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A PAPISA JOANA

A PAPISA JOANA | PedagogicaMente | Scoop.it

Um dos romances mais envolventes que eu li recentemente, a história da papisa Joana, real ou imaginária, surpreende com um desenrolar tranquilo, ao mesmo tempo que emocionante. Nos leva a vivenciar o tratamento dado à mulher nos primórdios da história e nos leva a questionar: o que mais a "igreja" ocultou entre as muralhas que a separam do mundo real? Aconselho a leitura.

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CBN – Mílton Jung » Por que falar é viver » Arquivo

CBN – Mílton Jung » Por que falar é viver » Arquivo | PedagogicaMente | Scoop.it
Blog do Mílton Jung...
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Estratégias de Leitura

Estratégias de Leitura | PedagogicaMente | Scoop.it


“Ler e não entender é chaga que afeta até a elite bem formada do país......” (Adriana Natali)
O Indicador de Alfabetismo Funcional 2011-2012 mostra que só 1 em cada 3 brasileiros com ensino médio completo é de fato alfabetizado e 2 em cada 5 com formação superior têm nível de leitura insuficiente. Parcela significativa da população (38%) simplesmente não entendem o que leem.
A pesquisa mostra também que só 1 entre 4 brasileiros é realmente alfabetizada, patamar igual ao de 2002. O Brasil alcançou alguns progressos no nível básico da alfabetização, mas não nos níveis mais altos. E esse é o desafio brasileiro para a próxima década. Porque esses resultados vêm trazendo uma influência muito negativa na graduação e na pós-graduação, que tenta tapar os buracos de formação das etapas anteriores.
Os quatro níveis de alfabetização:
Analfabeto: não conseguem realizar tarefas simples que envolvem a leitura de palavras e frases, ainda que consiga ler dados como telefone, endereço, etc.;
Nível rudimentar de leitura: localiza uma informação explícita em textos curtos e familiares (anúncio, bilhete);
Alfabetização funcional (nível básico de leitura): lê e compreende textos de média extensão, localiza informações mesmo que seja preciso fazer pequenas inferências;
Nível pleno de leitura: lê textos mais longos, analisando e relacionando suas partes, compara e avalia informações, distingue fato de opinião, faz inferências e sínteses.
Para ajudar nosso alunos a atribuírem mais significação ao que lêem, precisamos investir no ensino da leitura para além da superfície do texto e na escrita com adequação. Muitos alunos chegam ao ensino fundamental II sem ultrapassar a fase de decodificação de símbolos e não usam estratégias para compreensão do que lêem.
Temos que levar para a sala de aula, o hábito de:
• Ler e checar o que se entendeu;
• Fazer perguntas sobre o texto;
• Ler novamente quando o texto deixa de ser entendido;
• Destacar as idéias principais;
• Repetir o que foi lido usando suas próprias palavras;
• Grifar termos desconhecidos.
Com essas estratégias, o leitor passa a “controlar”, dando-se conta de quando a leitura deixa de ter um significado e “regular” sua leitura, reparando o problema, pois ele saberá como agir diante de uma situação-problema.
Para ajudar o aluno a encontrar o tema central:
• Treinar a capacidade de detectar o tema que está por trás de um texto;
• Transformar o tema proposto em uma pergunta explícita que deve nortear a interpretação (do que o texto trata?);
• Analisar a direção imposta pelo texto;
• Ignorar outras questões que remetam a questões não abordadas;
• Dividir as unidades de significado do enunciado e interpretá-las uma a uma;
• Discernir qual é o centro da questão apresentada.
Para ajudar o aluno a entender os enunciados:
• Grifar as palavras com maior carga de significado no enunciado. Muitas vezes o tema se encontra implícito numa frase;
• Reelaborar mentalmente o enunciado, criando outras versões possíveis de dizer a mesma coisa;
• Procurar informações no enunciado que revelem uma perspectiva particular sobre o tema;
• Trocar palavras complexas por equivalentes mais familiares;
• Buscar conhecer os vínculos internos na sequência de frases/encadeamento das frases;
• Aumentar o repertório de palavras e temas, lendo textos de apoio.

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Isabel Solé

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ISABEL SOLÉ

Espanhola, professora do departamento de Psicologia Evolutiva e da Educação na Universidade de Barcelona, na Espanha, reside em Barcelona.
Para esta especialista, o professor tem o papel de ajudar na formação de leitores autonomos ao apresentar e praticar as ações fundamentais para a interpretação. (revistaescola)

Disponibilidade para a aprendizagem e sentido da aprendizagem (Isabel Solé)

A aprendizagem é motivada por um interesse, uma necessidade de saber. Mas o que determina esse interesse, essa necessidade? Não é possível elaborar uma única resposta a essa questão. No entanto, um bom caminho a seguir é compreender que além dos aspectos cognitivos, a aprendizagem envolve aspectos afetivo-relacionais. Ao construir os significados pessoais sobre a realidade, constrói-se também o conceito que se tem de você mesmo (autoconceito) e a estima que se professa (autoestima), características relacionadas ao equilíbrio pessoal. O autoconceito e a auto-estima influenciam a forma como o aluno constrói sua relação com os outros e com o conhecimento; reconhecer essa dimensão afetivo-relacional é imprescindível ao processo educativo.
Segundo Solé (1998), para que uma pessoa se envolva em qualquer atividade de leitura, é necessário que ela sinta que é capaz de ler, de compreender o texto tanto de forma autônoma, como apoiada em leitores mais experientes. Enfatiza que a leitura de verdade é "aquela que realizamos os leitores experientes e que nos motiva, é a leitura na qual temos controle: relendo, parando para saboreá-la ou para refletir".

fonte:http://pedagogoscom.blogspot.com.br/2011/11/isabel-sole.html

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Eu li!

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Claraboia, romance de José Saramago que narra o dia a dia dos moradores de um modesto prédio de apartamentos em Lisboa. Apesar de ter sido escrito em 1953, o livro permaneceu inédito até este ano. Veja algumas fotos de Saramago na época em que escreveu o livro, junto com amigos e família.

Abaixo, um trecho do depoimento de Zeferino Coelho, amigo e editor de Saramago:

“Toda a gente sabe o que é uma claraboia, não é? Existe em muitos prédios que têm uma escada interior de acesso aos andares, está no cimo da escada, no telhado, para iluminar essa escada. O José Saramago imagina um prédio que tem rés-do-chão [térreo] e dois andares ou três, cada andar está ocupado por uma família, as famílias são todas completamente diferentes e ele conta-nos a história de cada uma delas.”

“Tem até um personagem que, de alguma maneira, é o Saramago debatendo-se com os seus próprios problemas e, nomeadamente, com um problema que ele nunca resolveu, que é o do optimismo e do pessimismo: se a humanidade é recuperável ou não e que atitude deve cada um de nós tomar, sentirmo-nos responsáveis por aquilo que se passa à nossa volta e intervir, ou acharmos que não temos nada a ver com isso e afastarmo-nos de qualquer intervenção na sociedade.” (SIC Notícias)

fonte:http://www.blogdacompanhia.com.br/2011/11/claraboia-o-livro-perdido-de-jose-saramago/

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Ler é viajar através das palavras, dos sonhos e dos sentimentos.......

Ler é viajar através das palavras, dos sonhos e dos sentimentos....... | PedagogicaMente | Scoop.it

Goza a euforia do vôo do anjo perdido em ti
Não indagues se nossas estradas, tempo e vento
desabam no abismo
que sabes tu do fim ?
Se temes que o teu mistério seja uma noite,
enche-a de estrelas.
Conserva a ilusão de que o teu vôo te leva
sempre para o mais alto.
No deslumbramento da ascensão,
se pressentires que amanhã estarás mudo,
esgota, como um pássaro,
as canções que tens na garganta.
Canta, canta para conservar uma ilusão
de festa e vitória.
Talvez as canções adormeçam as feras
que esperam devorar o pássaro.
Desde que nasceste,
não és mais que um vôo no tempo.
Rumo aos céus ? O que importa a rota ?
Voa e canta,
enquanto resistirem as tuas asas.


Menotti del Pichia

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A sombra do vento

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“…poucas coisas marcam tanto um leitor como o primeiro livro que realmente abre caminho até ao seu coração. Aquelas primeiras imagens, o eco dessas palavras que julgamos ter deixado para trás, acompanham-nos toda a vida e esculpem um palácio na nossa memória ao qual, mais tarde ou mais cedo – não importa quantos livros leiamos, quantos mundos descubramos, tudo quanto aprendamos ou esqueçamos -, vamos regressar.”

- Carlos Ruiz Zafón in “A Sombra do Vento”

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A Paixão de Bastián

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As paixões humanas são um mistério, e com crianças acontece a mesma coisa que com os adultos. Aqueles que se deixam levar por elas não podem explicá-las, e os que não a viveram não podem compreendê-las. Alguns homens arriscam a vida para escalar uma montanha. Ninguém, nem mesmo eles, pode explicar por que o fazem. Outros se desgraçam para conquistar o coração de uma pessoa que não quer nada com eles. Outros se destroem por não saber resistir aos prazeres da mesa... ou da bebida. Alguns perdem tudo o que têm num jogo de azar ou sacrificam tudo a uma ideia fixa que jamais poderá realizar. Alguns acreditam que só poderão ser felizes em um lugar diferente e percorrem o mundo inteiro. E ainda outros não descansam até se tornarem poderosos. Em resumo, existem tantas paixões quanto seres humanos....

A paixão de Bastián Baltasar eram os livros.

Quem não tiver passado nunca tardes inteiras diante de um livro, com as orelhas ardendo e o cabelo caído no rosto, lendo e lendo, esquecido do mundo e sem perceber que estava com fome ou com frio...

Quem nunca tiver lido à luz de uma lanterna, embaixo das cobertas, porque papai, mamãe ou alguma pessoa solícita apagou a luz com o argumento bem intencionado de que tem de dormir, porque amanhã precisa levantar cedinho...

Quem nunca tiver chorado dissimuladamente lágrimas amargas porque uma história maravilhosa acabou e era preciso se despedir dos personagens com os quais tinha corrido tantas aventuras, que amava e admirava, pelo destino dos quais temera e rezara e sem cuja companhia a vida pareceria vazia e sem sentido....

Quem não conhecer tudo isso por experiência própria, provavelmente não poderá compreender o que Bastián fez então.

"La historia interminable, Madrid, Alfaguara, p.12-13)

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Neruda, o eterno Neruda.......

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Teu riso

Tira-me o pão, se quiseres,
tira-me o ar, mas não
me tires o teu riso.

Não me tires a rosa,
a lança que desfolhas,
a água que de súbito
brota da tua alegria,
a repentina onda
de prata que em ti nasce.

A minha luta é dura e regresso
com os olhos cansados
às vezes por ver
que a terra não muda,
mas ao entrar teu riso
sobe ao céu a procurar-me
e abre-me todas
as portas da vida.

Meu amor, nos momentos
mais escuros solta
o teu riso e se de súbito
vires que o meu sangue mancha
as pedras da rua,
ri, porque o teu riso
será para as minhas mãos
como uma espada fresca.

À beira do mar, no outono,
teu riso deve erguer
sua cascata de espuma,
e na primavera , amor,
quero teu riso como
a flor que esperava,
a flor azul, a rosa
da minha pátria sonora.

Ri-te da noite,
do dia, da lua,
ri-te das ruas
tortas da ilha,
ri-te deste grosseiro
rapaz que te ama,
mas quando abro
os olhos e os fecho,
quando meus passos vão,
quando voltam meus passos,
nega-me o pão, o ar,
a luz, a primavera,
mas nunca o teu riso,
porque então morreria.
Um dos mais delicados poemas de amor desse incomparável poeta chileno. Experimente ler para seus alunos, professor e leve-os a construir a compreensão do que os adultos chamam de "amor".

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Ler para aprender

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Vamos ler!Essa é a grande sacada. Mas não basta ler sem compreender. Ler não é apenas decodificar palavras. Ler vai além das linhas, passa pelas entrelinhas e emerge para além das linhas.

E uma leitura direcionada por objetivos claros e precisos torna a atividade muito mais prazerosa e significativa.

Portanto, professores, incentivem a leitura de seus alunos. Ensinem a leitura como um "conteúdo" a ser desenvolvido. Vamos ajudar nossas crianças aprender a construir uma significação para cada texto.

Só assim elas sentirão prazer em ler.

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