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Educação matemática mediada por tecnolgia nas escolas públicas do Brasil, com apoio da Fundação Lemann e parceiros
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One Man, One Computer, 10 Million Students: How Khan Academy Is Reinventing Education

One Man, One Computer, 10 Million Students: How Khan Academy Is Reinventing Education | Khan Academy | Scoop.it
One man. One computer. Ten million students. Our $1.3 trillion school system is ripe for revolution.

 

The headquarters of what has rapidly become the largest school in the world, at 10 million students strong, is stuffed into a few large communal rooms in a decaying 1960s office building hard by the commuter rail tracks in Mountain View, Calif. Despite the cramped, dowdy circumstances, youthful optimism at the Khan Academy abounds. At the weekly organization-wide meeting, discussion about translating their offerings into dozens of languages is sandwiched between a video of staffers doing weird dances with their hands and plans for upcoming camping and ski trips.

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1º Formação do Projeto Khan Academy em Salto-SP aconteceu no dia 08 de maio

1º Formação do Projeto Khan Academy em Salto-SP aconteceu no dia 08 de maio | Khan Academy | Scoop.it

 Professores da rede pública municipal de ensino da Estância Turística de Salto participaram da 1ª formação do Projeto Khan Academy, na última quinta-feira, 08 de maio. A aula aconteceu na escola CEMUS I (Centro de Educação Municipal de Salto), no Bairro Bela Vista, durante todo o dia, das 8h às 17h. 


A partir de agora, as capacitações pertencentes a esse Programa terão continuidade no decorrer dos meses, sendo que, em um primeiro momento, elas ocorrerão nos CEMUS I e V, para os professores e gestores de tais unidades, pelo fato das mesmas possuírem laboratórios com maior estrutura. Posteriormente, o intuito é que o sistema seja implantado em todas as escolas da rede pública municipal de ensino.

 

A iniciativa tem como principal objetivo capacitar os docentes dos 3ºs, 4ºs e 5ºs anos a utilizarem uma Plataforma, composta por vídeo-aulas e exercícios online, que aliados ao currículo escolar auxiliam odesempenho dos alunos na disciplina de matemática, permitindo que cada um avance de acordo com seu nível de aprendizagem.

 

A oportunidade de tal formação surgiu após a cidade de Salto ter sido escolhida como sede, para a realização desses cursos, os quais são promovidos pela Fundação Lemann, uma organização sem fins lucrativos, cujos trabalhos possuem o compromisso de contribuir para o aprendizado dos alunos brasileiros.  Além dos docentes de Salto, profissionais de Itatiba também participarão de algumas formações.


    Saiba mais: O Projeto Khan Academy no Brasil é financiado com recursos privados da Fundação Lemann, do Instituto Península, do Instituto Natura, do Ismart e da Fundação Telefônica.  A iniciativa é voltada aoensino de matemática para alunos do 3º, 4º e 5º anos de escolas públicas parceiras do Projeto, das redes municipais de educação de diversas cidades dos estados de São Paulo, Paraná e Ceará. A plataforma utilizada, que é online e gratuita, já oferece mais de 1.000 vídeo-aulas traduzidas em português e direcionadas a diferentes disciplinas. Entre 2012 e 2013, mais de 10 mil alunos participaram do Projeto, e em 2014, a iniciativa chegará a 50 mil estudantes.

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Ensino Adaptativo: O Big Data na Educação.

Ensino Adaptativo: O Big Data na Educação.
BRUNO SENDRA DE ASSIS's insight:

Há tempos venho querendo escrever sobre este assunto aqui no blog. Há algumas semanas conversei informalmente com dois diretores de uma empresa norte-americana chamada Knewton e voltei a pensar no assunto. Esta empresa, que conta com investidores de peso, está crescendo a passos rápidos e pode entrar no Brasil a qualquer momento. Seus fundadores se propõe a implantar o chamado Ensino Adaptativo ou Aprendizagem Adaptativa (Adaptive Learning, em inglês) nos mais diversos tipos de conteúdo para a educação. Mas como funciona isso?

 

Levando-se em consideração que grande parte dos processos educacionais e dos conteúdos educacionais – notas, livros, exercícios e apresentações – estarão digitalizados, o Ensino Adaptativo se apoia na análise desta massa de dados para sugerir tanto novos caminhos de aprendizagem como novas formas de ensino mais eficientes. Por enquanto, o método tem sido utilizado para fazer com que provas ou exercícios se adaptem ao estudante conforme este vai avançando na matéria.

 

No futuro, com a convergência do Ensino Adaptativo e do Data Mining (exploração e análise de bases de dados), será possível explorar correlações incríveis entre aprendizagem e conteúdo, permitindo que atuemos sobre ambos de forma quase científica. Para facilitar a adaptabilidade dos assuntos estudados, os conteúdos passarão a ser gerados sempre em pedaços e em diferentes formatos como texto, vídeo e áudio.

 

Imagine, por exemplo, um software acompanhando o rendimento individual e comparativo de diversos alunos de um mesmo curso, semestre após semestre. Este software poderia facilmente traçar correlações entre as notas obtidas e as características dos assuntos ensinados (dificuldade, formato, tipo de interação, professor que ensinou o assunto, horário da aula, etc), chegando a conclusões extremamente específicas e até individualizadas, como por exemplo: “o aluno X sempre obtém um bom rendimento quando um assunto, independentemente de seu grau de dificuldade, é ensinado pela manhã, através de vídeos e com professores recém formados”. Como resultado desta análise, os conteúdos já seriam adaptados automaticamente ao perfil deste aluno.

 

Outro exemplo, mais simples porém mais realista seria: “Alunos que tem dificuldade na matéria X do terceiro ano do curso, geralmente foram fracos na prova Y do vestibular”. Isso permitiria que a faculdade – e seus professores – se preparassem de antemão para cuidar de alunos com baixo rendimento naquela prova Y do vestibular, muito antes deles chegarem ao terceiro ano do curso. Na verdade, o sistemas estarão preparados para soltar relatórios de alertas automaticamente, cada vez que alguma correlação interessante seja calculada.

 

E quanto mais você explora o assunto, mais possibilidades surgem: um curso pode ser feito de forma adaptativa, um livro pode ser lido de forma adaptativa ou uma prova pode ser realizada de forma adaptativa. E foi assim que a expressão “Big Data”, que poderia ser traduzida ao português como “Megadados” ou “Grande Quantidade de Informação” conquistou espaço nos debates sobre educação para descrever um novo aspecto que não pode ser ignorado pelas instituições de formação que queiram crescer ou simplesmente sobreviver nas próximas décadas do século 21.

 

No segundo semestre do ano passado, a empresa de consultoria McKinsey & Co publicou uma rápida entrevista sobre este assunto com o fundador da Khan Academy, Salman Khan (sempre ele!). A entrevista pode ser lida neste link (em inglês) e assistida neste video:

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Coordenadores de escolas municipais de Rolândia-PR participam de reunião pedagógica da Khan

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A prioridade da educação na gestão pública - 5º LGE

Izolda Cela, secretária de educação do Estado do Ceará, falou ao público do 5º Seminário Líderes em Gestão Escolar sobre os desafios de gestores para alcançar o aprendizado dos alunos de suas rede. 


O seminário reuniu representantes de mais de 300 municípios de São Paulo durante três dias, em Atibaia. Saiba mais aqui:http://www.fundacaolemann.org.br/seminariolge

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Alunos brasileiros ficam entre os últimos em teste de solução de problemas

Alunos brasileiros ficam entre os últimos em teste de solução de problemas | Khan Academy | Scoop.it

Os estudantes brasileiros ficaram em 38° lugar entre jovens 44 países em um teste de solução de problemas matemáticos feito pela OCDE (Organização para a Cooperação de Desenvolvimento Econômico) e divulgado nesta terça-feira (1°).

 

Enquanto os alunos de países da OCDE tiveram média de 500 pontos na avaliação, os jovens brasileiros atingiram em média apenas 428 pontos. O relatório mostra ainda que 47,3% dos brasileiros tiveram baixa performance e só 1,8% conseguiu solucionar problemas de matemática complexos. 

 

A avaliação foi aplicada a jovens de 15 anos de todo o mundo e é parte do relatório do Pisa 2012 (Programa Internacional de Avaliação de Alunos). Os jovens de Cingapura, Coreia do Sul e Japão ficaram nas primeiras posições do ranking.

 

O desempenho dos alunos brasileiros ficou abaixo ainda do de jovens da Rússia, de Portugal, da Croácia e do Chile.Meninos tiveram desempenho melhor que as meninas na prova de matemática. Em média, a diferença foi de 22 pontos. Entre estudantes dos países da OCDE, a variação é de, em média, 7 pontos. 

 

Resultado geral

1° lugar - Cingapura - 562 pontos; 2° lugar - Coreia do Sul - 561 pontos; 3° lugar - Japão - 552 pontos; 4° lugar - China - Macau - 540 pontos; 5° lugar - China - Hong Kong - 540 pontos; 38° lugar - Brasil - 428 pontos; 39° lugar - Malásia - 422 pontos; 40° lugar - Emirados Árabes Unidos - 411 pontos; 41° lugar - Montenegro - 407 pontos; 42°lugar - Uruguai - 403 pontos; 43° lugar - Bulgária - 402 pontos; 44° lugar - Colômbia - 399 pontos

 

No final do ano passado, a OCDE divulgou o relatório geral do Pisa 2012, que mostrou que o desempenho dos estudantes brasileiros em leitura piorou em relação a 2009. Matemática foi a única disciplina em que os brasileiros apresentaram avanço no desempenho, ainda que pequeno. O Brasil saiu de 386 pontos, em 2009, e foi a 391 pontos --a média da OCDE é de 494 pontos.

 

A melhora não foi suficiente para que o país avançasse no ranking e o Brasil caiu para a 58ª posição em matemática. Apesar da melhora, 2 em cada 3 alunos brasileiros de 15 anos não conseguem interpretar situações que exigem apenas deduções diretas da informação dada, não são capazes de entender percentuais, frações ou gráficos.

 

Segundo Ocimar Munhoz Alavarse, especialista em educação pela Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), o país ainda tem muitos alunos com baixo desempenho nas áreas avaliadas. "Quando a gente olha o Brasil nos resultados desse Pisa, não só a média geral é baixa como tem muita gente concentrada abaixo do nível adequado. Esses alunos que saem do ensino fundamental e são avaliados pela prova acabam tendo o desempenho que se espera de um aluno do 5º ou 6º ano".

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Escola pública de cidade do Piauí tem alunos motivados e ótimos resultados

Escola pública de cidade do Piauí tem alunos motivados e ótimos resultados | Khan Academy | Scoop.it
A escola Augustinho Brandão acumula dezenas de medalhas em Olimpíadas de Matemática e Química, e prêmios de astronáutica, astronomia e física.

 

No Brasil, temos 40 milhões de alunos. Ou seja, um quinto da população está na escola. Somos a sexta maior economia do mundo, mas na educação, estamos em 88º lugar. Os professores ganham mal e os alunos não gostam das aulas. Por que tem que ser assim?

“A gente tem no Brasil uma tendência de arrumar culpado. E quando você vai no fundo, cadê o culpado? O culpado morreu há 30 anos e você está oprimido por aquele culpado. A gente tem que tomar conta do Brasil”, afirma Viviane Mosé, filósofa.

Algumas escolas já começaram a tomar conta do Brasil. O Fantástico pesquisou e encontrou escolas públicas em áreas pobres que possuem uma educação com qualidade de primeiro mundo, com médias melhores que as de escolas particulares e aprovando a maioria dos alunos no vestibular.

 

Então a partir do momento que cada um de nós enquanto sistema, enquanto professores, enquanto pai de aluno focarmos no principal do processo que é o aluno, isso pensando nele enquanto profissional, ser humano, criança, adolescente, respeitando suas peculiaridades, sua faixa etária. Nós pensarmos nisso com valores e não nos moldes que está se perpetuando: ‘cada um por si e deus por todos’”, ressalta Narjara Benício.

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5 ideias inovadoras em educação que foram destaque em 2013

5 ideias inovadoras em educação que foram destaque em 2013 | Khan Academy | Scoop.it

Uma escola conectada, aprendizado coletivo, apps de línguas e outras boas ideias que conhecemos este ano

Cícero Dias, a escola conectada
Apoiada pela Oi Futuro, a Escola Técnica Cícero Dias – Núcleo Avançado em Educação (Nave), localizada em Boa Viagem, Zona Sul do Recife, propõe um ensino pautado pela inovação. Os alunos estudam em tempo integral, aprendem a programar, criar jogos e aplicativos e ainda têm aulas de roteiro e design. Ao final de três anos, os jovens saem com diploma de ensino médio integrado com o profissional e podem atuar no mercado de TI e economia criativa.

- See more at: http://blogs.ne10.uol.com.br/mundobit/2013/12/25/5-ideias-inovadoras-em-educacao-que-foram-destaque-em-2013/?doing_wp_cron=1394809371.4192800521850585937500#sthash.T5zV9vsf.dpuf


Via Luciano Sathler
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A Khan Academy não substitui o professor | Matemática

A Khan Academy não substitui o professor | Matemática | Khan Academy | Scoop.it
As soluções tecnológicas de Salman Khan foram saudadas como revolucionárias. Ainda que tenham mérito, é preciso reforçar que nada toma o lugar do docente na tarefa de ensinar.

Nas duas últimas semanas, as manchetes de jornais e revistas foram preenchidas por notícias sobre a vinda do matemático Salman Khan ao Brasil. Nos dias em que aqui esteve, o criador da Khan Academy - site que reúne vídeos e exercícios de Matemática, Biologia e outras disciplinas, além de gráficos com os resultados dos alunos - conheceu o Ministro da Educação e a Presidente da República e concedeu entrevistas a autoridades, repórteres e profissionais da Educação. Após conhecer o trabalho de Khan, a presidente Dilma chegou a propor o desenvolvimento de material da academia para a alfabetização em português, convite a que ele sabiamente declinou. E o Governo Federal prometeu disponibilizar os vídeos nos 600 mil tablets que serão entregues a professores da rede pública durante o semestre. 


Tanto alvoroço fez com que se criasse a ideia de que a proposta era a solução para os problemas da Educação brasileira, como se bastasse recorrer ao cardápio de recursos do americano para dar o salto de qualidade tão necessário ao ensino. Não custa lembrar que não há soluções fáceis para o avanço da Educação.


As novas tecnologias não substituem o trabalho do professor. Elas podem se tornar grandes aliadas do ensino, desde que entendidas como complementares a um conjunto de outras ações fundamentais - que vão de uma boa formação à garantia de infraestrutura adequada. "Os problemas da Educação causam uma ansiedade e um sentimento de urgência, que é legítimo. O que não se pode é achar que os recursos da Khan Academy são a salvação da lavoura. A gente não vai resolver tudo em um passe de mágica. Existem várias coisas que precisam ser feitas e testadas na Educação", explica Denis Mizne, diretor executivo da Fundação Lemann, organização responsável pela tradução dos vídeos e pela implementação do recurso no Brasil. 


No Brasil, a ferramenta tem sido aplicada pela Fundação Lemman em escolas públicas paulistanas há um ano como projeto piloto. Um dos desafios é adaptar o conteúdo à realidade local, tarefa ainda em curso.

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Rita Pierson: Toda criança precisa de um campeão

Rita Pierson, que trabalhou como professora por 40 anos, certa vez ouviu uma colega dizer, "Eles não me pagam para gostar das crianças". Sua resposta? "Crianças não aprendem com pessoas de que elas não gostam". Um chamado aos educadores para que acreditem em seus alunos e conectem-se com eles num nível real, humano, pessoal.
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Plataforma da Khan Academy será lançada em português em janeiro

Plataforma da Khan Academy será lançada em português em janeiro | Khan Academy | Scoop.it

A nova plataforma da Khan Academy, lançada no início do segundo semestre, ganhará uma versão oficial em português a partir de janeiro de 2014. O anúncio foi feito na tarde de terça-feira (12), no lançamento de uma versão ainda em fase de testes. Além das videoaulas elaboradoras pelo cientista da computação e matemático americano Salman Khan, a plataforma tem exercícios e ferramentas para que os professores acompanhassem o progresso dos alunos em matemática.

 

Em março, quando começou a usar uma plataforma inspirada na de Khan, e elaborada pela Fundação Lemann, a professora Leandra Marques Rodrigues Oliveira estava "resistente" sobre o que poderia acontecer com os 32 alunos da sua turma de quinto ano do ensino fundamental. Mas, a um mês do fim do ano letivo, ela se diz satisfeita com o resultado do sistema. Leandra fez parte de um projeto-piloto implantado pela Lemann em seis cidades brasileiras. No ano que vem, o objetivo da entidade é expandir o projeto dos 12 mil alunos atendidos atualmente para 50 mil, além de abrir o acesso gratuito ao site para qualquer escola, professor e aluno do país, com conteúdos do ensino fundamental ao médio.

 

Aos professores que se preparam para introduzir os conteúdos da Khan Academy em suas aulas a partir de 2014, Leandra diz que a maior dica "é tentar conhecer o máximo a plataforma antes de começar a trabalhar com os alunos". Ela não nega que os docentes possam sentir o mesmo medo que ela sentiu nos primeiros dias. "Tudo o que é novo causa medo, então não digo para não ter medo, mas para vencer o medo. Superar esse medo é o mais importante", afirmou.

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Escolas devem ensinar que é divertido aprender, afirma Salman Khan

Escolas devem ensinar que é divertido aprender, afirma Salman Khan | Khan Academy | Scoop.it

Ele não tem formação em pedagogia, não dá lições presenciais em escolas e, em suas aulas, trata de temas complexos – chatos, até – que normalmente são o terror dos estudantes: geometria, aritmética, trigonometria. Números, números e mais números. A forma como Salman Khan apresenta esses problemas matemáticos (e de física, e outros tantos assuntos, especialmente na área de exatas), porém, é diferenciada. Inovadora. Capaz de atrair mais de 300 milhões de alunos em lições online que, de tão populares, hoje são traduzidas para diversos idiomas – inclusive o português. A contribuição do professor mais famoso da internet, no entanto, vai além das aulas. E muito além do ambiente virtual.

 

Fundador da Khan Academy, uma organização sem fins lucrativos que se dedica à elaboração de videoaulas divulgadas gratuitamente na internet, esse matemático americano defende uma revolução no ensino. Uma mudança em todo o sistema da educação. Proposta que passa, em primeiro lugar, pelo professor: pela forma de ensinar – mas envolve ainda a adequação de escolas às novas tecnologias, à mudança de hábitos dos alunos e à consequente necessidade de levar interatividade para a sala de aula. Assim, seria possível avançar ainda mais: com maior integração aos estudantes, teria início o ensino personalizado em cada instituição de ensino. E essa realidade, acredita ele, está próxima.

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Khan Academy: como um matemático está revolucionando a educação com vídeos na Internet

Khan Academy: como um matemático está revolucionando a educação com vídeos na Internet | Khan Academy | Scoop.it

Enquanto trabalhava no mercado financeiro, Salman Khan economizava o que podia para realizar seu sonho: abrir uma escola gratuita. Mas foi meio sem querer, ajudando a própria família, que o sonho saiu do papel e cresceu mais do que ele poderia imaginar, graças ao alcance da Internet.

 

A primeira discípula de Khan foi uma sobrinha. As aulas de matemática eram ministradas com um aparato misto, envolvendo uma tecnologia de compartilhamento de tela via Internet do Yahoo e o bom e velho telefone. O sucesso dela nas provas chegou aos ouvidos de outros parentes, depois de amigos, até que a certa altura, notando padrões e tentando adaptar os pedidos de ajuda à sua agenda, Khan decidiu gravar os vídeos e enviá-los ao YouTube. Era o embrião da sua Khan Academy.

 

O mote da Khan Academy, sua organização sem fins lucrativos para a educação, é “prover educação gratuita e de alto nível para qualquer um, em qualquer lugar”. Com 5 mil vídeos e mais de 100 mil exercícios de áreas que vão da matemática à ciência da computação, passando por história, medicina, astronomia, física e finanças, entre outras, pode-se dizer que ele está no caminho certo.

 

Ao se cadastrar na Khan Academy, o estudante escolhe a disciplina que quer aprender e se depara com uma espécie de mapa de dificuldade gradual. As lições são apresentadas na forma de exercícios e amparadas por vídeos explicativos e dicas para a resolução. Há um esforço visível em naturalizar o erro — o sistema não penaliza ou censura quando o estudante não dá a resposta certa.


Em paralelo, a cada lição o estudante ganha pontos de energia e medalhas. Trata-se da aplicação de conceitos de gamificação ao aprendizado, ou seja, elementos típicos de jogos, baseados no mérito e no progresso individual, para estimular a continuidade.

 

Khan consegue a proeza de unir tecnologia e educação de uma forma como poucos. É comum, entre crianças e adolescentes em fase de aprendizagem, associar qualquer conteúdo educacional interativo à monotonia; com sua abordagem multimídia, as lições da Khan Academy quebram esse estigma. Muito disso tem a ver com a forma com que o fundador da iniciativa vê a educação. Ele não segue teorias estabelecidas, não tem formação pedagógica e acredita que o bom professor seja aquele que faz o aluno aprender por si mesmo.


“Os alunos precisam aprender com os professores como direcionar seu próprio estudo. E aí entra a tecnologia. O professor não deve usar tecnologia somente porque alguém mandou que o fizesse.”

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Transformar 2014: Evento discute o uso da tecnologia e os novos rumos da educação

Transformar 2014: Evento discute o uso da tecnologia e os novos rumos da educação | Khan Academy | Scoop.it
Professores da rede pública e particular de ensino e especialistas discutem os novos rumos da educação no encontro Transformar 2014. O evento apresenta soluções para reduzir as desigualdades educacionais e ampliar o engajamento dos estudantes.
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Quando a escola deixar de ser uma fábrica de alunos

Quando a escola deixar de ser uma fábrica de alunos | Khan Academy | Scoop.it
A escola de massas, onde um professor ensina ao mesmo tempo e no mesmo lugar dezenas de alunos, nasceu com a revolução industrial mas chegou ao século XXI. Em dois séculos, mudaram os estudantes, mudou a sociedade e mudou o mercado de trabalho. Quando mudará a escola?

 

Crianças sentadas em fila, olhando para a frente. Mãos cruzadas em cima da mesa, numa postura inerte. A secretária do professor fica no extremo esquerdo da sala de aula. Não está a ensinar. Os alunos têm uns capacetes de metal, ligados por uns cabos eléctricos a uma máquina onde o professor coloca uns livros. A função desse aparelho, compreende-se pela imagem, é a de extrair a informação dos manuais e introduzi-la directamente nos cérebros dos jovens, através da transmissão da energia eléctrica. Foi assim que os ilustradores franceses Jean Marc Cotê e Villemard imaginaram e retrataram a escola do ano 2000, num postal que era parte de uma série produzida para a Exposição Universal de Paris, em 1900.

 

A gravura é de 1899 e foi utilizada por João Barroso, especialista em políticas de educação e formação da Universidade de Lisboa, num trabalho que terá sido apresentado em São Paulo, ontem, intitulado A Escola e o Futuro: As Mudanças Começam na Sala de Aula.

 

A escola do ano 2000 é imaginada, no final do século XIX, como um prolongamento da escola então existente. Cotê e Villemard não vislumbraram uma sala de aula com um funcionamento completamente diferente por causa da electricidade. Em vez disso, desenharam a aula de 1899 - um local onde os jovens recebem, de forma passiva, o conhecimento que lhes é transmitido pelo professor - e acrescentaram-lhe uma nova tecnologia, que lhes permitiria, simplesmente, ter a mesma informação, embora com a recepção facilitada.

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Conteúdo sobre história da arte no site da Khan Academy

Nem só de números é feita a Khan Academy. Desde 2005, a instituição conta com o SmartHistory, um site (em inglês) voltado para o ensino de história da arte. A ferramenta conta com cerca de 500 vídeos (com legendas em português e outros idiomas), além de textos e outros conteúdos, sobre diversas épocas, estilos e artistas.

Assista no link um vídeo sobre a obra de Andy Warhol:

 

Fonte: Blog do Sistema de Bibliotecas da UCS.

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Aprender pode ser divertido com os vídeos da Khan Academy!

Aprender pode ser divertido com os vídeos da Khan Academy! | Khan Academy | Scoop.it

“Eu ensino do jeito que gostaria de ter sido ensinado. As aulas expositivas são lecionadas por mim, um ser humano real que é fascinado pelo mundo que o cerca.” —Salman Khan. 

 

Com essa filosofia, Salman Khan criou, além da plataforma adaptativa da Khan Academy, vídeo-aulas sobre matemática, tópicos de ciências, como biologia, química e física, e até humanidades, como finanças e história. Por isso, além das esperadas aulas sobre multiplicação de polinômios ou refração e lei de Snell, a Khan também cria vídeos que ensinam de forma divertida e curiosa, usando exemplos da vida real ou histórias engraçadas para explicar conceitos muitas vezes complexos.

 

No canal da Khan Academy em português no Youtube, você pode encontrar uma playlist com a seleção destes vídeos:

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Khan Academy, Open Ed. Providers Evolve With Common Core

Khan Academy, Open Ed. Providers Evolve With Common Core | Khan Academy | Scoop.it
Khan Academy's unveiling of interactive and adaptive math resources tied to the common core represents a critical step for the field of "open education resources," observers say.

 

Continuing its evolution from quirky disruptor of traditional classroom learning to mainstream player aligned with the education establishment, the nonprofit Khan Academy recently unveiled new online math resources tied to the Common Core State Standards.

 

Observers say the materials­—which feature interactive high-tech user interfaces and sophisticated back-end software that adapts to individual learners—represent a critical step for the field of free “open education resources,” or OER.

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Nova educação: Khan Academy

Nova educação: Khan Academy | Khan Academy | Scoop.it

A ideia de melhorar a educação da Khan Academy, criada pelo americano Salman Khan, não é complicada. Você assiste a um vídeo explicando como fazer uma equação de segundo grau (ou qualquer outra matéria). Depois de acompanhar a aula de Salman Khan sem medo de pausar, repetir trechos e pensar no assunto com calma, vai ao site khanacademy.org, faz login e resolve alguns exercícios. Se tiver entendido o conceito e acertar tudo, ganha um selo falando que já está proficiente na matéria. Se tiver dificuldades, o site oferece dicas de como fazer o exercício, a resolução completa linha a linha e a possibilidade de postar perguntas sobre detalhes que você não compreendeu bem.


Via Luciano Sathler
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Khan Academy to offer free SAT prep materials (video)

Khan Academy to offer free SAT prep materials (video) | Khan Academy | Scoop.it
Watch this video on CNET TV: The College Board announces a revamped SAT and a partnership with Khan Academy. CNET's Sumi Das talks to founder Sal Khan about how the online learning site hopes to improve college opportunities for students, and its work with the White House.
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Khan Academy nas Escolas 2014 (Institucional)

http://www.fundacaolemann.org.br/khanportugues/ ,Desde 2012, escolas públicas brasileiras usam a plataforma de exercícios similar à disponível na Khan Academ...
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Tecnologia e redes sociais facilitam ensino de matemática

Por meio da ideia, um colégio de São Paulo pôde tornar a matéria mais atraente e melhorar o aprendizado. Ver episodio: http://tvbrasil.ebc.com.br/reporterbra...
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Where In The World You Can Find The Best Schools — And The Happiest Kids

Where In The World You Can Find The Best Schools — And The Happiest Kids | Khan Academy | Scoop.it

From Singapore to Switzerland.

The Organisation for Economic Co-operation and Development’s triennial international survey compared test scores from 65 countries. Happiness was ranked based on the percentage of students who agreed or disagreed with the statement “I feel happy at school.” Test scores were ranked based on the combined individual rankings of the students’ math, reading, and science scores.

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Novas plataformas educacionais potencializam ideias

Novas plataformas educacionais potencializam ideias | Khan Academy | Scoop.it

Desde que Sócrates duvidou da palavra escrita para ensinar os jovens, o uso de tecnologias novas para a educação é questionado. Você questiona as palavras escritas, ele observou, e elas não respondem. Segundo Sócrates, o jeito correto de usar palavras é plantá-las na mente fértil de um aprendiz, deixando crescer conhecimento e ideias. A humanidade aprendeu a aproveitar a tecnologia da palavra escrita para fazer justamente isso. Mas nunca vamos parar de debater como adaptar qualquer nova tecnologia para, por um lado, disseminar e transmitir ideias, e, por outro, usá-la para construir o conhecimento.

 

Essa antiga oposição entre transmissão e construção de conhecimento é especialmente relevante para o uso de tecnologia em ambientes educacionais. Hoje, discutindo tecnologia educacional, geralmente falamos do uso da internet e das suas aplicações. O sucesso da internet se deve ao seu caráter aberto e neutro: ser uma plataforma livre, onde cada um pode criar suas inovações sem pedir permissão a algum órgão central que controlaria o que pode e o que não pode ser feito. Essa característica da infraestrutura é essencial para uma universidade como a USP, que depende da excelência e da autonomia de suas unidades, grupos de pesquisa e professores.

 

As plataformas educacionais novas, quando implementadas de forma aberta e neutra, potencializam o talento e as ideias. Com essas plataformas, não existe oposição entre transmissão e construção de conhecimento. A web, em particular, consegue combinar em uma única plataforma as funcionalidades de comunicação e disseminação de informação e a construção de ambientes colaborativos e participativos.

 

A web permite a todos os membros da comunidade USP divulgar seus conhecimentos além dos muros da universidade, transmitindo bits sem as limitações do transporte de átomos. E essa mesma infraestrutura pode ser usada para implementar os processos colaborativos próprios à construção do conhecimento, sem as limitações da distância física.

 

Na USP, a internet está sendo usada para apoiar uma enorme variedade de atividades educacionais. A universidade mantém ambientes online com recursos didáticos de altíssima qualidade e feitos por equipes profissionais e especializadas em ensino a distância. E essa mesma infraestrutura dá suporte às ideias pedagógicas de milhares de professores e dezenas de milhares de alunos, cada um com ideias próprias sobre o que é uma boa aula.

 

Vejo um futuro brilhante para tecnologias que ajudam os professores a implementar suas ideias pedagógicas. Que permite inovação, mas deixe transparente o que funcionou e o que não funcionou. Para tecnologias que podem ser adaptadas ao contexto e às necessidades dos educadores e alunos, em todas as suas variedades. A USP depende do talento e do trabalho dos seus alunos, funcionários e docentes. Serão as tecnologias educacionais abertas e neutras, usando a internet ou inspirada nela, que vão potencializar esse talento.

 

*Ewout ter Haar é doutor em física pela Leiden University. Atualmente, é professor do Instituto de Física da USP (IFUSP), membro do Centro de Ensino e Pesquisa Aplicada (CEPA) e coordenador do Grupo de Apoio Técnico-pedagógico da USP. 

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