Produtividade Industrial
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Projeto capacita empresários e gestores da Indústria

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Sebrae e CNI firmam acordo que prevê cursos em áreas como sistema tributário, legislação trabalhista, normas ambientais e tarifas de energia elétrica

Capacitar mais de 53 mil empresários e gestores do setor industrial até o final de 2015 é a meta do projeto Associa Indústria, uma parceria entre Sebrae e Confederação Nacional da Indústria (CNI). O acordo foi assinado nesta terça-feira (27/08) e prevê cursos em áreas como sistema tributário, legislação trabalhista, normas ambientais e tarifas de energia elétrica.

De acordo com o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, a ideia é unir forças entre as instituições para impulsionar o associativismo, promover a inovação e estimular o empreendedorismo. “A Indústria é uma área estratégica para o desenvolvimento do país. Reforçar a capacitação em assuntos como esses, que afetam a competitividade do setor, é uma chance de evoluir ainda mais”, explica.

A parceria também estimula a participação e o associativismo empresarial como caminho para superar desafios setoriais comuns. “A ideia é fornecer informações e apoio técnico para que esses empresários tenham condições de desenvolver melhor sua micro ou pequena empresa”, ressalta o presidente da CNI, Robson Braga.

O acordo assinado permitirá também a ampliação em três vezes o número de vagas oferecidas pelo Programa de Desenvolvimento Associativo (PDA). Ele é realizado pela CNI em parceria com federações e sindicatos industriais com objetivo de fortalecer e estreitar a aproximação das entidades com os empresários do comércio de bens, serviços e turismo. Em 2012 e 2013, capacitou mais de 17 mil pessoas. A quantidade de turmas também aumentará de 331 para 1.525 nos próximos dois anos.


Via Luciano Sathler
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Produtividade beneficia trabalho mais qualificado

Produtividade  beneficia trabalho mais qualificado | Produtividade Industrial | Scoop.it

Quando há alta do PIB com base em inovação e tecnologia, pessoas mais educadas produzem mais e salário tende a aumentar.O salário dos trabalhadores com mais anos de estudo tende a acelerar se o Brasil melhorar a produtividade em setores que demandam mais tecnologia e inovação. Isso implica em mudar a fórmula atual do crescimento, que tem como base o setor de serviços. Nos últimos anos, o debate sobre como tonar o País mais produtivo ganhou força diante do cenário de baixo crescimento, inflação elevada e mercado de trabalho no pleno emprego.As pessoas mais educadas são mais produtivas e sentem uma melhora no mercado de trabalho quando há aumento do Produto Interno Bruto (PIB) com base em tecnologia e inovação. "Se tivéssemos um modelo baseado no crescimento de mais produtividade nos setores mais avançados tecnologicamente, os trabalhadores mais educados seriam beneficiados", disse o coordenador do Centro de Políticas Públicas do Insper, Naercio Menezes Filho.Ele também explica que o efeito líquido sobre o salário vai depender da relação entre demanda e oferta. Ou seja, se a oferta de trabalhadores de uma determinada profissão crescer mais rápido do que a demanda do mercado de trabalho, o salário tende a cair. "O número de matrículas na Engenharia está aumentando porque as pessoas estão vendo que o retorno salarial é mais alto do que em Direito. Se a economia crescer mais com base em novas tecnologias, aumenta a demanda por profissionais de nível superior, especialmente da área de exatas", afirmou Naercio. "Mas se a oferta de engenheiros crescer mais rápido ainda, o salário cai", explicou. Na avaliação dele, o modelo atual do mercado de trabalho dá sinais de esgotamento. "Não tem como incluir muito mais gente no mercado de trabalho. É preciso aumentar o investimento."

 


Via Luciano Sathler
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Produtividade é desafio para manter crescimento - Economia - iG

Produtividade é desafio para manter crescimento - Economia - iG | Produtividade Industrial | Scoop.it
Produtividade é desafio para manter crescimento
Economia - iG
E, neste ponto, emerge um gargalo: “A produtividade do trabalho tem mostrado crescimento historicamente baixo nos últimas três décadas.
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Escolas dizem que ser feliz aumenta a produtividade

Escolas dizem que ser feliz aumenta a produtividade | Produtividade Industrial | Scoop.it

Executivos aprendem que esse "bem-estar subjetivo" é lucrativo para os negócios

Esqueça as planilhas, as análises de cenário e o gerenciamento de risco. O  tópico da moda nas escolas de negócios é a felicidade. Os acadêmicos que  pesquisam o assunto preferem classificá-lo de outro jeito. "Sentido" é o termo  usado por Lee Newman, reitor de inovação e comportamento da IE Business School  da Espanha. Na Ross School of Business da Universidade de Michigan, Jane Dutton,  professora de administração de empresas e psicologia, diz que se trata da  "prosperidade humana". Christie Scollon, da Singapore Management University,  descreve como "bem-estar subjetivo".

Seja qual for a descrição, todos eles concordam que a felicidade é algo  importante para o sucesso dos negócios. Além disso, patrões e formuladores de  políticas precisam considerar o fator felicidade como se fossem promover  economias fortes e empresas lucrativas. "Quando as pessoas estão mais felizes,  de alguma forma elas têm mais energia. Não sabemos como elas fazem isso", afirma  Andrew Oswald, economista da Warwick University, do Reino Unido.

De acordo com a professora Christie, que também é psicóloga, pesquisas  mostram que pessoas felizes ganham mais dinheiro, são mais saudáveis (passam  menos dias sem trabalhar por causa de doenças) e são mais criativas na resolução  de problemas. "Isso significa que promover a felicidade na empresa faz sentido  do ponto de vista comercial, mesmo que você seja uma pessoa rabugenta e pense  apenas em ganhar dinheiro", afirma.

Assim como muitas tendências que aparentemente surgem de uma hora para a  outra no universo administrativo, o interesse dos acadêmicos especializados em  negócios no tema "felicidade" vem sendo discutido há décadas e surgiu do  desenvolvimento da "psicologia positiva", na década de 1980. O professor Oswald  diz que a Warwick estuda o assunto desde os anos 1990. "Falar sobre isso deixou  de ser apenas uma coisa curiosa e se tornou fundamental", enfatiza.

Os avanços na neuropsicologia acrescentaram rigor e transparência a esse  quadro. Ao mesmo tempo, houve a integração de acadêmicos de diversas áreas  (especialmente psicólogos) nas escolas de negócios tradicionais, além de  aumentar o interesse entre os economistas, explica Christopher Hsee, professor  de ciências comportamentais e marketing da Booth School of Business, da  Universidade de Chicago, que também é psicólogo. "Há cerca de 30 anos,  psicólogos e economistas raramente falavam uns com os outros. Atualmente, mais e  mais profissionais do mundo da economia percebem que os psicólogos têm muito a  contribuir na resolução de problemas econômicos."

O interesse combinado de professores e alunos vem ajudando a alimentar o  entusiasmo, afirma Michael Norton, professor associado da Harvard Business  School. "O ensino depende daquilo que o corpo docente tem interesse e do que os  alunos querem aprender. Agora, estamos começando a ver uma maior confluência  entre esses dois fatores."

Mas as empresas também têm sido muito importantes no avanço dessa discussão.  "É extremamente caro substituir trabalhadores altamente qualificados. Desse  modo, adotar medidas de satisfação no emprego está longe de ser uma bobagem",  diz Oswald. Na verdade, o professor Newman acredita que as empresas é que são  sua força-motriz. "Gostamos de pensar que as escolas de negócios estão à frente  das empresas. Mas, neste caso, ocorre justamente o contrário". Organizações como  o Google e a Southwest Airlines são citadas como exemplos de companhias que  adotaram práticas positivas.

Os governos da França, Reino Unido e Estados Unidos também estão adotando a  agenda da felicidade. A crise financeira e a recessão posterior enfatizaram a  necessidade desse tipo de ensino ao mesmo tempo em que as demissões e  congelamentos de salários agravaram os problemas dos trabalhadores  insatisfeitos. "O endividamento está muito relacionado com a depressão e as  doenças mentais", diz o professor Oswald. "O medo do desemprego é muito real e  tudo o que tem ligação com o medo parece ser debilitante", diz.

O estudo da felicidade tem sido importante na abordagem dos problemas da  cultura organizacional, mas há uma segunda onda de pesquisas sobre as relações  entre as organizações e seus clientes. "Cada vez mais os comerciantes pensam nos  gatilhos psicológicos para os clientes", afirma Norton. O corte nos preços é um  gatilho óbvio da felicidade, mas outros, como os relacionados à sustentabilidade  ambiental ou à responsabilidade social, não são tão bem definidos.

Um caso de sucesso citado por Norton é a BetterWorld Books, que doa parte dos  lucros obtidos com as vendas de livros para instituições de caridade. "As  pessoas se importam com questões mais amplas e, na condição de consumidores,  podem recompensar as companhias que se engajam nessas causas", afirma.

Os gatilhos individuais para os empregados também envolvem mais do que apenas  os ganho financeiro. Na verdade, há uma evidência real de que fazer coisas para  os outros torna as pessoas mais felizes. O professor Norton cita um estudo que  realizou na Europa sobre o plano de bonificações de uma organização. Um grupo de  amostragem da companhia foi orientado a gastar seu bônus de 15 euros com outros  funcionários, em vez de consigo mesmo. Aqueles que fizeram isso se mostraram  muito mais satisfeitos que o grupo que não o fez.

O que está claro é que o bem-estar das empresas, da sociedade e dos  indivíduos está cada vez mais conectado. "Imagino que daqui a dez anos, haverá  mais precisão científica na maneira de como se deve tratar os funcionários e  como definir sistemas de trabalho eficientes. Hoje, a maioria desses modelos é  pura suposição", diz Oswald.

Mas ainda há percepções negativas a serem superadas, ressalta Scollon. "O  estereótipo das pessoas felizes é que elas são estúpidas. Temos provérbios como  'a ignorância é uma benção'". Mas, ao que parece, as pessoas felizes podem ser  as mais eficientes e produtivas no local de trabalho.

Todo programa de MBA ensina aos alunos como obter vantagens competitivas e  tecnológicas, mas, na opinião de Lee Newman, reitor de inovação e comportamento  da IE Business School da Espanha, isso já não é mais suficiente. "A próxima  vantagem será a comportamental".

Apostando nisso, a IE lançou em abril um mestrado executivo em liderança  positiva e estratégia. O programa possui cinco módulos de uma semana que são  ministrados ao longo de 13 meses e inclui meditação e ioga, além de abordar  também assuntos mais tradicionais. Os professores do programa incluem um  ex-banqueiro e um budista. Mas ele não foi criado para "hippies velhos e  ecologistas radicais". Seus alunos são administradores graduados com idade média  de 47 anos e cerca de 20 anos de experiência no mercado.

O ensino é integrado ao local de trabalho, na tentativa de realizar mudanças  de comportamentos. Newman, que é psicólogo cognitivo, acredita que esse método é  mais eficiente que os cursos tradicionais de uma semana, cujas lições podem ser  esquecidas rapidamente. "Ninguém frequenta uma academia de ginástica por dois ou  três dias e acha que já está em forma."

O programa vai se concentrar, especialmente, em como implementar mudanças.  "Em uma escola de negócios, nós sempre ensinamos o 'porquê' e 'como' fazer. Mas  o que está faltando é o 'ser capaz'." A implementação da liderança positiva é  uma situação em que todos saem vencedores, acrescenta o professor. Os  funcionários ficam felizes e os lucros ficam maiores.

 


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Por que algumas empresas insistem em 'correr atrás do prejuízo'? - Revista INCorporativa

Por que algumas empresas insistem em 'correr atrás do prejuízo'? - Revista INCorporativa | Produtividade Industrial | Scoop.it
Por que algumas empresas insistem em 'correr atrás do prejuízo'?
José Ignácio Villela Júnior's insight:

Uma bela e super atual pergunta para nossa reflexão...

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Alto nível de emprego, baixo nível de produtividade - Revista Época Negócios

Alto nível de emprego, baixo nível de produtividade - Revista Época Negócios | Produtividade Industrial | Scoop.it
Alto nível de emprego, baixo nível de produtividade Revista Época Negócios Para garantir o crescimento sustentado e melhoria da competitividade do país no médio e longo prazos, é essencial uma mudança profunda nas práticas e valores para focalizar...
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Educação e produtividade

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Educação foi uma das palavras mais repetidas durante as manifestações que  marcaram o mês de junho no Brasil. Faz sentido. Apesar dos avanços das últimas  décadas, especialmente na proporção de crianças que se matriculam no ensino  fundamental e no número de anos de estudo médio por habitante, ainda estamos  defasados. Pesquisas sugerem que a qualidade do ensino evoluiu pouco,  professores ainda são mal remunerados e o desempenho dos alunos brasileiros em  testes internacionais é abaixo da média.

Essa constatação, cruzada com dados do mercado de trabalho, é fundamental  para entender o estágio atual da economia brasileira. Não é de hoje que a  educação no Brasil precisa melhorar. Mas no passado não muito distante, a falta  de educação formal no país era menos importante para explicar seu crescimento.  Na década de 90, por exemplo, a taxa de desemprego era perto de 15% e tínhamos  muita gente bem qualificada desempregada. Se uma empresa precisasse ampliar seu  quadro de funcionários, era fácil (e relativamente barato) contratar.

O Brasil crescia pouco por outras razões: hiperinflação, fragilidade no  balanço de pagamentos, mercado de crédito pouco desenvolvido, alto endividamento  público. Nesse ambiente não conseguíamos desenvolver o mercado doméstico  pujante. A restrição estava na falta de demanda, e não em fatores de oferta  (como mão de obra qualificada). Talvez, por isso, não tivéssemos o incentivo de  investir em qualificação e produtividade do trabalho.

Conforme superamos esses desafios, passamos a crescer mais aceleradamente.  Por quase dez anos, o PIB avançou a mais de 4% ao ano impulsionado pela demanda.  Desde 2011, no entanto, limitações de oferta vêm nos levando a um crescimento  mais baixo. A falta de qualificação agora nos faz falta.

O desemprego hoje está próximo de 5% e o custo do trabalho passou a ser uma  das principais preocupações de gestores de empresas de diferentes tamanhos e  regiões do país. Especialmente porque a forte alta dos salários reais nos  últimos dez anos não tem sido acompanhada de ganhos relevantes de produtividade,  pressionando o chamado "custo unitário do trabalho". A disposição para contratar  é menor, como revelam dados do Ministério do Trabalho (Caged).

Como desejamos que os avanços do mercado de trabalho sejam mais permanentes,  a melhor forma de equacionar o problema do produtor é por meio dos ganhos de  produtividade. Estudos mostram que a educação é uma maneira eficiente de  melhorar a produtividade e o crescimento potencial à frente. É possível,  inclusive, quantificar o efeito da melhor educação no crescimento econômico,  usando, por exemplo, os resultados do Pisa- o teste da OCDE, que mede os  conhecimentos e habilidades de adolescentes de 15 anos de idade, ao redor do  mundo. Hanushek e Woessmann (2010) estimaram que um avanço de 100 pontos no  teste aumenta o crescimento do PIB, em média, em 1,86 ponto percentual. Para o  Brasil, isso significa que, se tivéssemos um desempenho no teste semelhante ao  do Chile, alcançaríamos um crescimento médio, ao ano, de 3,5% até 2020. Se  atingíssemos a média dos países da OCDE, o crescimento seria de 4,4%. Aos níveis  atuais de desempenho do País, estimamos que o crescimento médio não chegue a 3%  na média dos próximos anos.

Defasagem educacional implica baixa qualificação média do trabalhador.  Segundo dados do Banco Mundial, apenas 10% da força de trabalho no Brasil possui  ensino superior completo, ante 25% no Chile e 40% no Peru. Nada menos do que 40%  dos trabalhadores no país possuem apenas ensino fundamental.

A boa notícia é que, pressionado, o país começa a responder. Muitas empresas  estão investindo em treinamento e na qualificação de seus funcionários. O  governo anunciou que pretende destinar os royalties do petróleo à educação  pública. Apenas gastar mais não resolve, é preciso gastar bem e com foco,  especialmente na escola fundamental. Outros destinos para o investimento também  são importantes. Pesquisas indicam que uma criança mal nutrida e sem condições  básicas de saneamento nos primeiros dois anos de vida pode ter sua capacidade  cognitiva comprometida para sempre.

Podemos ajudar nessa transformação também dentro de casa. Em artigo recém  publicado, Kalb e van Ours (2013) reúnem evidências de que ler para os filhos  desde seus primeiros anos aumenta a capacidade de concentração das crianças e,  entre outras vantagens, aumenta sua probabilidade de ser um bom (e bem  remunerado) profissional no futuro. Como são dados para muitos países - a  maioria desenvolvidos, com maior nível de educação - é possível que os efeitos  no Brasil sejam ainda maiores. A escola ajuda, mas não basta: precisa dos pais  (ou adultos) que cuidem das crianças em casa. Como o analfabetismo entre adultos  vem caindo no Brasil (10% hoje, contra 26% há 30 anos), são muitos os que  conseguiriam fazer esse esforço (que pode ser muito prazeroso) por pelo menos 15  minutos ao dia. Essa é apenas uma ação entre muitas possíveis. Não por acaso o  desempenho da criança é muito correlacionado com a educação de seus  responsáveis.

O clamor das ruas reforça a necessidade urgente do avanço. Transformar a  educação requer paciência e perseverança. É preciso investir de forma eficiente,  principalmente na escola básica, para que os brasileiros cresçam em igualdade de  condições. As empresas e as famílias também têm seu papel. A educação sólida e  consistente para todos abre espaço para ganhos de produtividade e para um  crescimento mais sólido e equânime ao longo do tempo.


Via Luciano Sathler
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