Kuarup
808 views | +0 today
Follow
Kuarup
Notícias, artigos e comentários sobre a incidência de suicídios entre os indígenas brasileiros
Curated by Daniell Castro
Your new post is loading...
Your new post is loading...
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

Relatório indica aumento da mortalidade de crianças indígenas

Relatório indica aumento da mortalidade de crianças indígenas | Kuarup | Scoop.it
O relatório Violência contra os Povos Indígenas no Brasil, divulgado nesta quarta feira pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), indica que, em 2011, 126 crianças menores de 5 anos morreram ...
more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

Gilberto Gil - "Um Sonho" / Xingu +23

"Um sonho", canção de Gilberto Gil de 1977, gravada no CD "Parabilcamará" em 1992, voltou a circular com força na internet em meados de 2012, um pouco antes ...
more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

À Sombra de um Delírio Verde

À Sombra de um Delírio Verde | Kuarup | Scoop.it

As questões indígenas são uma das discussões que mais têm me interessado ultimamente. Confesso que especialmente pela minha ignorância no assunto. É irreal pra mim que tanta coisa aconteça bem debaixo dos nossos narizes e ninguém saiba. Foi surreal descobrir que a taxa de suicídios entre jovens indígenas, do sexo masculino, é exponencialmente mais alta que a taxa normal da população brasileira.

more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

Líder Macuxí coordena Assuntos Indígenas do Ministério do Esporte - Portal Vermelho

Líder Macuxí coordena Assuntos Indígenas do Ministério do Esporte - Portal Vermelho | Kuarup | Scoop.it
O líder indígena da etnia Macuxí, Rivelino Pereira de Souza, 37 anos, assumiu, nesta quarta-feira (23), a Coordenação-Geral de Assuntos Indígenas do Ministério do Esporte.
more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

Paralelo 10 - Trailer Oficial

Trailer oficial do filme Paralelo 10, de Silvio Da-Rin. Paralelo 10 é um documentário que retrata um trabalho pioneiro e arriscado realizado em uma pequena b...
more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

Funai defende indenização maior a agricultores para evitar conflito com índios - Dourados Agora

Funai defende indenização maior a agricultores para evitar conflito com índios - Dourados Agora | Kuarup | Scoop.it

A Fundação Nacional do Índio (Funai) defendeu na quinta-feira (10) uma nova forma de indenização a agricultores que ocupam áreas contestadas por povos indígenas no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul.

 

O assessor da Presidência da Funai Aluisio Azanha afirmou, em audiência na Câmara, que uma “indenização justa” aos fazendeiros seria o melhor caminho para acabar com as ações judiciais e com a violência gerada por disputas de terra.

“Hoje, a Funai só paga as benfeitorias de boa-fé. Os títulos [de propriedade] são declarados nulos. Temos algumas proposições que tentam avançar a questão do pagamento do valor da terra nua.”

Também na audiência, a subprocuradora-geral da República, Débora Duprah, disse que o Poder Judiciário tem responsabilidade pelo impasse envolvendo agricultores e índios, ao acolher recursos dos supostos proprietários de terra para impedir que a Funai analise a área.

 

"Toda vez que há iniciativa do Estado em avançar no reconhecimento dessas terras, nós temos uma reação privada, à qual se soma um reforço do Judiciário."

 

A audiência desta quinta-feira foi promovida pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável para discutir a situação dos índios Xavantes da Terra Indígena Marãiwatsédé, em Mato Grosso; e Guarani-Kaiowás, em Mato Grosso do Sul.

 

Esses índios sofrem com os conflitos agrários que geram índices de violência similares às regiões de guerra.

 

Insegurança

O presidente da Comissão de Meio Ambiente, deputado Sarney Filho (PV-MA), disse que pedirá ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, agilidade nos inquéritos policiais que investigam os desaparecimentos de índios, além de segurança para os que estão sofrendo ameaças.

 

“Está havendo um verdadeiro genocídio dessas comunidades, que estão vivendo em situação precária, em beira de estrada, sem ter a garantia da terra onde nasceram e onde seus ancestrais viveram”, disse o parlamentar.

 

A audiência da comissão foi realizada por sugestão de Sarney Filho.

 

Suicídios

O representante dos Guarani-kaiowás na audiência, Fernando da Silva Souza, alertou sobre o alto índice de suicídio entre os índios.

 

“Até março de 2012, tivemos 555 casos de suicídios, dos quais 99% é do povo Guarani-kaiowá. E o Estado brasileiro está fechando os olhos pra isso.”

 

Souza disse que o índice de suicídios no Brasil em 2007 foi de 4,7 por 100 mil, enquanto no Mato Grosso do Sul, onde vivem os Guarani-kaiowás, foi de 65,6 por 100 mil.(Agência Câmara de Notícias)

more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

Indígenas querem poder para vetar mineração nas TIs

Indígenas querem poder para vetar mineração nas TIs | Kuarup | Scoop.it

Brasília, 08/05/2012 – A Comissão Especial do Projeto de Lei 1610/1996, que pretende regulamentar a exploração mineral em terras indígenas, realizou hoje, 08, audiência pública atendendo requerimento da deputada federal Janete Capiberibe (PSB/AP) e do deputado Penna (PV/RJ). Foram ouvidos Kleber Karipuna, liderança indígena no Amapá, e Francisca Novantina Ângelo, liderança indígena no Mato Grosso.

 

Diálogo – Os indígenas afirmam que estão abertos ao diálogo sempre que forem chamados pelo parlamento. Defenderam, prioritariamente, que o Brasil cumpra a convenção 169, da Organização Internacional do Trabalho – OIT, ratificada pelo país e confirmada pelo Congresso Nacional, que determina a obrigatoriedade de serem ouvidas as populações tradicionais sempre que houver intervenção nos territórios que ocupam, sendo-lhes garantido, soberanamente, o poder de veto. Segundo eles, é essencial ouvir a maioria dos ocupantes das terras indígenas, não apenas uma ou outra liderança “que pode não representar a vontade da maioria que sofrerá as consequências, junto com o povo brasileiro, com a natureza”.

 

Apreensivos, as duas lideranças indígenas consideram que a regulamentação da exploração mineral nas TIs deva ocorrer no âmbito do Estatuto dos Povos Indígenas, em tramitação desde 1991 na Câmara dos Deputados, e não em proposta paralela, como veem o PL 1610.

Integrante da APIB – Articulação dos Povos Indígenas do Brasil – Rosane Kaingang, afirmou que os índios não podem ser chamados “apenas para serem pressionados a dizer sim”. “Queremos poder dizer não e queremos a certeza de que a decisão de quem disser não à mineração será respeitada”.

 

Responsabilidade – As opiniões são compartilhadas pela deputada Janete Capiberibe, autora do requerimento. Para a socialista, o debate não pode ser apressado, açodado ou irresponsável e devem ser conhecidos os impactos da mineração nas terras indígenas, inclusive as em outros países. Ela defende que sejam ouvidas lideranças e representantes dos povos de todas as terras indígenas do país e que o relatório que for apresentado pela Comissão garanta a soberania da decisão dos povos indígenas, bem como das suas terras e da sua cultura. A deputada pretende realizar pelo menos uma reunião sobre o tema no Amapá.

 

O relator, deputado Édio Lopes (PMDB/RR), afirmou que seu objetivo é “buscar o melhor possível para as terras indígenas” e, para defender a regulamentação, alertou que “o capital é selvagem, desrespeita direitos, desrespeita pessoas”. Ele cobrou que os povos indígenas tragam propostas focadas na regulamentação da mineração nas áreas indígenas por que, segundo ele, “a exploração nas terras indígenas vai acontecer em mais tempo ou menos tempo”.

 

Cenário – No Brasil, são 817 mil índios, cerca de 0,4% da população, distribuídos entre 688 Terras e algumas áreas urbanas que ocupam 13% do território nacional. Na Amazônia Legal brasileira vivem cerca de 383 mil 380 pessoas que se declaram indígenas. Lá estão 98,6% da área territorial das Terras Indígenas do país, mas que são apenas 20% do território amazônida. No entanto essas terras são as mais cobiçadas para mineração por conta das riquezas minerais já detectadas no subsolo. 37% das TIs do país já tem pedido de lavra homologado no Ministério das Minas e Energia. Os 4.903 processos foram feitos por apenas 420 CNPJs ou CPFs, conforme levantamento do Instituto Socioambiental.

 

Na Câmara, tramitam duas propostas que oferecem risco à integridade dos povos indígenas: a PEC 215/2000 ameaça a demarcação de novas terras, inclusive de quilombos e unidades de conservação ambiental, e o PL 1.610/96, objeto desta Comissão, que quer abri-las à mineração.

 

O Código Florestal, aprovado pela Câmara tendo como característica a anistia aos crimes ambientais também aumenta a pressão sobre as terras indígenas, já que possíveis crimes poderiam ser abrandados por legislações futuras.

 

Sizan Esberci

more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

Traficantes compram adolescentes indígenas por 2 mil dólares

Traficantes compram adolescentes indígenas por 2 mil dólares | Kuarup | Scoop.it

Managua, segunda-feira, 7 de maio de 2012 (ALC) - A Promotoria Geral
de Nicarágua revelou que supostos narcotraficantes compram meninas
indígenas com menos de 15 anos de idade, pagando cerca de 2 mil
dólares (cerca de 3,8 mil reais) a famílias pobres, na região
fronteiriça entre a Nicarágua com Honduras.

 

more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

Índios tomam fazendas no Mato Grosso do Sul - Jornal Floripa

Índios tomam fazendas no Mato Grosso do Sul - Jornal Floripa | Kuarup | Scoop.it
Índios tomam fazendas no Mato Grosso do SulJornal FloripaCerca de cem índios da etnia kadiwéu tomaram duas fazendas no município de Corumbá (MS) na manhã de domingo (6).
more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

Infância e adolescência indígena é tema de audiência nesta quinta-feira | Midiamax - O Jornal Eletrônico do Mato Grosso do Sul

Infância e adolescência indígena é tema de audiência nesta quinta-feira | Midiamax - O Jornal Eletrônico do Mato Grosso do Sul | Kuarup | Scoop.it

Com tema “Aspectos Psicossociais da Infância e Adolescência Indígena em Mato Grosso do Sul” acontece no Dia do Índio, nesta quinta-feira (19), às 13h30, no Plenário Júlio Maia, na Assembleia Legislativa, audiência pública proposta pelo deputado estadual Pedro Kemp (PT).

 

Foram convidados a participar dos debates o Conselho Federal de Psicologia, Ministério Público Federal, Fundação Nacional do Índio e o Conselho Estadual de Defesa dos Povos Indígenas.

 

Durante a audiência pública representantes indígenas como a professora guarani Teodora de Souza, de Dourados, que representou o Brasil no Fórum Mundial das Mulheres Indígenas em Nova Iorque (2004) e Otoniel Ricardo Guarani, líder da etnia guarani-kaiowá de Caarapó, membro do Aty Guassu, também participarão dos debates.

 

Os estudos e os dados estatísticos do último Censo sobre os povos indígenas do Estado do Mato Grosso do Sul, apontam para um crescimento populacional, principalmente na faixa etária entre 0 a 14 anos. Conforme os dados publicados pela FUNASA em 2009, as crianças indígenas no Mato Grosso do Sul correspondiam a 31.690, sendo 49% da população indígena do Estado. Vale ressaltar que dentre essa porcentagem, cerca de 4% das crianças estudam em escolas urbanas.

 

Suicídios x Genocídio

 

A taxa de suicído entre as populações indígenas do Brasil é quatro vezes maior do que no resto do país, segundo pesquisa veiculada pela Unicef nesta quarta-feira 30 de novembro. Um dos grupos analisados para a pesquisa foi justamento o Guarani Kaiowá.

 

Mato Grosso do Sul e Amazonas concentram cerca de 81% dos casos de suicído do país. No primeiro, as taxas são 34 vezes maior do que a média nacional. O valor sobe ainda mais entre os jovens. O Brasil tem cinco casos de suicídio a cada cem mil habitantes; entre os jovens indígenas de MS, esse número chega a 446 casos para cada cem mil.

 

Miséria na Terra do Boi X Impacto saúde infantil

 

[...] estudar uma sociedade sem estudar a criança dessa sociedade resulta um estudo Incompleto. A criança vive e se expressa dentro de limites e até amplitudes que lhe são próprios, que tem zonas de intersecção com os limites e amplitudes do adulto com o qual convive. A criança não é uma versão reduzida do adulto nem este é uma versão ampliada da criança. (Nunes, p. 275-276).

 

Entre 2004 e 2005, por exemplo, foi escândalo internacional a morte de crianças indígenas em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul por desnutrição. Os casos envolviam principalmente os Guarani-Kaiowás, na reserva de Dourados (MS), e Xavante (MT). Só no primeiro quadrimestre de 2005, foram registradas 21 mortes de crianças menores de 5 anos em Mato Grosso do Sul e seis em Mato Grosso, todas relacionadas à desnutrição.

 

Esses episódios chamaram a atenção para a gravidade da situação nutricional em que vivem as crianças indígenas no Brasil, dado que não tem sido considerado nas últimas pesquisas nacionais sobre desnutrição infantil.

 

Uma comissão externa instaurada em 2005 na Câmara dos Deputados para averiguar as mortes ocorridas nos dois Estados identificou que o problema não se restringe aos casos noticiados nos dois últimos anos. Entre 2001 e 2002, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) já havia registrado 32 mortes de crianças indígenas por desnutrição em Mato Grosso do Sul. De acordo com a Funasa, entre 2003 e 2004, os índices de desnutrição infantil nas comunidades indígenas do Estado reduziram-se de 15% para 12%, o que ainda representa mais que o dobro da média nacional. Em termos geográficos, a questão não é pontual.

 

A situação alarmante das aldeias de Mato Grosso do Sul motivou uma série de medidas emergenciais para reduzir o problema no Estado.

 

Uma das iniciativas adotadas pela Funasa foi a distribuição de megadoses de vitamina A para crianças menores de 5 anos, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), o Ministério da Saúde, a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e o UNICEF.

 

Para ampliar o acesso à água potável nas aldeias da região de Dourados, o UNICEF distribuiu 9 mil filtros de barro e hipoclorito de sódio a 2,5%, além de capacitar as famílias a usá-los.

 

Essa ação contou com a contribuição da Funasa, de prefeituras locais e das lideranças indígenas. Graças ao grande esforço da Funasa e ao envolvimento de outras entidades, em agosto, setembro e outubro de 2005 não morreu nenhuma criança em Dourados. Há outro fator, porém, que deve ser considerado para reduzir a desnutrição infantil entre os índios. Para essa parcela da população, a miséria e a insegurança alimentar, duas grandes causas de desnutrição, estão diretamente relacionadas à falta ou à inadequação de terras para produzir alimentos.

 

Comunidades historicamente auto-sustentáveis tornaram-se vulneráveis à medida que seu território foi reduzido. Por isso, a questão fundiária é fundamental para a saúde nutricional dos índios.

 

A comissão externa da Câmara dos Deputados que investigou as mortes de crianças indígenas concluiu que a insuficiência do território ocupado pelos Guarani-Kaiowás é uma das causas principais do problema. Mais de 10,5 mil índios dessa etnia vivem em uma área de 3,5 mil hectares, onde deveriam viver no máximo trezentas pessoas.

 

Crianças indígenas em Campo Grande

 

Em Campo Grande, a maior parte da população indígena está concentrada em duas aldeias urbanas: Aldeia Marçal de Souza (localizada no Bairro Tiradentes, na saída para Três Lagoas, a área de pouco mais de 4 hectares, abriga 180 casas) e a Aldeia Água Bonita (localizada nas proximidades do Bairro Nova Lima). Outra parte da população encontra-se espalhadas em bairros distantes do centro da cidade, como: Cophavilla, Jardim Itamaracá, Jardim. Batistão, Vila Carlota e Jardim Noroeste.

 

Segundo pesquisas os principais motivos que levam a população indígena sair da aldeia e migrar para a cidade está relacionado à busca de trabalho por uma melhor qualidade de vida e a conflitos religiosos e políticos dentro da comunidade.

more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

Confinamento mata 500 índios em 10 anos no MS - O Progresso - Notícias de Dourados e Região

Confinamento mata 500 índios em 10 anos no MS - O Progresso - Notícias de Dourados e Região | Kuarup | Scoop.it

Dados do Conselho Distrital de Saúde Indígena revelam que o Estado de Mato Grosso do Sul já registrou mais de 500 suicídios nos últimos 10 anos. Segundo levantamento feito nas aldeias do Estado, o número de pessoas que tiraram a própria vida nas aldeias é maior do que o total de mortes por violência - em torno de 300 no mesmo período.

 

De acordo com o presidente da entidade, Fernando da Silva Souza, o número de suicídios é preocupante porque mostra a baixa expectativa de vida dos povos indígenas. Para ele o confinamento agregado às interferências externas, como a entrada de álcool e drogas na Reserva, é o principal motivo das mortes.

 

Em Dourados, Fernando diz que a população vive como numa “panela de pressão pronta para explodir”. Isto acontece devido a expressiva concentração demográfica de índios em pouco espaço territorial. “Para se ter uma idéia, enquanto a densidade de toda a cidade de Dourados é de 47,9 pessoas por quilômetro quadrado, a da aldeia de Dourados é de 333,092 pessoas por km⊃2;. Os dados são da Siasi/Funasa de 2010”.

 

Segundo Fernando, um levantamento realizado nesta Semana do Índio, mostra que dos 79 municípios existentes em Mato Grosso do Sul, 35 deles têm menos habitantes que a população indígena de Dourados, em torno de 13 mil habitantes.

 

" Se tirassem toda a infraestrutura existente nestas cidades como o asfalto, a iluminação pública, as delegacias, os hospitais, saneamento, água e esgoto, creio que a violência dos não índios poderia ser até maior do que acontece hoje na Reserva. A violência e suicídio nas aldeias é resultado da falta de estrutura na Reserva”, defende, observando que há falta de oportunidades para aqueles que se formam e vulnerabilidade social para muitos que dependem do serviço público.

 

De acordo com Fernando, é cultural e comprovado por pesquisadores que todo o índio que tira a própria vida busca ‘uma terra sem males’. “Ele acredita que o sofrimento se acaba com a morte e que ele vai habitar um novo paraíso”, destaca.

O presidente também ressalta que é cultural do índio sair do ambiente de conflito interno e buscar nova vida em outro espaço. “Estudos revelam que a cada conflito, comunidades indígenas se mudavam do local que estavam e formavam novos núcleos, o que é impossível nos dias de hoje.

 

Fernando acredita que o Brasil precisa criar um plano de ampliação das reservas, como maneira emergencial de se resolver o problema do confinamento. O presidente também diz que o poder público deve investir na reserva, levando todos os benefícios que qualquer cidadão dispõe fora. “Não é porque o índio vai usufruir de seus direitos que ele vai perder a sua cultura”, destaca.

 

 

more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

MS ignora acordo com a União para segurança nas aldeias

MS ignora acordo com a União para segurança nas aldeias | Kuarup | Scoop.it

Um Acordo de Cooperação Técnica entre diversos órgãos da União e o Governo de Mato Grosso do Sul - assinado em 23 de fevereiro e publicado em 5 de março no Diário Oficial da União - que prevê “ações de segurança pública com cidadania nas terras indígenas regularizadas”, ainda não saiu do papel por omissão do governo do Estado, segundo o Ministério Público Federal.

more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

Disputa por terra aflige índios brasileiros, com mortos e feridos - 24 Horas News - Seu portal de notícias em Mato Grosso

Disputa por terra aflige índios brasileiros, com mortos e feridos
Simon Romero | The New York Times News

Os pistoleiros desceram de picapes ao amanhecer, com os rostos cobertos por balaclavas, e invadiram o acampamento cercado por uma plantação de soja nesta cidade na fronteira do Brasil com o Paraguai. Segundo testemunhas, os homens atiraram em Nísio Gomes, 59 anos, cacique da tribo guarani, colocaram o corpo numa picape e foram embora.

"Queremos os ossos do meu pai", declarou Valmir Gomes, 33 anos, um dos filhos de Nísio, que testemunhou o ataque, desferido em novembro. "Ele não é um animal para ser levado embora desse jeito".

Quer os corpos sejam levados ou deixados como provas de batalhas por terra ancestral, mortes e desaparecimentos de líderes indígenas continuam a crescer, maculando a ascensão do Brasil como potência econômica.

A expansão de enormes fazendas de gado e fazendas em escala industrial em regiões remotas produziu uma briga por terra que está deixa

more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

Relatório mostra que situação indígena piorou no Brasil | Jornal Correio do Brasil

Relatório mostra que situação indígena piorou no Brasil | Jornal Correio do Brasil | Kuarup | Scoop.it
O número de índios assassinados em 2011 é o menor identificado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) desde 2005, quando foram registrados 43 casos, contra os 51 do ano passado. Desde 2008, o número se mantinha em 60 casos anuais.
more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

O suicídio entre jovens indígenas

O suicídio entre jovens indígenas | Kuarup | Scoop.it

O suicídio mesmo sendo resultado de uma escolha individual, também é visto como uma questão social. No Vale do Araguaia/MT, O suicídio entre jovens indígenas das várias etnias tem sua relação etiológica baseado em vários fatores, que vão desde os de natureza sociológica, econômica, política, religiosa, cultural, passando pelos psicológicos e psicopatológicos, até os genéticos e os biológicos. Analisados numa perspectiva sociológica de David Émile Durkheim, traz uma compreensão da tal prática enquanto fenômeno social, intemporal e universal. O que leva a perceber que o suicídio individual pode ser analisado a partir do contexto do grupo em que o indivíduo pertence, comparada com grupos sociais distintos que se interagem num mesmo espaço ou próximo.

 

Vários são as discussões em torno do comportamento suicida, segundo Cassorla (1991). O comportamento suicida vem sendo estudado tanto sob o ponto de vista psicológico, como expressão de uma personalidade individual, de sua própria constituição, como sob o ponto de vista dos aspectos sociais e culturais, através da história do desenvolvimento, de circunstâncias sociais e de fantasias especiais sobre a morte e o pós-vida.

 

A maioria das pesquisas sobre o suicídio apresenta limitações, principalmente se levarmos em conta os aspectos ditos inconscientes, tendo em vista a valorização da consciência e a intencionalidade do ato.

Há uma tendência mundial em mostrar uma estabilização das taxas para a população em geral, nos últimos quinze anos a situação tornou-se muito preocupante entre os jovens. Considerando-se a faixa etária dos 15 aos 24 anos, observou-se um aumento de suicídios há cerca de duas a três vezes nos últimos trinta anos, tornando-se a terceira causa de mortalidade (Roy, 1999).

 

No Brasil, parece que o hábito já era comum entre os Guarani-Apapokuva e os Urubu-Kaapor, em meados deste século. Mas, apesar das descrições de outros casos posteriormente, em vários grupos, como os Parecis, os Yanomamis (dal Poz, 1999) e os Ticuna (nestes últimos, com uma taxa de 28% do total de óbitos entre 1994 e 1996) (Erthal, 1998), a questão somente veio à tona após o destaque dado pela imprensa leiga à “epidemia” ocorrida entre os Guaranis, nas proximidades do município de Dourados (MS), a partir da década de 1980.

 

Entre os Carajás e Xavantes a estatística ainda não está catalogada de forma a configurar em estatísticas, tendo em vista a dificuldade e a burocracia ao acesso destas informações, mas o fato se agrava a cada dia na região do vale do Araguaia/MT. Se observarmos os artigos da Professora Olgária Mattos da USP, verificaremos que ao aprofundarmos numa reflexão filosófica da contemporaneidade, iremos perceber que a vida não é mais considerada um valor, mas sim uma mercadoria, o que faz com que o suicídio seja banalizado. Para David Emile Durkheim, a compreensão de um fenômeno que era visto até, então, como disperso e aleatório, torna-se variado de acordo com a integração dos grupos sociais dos quais os indivíduos fazem parte, podendo diferenciá-los da seguinte forma:

Suicídio egoísta: resultado de uma individuação excessiva, com ênfase na autonomia das consciências individuais e na ausência de laços familiares ou de interações sociais significativas

 

 

 

 

 

 

 

 

more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

Suícidio de adolescentes entre povos indígenas - AJI - Ação de Jovens Indígenas de Dourados

Suícidio de adolescentes entre povos indígenas - AJI - Ação de Jovens Indígenas de Dourados | Kuarup | Scoop.it

Na quarta-feira 09 de maio é apresentado um estudo que analisa um fenômeno preocupante e pouco conhecido: o alto número de suicídios na população indígena da América Latina.
Embora a população da região tem uma baixa taxa de suicídio em todo o mundo, o suicídio de jovens indígenas em particular, leva as taxas entre os diferentes grupos da população da América Latina.
Isto foi revelado por "suicídio indígena adolescente. Três estudos de caso ", que analisa comparativamente casos entre os jovens, povos indígenas awajún (Peru), Guarani (Brasil) e Embera (Colômbia).

more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

Folha.com - Poder - Oferecer bebida alcoólica a índio pode virar crime no Código Penal - 24/05/2012

Folha.com - Poder - Oferecer bebida alcoólica a índio pode virar crime no Código Penal - 24/05/2012 | Kuarup | Scoop.it
A comissão de juristas que discute a reforma do Código Penal no Senado aprovou nesta quinta-feira (24) a criminalização para quem distribuir, facilitar a distribuição, o uso e a disseminação de álcool dentro de tribos indígenas.
more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

Indians ‘cry with happiness’ at Brazilian Court ruling

Indians ‘cry with happiness’ at Brazilian Court ruling | Kuarup | Scoop.it
The Pataxó Hã-Hã-Hãe Indians of Brazil are celebrating a Court decision to allow them to live undisturbed on their land.

 

The Pataxó, of Bahia state, have been subjected to violent conflict for decades as ranchers have been occupying their indigenous territory.

 

They have been pushing to be able to live undisturbed on their ancestral land, a right guaranteed to them by Brazil’s constitution and by international law.

 

After a long judicial battle, Brazil’s Supreme Court ruled this month that the ranchers must leave the area.

 

The Pataxó sang and danced at a ceremony to welcome the decision. One Indian said, ‘Today our damaged heart is crying with happiness’.

State Deputy Padre Ton emphasized that this land is for the Indians, ‘chased away and evicted by the violence they suffered’.

 

The Brazilian authorities are now responsible for resettling the ranchers.

more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

UNAIC: Suícidio de adolescentes entre povos indígenas

UNAIC: Suícidio de adolescentes entre povos indígenas | Kuarup | Scoop.it

Na quarta-feira 09 de maio é apresentado um estudo que analisa um fenômeno preocupante e pouco conhecido: o alto número de suicídios na população indígena da América Latina.

Embora a população da região tem uma baixa taxa de suicídio em todo o mundo, o suicídio de jovens indígenas em particular, leva as taxas entre os diferentes grupos da população da América Latina.

Isto foi revelado por "suicídio indígena adolescente. Três estudos de caso ", que analisa comparativamente casos entre os jovens, povos indígenas awajún (Peru), Guarani (Brasil) e Embera (Colômbia).

 

O texto foi publicado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), da Agência Espanhola de Cooperação para o Desenvolvimento Internacional (AECI) e do Grupo de Trabalho Internacional para Assuntos Indígenas (IWGIA).

A investigação começou a partir de um comentário feito pelo Comitê sobre os Direitos da Criança observou em 2009 que "em alguns Estados-partes, taxas de suicídio entre crianças indígenas são significativamente mais elevados do que crianças não indígenas"

 

No mesmo ano, o livro "A situação global dos povos indígenas", publicado pela Organização das Nações Unidas coloca o suicídio de jovens indígenas no contexto de discriminação, a marginalização, a colonização ea perda traumática de estilos de vida tradicionais.

 

O Fórum Permanente sobre Questões Indígenas das Nações Unidas ecoou essa preocupação e recomendou que o UNICEF iniciar uma investigação.

 

A pesquisa foi realizada com o apoio do Grupo de Trabalho Internacional para Assuntos Indígenas e enfatizou a captar e transmitir a visão dos jovens para buscar uma melhor compreensão da contingência dolorosa.

 

O volume registra as informações preocupantes dos escritórios locais de saúde concordam que a taxa de suicídio entre adolescentes tem aumentado de forma alarmante.

 

A discriminação contínua contra indígenas, mudanças drásticas no seu ambiente, a violação sistemática dos seus direitos e impotência das decisões que afetam seu desenvolvimento, causar indivíduo situações traumáticas e as conseqüências coletivas.

 

Uma resposta a estas situações de desesperança é o aumento de mortes por suicídio entre crianças e jovens. Alguns dos povos indígenas, como os Guarani do Brasil, atingindo valores 30 vezes superiores à média nacional.

 

O livro reconhece as limitações da informação disponível que não medir a magnitude do problema. No entanto, os dados oficiais e privadas necessitam de melhor investigação e medidas preventivas.

Sem dúvida, o documento representa um esforço inicial para entender, de uma perspectiva cultural, o que acontece em algumas pessoas que levam suas filhas para escolher o suicídio como uma resposta para seus problemas.

 

Instituições patrocinadoras também esperamos fornecer informações úteis para as pessoas afetadas e incentivando-os a assumir uma postura pró-ativa, para mostrar a seriedade de um problema que pode interferir com seus planos de vida.

Ele também tenta chamar a atenção para os Estados a assumirem as suas próprias responsabilidades na redução de danos, prevenção e erradicação desse grave problema.

 

Miguel Hilario, um funcionário do UNICEF para as questões indígenas, destacadas na apresentação do livro que os governos muitas vezes não têm a perspectiva política para alcançar adequadamente as populações indígenas.

 

Informado dos esforços do UNICEF para tentar obter informações quantitativas e qualitativas sobre o suicídio na adolescência e continua a apoiar a investigação que dão pistas para reverter o grave problema.

 

Hilary, que são as pessoas Shipibo indígenas do Peru, reconheceu e agradeceu as preocupações institucionais da IWGIA e Lourdes Maria Alcantara, antropólogo Brasil, para a visibilidade da questão da vigilância necessária e oportuna esforços para proporcionar a juventude indígena uma vida decente.

 

O estudo coordenado por Alejandro Parellada IWGIA foi desenvolvido no Peru por Irma Tuesta, Garcia Malena, Pedro Garcia e da Comissão sobre Saúde e Nutrição ODECOFROC federação.

No Brasil participou Indianara Ramires, Maria de Lourdes Beldi e Zelik Trajber. Na Colômbia, Lina Marcela Tobon, Patricia Tobon e Jenzera Negociação Coletiva.

Fonte: Servindi

 

more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

Segundo deputado é preciso acabar com a hipocrisia do discurso fácil e solucionar os problemas

Segundo deputado é preciso acabar com a hipocrisia do discurso fácil e solucionar os problemas | Kuarup | Scoop.it

Na sessão desta terça feira (08.05) o deputado estadual Cabo Almi (PT-MS) enfocou em seu pronunciamento o descumprimento do acordo de Cooperação Técnica entre os Governos Federal e o Governo de Mato Grosso do Sul para dar segurança aos povos indígenas nas aldeias localizadas nos limites do Estado.

 

O Acordo de Cooperação Técnica foi assinado entre o MPF (Ministério Público Federal), PF (Polícia Federal), Funai (Fundação Nacional do Índio) e o Governo de Mato Grosso do Sul em 23 de fevereiro e publicado em 5 de março no Diário Oficial da União e prevê ações de segurança pública com cidadania nas terras indígenas regularizadas.

 

Pela cooperação, a União já disponibilizou treinamento para a polícia militar, aparelhos de computador notebooks, 12 motocicletas, 12 capacetes, 7 veículos utilitários, 3 veículos vans e 12 rádios para monitoramento e até agora o governo do estado não deu uma resposta positiva para solução dos problemas atinentes a segurança nas aldeias, onde o índice de alcoolismo e outras drogas são altíssimos, onde tem levado muitos jovens e adultos ao suicídio.

 

Para o deputado Cabo Almi, o governo do estado tem feito muita campanha publicitária no rádio e na televisão e se esqueceu completamente de desenvolver as ações práticas e necessárias para o cumprimento do Acordo de Cooperação Técnica assinado com órgãos federais.

 

Cabo Almi concluiu seu pronunciamento cobrando solução urgente e disse que está mais do que na hora de parar com a hipocrisia do discurso fácil e agir na prática para solucionar os problemas dos nossos irmãos indígenas que residem em Mato Grosso do Sul.

more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

Políticas públicas para índios Guajajara são debatidas na OAB/MA ...

Políticas públicas para índios Guajajara são debatidas na OAB/MA ... | Kuarup | Scoop.it
Órgãos defensores dos direitos indígenas se reuniram, nesta segunda-feira (7), na sede da Ordem dos Advogados do Brasil no Maranhão (OAB), para denunciar os problemas que vem sendo enfrentados pelos índios ...
more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

Problemas sociais persistem em aldeias em MT

Problemas sociais persistem em aldeias em MT | Kuarup | Scoop.it

Drogas, consumo de álcool e demarcação nas aldeias indígenas problemas antigos, mas que persistem em Mato Grosso.

 

Segundo o líder Ysarira Karajá, 50, da aldeia São Domingos, localizada no município de Luciara (1.166 km a noroeste de Cuiabá), o alcoolismo representa 50% dos casos na etnia que tem população de três mil índios. Ele conta que o problema começou a ocorrer após o contato com a população da cidade. Outro fato citado por Karajá é 5% usam maconha e cocaína. Na falta desses produtos, os índios cheiram cola, gasolina, pasta de dente misturada com outros produtos.

 

Por causa desses vícios, o líder revela ainda os casos de suicídio são comuns e cresceram nos últimos anos, atingindo principalmente os jovens na faixa etária dos 15 aos 16 anos.

 

“Drogados e bêbedos, muitas jovens acabam se prostituindo aumentando os casos das doenças sexualmente transmissíveis (DST´S). Essas esfinges não são resolvidas, porque é preciso pessoas capacitadas para ajudar. Já em relação aos casos dos suicídios é uma questão cultural”.

 

Para Karajá, a Fundação Nacional do Índio (Funai), não tem ação efetiva para conter os problemas e as aldeias contam apenas com ajuda e apoio da Secretaria Especial de Saúde Indígena. Além desses problemas, cita ainda casos comuns de gripe, diarréia, tuberculose, tosse, diabetes e câncer. Karajá expõe ainda que é a questão da terra indígena demarcadas têm sofrido problemas com o tráfico de madeiras, de peixes, arrendamento de pastagens e queimadas.

 

Segundo Leonilda Maria Akuiri Lurireudo, da aldeia Meruri no município de General Carneiro(442 km ao leste), os principais problemas estão relacionados a saúde dos povos. Com uma população de mais de 500 indígenas, afirma que 30% do consumo de pinga são comuns nos jovens e pessoas mais antigas.

 

Já o líder Marcides Catulo Pacuera, 53 da aldeia central de Pacuera no município de Paranatinga (373 km ao sul), diz que a situação nas aldeias com o alcoolismo até a década de 80 era moderado e com a chegada das equipes do Programa Saúde da Família(PSF´s) os casos caíram 3%. “Sinto-me alegre com as mudanças, mas a presidente Dilma Rousseff precisa dar mais atenção à saúde indígena. O consumo de drogas e álcool, suicídio diminuíram, pois estamos mais conscientes”

 

Mesmo com a chegada da tecnologia e modernidade, 264 índios de Pacuera sofrem com gripes, pedras na vesícula e tuberculose. Marcides, revela que a Pastoral da Criança ajuda a diminuir a mortalidade e um novo projeto de plantio de grãos e para recuperação de alimentos estão sendo desenvolvidos na aldeia.

 

Wakari Kuikuro,25, da aldeia Kuikuro situada em São Jose do Xingu,onde residem 600 indígenas, diz que a maior preocupação da tribo é construção da Usina de Bel Monte e Paranatinga II. Revelou que os povos na aldeia não têm problemas com os vícios porque estão longe da cidade. “Graças da ajuda dos salesianos e grupos de apoio, os casos de mortalidade infantil diminuíram. Hoje enfrentamos problemas simples como gripe e tosse.

more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

Índio se suicida em aldeia e outro é preso por atacar PM - AQUIDAUANA NEWS - Agência de Notícias da cidade Portal do Pantanal

Índio se suicida em aldeia e outro é preso por atacar PM - AQUIDAUANA NEWS - Agência de Notícias da cidade Portal do Pantanal | Kuarup | Scoop.it

Ontem, dia 10 de abril de 2012, por volta das 13h30, uma viatura do serviço Operacional do município de Antonio João atendeu a uma solicitação de suicídio na Aldeia Campestre. No local os Policiais Militares constataram a veracidade dos fatos, sendo vítima fatal um indígena do sexo masculino, idade não identificada, o qual cometeu o suicídio com uma corda amarrada ao pescoço.

 

A vítima ainda foi socorrida por sua mulher, porém o óbito já estava consumado. Diante dos fatos os Policiais Militares realizaram a preservação do local, até a chegada da Polícia Civil, momento em que um indígena não identificado chegou com uma faca e investiu contra o policial militar que atendia a ocorrência. Além do autor, havia no local mais de 80 índios.

 

Após a tentativa de lesão corporal contra o Policial Militar, o autor foi detido e encaminhado até a Delegacia de Polícia Civil, para os procedimentos legais, o mesmo estava com sinais de embriaguez, o que dificultou sua qualificação, pois não conseguia nem ao menos pronunciar seu nome. O caso do suicídio será investigado pela Polícia Civil.

more...
No comment yet.
Scooped by Daniell Castro
Scoop.it!

Amazonas e Mato Grosso lideram casos de suicídio entre índios do Brasil

Amazonas e Mato Grosso lideram casos de suicídio entre índios do Brasil | Kuarup | Scoop.it
A taxa de suicídio entre as populações indígenas do Brasil é quatro vezes maior do que no resto do país, segundo pesquisa veiculada pelo Unicef (Fundo das Nações Unidades para a Infância), no dia 30 de novembro do ano passado.
more...
No comment yet.