Mapeamento participativo
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Mapeamento participativo
Repositório de notícias sobre Mapeamento participativo e cartografia social no Brasil e ao redor do mundo
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O mapeamento participativo como metodologia de análise do território [SILVA; VERBICARO, 2016]

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O mapeamento participativo como metodologia de análise do território
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SILVA, C.; VERBICARO, C. O mapeamento participativo como metodologia de análise do território. Scientia Plena, v. 12, n. 6, 2016. https://www.scientiaplena.org.br/sp/article/view/3140/1486
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Mapeamento Ambiental Participativo: história e desafios no Estado de São Paulo

Mapeamento Ambiental Participativo: história e desafios no Estado de São Paulo | Mapeamento participativo | Scoop.it
Blog sobre geografia, demografia, análise espacial, estudos populacionais, viagens, mapas e outras cositas más. Criado por Ricardo Dagnino
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Saiu a segunda edição revista e ampliada do livro "Estudos Ambientais Aplicados em Bacias Hidrográficas" organizado por Leonice Seolin Dias e Sandra Medina Benini que contém um capítulo escrito por mim juntamente com meu mestre e amigo Salvador Carpi Jr. 

O download do livro pode ser feito em http://bit.ly/Livro_Bacias; ou diretamente em http://bit.ly/Livro_BaciasPDF

Neste capítulo nós revisamos o nosso trabalho sobre Mapeamento Ambiental Participativo, que havia sido publicado na primeira edição (DAGNINO e CARPI JUNIOR, 2014), contando um pouco da história de seu desenvolvimento no Estado de São Paulo e os desafios enfrentados. O capítulo é dedicado ao Professor Oswaldo Sevá Filho com quem aprendemos tanto.
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Mapeamento Participativo FLONA Tefé - Amazonas [SILVA e SUERTEGARAY, 2013]

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SILVA, Franciele Pedroso; SUERTEGARAY, Dirce Maria Antunes. Cartografia Social em Comunidades Ribeirinhas: FLONA de Tefé – AM. Salão de Iniciação Científica (25. : 2013 out. 21-25 : UFRGS, Porto Alegre, RS). http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/91171
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Mapeamento social da arte das garrafas de areia colorida em Majorlândia, Ceará (FERREIRA, 2014)

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Fonte: FERREIRA, Tatiana de Sá Freire. Da paisagem ao território: a arte das garrafas de areia colorida e experiências de mapeamento social em Majorlândia/CE. Dissertação (Mestrado em Geografia). Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto   de Geografia, Rio de Janeiro, 2014.  111 p.

 

RESUMO A presente dissertação versa sobre a utilização de ferramentas de mapeamento social na pesquisa em geografia, em trabalho de campo, realizado com a participação de grupos de artesãos que trabalham com garrafas de areia colorida na praia de Majorlândia/CE. Localizada na região turística de Canoa Quebrada, a vila abriga uma tradição de fazer artesanal que remonta há seis décadas. A técnica de preencher garrafas de vidro transparente com areias coloridas de granulometria muito fina envolve a extração, a preparação, a arte das garrafas e a comercialização dos objetos, que constitui a principal fonte de renda de cerca de trinta famílias. Laços de parentesco e amizade envolvem as famílias que se dedicam ao trabalho com as garrafas de areia. A pesquisa utilizou-se de técnicas de mapeamento social, aplicadas com um viés etnográfico, valorizando o conhecimento espacial tradicional privilegiando a atuação dos agentes sociais como autores de seus próprios mapas. Nos processos de mapeamento social foram utilizadas três diferentes metodologias e os distintos experimentos apontaram para a existência de marcadores sociais do espaço compartilhados, ou seja, para uma convergência nas referências espaciais apresentadas por aqueles que produzem e vendem garrafas de areia colorida. Os processos de mapeamento social revelaram, também, conflitos internos e cisões entre os que estiveram envolvidos nas experiências. Possibilitaram a elaboração de uma historia comum vinculada à produção das garrafas, ao registro da paisagem e ao controle do acesso às jazidas de areia, como parte de seu território. A pesquisa indicou que o uso de metodologias de mapeamento participativas favoreceu o compartilhar do conhecimento espacial tradicional, das tensões e interesses que permeiam o grupo de artesãos. O processo de mapeamento poderá vir a fortalecer a preservação da paisagem retratada pelos artesãos e a luta pela garantia de acesso aos recursos ambientais e assim o reconhecimento de seu território.

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Fórum de Juventudes do Rio de Janeiro aplicou cartografia social em mais de 10 territórios

Fórum de Juventudes do Rio de Janeiro aplicou cartografia social em mais de 10 territórios | Mapeamento participativo | Scoop.it
Fórum de Juventudes do Rio de Janeiro aplicou cartografia social em mais de 10 territórios “Cartografia social” é um nome difícil para uma atividade simples. Cartografia significa criar mapas. Uma ...
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Fonte: Grupo lança relatório sobre impactos das UPPs. O Cidadão, 5 de setembro de 2015.  http://jornalocidadao.net/?p=1198

 

Trechos: 

 

"'Cartografia social' é um nome difícil para uma atividade simples. Cartografia significa criar mapas. Uma cartografia social é um tipo de mapa de um território com legendas e símbolos criados por quem mora e convive ali. Ele é completamente original, referente somente àquela área. Quem faz uma cartografia social pode marcar, por exemplo, a rua onde se tem o ponto de moto-táxi, ou acúmulo de lixo, um posto de polícia ou até um lugar que tenha uma história marcante para quem vive ali. Esse tipo de mapa não marca, necessariamente, os limites de ruas, esquinas e becos dali, mas os códigos internos. As narrativas e depoimentos dos participantes também constroem o material. Por isso, a cartografia social diz mais sobre um lugar do que qualquer mapa nos padrões da geografia."

 

"Um grupo chamado Fórum de Juventudes do Rio de Janeiro, criado em 2003, aplicou a cartografia social com jovens de 15 a 29 anos de várias regiões do Rio de Janeiro: Maré, Alemão, Manguinhos, Rocinha, Vidigal, Providência, Campo Grande, Vila Kennedy, Santa Marta, Acari, Santo Cristo (em Niterói) e cidades da Baixada Fluminense. Participaram 153 jovens, sendo 57% homens e 43% mulheres. Quase dois terços eram pretas(os) ou pardas(os) e um terço brancas(os). O Fórum é composto por vários coletivos que lutam contra a desigualdade social na cidade e abordam a questão da ação policial nas favelas. Era exatamente esse o foco da cartografia aplicada: o impacto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). Além da confecção da cartografia, faziam parte da intervenção uma oficina de direito à cidade e uma de racismo institucional."

 

 

=-=-

 

Este trabalho faz parte do projeto “Militarização das Favelas: Impactos na Vida dos Jovens Negros e Negras” (http://www.canalibase.org.br/militarizacao-retira-direitos/)

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Revista Brasileira de Ciência do Solo - Percepções Locais Sobre os Solos e seu Uso no Município de Gravataí, RS

Revista Brasileira de Ciência do Solo - Percepções Locais Sobre os Solos e seu Uso no Município de Gravataí, RS | Mapeamento participativo | Scoop.it
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Interessante artigo publicado na Revista Brasileira de Ciência do Solo sobre etnopedologia, mapeamento participativo do solo realizado em Gravataí, no Rio Grande do Sul.

 

Trecho:

 

"Nos contatos realizados, procurou-se ressaltar o enfoque participativo, em que as percepções do produtor sobre os temas tratados são conteúdo essencial para o desenvolvimento do trabalho. As visitas eram iniciadas com uma entrevista semiestruturada (Chambers, 1992). A entrevista teve, como principais itens, a história da família e das UP, as atividades exercidas ao longo do tempo e as principais mudanças, as formas atuais de uso e manejo do solo e a avaliação sobre as características das glebas utilizadas mais intensivamente nas atividades agrícolas, formando assim o resgate histórico da família e uma linha de tempo das UP."

 

"Após a entrevista, era apresentada uma imagem aproximada da propriedade - uma imagem de satélite adquirida no Google Earth (S10 NOAA) e impressa em folha A3 (420 × 297 mm) - apresentando o contorno aproximado dos limites das UP. Essa técnica é conhecida como “mapeamento participativo” (Chambers, 1992; Barrios e Trejo, 2003), em que o produtor explica as delimitações das UP e esboça as principais glebas e a diversidade da propriedade. A imagem é constantemente assinalada, recebendo legendas e identificações para estudo posterior."

 

Referência:

 

Barrios E, Trejo MT. Implications of local soil knowledge for integrated soil management in Latin America. Geoderma. 2003;111:217-31.

 

CHAMBERS, R. Rural Appraisal: rapid, relaxed and participatory. IDS Discussion Papers, n. 311, Institute of Development Studies, 1992. 68 p. Disponível em: http://goo.gl/HO5kLZ . Acesso em 30 de jun. 2014.

 

 

Fonte:

 

FINATO, Tatiana et al . Percepções Locais Sobre os Solos e seu Uso no Município de Gravataí, RS. Rev. Bras. Ciênc. Solo,  Viçosa ,  v. 39, n. 3, p. 915-923, jun.  2015 .   Disponível em: http://ref.scielo.org/82wqr6

Acesso em  11  ago.  2015. 

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Etnomapeamento e mapas mentais - Pataxós, Bahia [LOBÃO, 2014]

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LOBÃO, Ronaldo. Múltiplos significados para um condicionante etnoambiental: a ressignificação do próprio estudo. Revista Antropolítica, n. 37, p. 371-399, Niterói, 2. sem. 2014. 

 

"Neste artigo descrevo e posiciono teoricamente a atuação de uma equipe multidisciplinar em um Estudo de Componente Indígena (ECI) decorrente de uma condicionante interposta pela Fundação Nacional do Índio (FUNAI) à Licença de Instalação do Gasoduto Cacimbas (ES) – Catu (BA)."

 

"A área de estudo correspondeu à interface entre os limites identificados para a Terra Indígena Pataxó de Barra Velha do Monte Pascoal e o empreendimento da Petrobrás no trecho no município de Itamaraju (BA)."

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Curso de Cartografia Social - III Edição

Curso de Cartografia Social - III Edição | Mapeamento participativo | Scoop.it
Compartilhamento de informações sobre Saúde Mental
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Curso de Cartografia Social ministrado pelo Grupo Walden


http://www.grupowalden.com/#!cartografia-social/cajy


"Cartografia Social (CS) pode ser descrita como uma metodologia de intervenção em grupo. Comumente conhecida e utilizada em grupos em situação de vulnerabilidade, a CS consiste em um modelo de (re) conhecimento do território por seus integrantes por meio do empoderamento do ato de descrever. Por consistir em uma ferramenta poderosa de promoção de mobilização social, o Grupo Walden lhe convida a pensar sobre suas interfaces com a saúde. No curso teremos contato com os pressupostos teóricos, conceitos, modalidades e exemplos de casos."

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La Cartografía Social, una herramienta para la socialización de proyectos ambientales [CORREA; DE LA CRUZ, 2014]

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Referencias:

 

CORREA, Adriana; DE LA CRUZ, Pablo. La Cartografía Social, una herramienta para la socialización de proyectos ambientales en comunidades campesinas. El arrendajo escarlata. Revista del Ministerio de Ambiente y Desarrollo Sostenible, para la transferencia social del conocimiento 12/2014; 5(3):44-53. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/269692026_La_Cartografa_Social_una_herramienta_para_la_socializacin_de_proyectos_ambientales_en_comunidades_campesinas. Acesso em 21 jan. 2015.

 

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História, desafios e perspectivas do mapeamento ambiental participativo [DAGNINO e CARPI JUNIOR, 2014]

História, desafios e perspectivas do mapeamento ambiental participativo [DAGNINO e CARPI JUNIOR, 2014] | Mapeamento participativo | Scoop.it
 Este livro, composto de oito capítulos, tem como objetivo principal auxiliar os interessados no assunto de Bacias Hidrográficas, que pretendem aprofundar seus conhecimentos sobre o tema atual de suma importância.Nos últimos anos, tem-se constatado acentuada ocorrência de estudos sobre o assunto, pois as regiões das bacias vêm sofrendo enormes alterações provocadas pelas atividades humanas, pela conversão das paisagens naturais para outros usos da terra, como, por exemplo, áreas de cultivo de cana-de-açúcar.Ao abordar o tema “água”, espera-se que seja útil para a comunidade acadêmica, bem como para os profissionais envolvidos no manejo dos recursos naturais renováveis, como os recursos hídricos. Além disso, deseja-se que a sociedade possa ser levada ao exercício da cidadania, refletindo quanto ao uso e gestão dos recursos hídricos, na expectativa do desenvolvimento e consumo sustentável.Os capítulos deste livro compreendem a relevância dos estudos ambientais em Bacias Hidrográficas, e foram elaborados, em sua maioria, por conceituados professores e alunos de Pós-Graduação de quatro universidades: da Universidade do Estado do Amazonas, da Universidade de Maringá, da Universidade de Campinas e da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" - Câmpus de Rio Claro e Presidente Prudente. Estes estudos não podem ser desprezados, pois são importantes para estimular explicações sobre questões que envolvem nosso o dia-a-dia, notadamente o uso da água.Portanto, espera-se que os vários capítulos deste livro correspondam a mais uma ferramenta de leitura que possa auxiliar os grupos de pessoas que se dedicam ou se interessam em aprender sobre as bacias hidrográficas, buscando especialmente a disseminação da conscientização ambiental: um desafio!
Ricardo Dagnino's insight:

Capítulo: DAGNINO, R.; CARPI JUNIOR, S. História, desafios e perspectivas do mapeamento ambiental participativo no estado de São Paulo. In: DIAS, Leonice Seolin; BENINI, Sandra. (Org.). Estudos ambientais aplicados em bacias hidrográficas. 1ed.Tupã: ANAP, 2014, v. , p. 13-28. http://books.google.com.br/books?id=0ci6BQAAQBAJ

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Engaged Archaeology: Participatory mapping with the indigenous people [DUIN et al., 2014]

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DUIN, Renzo; ALUPKI, Tasikale; TOINAIKE, Kilian; OPOYA, Aimawale. Engaged Archaeology: Participatory mapping with the indigenous people of the upper Maroni river basin, Northern Amazonia. Amazôn., Rev. Antropol. 6 (2): 332-357, 2014.

http://www.periodicos.ufpa.br/index.php/amazonica/article/viewFile/1872/2264


ARQUEOLOGIA ENGAJADA: MAPEAMENTO PARTICIPATÓRIO COM OS POVOS INDÍGENAS DA BACIA DO ALTO RIO MARONI, NORTE DA AMAZÔNIA

Resumo

Novas perspectivas sobre as paisagens sociopolíticas de culturas de flo-restas tropicais do passado têm surgido nos últimos vinte anos na arque-ologia amazônica. A evolução das relações entre arqueólogos e povos indígenas da Amazônia, bem como a integração da prática arqueológica com o conhecimento dos povos indígenas da região, levou recentemen-te a descobertas científicas surpreendentes na Amazônia. O presente artigo é um relato de pesquisa sobre um projeto de mapeamento par-ticipativo em curso, destacando a tradição emergente de arqueólogos que se envolvem com os povos indígenas. Especificamente, este projeto de mapeamento participativo é parte de um processo recente de com-partilhamento das agendas de pesquisa de antropólogo/arqueólogo e os povos indígenas amazônicos das terras altas das Guianas (Suriname, Guiana Francesa e Brasil). Ao longo deste artigo, o desafiador potencial de pesquisa interdisciplinar e de multi-escala em processos sociopolíti-cos historicamente situados está em primeiro plano. No entanto, esta relação emergente entre povos indígenas amazônicos e um crescente número de arqueólogos envolvidos está em estágios iniciais.

Palavras-chave: Arqueologias indígenas, arqueologia histórica, mapeamento participativo.

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Mapeamento participativo sobre os solos em Gravataí, RS [Nascimento et al., 2014]

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NASCIMENTO, P.; FINATO, T.; CAETANO, L.; FEDRIZZI, T. Percepções locais sobre os solos em Gravataí, RS. 31º Seminário de Extensão Universitária da Região Sul. 2014. Disponível em: <http://goo.gl/lgdC2P>. Acesso em 30 de jun. 2014.

 

Trecho selecionado de Nascimento et al. (2014, p. 2-3):

"Após a entrevista era apresentada uma imagem aproximada da UP- uma imagem de satélite adquirida no google earth (S10 NOAA) e impressa em folha A3 (420mm X 297mm) sendo que, até este momento, não se sabia ao certo os limites da UP. Esta técnica é conhecida como "mapeamento participativo" (CHAMBERS, 1992; BARRIOS e TREJO, 2003), onde o produtor explica as delimitações da UP e esboça as principais glebas e diversidades da propriedade. A imagem é constantemente assinalada recebendo legendas e identificações para estudo posterior."

Textos citados no trecho selecionado:

BARRIOS, E.; TREJO, M. Implications of local soil knowledge for integrated soil management in Latin America. Geoderma, n. 111, 2003, p. 217-231. Disponível em: http://goo.gl/IX5X7J. Acesso em 30 de jun. 2014.

CHAMBERS, R. Rural Appraisal: rapid, relaxed and participatory. IDS Discussion Papers, n. 311, Institute of Development Studies, 1992. 68 p. Disponível em: http://goo.gl/HO5kLZ . Acesso em 30 de jun. 2014.

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Manual de mapeo 2013

Esta publicación es el resultado de un proceso de articulación colaborativa que comenzó hace más de cinco años cuando recién organizábamos los primeros talleres de mapeo. A través de ellos fuimos diagramando una práctica colectiva nutrida de las múltiples miradas, enfoques y variaciones que fue adquiriendo la experiencia. Este proceso fue registrado paulatinamente en las crónicas que escribimos al finalizar los talleres, donde intentamos plasmar y enfatizar los momentos y recursos clave que surgieron. Así, acompañamos la práctica con la reflexión y socialización del proceso, los cuales fueron compartidos en el sitio web y difundidos a través de las redes sociales.
Ricardo Dagnino's insight:

http://www.iconoclasistas.net/post/manual-de-mapeo-colectivo-en-pdf/

 

"Los mapas son representaciones ideológicas. La confección de mapas es uno de los principales instrumentos que el poder dominante ha utilizado históricamente para la apropiación utilitaria de los territorios. Este modo de operar supone no sólo una forma de ordenamiento territorial sino también la demarcación de nuevas fronteras para señalar los ocupamientos y planificar las estrategias de invasión, saqueo y apropiación de los bienes comunes. "

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A experiência de mapeamento participativo para a construção de uma alternativa cartográfica para a ESF [Goldstein et al, 2013]

A experiência de mapeamento participativo para a construção de uma alternativa cartográfica para a ESF [Goldstein et al, 2013] | Mapeamento participativo | Scoop.it
GOLDSTEIN, R. A. et al. A experiência de mapeamento participativo para a construção de uma alternativa cartográfica para a ESF. Ciência & saúde coletiva, Rio de Janeiro, v.18, n.1, p. 45-56, 2013. Disponível em: http://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/8627. Acesso em 14 de nov. 2016.
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Resumo: Os mapas e os procedimentos de mapeamento são ferramentas úteis para sistematização, interpretação e comunicação de resultados para a gestão e avaliação. Aplicados à Estratégia de Saúde da Família (ESF), estes mapas permitiriam a apropriação do território e o estabelecimento de vínculos entre este território, sua população e os serviços de saúde. Neste trabalho é estudada a utilização de mapas pela ESF em 17 municípios das regiões norte e nordeste do Brasil e é descrito o processo de delimitação e digitalização das áreas de atuação, com a participação das equipes. O levantamento realizado por questionários e a discussão em oficinas demonstraram que ainda persistem dificuldades de compatibilização de mapas (croquis) produzidos no nível local com mapas produzidos por outros setores de governo. Os mapas usados no nível local empregam, em geral, sintaxes próprias, o que impede a troca de informações com outros documentos cartográficos e sua plena utilização como instrumento de avaliação e gestão. A combinação de instrumentos de mapeamento participativo, associados às aplicações de Sistemas de Informações Geográficas (SIG), proposta neste trabalho, representa uma alternativa para o mapeamento do território de atuação das equipes da ESF, bem como a reflexão sobre o conceito de território e sua operacionalização pela ESF.

GOLDSTEIN, R. A. et al. A experiência de mapeamento participativo para a construção de uma alternativa cartográfica para a ESF. Ciência & saúde coletiva, Rio de Janeiro, v.18, n.1, p. 45-56, 2013. Disponível em: . Acesso em 14 de nov. 2016.
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Mapeamentos participativos: pressupostos, valores, instrumentos e perspectivas [Sydenstricker-Neto, 2008]

Mapeamentos participativos: pressupostos, valores, instrumentos e perspectivas [Sydenstricker-Neto, 2008] | Mapeamento participativo | Scoop.it

A Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais (RBEUR), uma publicação da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional (ANPUR). da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa e

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Artigo de de John Sydenstricker-Neto sobre Mapeamento participativo publicado na edição de novembro de 2008 da Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais (RBEUR), uma publicação da Associação Nacional de Pós-graduação e Pesquisa em Planejamento Urbano e Regional (ANPUR).
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Cartografia social urbana: impactos do desenvolvimento e da violência institucional na vida das mulheres moradoras do Caju e de Manguinhos / Rio de Janeiro [FASE, 2015]

Cartografia social urbana: impactos do desenvolvimento e da violência institucional na vida das mulheres moradoras do Caju e de Manguinhos / Rio de Janeiro [FASE, 2015] | Mapeamento participativo | Scoop.it
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FASE. Cartografia Social Urbana: impactos do desenvolvimento e da violência institucional na vida das mulheres moradoras do Caju e de Manguinhos / Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 2015. ISBN 978-85-86471-83-4.

 

http://fase.org.br/pt/acervo/biblioteca/cartografia-social-urbana-impactos-do-desenvolvimento-e-da-violencia-institucional-na-vida-das-mulheres-moradoras-do-caju-e-de-manguinhos-rio-de-janeiro/

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Instrumento orientador para consignar las memorias y reflexiones en la cartografía social (MEJÍA VÉLEZ, 2015)

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Fonte: MEJÍA VÉLEZ, Mónica. Percepciones de la Comunidad del Barrio Machado del Municipio de Copacabana - Valle de Aburrá (Antioquia) con Relación a la Explotación Minera y su Afectación al Recurso Hídrico en el Marco del Desarrollo Sostenible. Maestria en Desarrollo Sostenible y Medio Ambiente. Universidad de Manizales, Manizales (Colombia), 2015. 119 p. En: <http://ridum.umanizales.edu.co:8080/jspui/bitstream/6789/2266/1/Mejia_Velez_Monica_Patricia_2015.pdf>

 

[páginas 110-111]

 

Instrumento orientador para consignar las memorias y reflexiones de la elaboración de la cartografía social

 

1. Representen su territorio. Defina, pinte y anote los límites de “su mapa”.

 

2. Ubicar en el mapa las características productivas del territorio (Agricultura, ganadería, minería, turismo, servicios etc.; que caracterizan al sector y le dan identidad.

 

3. Identifique las condiciones ecológicas existentes.

 

4. ¿Cómo se utilizan los recursos naturales existentes?

 

5. ¿Qué actividades productivas se desarrollan en el territorio?

 

6. Identifique cuales son las afectaciones a los recursos naturales a causa de la actividad minera.

 

7. Identificar y situar en el mapa los principales problemas en el territorio a causa de prácticas mineras que dificultan su desarrollo (ambiental, social, económico).

 

8. Mencione acciones concretas que han sido implementadas y que han aportado tanto al adecuado uso, administración y recuperación del recurso hídrico.

 

9. Identificar los actores de la sociedad civil y autoridades ambientales que intervienen en la protección de los recursos naturales del contexto objeto de análisis.

 

10.Identificar los sectores de la región estudiada que se encuentran en alto riesgo a causa de los efectos de actividades de la minería?

 

11.Mencionar las alternativas que se han aplicado al contexto local para generar soluciones que reduzcan los impactos al medio ambiente.

 

12.Cuál es la gestión ambiental realizada para la práctica de la explotación de la minería responsable?

 

13.¿Qué riesgos y consecuencias identifica para la salud humana a causa de la actividad minera?

 

14.¿Qué compromisos se han podido establecer con los sectores industriales (Minero) alrededor de la conservación de los recursos naturales?

 

15.¿Cuál ha sido la participación de la administración pública frente a los controles y medidas para prevenir impactos ambientales por procesos de exploración y explotación minera en el sector? 

 

16.Identificar geográficamente los sectores donde se tiene en la actualidad permisos abalados por la autoridad competente para desarrollar actividades mineras en el sector.

 

17.Mencione las buenas prácticas de conservación y uso eficiente del agua que se adelantan en el sector por parte de la industria y la comunidad.

 

18.Identificar de qué manera se está contaminando el recurso hídrico.

 

19. Mencione propuestas para contrarrestar los impactos de la minería en el municipio de Copacabana.

 

20.¿Qué beneficios se identifican frente al desarrollo de la minería en el sector con relación a la generación de empleo y las garantías respecto al cumplimiento de compromisos de orden legal laboral y de salud ocupacional y seguridad en el trabajo?

 

21.¿De qué manera han interactuado las empresas del sector y la comunidad para la protección de los recursos naturales y el desarrollo de la minería de manera sostenible?

 

22.A manera de conclusión plantee las Debilidades, Oportunidades, Fortalezas y Amenazas; a partir de lo evidenciado conjuntamente en el desarrollo del ejercicio de Cartografía Social.

Debilidades:

Oportunidades:

Fortalezas:

Amenazas:

 

(MEJÍA VÉLEZ, 2015, p. 110-111)

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Etnocartografia - Região do Quadrilátero ferrífero - Minas Gerais [Franco, 2014]

Etnocartografia - Região do Quadrilátero ferrífero - Minas Gerais [Franco, 2014] | Mapeamento participativo | Scoop.it
This dissertation analyzes the process of ethnocartography construction and the geodiversity values with traditional communities of soapstone (steatite) artisans in Iron Quadrangle in Minas...
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Fonte:

FRANCO, André Rocha. Etnocartografia e análise dos valores da geodiversidade com comunidades tradicionais de artesãos em pedra-sabão da região do quadrilátero ferrífero – Minas Gerais.

Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Minas Gerais, Instituto de Geociências, 2014. Orientadora: Úrsula Ruchkys de Azevedo. Coorientador: José Antônio Souza de Deus. 

http://www.researchgate.net/publication/280598739

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O Uso da Cartografia Social e das técnicas participativas no ordenamento territorial em projetos de Reforma Agrária [MILAGRES, 2015]

O Uso da Cartografia Social e das técnicas participativas no ordenamento territorial em projetos de Reforma Agrária
Ricardo Dagnino's insight:

MILAGRES, Cleiton. O Uso da Cartografia Social e das técnicas participativas no ordenamento territorial em projetos de Reforma Agrária. Dissertação (Mestrado) em Extensão Rural. Universidade Federal de Viçosa, 2015.

 

"Essa dissertação desenvolveu uma metodologia que insere os princípios da Cartografia Social nas técnicas do Diagnóstico Rural Participativo (DRP), tendo como base empírica os agricultores do Projeto de Assentamento Itatiaia, localizado no município de João Pinheiro no estado de Minas Gerais. Os principais resultados obtidos com o desenvolvimento da metodologia apontam que o envolvimento comunitário na construção coletiva de mapas georreferenciados visando o uso do solo e ocupação espacial dos lotes, possibilitou a incorporação e a tradução do saber local para um saber científico."

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Microsoft inclui mais 60 comunidades no mapa colaborativo Na Área - IDG Now!

Microsoft inclui mais 60 comunidades no mapa colaborativo Na Área - IDG Now! | Mapeamento participativo | Scoop.it
Serviço de mapeamento participativo tem como proposta facilitar o acesso a informações de estabelecimentos à comunidades do Rio de Janeiro
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"Com a ferramenta, o usuário pode além de cacular rotas até o local pesquisado,  ligar pelo Skype para um ponto comercial.

As comunidades selecionadas abrangem aproximadamente 85% da população que vive nos morros da cidade cobertas por uma UPP, segundo dados do último Censo do IBGE, de 2010."

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Práticas de etnoconhecimento na gestão participativa do turismo sustentável [CAMPOS e MATTOS, 2011]

Práticas de etnoconhecimento na gestão participativa do turismo sustentável [CAMPOS e MATTOS, 2011] | Mapeamento participativo | Scoop.it
Ricardo Dagnino's insight:

CAMPOS, L. G.; MATTOS, C. P. Práticas de etnoconhecimento na gestão participativa do turismo sustentável na Amazônia: Quilombo de Tapanagem (Oriximiná/PA, Brasil). Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo. V.5 (3). 2011, p. 325 - 337.

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Ressignificação dos territórios em um contexto de globalização [CAVALCANTI, 2015]

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Fonte:

CAVALCANTI, Josefa. Ressignificação dos territórios em um contexto de globalização. In: CAVALCANTI, Josefa; WANDERLEY, Maria; NIEDERLE, Paulo (Org.). Participação, território e cidadania : um olhar sobre a política de desenvolvimento territorial no Brasil. Recife: Editora UFPE, 2014. (p. 136-153). Disponível em: http://goo.gl/KfcWol. Acesso em 16 jan. 2015.

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Malhas cartográficas: técnicas, conhecimentos e cosmopolítica do ato de mapear territórios indígenas. [CARDOSO, 2013]

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CARDOSO, Thiago. Malhas cartográficas: técnicas, conhecimentos e cosmopolítica do ato de mapear territórios indígenas. Trabalho apresentado durante a IV Reunião de Antropologia da Ciência e da Tecnologia (IV REACT) - 24 a 26 de setembro de 2013 – UNICAMP/SP. 2013.


http://roottecnologia.com.br/projetos/react/sites/default/files/reunioes/iv-react/pdf/thiago-mota-cardoso_malhas-cartogrc3a1ficas1.pdf

Resumo

É crescente o uso de mapas como instrumento de reivindicação territorial, de gestão de conflitos e de manejo ambiental no contexto dos territórios indígenas latino-americanos. No Brasil, este processo ganhou força a partir da Constituição Federal de 1988 e da ratificação da Convenção OIT 169, com o reconhecimento das formas plurais de conceber e ocupar o espaço, o que muitos autores chamam de “virada territorial”. Mais recentemente, a ambientalização da ação indigenista proporcionou a incorporação dos territórios indígenas no rol das chamadas áreas protegidas com a proliferação de projetos de desenvolvimento sustentável. O uso de mapas desde então tem se voltado para a gestão ambiental, incorporando os conhecimentos indígenas, os chamados Etnomapas, Etnocartografias ou EtnoSIGs. No entanto, a atual “febre” da técnica dos etnomapeamentos levanta algumas questões relevantes do ponto de vista antropológico: a primeira refere-se à ontologia da cartografia científica e a intercomunicabilidade com outras ontologias, no qual o mapear não necessariamente se constitui como uma forma representacional do espaço, de fragmentação entre a mente e o mundo, entre a natureza e a cultura. Esta questão nos leva ao debate entre universalismo e particularismo do ato de produzir mapas e da concepção paisagística que subjaz esta prática. Coloco em questão os mapas mentais (ou à crítica), tidos como uma prática classificatória que tem como corolário a separação entre o aparato cognitivo-sensorial do mapeador e uma paisagem exterior e independente. Aponto para o ato de mapear como um processo vivo, rizomático, no qual um organismo se engaja perceptivamente e dinamicamente no mundo, habitando-o, de onde partem narrativas e histórias de lugares e relações, constituintes de uma cartografia vivencial ou uma cartografia rizomática. Pretendo tratar das questões acima com uma perspectiva etnográfica em uma experiência cartográfica junto ao povo indígena Pataxó.


Palavras-chave: cartografia; tecnociência; territórios indígenas
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Mapeamento participativo em Assentamento Rural [FONSECA, et al. 2014]

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FONSECA, Tayrine; REIS, Rosaina; CURADO, Fernando; FEIDEN, Alberto; BORSATO, Aurélio. Representações sociais sobre a organização espacial no Assentamento Mato Grande, Corumbá, Mato Grosso do Sul. Cadernos de Agroecologia – ISSN 2236-7934 – Vol 9, No. 1, 2014. Disponível em: <http://goo.gl/C2hmup>. Acesso em 6 de julho de 2014.

 

Trecho da metodologia:


"O estudo foi baseado na dinâmica do mapeamento participativo, uma técnica do Diagnóstico Rural Participativo (DRP) (VERDEJO, 2010), ou seja, favoreceu-se a construção de um mapa participativo da comunidade através da visão do grupo de agricultoras de Mato Grande."
 
"A dinâmica ocorreu no mês de abril de 2013, com a presença de 10 participantes, sendo 9 mulheres e um homem. O grupo formado na maioria por mulheres que possuem perfis de pessoas que buscam mudar a realidade atual. O objetivo do grupo foi encontrar alternativas de geração de renda que possibilite a melhoria da
qualidade de vida de suas famílias."

Texto citado na metodologia: 


VERDEJO, Miguel Exposito. Diagnostico Rural Participativo: Guia paratico DRP. Brasilia: MDA / SECRETARIA DA Agricultura familiar, 2010.

Disponível em: . Acesso em 6 de jul. 2014.
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Revisitando as frentes de expansão - Nova Cartografia Social da Amazônia

Revisitando as frentes de expansão - Nova Cartografia Social da Amazônia | Mapeamento participativo | Scoop.it
O parafrasear  do titulo do evento “Revisitando as ‘Frentes de expansão’” na metafrase “Revisitando o ‘Frentes de Expansão’” elaborada pelo professor Otávio Velho configura o fio dos argumentos desenvolvidos, com didatismo e brilho pelo ministrante da Aula Aberta/Palestra que ocorreu no Auditório da Universidade Estadual do Maranhão, no passado 6 de junho de 2014. Depois de três décadas o antropólogo  Otávio Guilherme Velho retorna a São Luis para o lançamento do livro Frentes de Expansão e Estrutura Agrária:  Estudo do  Processo de Penetração numa área da Transamazônica, resultado da dissertação de Mestrado,  a primeira defendida em 1970, no Museu Nacional de Rio de Janeiro.   Portanto,  são todos fatos da ordem da História.  Contudo, novos elementos são apontados pelo autor:  “Mas,  esse livro não é um livro de História, embora se torne um documento de histórias, ele também não é um documento”. Tal alinhamento de argumentos esteve acrescido de detalhes pelo  autor  ao ressaltar que ‘o  Frentes de Expansão’,  já teve três edições  (1972, 1981, 2013). A publicada na Amazônia inaugura a Coleção Antropologia da Amazônia cujas intenção é “baseada numa ação pedagógica de fundamento etnográfico”.  Velho examina e opina que o Frentes de Expansão é profundamente etnográfico: “o que ele …
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Palestra “Revisitando as ‘Frentes de expansão’” do Antropólogo Otávio Guilherme Velho no Auditório da Universidade Estadual do Maranhão, em 6 de junho de 2014.

 

Depois de três décadas Otávio Velho retorna a São Luis para o lançamento do livro Frentes de Expansão e Estrutura Agrária:  Estudo do  Processo de Penetração numa área da Transamazônica, resultado da dissertação de Mestrado,  a primeira defendida em 1970, no Museu Nacional de Rio de Janeiro.

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