, aproveite para ir memorizando e interiorizando as diferenças.
Continuação de bom trabalho!
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Análise global da apresentação individual e a prestação da turma / A importância que atribuem à comunicação verbal e não verbal

Análise global da apresentação individual e a prestação da turma / A importância que atribuem à comunicação verbal e não verbal | Portefólio | Scoop.it

    Na última sessão de Técnicas de comunicação oral e escrita, a Formadora Laura deu-nos como atividade, apresentarmos aos colegas um tema livre, no qual nós estivéssemos mais à vontade com a duração de 5 minutos, no contexto da matéria de comunicação verbal e não - verbal.

     Muitos temas foram abortados, como por exemplo: o desporto, como a natação e o ténis, várias receitas de doces, a pesca, instrumentos musicais, teatro, fruta, flores e o tema mais interessante que gostei de ouvir foi apresentado pela colega Ana Sofia que nos falou sobre o Sindroma de Asperger. Uma vez que ela sofre com esta doença e o que nos permitiu perceber um pouco da sua timidez e distanciamento, no entanto, ela conseguiu expressar-se e explicar-nos o que consiste este sindroma.

     O tema que escolhi foi a "Arte de trabalhar as frutas", a minha participação foi bastante positiva e produtiva, pois foram colocados questões durante e no fim da minha apresentação às quais consegui responder. Inicialmente, estava nervosa mas depois consegui libertar-me dos nervos. O tema para mim foi, relativamente, fácil ou seja é o meu trabalho há já nove anos. De facto, atribuímos muita importância à comunicação seja esta verbal ou não - verbal, efetivamente é a maneira que o ser humano tem de comunicar. A meu ver, comunicamos muitas vezes através da comunicação não verbal, com um olhar, com as mãos, com um sorriso ou até mesmo com uma expressão facial ou com um simples silêncio, existe um provérbio que diz "O silêncio vale mais que mil palavras" (Martin Heidegger,Martin Heidegger, Ser e tempo, Vozes, §34, a, com adaptações).

     A comunicação verbal e não - verbal andam de “mãos dadas”, pois não conseguimos falar sem que estejamos a olhar para as pessoas em questão, como muitas vezes falamos com as mãos, a fazer gestos ou até a dar mesmo indicações. A comunicação verbal e não - verbal muitas das vezes permite-nos observar o nosso interlocutor e ver se este está nervoso ou à vontade para comunicar.

     Nunca nos devemos esquecer que para comunicarmos temos de ter um discurso coerente e lógico, devemos de falar com calma e pausadamente. Assim, quando preparamos uma apresentação devemos de faze-lo de uma forma organizada, com princípio, meio e fim e com o correto encadeamento de ideias, para que as pessoas que nos escutam percebam aquilo que queremos transmitir, porque ter conhecimento não basta, o importante é saber transmitir o conhecimento.


Nepomuceno, R., (s.d.), Ojardim.net, acedido em 13 de  dezembro 2011, através de: http://www.ojardim.net/2009/03/as-vezes-o-silencio-diz-mais-que-mil.html.

 

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Laura Chagas's comment, December 5, 2011 11:15 AM
Boa reflexão! Continue o bom trabalho!
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A evolução da comunicação

A evolução da comunicação | Portefólio | Scoop.it

    O ser humano é um ser social, logo implica que não consegue vivier sozinho, ao viver em comunidade tem necessidade de comunicar com os outros, para assim expressar a sua vontade, os seus problemas, as suas necessidades ou simplesmente para conversar. O próprio processo de socialização é por si só dependente da troca de ideias, ideais e até da linguagem.

   A comunicação evoluiu bastante desde o tempo dos primatas quando, inicialmente, estes comunicavam através do fumo, gestos, sons e desenhos. Já mostrava o quanto o ser humano era inteligente e como este teve a capacidade de desenvolver mais ainda até aos dias de hoje.

    A comunicação é deveras importante, seja esta feita, oralmente, por escrita, internet, videoconferência, entre outros meios. Com a evolução das tecnologias o ser humano teve a oportunidade de crescer a nível pessoal como a nível profissional, pois permite um vasto leque de informações onde nos é permitido comunicar, partilhar ideias e opiniões. O modo de comunicação entre nós, seres humanos, é de salientar e promover o contato, o conviver e a partilha, pois cada dia que passa as pessoas tornam-se cada vez mais reservadas e tímidas, ao ponto de preferirem estar em casa no computador ou a enviar mensagens através do telefone, e tudo isto, num futuro muito próximo terá as suas consequências, ou seja, estamos a inverter o processo que começamos nos primordios da civilização (viviamos sós e tivemos necessidade de começar a viver em grupo, para assim podermos superar as dificuldades, agora começamos a querer viver sós isolando-nos no nosso própio mundo longe dos outros).

    Quanto ao cartoon apresentado, este mostra de facto a evolução da comunicação, mas também o quanto uma pessoa se pode tornar solitária. A comunicação é realmente muito importante desde os tempos antigos, e hoje cada vez mais. Mas, nós população temos de ter um controlo sobre nós mesmos e não podemos esquecer que toda a informação e comunicação que nos é disponível nem sempre é credível.

    Cabe a cada um de nós, seres humanos, decidir o que é melhor para nós se é certo ou errado, se é verdade ou falso. O problema da comunicação hoje em dia acaba por contrariar o ideal de comunicação, ou seja, deixa de haver contato presencial entre duas ou mais pessoas para passar a haver um distanciamento entre interluctores.

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Laura Chagas's comment, December 5, 2011 11:09 AM
Liliana,
Fez uma reflexão muito boa sobre os conteúdos apresentados. Continue o bom trabalho!
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Ouvindo aprende-se, fazendo aprende-se ainda mais...

Ouvindo aprende-se, fazendo aprende-se ainda mais... | Portefólio | Scoop.it

     Esta sessão foi o culminar de ideias e opiniões diferentes.

     Foi possível rever conceitos há muito esquecidos. Partilhar ideias e opiniões, sem esquecer que temos de saber ouvir e respeitar as opiniões dos outros, o que por vezes nem sempre é fácil.

     Um dos temas abordados que gostei, especialmente, foi quando discutimos o tema sobre o plágio, onde aprendi algo de realmente novo, no qual não tinha muito conhecimento. No entanto, todos os outros temas abordados foram deveras importantes, sendo possível, interiorizar novos conceitos e relembrar o esquecido.

     Foi pena o tempo ser, realmente, pouco. Gostava que tivesse existido outros debates, pois é sempre importante ouvir as outras pessoas e fazer-me ouvir.

     Quanto à realização do portefólio foi uma experiência nova, primeiro tive de trabalhar num programa em inglês, onde tenho muitas dificuldades, foi um obstáculo a ultrapassar, havendo dias em que desesperava, por não perceber quais os passos a seguir. Durante a elaboração do portefólio deparei-me com algumas dificuldades, que foi superando, o que fez com que eu ultrapassa-se e assim evolui-se, tal não seria possível doutra maneira.

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Não ao Plágio

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     Não ao plágio sem dúvida alguma.

     Não é eticamente correto copiar as ideias e/ou opiniões dos outros, sem os identificar. É importante saber expor as nossas ideias e claro ler as opiniões dos outros, mas ao aplicar as ideias dos outros no nosso trabalho, temos de identificar o autor das mesmas.

     Isso é algo que temos de ter muito em conta nos dias de hoje, isto porque, presentemente, a estudar, ou no emprego têm de se realizar trabalhos de pesquisa, relatórios, etc. Tem de se apresentar resultados e estes tem de ser de uma fonte digna, se copiar temos de fazer a bibliografia, seja a pesquisa feita em computador, em livros, revistas ou enciclopédias.

     Mas o plágio é feito frequentemente e muitas as vezes não sabemos que o que estamos a fazer é crime. Concluindo, só temos uma ideia fixa sobre este grave problema dos dias de hoje quando se entra na universidade, porque no secundário aplica-se a situação de copy/paste e a avaliação da disciplina é efetuada sem ser penalizada.

     No que se refere às referências bibliográficas, eu não tinha conhecimento que existam normas que obrigam a cumprir certos parâmetros. No nosso país existe a Norma Portuguesa NP405, harmonizada com a Norma ISSO 690 ou  o formato APA - American Psychological Associaton. No entanto, a mais usada á a APA, sendo a que esta mais atualizada. Existem diferença entre elas, como por exemplo:

     Em formato NP405:

CARVALHO, J. Eduardo, Educação e Investigação: especificação da ciência económica, in Lusíada- Economia & Empresa, 2003 (2/3), pp.9-39.

   

  Em formato APA:

Carvalho, J.E. (2003). Educação e Investigação: especificação da ciência económica. Lusíada- Economia & Empresa, 2/3, pp.9-39.

    

     Com esta sessão fiquei com a plena noção de como apresentar um trabalho e como identificar as opiniões e/ou ideias que não são minhas, sem prejudicar a autoria dos trabalhos dos outros, com uma bibliografia completa.

 

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Laura Chagas's comment, December 15, 2011 10:10 AM
Muito bem, reflexão muito pertinente!
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A importância de saber escrever bem

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    No âmbito de Técnicas de Comunicação Oral e Escrita (TCOE) relembramos a importância das etapas da escrita, da coesão textual, os recursos dos conetores e a pontuação.

    No que se refere às etapas da escrita, esta é muito importante, uma vez que, ao escrever um texto este deve ter as ideias organizadas e sintetizadas, pois é uma ajuda a quem vai ler. Para começar deve-se colocar as ideias em tópicos, depois ver como se vai organizar essas mesmas ideias e por fim elaborar o texto (com apresentação, desenvolvimento e conclusão). Sem nunca esquecer que se deve reler várias vezes tudo aquilo que escrevemos de modo, a evitar erros ortográficos, se estamos a ser repetitivos e se as ideias principais se encontram lá.

     Outro aspeto muito importante a reter sobre a coesão textual, isto é, ao escrevermos devemos ter em atenção ao verbo e ao sujeito utilizado, este deve de ser coeso, sem esquecer a pontuação, pois esta pode alterar todo o significado que se pretende transmitir, este foi outro dos assuntos abordados na sessão. Nem sempre é fácil aplicar a pontuação correta. Existem regras que tem de ser compridas.

     Outra ferramenta de trabalho muito utilizada e deveras importante são os conetores. Estes ajudam a fazer a ligação de ideias, opiniões, concluir, diferenciar, organizar, exemplificar, exprimir uma dúvida, entre outros aspectos. Como por exemplo:

 

Para articular ideias de contraste ou oposição

Usa-se: mas, contudo, no entanto, apesar, ainda que, embora, mesmo que ...

 

Para indicar uma hipótese ou condição

Usa-se: se, caso, a menos que, salvo que, exceto, suponho que...

 

Para exprimir uma duvida

Usa-se: talvez, provavelmente, é provável que, porventura...

 

    A formadora, após relembrar esta matéria aconselhou a relermos tudo o que tínhamos feito até à data. Foi interessante rever tudo, pois verifiquei que por vezes estava a ser repetitiva bem como a efetuar mal a pontuação.

    Mais um vez, é muito importante ler mais que uma vez tudo o que escrevemos, para evitar erros de construção frásica.

 

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Laura Chagas's comment, December 13, 2011 11:04 AM
Falta desenvolver um pouco os temas abordados e referir o seu caso pessoal, se habitualmente tem em conta essas etapas e outras dicas ou, caso não o faça, se considera importante começar a fazê-lo e porquê.
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Ensino doméstico

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     No passado dia 28 de Novembro, realizamos um debate, na sala de aula da turma de Qualidade Alimentar, sobre o "Ensino doméstico".
     Neste debate existiam dois grupos: os que eram a favor do ensino e os que eram contra, um moderador, dois secretários e três observadores. Eu participei no grupo do contra o "Ensino doméstico", onde me foi possível apresentar os meus argumentos de uma forma positiva. Quanto ao resto da turma, houve uma participação de todos, em que tiveram a oportunidade de opinar uns a favor e outros contra, apesar de quase todos os colegas serem do contra, conseguiram defender o respectivo grupo. O debate conseguiu ser imparcial, cada um conseguiu exprimir as ideias e opiniões. No entanto, houve alguns colegas que derivados à sua timidez falaram, relativamente, pouco. De um modo geral foi um debate interessante de ouvir.

     A minha opinião mantêm-se, ou CONTRA, pois as crianças precisam de socializar, conviver e viver o que o nosso mundo tem para oferecer, temos de ensina-los e mostra-lhes o quanto é a nossa realidade do dia-a-dia, seja esta boa ou má, é a sociedade em que vivemos. Temos um ensino público que lhes mostra um pouco dessa realidade, onde existem gabinetes de apoio, sempre que solicitados. Sou a favor que as crianças devam ser ensinadas desde cedo que na vida nem tudo "é um mar de rosas", existem dificuldades com as quais nos deparamos todos os dias, como em casa, na escola, na rua, e que tem de ser ultrapassadas.

     Cabe-nos a nós, pais, e à escola ajudar, mostrar, conversar e, essencialmente, apoia-los e ouvi-los e mostrar-lhes qual o melhor caminho a percorrer. As crianças tem de perceber que para serem ouvidas tem de saber ouvir e respeitar quem os rodeia para serem respeitados.

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Laura Chagas's comment, December 5, 2011 11:13 AM
Muito bem, boa reflexão!
Procure, no entanto, reler o texto, rever a pontuação e evitar as repetições de alguns termos.