Midias digitais em sala de aula
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Students Master Digital Media Skills Teaching Tech to Older Adults | Edutopia

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Digital media instructor Daphne Bradford turned an after-school technology enrichment program into a valuable lesson for retired community members. (Great example of progressive, hands-on #learning!

Via Brandon Haas
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Apps for Global Mobile Learning

Computers and, later, Web 2.0 have changed the way young people learn. Now apps are set to do the same. My colleagues Heather Singmaster and Honor Mormon have been investigating apps to help teach for global competence.


Via Brandon Haas
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Escola do Rio é uma das mais inovadoras do mundo

Escola do Rio é uma das mais inovadoras do mundo | Midias digitais em sala de aula | Scoop.it

Após três anos de estudo, os estudantes se formam com um diploma de ensino médio integrado ao profissionalizante

O Núcleo Avançado em Educação (Nave), um programa integrado do Colégio Estadual José Leite Lopes, na Tijuca, na zona norte da cidade, que usa tecnologia da informação e comunicação no ensino dos alunos, foi reconhecido oficialmente pela empresa Microsoft como umas das 33 instituições de ensino mais inovadoras do mundo.

A iniciativa ocorreu na manhã de hoje (14) no auditório da unidade pública de ensino. O programa é uma parceria entre a Secretaria Estadual de Educação e o Instituto Oi Futuro.

Fundado em maio de 2008, o colégio tem como objetivo preparar os jovens para atuar nos segmentos de internet, celular, jogos eletrônicos e TV digital.

Após três anos de estudo, os estudantes se formam com um diploma de ensino médio integrado ao profissionalizante. De acordo com a diretora do Nave, Ana Paula Bessa, o colégio funciona de modo integral e integrado.

“Integral porque os alunos estudam das 7h às 17h, e integrado a três cursos técnicos, que são roteiro para mídias digitais, multimídia e programação de jogos. Esses cursos formam uma cadeia produtiva, pensando nesses jovens em um mercado de trabalho que busca por pessoas capacitadas nessas áreas. Eu não posso ter uma escola que não seja atrativa para mantê-los 10 horas por dia na instituição, cursando 22 disciplinas. Isso faz com nós pensemos em novas metodologias, maneiras de abordagem e conceito”, disse a professora.


Via Luciano Sathler
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Programas de rádio ajudam jovens a aprender sobre ciência

O uso de recursos tecnológicos e de entretenimento também pode ser um enorme aliado para motivar jovens nos estudos, principalmente aqueles que vivem em áreas mais pobres, como favelas da região metropolitana do Rio – onde o índice de evasão escolar é maior. O projeto Difusão e popularização da ciência e tecnologia através de mídias digitais contextualizadas para a inclusão sócio-produtiva de adolescentes pobres da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, coordenado pela professora Gilda Helena Bernardino de Campos, da Coordenação Central de Educação à Distância (CCEAD), da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), criou, há cerca de dois anos, uma série de programas de rádio que abordam temas na área de ciência e tecnologia, comuns ao cotidiano destes jovens, como a questão do lixo urbano, poluição atmosférica, alimentos mais saudáveis, reciclagem de embalagens e conservação de alimentos, entre outros. Reunido em uma rede social na internet, voltada para uso exclusivo de professores, esse material vem sendo disponibilizado nos telefones celulares de adolescentes que fazem parte dos Cursos Comunitários Pré-Técnicos (CCPTs). Aulas preparatórias gratuitas para escolas técnicas e profissionalizantes, esses cursos em geral são ministrados por professores voluntários, em espaços cedidos por instituições religiosas ou associações de moradores das comunidades. A iniciativa conta com auxílio da FAPERJ através do edital Apoio à Difusão e Popularização da Ciência no Estado do Rio de Janeiro.

Gilda ressalta que, como esses cursos acontecem aos finais de semana, é extremamente importante usar metodologias de ensino que motivem os alunos a participar. "Na CCEAD, já disponibilizamos vídeos e matérias voltados para a temática de C&T, mas ainda não tínhamos desenvolvido um modo de torná-los mais atraentes para difundi-los em espaços comunitários", explica. Foi então que, em conjunto com o professor José Carmelo, do Departamento de Educação da PUC, conhecido por sua experiência com CCPTs, e com a pedagoga Cileia Fioroti, da mesma universidade e que também já vem trabalhando com classes comunitárias, ao lado de Carmelo, o projeto foi elaborado. "Cileia passou a me ajudar fazendo contato com as equipes nas favelas", acrescenta.


Via Luciano Sathler
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Escolas de BH abandonam velho laboratório de informática para aula interativa

Escolas de BH abandonam velho laboratório de informática para aula interativa | Midias digitais em sala de aula | Scoop.it

A imagem daquele laboratório de informática tradicional, com cadeiras enfileiradas e utilizado para atividades consideradas pelos próprios alunos obsoletas, começa a entrar em uma nova fase. Dessa vez, privilegiando o dinamismo e a interatividade com as disciplinas tradicionais.
O computador da escola ganha a companhia de tablets, smartphones e câmeras para auxiliar no aprendizado tanto da informática quanto do português, matemática, geografia e outros conteúdos.
Essa já é a realidade de 2.500 estudantes do Colégio Padre Eustáquio, unidade de ensino que leva o nome do bairro, na região Noroeste da capital mineira. Há pelo menos cinco anos, as aulas são ministradas de forma interativa. “O cronograma pedagógico é elaborado por meio do uso das novas mídias. Nosso objetivo é trazer essa conectividade para o aprendizado”, explicou a coordenadora de tecnologia educacional, Maria Esperança de Paula.
Da educação infantil até o preparativo para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os estudantes são estimulados a compartilhar o conhecimento. Noções de linguagem, raciocínio lógico e da própria informática são alguns dos trabalhos desenvolvidos.
“O aprendizado não se limita a sala de aula, vai além. Aproxima o estudante de sua realidade e desperta o olhar crítico. Isso faz com que as aulas se tornem estimulantes e o aprendizado mais leve”, frisou a supervisora pedagógica, Cristiane de Morais Dias Duarte.
Vídeo, fotos, blogs e jogos digitais são alguns dos produtos desenvolvidos e produzidos pelos próprios estudantes. “É bom aprender com ferramentas que já dominamos. As aulas ficam mais dinâmicas e leves”, diz Alexandre Eustáquio Leopoldino Jorge, de 16 anos, aluno do 2º ano do ensino médio.
Na rede municipal de educação, em Belo Horizonte, a junção de disciplinas e laboratório de informática existe desde 2005. Dos 165 mil alunos, 160 mil utilizam a rede nas aulas regulares e em projetos nas unidades de tempo integral.


Via Luciano Sathler
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New Study: Digital Media use among young children | Generation Next

New Study: Digital Media use among young children | Generation Next | Midias digitais em sala de aula | Scoop.it

A new study in the US by Common Sense Media Research has documented the use of digital media among young children. The startling results; toddlers today spend twice as much time in front of a screen as they do looking ...


Via Brandon Haas
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Game-Based Learning to Teach and Assess 21st Century Skills

Game-Based Learning, and particularly serious games that teach content, are fast becoming utilized in the classroom. Frequent success stories are appearing, from Minecraft in the elementary classroom to games that teach civics. There is curriculum that pairs World of Warcraft with language arts standards, and many other variations where the gaming focus is on content. What about 21st century skills? Yes, games can be used to teach and assess 21st century skills!


Via Brandon Haas
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Sala de aula invertida tem aula em casa e tema na escola

Um dos pioneiros da sala de aula invertida (ou flipped classroom, em inglês) é Jon Bergmann. Após dar aulas de ciências por 24 anos, para middle e high school (o equivalente aos últimos anos do ensino fundamental e ensino médio), tornou-se chefe em tecnologia de uma escola em Chicago. Atualmente, ele é referência quando se fala no método e mantém uma ONG, junto a outros professores, que promove recursos e pesquisas sobre o assunto.

Ele explica que viu o método funcionar em diversas áreas de ensino, de grandes universidades como Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e Harvard a educação infantil. “No começo, achei que era melhor para disciplinas como matemática e ciências. Mas agora vejo exemplos de professores de artes, que mostram as técnicas através de vídeos, e depois realizam exercícios práticos em sala de aula. Até Educação Física já vi acontecer”, conta.

Sobre as motivações para criação da proposta de utilizar as possibilidades das mídias digitais em sala de aula, ele afirma que, desde o começo, buscavam o melhor para os estudantes. “Os alunos passaram a participar ativamente em sala de aula e aplicando seus estudos. Vimos resultados em que os alunos estudam mais, vão melhor nas provas e os professores estão mais satisfeitos. Faz sentido”, define.


Via Luciano Sathler
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Sala de aula digital

Sala de aula digital | Midias digitais em sala de aula | Scoop.it

A internet está crescendo cada vez mais em popularidade, inclusive no meio educacional. O problema na utilização da World Wide Web no ensino, no entanto, tem sido a falta de um propósito definido. Não são raros os casos em que professores pouco planejam como será usada a internet: quais sites serão acessados, quais são as buscas a serem realizadas pelos alunos e quais materiais (fotos, vídeos ou textos) serão utilizados durante os estudos.

Uma plataforma que já existe há alguns anos e que pode auxiliar bastante o professor a planejar os procedimentos referentes à internet são os chamados ambientes virtuais de aprendizagem (AVA). São sistemas computacionais disponíveis na rede mundial de computadores que permitem que os professores integrem múltiplas mídias, linguagens e recursos, apresentando essas informações de maneira organizada, desenvolvendo interações entre pessoas e objetos de conhecimento, elaborando e socializando produções, tendo em vista a meta de atingir determinados objetivos. Segundo a professora Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida, pesquisadora e coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Educação: Currículo da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), “os recursos dos ambientes digitais de aprendizagem são basicamente os mesmos existentes na internet (correio eletrônico, fórum, bate-papo, conferência, banco de recursos, etc.), [mas] com a vantagem de propiciar a gestão da informação segundo critérios pré-estabelecidos de organização definidos de acordo com as características de cada software”.

Os espaços virtuais de aprendizagem podem ser utilizados tanto na educação a distância (EaD) como em forma de suporte para as aulas presenciais, pois, de acordo com Maria Elizabeth, eles permitem a expansão das interações entre educador e educando para além dos encontros face a face. Uma característica forte dos AVA é a possibilidade de evitar a dispersão durante as aulas na internet, uma vez que “os recursos das TICs [Tecnologias de Informação e Comunicação] podem ser empregados para controlar os caminhos percorridos pelo aprendiz, automatizar o fornecimento de respostas às suas atividades e o feedback em relação ao seu desempenho”, afirma a professora da PUC-SP.

Maria Elizabeth também destaca que o professor que deseja fazer uso dos ambientes virtuais de aprendizagem deve mudar sua postura. “Ensinar em ambientes digitais e interativos significa organizar situações de aprendizagem, planejar e propor atividades; disponibilizar materiais de apoio com o uso de múltiplas mídias e linguagens; ter um professor que atua como mediador e orientador do aluno, procurando identificar suas representações de pensamento; fornecer informações relevantes, incentivar a busca de distintas fontes de informações e a realização de experimentações; provocar a reflexão sobre processos e produtos; favorecer a formalização de conceitos; propiciar a interaprendizagem e a aprendizagem significativa do aluno”, relata a pesquisadora.


Via Luciano Sathler
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