Projeto Alexandria
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Integrantes

2º ano G

Karen Cristina's insight:

Nome: Karen Cristina              Nº 23

          Jéssica Lourenço              19

          Luan Passos                    25

          Lucas Fonseca                 28 

          Renata Rocha                   35

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Representação da antiga Biblioteca de Alexandria

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Filme Alexandria e o Inglês

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Karen Cristina's insight:

Que diferenças se pode observar entre a legenda e a dublagem do filme quanto se pode compreender a partir do áudio original? Que estruturas do Inglês você consegue reconhecer nos diálogos do filme?

 

Como o áudio original do filme é em Inglês, a dublagem que fizeram para o Português, teve algumas mudanças, para assim fazer o publico entender melhor sobre o filme Alexandria. O inglês apresentado no filme, não é o Inglês atual e sim o Antigo. Já a legenda não foi feita de acordo com a dublagem e sim de acordo com o áudio original que é o inglês antigo, podemos ver isso, assistindo ao filme com o áudio em Português e legendado, muitas palavras que as pessoas falam não são iguais à da Legenda. Um exemplo que podemos ter é esse video, não está em português, mas mostra que o inglês é o antigo, e tem algumas palavras que não são iguais à da legenda.

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Bibliografia

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Karen Cristina's insight:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Alexandria
http://www.grupoescolar.com/pesquisa/alexandria.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Biblioteca_de_Alexandria
http://www.historiadomundo.com.br/curiosidades/a-biblioteca.htm

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Representação da antiga Biblioteca de Alexandria

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Alexandria

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Karen Cristina's insight:

1. A história aqui tratada se passa em alexandria. De uns tempos pra cá, houve diversas mudanças na cidade, mas ela continua localizada no mesmo lugar. 

 

2. No periodo retratado no filme havia muita intolerancia de uma religião com a outra. No principio, a religião que predominava Alexandria era a religião pagã, mas depois que os cristãos invadiram a grande Biblioteca, os perseguidos passaram a perseguir, e o judaismo passou a ser intolerado e atacado pelos cristãos. Hoje em dia ainda há muito intolerância, por diversos motivos, religião, raça ou cor, mas a tolerância é imposta por lei.

 

3. A sociedade descrita era composta e dividida por duas religiões específicas: O judaismo e o cristianismo.

 

4. A Biblioteca Real de Alexandria ou Antiga Biblioteca de Alexandria foi uma das maiores bibliotecas do mundo antigo. Ela floresceu sob o patrocínio da dinastia ptolemaica e existiu até à Idade Média, quando alegadamente foi totalmente destruída por um incêndio cujas causas são controversas. Alexandria, às margens do Mediterrâneo, reinou quase absoluta como centro da cultura mundial no período do séc. III a.C. ao séc. IV d.C. Sua famosa Biblioteca continha praticamente todo o saber da Antiguidade, em cerca de 700 000 rolos de papiros e pergaminhos. Seu lema era “adquirir um exemplar de cada manuscrito existente na face da Terra”. Acredita-se que a biblioteca foi fundada no início do século III a.C., concebida e aberta durante o reinado do faraó Ptolemeu I Sóter ou durante o de seu filho Ptolomeu II. Plutarco (46 d.C.–120) escreveu que, durante sua visita a Alexandria em 48 a.C., Júlio César queimou acidentalmente a biblioteca quando ele incendiou seus próprios navios para frustrar a tentativa de Achillas de limitar a sua capacidade de comunicação por via marítima. De acordo com Plutarco, o incêndio se espalhou para as docas e daí à biblioteca. No entanto, esta versão dos acontecimentos não é confirmada na contemporaneidade. Atualmente, tem sido estabelecido que a biblioteca, ou pelo menos segmentos de sua coleção, foram destruídos em várias ocasiões, antes e após o século I a.C. Destinada como uma comemoração, homenagem e cópia da biblioteca original, a Bibliotheca Alexandrina foi inaugurada em 2002 próximo ao local da antiga biblioteca.

 

5. As formas de expressão artisticas que as pessoas naquela época usavam eras as esculturas e o teatro. 

 

6. Naquela época, a mulher não tinha voz sobre nada na cidade, os homens diziam que o seu papel na sociedade era apenas obedecer o homem e ficar calada. Essa condição permaneceu durante muitos anos, mas depois de muita luta as mulheres conseguiram se posicionar perante os homens e conquitaram o direito de trabalhar e se igualar a eles. 

 

7. A Filosofia e a Religião (teologia) buscam aprender e conhecer as respostas Metafísicas que é uma área da filosofia e é a parte dominante da teologia. A axiologia, outra área da filosofia também abordada pela teologia (de forma amena); a ética que é outra área da filosofia que interessa na teologia a diferença é que na teologia a ética não muda, pois consiste em princípios divinos e a ética estudada pela filosofia é evolutiva. Ambos estudos se preocupam em responder perguntas básicas da vida: Quem sou, porque existo, para onde eu vou?; Há diversas maneiras de se pensar como se dá a relação entre religião e ciência. A his´toria da humanidade mostra que as visões acerca da natureza da ciência e da natureza da religião mudam com o tempo, de acordo com as concepções filosóficas e contextos políticos, sociais, econômicos, etc. Historicamente, a ciência tem tido uma relação complexa com a religião; doutrinas religiosas por vezes influenciaram o desenvolvimento científico, enquanto o conhecimento científico tem surtido efeitos sobre crenças religiosas. A visão do ser humano sobre os deuses influencia a visão dele sobre natureza e vice-versa, já que o ser humano é um ser integral. Um ponto de vista descrito por Stephen Jay Gould como magistérios não-sobrepostos (ou não interferentes) - em inglês Non-Overlapping Magisteria (NOMA) -  é  que a ciência e a religião lidam com aspectos fundamentalmente distintos da experiência humana, e desta forma, quando cada uma delas permanece em seu próprio domínio, elas coexistem de maneira pacífica. Outra visão conhecida como a tese do conflito, afirma que a religião e a ciência inevitavelmente competem pela autoridade sobre a natureza da realidade, de forma que a religião está gradualmente perdendo a guerra contra a ciência ao passo que as explicações científicas tornam-se mais poderosas e gerais. Esta visão foi popularizada no século XIX por John William Draper e Andrew Dickson White.

 

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